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Em meio ao mês marcado pela conscientização e por alertas recentes sobre a raiva, incluindo um caso canino confirmado, especialista da MSD Saúde Animal desmistifica crenças populares e reforça a vacinação anual como única forma de proteção

Quem nunca ouviu a famosa expressão de que agosto é o “mês do cachorro louco”? O ditado popular, passado de geração em geração, costuma associar este período do ano a um suposto aumento da agressividade ou de casos de loucura em cães. No entanto, por trás da superstição, existe uma explicação estritamente climática e biológica, além de um alerta fundamental para a saúde pública: a prevenção contra a raiva animal.

A médica-veterinária Kathia Soares, coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, explica que o mito tem origem principalmente em comportamentos reprodutivos e sociais dos cães. “Historicamente, em determinadas épocas do ano, a presença de fêmeas no cio favorece uma maior interação entre os animais. O odor liberado pelas cadelas atrai os machos, que podem competir entre si e apresentar comportamento mais agitado, aumentando a ocorrência de brigas. Essa percepção contribuiu para a crença de que os cães ficariam mais agressivos em agosto, mas não existe qualquer relação entre o período e uma suposta ‘loucura’ ou o surgimento espontâneo de doenças”, esclarece.

Segundo a especialista, a associação com o mês de agosto também tem raízes históricas. Em épocas em que a raiva era mais frequente e o controle sanitário era limitado, o aumento de contatos e mordeduras entre cães favorecia a transmissão do vírus. Com o tempo, essa coincidência ajudou a consolidar o chamado “mito do cachorro louco” na cultura popular. Hoje, graças aos avanços na medicina veterinária, à vacinação e ao controle da doença, sabe-se que não há evidências científicas que relacionem agosto a um aumento da raiva ou a alterações comportamentais generalizadas nos cães.

A real ameaça: o vírus da raiva

Embora a agressividade generalizada em agosto seja um mito, a raiva é uma realidade grave que exige atenção constante. Trata-se de uma das zoonoses mais antigas e letais do mundo, causada por um vírus da família Rhabdoviridae, com taxa de mortalidade próxima de 100%. A transmissão ocorre do animal infectado para o ser humano ou outros mamíferos, principalmente por meio da saliva (mordeduras, arranhaduras ou lambeduras).

A relevância de manter a vacinação atualizada ganhou ainda mais evidência recentemente, com a confirmação pela Secretaria Estadual da Saúde de um caso de raiva canina em uma cidade do interior de São Paulo após cerca de três décadas sem registros na região. O episódio reforça que, embora controlada nas áreas urbanas, a zoonose continua circulando em populações de animais silvestres, como morcegos, que podem infectar pets não vacinados.

Apesar de não ter cura após o início dos sintomas neurológicos, que incluem alterações comportamentais, salivação excessiva, dificuldade para engolir e paralisia, a doença é evitável através da vacinação

“Casos isolados reacendem o alerta para a necessidade de manter a cobertura vacinal elevada em todo o país. A vacinação antirrábica é recomendada pelas autoridades sanitárias e constitui a principal barreira de proteção. Além de salvar a vida do animal, ela previne a transmissão para as pessoas e garante a segurança da saúde pública”, destaca Kathia Soares.

Ciência e impacto social na prevenção

Para oferecer uma proteção robusta e segura, a indústria veterinária desenvolveu soluções de alta tecnologia. Uma das principais referências disponíveis no mercado é a Nobivac® Raiva, vacina inativada da MSD Saúde Animal. Formulada com a cepa Pasteur (a mesma utilizada em vacinas humanas), ela é indicada para cães, gatos e ferrets a partir dos 3 meses de idade, oferecendo eficácia comprovada mesmo em cenários de alto desafio sanitário.

Além de disponibilizar tecnologia de ponta no mercado, a MSD Saúde Animal atua diretamente no suporte à saúde pública por meio de iniciativas sociais de grande impacto. Através do projeto Bravecto do Bem, a companhia viabilizou a distribuição de mais de 112 mil doses da Nobivac® Raiva para ONGs parceiras de proteção animal e escolas de cães-guia nos últimos anos.

Globalmente, a empresa também lidera o Programa Afya, iniciativa que há 30 anos já doou mais de 8 milhões de vacinas contra a raiva em regiões da África e Ásia, protegendo comunidades inteiras e caminhando rumo à meta global de eliminação da raiva

“O ‘mês do cachorro louco’ deve ser lembrado não como uma época de preconceito contra os animais, mas como o momento ideal para o responsável checar a carteirinha do pet. Levar o animal ao médico-veterinário para atualizar a dose anual da vacina é um ato de amor com o pet e de responsabilidade com toda a sociedade”, conclui Kathia Soares.

Sobre a MSD Saúde Animal  

A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., Rahway, N.J., EUA, é uma unidade de negócios global de saúde animal comprometida com a Ciência para Animais mais Saudáveis. Por mais de 130 anos, temos sido pioneiros em ciência inovadora. Somos movidos pela inovação contínua para desenvolver medicamentos, vacinas e tecnologias revolucionárias. Com a experiência direta na fazenda e na clínica, atuamos lado a lado com nossos clientes em cada etapa do caminho. O foco é capacitar aqueles que cuidam dos animais, ajudando-os a gerenciar sua responsabilidade vital com confiança. Porque ninguém entende a saúde animal como nós.”  Para obter mais informações, visite nosso site  e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

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