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Bolas de pelo em gatos: o que é normal e quando se preocupar

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Entenda a relação entre os episódios de vômito e a saúde digestiva, e como a nutrição pode ser a principal aliada na prevenção

Para qualquer tutor de gato, a cena é familiar e um pouco preocupante: o som característico da ânsia, seguido pela expulsão de uma bola de pelo. Por ser um evento comum, muitos assumem que é um comportamento “normal” para os felinos. No entanto, especialistas alertam que, embora ocasionais, as bolas de pelo podem ser um indicador importante da saúde digestória do animal e que a frequência desses episódios é o que diferencia um processo natural de um sinal de alerta.

O ato de se lamber é um instinto fundamental para a higiene dos gatos. Durante esse processo, eles inevitavelmente ingerem pelos. Um sistema digestivo saudável consegue processar a maior parte desses pelos, eliminando-os naturalmente nas fezes. O problema surge quando esse mecanismo não funciona de forma eficiente, levando ao acúmulo no estômago e, consequentemente, ao vômito. Mas quando isso deixa de ser normal?

“A normalização do vômito frequente é um perigo. O responsável precisa ser um observador atento. A frequência e o desconforto do animal ao vomitar são os principais sinais de que é hora de procurar um veterinário e, certamente, reavaliar a dieta”, afirma Flavio Lopes, médico-veterinário especialista em nutrição e Gerente de Relacionamento Científico de PremieR. Vômitos que ocorrem semanalmente, ânsias, constipação ou perda de apetite são bandeiras vermelhas que indicam que algo precisa de mais atenção.

Frequentemente, o problema vai além do simples acúmulo de pelos. Episódios recorrentes podem ser um sintoma de que a saúde gastrointestinal do felino não está em sua melhor forma. É aqui que a qualidade da alimentação desempenha seu papel mais crítico.

“Muitos tutores não sabem, mas um alimento com alta digestibilidade é um dos maiores aliados contra as bolas de pelo. Quando o organismo do gato aproveita ao máximo os nutrientes, o sistema digestivo trabalha melhor como um todo, o que facilita a passagem dos pelos ingeridos e resulta em fezes bem formadas”, explica o especialista. Um alimento de baixa digestibilidade pode sobrecarregar o sistema, tornando o trânsito do pelo mais lento e favorecendo sua aglomeração.

A solução mais eficaz para o manejo das bolas de pelo é, portanto, preventiva e começa no pote de ração. Dietas formuladas com um “blend” de fibras funcionais, que combinam fibras solúveis e insolúveis de forma balanceada, são projetadas para auxiliar o trânsito intestinal. Elas agem como uma “vassoura” natural, envolvendo os pelos e ajudando a carregá-los de forma segura através do intestino para que sejam eliminados nas fezes, reduzindo drasticamente a necessidade do vômito.

Ao escolher o alimento correto, o tutor investe não apenas na diminuição de um eventual incômodo, mas na saúde completa do seu gato.

Sobre a PremieRpet®

Desde 1995 a PremieRpet® existe para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível. Uma empresa orgulhosamente brasileira, especialista em alimentos naturais de alta qualidade para cães e gatos, é detentora das marcas PremieR, GoldeN e Vitta Natural. Com uma trajetória pautada pela inovação constante e direcionada pelo consumo consciente em todos os níveis de atividade, a PremieRpet® prioriza a alta qualidade dos insumos e o bem-estar animal. É destaque no segmento super premium por oferecer a melhor nutrição para cães e gatos em todas as fases da vida. O portfólio da marca inclui alimentos secos, úmidos e cookies, com mais de 300 itens comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias. Mais informações no site www.premierpet.com.br e pelo PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).

Fonte: Current Global

Noh firma parceria com Dog Life e zera mensalidade para casais tutores de pets

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Maior hub de bem-estar pet do Brasil se une à primeira conta conjunta digital do país para oferecer benefício inédito: quem mantiver plano Dog Life Essential ou Max ativo não paga mensalidade Noh

A Noh, primeira conta conjunta 100% digital do Brasil, e a Dog Life, pioneira em plano de saúde pet no país, anunciam uma parceria que conecta a organização financeira de casais ao cuidado com pets. A partir de agora, clientes com plano Dog Life Pet Essential ou Pet Max passam a ter a mensalidade da Noh zerada automaticamente, sem carência ou exigência de investimento mínimo.

Para acessar o benefício, basta contratar um dos planos da Dog Life pelo app da Noh. A isenção é aplicada automaticamente e permanece ativa enquanto o plano estiver em dia.

A iniciativa acompanha uma mudança no comportamento dos consumidores. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), 88% dos tutores brasileiros consideram o pet parte da família. Em um país com mais de 101 milhões de cães e gatos, cresce também o número de casais que compartilham decisões financeiras — incluindo os custos com saúde e bem-estar dos animais.

“A Noh foi feita para a vida real do casal. E na vida real, tem pet. A gente até brinca que o cliente ideal da Noh é o casal ‘dupla renda e pais de pet’, então, faz todo sentido que a conta do casal seja grátis para quem cuida da família inteira, incluindo os membros de quatro patas”, afirma Ana Zucato, fundadora e CEO da Noh.

A Dog Life reúne mais de 650 mil tutores e conta com uma rede de 4,5 mil clínicas credenciadas em mais de 350 cidades. O avanço desse modelo acompanha uma mudança no cuidado com os animais, cada vez mais orientado à prevenção e ao acompanhamento contínuo.

“O cuidado com o pet tem se tornado parte do planejamento financeiro das famílias. Quando o tutor consegue se organizar, ele também consegue manter uma rotina de prevenção e acompanhamento, que faz toda a diferença na saúde do animal”, afirma Pedro Filizzola, CMO da Dog Life.

O acesso facilitado ao plano também contribui para reduzir a dependência de atendimentos emergenciais, incentivando uma rotina de cuidados mais frequente e estruturada ao longo da vida do pet

Para a Noh, a parceria funciona como uma nova porta de entrada para casais que buscam organizar a vida financeira a dois, enquanto a Dog Life reforça seu posicionamento no cuidado contínuo com os pets.

Sobre a Noh

Fundada em 2021 por Ana Zucato, a Noh é uma fintech que nasceu com o propósito de facilitar a vida financeira de casais. A empresa criou a primeira conta conjunta 100% digital do Brasil, e vem crescendo como referência em finanças compartilhadas, oferecendo praticidade, transparência e uma abordagem prática e inovadora para o dinheiro a dois.

Sobre a Dog Life

A Dog Life, marca que integra a Life Pet Hub, é pioneira em planos de saúde para cães no Brasil e tem como propósito facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o país. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e bem-estar animal, a marca oferece diferentes opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais para a saúde dos cães. Com uma experiência simples, prática e sem burocracia, a Dog Life conecta os pets a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados, ajudando os tutores a terem mais previsibilidade, segurança e tranquilidade no cuidado diário com seus animais.

Fonte: Máquina

Mercado Pet Food é destaque na Fenagra 2026

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Grande parte dos expositores da feira representa o segmento Pet Food; evento também sediará congressos técnicos
com foco em sustentabilidade e inovação na nutrição animal

O mercado de Pet Food no Brasil segue como um dos principais motores da cadeia Pet e estará em evidência na Fenagra – Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento, que acontece de 12 a 14 de maio, das 11h às 19h, no Distrito Anhembi.

Dados da Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação) indicam que o setor Pet brasileiro cresceu 3,45% em 2025, alcançando faturamento de R$ 77,96 bilhões. Desse total, a categoria Pet Food se consolida como o principal pilar da cadeia, concentrando 53,1% da receita (R$ 41,42 bilhões), além de manter uma produção anual de cerca de 4 milhões de toneladas, com potencial de expansão para mais de 9 milhões.

Em sua 19ª edição, a Fenagra reunirá cerca de 250 expositores, entre empresas nacionais e representantes internacionais dos Estados Unidos, da Rússia, da Austrália, além de países da Europa, Ásia, América do Sul e Arábia Saudita. A expectativa é atrair aproximadamente 14 mil visitantes e congressistas, com volume de negócios superior a R$ 1 bilhão.

“Grande parte dos expositores representa o segmento de Pet Food e Nutrição Animal, incluindo Animal Feed (aves, suínos e bovinos) e Aqua Feed. São fornecedores de insumos, matérias-primas, soluções tecnológicas, maquinários e equipamentos para laboratório”, destaca Daniel Geraldes.

Entre os expositores também estão importantes players de rações como Nestlé PURINA® e Royal Canin®. Pelo segundo ano consecutivo, a Nestlé PURINA® participa da Fenagra, como parte do movimento de retomar o foco no canal especializado.

“O evento é uma oportunidade estratégica para fortalecer o relacionamento com clientes, parceiros e especialistas do setor. Para esta edição, apresentaremos novidades no portfólio de Purina Pro Plan, nossa principal marca e referência em nutrição baseada em ciência. Recentemente, a linha passou por uma ampla renovação e expansão”, destaca Rodrigo Maingue, diretor executivo de Purina no Brasil.

Segundo Rodrigo, o mercado brasileiro de Pet Food tem apresentado evolução consistente nos últimos anos, impulsionado por consumidores cada vez mais atentos à qualidade, à saudabilidade e aos benefícios nutricionais dos alimentos para seus pets. “As expectativas são de continuidade na expansão e profissionalização do setor, sustentadas por inovação, diferenciação de portfólio e maior conscientização dos tutores em relação à nutrição e ao bem-estar animal”, completa.

Congressos e seminários

Paralelamente à feira serão realizados os tradicionais congressos técnicos, organizados por associações representativas do setor. São elas: ABRA (Associação Brasileira de Reciclagem), CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), SBOG (Sociedade Brasileira de Óleos e Gordura) e UBRABIO (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene). A ação reforça o papel da Fenagra como plataforma de negócios, atualização profissional e desenvolvimento da agroindústria.

A programação deste ano inclui o XXV Congresso CBNA PET, o IX Workshop CBNA sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e a 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, realizados pelo CBNA – Colégio Brasileiro de Nutrição Animal.

Também integram a agenda o III Fórum Biodiesel e Bioquerosene (SAF): Tecnologia e Inovação, promovido pela UBRABIO – União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene; o 11º Diálogo Técnico do Setor de Reciclagem Animal, organizado pela ABRA – Associação Brasileira de Reciclagem Animal e o Seminário de Processamento de Óleos e Gorduras, realizado pela SBOG – Sociedade Brasileira de Óleos e Gorduras.

Desde o ano passado, a organização da Fenagra passou a ser conduzida por meio da parceria IEG Brasil e Editora Stilo, iniciativa que fortalece a estrutura do evento, amplia sua capacidade operacional e impulsiona sua projeção internacional.

Fonte: Mídia Conecta Comunicação Integrada

Responsabilidade como estratégia e geração de valor são temas em Fórum sobre bem-estar animal nesta quinta-feira

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Especialistas do mercado, varejo e indústria participam de evento presencial organizado pela COBEA e Produtor do Bem em São Paulo

A responsabilidade como estratégia e geração de valor será um dos temas na programação do Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance, que ocorre nesta quinta-feira, 7 de maio, no Radisson Blu, em São Paulo (SP). O evento inédito, organizado pela Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) e por sua idealizadora, a Produtor do Bem Certificação, traz ainda em sua programação mais dois painéis e três palestras, com especialistas da cadeia de alimentos e do setor financeiro.

“Neste painel queremos entender como o bem-estar animal tem seu valor percebido, como tem impactado fatores como a reputação marca, e fidelização de clientes e a competitividade em diversas empresas”, elenca o diretor-executivo da Produtor do Bem e mediador do painel, José Rodolfo Ciocca. Participam do debate o head do Negócio de Ovos da AB Mauri, Vitor Oliveira, o diretor de Sustentabilidade Global e Assuntos Corporativos da MBRF, Paulo Pianez, e o gerente de Desenvolvimento Sustentável da Special Dog Company, João Paulo Camarinha Figueira.

Programação do evento

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luís Rua, fará a abertura do Fórum com o tema “Estratégia, política e o papel do agro na nova ordem econômica”. Logo em seguida, a programação continua com o painel “Mercados em movimento: Bem-estar e sustentabilidade na agregação de valor à proteína brasileira”, mediado pela diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sullivan Alves, com participação do secretário Luís Rua, do consultor em agronegócio e sustentabilidade Fabricio Delgado e da diretora de Sustentabilidade da Seara, Sheila Guebara.

O segundo painel traz como mediador o doutor em Administração de Empresas com concentração em Finanças pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Celso Funcia Lemme, e tem como tema “Capital e competitividade: O olhar do mercado financeiro sobre o futuro da proteína animal”. Participam da discussão o consultor e sócio-líder da ABC Associados, Aron Belinky; a head de Riscos Socioambientais do Santander, Maria Silvia Chicarino; e o analista de Investimentos Sustentáveis (ESG) da Régia Capital, Bruno Bernardo.

Em seguida, os presentes assistirão à palestra “Cadeias de valor resilientes: A sustentabilidade como motor de valorização”, que será proferida pela CEO da Auma Agronegócio, Lucimar Silva.

A programação será encerrada com a palestra “Colaboração na cadeia de valor e projetos comuns para o futuro”, com a diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom, quando também será lançado o diagnóstico “Bem-estar animal na cadeia produtiva brasileira: Evolução e ambições para o futuro”, um documento que analisa como o BEA evoluiu no Brasil, o que progrediu e onde ainda persistem alguns desafios para os principais setores. “Queremos mostrar o quanto uma proposta de trabalho colaborativa entre os diversos elos da cadeia pode nos ajudar em projetos para o futuro do bem-estar animal no Brasil”, afirma Elisa.

Para o sócio-fundador da Produtor do Bem e cocriador da COBEA, Leonardo Thielo de La Vega, os temas abordados durante o Fórum vêm ao encontro do momento atual vivido pela questão do BEA no Brasil. “É importante que mercado, indústria, varejo e produtores trabalhem juntos para que as propostas de bem-estar animal tragam benefícios a todos os elos da cadeia. O Fórum será um espaço para debater os desafios e apontar caminhos para esses setores”, finaliza.

As inscrições estão na reta final e podem ser feitas pelo link: https://lnkd.in/dF3BsSeC.

SERVIÇO
Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance
Data: 7 de maio de 2026
Local: Radisson Blu São Paulo – Avenida Cidade Jardim, 625, Sala Faria Lima, Itaim Bibi, São Paulo (SP)
Inscrições: https://lnkd.in/dF3BsSeC

Sobre a COBEA

A Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) é uma iniciativa pré-competitiva criada em 2024 com o propósito de facilitar os avanços em bem-estar animal na cadeia de proteína animal brasileira. Reunindo produtores, processadores, varejistas, food service, pet food e parceiros estratégicos, a COBEA busca alinhar ambições, superar barreiras ao progresso e acelerar os avanços por meio de ação conjunta. Idealizada pela certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com 11 importantes atores: Cooperl do Brasil, Danone Brasil, Fazenda Speranza, Grupo IMC (International Meal Company), JBS Brasil, Mantiqueira Brasil, MBRF, Minerva Foods, Nestlé Brasil, Planalto Ovos e Special Dog Company.

Saiba mais:

https://cobea.com.br/
https://www.linkedin.com/company/cobeabrasil/

Fonte: Attuale

Outono exige atenção redobrada com a saúde de pets: especialistas alertam sobre a prevenção contra parasitas e dermatites

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Créditos: Pexels

Temperaturas mais amenas e tempo seco aumentam condições favoráveis para infestações silenciosas e inflamações na pele. Um dos maiores alertas para o outono é o aumento da atividade do carrapato-estrela, elevando o risco de transmissão da febre-maculosa.

São Paulo, 4 de maio de 2026 — Com a chegada do outono, aumenta a atividade do carrapato-estrela no Brasil, elevando o risco de transmissão da febre maculosa — uma doença grave que pode afetar tanto animais quanto humanos. Diante desse cenário, especialistas alertam para a importância de manter a prevenção contra parasitas ao longo de todo o ano¹, inclusive nos meses de clima mais ameno.

Apesar da percepção comum de que os riscos diminuem após o verão, pulgas e carrapatos seguem ativos e problemas dermatológicos tendem a se intensificar neste período. Mudanças climáticas têm contribuído para alterar a sazonalidade desses parasitas, tornando sua presença mais constante e reforçando a necessidade de uma abordagem preventiva contínua.

“Existe um mito de que pulgas e carrapatos desaparecem com temperaturas mais amenas e tempo seco, mas isso não é verdade. Esses parasitas permanecem ativos e podem transmitir doenças graves durante todo o ano”, afirma Camila Camalionte, médica-veterinária, zootecnista e gerente técnica da Elanco para Pet Health. “O outono, em especial, reúne condições favoráveis para infestações silenciosas e maior incidência de dermatites.”

Um dos principais pontos de atenção é o aumento da atividade do carrapato-estrela, especialmente na fase larval, conhecida como “micuim”. Nesse estágio, os parasitas são quase imperceptíveis e podem aderir à pele ou às roupas com facilidade, o que amplia o risco de transmissão da febre maculosa brasileira. Áreas com vegetação alta e presença de hospedeiros, como capivaras, exigem cuidado redobrado.

Após passeios, os cães podem carregar esses parasitas para dentro de casa, expondo também os tutores. A interrupção do uso de antiparasitários durante o outono é um erro comum que amplia essa exposição. Dados do Ministério da Saúde indicam que, entre 2013 e 2023, foram registrados 2.359 casos de febre maculosa no Brasil, com aumento de 62% no período.

“Quando o tutor interrompe a prevenção, cria uma janela de risco não apenas para o animal, mas para toda a família. O controle de parasitas precisa ser contínuo e estratégico”, reforça Camila.

Para reduzir esse risco, a Elanco recomenda o uso regular de antiparasitários de ação rápida, como Credeli™ (lotilaner), uma isoxazolina oral que atua contra pulgas e carrapatos, incluindo o carrapato-estrela (Amblyomma sculptum), auxiliando na interrupção do ciclo do parasita antes da transmissão de doenças. O produto é indicado para cães filhotes (a partir de 8 semanas de idade e 1,3 kg) e adultos, com comprimido mastigável, pequeno e palatável.

Além dos parasitas, o outono também impacta diretamente a saúde da pele dos animais. O clima mais seco, aliado à troca de pelagem e ao maior tempo em ambientes internos, favorece o ressecamento, a descamação e a queda excessiva de pelos.

Outro problema frequente é a Dermatite Alérgica à Picada de Pulga (DAPP). Mesmo sem uma infestação aparente, uma única picada pode desencadear uma reação intensa em animais sensíveis, com coceira persistente, lesões e risco de infecções secundárias.

Nesses casos, o manejo adequado da inflamação é fundamental para o bem-estar do animal. Uma das opções terapêuticas é Zenrelia™ (ilunocitinib), um inibidor da enzima JAK que atua no controle das vias inflamatórias associadas à coceira, contribuindo para a melhora dos sinais clínicos.

“Não basta tratar apenas os sintomas ou apenas a causa. É preciso atuar de forma integrada, eliminando os parasitas e controlando a resposta inflamatória da pele, garantindo proteção mais ampla e duradoura”, explica a especialista.

Mesmo animais que não saem de casa devem manter a prevenção, já que ovos e parasitas podem ser transportados em roupas, calçados ou objetos.

A especialista recomenda alguns cuidados com os pets durante o período:

Manter o uso regular de antiparasitários;
Inspecionar o pet após passeios;
Observar sinais de coceira ou alterações na pele;
Consultar um médico-veterinário ao menor sinal de problema;
Manter o ambiente doméstico limpo e higienizado.
Segundo Roberta Paiva, gerente de marketing de Pet Health da Elanco, a conscientização é essencial para reduzir riscos ao longo do ano. “Com informação e prevenção adequada, é possível atravessar as mudanças de estação com mais segurança, protegendo os pets e toda a família”, afirma.

¹Silva, Luana Lima Fonseca Bortolini da. O impacto das alterações climáticas na disseminação de parasitoses: revisão bibliográfica. Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, 2023. Disponível em: https://repositorio-api.animaeducacao.com.br/server/api/core/bitstreams/1d3721e3-b85e-4339-b4ec-4915cec6cc2f/content

SOBRE A ELANCO

A Elanco Animal Health (NYSE: ELAN) é líder global em saúde animal, dedicada à inovação e ao fornecimento de produtos e serviços para prevenir e tratar doenças em animais de produção e de companhia, agregando valor ao trabalho de produtores, tutores, médicos-veterinários e da sociedade como um todo. Com 70 anos de tradição no setor, estamos comprometidos em quebrar barreiras e ir além para ajudar nossos clientes a melhorar a saúde dos animais sob seus cuidados, enquanto também causamos um impacto significativo em nossas comunidades locais e globais. Na Elanco, somos movidos por nossa visão de “Alimento e Companheirismo Enriquecendo a Vida” e nosso propósito – Go Beyond for Animals, Customers, Society and Our People (Ir Além pelos Animais, Clientes, Sociedade e nossos Colaboradores). Saiba mais em www.elanco.com.br.

Fonte: Território Criativo

A narrativa de um cão que começa no abandono e termina no afeto

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Com ineditismo, o escritor Fernando Machado é tomado pela voz de quem vive no silêncio em “O velho e o cão” e revela como a vida pode ser compreendida de forma mais simples e instintiva

Cachorros não complicam, ou mesmo pedem explicações longas, nem guardam ressentimentos elaborados e, definitivamente, não vivem presos ao passado. Eles sentem e isso basta. A partir dessa sabedoria emergida da quietude de um olhar, nasce O velho e o cão, um convite a enxergar o mundo com mais presença.

Na obra, o escritor Fernando Machado constrói uma história sensível e surpreendente ao dar voz a quem normalmente apenas observa: Brown, seu cachorro de estimação. Com essa perspectiva, o livro acompanha a relação do animal com o universo ao seu redor, explorando não apenas aspectos de convivência, mas as memórias, instintos e descobertas que moldam a jornada do protagonista.

O livro se destaca pelo ineditismo da narrativa: não se trata apenas de relatar a jornada do melhor amigo do homem, mas de permitir ao leitor habitar um lugar sensorial e intuitivo. A linguagem acompanha essa proposta, fluindo entre o impulso e a reflexão, criando uma experiência que é, ao mesmo tempo, leve e profundamente transformadora.

Ao criar a trajetória de Brown, as famílias com quem morou, as relações dele com humanos e outros animais, desenhando sua personalidade, Fernando causa um incômodo como a sensação de desencaixe do personagem. Entre abandonos, violências silenciosas e tentativas frustradas de pertencimento, ele atravessa experiências que o empurram para um estado limite: o de sentir tudo sem conseguir explicar nada.

A obra trata de um percurso marcado por rupturas, como lares sem acolhimento, afetos instáveis e o instinto cobrando um preço alto ao machucar o próprio dono. Em um dos momentos mais intensos, diante da possibilidade de perder seu humano, o único que realmente entendeu suas necessidades, o animal entra em desespero absoluto – a ponto de não haver sentido em continuar. Desse atravessamento, nasce outro jeito de enxergar a vida.

Meu instinto canino, fiel e imutável, não aceitaria dividir minha lealdade entre dois humanos. Essa ideia me trazia um misto de expectativa e inquietação. De um lado, havia o desejo de retribuir o afeto que me cercava; do outro, o medo de errar na escolha — ou de magoar quem não fosse o escolhido. Com os pensamentos se agitando, eu observava cada gesto deles — tentando descobrir quem seria mais capaz de compreender minhas manias, meus medos, a quietude que, às vezes, me acompanhava. (O velho e o cão, p. 82)

A partir desse olhar canino sobre o mundo humano, surge uma delicadeza rara na forma como interpreta gestos, silêncios e mudanças ao seu redor. Os pequenos acontecimentos ganham outra dimensão, revelando que os detalhes, e não os grandes eventos, sustentam os vínculos mais importantes.

O velho e o cão desarma e expõe o quanto as pessoas se escondem atrás de explicações enquanto a vida acontece no simples. O cachorro não teoriza, não negocia o afeto e, apesar do sofrimento, persiste. Nesse contraste incômodo, o autor atesta: talvez não falte entendimento ao humano, falte coragem. Coragem de largar o excesso e encarar o que está ali, cru, sem filtro: o sentir, sem precisar explicar.

Ficha Técnica:
Título do livro: Velho e o Cão
Autor: Fernando Machado
Editora: Labrador
ISBN/ASIN: 978-65-5625-979-6
Páginas: 175
Preço: 34,51
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor: Fernando Machado formou-se engenheiro na Universidade Mackenzie em 1968, no auge do regime militar no Brasil. Encerrada sua profissão de raiz, fundou um centro multicultural chamado CIMC (Círculo Integrado de Música e Cinema), onde passou a dedicar-se às artes em geral e, em especial, à literatura. Aos 75 anos, despontou a ideia de escrever a primeira obra, Gastura, sua biografia como linha de tempo para a incorporação de dezenas de fatos históricos nacionais e internacionais da segunda metade do século passado. Estruturou sua escrita a partir de um método próprio, que denomina Engenharia Literária, em que traça previamente os espaços da narrativa — cidade, vias, casas, rios, pontes, praças, igrejas, comércio — e, a partir desse desenho, a história se organiza. Também é autor dos livros: Phenix e Spoiler. Viúvo, reside atualmente em Ribeirão da Ilha (Florianópolis) numa casa à beira-mar, onde convive com seu cachorro, o Brown.
Instagram: @escritorfernandomachado

Fonte: LC Agência de Comunicação

Maio Amarelo Pet reforça alerta sobre saúde renal e bucal em cães e gatos no Brasil

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O mês de maio tem ganhado relevância no setor veterinário como período de conscientização sobre a saúde renal e bucal dos pets, duas condições silenciosas que impactam diretamente a qualidade de vida de cães e gatos no Brasil.

Dados recentes da Comissão de Animais de Companhia do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) indicam que doenças periodontais atingem cerca de 80% dos cães acima de três anos, enquanto a doença renal crônica figura entre as principais causas de mortalidade em gatos idosos. O avanço dessas condições, muitas vezes sem sintomas evidentes no início, reforça a importância de ações preventivas e diagnóstico precoce.

A campanha, conhecida como “Maio Amarelo Pet”, tem como objetivo ampliar o acesso à informação e incentivar tutores a adotarem rotinas de cuidado contínuo, incluindo higiene oral adequada e acompanhamento clínico regular.

“A gente ainda trata prevenção como algo secundário, quando, na prática, ela é o que define a qualidade e o tempo de vida do animal. Doenças renais e bucais não aparecem de repente, elas evoluem em silêncio”, afirma Carla Perissé, médica veterinária.

Além do impacto na saúde animal, especialistas alertam que doenças bucais podem desencadear complicações sistêmicas, afetando órgãos como coração e rins. No caso da doença renal, fatores como alimentação inadequada, baixa ingestão de água e envelhecimento estão entre os principais gatilhos.

“O tutor precisa entender que mau hálito não é normal e que alteração no consumo de água também não deve ser ignorada. São sinais iniciais de quadros que podem se tornar graves”, completa a especialista.

Fonte: F4 Comunicação

Dirofilariose: a doença silenciosa que compromete o coração dos cães

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Também conhecida como “verme do coração”, a enfermidade pode ser prevenida com medidas simples, incluindo o controle de mosquitos no ambiente

Em muitas casas, o zumbido de um mosquito é apenas um incômodo passageiro, algo resolvido com um gesto rápido ou um repelente no ambiente. Mas, para os cães, a picada aparentemente inofensiva do inseto pode ser a porta de entrada para uma doença complexa, progressiva e potencialmente fatal: a dirofilariose.

Ainda pouco conhecida por muitos tutores, a enfermidade é causada pelo parasita Dirofilaria immitis, que se instala no sistema cardiovascular do animal, principalmente nas artérias pulmonares e no coração. Ao longo do tempo, esses parasitas podem comprometer a circulação sanguínea, sobrecarregar o coração e desencadear uma série de alterações sistêmicas.

“O que torna a dirofilariose especialmente preocupante é o fato de ela evoluir de forma silenciosa. O animal pode permanecer meses infectado sem apresentar sinais evidentes, enquanto o parasita se desenvolve e amadurece no organismo”, explica Bianca Fenner, médica-veterinária e coordenadora de marketing da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal.

O ciclo da doença ajuda a entender por que o mosquito é peça-chave nesse processo. Ao picar um cão infectado, o inseto ingere microfilárias – formas imaturas do parasita presentes na corrente sanguínea. Dentro do mosquito, essas larvas evoluem até um estágio infectante e, ao picar outro animal, são transmitidas para um novo hospedeiro. No organismo do cão, migram pelos tecidos e, ao longo de semanas, atingem a circulação, onde amadurecem e se instalam nos vasos pulmonares e no coração.

Esse processo é gradual e pode levar meses até que o parasita atinja a fase adulta. Essa evolução lenta é um dos fatores que dificultam o diagnóstico precoce. Quando os sinais clínicos surgem, em geral a carga parasitária já está bem estabelecida.

Entre os sintomas mais comuns estão cansaço fácil, intolerância ao exercício, tosse persistente e dificuldade respiratória. Em estágios mais avançados, o comprometimento da função cardíaca pode levar a quadros de insuficiência cardíaca, acúmulo de líquido e piora do estado geral do animal.

Do ponto de vista fisiopatológico, a presença dos vermes nas artérias pulmonares provoca inflamação, aumento da resistência vascular e alterações hemodinâmicas. Isso resulta em sobrecarga cardíaca progressiva, especialmente do ventrículo direito, além de comprometer a troca gasosa e a oxigenação tecidual.

O tratamento da dirofilariose é um processo longo, custoso e que exige acompanhamento veterinário rigoroso, com riscos associados à morte dos parasitas no organismo do animal.

“Não se trata apenas de um parasita presente no organismo, mas de um impacto direto e contínuo sobre o sistema cardiovascular. Por isso, a prevenção é sempre mais segura e eficaz do que o tratamento”, reforça a profissional.

Diferente de outras verminoses, a dirofilariose depende exclusivamente da presença do vetor, o mosquito, para se disseminar. Isso amplia o risco de exposição, inclusive em áreas urbanas. Vale destacar que uma das espécies envolvidas na transmissão é o Aedes aegypti – o mesmo mosquito responsável pela dengue em humanos –, o que reforça a importância do controle de criadouros como medida de saúde para toda a família.

Nesse cenário, o controle ambiental é uma etapa essencial da prevenção. Os mosquitos se reproduzem em água parada, e pequenas quantidades já são suficientes para manter o ciclo ativo. Por isso, é importante eliminar recipientes que possam acumular água, como vasos de plantas, calhas obstruídas, ralos externos, baldes, lonas, brinquedos deixados no quintal e até tampas de garrafa.

Caixas d’água devem estar sempre bem vedadas, e áreas com drenagem deficiente precisam de atenção redobrada. Em ambientes externos, a limpeza frequente e o manejo adequado de locais úmidos ajudam a reduzir criadouros. O uso de telas em portas e janelas também funciona como uma barreira física importante, especialmente em horários de maior atividade dos mosquitos, como ao entardecer.

“Quando reduzimos os criadouros, diminuímos diretamente a população de mosquitos no ambiente. Isso tem impacto não só na dirofilariose, mas em outras doenças transmitidas por vetores”, explica Bianca.

Ainda assim, medidas ambientais isoladas não são suficientes, principalmente em regiões com alta infestação. Por isso, a proteção do animal precisa ser reforçada com estratégias que atuem diretamente sobre o vetor.

O Vectra® 3D é um antiparasitário tópico indicado para cães que combina ativos como permetrina, dinotefuran e piriproxifen, oferecendo ação contra pulgas, carrapatos, flebótomos e mosquitos, incluindo os responsáveis pela transmissão da dirofilariose.

Ao atuar tanto na eliminação quanto na repelência dos mosquitos, o produto contribui para reduzir o contato do mosquito com o animal, interrompendo o ciclo antes que a transmissão aconteça.

“Quando conseguimos impedir ou reduzir a picada do mosquito, atuamos diretamente na prevenção da doença. Esse é um dos pilares no controle da dirofilariose”, destaca a médica-veterinária.

Outro ponto importante é a continuidade da proteção. Em países de clima tropical, como o Brasil, a presença de mosquitos ocorre ao longo de todo o ano, o que mantém o risco constante e exige estratégias preventivas contínuas.

Em um cenário em que doenças transmitidas por vetores continuam avançando, a informação e a prevenção ganham um papel ainda mais relevante. No caso da dirofilariose, cada picada evitada pode ser decisiva.

Sobre a Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª maior empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Seu portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e soluções de bem-estar para animais de produção e de companhia, além de equipamentos e serviços que contribuem para oferecer a melhor experiência aos clientes.

Com 7.000 funcionários em 47 países e distribuição de produtos em mais de 110 países, a Ceva trabalha diariamente para dar vida à sua visão como uma empresa One Health: “Juntos, além da saúde animal.”

www.ceva.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Sindan reforça alerta sobre brucelose durante o mês da saúde animal e destaca a vacinação obrigatória no Brasil

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Créditos: freepik

Campanha nacional de imunização mobiliza produtores a cumprir o calendário sanitário e reduzir riscos à pecuária e à população, reforçando o controle da doença e a proteção da saúde pública

O mês da saúde animal marca o período intensivo de vacinação contra a brucelose no Brasil, uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Brucella que pode ser transmitida de animais para humanos. Considerada uma importante zoonose, a enfermidade exige atenção redobrada de produtores rurais, já que a imunização de fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade é obrigatória e, em muitos estados, deve ser realizada até o dia 31 de maio.

Também conhecida como febre mediterrânea, a brucelose afeta diretamente a saúde dos rebanhos e pode trazer impactos significativos à produção pecuária. Entre os principais prejuízos estão abortos, infertilidade e queda na produtividade, o que compromete tanto o desempenho econômico das propriedades quanto a segurança sanitária da cadeia de alimentos.

A saúde dos rebanhos está diretamente associada à eficiência produtiva, à qualidade dos alimentos e ao cumprimento dos rigorosos padrões sanitários exigidos pelos mercados internacionais. O Brasil, que figura entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina, suína e de frango, depende de uma estrutura sanitária robusta para manter esse protagonismo. Esse cenário exige investimentos contínuos em vacinação, monitoramento, controle de doenças e inovação em soluções veterinárias.

A doença também representa risco à saúde pública. A transmissão para humanos ocorre principalmente pelo contato direto com animais infectados ou pelo consumo de produtos contaminados, especialmente leite e derivados não pasteurizados. Por isso, o controle da enfermidade no campo é considerado uma medida essencial para proteger toda a população.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem hoje mais de 200 enfermidades zoonóticas conhecidas e dados da HealthforAnimals mostram que 60% das doenças no mundo são zoonóticas. Com o avanço das campanhas ao longo de maio, o setor reforça a necessidade de conscientização sobre a brucelose e o cumprimento rigoroso do calendário vacinal. A prevenção segue sendo o caminho mais eficaz para proteger os rebanhos, evitar prejuízos econômicos e garantir a segurança dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros.

A vacinação obrigatória é uma das principais estratégias para conter a disseminação da brucelose no país. A imunização precoce, dentro da faixa etária recomendada, reduz a circulação da bactéria no rebanho e contribui para a erradicação gradual da doença. O cumprimento dos prazos estabelecidos pelos programas estaduais de defesa sanitária é fundamental para garantir a efetividade da medida.

Além da vacinação, especialistas reforçam a importância de boas práticas de manejo, controle sanitário e acompanhamento veterinário contínuo. A atuação integrada entre produtores, médicos-veterinários e órgãos de defesa agropecuária fortalece o combate à doença e reduz os riscos de transmissão.

Sobre o Sindan

Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 85 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.

Fonte: Make Buzz Comunicação

Botupharma reúne especialistas em Campinas para discutir avanços no manejo clínico das enteropatias em cães e gatos

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Créditos: Divulgação

Encontro científico destacou novas abordagens terapêuticas para distúrbios gastrointestinais em pequenos animais

Os distúrbios digestivos em cães e gatos têm se tornado cada vez mais frequentes na rotina dos consultórios veterinários. Mudanças nos hábitos alimentares, predisposição genética, estresse, humanização dos pets e alterações da microbiota intestinal estão entre os principais fatores associados a esse aumento, segundo especialistas da área. O tema foi debatido durante a palestra “Enteropatias na prática: abordagem e manejo clínico”, realizada em abril, em Campinas, durante encontro promovido pela Botupharma. O evento reuniu mais de 80 médicos-veterinários para discutir estratégias clínicas voltadas ao diagnóstico e tratamento das doenças gastrointestinais em pequenos animais.

De acordo com o médico-veterinário Dr. Paulo Renato Costa, vice-presidente da Associação Brasileira de Gastroenterologia Animal (ABRAGA), o manejo adequado desses casos depende de uma avaliação individualizada de cada paciente. “Os distúrbios intestinais estão entre as alterações mais frequentes na clínica de pequenos animais, e o sucesso do tratamento depende de uma abordagem individualizada, baseada em diagnóstico correto, manejo nutricional e controle adequado dos sintomas”, destacou.

Durante a apresentação, foram abordados os principais sinais clínicos relacionados às enteropatias, como vômito, diarreia, perda de apetite, desconforto abdominal e flatulência. Segundo o especialista, os quadros crônicos continuam entre os maiores desafios da medicina veterinária, exigindo investigação criteriosa para exclusão de diferentes causas antes da definição terapêutica.

Entre as condutas mais recentes discutidas no encontro estiveram o uso de dietas terapêuticas de alta digestibilidade, alimentos hipoalergênicos, modulação da microbiota intestinal, probióticos, prebióticos e terapias imunomoduladoras.

Controle dos sintomas no suporte clínico

Além da discussão científica, o encontro também abordou a importância do controle dos sintomas gastrointestinais como parte do tratamento. Entre eles, o vômito foi apontado como um dos sinais que mais comprometem a recuperação do paciente, podendo levar à desidratação, anorexia e alterações metabólicas. Durante o evento, a Botupharma deu destaque ao Marovet, solução indicada para o controle da êmese em cães, utilizada como suporte clínico em pacientes com alterações gastrointestinais. Para a médica-veterinária Dra. Giulia Bastos, especialista em gastroenterologia de cães e gatos, o controle precoce da náusea pode influenciar diretamente a resposta ao tratamento. “O controle desse sintoma auxilia muito no tratamento e na qualidade de vida dos pacientes. O diferencial do produto é que, durante a aplicação, o paciente não apresenta desconforto, o que tem tornado seu uso bastante positivo na rotina clínica”, afirma.

Atualização científica

A realização de encontros voltados à educação continuada tem ganhado espaço no setor veterinário como forma de aproximar profissionais das principais inovações em diagnóstico e tratamento. Segundo a médica-veterinária Salua Cataneo, gerente de marketing da Botupharma, iniciativas desse tipo fazem parte da proposta da empresa de contribuir para a evolução da prática clínica no país. “Nosso objetivo é apoiar os profissionais por meio de pesquisa, inovação e troca de conhecimento, fortalecendo a medicina veterinária baseada em ciência”, ressalta.

Após a palestra, os participantes foram recepcionados em um jantar de confraternização, que proporcionou um ambiente mais próximo para a troca de experiências e discussões sobre os desafios enfrentados na rotina clínica. O momento também abriu espaço para o compartilhamento de casos, percepções e vivências profissionais relacionadas ao manejo das enteropatias em pequenos animais. Com ampla participação dos profissionais presentes, o encontro reforçou a importância da atualização científica no enfrentamento dos distúrbios gastrointestinais em pequenos animais.

Sobre a Botupharma:

A Botupharma® atua em saúde animal, transformando ciência e tecnologia em uma ampla gama de produtos para a saúde e o bem-estar dos pets, com suporte ao trabalho de médicos-veterinários e profissionais do setor.

A linha Food Dog é uma marca Botupharma que oferece suplementos para alimentação natural desenvolvidos para uso diário, com vitaminas e minerais voltados ao balanceamento da dieta caseira, com o objetivo de apoiar a prática clínica, ajudando a garantir dietas completas.

Fonte: Alberto Augusto

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