Dia Mundial de Conscientização sobre Parasitas reforça prevenção como cuidado essencial para pets e tutores

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Celebrada em 20 de março, a efeméride chama atenção para os riscos dos parasitas e reforça a importância de manter a prevenção de forma consistente

Parasitas como pulgas, carrapatos e vermes seguem entre os riscos mais comuns para a saúde de cães e gatos e podem afetar não apenas o bem-estar dos animais, mas também a rotina e a tranquilidade dos tutores. No Dia Mundial de Conscientização sobre Parasitas, celebrado em 20 de março, o alerta é direto: prevenção contínua e orientação veterinária ajudam a evitar infecções, reduzir complicações e preservar a qualidade de vida dos pets.

Segundo levantamento global da Sapio Research, agência britânica de pesquisa de dados, realizada em janeiro de 2026 com 6.500 tutores em nove países, incluindo o Brasil, a familiaridade com o tema ainda é limitada: 42% dizem conhecer bem os riscos de parasitas para os pets. Ao mesmo tempo, 43% relatam que seu animal já teve problemas relacionados à parasitas, sendo que um em cada cinco casos ocorreu no último ano. O resultado aponta uma lacuna entre conviver com o problema e reconhecê-lo a tempo de agir.

“Quando comentamos sobre prevenção, estamos falando de interromper o ciclo de infestações antes mesmo que ele comece. Com orientação do médico-veterinário e um controle antiparasitário frequente, é possível reduzir o desconforto e o sofrimento do pet e, muitas vezes, evitar tratamentos mais complexos no futuro”, explica Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica de pets da Boehringer Ingelheim. “Além disso, a medida se alinha ao conceito de Saúde Única (One Health): ao proteger os animais, também diminuímos o risco de doenças zoonóticas, garantindo a segurança do tutor”, complementa.

A consistência é o ponto principal e o estudo mostra que a maioria dos tutores oferece algum tipo de proteção antiparasitária pelo menos a cada três meses, mas ainda há quem só trate o pet quando percebe a presença dos parasitas. Dependendo do parasita e do grau de infestação, essa espera pode significar mais desconforto, maior risco de complicações, risco de doenças transmitidas ou causadas pelos parasitas e mais tempo até a recuperação.

Veterinários têm papel central na prevenção, pois avaliam os riscos de acordo com a região, o estilo de vida e o histórico de cada pet e indicam o plano de proteção mais adequado. A própria pesquisa indica que o médico-veterinário é a principal fonte de informação sobre saúde dos animais e que muitos tutores ainda sentem falta de recomendações mais claras e objetivas para manter a proteção em dia. “Cada pet tem uma realidade: onde vive, por onde circula e com quais animais convive. Quando o tutor entende o risco e recebe uma orientação simples, a prevenção deixa de ser dúvida e vira rotina”, explica Botteon.

Quando uma infestação ou infecção acontece, o impacto vai além do animal. Entre os tutores que já passaram por essa experiência, aparecem relatos de custos veterinários, desconforto do pet, mudanças de comportamento e interferências na rotina da casa, além de ansiedade durante o período de tratamento, como destaca a pesquisa.

A data reforça a importância de transformar prevenção em hábito e de construir, com apoio profissional, um plano personalizado de proteção. Nesse contexto, a Boehringer Ingelheim promove a campanha global “Pequenos atos de amor. Grandes momentos da vida”, destacando que ações simples e consistentes ajudam a proteger o vínculo e os momentos compartilhados entre pessoas e animais.

Fonte: Ideal Axicom

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