O aumento das viagens curtas em feriados prolongados expõe cães e gatos a novos ambientes; proteção de longa duração é a melhor estratégia para evitar “caronas” indesejadas na volta para casa
O outono brasileiro é a temporada oficial das viagens curtas. Com a sucessão de feriados prolongados entre março e junho, o turismo de proximidade — destinos acessíveis de carro, como casas de campo, hotéis fazenda e litorais — ganha força. Para quem não abre mão da companhia dos pets, esse deslocamento exige um cuidado extra: a mudança de ambiente aumenta significativamente a exposição deles a ectoparasitas.
É comum associar a maior incidência de parasitas aos meses de calor intenso. No entanto, essa relação não é exclusiva. Mesmo no outono, quando as temperaturas se tornam mais amenas, a exposição dos pets a ectoparasitas continua sendo uma preocupação, especialmente em ambientes naturais, diferentes daqueles aos quais os animais estão acostumados no dia a dia urbano.
“Muitos responsáveis acreditam que, por ser um período de temperaturas mais baixas, a prevenção pode ser relaxada. No entanto, é justamente nas viagens de lazer que o pet entra em contato com ambientes desconhecidos e de alta rotatividade de animais, como parques e pousadas, onde a carga parasitária costuma ser alta”, explica Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal.
O perigo da reinfestação na volta para casa
Durante as viagens, o contato do pet com pulgas e carrapatos já representa um risco importante. Além do incômodo, esses parasitas são vetores de doenças graves, como a erliquiose e a babesiose – conhecidas popularmente como doenças do carrapato – que podem comprometer severamente a saúde do animal.
No entanto, a atenção não termina no fim do passeio. Existe ainda um outro risco relevante: o que o animal pode trazer consigo na volta para casa. Um único carrapato ou pulga que “viaja” no pet pode dar início a uma infestação dentro de casa ou do apartamento. “O carrapato é um parasita extremamente resiliente. Ele pode se esconder em frestas de caixas de transporte ou no porta-malas do carro, sobrevivendo por semanas até encontrar o ambiente ideal para se reproduzir”, alerta a especialista.
Checklist para uma viagem segura com o pet
Para garantir que o descanso do feriado não se transforme em dor de cabeça, a especialista preparou cinco recomendações essenciais para os viajantes:
Atualize a proteção antes de pegar a estrada: Independentemente da época do ano ou do destino, o pet deve estar sempre protegido contra pulgas e carrapatos, já que esses parasitas são transmissores de doenças graves. Antes de viajar, é fundamental que o responsável confira se o ectoparasiticida do pet está em dia!
Inspeção minuciosa pós-passeio: Após caminhadas em áreas de mata, grama alta ou parques, é fundamental fazer uma varredura detalhada no corpo do animal. Dê atenção especial às regiões onde a pele é mais fina e o fluxo sanguíneo é maior, locais preferidos pelos carrapatos, como entre os dedos, atrás das orelhas, nas axilas e na região da virilha. Encontrar um parasita ainda caminhando na pelagem permite removê-lo antes que ele se fixe na pele, reforçando a importância desse cuidado após cada passeio.
Higienização estratégica do transporte e do veículo: esses parasitas podem se alojar em frestas de caixas de transporte, mantas ou no estofamento do carro. Ao retornar da viagem, é indispensável limpar bem os acessórios usados pelo pet e aspirar o veículo detalhadamente. Lembre-se: sem essa higienização, esses locais podem se transformar em focos de reinfestação.
Proteção coletiva em ambientes compartilhados: Viagens para hotéis pet-friendly ou encontros em casas de familiares envolvem o convívio próximo com outros animais. O compartilhamento de áreas comuns é a principal via de transmissão de pulgas e carrapatos. Certifique-se de que todos os pets do grupo estejam com a prevenção em dia. Caso contrário, um animal desprotegido pode atuar como um “reservatório”, mantendo o ciclo da infestação ativo e expondo todos os outros ao risco.
Para as famílias que buscam praticidade e segurança nas viagens, a MSD Saúde Animal oferece a linha Bravecto®, referência em proteção de longa duração. Com opções que variam de duração de ação de 12 semanas até o revolucionário BRAVECTO® 365 — solução injetável de uso exclusivo veterinário que protege os cães contra pulgas e carrapatos por um ano inteiro —, a marca elimina a preocupação com o calendário de reaplicações mensais. “Soluções de longa duração são a melhor escolha para quem viaja, pois mantêm o animal protegido durante todo o trajeto e na estadia, minimizando o risco de parasitas serem levados para dentro de casa no retorno”, conclui Kathia.
Sobre a MSD Saúde Animal
A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., Rahway, N.J., EUA, é uma unidade de negócios global de saúde animal comprometida com a Ciência para Animais mais Saudáveis. Por mais de 130 anos, temos sido pioneiros em ciência inovadora. Somos movidos pela inovação contínua para desenvolver medicamentos, vacinas e tecnologias revolucionárias. Com a experiência direta na fazenda e na clínica, atuamos lado a lado com nossos clientes em cada etapa do caminho. O foco é capacitar aqueles que cuidam dos animais, ajudando-os a gerenciar sua responsabilidade vital com confiança. Porque ninguém entende a saúde animal como nós.” Para obter mais informações, visite nosso site e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.
Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA
Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).
Fonte: FSB Comunicação














