Clima mais frio e seco favorece infecções e reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce
A chegada do outono traz mudanças no clima que impactam diretamente a saúde dos pets. A queda nas temperaturas, aliada ao ar mais seco e à menor ventilação dos ambientes, contribui para o aumento significativo de doenças respiratórias em cães e gatos, muitas delas silenciosas no início e potencialmente agravadas pela demora no diagnóstico.
Entre as condições mais comuns nesta época estão a gripe canina, a traqueobronquite infecciosa, bronquites e o complexo respiratório felino. O médico veterinário Ruben Cavalcanti alerta que “o clima mais frio e seco favorece a irritação das vias aéreas e facilita a disseminação de agentes infecciosos. Muitas vezes, os primeiros sinais são leves, o que faz com que os tutores demorem a buscar atendimento, permitindo a evolução do quadro”.
Sintomas como espirros frequentes, tosse, secreção nasal ou ocular, cansaço e prostração devem ser observados com atenção. Embora possam parecer simples, esses sinais podem indicar infecções respiratórias em desenvolvimento e exigem avaliação veterinária, especialmente em filhotes, animais idosos ou pets com doenças pré-existentes, que são mais vulneráveis a complicações.
A prevenção passa por cuidados básicos que fazem diferença no dia a dia. Manter a vacinação em dia, especialmente contra doenças respiratórias, é uma das principais medidas de proteção. Além disso, garantir ambientes limpos, ventilados e livres de correntes de ar, oferecer abrigo adequado contra o frio e estimular a hidratação são atitudes fundamentais para reduzir os riscos.
Outro ponto de atenção é a permanência prolongada em ambientes fechados, comum nos dias mais frios, que pode facilitar a transmissão de vírus e bactérias entre os animais. A higienização de objetos, como camas e cobertores, e a limpeza de filtros de ar-condicionado e aquecedores também contribuem para a saúde respiratória dos pets.
Com a chegada do outono, a atenção dos tutores aos primeiros sinais clínicos se torna ainda mais importante. Alterações aparentemente leves podem evoluir rapidamente, especialmente em um cenário de maior circulação de agentes infecciosos e condições ambientais desfavoráveis às vias respiratórias.
Diante de qualquer mudança no comportamento ou na respiração dos pets, a recomendação é buscar avaliação veterinária o quanto antes. O diagnóstico precoce, aliado a medidas preventivas, é fundamental para evitar complicações e garantir mais segurança e qualidade de vida aos animais durante a estação.
Sobre o Pet Support
O Grupo Hospitalar Pet Support é um hospital veterinário de alta complexidade, referência em medicina veterinária no Rio Grande do Sul e faz parte do grupo global VCA Inc., maior organização de hospitais veterinários do mundo.
A instituição é a única no estado a contar com uma UTI equipada com terapia de alto fluxo, tecnologia moderna utilizada em hospitais veterinários de ponta para auxiliar cães e gatos com dificuldade respiratória sem a necessidade de intubação ou ventilação mecânica invasiva.
Com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, o grupo oferece atendimento hospitalar completo, com funcionamento 24 horas e equipes multidisciplinares especializadas. Somadas, as unidades realizam cerca de 120 atendimentos diários, reforçando o compromisso do Pet Support com a inovação, a excelência técnica e o cuidado integral com a saúde e o bem-estar dos pets.
Mais informações sobre o Grupo Hospitalar Pet Support estão disponíveis em: www.petsupport.com.br.
Fonte: Camejo Comunicação














