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Veja os alimentos que podem intoxicar seu pet

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Itens presentes na rotina das famílias podem causar desde problemas neurológicos até insuficiência renal. Veja o que fazer em caso de ingestão desses alimentos.

Chocolate, uva, cebola e até produtos “diet” estão entre os alimentos mais associados a casos de intoxicação grave em cães e gatos — e muitos deles fazem parte da rotina alimentar das famílias brasileiras. O problema, segundo a PhD em Nutrologia animal Dra. Luciana Oliveira, é que o organismo dos pets não consegue metabolizar algumas substâncias presentes nesses alimentos, o que pode levar a quadros graves e até ao óbito.

“Cães e gatos não metabolizam determinadas substâncias da mesma forma que os humanos. Quando ingerem alguns alimentos comuns na dieta das pessoas, essas substâncias podem se acumular no organismo e provocar intoxicações que afetam o sistema digestivo, neurológico ou renal”, explica a veterinária.

Um dos alimentos mais comuns em quadros de intoxicação é o chocolate. O cacau contém metilxantinas — como teobromina e teofilina — compostos que são difíceis de serem metabolizados por cães e gatos. Quanto maior a concentração de cacau no chocolate, maior o risco de intoxicação.

“A gravidade depende do tipo de chocolate e da quantidade ingerida. Chocolates mais escuros, com maior teor de cacau, são os mais perigosos”, explica Luciana.

Outro alimento frequentemente associado a intoxicações é a uva — tanto in natura quanto na forma de uva-passa. Estudos mostram que elas podem causar insuficiência renal aguda em cães, embora a substância responsável por esse efeito ainda não tenha sido identificada pela ciência.

Além disso, ingredientes presentes em preparações culinárias também representam risco. Alho e cebola, os mais comuns, podem provocar anemia hemolítica nos animais. Já produtos adoçados com xilitol, um adoçante comum em alimentos “diet” e “zero”, podem provocar uma queda brusca de açúcar no sangue.

“O xilitol pode causar hipoglicemia grave e levar o animal à morte se não houver atendimento rápido”, alerta Luciana. “Ele está presente em diversos produtos do dia a dia, como balas, chicletes, alimentos dietéticos e até enxaguantes bucais.”

Como socorrer

Dependendo da quantidade e de que tipo de alimento foi ingerido, os sintomas podem ser mais leves ou mais graves. “Os sintomas podem surgir desde poucos minutos a várias horas ou dias após a ingestão. A melhor providência a ser tomada é levar o animal ao veterinário o mais rápido possível, para que ele avalie a situação e veja se precisa ou não prestar algum suporte ao animal ou deixá-lo em observação”, explica Luciana.

Ela ressalta que atitudes comumente disseminadas como fazer o animal vomitar ou usar carvão ativado nem sempre surtem efeito. “Tais ações podem retardar o suporte médico que esse animal precisa receber. Então não é recomendado que pessoas leigas tentem resolver o problema por conta própria, pois isso aumenta os riscos de complicações que podem levar ao óbito”, alerta.

Sobre Dra. Luciana Oliveira

Médica veterinária formada pela Unesp de Jaboticabal, possui mestrado o doutorado na área de nutrição de cães e Gatos pela Unesp Jaboticabal. Fez estágio de doutoramento na Universidade LMU, de Munique/Alemanha. É membro do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal Pet (CBA PET) e da Sociedade Brasileira de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (SBNutripet). Tem mais de 20 anos de experiência na área de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos.

Fonte: JT Comunicação

West Plaza recebe exposição e leilão beneficente PetAmor em apoio à causa animal

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Entre os dias 21 e 27 de março, iniciativa une arte, solidariedade e conscientização para arrecadar recursos destinados à proteção e ao bem-estar animal.

O Shopping West Plaza promove, entre os dias 21 e 27 de março, o evento PetAmor – Exposição & Leilão Silencioso Beneficente, iniciativa cultural e social que reúne artistas visuais, apoiadores e o público em uma ação voltada à arrecadação de recursos para instituições e protetores independentes que atuam na causa animal.

A proposta integra arte e responsabilidade social por meio de um leilão beneficente de obras doadas por artistas. Durante o período da exposição, os visitantes poderão conhecer as peças e participar do leilão silencioso, registrando seus lances. Ao final do processo, as obras serão arrematadas pelos maiores lances e 100% do valor arrecadado será destinado a iniciativas dedicadas ao resgate, tratamento veterinário, alimentação e adoção responsável de animais.

Realizado presencialmente no West Plaza, o projeto busca ampliar a conscientização sobre a proteção animal, além de fortalecer o trabalho de organizações e protetores que atuam na linha de frente dessa causa.

“Receber o PetAmor é uma forma de conectar cultura, solidariedade e engajamento social em um mesmo espaço. Nós, como um shopping pet friendly e que valoriza ambientes de convivência, ficamos muito felizes em abrir nossas portas para uma iniciativa que utiliza a arte como instrumento de transformação e que contribui diretamente para o cuidado e a proteção dos animais”, afirma Heli Queiroz, gerente de marketing do West Plaza.

Além de promover impacto social, o projeto também amplia a visibilidade dos artistas participantes, que terão suas obras apresentadas ao público visitante do shopping e divulgadas em materiais institucionais e plataformas digitais.

A expectativa é reunir apreciadores de arte, colecionadores, famílias e apoiadores da causa animal ao longo da semana de exposição, reforçando o papel do shopping como um espaço de convivência, cultura e ações que geram impacto positivo na sociedade.

PetAmor – Exposição & Leilão Beneficente no Shopping West Plaza
Local: Bloco C, Piso 1
Coquetel de abertura: 21 de março, às 14h30
Período da exposição e leilão: 21 a 27 de março
Entrega das obras aos arrematantes: 28 de março, às 14h
Endereço do shopping: Avenida Francisco Matarazzo – Água Branca, São Paulo – SP
Site: www.westplaza.com.br
Telefones: telefone (11) 3677- 4000 e (11) 94516-3051
Redes sociais:
Instagram @westplaza
Facebook @shopwestplaza

Sobre West Plaza

Com mais de três décadas de história, o shopping se consolidou como um dos centros de compras mais tradicionais de São Paulo e uma referência em comércio, serviços e lazer na zona Oeste da capital paulista. Atualmente, o empreendimento conta com mais de 160 lojas, que incluem grandes marcas, como: C&A, Renner, Riachuelo, Lojas Americanas, Magazine Luiza, Pernambucanas, Daiso, Natura, Mega Store Cacau Show, Boticário, Livraria Leitura, entre outras.

Para o lazer, o shopping possui o Teatro West Plaza, o cinema Cinemark, um dos maiores boliches da cidade, o Villa Bowling, e diversas atividades temáticas voltadas à família.

O empreendimento é sede de uma unidade de emissão de passaportes da Polícia Federal, tem academia Bio Ritmo, operações voltadas à saúde e estética, entre outros serviços para os visitantes.

O West Plaza também tem um forte compromisso com a responsabilidade socioambiental. Possui Certificado de Energia Renovável, reflexo das políticas sustentáveis implementadas pelo centro de compras, e investe em diversas ações voltadas à sustentabilidade. O sistema de ar-condicionado do shopping é ecologicamente correto, sem a emissão de CFCs (clorofluorcarbonos), substâncias que afetam a camada de ozônio e são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Fonte: infato comunicação

Governo Federal anuncia curso contra maus-tratos a animais.

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Créditos: Internet

Mas especialistas alertam que capacitação sozinha não resolve o problema

A iniciativa do Governo Federal de oferecer capacitação para agentes públicos no enfrentamento aos maus-tratos contra animais é vista como um passo positivo por profissionais da área. No entanto, especialistas alertam que apenas cursos não resolvem o problema estrutural da superpopulação de cães e gatos no Brasil. Segundo o médico-veterinário Edilson Pereira da Silva (CRMV-PE 1731), que encaminhou recentemente uma nota técnica a ministérios do governo federal, o desafio vai muito além da fiscalização de maus-tratos.

Hoje milhares de municípios brasileiros convivem com grandes contingentes de cães e gatos em situação de abandono. Esse cenário está diretamente ligado à vulnerabilidade social, ausência de programas permanentes de castração, falta de mapeamento territorial da população animal e baixa integração entre políticas públicas. Sem diagnóstico territorial, a fiscalização costuma agir apenas quando o problema já virou crise.

A nota técnica encaminhada aos Ministérios do Meio Ambiente, Justiça, Saúde e Desenvolvimento Social propõe aproveitar uma estrutura que já existe e funciona diariamente em todo o país: a rede de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE). Durante visitas domiciliares, esses profissionais poderiam aplicar um questionário simples registrando informações básicas sobre presença de cães e gatos nas residências, condição sanitária dos animais, número aproximado de animais por domicílio e possíveis situações de abandono ou reprodução descontrolada.

Esses dados poderiam alimentar sistemas públicos e permitir a construção de mapas territoriais da população animal, fundamentais para planejar campanhas de vacinação, programas de castração, prevenção de zoonoses e políticas de convivência urbano-animal.

Outra proposta apresentada é a integração de dados entre o aplicativo MeuSUS Digital e o Sistema Nacional de Cadastro de Animais Domésticos (SinPatinhas). Com isso seria possível identificar regiões com maior concentração de animais, cruzar dados com indicadores de vulnerabilidade social e planejar ações preventivas antes que surjam crises sanitárias ou abandono em massa.

Especialistas apontam que focar apenas na repressão aos maus-tratos ignora a raiz do problema. Sem programas contínuos de manejo populacional, municípios acabam enfrentando crescimento de animais abandonados, aumento de zoonoses, sobrecarga de protetores e conflitos urbanos envolvendo animais.

A proposta defende que o enfrentamento do problema animal urbano exige ação coordenada entre quatro áreas de políticas públicas: saúde, assistência social, meio ambiente e justiça. Sem essa integração, iniciativas isoladas tendem a produzir impacto limitado.

Fonte: Edilson Pereira

Alimentação natural avança com ingredientes voltados ao equilíbrio intestinal de cães

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Foodtech brasileira de alimentação natural incorpora compostos associados ao equilíbrio da microbiota intestinal e à modulação de processos inflamatórios

Alterações gastrointestinais, como diarreia, vômitos e inflamações intestinais, estão entre as causas mais frequentes de atendimento clínico em cães, segundo relatos recorrentes na prática veterinária. O tema ganha destaque em março, período dedicado à conscientização sobre a prevenção das verminoses e das doenças gastrointestinais em animais de estimação.

Mais do que episódios pontuais, as doenças gastrointestinais envolvem processos inflamatórios e desequilíbrios da microbiota intestinal — estrutura essencial para a digestão, a absorção de nutrientes e a regulação imunológica. Gastrites, enterites, colites e parasitoses intestinais estão entre os quadros mais observados na prática clínica.

Alimentação como aliada:

Diante desse cenário, A Quinta Pet, foodtech brasileira de alimentação natural para cães, reformulou suas dietas e passou a incorporar ingredientes funcionais associados ao equilíbrio da microbiota intestinal e ao controle de processos inflamatórios.

Segundo a médica veterinária nutricionista Iana Furtado, parceira de A Quinta Pet, a incorporação de ingredientes naturais nas dietas caninas exerce papel decisivo na saúde intestinal desses animais por apresentarem maior digestibilidade, favorecendo o aproveitamento dos nutrientes pelo organismo e reduzindo a permanência de resíduos no intestino. Segundo ela, esse processo limita um ambiente propício à multiplicação de bactérias patogênicas e à produção de toxinas que podem comprometer a barreira intestinal e favorecer quadros inflamatórios crônicos.

“O intestino é um dos principais centros de defesa do organismo. Alterações nessa região podem repercutir no bem-estar geral do animal e desencadear sintomas que vão além do sistema digestivo, como manifestações dermatológicas e comportamentais. Otites, lambeduras excessivas, dermatites e até ansiedade também podem estar associadas a disfunções intestinais”, destaca Iana, que relata casos de pacientes com internações quinzenais que, após o ajuste da dieta, apresentaram redução consistente das recorrências.

A veterinária explica que, nos primeiros 30 dias de adequação alimentar, é comum observar melhora clínica como aumento da disposição e redução da irritabilidade. Em quadros patológicos, muitas vezes já se observam respostas significativas, inclusive em exames. Em cerca de 60 dias os tutores relatam melhora na qualidade da pelagem. Segundo Iana, o prazo médio para consolidação dos resultados é de seis meses.

A seguir, alguns ingredientes encontrados na reformulação da dieta natural proposta pela foodtech que podem auxiliar no equilíbrio intestinal:

Prebióticos: presentes em alimentos como aveia, banana verde e determinados vegetais ricos em fibras, servem de substrato para as bactérias benéficas do intestino, contribuindo para o equilíbrio da microbiota.
Beta-glucanas: fibras encontradas principalmente na levedura de cerveja e na aveia, associadas ao suporte imunológico e à manutenção do equilíbrio intestinal.
Zeólita: mineral natural que pode integrar dietas naturais. Auxilia na retenção de substâncias indesejáveis no trato digestivo, contribuindo para a proteção da barreira intestinal.
Ômega 3 e 6: quando ofertados em proporção equilibrada, participam do controle de processos inflamatórios e da manutenção da integridade da mucosa intestinal. Podem ser encontrados em alimentos como sardinha, salmão, frango, vísceras e em óleos específicos, como o óleo de peixe.
Cúrcuma: raiz conhecida como açafrão-da-terra, é associada à ação antioxidante e ao suporte no controle de processos inflamatórios.
Como fazer a transição

A primeira e mais importante etapa para a transição da dieta industrializada para a natural é consultar um veterinário ou um zootecnista especializado que possa formular uma dieta e calcular as porções exatas do alimento, levando em consideração fatores como raça, porte, idade, peso, condições de saúde e até preferências alimentares.

A recomendação é iniciar substituindo entre 10% e 20% da alimentação habitual por ingredientes naturais e aumentar progressivamente ao longo de sete a 14 dias, reduzindo o risco de desconfortos gastrointestinais e permitindo que o sistema digestivo se ajuste à nova dieta. Se, após uma a duas semanas, o pet apresentar boa aceitação, fezes normais e ausência de sinais de desconforto, a dieta pode evoluir para o formato integral, sempre sob orientação profissional.

Além da formulação acompanhada por profissional, existem no mercado empresas dedicadas à alimentação natural que contam com médicos-veterinários nutricionistas responsáveis pela elaboração das dietas. Essas formulações são desenvolvidas com base em critérios individuais e condições clínicas específicas, oferecendo alternativas seguras para diferentes perfis.

Mais informações em A Quinta Pet

Fonte: UPPERPR

ONG MRSC participa de ação solidária na Câmara Municipal de São Paulo com serviços gratuitos para pets e pessoas vulneráveis.

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A iniciativa deve atender até 500 pessoas e cerca de 200 pets no dia 29, em uma ação colaborativa que reúne diferentes organizações sociais.

No próximo dia 29, a Câmara Municipal de São Paulo receberá uma grande ação social voltada à população em situação de rua e seus animais de estimação. A iniciativa, que acontece a partir das 9h, integra o projeto “Câmara Aberta”, proposta que busca aproximar a população do espaço público, levando serviços e acolhimento para dentro da sede do legislativo municipal.

Com expectativa de atender até 500 pessoas e 200 pets entre cães e gatos, o evento reunirá mais de 20 serviços gratuitos, como corte de cabelo, distribuição de lanches, entrega de kits de higiene e atendimentos voltados à cidadania.

A ação conta com o apoio do presidente da Câmara Municipal, Ricardo Teixeira, e reunirá diversas organizações sociais participantes do projeto Na Rua Somos Um, uma rede criada no final de 2024 com o objetivo de conectar e fortalecer organizações que atuam na linha de frente do atendimento social à população em situação de vulnerabilidade. “O objetivo dessa ação é mostrar que é possível olhar para a realidade das pessoas de rua de forma mais humana.” Afirma Eduardo Leporo, fundador da ONG Moradores de Rua e Seus Cães.

A ONG MRSC está entre as participantes do projeto, sendo essa sua 129° ação na cidade de São Paulo, ela fica responsável pelos serviços voltados aos pets. Durante o evento, a organização oferecerá banho para os pets, doação de ração, guias, além de vacinação e vermifugação. “Quando falamos de população em situação de rua, precisamos lembrar que muitos deles têm os cães e gatos como sua principal companhia e fonte de afeto. Cuidar desses pets também é uma forma de cuidar das pessoas.” Comenda Leporo.

O evento ocupará as instalações do térreo da Câmara Municipal e também o Viaduto Jacareí, que será temporariamente fechado pela CET para receber parte das atividades.

Além dos atendimentos sociais e de saúde, a proposta é transformar o espaço em um ponto de acolhimento e cuidado, reunindo voluntários, profissionais e organizações comprometidas em oferecer apoio a quem mais precisa.

Serviço – Câmara Aberta
Data: 29 de março
Horário: A partir das 9h
Local: Câmara Municipal de São Paulo – Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01319-900

Saiba mais sobre MRSC: A ONG MRSC (Moradores de Ruas e Seus Cães), fundada pelo fotógrafo paulistano Eduardo Leporo, surge da sensibilidade de observar as histórias por trás dos cães encontrados nas ruas. Documentando essas narrativas em seu livro “Moradores de Rua e Seus Cães”, Leporo transformou seu projeto fotográfico em um gesto de solidariedade. Desde 2015, a MRSC proporciona assistência abrangente a animais de estimação de pessoas em situação de rua em 07 estados brasileiros, e já beneficiaram mais de 100 mil indivíduos, somente na capital de São Paulo. Com o lema “Nem só de ração vive o cão. E nem o gato”, a ONG oferece alimentação, cuidados veterinários, esterilização e mais, financiados por doações e parcerias com grandes marcas. Para saber mais, acesse: https://www.moradoresderuaeseuscaes.com.br/

Fonte: Publika. aí Comunicação

5 lições valiosas para aprender com o vira-lata caramelo

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Créditos: Divulgação / Thiago Yashiki

Símbolo de resistência e carisma, o cachorro que conquistou o Brasil também inspira valores importantes para a vida

O vira-lata caramelo se tornou um ícone brasileiro e promove reflexões sobre empatia, cuidado com os animais e valorização da cultura do país. Nos últimos anos, ele virou garoto-propaganda das campanhas de adoção, protagonizou uma petição para se tornar o rosto da nota de 200 reais e até recebeu um reconhecimento oficial ao se tornar expressão cultural imaterial de São Paulo.

Agora ele também é super-herói do livro infantil O Supercão Caramelo, escrito por Thiago Yashiki. “O caramelo é o cachorro mais brasileiro que existe. Ele não tem pedigree, mas tem personalidade. Achei que seria divertido imaginar um super-herói que salvasse o mundo sem deixar de ser esse cachorro simples e carismático”, afirma o autor.

Protagonista da obra de Thiago Yashiki, o vira-lata é uma figura que ensina sobre convivência, superação e humanidade, além de provar que nem todo herói precisa de capa (embora alguns aceitem usá-la de vez em quando). Confira cinco lições que esse personagem tão brasileiro pode inspirar no dia a dia:

1 – Valorizar o que é simples

Em um mundo marcado por aparências, o vira-lata caramelo retrata a beleza da autenticidade. Ele não precisa de pedigree para conquistar carinho e admiração. Às vezes basta um olhar simpático e um rabo abanando a um desconhecido que se tornou seu melhor amigo naquele instante. Sua popularidade mostra que características genuínas e verdadeiras costumam criar conexões mais profundas do que qualquer rótulo.

2 – Resiliência diante das dificuldades

Vivendo em condições desafiadoras constantes, o vira-lata caramelo simboliza resistência. Apesar das adversidades, ele segue em frente com uma força que faria muitos coaches motivacionais ficarem impressionados. Sua história inspira uma reflexão sobre como enfrentar adversidades com coragem e seguir em frente mesmo quando o caminho não parece fácil.

3 – Empatia e cuidado com o outro

O carinho que muitas pessoas demonstram por esses animais revela algo importante sobre a sociedade: a necessidade da empatia. Cuidar de um animal abandonado e apoiar campanhas de adoção são atitudes que reforçam valores fundamentais de convivência e responsabilidade coletiva.

4 – Orgulho das próprias origens

Assim como o Brasil é resultado de diferentes influências e histórias, o vira-lata também reflete diversidade e identidade. Valorizar essa figura é, de certa forma, reconhecer a riqueza da própria cultura e perceber que, assim como ele, o improviso está na nossa essência.

5 – O poder do humor para aproximar pessoas

No livro O Supercão Caramelo, o herói salva moradores de enchentes, enfrenta vilões e vive situações absurdamente engraçadas. O humor é parte essencial da história — e também uma forma de lembrar que rir juntos é uma das maneiras mais simples de criar vínculos.

Sobre o autor: Thiago Yashiki é auxiliar de biblioteca do Instituto Federal do Mato Grosso (IFMT). Mora a 24 quilômetros do trabalho e às vezes demora duas horas e meia no transporte público para chegar ao emprego. Por isso está sempre com um livro em mãos para acompanhá-lo durante o longo trajeto. Em uma década de trabalho, já leu mais de 500 livros. Leitor ávido, agora estreia como escritor com a publicação de O supercão caramelo.

Fonte: LC – Agência de Comunicação

Petiscos como parte da nutrição: o que os responsáveis precisam saber

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Entenda como oferecer o agrado com consciência e equilíbrio

Os petiscos ocupam um espaço importante na rotina dos pets. Eles estão presentes em momentos de interação, treinamento, estímulo e vínculo, e fazem parte da experiência alimentar dos cães.

Do ponto de vista técnico, os petiscos fazem parte da alimentação complementar, uma categoria pensada para agregar valor à rotina alimentar Diferentemente da alimentação principal, dieta completa, que é formulada para atender integralmente às necessidades nutricionais do animal, os snacks têm funções específicas, como reforço positivo, estímulo sensorial e apoio à interação entre o responsável e pet.

Essa distinção é fundamental para compreender a importância da quantidade e da qualidade. Petiscos possuem densidade energética própria e, quando inseridos na rotina, devem ser considerados dentro do balanço nutricional diário. Por isso, a literatura em nutrição animal adota como referência que a alimentação complementar represente até cerca de 10% da ingestão calórica diária.

Esse percentual não tem caráter restritivo, mas orientador. Ele existe para garantir que o pet receba todos os nutrientes essenciais na proporção adequada, ao mesmo tempo em que aproveita os benefícios da alimentação complementar. A quantidade ideal pode variar conforme porte, idade, nível de atividade e necessidades individuais, reforçando a importância de uma avaliação personalizada.

Segundo a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, a evolução do mercado acompanha essa visão mais integrada.
“O papel do petisco mudou ao longo do tempo. Hoje, ele é pensado como parte da rotina, com formulações mais cuidadosas e ingredientes selecionados. Quando o responsável entende essa lógica, consegue incluir os snacks de forma equilibrada”, explica.

Nesse contexto, a escolha do produto ganha relevância técnica. Petiscos desenvolvidos especificamente para pets, com ingredientes adequados à espécie, perfil nutricional claro e sem adição de corantes artificiais, permitem uma oferta mais segura e consistente.

A forma de oferta também faz parte dessa equação. “Integrar os petiscos a momentos específicos do dia, como atividades de interação, estímulos cognitivos ou treinamento, favorece o controle da ingestão e mantém o snack dentro do seu papel complementar”, explica Bruna.

Ao compreender os petiscos como parte de uma estratégia mais ampla, o responsável amplia o cuidado com o pet. O agrado deixa de ser um gesto isolado e passa a integrar uma rotina alimentar pensada, que valoriza o vínculo e a qualidade de vida no curto e no longo prazo.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

PremieR e TFSports unem forças e convocam cães para as pistas de corrida em São Paulo

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Em seu primeiro ano de colaboração, marca especialista em nutrição e o maior circuito de corridas da América Latina realizam a primeira etapa Pet Friendly de 2026, unindo esporte e bem-estar animal

A energia das corridas de rua de São Paulo ganhará um novo impulso. Em sua primeira grande ação de 2026, a PremieR, marca de nutrição de alta performance da PremieRpet, anuncia sua estreia como parceira do Santander Track&Field Run Series. A colaboração já tem data e local para começar: 22 de março, no Shopping Center Norte, na primeira etapa do circuito a contar com uma categoria Pet Friendly neste ano.

A iniciativa nasce para atender a uma demanda crescente de tutores que compartilham um estilo de vida ativo com seus animais de estimação. A categoria Pet Friendly terá sua largada às 08h45, permitindo que cães e seus humanos corram lado a lado em um percurso seguro e adaptado. O evento também manterá os tradicionais percursos de 10km (06h15) e 5km (07h15).

Para a PremieR, a parceria com o maior circuito de corridas da América Latina é um passo estratégico que materializa a filosofia da marca: a de que a alta performance e a saúde dos pets começam com uma nutrição de excelência.

“Levar a PremieR para as pistas da TFSports, que promove e integra todo o ecossistema de eventos e experiências da Track&Field, é o nosso jeito de celebrar o elo entre tutores e animais ativos. É a prova de que uma alimentação de alta performance é o combustível para uma vida com mais energia e bem-estar”, afirma Felipe Mascarenhas, Head de Marketing da PremieRpet. “Estamos entusiasmados em iniciar esta jornada e mostrar que o lugar dos pets também é no pódio de uma vida saudável.”

Além da corrida, a PremieR montará o Pet Stop, um espaço de descanso para os participantes e seus cães com piscina de bolinha, água e amostras de produtos para promover o relaxamento antes e depois da corrida. As inscrições para a etapa Track&Field Run Series do Shopping Center Norte já estão abertas e podem ser feitas através do site: TFSports.

Serviço:

Santander Track&Field Run Series – Etapa Center Norte
Quando: 22 de março de 2026
Onde: Shopping Center Norte, São Paulo/SP – Av. Otto Baumgart, 245 – Vila Guilherme, São Paulo – SP, 02049-000
Inscrições: Aplicativo TFSports – TFSports
Sobre a PremieRpet®

Desde 1995 a PremieRpet® existe para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível. Uma empresa orgulhosamente brasileira, especialista em alimentos naturais de alta qualidade para cães e gatos, é detentora das marcas PremieR, GoldeN e Vitta Natural. Com uma trajetória pautada pela inovação constante e direcionada pelo consumo consciente em todos os níveis de atividade, a PremieRpet® prioriza a alta qualidade dos insumos e o bem-estar animal. É destaque no segmento super premium por oferecer a melhor nutrição para cães e gatos em todas as fases da vida. O portfólio da marca inclui alimentos secos, úmidos e cookies, com mais de 300 itens comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias. Mais informações no site www.premierpet.com.br e pelo PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).

Fonte: Current Global

Seu pet está se alimentando bem? Veja como identificar se a dieta é realmente adequada

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Veterinária da Pet Delícia explica como fezes alteradas, coceira e desânimo podem ser sinais de que a alimentação precisa de ajustes

Nem sempre o alerta vem em forma de febre ou diagnóstico complicado. Às vezes, começa com fezes mais moles do que o habitual, uma coceira que não passa ou aquele desânimo inesperado no pet que sempre foi ativo. Diante desses sinais, muitos tutores pensam imediatamente em doença. Mas, em alguns casos, o problema pode estar em algo mais básico: a alimentação.
Assim como acontece com os humanos, a nutrição exerce influência direta sobre a digestão, a energia, a pele e até o comportamento dos pets. “Na rotina clínica, é comum receber animais com exames normais, mas com sinais persistentes de desconforto. Nesses casos, a alimentação costuma ser um dos primeiros pontos que precisam ser reavaliados”, explica a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia.

Segundo a especialista, o organismo do pet costuma reagir rapidamente a dietas que não atendem plenamente às suas necessidades individuais, seja pela composição, pela digestibilidade ou pela tolerância a determinados ingrediente.

Pensando nisso, médica-veterinária destaca três pontos que merecem atenção dos tutores:

Alterações intestinais recorrentes: Mudanças frequentes na consistência das fezes costumam ser um dos primeiros sinais de que a dieta não está adequada às necessidades individuais do pet. Isso acontece porque o intestino é um dos sistemas mais sensíveis à qualidade, à composição e à digestibilidade dos alimentos.
Fezes persistentemente amolecidas podem indicar que o organismo não está conseguindo digerir ou absorver corretamente determinados nutrientes, seja pelo excesso de ingredientes de difícil digestão, pela presença de componentes que o animal não tolera ou por desequilíbrios na proporção entre proteínas, fibras e gorduras. Já fezes muito ressecadas podem estar relacionadas a dietas pobres em umidade, fibras inadequadas ou baixa ingestão de água. “O intestino funciona como um termômetro da alimentação. Quando a dieta não está bem ajustada, ele costuma ser o primeiro a demonstrar”, explica Markowitsch.

O excesso de gases frequentes também merece atenção. Segundo a especialista da Pet Delícia, esse quadro costuma estar associado à fermentação intestinal, que ocorre quando os alimentos não são totalmente digeridos e acabam sendo fermentados pela microbiota. “Esse processo gera desconforto, distensão abdominal e indica que algo na composição ou na digestibilidade da dieta precisa ser revisto”, completa.

Mudanças na pele e na pelagem: Coceiras persistentes, irritações na pele e queda excessiva de pelos nem sempre têm origem exclusivamente dermatológica. Em muitos casos, esses sinais estão diretamente relacionados à alimentação, especialmente quando a dieta apresenta deficiências nutricionais ou ingredientes que o organismo do pet não tolera bem.

A pele é um dos tecidos com maior demanda metabólica do corpo e depende de um aporte adequado de ácidos graxos, proteínas de boa qualidade, vitaminas e minerais para se manter íntegra e saudável. Quando esses nutrientes estão em falta ou em desequilíbrio, a resposta costuma aparecer em forma de inflamação, sensibilidade e alterações na pelagem.

“A pele e os pelos funcionam como um espelho do estado nutricional do animal. Dietas inadequadas podem comprometer a barreira cutânea, facilitando coceiras, irritações e queda de pelos. Pelagem opaca, sem brilho, quebradiça ou com crescimento irregular também pode indicar que a dieta não está suprindo plenamente as necessidades do pet” alerta

Oscilações no nível de energia e no comportamento: Apatia, cansaço frequente ou a perda de interesse por atividades que antes faziam parte da rotina também podem ter relação direta com a alimentação. A ingestão inadequada de nutrientes compromete o metabolismo e a disponibilidade de energia, afetando não apenas o corpo, mas também o comportamento do animal.
Quando a dieta apresenta desequilíbrios, seja por excesso, deficiência ou baixa qualidade dos ingredientes, o organismo tende a priorizar funções básicas, reduzindo a disposição para brincadeiras, exercícios e interação.“O comportamento costuma ser um dos primeiros indicadores de que algo não está funcionando bem no metabolismo do pet.
A veterinária ressalta que qualquer alteração persistente deve ser avaliada por um profissional. Ainda assim, ela chama atenção para o papel central da alimentação na prevenção de problemas de saúde.

“Dietas formuladas com ingredientes de qualidade, boa digestibilidade e proporção adequada de nutrientes contribuem para reduzir inflamações intestinais, melhorar a absorção dos nutrientes e refletir diretamente na energia, na saúde da pele e na qualidade da pelagem. Por isso, antes de pensar em tratamentos complexos, vale observar o básico: o que está sendo oferecido diariamente no pote. Em muitos casos, ajustes nutricionais bem orientados são suficientes para promover mais conforto, equilíbrio e qualidade de vida ao pet” conclui.
Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Ansiedade em pets cresce e veterinários alertam para sinais de estresse em cães e gatos

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Mudanças no estilo de vida, rotina urbana e longos períodos sozinhos em casa estão entre os fatores que mais impactam o comportamento dos animais

Nos últimos anos, especialistas têm observado um aumento significativo nos casos de ansiedade em cães e gatos. O fenômeno está ligado tanto à maior conscientização dos tutores quanto às mudanças no estilo de vida dos animais, que hoje vivem mais em ambientes urbanos e com maior dependência da rotina humana.

Segundo Liandra Amaral, médica-veterinária especialista em clínicas da Plamev, o aumento dos casos está relacionado principalmente à maior atenção dos tutores ao comportamento dos pets e às transformações na rotina dos animais dentro das cidades.

“Hoje os tutores estão mais atentos ao comportamento dos pets e conseguem identificar sinais que antes passavam despercebidos. Ao mesmo tempo, muitos animais vivem em ambientes urbanos com menos estímulos naturais e acabam se tornando mais dependentes da rotina humana”, explica.

Entre os comportamentos mais comuns que indicam ansiedade estão vocalização excessiva, destruição de objetos, comportamentos repetitivos como lamber as patas de forma constante ou andar em círculos além de alterações no apetite e dificuldade para relaxar.

Em gatos, os sinais podem aparecer de forma mais discretos, como isolamento, mudanças no apetite ou até agressividade repentina.

A vida em apartamentos e a rotina corrida dos tutores também podem influenciar diretamente no bem-estar emocional dos animais. Ambientes com pouco espaço, poucos estímulos e rotina irregular podem contribuir para o desenvolvimento de ansiedade.

Outro problema cada vez mais comum é a chamada ansiedade de separação, especialmente em cães que passam muitas horas sozinhos em casa. Nesses casos, o animal pode vocalizar intensamente quando o tutor sai, destruir objetos, apresentar salivação excessiva, tentar fugir ou urinar em locais inadequados.

Para reduzir esses impactos, especialistas recomendam estimular atividades físicas, oferecer enriquecimento ambiental, manter uma rotina previsível e garantir momentos de interação e brincadeiras com os animais.

Fonte; Matheus Damaso

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