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O que você precisa saber antes de colocar seu pet na creche

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Antes de incluir cães e gatos na rotina de creches e espaços coletivos, tutores devem garantir vacinação, exames e avaliação comportamental para preservar a saúde e o bem-estar dos animais

Com a retomada das rotinas presenciais e jornadas de trabalho mais longas, as creches para animais de estimação se consolidaram como alternativa para garantir estímulo, socialização e gasto de energia ao longo do dia. No entanto, antes de inserir o pet nesse ambiente coletivo, é fundamental adotar uma série de cuidados para proteger não apenas o próprio animal, mas também os demais pets que frequentam o espaço.

A médica-veterinária Vanessa Barreto, da Pet Life, plano de saúde para pets, reforça que a preparação começa antes mesmo da matrícula. “Ambientes compartilhados exigem protocolos rígidos de saúde. O tutor precisa entender que a creche é positiva, mas só é segura quando o animal está com o acompanhamento veterinário em dia e apto para o convívio coletivo”, explica.

Confira as principais orientações:

Vacinação atualizada é indispensável
Para cães, normalmente são exigidas as vacinas múltiplas (V8 ou V10), antirrábica e vacina contra gripe canina. Para gatos, protocolos como V3, V4 ou V5 e antirrábica são fundamentais. A carteirinha deve estar dentro do prazo de validade.

Consulta veterinária recente
Uma avaliação clínica antes de iniciar a creche ajuda a identificar doenças silenciosas e garante que o pet esteja saudável para atividades físicas e interação com outros animais.

Exame de fezes e controle de parasitas
Vermifugação atualizada e uso regular de antipulgas e carrapaticidas reduzem o risco de contaminação coletiva. Algumas creches também solicitam exame coproparasitológico recente.

Castração pode ser exigida
Muitos estabelecimentos solicitam que o animal seja castrado, especialmente após atingir maturidade sexual, como forma de reduzir conflitos, comportamento territorial e risco de fugas.

Avaliação comportamental e período de adaptação
Nem todo animal se sente confortável em ambientes com grande estímulo. Creches responsáveis costumam realizar testes de sociabilidade e adaptação gradual.

Atenção redobrada com pets idosos ou com doenças crônicas
Animais com problemas cardíacos, respiratórios, ortopédicos ou metabólicos precisam de liberação veterinária específica, já que a rotina pode envolver intensa atividade física.

Segundo Vanessa, o planejamento prévio evita situações de risco e reduz a chance de emergências. “Além da vacinação e dos exames básicos, é importante que o tutor mantenha consultas periódicas e acompanhamento contínuo. Ambientes coletivos aumentam a exposição a agentes infecciosos, por isso a prevenção deve ser reforçada”, destaca.

Nesse contexto, contar com um plano de saúde pet pode facilitar o acesso a consultas, exames de rotina e especialistas, além de oferecer suporte em eventuais intercorrências. O acompanhamento estruturado permite que o tutor tenha previsibilidade financeira e tome decisões com mais agilidade caso surja qualquer alteração clínica.

A recomendação dos especialistas é clara: creche pode ser uma aliada no bem-estar dos animais de estimação, desde que a saúde venha em primeiro lugar. Preparação e acompanhamento profissional são as bases para uma experiência segura e positiva.

Sobre a Pet Life
A Pet Life, marca do grupo Life Pet Hub, é um plano de saúde pet desenvolvido para facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o Brasil. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e bem-estar animal, a marca oferece diferentes opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais para a saúde de cães e gatos. Com uma experiência simples, prática e sem burocracia, a Pet Life conecta os pets a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados, proporcionando mais previsibilidade, segurança e tranquilidade no cuidado diário com os animais.

Fonte: Maquina Cohn Wolf

Banho e tosa deixou de ser serviço e virou motor de crescimento do pet shop

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Créditos: Divulgação

*Por Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet, especialista do mercado pet.

Existe um equívoco persistente no varejo pet brasileiro centrado em acreditar que vender bem produtos é suficiente para sustentar crescimento. Não é mais, e o próprio tamanho e maturidade do setor deixam isso claro. O mercado pet devia movimentar cerca de R$ 77,2 bilhões em 2025, segundo projeções divulgadas com base em dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e do Instituto Pet Brasil (IPB). Esse número impressiona, mas o que realmente importa é como esse dinheiro está sendo distribuído e por que alguns negócios crescem mais do que outros. Nesse contexto, banho e tosa deixou de ser um serviço complementar e passou a ser uma engrenagem central para geração de fluxo, relacionamento e valor dentro do pet shop.

O Brasil convive hoje com uma base gigantesca de consumo recorrente. Estima-se que o país tenha aproximadamente 160 milhões de animais de estimação, com média de 2,2 pets por domicílio, de acordo com dados divulgados por entidades do setor. Isso significa milhões de lares que precisam cuidar de higiene, bem-estar e aparência dos animais de forma contínua, não esporádica, e é justamente aí que mora a diferença entre quem apenas vende produto e quem constrói rotina com o cliente.

Quando o cliente cria hábito, o negócio ganha previsibilidade

Produto gera visita pontual. Serviço gera hábito. Hábito gera previsibilidade. E previsibilidade, no varejo, é ouro. O tutor que entra no pet shop para comprar ração pode escolher hoje uma loja e amanhã outra. Já aquele que leva o animal toda semana ou a cada quinze dias para banho começa a construir um vínculo com o espaço, com a equipe e com a experiência, passando a resolver mais coisas ali de forma natural.

É verdade que categorias como ração, antiparasitários, tapetes higiênicos e areia também têm alto potencial de recorrência e podem gerar previsibilidade de receita. No entanto, para que isso aconteça, o pet shop precisa investir em gestão estruturada, ERP eficiente, controle de estoque, política de preço competitiva e, muitas vezes, estratégias como programas de fidelidade ou assinatura para enfrentar a concorrência dos grandes players e marketplaces.

Isso ajuda a entender por que, mesmo com os alimentos ainda representando cerca de metade do faturamento do setor pet, segundo estimativas das próprias entidades de mercado, os serviços ganham importância estratégica. Produtos são cada vez mais pressionados por preço, marketplace e guerra promocional. Serviços não: eles são experiência, confiança e relação, além de difíceis de substituir por um clique.

Quando um pet shop oferece banho e tosa de forma estruturada, ele deixa de ser apenas ponto de venda e passa a ocupar um lugar na rotina do cliente, e essa mudança é profunda, pois o negócio deixa de depender exclusivamente de campanhas, descontos ou datas sazonais para girar.

O problema não é o serviço, é a falta de método

De fato, investir em banho e tosa é algo complexo, pois exige equipe, espaço, treinamento e processos, e tudo isso é verdade. Mas esse não é um argumento contra o serviço. É um argumento contra improviso. Negócios que tentam operar banho e tosa como “puxadinho” normalmente sofrem. Negócios que tratam banho e tosa como unidade estratégica, com padrão, indicadores e gestão, colhem resultado. A diferença não está no serviço em si, mas na forma como ele é encarado dentro do modelo de negócio.

Ignorar esse movimento tem custo. Em um mercado que deve seguir em expansão em 2026, como mostram as projeções da Abinpet e do IPB para 2025, pet shops que permanecem restritos à venda de produtos tendem a perder relevância para operações que entregam conveniência e solução completa. O futuro do pet shop não é ser apenas uma boa loja, mas um bom ponto de relacionamento com o tutor, e relacionamento se constrói muito mais por meio de serviços do que por prateleiras.

Por isso, vale ressaltar que banho e tosa não é mais diferencial. Diferencial hoje é como o serviço é executado. Ter ou não ter deixou de ser escolha estratégica. Virou condição mínima para quem quer crescer, fidelizar e permanecer competitivo no varejo pet brasileiro.

*Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

Fonte: Mention

Lei que torna crime hediondo os maus-tratos contra animais com resultado em morte ganha urgência na Câmara dos Deputados

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Créditos: Divulgação

Maus-tratos contra animais podem anteceder outros crimes brutais cometidos pelo mesmo autor, aponta a Teoria do Elo; expectativa do deputado federal Felipe Becari é que PL seja votado nas próximas sessões plenárias

O Projeto de Lei que torna os maus-tratos contra animais crime hediondo, quando resultar na morte do animal, acaba de ganhar regime de urgência na Câmara dos Deputados. O PL 2475/2025, que conta com o deputado Felipe Becari (União-SP) como um dos autores, altera a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos) e representa um grande avanço para a causa animal no país. A expectativa de Felipe Becari é que o Projeto de Lei entre em votação nas próximas semanas, dada a relevância do tema. “Trabalho com resgate de animais há 15 anos e já resgatei mais de 5 mil animais. É inegável que os crimes de maus-tratos estão ganhando nos últimos anos contornos cada vez mais cruéis e precisamos frear esse movimento com a força da lei”, registra Becari.

Crimes como o praticado contra o cão Orelha, em Santa Catarina, no início do ano, e outros que passaram a ser noticiados desde então, provocaram o avanço na tramitação de diversas pautas relacionadas à causa animal. “Diversos deputados federais que nunca trabalharam pela causa passaram a olhar de forma mais sensível para a causa animal, o que pode beneficiar vários projetos vitais para a proteção e o bem-estar animal. Precisamos que esses PLs agora entrem na votação em plenário e a pressão popular é essencial para que isso aconteça”, registra o deputado federal.

Os crimes de maus-tratos contra animais são um forte indício de que o autor é capaz de migrar para outras práticas de violência, em especial a doméstica. A Teoria do Elo, desenvolvida por diversos pesquisadores e organizações desde a década de 1980, comprova que a crueldade contra animais está diretamente associada à violência contra mulheres, crianças e idosos, sendo os animais as primeiras vítimas em um ciclo de outros crimes brutais e violentos.

Tramitação sem prioridade

Felipe Becari ressalta que as pautas da causa animal nem sempre foram prioridade na Câmara dos Deputados. “A ‘bancada da proteção animal’ trabalha há anos para que os projetos de lei avancem nas Comissões e possam entrar em votação no plenário. Esta é uma reflexão importante neste momento. Já colocamos nos projetos tudo o que é possível fazer pela causa animal, sempre consultando desde protetores animais e ONGs, que sofrem na ponta, resgatando e amparando animais, até o Conselho Federal de Medicina Veterinária. Mas infelizmente somos pouquíssimos lutando frequentemente pela causa, quando muito. E as pautas animais nunca foram prioridade para quase a totalidade dos deputados federais. Na estante, sempre ficam nas prateleiras mais abaixo”.

De acordo com o deputado federal, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) compreende a relevância das pautas da causa animal e se comprometeu, pessoalmente com Felipe Becari no começo dos trabalhos legislativos, em fevereiro deste ano, a trabalhar para que os projetos de lei avancem. “Queremos que outros casos como o do Orelha não precisem acontecer para que a causa animal ganhe a devida importância para as votações na Câmara. São milhões de animais no Brasil que não podem aguardar tramitações de 13 anos, com a lei que proíbe o uso de animais em pesquisas cosméticas, para protegê-los”, reforça.

Brasil contra maus-tratos

Mais de 500 mil pessoas já assinaram a petição pública que pressiona a Câmara dos Deputados a pautar a votação do Projeto de Lei 752/2023, de autoria do deputado federal Felipe Becari. O PL visa a aumentar as penas dos crimes contra a fauna e tipifica mais de 20 condutas como crimes de maus-tratos. A campanha Brasil contra maus-tratos foi lançada por Felipe Becari no final de 2025 nas redes sociais.

Conheça PLs da causa animal

PL 27/2026
Aumenta a pena para o crime de maus-tratos contra animais nos casos em que, com intuito de promover, incentivar ou obter vantagem, o ato é gravado, transmitido ao vivo ou divulgado em redes sociais, plataformas de streaming, videochamada ou qualquer outra forma de comunicação digital.

PL 45/2026
Altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para aperfeiçoar as respostas socioeducativas aplicáveis a adolescentes que pratiquem atos infracionais envolvendo maus-tratos, violência ou sofrimento imposto a animais.

PL 14/2026
Assegura a inserção nos projetos institucionais e pedagógicos da educação básica e da educação superior, conforme diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação de temas relacionados às mudanças do clima, à proteção da biodiversidade, aos riscos e emergências socioambientais, ao bem-estar e proteção animal e a outros aspectos referentes à questão ambiental.

PL 767/2026
Permite a movimentação da conta vinculada do FGTS para custear despesas com o tratamento de saúde de animal de estimação do trabalhador.

Sobre Felipe Becari

O deputado federal Felipe Becari (União-SP), ativista da causa animal há mais de 15 anos, é autor de dezenas de projetos de lei que protegem os direitos dos animais domésticos e silvestres. Diversos deles estão em tramitação e aguardam votação na Câmara dos Deputados. Policial civil licenciado, é formado em Direito e tem cinco especializações – Perícias Criminais, Civil, Penal e Processual Penal, Administrativo e Humanos.

Resgatou mais de 5 mil animais vítimas de maus-tratos e em situação de abandono. Esteve em Brumadinho em 2019, resgatando dezenas de animais vítimas da tragédia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, quando grande parte deles perdeu seus tutores.

É integrante titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

Defende a adoção responsável e a castração para a redução do abandono de cães e gatos, com população estimada em cerca de 30 milhões de animais em situação de rua, atualmente, em todo o Brasil.

Deu projeção à defesa da causa animal nas re des sociais, onde conta com mais de 6 milhões de seguidores. Em seu perfil, defende firmemente o endurecimento das penas contra maus-tratos há vários anos e pressiona o poder público pela votação dos PLs que protegem os animais.

Fonte: Câmara dos Deputados

Pets e ar-condicionado: como evitar ressecamento e acertar a temperatura nos dias mais quentes

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Créditos: Divulgação

Especialista da Gree orienta como manter o conforto térmico de cães e gatos sem comprometer a saúde dos animais, com atenção à umidade e ao vento direto

Com as temperaturas cada vez mais elevadas em diversas regiões do país, o ar-condicionado deixou de ser apenas um item de conforto para se tornar um aliado importante também para quem tem pets em casa. No entanto, o uso inadequado do aparelho pode provocar desconfortos como ressecamento das vias respiratórias, da pele e dos olhos dos animais. Em ondas de calor, o objetivo deve ser resfriar com segurança, sem “gelar” o ambiente.

Segundo Romenig Magalhães, supervisor de P&D da Gree Electric Appliances, maior fabricante de ar-condicionado do mundo, o equipamento pode ser utilizado com segurança em ambientes com cães e gatos, desde que alguns cuidados sejam observados.

“O ar-condicionado não faz mal aos pets por si só. O problema está no excesso de frio, no fluxo direto de ar sobre o animal e na falta de controle da umidade do ambiente”, explica o especialista. “Com ajustes simples, é possível manter conforto térmico e minimizar o ressecamento.”

Temperatura equilibrada é fundamental

Diferentemente dos humanos, cães e gatos possuem mecanismos próprios de regulação térmica. Os cães, por exemplo, dissipam calor principalmente pela respiração ofegante, enquanto os gatos tendem a buscar superfícies mais frescas para se acomodar.

Ambientes muito frios podem gerar desconforto, letargia e, em casos mais extremos, agravar quadros respiratórios, especialmente em filhotes, animais idosos ou de pequeno porte.

“A recomendação é manter a temperatura entre 23 °C e 25 °C, evitando extremos. O objetivo é proporcionar conforto térmico, não transformar o ambiente em um espaço excessivamente frio”, orienta Magalhães. “Se o pet treme, se encolhe ou evita o cômodo, pode ser um sinal de que a climatização está exagerada.”

Atenção ao fluxo de ar direto

Outro ponto importante é o direcionamento do ar. O fluxo contínuo diretamente sobre o pet pode causar ressecamento das vias respiratórias e da pele, além de desconforto muscular. Modelos que permitem ajuste das aletas e controle do fluxo ajudam a distribuir o ar de maneira mais uniforme no ambiente. “O ideal é que o ar seja difundido pelo espaço, sem incidir diretamente sobre o local onde o animal costuma permanecer”, explica o especialista.

Umidade e qualidade do ar também merecem atenção

O ar-condicionado naturalmente reduz a umidade do ambiente durante o funcionamento. Em excesso, isso pode favorecer o ressecamento do focinho, da pele e das mucosas dos animais.

Por isso, é importante manter o equipamento com manutenção em dia, filtros limpos e, quando necessário, avaliar o uso combinado com ventilação natural em momentos estratégicos do dia e umidificação do ambiente. “Abrir janelas nos horários mais amenos e usar um umidificador pode ajudar, principalmente em períodos de ar mais ceco”, orienta Magalhães.

A qualidade do ar também impacta diretamente o bem-estar dos pets. Filtros limpos ajudam a reduzir poeira, pelos em suspensão e partículas que podem desencadear alergias. “A limpeza periódica é uma medida de saúde para pessoas e animais”, reforça o especialista da Gree.

Boas práticas para quem tem pets

O especialista da Gree recomenda:

Manter a temperatura entre 22°C e 24°C
Evitar vento direto sobre o animal
Garantir que o pet tenha opção de se deslocar para áreas menos climatizadas
Realizar manutenção periódica e limpeza de filtros
Manter sempre água fresca disponível
Observar sinais de desconforto (tremores, apatia, tosse, olhos irritados) e buscar orientação veterinária se persistirem
“O ar-condicionado pode ser um aliado importante no bem-estar dos pets, especialmente em dias muito quentes. O uso equilibrado e consciente garante conforto térmico sem comprometer a saúde dos animais. O segredo é regular temperatura, direcionamento do ar e rotina de manutenção”, conclui Magalhães.

Sobre a Gree Electric Appliances

Fundada em 1991 e listada na Bolsa de Valores de Shenzhen em 1996, a Gree Electric Appliances, Inc. é um líder global em soluções de climatização e eletrodomésticos, com sede em Zhuhai, China. Com cerca de 80.000 funcionários e 77 bases de produção em todo o mundo, a Gree oferece produtos inovadores em mais de 190 países. A empresa se destaca por seu compromisso com a qualidade, desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica, possuindo mais de 120 mil patentes. Presente no Brasil desde 2001, conta com uma filial em Manaus, capital do Amazonas. A Gree é a primeira empresa chinesa de eletrodomésticos a investir e construir uma fábrica no Brasil, tornando-se símbolo da capacidade de cooperação entre China e Brasil. A fábrica brasileira tem cerca de 100 mil metros quadrados e conta com mais de 1.500 funcionários.

Fonte: Máquina Cohn Wolf

Mixed Kids apresenta: Dog Lover Society

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Créditos: Divulgação

A coleção Dog lover society, mergulha no universo dos dogs para traduzir, em forma de roupa, a amizade verdadeira, a lealdade e aquele carinho que não precisa de palavras. Ao lado de um cachorro, o carisma das crianças brilha ainda mais, é uma alegria espontânea, leve e genuína, tão pura quanto a própria infância.

As peças traduzem essa cumplicidade com delicadeza e alegria, celebrando a ternura desse vínculo especial. A cartela de cores aposta em marrons, beges e tons terrosos, trazendo aconchego e sofisticação para a estação.

Como tradição da marca-mãe Mixed, a coleção apresenta estampas exclusivas que reforçam o conceito da temporada, como a estampa Dog Lover, com imagens de cachorrinhos, além de florais, xadrez e tear, equilibrando o lado cool e moderno com o chique e clássico.

Entre os destaques, a camiseta de Nossa Senhora de Guadalupe surge como peça-chave, sempre especial e cheia de significado.

Pensada para acompanhar as crianças em todos os momentos, do dia a dia com looks casuais e confortáveis às ocasiões especiais e datas comemorativas, a coleção aposta em tecidos de fibras naturais, respiráveis, sustentáveis, confortáveis e leves, garantindo liberdade para brincar e viver intensamente cada fase da infância.

Como sempre, os acessórios completam o universo Mixed Kids: tiaras, presilhas, laços e bijuterias acompanham desde o bebê até as mais adolescentes.

A coleção Dog Lover Society est disponível em todas as lojas Mixed Kids.

Fonte: Index Assessoria

Zoológico de São Paulo ganha cangurus-vermelhos no mês em que completa 68 anos

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Créditos: Divulgação

Animais serão embaixadores da fauna australiana para atividades de educação ambiental; instituição volta a receber a espécie após quase 20 anos

O Zoológico de São Paulo se tornou lar de quatro cangurus-vermelhos (Osphranter rufus), espécie originária das savanas e regiões áridas da Austrália. A chegada faz parte das comemorações dos 68 anos da instituição, celebrado em 16 de março.

Nascidos em um Zoológico no Texas, o grupo é formado por um macho e três fêmeas, entre dois e três anos, que já podem ser vistos pelo público em um habitat preparado especialmente para atender às características da espécie.

Os cangurus vão integrar as ações de educação ambiental desenvolvidas pelo zoológico, e apresentar aos visitantes a diversidade dos animais marsupiais e da fauna australiana. Marsupiais são mamíferos cujos filhotes completam parte do desenvolvimento fora do útero, dentro de uma bolsa localizada no abdômen da mãe, chamada de marsúpio – uma das características mais conhecidas dos cangurus.

O canguru-vermelho é herbívoro, pode atingir até 1,5 metro de altura e pesar cerca de 92 quilos no caso dos machos. As fêmeas são menores, com cerca de um metro de altura e peso que pode chegar a 39 quilos.

A forma de locomoção também chama atenção. Em vez de caminhar, esses animais se deslocam por meio de saltos. Um canguru-vermelho pode alcançar até três metros de altura e percorrer cerca de oito metros em um único salto, dependendo da velocidade. A cauda longa e musculosa auxilia no equilíbrio durante o movimento e também funciona como apoio quando o animal está em repouso.

Valores e Combo de Aniversário do Zoo
Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$89,99. O valor em compras para o mesmo dia é de R$119,90;

Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$29,90. O valor em compras para o mesmo dia é de R$39,90;

Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$99,90. O valor no dia é de R$119,90 (necessário agendar o horário para visitas de segunda à sexta-feita).

Serviço

Funcionamento dos parques:

Zoo São Paulo: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 16h (visitação até às 17h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h);

Jardim Botânico: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 16h (visitação até às 17h), e aos sábados, domingo e feriados das 9h às 17h (visitação até às 18h);

Simba Safari: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 17h (visitação até às 18h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h);

Compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari
Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda.
Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.

Fonte: Zoológico

Dor invisível: sinais silenciosos de dor em cães e gatos que os tutores costumam ignorar

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Créditos: Divulgação

Diferente dos humanos, cães e gatos não verbalizam dor. Em muitos casos, o sofrimento se manifesta de forma silenciosa, por meio da pele. Coceira persistente, feridas, queda de pelo e mudanças de comportamento podem indicar quadros dolorosos que passam despercebidos na rotina dos tutores.

De acordo com a médica veterinária Carla Perissé, especializada em dermatologia veterinária, há uma tendência de normalizar sinais que deveriam acender um alerta. “Muitos tutores acreditam que o animal está apenas ‘se coçando’ ou que a queda de pelo é comum. Na prática, esses sinais podem indicar dor crônica”, explica.

A especialista destaca que a pele é um dos principais órgãos de comunicação do corpo. “Ela reflete desequilíbrios internos, alergias, infecções e até estresse. Observar mudanças precocemente faz toda a diferença no tratamento e na qualidade de vida do pet”, afirma.

O acompanhamento veterinário adequado permite identificar a causa do problema e evitar que quadros simples evoluam para condições mais graves. “Cuidar da pele é cuidar do bem-estar como um todo”, conclui.

Fonte: F$ Comunicação

Tio Edy celebra o Mês do Consumidor com benefícios para clientes da creche pet

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Créditos: Divulgação

Rede oferece 20% de desconto para mensalistas que anteciparem o pagamento até 31 de março e isenta matrícula e kit aluno para novos clientes que contratarem planos.

Em celebração ao Mês do Consumidor, a rede de creches para cães Tio Edy lança uma campanha especial válida em todas as suas unidades. A ação traz condições exclusivas tanto para clientes que já fazem parte da comunidade quanto para novos tutores interessados em matricular seus pets.

Para os clientes que já possuem planos mensais ativos, a rede oferece 20% de desconto na antecipação do pagamento dos pacotes mensais da creche, desde que o pagamento seja realizado até o dia 31 de março. A iniciativa busca reconhecer a fidelidade dos mensalistas e incentivar a continuidade do cuidado e bem-estar dos cães que frequentam as unidades.

Já para novos clientes, a Tio Edy preparou um benefício especial: matrícula gratuita e kit aluno incluso na contratação dos planos da creche. O kit é composto por mochila, coleira de identificação com QR Code e agenda, itens pensados para facilitar a rotina e garantir a identificação dos pets durante as atividades.

A campanha é válida durante o Mês do Consumidor e contempla todas as unidades da rede, reforçando o compromisso da Tio Edy em oferecer experiências completas de cuidado, socialização e segurança para os cães, além de vantagens exclusivas para os tutores.

Fonte: Texto & Imagem

10 dicas para a convivência entre crianças com Síndrome de Down e cães

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Créditos: Vanessa Sallesaro

Especialista em comportamento canino destaca que vínculo saudável depende do preparo do animal e
participação ativa da criança e da família. Veterinária explica o vínculo entre a profissão e os cuidados de uma
criança atípica

A convivência entre crianças com Síndrome de Down e cães, cada vez mais comum, pode trazer benefícios
emocionais e sociais, desde que seja construída com orientação adequada, respeito às individualidades e
acompanhamento profissional. Para marcar o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março,
Richardson Zago, especialista em comportamento canino, fundador da Zago Adestramento e fundador
honorário do Patinhas Urbanas, elenca dez pontos essenciais para que essa relação seja segura, saudável e
positiva para todos os envolvidos.

“Não existe treinamento padrão quando falamos de convivência com pessoas que têm características fora do
convencional. O trabalho precisa ser feito em conjunto, com a criança participando, para que o cão entenda o
que será natural e comum naquele relacionamento”, afirma Zago.
Para a Dra. Emiliana Gallo, veterinária do Patinhas Urbanas e mãe da Lara, de 7 anos, o nascimento da filha
atípica ressignificou sua trajetória profissional. Ao longo da carreira, sempre conviveu com animais
resgatados, muitos com limitações físicas ou comportamentais, e aprendeu que o ponto central do cuidado é
o respeito às individualidades. “Como especialista, entendi que nenhum ser deve ser definido pela diferença.
O que todos precisam é de adaptação, limites claros e acolhimento”.

Segundo ela, a convivência entre crianças, sejam atípicas ou não, e animais exige supervisão constante. “Nem
a criança nem o animal compreendem sozinhos até onde podem ir. Cabe ao adulto orientar e garantir
segurança para ambos. No caso da Síndrome de Down, que é a minha experiência pessoal, percebo a Lara
como uma criança muito mais afetiva. Ela abraça mais, beija mais, gosta de toque e de carinho. Em alguns
casos, esse afeto pode ser exagerado para determinados animais, que podem reagir de forma defensiva,
arranhando ou mordendo.

Como mãe, Emiliana destaca que o vínculo pode ser extremamente positivo, desde que construído com
orientação. “Com o animal não existe cobrança de fala ou desempenho. É uma troca de afeto, no tempo da
criança. Mas tudo precisa ser mediado com responsabilidade”.

De acordo com Zago, existem algumas orientações que facilitam essa convivência:
1. A criança precisa participar do processo de adaptação
O treinamento não deve ser feito apenas com o cão. A criança precisa estar presente para que o profissional
consiga observar interações, gestos, formas de carinho e limites reais daquela relação.

2. Cada pessoa tem capacidades diferentes
Idade, nível de compreensão, autonomia e comunicação variam muito entre pessoas com Síndrome de Down.
O treinamento deve respeitar essas diferenças, sem pressupostos ou generalizações.

3. O cão deve ser treinado para a realidade da família
Não faz sentido preparar um animal para uma rotina que não será vivida. O treinamento precisa refletir o
cotidiano real da criança e da casa.

4. Interações precisam ser ensinadas
Comandos, brincadeiras, formas de carinho e até o modo de chamar o cão devem ser ensinados tanto para a
criança quanto para o animal, de forma simples e funcional.

5. O foco é adaptação, não imposição
O cão é altamente adaptável, mas precisa ser conduzido para entender limites, padrões de comportamento e
expectativas reais da convivência.

6. Gestos e intensidade importam
Algumas crianças podem ter movimentos mais intensos ou repetitivos. O treinador precisa avaliar se o cão
aceita toque frequente, abraços ou contato mais próximo.

7. Não existe raça ideal universal
A escolha do cão deve considerar o perfil da criança. Animais mais tolerantes ao toque e à proximidade
tendem a se adaptar melhor, mas não há regra fixa.

8. Raça não substitui avaliação comportamental
Mesmo dentro de uma mesma raça, há variações de temperamento. O comportamento individual do cão é
mais relevante do que o rótulo da raça.

9. Cães de guarda ou funções específicas exigem cautela
Animais com forte instinto de proteção ou trabalho não são indicados para qualquer perfil familiar,
especialmente quando essa aptidão não será utilizada.

10. O vínculo precisa ser construído com orientação
A convivência bem-sucedida não acontece por acaso. Acompanhamento profissional reduz riscos, evita
frustrações e fortalece a relação entre criança, cão e família.

“É sempre um ajuste fino. Avaliamos o que a pessoa consegue fazer, o que o cachorro precisa e como unir
essas duas realidades de forma segura e equilibrada. Esta pode ser uma experiência rica em afeto,
aprendizado e desenvolvimento emocional. Para isso, informação, preparo e respeito às individualidades são
fundamentais, tanto do ser humano quanto do animal”, finaliza Zago.

SOBRE O PATINHAS URBANAS
O Patinhas Urbanas surgiu em 2013 quando Richardson Zago, adestrador há mais de 27 anos, começou a
adestrar a Nina, cachorrinha de Humberto e Cida Gava (seus clientes na época). Foi aí que decidiram
inaugurar um conjunto de hotel e creche na zona norte de São Paulo que entregasse o mesmo amor que eles
têm pelos cães. Inicialmente, localizado na região de Santana, o espaço se expandiu e se estabeleceu no
bairro do Imirim e, hoje, conta com mais um sócio, o administrador de empresas, Daniel Navarro. Atualmente,
o Patinhas conta com mais de 200 clientes fixos entre daycare e banho e tosa e já hospedou mais de 500 cães.

São 12 anos de dedicação, estudando muito sobre o mercado e comportamento canino para proporcionar um
ambiente saudável, recreativo e educacional. A missão do Patinhas Urbanas é entender a personalidade dos
cães e oferecer atividades lúdicas, de socialização, e gasto de energia, sempre com o lema: “aqui o bem-estar
e a diversão são realmente levados a sério”.
@patinhasurbanas

SOBRE ZAGO ADESTRAMENTO
Fundada em 1998, hoje a Zago Adestramento é constituída por uma equipe de profissionais altamente
capacitados, todos unidos pelo olhar muito mais profundo para as necessidades dos tutores e dos seus
companheiros de quatro patas. Por conta disso, oferece uma gama de serviços, criados ao longo de 27 anos
de experiência, para lidar com diferentes temperamentos e compreendendo que métodos engessados não
funcionam. Entre os diferenciais estão as atividades de condicionamento físico, natação, trilha, entre outros.

Ao longo de sua carreira, Zago atendeu diversas personalidades. Entre os últimos cases estão o adestramento
dos cachorros Salomão (Sharpei) e Amora (SRD) da apresentadora da Record TV e repórter do Blog “Entre
Pets e Beijos” no R7.com, Lidiane Shayuri Hayashi com o seu marido Michael Keller, jornalista da Record TV e
apresentador do PodCringe- podcast da RecordTV”; os pets Júlio, Tadeu (ambos Spitz) e Miguel (Samoieda)
da modelo, apresentadora e empresária Juju Salimeni; os cachorros SRD Marley e Sky de Regiane Tápias,
apresentadora do programa Revista da Cidade TV da TV Gazeta.

Fonte: Publicar Comunics

Abandono animal chega a quase 30 milhões de pets morando nas ruas do Brasil

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Créditos: Edu leporo

Com mais de 80% dos casos concentrados em centros urbanos, iniciativas como a ONG MRSC atuam no atendimento a pessoas em situação de rua e seus animais.

O Brasil tem cerca de 30 milhões de animais vivendo nas ruas, segundo pesquisa recente do programa Cobasi Cuidar, realizada em parceria com ONGs de proteção animal e protetores independentes. O número representa aproximadamente um em cada quatro animais abandonados no mundo, sendo que mais de 80% deles estão concentrados em centros urbanos.

Nas grandes cidades, a presença desses animais nas ruas está ligada a fatores como abandono, reprodução descontrolada e dificuldades de acesso a políticas públicas de controle populacional. O cenário também revela outra realidade comum nos centros urbanos: a convivência entre pessoas em situação de rua e seus animais, vínculos que muitas vezes garantem companhia, proteção e cuidado.

É nesse contexto que surgem iniciativas sociais voltadas ao atendimento desses tutores e de seus pets, como a ONG Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC). A iniciativa foi criada pelo fotógrafo Eduardo Leporo após um projeto fotográfico em que registrou a relação entre pessoas em situação de rua e seus cães. Há uma década, a ONG oferece apoio a pessoas, cães e gatos em situação de rua por meio de ações que incluem alimentação, atendimento veterinário e iniciativas de conscientização sobre controle de natalidade e guarda responsável.

Para Leporo, ampliar o debate sobre o abandono é fundamental para incentivar a sociedade a olhar com mais atenção para a causa animal. “Quando entendemos a dimensão desse problema, percebemos que cada iniciativa faz diferença. Apoiar projetos sociais, incentivar a adoção responsável e combater o abandono são atitudes que ajudam a mudar essa realidade”, afirma.

Na prática, esse trabalho se materializa nas ações realizadas pela MRSC nas ruas. Durante essas iniciativas, os tutores recebem café da manhã, além de kits com itens básicos de higiene pessoal, como toalhas, roupas e chinelos. Para os animais, a ONG disponibiliza o Pet Móvel, estrutura que oferece banho quente, atendimento veterinário, vacinação, vermifugação e castração, além da distribuição de itens como ração, coleiras, guias, caminhas, brinquedos e medicamentos antipulgas e carrapaticidas.

Somente na capital paulista, onde há grande concentração de animais abandonados, a MRSC já realizou mais de 127 ações solidárias. No país, a iniciativa reúne mais de 200 voluntários, que já participaram de quase 700 ações. Ao todo, a ONG contabiliza mais de 30 mil atendimentos, 40 mil doses de vacinas aplicadas em cães e gatos e 5.500 castrações gratuitas.

Grande parte das ações é viabilizada por doações de pessoas físicas e por parcerias com empresas e instituições, como o Programa Adotepetz, da Petz, além da Mol Impacto, Arredondar e Boehringer Saúde Animal, que contribuem com ração, medicamentos, vacinas e produtos de higiene utilizados nas atividades.

Dedicando hoje a maior parte do seu tempo ao projeto, Leporo destaca a importância da rede de voluntários que participa das ações em diferentes cidades. “Sem a ajuda dos nossos voluntários, nosso trabalho não seria possível. Eles são a alma do projeto e ajudam a transformar a realidade de muitas pessoas e animais que vivem nas ruas. Diante de um cenário de abandono que ainda é grande no país, cada iniciativa e cada pessoa envolvida fazem diferença”, afirma.

Saiba mais sobre MRSC: A ONG MRSC (Moradores de Ruas e Seus Cães), fundada pelo fotógrafo paulistano Eduardo Leporo, surge da sensibilidade de observar as histórias por trás dos cães encontrados nas ruas. Documentando essas narrativas em seu livro “Moradores de Rua e Seus Cães”, Leporo transformou seu projeto fotográfico em um gesto de solidariedade. Desde 2015, a MRSC proporciona assistência abrangente a animais de estimação de pessoas em situação de rua em 07 estados brasileiros, e já beneficiaram mais de 100 mil indivíduos, somente na capital de São Paulo. Com o lema “Nem só de ração vive o cão. E nem o gato”, a ONG oferece alimentação, cuidados veterinários, esterilização e mais, financiados por doações e parcerias com grandes marcas. Para saber mais, acesse: https://www.moradoresderuaeseuscaes.com.br/

Fonte: Publika. aí Comunicação

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