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+Pet cria novo ecossistema veterinário integrado após fusão com a VFP e atinge valuation de R$ 415 milhões

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Empresa projeta crescimento de 252% no faturamento até 2026, 20 unidades e a geração de 700 empregos no setor

A +Pet anuncia a fusão com a VFP, rede especializada em hospitais veterinários de alta complexidade, em um movimento que marca a criação de um novo ecossistema veterinário integrado no Brasil. Com a operação, a companhia atinge valuation de R$ 415 milhões e avança em sua estratégia de consolidação no setor.

Mais do que uma transação, o movimento reposiciona a empresa ao estruturar um modelo verticalizado ainda inexistente no país, integrando planos de saúde, clínicas, exames e hospitais em uma única rede, com controle sobre toda a jornada do atendimento.

Antes da integração, a companhia operava com cerca de 26 mil planos ativos, realizando aproximadamente 84 mil atendimentos por ano, além de 65 mil exames e 2.700 cirurgias anuais.

A projeção para 2026 é atingir 50 mil planos ativos, 139 mil atendimentos por ano, 100 mil exames realizados e 7.700 cirurgias anuais. No mesmo período, o faturamento deve avançar de R$ 44 milhões para R$ 155 milhões, o que representa um crescimento estimado de 252%.

Um novo modelo de saúde veterinária no Brasil

O modelo concentra toda a jornada do atendimento — do plano de saúde ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento — dentro de uma única estrutura, reduzindo a fragmentação típica do setor.

“A saúde veterinária no Brasil ainda é altamente pulverizada. O tutor transita por múltiplos pontos de atendimento, sem continuidade no cuidado. O que estamos construindo é um novo ecossistema integrado, que conecta todas as etapas dentro da mesma rede”, afirma Pablo Teixeira, CEO da +Pet.

Com a incorporação da VFP, a companhia passa a operar com estrutura hospitalar própria e capacidade ampliada para procedimentos de maior complexidade, além de integrar dados clínicos e histórico do paciente em um único ambiente.

Expansão, tecnologia e consolidação do setor

Atualmente, o grupo opera mais de 10 unidades, sendo 8 hospitais e 2 clínicas avançadas, e projeta a incorporação de novos centros ao longo do ano, com a meta de atingir até 20 unidades até o final de 2026.

A rede já conta com unidades próprias em cidades como São Paulo, Campinas, Brasília e Goiânia, além de hospitais que passam a operar como +Pet em regiões como Ribeirão Preto, Araraquara, São José dos Campos e Uberlândia.

Além da expansão geográfica, o modelo prevê um processo estruturado de transição de marca das unidades incorporadas. Em um primeiro momento, as operações mantêm suas marcas originais, acompanhadas da identificação +Pet, garantindo reconhecimento local e continuidade de atendimento. Ao longo do tempo, essa integração evolui de forma gradual até a consolidação completa sob a marca refletindo a padronização dos processos, da experiência e da estrutura clínica em toda a rede.

A companhia também avança em novas frentes geográficas, com a abertura de unidades em Palmas (TO) e Campo Grande (MS) previstas a partir de maio. O movimento reforça o modelo de fusão para acelerar a capilaridade nacional.

Com a expansão da operação, o grupo passa a contar com aproximadamente 700 colaboradores diretos, com expectativa de ampliação desse quadro ao longo do processo de crescimento e abertura de novas unidades.

O negócio incorpora tecnologia avançada em diagnóstico e tratamento, com equipamentos como tomografia computadorizada, ultrassonografia de alta definição e radiografia digital, além de sistemas integrados de gestão clínica e prontuários eletrônicos.

O modelo inclui ainda monitoramento remoto de pacientes e suporte a cirurgias assistidas por tecnologia, ampliando a precisão diagnóstica e a eficiência dos procedimentos.

“O diferencial está na combinação entre integração e capacidade técnica. Conseguimos oferecer desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade dentro do mesmo ecossistema, com padrão único de qualidade”, diz o executivo.

A estratégia da companhia combina crescimento orgânico com a incorporação de clínicas e hospitais já operacionais, priorizando estruturas com capacidade instalada e alinhamento ao padrão técnico da rede.

O objetivo é acelerar a expansão geográfica, reduzir o tempo de entrada em novos mercados e aumentar a eficiência de capital, consolidando uma rede nacional integrada.

“O setor já atingiu um estágio de maturidade que exige escala, eficiência e padronização. A consolidação é um caminho natural, e estamos estruturando uma plataforma capaz de liderar esse movimento no Brasil”, afirma Teixeira.

O movimento ocorre em um mercado que movimentou cerca de R$ 75,4 bilhões em 2024, com mais de 160 milhões de animais de estimação no país. Apesar da dimensão, a penetração de planos ainda é baixa: cerca de 1% dos pets possuem cobertura.

Ao centralizar toda a jornada do cuidado, a +Pet passa a operar um modelo semelhante ao de grandes grupos da saúde humana, com maior controle sobre qualidade, custos e desfechos clínicos.

“Não se trata apenas de crescer. Estamos redefinindo a forma como o cuidado veterinário é estruturado no Brasil, com impacto direto na qualidade do atendimento e na experiência do cliente”, conclui o CEO.

Fonte: accrux

Plano de saúde pet avança no ambiente corporativo e se torna diferencial em benefícios para colaboradores

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A oferta de plano de saúde pet como benefício corporativo ainda está em fase de expansão no Brasil, mas já apresenta crescimento acelerado nos últimos anos. O movimento acompanha mudanças no comportamento dos colaboradores, que passaram a considerar seus animais de estimação como parte da família e, cada vez mais, valorizam benefícios que apoiem esse cuidado.

Segundo a Plamev, empresa especializada no segmento, a procura por esse modelo tem aumentado de forma significativa, especialmente por companhias que buscam fortalecer sua proposta de valor ao colaborador, aumentar retenção e engajamento e oferecer benefícios diferenciados sem alto custo.

Além disso, o plano de saúde pet se destaca por ter alto valor percebido pelos funcionários e baixo impacto financeiro para as empresas, o que tem impulsionado sua adoção em diferentes setores.

Apesar do crescimento, ainda não há um perfil único de empresas que adotam o benefício. O modelo já aparece em companhias de tecnologia, indústria alimentícia, bancos e outros segmentos, sem uma predominância clara.

Entre os principais desafios para a expansão do benefício, estão questões culturais, a percepção de valor por parte do RH, além de orçamento, modelo de custeio e estratégias de comunicação interna para engajamento dos colaboradores.

Para a empresa, o plano pet também representa um diferencial de imagem para as organizações, que passam a ser vistas como mais modernas e alinhadas às novas demandas dos profissionais.

Outro ponto destacado é a necessidade de maior conscientização dos profissionais de RH e da simplicidade na implementação do benefício. Para a Plamev, o avanço do plano pet no ambiente corporativo não depende apenas da oferta, mas da evolução da forma como as empresas enxergam o cuidado com as pessoas e suas famílias, incluindo os animais de estimação.

Fonte: R2Assessoria

Do divórcio ao “pet”: a lei que muda tudo — e reconhece que animais não são mais coisas

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A família multiespécie chega à lei: o que muda com a nova custódia de pets no Brasil

Por Marcelo Santoro, professor de Direito da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio

No dia 16/04/2026, foi sancionada a Lei nº 15.392/2026, um marco legislativo que reconhece, de forma expressa, aquilo que a realidade social já vinha impondo há anos ao Direito: os animais de estimação deixaram de ocupar apenas o espaço patrimonial para assumir um lugar afetivo nas estruturas familiares contemporâneas.

Um ponto que merece especial atenção — e que revela a profundidade dessa mudança — é a superação gradual da ideia de que os animais seriam meras “coisas”. Embora o Código Civil brasileiro ainda os classifique formalmente como bens, a evolução legislativa e jurisprudencial aponta em outra direção: a do reconhecimento dos animais como seres sencientes. Em termos simples, um ser senciente é aquele capaz de sentir dor, prazer, medo e bem-estar. Não se trata de atribuir personalidade jurídica aos animais, mas de reconhecer que eles possuem uma dimensão existencial que exige proteção própria. Esse entendimento vem influenciando decisões judiciais e agora encontra respaldo mais claro na nova legislação, que coloca o bem-estar do animal no centro da análise, e não apenas interesses patrimoniais dos ex-companheiros.

A norma trata de um tema que, até então, era resolvido de forma fragmentada pelo Judiciário. Em casos de divórcio ou dissolução de união estável, não eram raras as disputas envolvendo cães, gatos e outros animais, muitas vezes tratados como verdadeiros membros da família. Diante da lacuna legislativa, juízes vinham aplicando, por analogia, regras da guarda de filhos ou soluções baseadas no direito de propriedade, o que gerava insegurança jurídica e decisões nem sempre coerentes.

A nova lei altera esse cenário ao estabelecer, como regra, a custódia compartilhada dos animais de estimação quando não houver acordo entre as partes. Trata-se de uma solução que privilegia o equilíbrio e a corresponsabilidade, refletindo a ideia de que o vínculo com o animal não se rompe automaticamente com o fim da relação conjugal.

Um dos pontos mais relevantes da legislação é a presunção de copropriedade do animal quando sua vida tiver transcorrido majoritariamente durante o casamento ou a união estável. Na prática, isso reduz discussões probatórias complexas e direciona o foco do debate para o que realmente importa: o bem-estar do animal.

A lei também avança ao estabelecer critérios objetivos para a fixação do tempo de convivência, como as condições de moradia, a capacidade de cuidado, o zelo e a disponibilidade de tempo de cada parte. Aqui, o legislador se aproxima de uma lógica já consolidada no Direito das Famílias: mais do que direitos dos envolvidos, o centro da análise passa a ser o interesse daquele que será diretamente afetado — no caso, o animal.

Outro aspecto digno de destaque é o tratamento rigoroso conferido a situações de violência doméstica ou maus-tratos. Nesses casos, a lei não apenas afasta a possibilidade de custódia compartilhada, como determina a perda da posse e da propriedade do animal pelo agressor, sem direito a indenização. A medida tem forte caráter pedagógico e sinaliza uma mudança importante: a proteção dos animais passa a dialogar diretamente com a proteção da dignidade nas relações familiares.

No campo financeiro, a norma distribui de forma equilibrada as despesas. Custos cotidianos, como alimentação e higiene, ficam a cargo de quem estiver com o animal naquele período, enquanto despesas extraordinárias — consultas veterinárias, medicamentos e internações — devem ser divididas igualmente. Trata-se de uma tentativa de evitar conflitos recorrentes que, na prática, frequentemente inviabilizavam acordos.

Talvez um dos dispositivos mais contundentes da nova lei seja a previsão de perda definitiva da custódia em caso de descumprimento reiterado das regras estabelecidas. Ao impor consequências claras, o legislador busca garantir efetividade à norma e evitar que o compartilhamento se torne apenas uma ficção jurídica. A aplicação subsidiária do Código de Processo Civil aos processos de custódia de animais também reforça a natureza contenciosa dessas demandas e oferece um caminho procedimental mais estruturado para sua resolução.

Do ponto de vista simbólico, a Lei nº 15.392/2026 representa mais do que a regulamentação de um tema específico. Ela evidencia uma transformação mais profunda no Direito brasileiro: a progressiva superação de uma visão estritamente patrimonialista das relações familiares. Os afetos, antes invisíveis para a lei, passam a ocupar um espaço normativo relevante.

Para a advocacia, especialmente no campo do Direito das Famílias, a mudança é significativa. Cresce a necessidade de uma atuação mais estratégica e, sobretudo, mais preventiva. A tendência é que acordos envolvendo animais de estimação passem a integrar pactos antenupciais e contratos de convivência, evitando conflitos futuros.

A nova legislação, contudo, não elimina todos os desafios. Questões práticas ainda deverão ser enfrentadas pela jurisprudência, como a definição de regimes de convivência em situações de grande distância geográfica ou a solução de impasses quando o compartilhamento se mostrar prejudicial ao animal. Caberá aos tribunais, mais uma vez, dar concretude à norma.

Ainda assim, é inegável: o Brasil dá um passo importante ao reconhecer, em lei, que famílias não são feitas apenas de pessoas. Em um tempo em que os vínculos afetivos se reinventam, o Direito — ainda que tardiamente — começa a acompanhar essa transformação.

Fonte: Agência Race

O respeito à causa animal na gestão de Beto Preto em Apucarana

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O Deputado Federal Beto Preto tem em sua trajetória política ações em prol da causa animal e o compromisso com políticas públicas voltadas ao bem-estar dos pets. Um dos marcos dessa atuação ocorreu ainda durante sua gestão como prefeito de Apucarana, com a entrega do Centro Cirúrgico (foto) no Canil Municipal São Francisco de Assis, em 2016.

A obra foi realizada em parceria entre a prefeitura e a Sociedade Protetora dos Animais de Apucarana, com um investimento total de R$ 140 mil, atendendo a uma exigência estabelecida em um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Estadual, mas que não havia sido cumprido pela gestão anterior.

Após o cumprimento de todas as exigências técnicas e sanitárias, o espaço passou a operar dentro dos padrões, permitindo a realização de procedimentos de castração e cuidados veterinários. Inicialmente, os atendimentos foram direcionados aos animais abrigados no canil, com foco na preparação para adoção. Na sequência, o atendimento foi ampliado para animais em situação de rua e também para aqueles pertencentes a famílias em situação de vulnerabilidade social.

“Essa iniciativa refletiu a mudança de postura na gestão do canil municipal, encerrando práticas inadequadas registradas anteriormente e reforçando uma política voltada à proteção e valorização da vida animal”, diz Beto Preto.

Fonte: Básica Comunicações

Felipe Becari pressiona por aprovação de Projeto de Lei que permite dedução das despesas com alimentação animal e tratamento médico veterinário no Imposto de Renda

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Campanha visa a acelerar a tramitação do PL 1529/2023, que beneficiaria milhões de pessoas físicas

nos cuidados imprescindíveis com seus animais domésticos; estima-se que a população pet no Brasil é uma das maiores do mundo

O deputado federal Felipe Becari (Podemos-SP) movimentou suas redes sociais, onde conta com mais de 8 milhões de seguidores, para pressionar pela aprovação do Projeto de Lei 1529/2023, que trata da dedução das despesas com alimentação animal e tratamento médico-veterinário no Imposto de Renda da Pessoa Física. “É senso comum que os animais têm o direito à atenção, aos cuidados e à proteção de seus tutores. Nada mais justo e coerente, portanto, que ampliar o rol de despesas dedutíveis no IRPF, inserindo a dedução das despesas efetuadas com a saúde e alimentação dos animais domésticos destes contribuintes, uma vez que estamos tratando de seres totalmente dependentes dos seus tutores”, esclarece Becari. O movimento nas redes sociais inclui um abaixo-assinado que será levado à presidência da Câmara dos Deputados.

Pelo projeto, serão dedutíveis do IRPF as despesas efetuadas pelo contribuinte com ração, tratamento veterinário em geral, além de vacinas e exames de animais domésticos. “O Projeto de Lei, além de contribuir com a preservação e o bem-estar dos animais, desafoga o bolso do contribuinte, já demasiadamente afetado pela carga tributária do país”, complementa o deputado federal.

Na prática, serão dedutíveis os pagamentos efetuados, no ano-calendário, a veterinários, clínicas, hospitais e planos de saúde veterinários, bem como despesas com exames laboratoriais, serviços radiológicos, internações, fisioterapia e outras terapias em geral, cirurgia veterinária ortopédica, oncológica, oftalmológica, neurocirurgia ou qualquer outro procedimento médico-veterinário, além de medicamentos, vacinas, próteses e aparelhos ortopédicos destinados a animais domésticos sob tutela do contribuinte. O limite anual será definido por regulamentação do Poder Executivo.

As despesas com a aquisição de ração para a alimentação de animais domésticos sob tutela do contribuinte também terão seu limite anual definido por regulamentação do Poder Executivo. “O Projeto de Lei estimula também, indiretamente, a adoção responsável, na medida em que dá maiores condições financeiras para que os contribuintes sustentem seus animais domésticos”, considera o deputado federal.

Estima-se que o Brasil possua a terceira maior população pet do mundo, com cerca de 150 a 160 milhões de animais de estimação, segundo dados divulgados pela Agência Senado. Desses, 60 milhões são cães e 30 milhões são gatos. Segundo o Instituto Pet Brasil, há uma média de 1,8 animal de estimação por residência no país.

O abaixo-assinado pode ser acessado pelo linktr.ee/depfelipebecari

Outras defesas na dedução das despesas com animais domésticos no IRPF

Felipe Becari foi relator do Projeto de Lei 1165/2023, na Comissão de Defesa das Pessoas com Deficiência, onde é membro titular, e recomendou sua aprovação. O PL inclui na relação das despesas dedutíveis do IRPF os pagamentos com compra, treinamento, alimentação, acomodação e despesas veterinárias de cão-guia.

Pela proposta, as deduções serão limitadas a R$ 10.000 a cada cinco anos para a aquisição do cão-guia. Esse prazo poderá ser menor em caso de comprovado falecimento do animal anteriormente adquirido. Na hipótese de treinamento, alimentação, acomodação e despesas veterinárias, o limite total será R$ 1.500.

Sobre Felipe Becari

O deputado federal Felipe Becari (Podemos-SP), ativista da causa animal há mais de 15 anos, é autor de dezenas de projetos de lei que protegem os direitos dos animais domésticos e silvestres. Diversos deles estão em tramitação e aguardam votação na Câmara dos Deputados. Policial civil licenciado, é formado em Direito e tem cinco especializações – Perícias Criminais, Civil, Penal e Processual Penal, Administrativo e Humanos.

Resgatou mais de 5 mil animais vítimas de maus-tratos e em situação de abandono. É integrante titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

Defende a adoção responsável e a castração para a redução do abandono de cães e gatos, com população estimada em cerca de 30 milhões de animais em situação de rua, atualmente, em todo o Brasil.

Deu projeção à defesa da causa animal nas redes sociais, onde conta com mais de 8 milhões de seguidores. Em seu perfil, defende firmemente o endurecimento das penas contra maus-tratos há vários anos e pressiona o poder público pela votação dos PLs que protegem os animais.

Fonte: Lisandra Martins

Pequeno no tamanho, grande na mensagem: Ton leva pinscher ao intervalo mais vigiado do Brasil

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Dando continuidade ao movimento iniciado com Solimões, nova fase estreou em horário nobre e usa humor para simplificar a conversa com empreendedores

Em um dos intervalos mais disputados da televisão brasileira, o Ton, marca da Stone voltada a micro e pequenos empreendedores, estreou sua nova campanha nacional apostando em uma combinação pouco comum na categoria financeira: humor, exagero e linguagem popular para falar de um tema tradicionalmente técnico.

A nova fase dá continuidade à campanha protagonizada por Solimões, mantendo o mesmo princípio criativo: simplificar a conversa sobre taxas e aproximá-la do dia a dia do empreendedor, de forma leve, direta e acessível.

Agora, o protagonista é um pinscher. Pequeno, barulhento e conhecido pela postura desproporcional ao tamanho, o cachorro surge como metáfora das taxas da marca: “baixinhas e agressivas”. A escolha reforça a proposta de traduzir atributos do produto em elementos culturais facilmente reconhecíveis e com alto potencial de conexão.

No filme, o animal rosna, avança contra a câmera e “reage” ao ambiente ao seu redor, enquanto textos traduzem suas intenções. A linguagem exagerada transforma um tema técnico como taxas e condições comerciais em entretenimento, ajudando a tornar a mensagem mais simples, memorável e próxima da realidade de quem empreende.

Mais do que explicar, a campanha aposta em mostrar. Em diferentes cenas, o comportamento do pinscher conduz a narrativa e reforça, de forma visual e bem-humorada, o conceito de “taxa baixinha e agressiva”, explorando o contraste entre tamanho e intensidade — característica marcante da raça e central para a construção criativa.

A estreia em um momento de audiência massiva reforça essa estratégia. Mais do que alcance, a marca busca entrar na conversa e transformar uma mensagem funcional em conteúdo com potencial de repercussão.

“A gente foi buscar algo que já vive no imaginário do brasileiro. O pinscher traduz de forma leve e direta a menor taxa do Brasil. Ele aproxima, diverte e faz a mensagem chegar quase sem esforço”, afirma Rodolfo Luz, diretor de Marketing da Stone.

A campanha também sinaliza um movimento maior da Stone de aproximar sua comunicação de códigos mais populares, reduzindo a distância entre um tema técnico e o dia a dia do empreendedor.

Com desdobramentos em TV, digital e social, a campanha destaca atributos como taxas a partir de 0,57%, além de soluções que facilitam a rotina de quem vende, como maquininhas com internet e o uso do celular como ferramenta de pagamento. Nas redes sociais, a estratégia ganha escala com a participação de cachorros que já conquistaram milhões de seguidores na internet, como os perfis de Juliane Sayao, Titico Tico e Família Guapeca. A presença desses creators amplia o alcance da campanha e reforça o tom leve e bem-humorado, conectando a marca a um universo já querido pelo público e potencializando a conversa nas plataformas digitais.

Sobre a Stone
Empresa de tecnologia financeira que possui uma plataforma de soluções completas cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

Fonte: FleishmanHillard

Evento para adoção de animais acontece em Goiânia, neste sábado (25)

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Campanha acontece no Jardim Goiás Mall durante o Abril Laranja, que reforça a importância da proteção ao animal

O Jardim Goiás Mall, no próximo sábado (25), será o espaço da campanha “Adote um Amigo”, organizada em parceria com a ONG Focinho Caridoso. O objetivo do evento é a adoção de animais carentes por parte da população, e acontece no período da tarde, das 14 horas às 17h30.

Para adotar um animal na campanha, basta ser maior de idade e levar um documento de identificação e comprovante de endereço. Também é necessário pagar uma taxa de 60 reais, que será usada para a manutenção da ONG Focinho Caridoso.

O processo de triagem, realizado na campanha, é bem simples. Os interessados passarão por uma triagem, para ver se tem capacidade de cuidar do animal. Neste processo, o futuro tutor responderá um questionário sobre a sua vida. Ele também ouvirá um pouquinho da história do animal pelo qual se interessou.

A presidente da ONG Focinho Caridoso, Carla Cristiane Cavadas, conta que as perguntas do questionário são feitas para que o tutor temporário, junto da instituição, consiga entender se o interessado tem a capacidade de assumir a responsabilidade de um pet na sua vida.

Abril Laranja

A campanha “Adote um Amigo” acontece na reta final do Abril Laranja, mês de conscientização e combate ao mau-trato contra os animais. Durante todo o mês de abril, o Jardim Goiás Mall falou sobre o tema nas redes sociais, com o foco na divulgação social do tema.

ONG Focinho Caridoso

A Focinho Caridoso é a primeira e única ONG Mãe do Centro-Oeste, fundada há seis anos como um projeto de extensão da Universidade Federal de Goiás (UFG). Eles visitam abrigos e protetores independentes, fazendo seus cadastro e depois ajudando com doações como medicamento, vacina, ração e castração.

Hoje, a Focinho Caridoso tem 92 abrigos e protetores independentes cadastrados, e a ajuda acontece no sistema de rodízio. Nos eventos organizados pela ONG, como no “Adote um Amigo”, os animais vêm desses dos abrigos cadastrados. Em 2025, a ONG conseguiu 186 adoções responsáveis, feitas através de três a quatro eventos mensais.

Fonte: COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

Abril Laranja: como identificar sinais de maus-tratos e proteger animais em situação de risco

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Campanha internacional ganha força no país e destaca o papel da informação, da denúncia e do cuidado responsável com os animais

A campanha Abril Laranja, criada pela ASPCA (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra Animais), mobiliza a sociedade em torno de uma causa urgente, a proteção dos animais contra qualquer forma de violência, abandono ou negligência. No Brasil, o movimento ganha cada vez mais relevância ao estimular a conscientização e incentivar atitudes responsáveis no dia a dia.

Para Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company, o debate sobre o tema precisa ir além do senso comum. “O bem-estar animal envolve uma série de cuidados que vão muito além da alimentação. É fundamental garantir segurança, conforto, acompanhamento veterinário e, principalmente, respeito às necessidades de cada espécie”, afirma.

A especialista destaca que os maus-tratos nem sempre são evidentes. Situações como manter o animal constantemente preso, exposto ao sol ou à chuva, sem acesso à água limpa ou alimentação adequada, também configuram negligência. “Muitas vezes, a falta de informação contribui para práticas que colocam em risco a saúde física e emocional dos animais. Por isso, a educação é uma ferramenta essencial nesse processo”, explica Kelly.

No Brasil, a legislação prevê punições para quem comete abusos. A Lei nº 9.605/98 estabelece penalidades para maus-tratos, enquanto a Lei nº 14.064/2020 ampliou as sanções para casos envolvendo cães e gatos, incluindo reclusão, multa e proibição da guarda.

Além de conhecer os direitos dos animais, a sociedade pode contribuir ativamente para a causa. Ser um tutor responsável, apoiar organizações de proteção animal, compartilhar informações e denunciar situações de abuso são atitudes que fazem a diferença.

“A conscientização coletiva é o caminho para reduzir os índices de violência. Cada pessoa tem um papel importante na construção de uma relação mais ética e respeitosa com os animais”, conclui Kelly.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em todo o território nacional e exporta seus produtos para países da América do Sul. Com foco contínuo na excelência de sua produção e logística, a companhia conta com diversos centros de distribuição espalhados pelo país e se consolida como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, com cerca de 2.000 colaboradores.

A atuação orientada à geração de impacto positivo integra a estratégia do negócio e se reflete em práticas voltadas à sustentabilidade, à ética nas relações e à valorização de seus públicos. Esse direcionamento é reconhecido pelas certificações concedidas pela Humanizadas — Best for Humanity, We Care for Stakeholders e We Care for Customers — que destacam empresas com gestão consistente, responsabilidade socioambiental e cultura organizacional alinhada à criação de valor compartilhado. Para a Special Dog Company, os reconhecimentos reforçam a integração entre propósito, governança e práticas efetivamente aplicadas ao longo de sua operação.

Fonte: Race Comunicação

Lagunitas e ONG Desabandone reúnem cerveja, drinks, dogs e adoção em tarde especial no Amargot Bar, em São Paulo

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Ação em parceria com a ONG Desabandone acontece no dia 25 de abril, com workshop para humanos e pets, feira de adoção e renda dos ingressos revertida para a causa

Lagunitas, cerveja californiana apaixonada por cachorros do Grupo HEINEKEN, leva para São Paulo uma tarde pensada para quem gosta de bons encontros, drinks e, claro, dogs. No dia 25 de abril, a marca realiza o Dogs & Drinks, ação em parceria com o Amargot Bar e a ONG Desabandone, no Itaim Bibi. A programação reúne workshop temático, feira de adoção e uma experiência que traduz, de um jeito leve e descomplicado, a conexão histórica de Lagunitas com a comunidade cachorreira.

A partir das 14h, o público poderá participar de um workshop especial com três sessões ao longo do dia, que combinam drinks alcoólicos para humanos e versões não alcoólicas para pets. Cada turma terá 15 pessoas, com encontros marcados para 14h, 15h30 e 17h. Os ingressos estarão à venda no Sympla, e todo o valor arrecadado será destinado à ONG Desabandone.

Além do workshop, o evento contará com feira de adoção, ampliando o impacto da iniciativa e reforçando o olhar de Lagunitas para experiências que vão além do copo. Durante a ação, o público também poderá aproveitar Lagunitas DayTime com preço promocional.

Com Dogs & Drinks, Lagunitas transforma seu universo irreverente, carismático e cheio de personalidade em uma experiência presencial que celebra o encontro entre pessoas, cachorros e causas que importam. É uma tarde para chegar junto, curtir sem pressa e viver um rolê com a cara da marca.

SERVIÇO: Lagunitas Dogs & Drinks
Data: 25 de abril de 2026, sábado
Horário: a partir das 14h
Local: Amargot Bar – Rua Professor Atílio Innocenti, 229, Itaim Bibi, São Paulo – SP
Workshop: sessões às 14h, 15h30 e 17h
Ingressos: à venda no Sympla
Renda: 100% da renda dos ingressos será revertida para a ONG Desabandone

Sobre o Amargot Bar

O Amargot Bar tem como proposta explorar o amargo na coquetelaria de forma acessível e descomplicada, ampliando o paladar e convidando à descoberta. Fundado por Gabriel Queiroz (Gabico) e Jorge Pedreira, o bar se aproxima de seu quarto ano preparando um novo ciclo de cardápio guiado pelo conceito de “O Innocentismo”, marcado pela experimentação e pela abertura ao novo.

No Amargot, ser descomplicado não significa ser simples: a experiência foi pensada tanto para quem está dando os primeiros passos no universo etílico quanto para quem já tem repertório, com uma carta que reúne achados que convidam a voltar.

Sobre o Grupo HEINEKEN

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Em 2017, fortaleceu sua presença no país com a aquisição da Brasil Kirin, consolidando-se como o segundo maior player do mercado brasileiro de cervejas. Hoje, a companhia emprega mais de 13 mil pessoas e opera 13 unidades produtivas – sendo 12 cervejarias e duas microcervejarias – além de construir sua 14ª cervejaria em Passos (MG).

Com sede em São Paulo, o portfólio da companhia inclui marcas como Heineken®, Amstel, Amstel Ultra, Eisenbahn, EiseCnbahn Unfiltered, Sol, Baden Baden, Blue Moon, Lagunitas, Devassa, Tiger, Bavaria, Glacial, Kaiser, No Grau, Schin e Amstel Vibes. No segmento de não alcoólicos, estão presentes Heineken® 0.0, Sol Zero, CLASH’D, FYS, Itubaína, Skinka e Água Schin.

O Grupo HEINEKEN no Brasil é subsidiário da HEINEKEN NV, maior cervejaria da Europa. Mais informações no site e nos perfis da companhia no LinkedIn e Instagram.

Fonte: Agência Lema

Special Dog Company e MahaPlay promovem aulão funcional com pets no Parque do Ibirapuera

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Ação ativa a Special Dog Ultralife Performance, linha recém-lançada para nutrição de cães de alto rendimento

A Special Dog Company, referência em nutrição de cães e gatos há mais de 20 anos, chega ao Parque Ibirapuera no dia 26 de abril com uma proposta diferente. Um aulão de treino funcional em que tutores e seus pets se exercitam juntos. Realizado em parceria com a MahaPlay, comunidade esportiva com forte presença em São Paulo, o evento apresenta ao público a Special Dog Ultralife Performance, linha recém-lançada que representa a evolução da antiga Special Dog Gold Performance e amplia a atuação da marca no segmento Premium Especial.

A escolha da MahaPlay não foi por acaso. Conhecida por reunir pessoas que levam o movimento a sério, a comunidade reúne um perfil de tutor que já entende, na prática, o que é rotina de treino, gasto energético e recuperação. Exatamente o contexto em que a Special Dog Ultralife Performance faz sentido, tanto para o atleta quanto para o pet que divide a rotina com ele.

O mercado pet brasileiro vive uma expansão consistente na categoria Premium Especial, impulsionada por tutores cada vez mais atentos às necessidades específicas de seus animais. Nesse cenário, a Special Dog Ultralife Performance chega com formulação aprimorada que inclui o Gold Complex, combinação exclusiva de Whey Protein, BCAA, aveia e batata-doce, além de L-carnitina, taurina e suporte articular com condroitina, glicosamina e colágeno. Com mais de 80% de digestibilidade comprovada em testes, a linha pode contribuir para a nutrição de cães com maior demanda física e necessidade de recuperação muscular. O portfólio inclui ainda uma versão Júnior, desenvolvida para filhotes com perfil atlético ou predisposição a atividades de maior intensidade.

“Queríamos que o primeiro contato com o produto acontecesse em um ambiente real de movimento. A MahaPlay tem exatamente esse espírito, pessoas que treinam de verdade, ao ar livre, e que vão entender o que essa linha propõe para os seus pets”, diz Danielly Dias, Analista de Eventos e Promoções da Special Dog Company. “Ver o tutor se exercitando ao lado do seu cão é a melhor forma de mostrar para quem esse produto foi pensado”, completa.

Quem participar sai com um kit completo com camiseta, shakeira, comedouro portátil, bolinha e amostras da Special Dog Ultralife Performance. O aulão é aberto aos membros da MahaPlay e acontece no Parque Ibirapuera, em São Paulo, no dia 26 de abril.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em todo o território nacional e exporta seus produtos para países da América do Sul. Com foco contínuo na excelência de sua produção e logística, a companhia conta com diversos centros de distribuição espalhados pelo país e se consolida como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, com cerca de 2.000 colaboradores.

A atuação orientada à geração de impacto positivo integra a estratégia do negócio e se reflete em práticas voltadas à sustentabilidade, à ética nas relações e à valorização de seus públicos. Esse direcionamento é reconhecido pelas certificações concedidas pela Humanizadas — Best for Humanity, We Care for Stakeholders e We Care for Customers — que destacam empresas com gestão consistente, responsabilidade socioambiental e cultura organizacional alinhada à criação de valor compartilhado. Para a Special Dog Company, os reconhecimentos reforçam a integração entre propósito, governança e práticas efetivamente aplicadas ao longo de sua operação.

Fonte: Race Comunicação

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