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Agregação de valor à proteína brasileira e olhar do mercado financeiro serão discutidos em Fórum sobre bem-estar animal

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Evento presencial organizado pela COBEA e Produtor do Bem reúne especialistas em São Paulo, no dia 7 de maio, para debater perspectivas do setor

As perspectivas e os desafios da cadeia de produção de proteína animal no Brasil serão tema do Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance. O evento inédito trará debates em torno da dinâmica de mercado e da cadeia, credibilidade, agregação de valor ao produto e o olhar dos agentes financeiros sobre o tópico em seus painéis. Organizado pela Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) e por sua idealizadora, a Produtor do Bem Certificação, o evento ocorre no dia 7 de maio no Radisson Blue, em São Paulo (SP).

A abertura do Fórum terá como tema “Estratégia, política e o papel do agro na nova ordem econômica”, apresentado pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luís Rua. Em seguida, ele participa do painel “Mercados em movimento: Bem-estar e sustentabilidade na agregação de valor à proteína brasileira”, mediado pela diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sullivan Alves. Participam também o consultor em agronegócio e sustentabilidade Fabricio Delgado, e a diretora de Sustentabilidade da Seara, Sheila Guebara.

“O evento vai tratar de um tema extremamente contemporâneo e eu diria hoje real. Ao longo do tempo a gente vem falando em bem-estar animal, vem tratando o bem-estar animal e hoje estamos vivendo na realidade o bem-estar animal. Esse é um evento preparado para tratarmos dos assuntos referentes ao tema e que estamos vivendo na prática”, diz Fabricio.

De acordo com Sheila, eventos e discussões do setor são importantes para avançar no bem-estar animal de forma inclusiva, garantindo que produtores de diferentes portes acompanhem a evolução técnica. “Meu foco na discussão será mostrar como a integração entre eficiência produtiva, bem-estar animal e inovação tecnológica vem se consolidando como um diferencial competitivo na agregação de valor à proteína brasileira. Diante da crescente demanda global — com a população projetada para 10 bilhões até 2050 —, a eficiência deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica, diretamente ligada à sustentabilidade e à segurança alimentar”, comenta.

A diretora de Sustentabilidade da Seara ressalta que práticas de bem-estar animal são fundamentais para garantir que a produção acompanhe a demanda global de forma resiliente e sustentável. “Para produtores e consumidores, o impacto é direto: quem cumpre metas de bem-estar tende a ser melhor remunerado, mostrando que ser sustentável também é rentável”, destaca.

Agenda ESG crescente

O segundo painel será “Capital e competitividade: O olhar do mercado financeiro sobre o futuro da proteína animal”, que terá mediação do doutor em Administração de Empresas com concentração em Finanças da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Celso Funcia Lemme. Completam o debate o consultor e sócio-líder da ABC Associados, Aron Belinky; a head de Riscos Socioambientais do Santander, Maria Silvia Chicarino; e o analista de Investimentos Sustentáveis (ESG) da Régia Capital, Bruno Bernardo.

Para o moderador do painel, a agenda ESG pode ajudar o mercado de investimentos a entender e valorizar melhor o bem-estar animal nos setores que envolvem o manejo de animais. “O analista de mercado precisa acompanhar essa mudança em curso. Nem sempre é evidente como as práticas de bem-estar animal impactam o valor de uma empresa, mas a agenda ESG ajuda a tornar isso mais claro — mostrando o tema como um fator de inovação, geração de valor e adaptação às novas demandas da sociedade”, pontua.

Avaliação de risco e gestão

Segundo Maria Silvia, do Banco Santander, um marco importante para a agenda ESG no mercado financeiro foi a Resolução CMN nº 4.327, de 2014, que definiu diretrizes para a gestão de riscos socioambientais. Desde então, o tema passou a ser cada vez mais incorporado à análise de risco e às decisões de crédito.

“Hoje, a capacidade de gestão socioambiental dos clientes é central na avaliação de risco. Nesse contexto, o bem-estar animal ganha relevância, especialmente na cadeia de proteína animal, por estar ligado a riscos reputacionais, operacionais e de mercado. No Santander, esse tema já faz parte da análise socioambiental e influencia diretamente a concessão de crédito”, explica.

Ela acrescenta que empresas com boa gestão socioambiental tendem a ter desempenho mais consistente no longo prazo, com maior previsibilidade e resiliência – fatores valorizados pelo mercado financeiro. Também destaca que fóruns como este ampliam a visibilidade do bem-estar animal, promovem o diálogo, alinham expectativas e ajudam a posicionar o Brasil no cenário internacional.

Para Bruno Bernardo, da Régia Capital, o mercado financeiro está caminhando e adotar os protocolos e certificações de bem-estar animal pode ser um divisor de águas para viabilizar o financiamento de produtores rurais. “Na Régia Capital, por exemplo, temos políticas e critérios de investimentos bastante rigorosos envolvendo proteína animal, a preocupação e o cuidado com o bem-estar animal é um dos critérios mínimos esperados para que um investimento possa vir a ser considerado sustentável”, afirma.

Ele observa que atrelar boas práticas de bem-estar animal pode contribuir com ganhos financeiros, uma vez que aumenta a eficiência da produção, pode aumentar o valor agregado do produto final e pode vir a reduzir emissões de gases de efeito estufa. “Para os investidores, esse evento reforça uma movimentação do mercado e um amadurecimento do tema no mercado brasileiro”, complementa.

Responsabilidade compartilhada

Conforme o sócio fundador da Produtor do Bem e cocriador da COBEA, Leonardo Thielo de La Vega, a escolha dos nomes e temas para o evento demonstra e visão estratégica da organização em abranger os vários aspectos chaves que impactam a evolução do bem-estar animal no Brasil. “Teremos uma programação que nos darão uma visão macro de como mercado e cadeia de valor podem atuar conjuntamente para facilitar os avanços, em benefício de ambos no país”, observa.

A diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom, acredita que esse primeiro Fórum irá mostrar que o bem-estar animal é hoje uma realidade que traz desafios, mas com amplas oportunidades para quem entender sua importância. “O tema está em evidência e nesse Fórum teremos a oportunidade de conhecer a visão de especialistas de diferentes setores sobre o tema, e como podemos trabalhar juntos para desbloquear suas barreiras no Brasil”, finaliza.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo link: https://lnkd.in/dF3BsSeC.

SERVIÇO:
Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance
Data: 7 de maio de 2026
Local: Radisson Blu São Paulo – Avenida Cidade Jardim, 625, Sala Faria Lima, Itaim Bibi, São Paulo (SP)
Inscrições: https://lnkd.in/dF3BsSeC

Sobre a COBEA

A Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) é uma iniciativa pré-competitiva criada em 2024 com o propósito de facilitar os avanços em bem-estar animal na cadeia de proteína animal brasileira. Reunindo produtores, processadores, varejistas, food service, pet food e parceiros estratégicos, a COBEA busca alinhar ambições, superar barreiras ao progresso, e acelerar os avanços por meio de ação conjunta. Idealizada pela certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com 11 importantes atores: Cooperl do Brasil, Danone Brasil, Fazenda Speranza, Grupo IMC (International Meal Company), JBS Brasil, Mantiqueira Brasil, MBRF, Minerva Foods, Nestlé Brasil, Planalto Ovos e Special Dog Company.

Saiba mais:
https://cobea.com.br/
https://www.linkedin.com/company/cobeabrasil/

Fonte: Attuale Comunicação

Encontro de Aumigos com a raça de cachorrinhos chihuahua movimenta Outlet Premium Imigrantes

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Evento pet friendly reúne tutores e cães da raça, além de cães de diferentes perfis, no dia 26 de abril

O Outlet Premium Imigrantes promove, no dia 26 de abril (domingo), o Encontro de Chihuahuas, um evento especial dedicado aos aumigos de quatro patas e seus tutores. A ação será realizada no Pet Park do empreendimento, a partir das 11h.

Gratuito e aberto ao público, o encontro contará com momentos de interação entre os cães, sorteios de brindes para os tutores e uma ação solidária de arrecadação de mantinhas e roupinhas, que serão destinadas à ONG Cão Sem Dono.

Embora o destaque do evento seja para os chihuahuas, cães de todas as raças são bem-vindos, promovendo a integração entre diferentes perfis de pets e seus tutores. A proposta é criar um momento de lazer e troca de experiências, fortalecendo os laços entre pessoas e seus melhores aumigos. Para participar, os interessados deverão se inscrever presencialmente no local do evento via QR Code.

O Outlet Premium Imigrantes funciona diariamente das 9h às 21h e está localizado na Rodovia dos Imigrantes, com acesso pela saída KM 23 (sentido Litoral) e saída KM 27 (sentido São Paulo).

Serviços
Evento: Encontro de Aumigos com Chihuahuas
Data e horário: 26/04 (Domingo), das 11h às 14
Local: Pet Park
Inscrições: Via QR code no local do evento

Outlet Premium Imigrantes

O Outlet Premium Imigrantes está localizado na saída do km 23 da Rodovia dos Imigrantes, principal ligação entre a região metropolitana de São Paulo e a Baixada Santista. Sétimo outlet do grupo General Shopping e Outlets do Brasil, o Outlet Premium Imigrantes é o mais recente empreendimento do grupo e, além da localização estratégica, pensada para atender aos diferentes públicos vindos destas regiões, o empreendimento conta com uma ambiência agradável, no estilo open mall e conta com espaços infantis, garantindo aos clientes uma experiência completa e com descontos o ano inteiro em grandes marcas nacionais e internacionais.

Entre as marcas presentes no empreendimento estão: adidas, Aramis, Calvin Klein, Chilli Beans, Ellus, Boss, Kipling, Kopenhagen, Lacoste, Levi’s, Lupo, M.Martan, Nike Unite, Puket, Puma, Reebok, Rip Curl, Track & Field, entre outras.

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, saída do KM 23 – sentido Litoral.
Serviços: Estacionamento – até 2 horas: R$ 19,00; hora adicional: R$ 3,00; mensalista: R$ 190,00.

General Shopping e Outlets do Brasil

A General Shopping e Outlets do Brasil está entre as líderes no mercado brasileiro de shopping centers, administrando um total de 302.100 mil m2 de ABL, de 16 empreendimentos em operação. São eles: Parque Shopping Barueri, Cascavel JL Shopping, Parque Shopping Sulacap, Shopping Bonsucesso, Shopping do Vale, Parque Shopping Maia, Unimart Shopping, Auto Shopping Internacional, Poli Shopping Guarulhos, Outlet Premium Brasília, Outlet Premium Salvador, Outlet Premium São Paulo, Outlet Premium Grande São Paulo, Outlet Premium Rio de Janeiro, Outlet Premium Fortaleza e Outlet Premium Imigrantes. Os shopping centers da General Shopping e Outlets do Brasil estão estrategicamente concentrados nas Regiões Sul e Sudeste do país. Com abrangência nacional, os Outlets Premium estão localizados nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do país, e são líderes do segmento no Brasil.

Pioneira na introdução do conceito Outlet no mercado brasileiro, a General Shopping e Outlets do Brasil também é reconhecida pela diversidade dos seus empreendimentos e a proximidade que mantém com seus mais de dois mil lojistas. Para mais informações, basta acessar o site.

Fonte: Weber Shandwick

Noh firma parceria com Dog Life e zera mensalidade para casais tutores de pets

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Maior hub de bem-estar pet do Brasil se une à primeira conta conjunta digital do país para oferecer benefício inédito: quem mantiver plano Dog Life Essential ou Max ativo não paga mensalidade Noh

A Noh, primeira conta conjunta 100% digital do Brasil, e a Dog Life, pioneira em plano de saúde pet no país, anunciam uma parceria que conecta a organização financeira de casais ao cuidado com pets. A partir de agora, clientes com plano Dog Life Pet Essential ou Pet Max passam a ter a mensalidade da Noh zerada automaticamente, sem carência ou exigência de investimento mínimo.

Para acessar o benefício, basta contratar um dos planos da Dog Life pelo app da Noh. A isenção é aplicada automaticamente e permanece ativa enquanto o plano estiver em dia.

A iniciativa acompanha uma mudança no comportamento dos consumidores. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), 88% dos tutores brasileiros consideram o pet parte da família. Em um país com mais de 101 milhões de cães e gatos, cresce também o número de casais que compartilham decisões financeiras — incluindo os custos com saúde e bem-estar dos animais.

“A Noh foi feita para a vida real do casal. E na vida real, tem pet. A gente até brinca que o cliente ideal da Noh é o casal ‘dupla renda e pais de pet’, então, faz todo sentido que a conta do casal seja grátis para quem cuida da família inteira, incluindo os membros de quatro patas”, afirma Ana Zucato, fundadora e CEO da Noh.

A Dog Life reúne mais de 650 mil tutores e conta com uma rede de 4,5 mil clínicas credenciadas em mais de 350 cidades. O avanço desse modelo acompanha uma mudança no cuidado com os animais, cada vez mais orientado à prevenção e ao acompanhamento contínuo.

“O cuidado com o pet tem se tornado parte do planejamento financeiro das famílias. Quando o tutor consegue se organizar, ele também consegue manter uma rotina de prevenção e acompanhamento, que faz toda a diferença na saúde do animal”, afirma Pedro Filizzola, CMO da Dog Life.

O acesso facilitado ao plano também contribui para reduzir a dependência de atendimentos emergenciais, incentivando uma rotina de cuidados mais frequente e estruturada ao longo da vida do pet

Para a Noh, a parceria funciona como uma nova porta de entrada para casais que buscam organizar a vida financeira a dois, enquanto a Dog Life reforça seu posicionamento no cuidado contínuo com os pets.

Sobre a Noh

Fundada em 2021 por Ana Zucato, a Noh é uma fintech que nasceu com o propósito de facilitar a vida financeira de casais. A empresa criou a primeira conta conjunta 100% digital do Brasil, e vem crescendo como referência em finanças compartilhadas, oferecendo praticidade, transparência e uma abordagem prática e inovadora para o dinheiro a dois.

Sobre a Dog Life

A Dog Life, marca que integra a Life Pet Hub, é pioneira em planos de saúde para cães no Brasil e tem como propósito facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o país. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e bem-estar animal, a marca oferece diferentes opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais para a saúde dos cães. Com uma experiência simples, prática e sem burocracia, a Dog Life conecta os pets a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados, ajudando os tutores a terem mais previsibilidade, segurança e tranquilidade no cuidado diário com seus animais.

Fonte: Máquina

Com R$ 2,1 Bi, MSD Saúde Animal projeta crescimento sustentável do setor baseado em dados e prevenção

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Do monitoramento por sensores no campo à proteção anual para pets, tecnologia eleva a sanidade animal a diferencial competitivo no PIB brasileiro

A saúde animal consolidou-se como um dos pilares de sustentação da economia brasileira, conectando a produtividade do agronegócio à expansão acelerada do mercado pet. Nesse cenário, a MSD Saúde Animal ultrapassou R$ 2,1 bilhões em faturamento no Brasil, reposicionando-se de uma indústria farmacêutica tradicional para uma empresa orientada por tecnologia e inteligência de dados. Com o país ocupando posições de liderança global tanto na exportação de proteínas quanto no ranking de população de animais de companhia, o investimento em soluções que unem ciência e digital tornou-se um diferencial competitivo estratégico para impulsionar a eficiência no campo e a longevidade dos pets, movimentando uma cadeia que gera bilhões de reais anualmente e sustenta milhões de empregos.

No setor agropecuário, que representa cerca de 25% do PIB nacional, a saúde animal é o que contribui para a rentabilidade e o acesso aos mercados internacionais mais exigentes. O status sanitário brasileiro é o seu maior patrimônio econômico; qualquer oscilação na sanidade do rebanho pode representar perdas imediatas em exportações e desvalorização de ativos. Por outro lado, o mercado pet brasileiro já se posiciona como um dos maiores do mundo, mantendo um crescimento robusto mesmo em períodos de volatilidade econômica. A crescente “humanização” dos animais de companhia, por exemplo, elevou o ticket médio e a demanda por serviços de saúde preventiva, transformando o setor de animais de companhia em um dos motores mais vibrantes do varejo e dos serviços de saúde no país.

Para sustentar essa evolução, a MSD Saúde Animal, referência em inovação, direciona anualmente cerca de 20% de seu faturamento global para a área de Pesquisa, Desenvolvimento e Aquisições Estratégicas (P&D). Esse aporte permite o avanço de soluções de alta performance e, no caso dos animais de produção, tecnologias de rastreabilidade, identificação e monitoramento, além de inovações voltadas à saúde e bem-estar dos animais de companhia, contribuindo para transformar o mercado e aprimorar os resultados de gestão e saúde animal.

No agronegócio, o uso de sensores e dispositivos de monitoramento permite que o produtor tome decisões baseadas em evidências, otimizando recursos e aumentando a produtividade por animal. Já no mercado pet, a tecnologia traduz-se em soluções biofarmacêuticas de longa duração, como o Bravecto 365 — que oferece um ano inteiro de proteção contra pulgas e carrapatos com uma única dose — e em protocolos de vacinação de alta performance, que garantem espectros de proteção mais amplos e seguros. Em ambos os casos, a companhia foca na prevenção como a estratégia financeira mais inteligente: evitar a doença é significativamente mais lucrativo e sustentável do que tratar surtos ou perdas instaladas.

Essa solidez reflete-se no desempenho das Unidades de Negócio da companhia em 2025. O destaque do período foi a unidade de Avicultura, que registrou um crescimento expressivo de 51% (2025 vs 2024), acompanhada pela forte expansão da Suinocultura, com alta de 21%, e da Aquicultura, com 12%. Em segmentos de alta maturidade e referência consolidada, a companhia demonstrou consistência estratégica: a unidade de Animais de Companhia cresceu 4%, mantendo sua curva de ascensão focada em valor agregado, enquanto a unidade de Ruminantes registrou 1% de crescimento, reforçando a estabilidade de uma operação que é o alicerce da pecuária nacional.

“O Brasil é um player central para a MSD Saúde Animal globalmente, justamente por essa força dual. De um lado, temos um agronegócio que alimenta o mundo e exige eficiência máxima; de outro, um mercado pet em expansão e com grande potencial de evolução, especialmente no avanço do cuidado preventivo e da taxa de medicalização. Nosso papel é ser o parceiro estratégico que sustenta esses dois motores econômicos, assegurando que a sanidade seja o alicerce para um crescimento sustentável e competitivo”, afirma Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal no Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

Bolis destaca que a consolidação desses mercados passa, necessariamente, por um ecossistema que integra ciência e serviços de valor agregado. “Não entregamos apenas produtos; entregamos previsibilidade para o negócio. Seja através de vacinas de alta tecnologia que protegem o patrimônio do pecuarista, ou de soluções conectadas que auxiliam o médico-veterinário a oferecer um cuidado superior, nossa expertise está em transformar ciência em resultado econômico e bem-estar. Ao fortalecermos a saúde animal, estamos fortalecendo a própria economia brasileira”, completa o executivo.

Com este olhar voltado ao futuro, a companhia reafirma seu compromisso de trazer continuamente inovações para o país, ampliando o acesso a novas tecnologias e soluções em saúde animal. Ao integrar inovação inovadoras com transformação digital, a MSD Saúde Animal contribui para apoiar o Brasil a avançar em eficiência e produtividade no campo e no cuidado com os pets, fortalecendo o desenvolvimento do setor de forma consistente.

Sobre a MSD Saúde Animal  

A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., Rahway, N.J., EUA, é uma unidade de negócios global de saúde animal comprometida com a Ciência para Animais mais Saudáveis. Por mais de 130 anos, temos sido pioneiros em ciência inovadora. Somos movidos pela inovação contínua para desenvolver medicamentos, vacinas e tecnologias revolucionárias. Com a experiência direta na fazenda e na clínica, atuamos lado a lado com nossos clientes em cada etapa do caminho. O foco é capacitar aqueles que cuidam dos animais, ajudando-os a gerenciar sua responsabilidade vital com confiança. Porque ninguém entende a saúde animal como nós.”  Para obter mais informações, visite nosso site  e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

A raiva ainda existe?

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A doença que parece distante ainda circula no Brasil – e a única proteção continua sendo a vacina

A percepção de risco em relação à raiva mudou ao longo dos anos. Para muitos tutores, especialmente os que vivem em centros urbanos, a doença deixou de fazer parte da rotina, o que pode levar à impressão de que ela não representa mais uma ameaça real. No entanto, essa mudança está muito mais relacionada à menor visibilidade do problema do que à sua eliminação.

A raiva continua sendo uma zoonose viral de altíssima letalidade, causada por vírus do gênero Lyssavirus, que afeta o sistema nervoso central de mamíferos. Trata-se de uma infecção com uma característica crítica: após o início dos sinais clínicos, não há tratamento capaz de reverter o quadro, tanto em animais quanto em humanos.

“A raiva é uma das poucas doenças infecciosas em que a prevenção não é apenas recomendada, mas absolutamente determinante. Uma vez que o vírus atinge o sistema nervoso central, a evolução é praticamente irreversível”, explica Bianca Fenner, médica-veterinária e coordenadora de marketing da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal.

Como o vírus se transmite

A transmissão ocorre principalmente por meio da saliva de animais infectados. A mordida é a forma mais conhecida, mas não a única. O vírus também pode ser transmitido quando há contato da saliva com mucosas – como olhos, boca e cavidade nasal – ou com feridas abertas na pele. Em menor frequência, arranhões contaminados também podem representar uma via de infecção, especialmente quando há presença de saliva no local.

Esse ponto é relevante porque amplia a compreensão sobre exposição. A transmissão não depende apenas de ataques evidentes, mas de qualquer situação em que o vírus tenha acesso ao organismo.

O que acontece no corpo do animal

Uma vez inoculado, o vírus não circula pela corrente sanguínea como a maioria dos agentes infecciosos. Ele invade as terminações nervosas e migra lentamente pelo sistema nervoso em direção ao cérebro. Esse deslocamento explica o período de incubação variável da doença, que pode durar de semanas a meses, dependendo da quantidade de vírus e da proximidade da região afetada em relação ao cérebro.

Quando o vírus atinge o sistema nervoso central, inicia-se um processo inflamatório progressivo – a encefalite viral. A partir desse momento, a doença entra em sua fase clínica, com evolução rápida e grave.

Os primeiros sinais geralmente envolvem alterações comportamentais: o animal pode apresentar inquietação, agressividade, medo ou mudanças no padrão habitual de interação. Com a progressão, surgem dificuldade de deglutição, hipersalivação e desorientação – seguidos de perda de coordenação motora, paralisia progressiva e, por fim, falência respiratória.

“Os sinais clínicos refletem exatamente o trajeto do vírus no organismo. Quando eles aparecem, o sistema nervoso já está comprometido, o que explica a gravidade e a rápida evolução do quadro”, destaca a profissional.

O risco que está mais perto do que parece

Ao longo das últimas décadas, campanhas de vacinação em massa contribuíram significativamente para a redução de casos em áreas urbanas, especialmente na transmissão entre cães. No entanto, esse avanço veio acompanhado de uma mudança no perfil epidemiológico da doença.

Atualmente, os principais reservatórios do vírus no Brasil são animais silvestres, com destaque para os morcegos. E aqui está o ponto que muitos tutores desconhecem: um morcego pode entrar em ambientes urbanos, inclusive dentro de residências, sem ser notado. Nesses casos, o contato com cães e gatos pode ocorrer de forma silenciosa, dificultando a identificação do risco.

“O desafio atual é justamente esse: o risco continua existindo, mas não é mais tão evidente. Isso pode levar à falsa ideia de que a doença deixou de ser relevante, o que não corresponde à realidade”, explica Bianca.

Por que vacinar mesmo quem vive dentro de casa

Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal ferramenta de prevenção. Ao estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos contra o vírus, a vacina impede que a infecção se estabeleça mesmo em caso de exposição. Além da proteção individual, a vacinação tem impacto coletivo ao reduzir a circulação do vírus na população animal – um conceito essencial no controle de zoonoses.

Mesmo assim, a menor percepção de risco tem levado alguns tutores a negligenciar a vacinação, especialmente em animais que vivem exclusivamente dentro de casa. Essa é uma interpretação equivocada do risco atual.

“O estilo de vida do animal não elimina a possibilidade de exposição. Hoje, o risco está menos associado ao acesso à rua e mais à presença de reservatórios silvestres no ambiente”, reforça a médica-veterinária.

Outro ponto crítico é a continuidade do protocolo vacinal. A imunidade não é permanente e depende de reforços periódicos, que devem ser realizados conforme orientação do médico-veterinário ao longo de toda a vida do animal.

A atenção não pode diminuir

A raiva não desapareceu – ela apenas deixou de ser percebida com a mesma intensidade. E, nesse cenário, o maior risco não está no aumento dos casos, mas na redução da atenção.

Manter a vacinação em dia é uma medida simples, mas que continua sendo decisiva. Em uma doença sem tratamento e com alta letalidade, prevenir não é apenas uma recomendação: é a única forma de proteção efetiva para os animais e para as pessoas que convivem com eles.

Sobre a Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª maior empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Seu portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e soluções de bem-estar para animais de produção e de companhia, além de equipamentos e serviços que contribuem para oferecer a melhor experiência aos clientes.

Com 7.000 funcionários em 47 países e distribuição de produtos em mais de 110 países, a Ceva trabalha diariamente para dar vida à sua visão como uma empresa One Health: “Juntos, além da saúde animal.”

www.ceva.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Nova lei sobre guarda compartilhada de pets traz segurança jurídica e redefine disputas após separações

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“A nova lei consolida um movimento que já vinha sendo construído nos tribunais”

A sanção e publicação da nova lei que regulamenta a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de divórcio ou dissolução de união estável marcam um avanço relevante no Direito de Família brasileiro. A norma publicada no Diário Oficial do dia (17/4), estabelece critérios objetivos para a convivência, divisão de despesas e proteção dos pets, refletindo uma mudança no entendimento jurídico sobre o papel dos animais nas relações familiares.

Até então, a ausência de legislação específica fazia com que disputas envolvendo pets fossem tratadas, em grande parte, sob a lógica patrimonial, equiparando os animais a bens. Na prática, no entanto, o Judiciário já vinha adotando soluções que consideravam o vínculo afetivo entre tutores e animais, o que gerava decisões muitas vezes divergentes e casuísticas.

Segundo a advogada Danielle Biazi, especialista em Direito de Família e Sucessões, sócia do escritório Biazi Advogados Associados, associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), a nova lei consolida um movimento que já vinha sendo construído nos tribunais. “Muito embora exista uma real afeição entre os tutores e os animais, para fins legais, os pets ainda eram frequentemente tratados como ‘coisas’. A nova legislação reconhece essa lacuna e passa a oferecer parâmetros mais claros para a resolução de conflitos”, explica.

Entre os principais pontos da norma está a possibilidade de definição da guarda compartilhada, com regras sobre a convivência do animal com cada tutor, sempre considerando o bem-estar do pet. A lei também estabelece critérios para a divisão de despesas, como alimentação, higiene e cuidados veterinários, o que tende a reduzir disputas após a separação.

Outro destaque é a previsão de restrições à guarda compartilhada em situações que envolvam violência doméstica ou maus-tratos. Nesses casos, a convivência poderá ser limitada ou até impedida, priorizando a proteção do animal. “Considerando os pets como seres sensíveis, é natural impedir ou monitorar a convivência quando houver risco à sua integridade, especialmente em contextos de violência”, ressalta a especialista.

A nova legislação dialoga ainda com uma evolução mais ampla do ordenamento jurídico brasileiro, que passa a reconhecer os animais como seres sencientes, merecedores de proteção própria. Esse entendimento já vinha sendo discutido em propostas de atualização do Código Civil e agora ganha reforço com regras específicas para situações de dissolução familiar.

Na avaliação de especialistas, a regulamentação tende a trazer mais previsibilidade e segurança jurídica, além de reduzir a judicialização de conflitos. “Ao estabelecer critérios objetivos, a lei facilita acordos entre as partes e orienta decisões judiciais, sempre com foco no melhor interesse do animal”, conclui Biazi.

Fonte: Danielle Biazi: Doutora em Direito Civil pela PUCSP, sócia do escritório Biazi Advogados Associados. Especialista e professora de Direito de Família e Sucessões. Associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM).

Informações à imprensa

Sobre a M2 Comunicação Jurídica

A M2 Comunicação Jurídica é uma agência especializada nos segmentos econômico e do Direito. Contamos com diversas fontes que atuam em âmbito nacional e internacional, com ampla vivência nos mais diversos assuntos que afetam a economia, sociedade e as relações empresariais

Fonte: M2 Comunicação Jurídica

Outono acende alerta para aumento de doenças respiratórias em cães e gatos

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Clima mais frio e seco favorece infecções e reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce

A chegada do outono traz mudanças no clima que impactam diretamente a saúde dos pets. A queda nas temperaturas, aliada ao ar mais seco e à menor ventilação dos ambientes, contribui para o aumento significativo de doenças respiratórias em cães e gatos, muitas delas silenciosas no início e potencialmente agravadas pela demora no diagnóstico.

Entre as condições mais comuns nesta época estão a gripe canina, a traqueobronquite infecciosa, bronquites e o complexo respiratório felino. O médico veterinário Ruben Cavalcanti alerta que “o clima mais frio e seco favorece a irritação das vias aéreas e facilita a disseminação de agentes infecciosos. Muitas vezes, os primeiros sinais são leves, o que faz com que os tutores demorem a buscar atendimento, permitindo a evolução do quadro”.

Sintomas como espirros frequentes, tosse, secreção nasal ou ocular, cansaço e prostração devem ser observados com atenção. Embora possam parecer simples, esses sinais podem indicar infecções respiratórias em desenvolvimento e exigem avaliação veterinária, especialmente em filhotes, animais idosos ou pets com doenças pré-existentes, que são mais vulneráveis a complicações.

A prevenção passa por cuidados básicos que fazem diferença no dia a dia. Manter a vacinação em dia, especialmente contra doenças respiratórias, é uma das principais medidas de proteção. Além disso, garantir ambientes limpos, ventilados e livres de correntes de ar, oferecer abrigo adequado contra o frio e estimular a hidratação são atitudes fundamentais para reduzir os riscos.

Outro ponto de atenção é a permanência prolongada em ambientes fechados, comum nos dias mais frios, que pode facilitar a transmissão de vírus e bactérias entre os animais. A higienização de objetos, como camas e cobertores, e a limpeza de filtros de ar-condicionado e aquecedores também contribuem para a saúde respiratória dos pets.

Com a chegada do outono, a atenção dos tutores aos primeiros sinais clínicos se torna ainda mais importante. Alterações aparentemente leves podem evoluir rapidamente, especialmente em um cenário de maior circulação de agentes infecciosos e condições ambientais desfavoráveis às vias respiratórias.

Diante de qualquer mudança no comportamento ou na respiração dos pets, a recomendação é buscar avaliação veterinária o quanto antes. O diagnóstico precoce, aliado a medidas preventivas, é fundamental para evitar complicações e garantir mais segurança e qualidade de vida aos animais durante a estação.

Sobre o Pet Support

O Grupo Hospitalar Pet Support é um hospital veterinário de alta complexidade, referência em medicina veterinária no Rio Grande do Sul e faz parte do grupo global VCA Inc., maior organização de hospitais veterinários do mundo.

A instituição é a única no estado a contar com uma UTI equipada com terapia de alto fluxo, tecnologia moderna utilizada em hospitais veterinários de ponta para auxiliar cães e gatos com dificuldade respiratória sem a necessidade de intubação ou ventilação mecânica invasiva.

Com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, o grupo oferece atendimento hospitalar completo, com funcionamento 24 horas e equipes multidisciplinares especializadas. Somadas, as unidades realizam cerca de 120 atendimentos diários, reforçando o compromisso do Pet Support com a inovação, a excelência técnica e o cuidado integral com a saúde e o bem-estar dos pets.

Mais informações sobre o Grupo Hospitalar Pet Support estão disponíveis em: www.petsupport.com.br.

Fonte: Camejo Comunicação

No Dia Mundial da Medicina Veterinária, Special Dog Company destaca o papel do veterinário

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Créditos: Divulgação

Ciência, prevenção e nutrição adequada são pilares para uma vida mais longa e saudável dos pets

Os animais de estimação tornaram-se parte da família moderna, e assim como outros integrantes desta composição, os pets precisam de cuidado e prevenção a todos os tipos de comorbidades que podem adquirir com o passar do tempo. É com esse olhar que a Special Dog Company, referência em nutrição de cães e gatos há mais de 20 anos, celebra o Dia Mundial da Medicina Veterinária, uma data que homenageia profissionais dedicados a tornar a vida animal sadia e longeva.

Para Mariana Monti, Gerente de P&D da Special Dog Company, o veterinário atua como um “arquiteto” da longevidade dos pets. “É o profissional que traduz o conhecimento técnico em orientação prática para o tutor, acompanha as mudanças fisiológicas ao longo da vida do animal e contribui para a construção de uma jornada de saúde baseada em equilíbrio e nutrição adequada”, afirma.

Mais do que diagnósticos e prescrições, o atendimento clínico também passa por uma escuta atenta. Compreender a rotina da família, os hábitos do pet e o ambiente em que ele vive é parte fundamental para recomendações mais assertivas e individualizadas, especialmente quando o objetivo é prevenir, e não apenas tratar, pois entre os fatores que mais influenciam a saúde dos animais, a nutrição ocupa posição central.

Práticas alimentares baseadas em tendências ou sem respaldo científico podem trazer riscos à saúde dos pets e até à saúde pública, como no caso de dietas manipuladas sem controle adequado. Por isso, a atuação do médico-veterinário é essencial para orientar escolhas seguras, com base em evidências e no conhecimento técnico consolidado.

“A parceria entre a indústria de pet food e médicos-veterinários é decisiva para avanços na nutrição pet”, reforça Mariana. “Com os estudos cada vez mais avançados e suporte técnico qualificado, o médico-veterinário passa a ter mais clareza sobre ingredientes, informações nutricionais e desempenho das formulações”, conclui a especialista.

Nesse contexto, a linha Bionatural foi desenvolvida para atender demandas mais exigentes de composição, funcionalidade e sustentabilidade. Dentro do portfólio, existem soluções, como a Bionatural Prime Sênior, pensadas para fases mais sensíveis da vida dos pets, como a maturidade, quando o organismo passa a pedir uma atenção maior ao equilíbrio nutricional.

Com foco na longevidade ativa, as formulações contribuem para a manutenção da vitalidade, saúde digestiva e articulações, seguindo critérios técnicos rigorosos e um balanço adequado de nutrientes. A formulação segue critérios técnicos rigorosos, incluindo equilíbrio entre ômegas 3 e 6, uso de minerais, proteínas e fibras que auxiliam na manutenção da estabilidade nutricional ao longo do tempo.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em todo o território nacional e exporta seus produtos para países da América do Sul. Com foco contínuo na excelência de sua produção e logística, a companhia conta com diversos centros de distribuição espalhados pelo país e se consolida como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, com cerca de 2.000 colaboradores.

A atuação orientada à geração de impacto positivo integra a estratégia do negócio e se reflete em práticas voltadas à sustentabilidade, à ética nas relações e à valorização de seus públicos. Esse direcionamento é reconhecido pelas certificações concedidas pela Humanizadas — Best for Humanity, We Care for Stakeholders e We Care for Customers — que destacam empresas com gestão consistente, responsabilidade socioambiental e cultura organizacional alinhada à criação de valor compartilhado. Para a Special Dog Company, os reconhecimentos reforçam a integração entre propósito, governança e práticas efetivamente aplicadas ao longo de sua operação.

Fonte: Race Comunicação

Outono e pets: por que o comportamento e o apetite dos animais mudam com a queda de temperatura?

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Créditos: Freepik

A nova estação altera o ritmo biológico dos animais e pode impactar apetite, disposição e comportamento

Com a chegada do outono, os tutores começam a notar pequenas mudanças no comportamento dos pets. Enquanto os cães demonstram mais disposição para passeios no clima mais ameno, os gatos passam a procurar locais mais quentes para descansar. O apetite pode variar, os períodos de sono se reorganizam e a rotina parece ganhar um ritmo diferente. Essas alterações não acontecem por acaso, são reflexo da forma como o organismo dos animais responde às mudanças ambientais típicas da estação.

A redução gradual da temperatura e da luminosidade ao longo do dia desencadeia ajustes fisiológicos importantes. Os pets, assim como outros mamíferos, possuem mecanismos biológicos sensíveis ao ambiente. Quando o clima e o ciclo de luz natural se transformam, o metabolismo, o gasto energético e até alguns comportamentos passam por um processo de adaptação.

Um dos fatores mais relevantes nesse processo é o fotoperíodo, ou seja, a quantidade de horas de luz ao longo do dia. A diminuição da luminosidade influencia a produção de hormônios ligados ao ritmo biológico, como a melatonina, responsável por regular ciclos de sono, descanso e atividade. Como resultado, muitos animais passam a reorganizar naturalmente seus períodos de repouso e interação.

Além da influência hormonal, a queda de temperatura também impacta o metabolismo energético. Em ambientes mais frios, o organismo precisa manter a temperatura corporal estável, processo conhecido como termorregulação. Para isso, pode haver um aumento discreto do gasto energético, especialmente em animais mais ativos ou que passam parte do tempo em áreas externas. Como consequência, alguns pets demonstram maior interesse por alimento ou por momentos de atividade e interação.

Segundo a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, essas mudanças fazem parte de um processo natural de adaptação do organismo ao ambiente. “Temperatura, luminosidade e nível de atividade estão diretamente conectados ao metabolismo dos cães e gatos. No outono, o corpo começa a responder ao clima mais ameno e ao encurtamento dos dias, o que pode influenciar o apetite, o padrão de descanso e até o comportamento exploratório. Observar essas mudanças ajuda o tutor a entender melhor as necessidades do animal nesse período”, explica.

As respostas à estação, no entanto, podem variar entre espécies. Os cães costumam reagir ao clima mais ameno com maior disposição para atividades físicas, já que deixam de enfrentar o calor intenso típico do verão. Passeios mais longos e momentos de brincadeira ao ar livre tornam-se mais frequentes, aumentando o gasto energético diário. Já os gatos tendem a ajustar a rotina de forma mais sutil. Muitos passam a buscar locais mais quentes ou aconchegantes para descanso, enquanto mantêm períodos curtos de exploração e brincadeiras ao longo do dia.

Nesse contexto, a alimentação continua sendo um dos principais pilares de cuidado. A dieta completa e equilibrada garante os nutrientes necessários para sustentar o metabolismo e apoiar o organismo durante a mudança de estação. Ao mesmo tempo, os petiscos podem acompanhar momentos importantes da rotina, especialmente aqueles ligados à interação e à atividade física.

“Durante o outono, quando o clima favorece passeios e brincadeiras, os snacks ajudam a enriquecer essas experiências, estimulando o engajamento dos pets em atividades físicas, exercícios de aprendizado ou desafios cognitivos. Além de tornar esses momentos mais estimulantes, o uso de recompensas alimentares fortalece o vínculo entre tutor e animal, transformando atividades do dia a dia em experiências positivas”, conta a profissional.

Outro aspecto relevante é o impacto da estação no comportamento exploratório. Mudanças ambientais costumam despertar curiosidade e estimular os pets a investigar novos cheiros, sons e estímulos presentes no ambiente. Integrar brincadeiras, atividades de enriquecimento ambiental e momentos de interação associados a recompensas contribui para manter os cães e gatos mentalmente ativos e emocionalmente equilibrados.

Compreender como o organismo responde às mudanças sazonais permite que o tutor acompanhe o pet de forma mais atenta durante esse período de transição. Ao observar o comportamento, incentivar atividades físicas e promover interações positivas ao longo da rotina, é possível ajudar os animais a atravessarem o outono com mais conforto, equilíbrio e qualidade de vida.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Cardiopatias em cães: 5 mitos e verdades que todo responsável precisa conhecer

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Médico-Veterinário da Vetnil® explica quais sinais podem indicar problemas no coração dos pets e esclarece dúvidas comuns sobre a saúde cardíaca dos animais

As cardiopatias correspondem a cerca de 10% dos atendimentos na rotina clínica de pequenos animais, representando algumas das principais causas de morbidade e mortalidade na clínica de pequenos animais. Embora algumas cardiopatias sejam mais frequentes em animais idosos, essas alterações podem surgir ao longo da vida e, muitas vezes, evoluem de forma silenciosa nas fases iniciais.

De acordo com Kauê Ribeiro, Médico-Veterinário da Vetnil®, a avaliação clínica periódica é uma das principais formas de acompanhar a saúde cardiovascular dos animais e identificar possíveis alterações precocemente. Além disso, mudanças sutis no comportamento do pet, como cansaço fácil, respiração mais acelerada, tosse frequente ou menor disposição para atividades do dia a dia, podem ser alguns dos primeiros indícios e merecem atenção dos responsáveis.

“O responsável convive diariamente com o pet e costuma ser o primeiro a notar mudanças de comportamento. Quando há alterações como cansaço excessivo, tosse frequente ou dificuldade para se exercitar, é importante procurar avaliação veterinária para investigar a causa”, explica Ribeiro.

Descubra os principais mitos e verdades sobre cardiopatias em cães

Assim como acontece para diversas condições de saúde, as doenças cardíacas em cães ainda geram dúvidas entre os responsáveis pelos animais. A seguir, o veterinário esclarece alguns dos mitos e verdades mais comuns sobre o tema.

1. Apenas cães idosos desenvolvem problemas cardíacos

Mito. Embora o envelhecimento aumente o risco de determinadas cardiopatias (como a doença valvar), cães jovens também podem apresentar alterações no coração. Algumas raças possuem predisposição genética e existem ainda doenças congênitas, presentes desde o nascimento.

“É verdade que muitos casos aparecem com o avanço da idade, mas isso não significa que animais jovens estejam livres de alterações cardíacas. Por isso, o acompanhamento veterinário ao longo de toda a vida é tão importante”, explica Ribeiro.

2. Se o cachorro não apresenta sintomas, o coração está saudável

Mito. Diversas doenças cardíacas evoluem de forma silenciosa nas fases iniciais. Quando os sinais aparecem, podem incluir intolerância ao exercício, respiração acelerada, desmaios ou tosse persistente.

“Muitas cardiopatias são identificadas durante exames de rotina, antes mesmo de o responsável perceber algum sintoma. Um sinal clássico auscultado pelo veterinário é o sopro, que indica que o cão apresenta alguma alteração valvar que precisa ser investigada. Dessa forma, a consulta veterinária permite avaliar o coração e investigar qualquer alteração de forma precoce”, afirma.

3. Cães com cardiopatia não podem mais se exercitar

Mito. A prática de atividades físicas nem sempre precisa ser interrompida. Em muitos casos, o animal pode continuar se exercitando, desde que com intensidade adequada e sob orientação veterinária.

“O exercício moderado pode fazer parte da rotina de muitos cães cardiopatas. Inclusive, é uma excelente forma de auxiliar na manutenção do peso e oferecer bem-estar, pontos que auxiliarão no manejo da doença cardíaca. O importante é respeitar o limite do animal e seguir as orientações do médico-veterinário para evitar sobrecarga”, destaca o veterinário da Vetnil®.

4. Tosse frequente pode estar relacionada a problemas cardíacos

Verdade. Embora seja comumente associada a doenças respiratórias, a tosse também pode ser um sinal de alterações cardíacas, especialmente quando aparece com frequência ou vem acompanhada de cansaço e dificuldade respiratória.

“Quando o coração aumenta de tamanho ou há alterações na circulação, algumas estruturas próximas aos pulmões podem ser afetadas, o que pode desencadear episódios de tosse. É importante entender também que o grau de tosse não está diretamente correlacionado com o grau da doença, não devendo ser um parâmetro para avaliar efetividade do tratamento”, explica Ribeiro.

5. Cardiopatias reduzem o tempo de vida do cão e não há medicação que possa prolongar a longevidade

Mito. Com diagnóstico precoce e acompanhamento adequado, muitos cães com doenças cardíacas conseguem manter uma boa qualidade de vida por longos períodos.

“Hoje temos mais recursos para acompanhar e manejar essas condições. Quando o diagnóstico acontece cedo e o tratamento é seguido corretamente, muitos animais continuam ativos e com boa qualidade de vida. O ideal é termos exames de imagens específicos que nos permitam classificar o estágio da doença cardíaca, principalmente falando das doenças valvares e cardiomiopatia dilatada, iniciando o tratamento no momento certo para preservar a qualidade de vida e estender ao máximo o período sem que o paciente avance a doença e necessite de mais medicações e cuidados mais intensos”, ressalta.

Acompanhamento veterinário é essencial para a saúde do coração

Segundo o veterinário da Vetnil®, manter consultas regulares e realizar exames quando indicados são medidas importantes para acompanhar a saúde do coração dos pets ao longo da vida. A observação atenta do comportamento do animal também faz diferença, já que alterações na respiração, cansaço excessivo, desmaios ou tosse persistente devem sempre ser avaliadas por um médico-veterinário.

“Cuidar da saúde do coração também faz parte da rotina de prevenção. Consultas periódicas e atenção aos sinais do animal ajudam a identificar alterações precocemente e permitem que o pet receba o acompanhamento adequado para viver com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Ribeiro.

Fonte: ATDC Group

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