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Pets ganham espaço no lifestyle náutico brasileiro

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Com a presença cada vez mais comum de animais em passeios náuticos, segurança e conforto passam a exigir planejamento específico, especialmente no Brasil. O setor pet é terceiro maior mercado do mundo com faturamento estimado em torno de R$ 78 bilhões (Abinpet). Equipamentos adequados, adaptação ao ambiente e escolhas corretas a bordo ajudam a evitar riscos durante a navegação.

Levar cães e gatos para passeios de lancha ou iate tem se tornado cada vez mais comum entre as famílias. O mercado náutico brasileiro intensificou a adaptação de embarcações para o transporte de animais de estimação, impulsionado pelo crescimento do setor pet, com faturamento estimado de R$ 77,2 bilhões em 2025, conforme dados da Associação Abinpet. O Brasil é o terceiro maior mercado pet do mundo e, dessa forma, fabricantes de lanchas de lazer como o Grupo Armatti & Fishing aplicam estruturas em lanchas de 26 a 52 pés para atender tanto aos pets quanto ao lazer marítimo.

As alterações técnicas focam na mitigação de riscos em águas abertas, com a instalação de portas de segurança entre proa e popa e o uso de materiais antiderrapantes. “Um de nossos pilares é a segurança de todos e o aumento da presença de animais a bordo exige que o projeto do barco ofereça segurança ainda mais ativa e engenharia analítica, como passagens rebaixadas e áreas que limitem o deslocamento indevido durante manobras. Além disso, buscamos constantemente informações sobre essa tendência para oferecer dicas e suporte aos nossos clientes com pets”, afirma Fernando Assinato, CEO do Grupo Armatti & Fishing.

O executivo alerta sobre cuidados ao integrar o pet ao passeio. “O animal precisa se sentir seguro e confortável. Isso passa por adaptação gradual, proteção contra o sol, oferta constante de água e, principalmente, equipamentos adequados, como colete salva-vidas próprio para pets. Navegar com um bichinho a bordo é possível, desde que o tutor esteja preparado”, conta.

Assinato cita ainda outros acessórios que ajudam na adaptação como: brinquedos à prova que ajudam a reduzir o estresse durante a navegação; rampas ou escadas para cães, que facilitam o retorno à embarcação após mergulhos ou paradas para banho e tapetes flutuantes posicionados sobre a água, que ampliam a área de lazer e permitem que pets e famílias compartilhem momentos fora do barco, com mais estabilidade e segurança.

Entre os itens essenciais, o colete salva-vidas para pets é o principal, já que auxilia na flutuação e facilita o resgate em caso de queda na água. Já em relação às tigelas de água e comida, são recomendados modelos antiderrapantes e em aço inoxidável, que resistem melhor ao ambiente marítimo.

Para passeios mais longos, a cama ou espaço fixo de descanso cria uma área de referência para o animal e contribui para que ele se sinta protegido ao longo da navegação.

Sobre o Grupo Armatti & Fishing

Com fábrica própria em São José (SC), o Grupo Armatti & Fishing, com mais de 30 anos de trajetória, é liderado pelo empresário Fernando Assinato. O grupo produz as lanchas premium da Armatti Yachts (31 a 52 pés) e a linha de alta performance Fishing Raptor (26 a 51 pés), reconhecidas por suas certificações internacionais e distribuídas no Brasil com exclusividade pela BoatSP.

Mais informações: http://www.armatti.com.br/ | https://fishing.com.br/

Fonte: Rotas Comunicação

Animais em contextos terapêuticos: ciência explica o impacto da interação humano-animal no cuidado e no desenvolvimento humano

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ROYAL CANIN® apoia projetos que atuam com animais em contextos terapêuticos voltados à promoção da saúde e da qualidade de vida

Muito além da companhia, a presença de animais em contextos estruturados de cuidado tem se mostrado relevante para a saúde humana. As Intervenções Assistidas por Animais (IAA), quando aplicadas como Terapia Assistida por Animais (TAA), integram planos terapêuticos personalizados com metas mensuráveis voltadas à melhoria da função física, social, emocional ou cognitiva de pacientes.

Segundo o guia sobre Interações Humano-Animal da Waltham Petcare Science Institute, essa abordagem evoluiu ao longo das últimas décadas com maior respaldo científico e rigor metodológico. Suas raízes remontam aos estudos do psicoterapeuta infantil Boris Levinson, nas décadas de 1960 e 1970. Quando conduzidas por profissionais qualificados, essas intervenções podem contribuir para reduzir o estresse e a angústia, fortalecer vínculos, aumentar a motivação e favorecer mudanças comportamentais positivas.

Os benefícios são especialmente relevantes em populações específicas. Evidências científicas citadas na publicação indicam que intervenções com cães e equinos, por exemplo, podem melhorar a função social e reduzir comportamentos estereotipados em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Já no caso do Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), cães de assistência auxiliam na redução do isolamento social, aumentam a sensação de segurança e contribuem para o restabelecimento do vínculo social.

O avanço científico também ampliou o entendimento sobre o papel dos cães de assistência em alertas médicos. Estudos mencionados na obra indicam que alguns animais podem sinalizar crises epilépticas, identificar alterações nos níveis de glicose em pessoas com diabetes e há pesquisas promissoras relacionadas à detecção de determinados tipos de câncer. A hipoterapia, que utiliza o movimento do cavalo como recurso terapêutico, também apresenta benefícios associados ao desenvolvimento motor, neurológico e à autoestima.

Para a ROYAL CANIN®, companhia global que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, apoiar iniciativas baseadas nessa abordagem terapêutica e voltadas ao cuidado com a saúde humana está alinhado ao seu compromisso com a ciência, o bem-estar e o impacto positivo na sociedade.

No Brasil, esse direcionamento também se traduz no apoio a projetos sociais. Dentre eles, o MEDICÃO, que atua com Terapia Assistida por Animais em hospitais e instituições de cuidado; o KDOG Brasil, que desenvolve pesquisa e treinamento de cães para auxiliar na detecção precoce do câncer de mama por meio do olfato; e o IBETAA, que utiliza a Terapia Assistida por Animais no atendimento a crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade, como processos judiciais.

Segundo Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil, ter embasamento científico comprovado é essencial para a consolidação e a escolha dos projetos apoiados pela marca. “As intervenções assistidas por animais evoluíram significativamente nas últimas décadas, com maior rigor metodológico e acompanhamento técnico. Quando inseridas em contextos terapêuticos, podem contribuir de forma relevante para o desenvolvimento social, emocional e funcional de diferentes perfis de pessoas”, afirma.

Essas ações refletem o compromisso da ROYAL CANIN® em apoiar projetos fundamentados em ciência, ética e responsabilidade, reforçando seu propósito de fazer Um Mundo Melhor para os Pets.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site da empresa.

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de dietas que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 400 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 17 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 230 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: InPress Porter Novelli

Totem de autosserviço eleva vendas em 22% e faz compras em até dois minutos no varejo pet

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Sistema exclusivo da Bable Pet para o setor já concentra 100% das vendas de produtos em lojas piloto e aumenta ticket médio em 15%

Compras concluídas em até dois minutos, ticket médio 15% maior e crescimento de 22% nas vendas de produtos. Esses são os primeiros resultados do uso de um totem de autosserviço desenvolvido exclusivamente para o varejo pet, que já responde por 100% das transações de produtos em lojas piloto localizadas em São Caetano do Sul, Moema e Piracicaba. A solução permite que o tutor escaneie os itens, escolha a forma de pagamento e finalize a compra de forma totalmente autônoma, sem filas ou intervenção humana.

A tecnologia foi implementada pela Bable Pet, rede de pet shops especializada em soluções de eficiência operacional e experiência do consumidor, como parte de um novo modelo de venda direta ao consumidor final por meio de PDVs Autônomos. O equipamento reúne leitor de código de barras, tela touch e pagamento por aproximação, enquanto o software embarcado administra mix, preços e relatórios em tempo real, além de ativar estratégias de trade marketing, como combos, kits, descontos progressivos, campanhas sazonais e a aplicação automática dos benefícios do Clube de Banho.

Segundo Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet, o projeto nasce de uma decisão estrutural para resolver um gargalo histórico do setor. De acordo com o executivo, ao estruturar a distribuidora própria da rede, ficou evidente que a dupla tributação no modelo tradicional, franqueadora, franqueado e consumidor final, corroía margens, imobilizava capital e pressionava o fluxo de caixa das operações. “A partir dessa dor, entendemos que precisávamos mudar o modelo. Com o PDV Autônomo, a franqueadora passa a vender diretamente ao consumidor, eliminando a tributação duplicada e devolvendo rentabilidade para o franqueado”, afirma.

O movimento acompanha a transformação do mercado pet no Brasil, que já soma cerca de 160 milhões de animais de estimação. Entre 2019 e 2023, o e-commerce pet cresceu mais de 200%, segundo o Instituto Pet Brasil, refletindo um consumidor cada vez mais orientado à conveniência, autonomia e uso de tecnologia, comportamento que começa a se consolidar também no ambiente físico das lojas.

Além da experiência do consumidor, o impacto é direto na operação. No novo modelo, o franqueado deixa de investir em estoque de produtos, reduz capital imobilizado, melhora o fluxo de caixa e passa a operar com menos pressão sobre a recepção, concentrando esforços no serviço, que é o core do negócio. Em contrapartida, recebe remuneração recorrente pelo aluguel do espaço e participação proporcional nas vendas realizadas pelo totem.

Os dados preliminares reforçam a adesão do público à solução. A taxa de conversão supera 90%, enquanto os produtos mais vendidos incluem snacks, petiscos premium, brinquedos e itens de reposição rápida. Os picos de uso acontecem principalmente nos horários de entrada e retirada de banho e tosa, quando o tutor tem menos tempo disponível. Hoje, o pagamento em dinheiro não está habilitado e representa menos de 3% dos eventos de compra, sem impacto relevante na conversão.

Com o rollout em andamento, a Bable Pet prevê encerrar 2025 com três unidades ativas e expandir para 30 a 40 totens em 2026, incluindo pontos fora da própria rede, como pet shops independentes e consultórios veterinários que hoje não comercializam produtos. A meta é ampliar em até 500% as vendas de varejo via PDV Autônomo no primeiro semestre de expansão. “Estamos criando um formato leve, plug-and-play e escalável, que pode funcionar como um shop-in-shop e abrir caminho para uma microfranquia de varejo pet orientada por dados, eficiência financeira e autonomia do consumidor”, conclui Ricardo de Oliveira.

Sobre a Bable Pet

A Bable Pet é uma rede de franquias de pet shops que une produtos, serviços veterinários e serviços estéticos em um só lugar, com o propósito de ser “o único lugar que seu cão precisa”. Fundada em 2020, a marca já conta com 11 unidades em operação, incluindo uma em Portugal e outra no Chile. Com seu modelo inovador de banho e tosa sem necessidade de agendamento, a Bable Pet se consolidou como uma das redes mais modernas e convenientes do mercado pet. Site: https://bablepet.com.br/ | Link do totem de autosserviço: https://unapet.mercos.com/

Fonte: Mention

Fórum reúne lideranças e especialistas para debater bem-estar animal como estratégia de mercado e competividade

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Evento presencial, organizado pela Produtor do Bem e pela COBEA será realizado em 7 de maio na capital paulista

Os rumos da produção responsável de proteína animal sob a ótica empresarial serão o foco do Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance, evento organizado pela Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) e pela sua idealizadora, a Produtor do Bem Certificação, que será realizado no dia 7 de maio no Radisson Blue, em São Paulo (SP).

O encontro propõe um debate qualificado sobre como o bem-estar animal vem se consolidando como fator de gestão de risco, acesso a mercados, atração de capital e fortalecimento de reputação no setor agropecuário. Com a presença de lideranças do setor de alimentos e do mercado financeiro e especialistas de sustentabilidade corporativa, o Fórum se coloca como uma oportunidade aos participantes para trocar experiências, alinhar visões e fortalecer a colaboração em torno de uma agenda essencial para o futuro da proteína animal.

Durante o evento serão debatidos temas sobre o papel do capital e da competitividade no futuro da proteína; riscos, oportunidades e critérios de investimento no setor agroalimentar; bem-estar animal como diferencial competitivo; geração de valor a partir de práticas responsáveis; e engajamento da cadeia e posicionamento frente às demandas globais. Na ocasião, a COBEA lançará o relatório “Bem-estar animal na cadeia produtiva brasileira – Evolução e ambições para o futuro”, documento que apresenta um panorama atualizado do setor e aponta tendências e desafios estratégicos para os próximos anos.

“O Brasil já é uma potência na produção de proteína animal em escala, eficiência e tecnologia. O próximo passo é consolidar essa liderança também sob a perspectiva da responsabilidade. Temos investido na construção de diálogo entre os diferentes elos da cadeia – do produtor ao investidor – porque acreditamos que o bem-estar animal é um dos pilares que pode posicionar o país de forma diferenciada nos mercados mais exigentes. Não se trata apenas de conformidade, mas de visão estratégica, gestão de risco e geração de valor no longo prazo”, observa o diretor-execurivo da Produtor do Bem, José Ciocca.

“Esse evento representa uma oportunidade rara de unir os setores agropecuário e financeiro para debater estratégias, sinergias e oportunidades para construir um setor responsável e preparado para o futuro. Diferentes atores e representantes de empresas compartilharão suas histórias e, juntos, olharão para o futuro em direção a objetivos e ambições comuns”, afirma a diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo link.

SERVIÇO:
Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance
Data: 7 de maio de 2026
Local: Radisson Blu São Paulo – Avenida Cidade Jardim, 625, Sala Faria Lima, Itaim Bibi, São Paulo (SP)
Inscrições aqui.

Sobre a COBEA

A Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) é uma iniciativa pré-competitiva criada em 2024 com o propósito de facilitar os avanços em bem-estar animal na cadeia de proteína animal brasileira. Reunindo produtores, processadores, varejistas, food service, pet food e parceiros estratégicos, a COBEA busca alinhar ambições, superar barreiras ao progresso, e acelerar os avanços por meio de ação conjunta. Idealizada pela certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com nove importantes atores: Danone Brasil, Grupo IMC (International Meal Company), JBS Brasil, Mantiqueira Brasil, MBRF, Minerva Foods, Nestlé Brasil, Planalto Ovos e Special Dog Company.

Saiba mais:

https://cobea.com.br/
https://www.linkedin.com/company/cobeabrasil/

Fonte: Attuale

Alimentação pet: mais do que comida, uma construção de vínculos

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Entenda como o alimento vai além da nutrição e contribui para confiança, segurança emocional e vínculo com o tutor no dia a dia

O cheiro do café recém-passado, o sabor de um bolo que acabou de sair do forno ou uma receita que remete à infância. Mais do que sabores, esses alimentos carregam memórias afetivas, sensações de conforto e pertencimento. A comida, para os humanos, sempre foi uma forma silenciosa de comunicação emocional. E engana-se quem pensa que essa relação existe apenas entre pessoas. Para cães e gatos, a alimentação também está profundamente ligada às emoções.

Desde os primeiros contatos com o ambiente, os pets aprendem a interpretar o mundo por meio de experiências repetidas. Entre elas, a alimentação ocupa um lugar central. O momento em que o alimento é oferecido, a forma como isso acontece e a presença do tutor constroem associações que vão além da saciedade. Aos poucos, o pet passa a relacionar aquele ritual à segurança, ao cuidado e à previsibilidade.

Esse processo é conhecido como alimentação emocional, um conceito que considera o alimento como parte da construção do bem-estar do animal. Na prática, significa entender que comer não é apenas um ato fisiológico, mas uma experiência associativa. Quando a alimentação acontece em um ambiente calmo, em horários consistentes (rotina) e com interação positiva, o pet passa a associar esse momento a estados emocionais estáveis.

Do ponto de vista comportamental e neurobiológico, essa associação não é aleatória. “A alimentação ativa sistemas ligados à recompensa e à regulação do estresse, estimulando a liberação de neurotransmissores relacionados ao prazer e à sensação de segurança. Com o tempo, essas respostas ajudam o animal a interpretar o ambiente como confiável, o que se reflete em comportamentos mais equilibrados e maior capacidade de adaptação”, explica Bruna Isabel Tanabe, médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition.

A previsibilidade, aliás, é um dos pilares da alimentação emocional. Pets que sabem quando e como vão se alimentar tendem a apresentar menos sinais de ansiedade. Esse padrão é especialmente importante para animais sensíveis, recém-adotados ou que passaram por mudanças de ambiente. O alimento, nesse contexto, ajuda a organizar a rotina e a reduzir a sensação de incerteza.

Para isso, os petiscos ganham um papel estratégico. Quando utilizados de forma consciente, eles deixam de ser apenas recompensas e passam a atuar como marcadores emocionais positivos. “Oferecer um petisco após um comportamento desejado, durante uma brincadeira ou em momentos desafiadores ajuda o pet a associar aquela experiência à presença do tutor e a sentimentos de acolhimento e confiança” reforça a profissional.

Vale reforçar que alimentação emocional não significa oferecer comida em excesso ou utilizar o alimento para compensar ausência ou culpa. O foco não está na quantidade, mas no contexto e na intenção. Trata-se de usar o alimento como ferramenta de vínculo, respeitando as necessidades nutricionais e emocionais do animal.

Com o tempo, essa relação equilibrada se reflete no comportamento. “Cães e gatos que vivenciam uma rotina alimentar estruturada e emocionalmente positiva tendem a apresentar maior facilidade de aprendizado e menos comportamentos relacionados à ansiedade, como compulsão alimentar, vocalizações excessivas ou insegurança em situações novas. O alimento deixa de ser apenas resposta ao apetite e passa a integrar a linguagem afetiva da convivência”, afirma Bruna.

Quando o tutor compreende que alimentar também é comunicar, o gesto se tornar um ato de amor. Manter rituais consistentes, observar o comportamento do pet e usar os petiscos de forma intencional transformam a alimentação em um momento de presença e conexão. Uma linguagem silenciosa, mas poderosa, capaz de nutrir não apenas o corpo, mas também a confiança e a segurança emocional ao longo do tempo.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Campos do Jordão realiza Páscoa Pet neste sábado com inscrição gratuita

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Programação no Museu Felícia Leirner inclui passeio com os animais de estimação, feira de adoção e arrecadação de ração para o Centro de Zoonoses

Já é Páscoa em Campos do Jordão e quem for ao Museu Felícia Leirner neste sábado, 7 de março, pode celebrar a data ao lado do seu melhor amigo. É que, a partir das 10h, acontece no local a primeira edição da Páscoa Pet, evento gratuito que integra a programação “As Páscoas de Campos” e convida tutores e animais de estimação para uma manhã de atividades ao ar livre.

A programação inclui a “Cãocentração”, com orientações voltadas à neutralidade social entre os pets; passeio monitorado pelo parque do Museu Felícia Leirner; e a Caça aos Ovos Pet, atividade com ovos premiados destinados exclusivamente aos animais participantes.

Além das atividades programadas, a organização propõe uma ação solidária. No dia do evento, o participante é convidado a doar um pacote de ração, do tamanho que desejar. Todo o alimento arrecadado será destinado aos animais assistidos pelo Centro de Zoonoses de Campos do Jordão. A Zoonoses também levará para o evento sete cães adultos, que estarão disponíveis para adoção responsável.

A Páscoa Pet tem entrada gratuita, mediante inscrição prévia pela plataforma Sympla (link). Como forma de reconhecimento, os inscritos receberão uma camiseta oficial do evento.

A ação integra uma temporada de seis semanas de programação. Com o tema “As Páscoas de Campos”, o município organiza um calendário com eventos simultâneos nas áreas de cultura, esporte, gastronomia, lazer e turismo. A agenda é construída em parceria entre a Prefeitura de Campos do Jordão, o Consórcio Aproveite Campos do Jordão e a Associação Cozinha da Mantiqueira. A expectativa é receber cerca de 500 mil visitantes ao longo do período.

O diretor do Consórcio Aproveite Campos do Jordão, Sidney Isidro, destaca que a proposta da temporada é ampliar as possibilidades de vivenciar o período na cidade. “A Páscoa Pet é uma das opções para aproveitar Campos do Jordão neste final de verão e início de outono. A ideia é oferecer, durante esta temporada de Páscoa, experiências para públicos variados e fortalecer o calendário turístico mostrando que a cidade mais alta do Brasil tem diversos atrativos ao longo do ano todo”, destaca.

Sobre o Consórcio Aproveite Campos do Jordão

Campos do Jordão, no lado paulista da Serra da Mantiqueira, a 1.628 metros de altitude, é reconhecida como a cidade mais alta do Brasil e um dos destinos de montanha mais sofisticados do país. Natureza exuberante, clima europeu, gastronomia e grandes eventos transformam a cidade em vitrine permanente de seu potencial turístico, cultural e econômico.

Foi nesse contexto que nasceu o Consórcio Aproveite Campos do Jordão, fruto da união estratégica de associações locais para fortalecer o destino e ampliar sua competitividade.

Atualmente, o Consórcio concentra sua atuação no fortalecimento do Convention & Visitors Bureau de Campos do Jordão, acelerando o crescimento da entidade, ampliando sua relevância e posicionando o município de forma ainda mais estratégica no cenário do turismo e de eventos.

Mais informações: @aproveitecamposdojordao.

Serviço
Páscoa Pet
Quando: 7 de março, às 10h
Onde: Museu Felícia Leirner
Endereço: Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1.880 – Alto da Boa Vista
Inscrições: Plataforma Sympla
Entrada gratuita

Fonte: Business /factory

WeVets oferece vagas com bolsa em programa de aprimoramento profissional em UTI

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Programa inclui pós-graduação lato sensu, 4.200 horas de treinamento supervisionado e prática em hospitais 24h de alta complexidade em São Paulo

A WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, abriu inscrições para até 10 bolsas presenciais no Programa de Aprimoramento Profissional em Terapia Intensiva Veterinária (UTI), uma pós-graduação lato sensu realizada em parceria com a EBRAMEV Educação.

Além da isenção das mensalidades da pós-graduação, o programa oferece auxílio financeiro mensal de R$ 2.300 no primeiro ano (R$ 2.000 de bolsa + R$ 300 de transporte) e R$ 2.800 no segundo ano (R$ 2.500 + R$ 300), em regime de dedicação exclusiva.

“A medicina intensiva veterinária configura-se atualmente como um dos segmentos de maior crescimento dentro da saúde animal, com projeções de expansão anual superiores a 7% nas próximas décadas. Paralelamente, observa-se uma transformação no vínculo entre tutores e animais de companhia, que passam a ser reconhecidos como membros da família, o que se reflete em maior nível de exigência, investimento e busca por excelência no cuidado à saúde”, comenta Carol Marques, médica-veterinária e supervisora na WeVets.

“Nesse contexto de alta complexidade assistencial, incorporação tecnológica contínua e evolução científica constante, o programa foi estruturado com o objetivo de formar profissionais altamente capacitados, atualizados e preparados para atuar com suporte de uma equipe especializada e infraestrutura de ponta”, completa a especialista.

As inscrições estão abertas até 15/03 conforme edital e podem ser acessadas no site da Ebramev.

Com carga horária total de 4.200 horas (360 teóricas e 3.840 práticas), o programa combina formação acadêmica com atuação supervisionada em hospitais 24h da rede WeVets, referência em média e alta complexidade. A proposta é permitir que médicos-veterinários recém-formados possam se especializar em terapia intensiva sem precisar abrir mão de renda durante o período de formação.

O processo ocorre em quatro etapas:

16/03 — Prova teórica
17/03 — Entrevista e prova prática
Até 19/03 — Liberação de aprovados
23 a 27/03 – Onboarding presencial na unidade Butantã
30/03 — Início das atividades
As etapas presenciais serão realizadas na unidade WeVets Butantã, em São Paulo. Podem se inscrever profissionais com graduação em Medicina Veterinária reconhecida pelo MEC e registro no CRMV (ou protocolo). A inscrição é gratuita.

A iniciativa reforça a estratégia da WeVets de atuar como ecossistema de saúde veterinária, integrando hospitais 24h, laboratório próprio, plano de saúde pet e formação profissional estruturada. A empresa mantém um dos maiores programas de desenvolvimento de médicas-veterinária do país e aposta na qualificação técnica como pilar de expansão sustentável do setor.

Sobre a WeVets

A WeVets é um grupo de excelência em saúde veterinária que oferece cuidado completo para pets, reunindo hospitais 24h, plano de saúde, diagnóstico avançado e uma rede credenciada qualificada. Suas unidades contam com consultas, vacinas, exames, mais de 20 especialidades, cirurgias, internação, emergência e UTI, garantindo atendimento contínuo, da prevenção aos casos de alta complexidade. Em parceria com a Ânima Educação, mantém o maior programa de aprimoramento profissional em medicina veterinária do Brasil, reforçando seu compromisso com a evolução da saúde pet no país.

Fonte: Focal 3

Filhotes, adultos e idosos: por que a alimentação precisa mudar em cada fase da vida

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Mesmo com mudanças no corpo dos animais, muitos tutores mantêm a mesma alimentação por anos; entenda como nutrir seu pet em cada fase da vida.

Cães e gatos não têm as mesmas necessidades ao longo da vida. Filhotes gastam mais energia, adultos entram em fase de manutenção e, com o passar dos anos, o organismo passa a funcionar de forma mais lenta. Essas mudanças afetam o metabolismo, a disposição e a forma como o corpo responde aos cuidados do dia a dia.

Na prática, porém, essa adaptação nem sempre acontece. É comum que tutores mantenham os mesmos hábitos por longos períodos, sem considerar que o animal mudou, ficou menos ativo, ganhou peso ou passou a apresentar alterações no apetite. Aos poucos, esses sinais se refletem na saúde e na qualidade de vida do pet.

Segundo a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia, alguns ajustes simples já fazem diferença nos cuidados ao longo da vida do pet , e rever a alimentação é um dos primeiros ajustes que deveriam acontecer com o passar do tempo. “O corpo do animal muda, e a alimentação precisa acompanhar essas transformações. Adequar o que o pet consome de acordo com a idade, o porte e o nível de atividade ajuda o organismo a funcionar melhor e reduz riscos à saúde ao longo dos anos”, afirma.

Mas afinal, como identificar essas mudanças e ajustar a alimentação ao longo da vida do pet?

Segundo a especialista, o primeiro passo é entender que cada fase traz necessidades diferentes, e que o comportamento do animal costuma dar os primeiros sinais.

Na fase de filhote, a alimentação precisa acompanhar a alta demanda de energia e nutrientes. É quando o organismo está em formação, e a dieta influencia diretamente o crescimento, o desenvolvimento muscular e o fortalecimento do sistema imunológico. “Esse é o momento em que o animal constrói a base da saúde que vai carregar pelo resto da vida. Uma alimentação inadequada pode comprometer o desenvolvimento e trazer consequências permanentes”, explica Markowitsch.

Já na vida adulta, o foco deixa de ser o crescimento e passa a ser a manutenção da saúde. O alimento deve ajudar a manter o peso adequado e o equilíbrio nutricional, além de prevenir doenças. “Uma dieta correta nessa fase é fundamental para evitar obesidade, problemas metabólicos e sobrecarga nas articulações. Porte, nível de atividade física, rotina e até o ambiente em que o animal vive precisam ser considerados”, destaca.

Com a chegada da fase idosa, novas adaptações se tornam necessárias. O metabolismo desacelera, o gasto energético diminui e órgãos como rins e sistema digestivo passam a exigir mais atenção. Em geral, essa fase começa por volta dos 7 anos, quando o pet tende a ficar menos ativo, dormir mais e, em alguns casos, apresentar mudanças no apetite.

Nesse período, a médica-veterinária Yeda Markowitsch destaca que a nutrição do pet idoso deve priorizar nutrientes de fácil absorção, controle calórico e suporte às articulações e às funções cognitivas, sempre levando em conta as condições individuais de cada animal. Dietas com menos gordura, mais fibras e nutrientes equilibrados tendem a trazer benefícios nessa fase, e a alimentação natural pode ser uma aliada por ser mais palatável, facilitar a mastigação e contribuir para a digestão.

De acordo com a especialista, nutrientes como ômega 3 e 6, proteínas magras, fibras naturais e vitaminas A, C e E são importantes na rotina alimentar dos pets idosos. Ingredientes funcionais, como colágeno, cúrcuma, gengibre e óleo de coco, também podem complementar a dieta.

A veterinária reforça ainda que, independentemente da idade, a orientação profissional é fundamental. Alimentar um pet, segundo ela, vai além de oferecer comida: envolve compreender o que o organismo precisa em cada fase da vida. Ajustes simples na alimentação podem impactar diretamente a saúde e a qualidade de vida dos animais.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Pet shop que vive só de ração perde mercado

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*Por Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet, especialista do mercado pet.

O varejo pet brasileiro precisa encarar uma verdade desconfortável de que depender majoritariamente da venda de ração deixou de ser um modelo sustentável, e isso não se trata de pessimismo, mas de leitura estratégica. O próprio tamanho do setor ajuda a explicar o problema. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em conjunto com o Instituto Pet Brasil, o mercado pet brasileiro estava projetado para faturar cerca de R$ 77,2 bilhões em 2025, mantendo uma trajetória consistente de crescimento. O paradoxo é que, quanto maior o mercado, mais brutal se torna a competição nos segmentos comoditizados, sendo que nenhum é hoje tão comoditizado quanto a ração.

Ainda segundo dados da Abinpet, o segmento de alimentos industrializados para pets responde por aproximadamente 54% de todo o faturamento do setor, movimentando mais de R$ 40 bilhões por ano. À primeira vista, isso parece um convite para concentrar esforços exatamente nessa categoria, mas, na prática, é uma armadilha. Quanto maior e mais relevante a categoria, maior o interesse de atacarejos, grandes redes e marketplaces em transformá-la em produto de atração, usado como isca de preço para ganhar escala e tráfego.

Esse movimento desloca a ração do campo do valor para o campo da comparação pura, fazendo com que o tutor deixe de avaliar atendimento, conhecimento técnico ou vínculo, passando a comparar essencialmente números. E, nessa arena, estruturas gigantes, com poder de compra, logística própria e políticas agressivas de subsídio, sempre levarão vantagem sobre o pet shop independente.

A desintermediação já está em curso

A mudança de comportamento do consumidor não é teórica. De acordo com projeções da Câmara Setorial de Animais de Estimação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os canais digitais já representam cerca de 8% do faturamento total do setor pet e seguem em trajetória de crescimento. Ao mesmo tempo, o mesmo relatório aponta que pet shops de pequeno e médio porte ainda concentram aproximadamente 48% dos canais de acesso aos produtos e serviços pet no país.

Esse dado revela duas coisas importantes: a primeira é que a loja física continua relevante; a segunda é que essa relevância não está garantida pela venda de produtos, mas pelo papel que a loja ocupa na vida do tutor. Quem usa o ponto físico apenas como mini-distribuidor concorre diretamente com plataformas muito mais eficientes.

Produto não fideliza, solução fideliza

Existe um equívoco comum de que a fidelidade nasce da recorrência da compra. Não nasce, ela nasce da percepção de valor. Ração gera frequência, mas não gera vínculo; serviços geram vínculo, orientação gera vínculo e experiência gera vínculo.

O próprio crescimento do setor está cada vez mais associado à chamada “humanização dos pets”, fenômeno reconhecido pela Abinpet como um dos principais motores de expansão do mercado. Em outras palavras, os tutores gastam mais não apenas para alimentar, mas para cuidar melhor, prevenir doenças, melhorar a qualidade de vida e prolongar o bem-estar dos animais, o que favorece serviços, acompanhamento, personalização e relacionamento, e não prateleiras.

O argumento do “sempre foi assim”

Pensar que o pet shop sempre viveu de ração e sempre viverá é um tipo de raciocínio que ignora a história recente de diversos setores. Bancos viveram de agência. Locadoras viveram de DVD. Livrarias viveram de balcão. Todos tinham razões aparentemente sólidas, mas todos perderam relevância quando confundiram hábito passado com garantia futura.

A verdade é simples: competir por preço em categoria comoditizada é estratégia de curto prazo. No médio e longo prazo, ela corrói margem, limita investimento e enfraquece a marca. O pet shop que quer existir daqui a cinco ou dez anos precisa assumir outra identidade. Precisa ser ponto de cuidado, de orientação e de relacionamento, além de estruturar serviços, programas de fidelização, acompanhamento do histórico do pet, experiências presenciais, parcerias com profissionais e ações que construam comunidade.

Produto continuará sendo importante. Mas como parte de uma solução, não como o centro dela. Pet shop que vive só de ração não está apenas com margem apertada. Está com o modelo errado. E modelo errado, mais cedo ou mais tarde, cobra a conta.

*Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

Fonte: Mention

Zoetis Brasil lança Simparic® Trio, antiparasitário oral mensal com cobertura ampliada, incluindo proteção contra vermes do coração e do pulmão

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Créditos: Divulgação

Solução mensal já consolidada internacionalmente chega ao país em resposta à demanda por abordagens preventivas mais completas e duradouras

A Zoetis, líder global em saúde animal, anuncia o lançamento de uma nova opção de antiparasitário mensal mastigável no mercado brasileiro: Simparic® Trio reúne a exclusiva combinação de sarolaner, moxidectina e pirantel para uma abordagem preventiva mais completa contra parasitas externos (pulgas e carrapatos) e internos (vermes intestinais), além da prevenção da dirofilariose (verme do coração) e verme pulmonar.

A prevenção contra parasitas é um dos principais pilares da saúde dos cães – pulgas, carrapatos e vermes estão entre os desafios mais frequentes da rotina veterinária e, quando não controlados de forma contínua, podem causar desconforto, doenças e impactos relevantes na qualidade de vida dos animais. Nesse cenário, o Simparic® Trio passa a integrar o conjunto de opções disponíveis para protocolos preventivos mais abrangentes, reunindo diferentes frentes de proteção em uma única administração mensal e priorizando a praticidade na rotina de tutores e pets.

A solução é a única opção oral mensal no país com cobertura contra o verme pulmonar e com uma dose otimizada de moxidectina, visando ampla proteção inclusive contra linhagens resistentes do verme do coração, além de se diferenciar por ter início de ação a partir de 3 horas após a administração e oferecer proteção por até 35 dias contra pulgas, carrapatos e vermes. Essa característica contribui para a continuidade do cuidado, especialmente em situações de pequenos atrasos na administração, reforçando a importância da regularidade no controle de parasitas.

A cobertura ampliada contra parasitas internos inclui doenças graves que podem evoluir de forma silenciosa nos cães, como a dirofilariose (verme do coração) e o verme pulmonar. Transmitidas principalmente por vetores ou por contato com ambientes e hospedeiros intermediários, essas infecções podem afetar sistemas vitais, como o cardiovascular e o respiratório, e nem sempre apresentam sinais clínicos evidentes nas fases iniciais. São condições de tratamento complexo, que podem trazer riscos ao animal, com potencial de óbito. Por esses motivos, a prevenção contínua é considerada a estratégia mais segura e eficaz para o controle dessas doenças, especialmente em animais com maior exposição a ambientes externos, viagens ou condições ambientais favoráveis à presença de parasitas. A orientação do médico-veterinário é fundamental para definir o protocolo preventivo mais adequado para cada animal.

A formulação do Simparic® Trio incorpora a tecnologia S4 com sarolaner, baseada em uma molécula desenvolvida para atuar no controle de ectoparasitas, com início de ação rápido e perfil de segurança já estabelecido na linha Simparic®. A associação com moxidectina e pirantel permite uma abordagem integrada da prevenção, com cobertura contra diferentes grupos de parasitas, favorecendo a consistência dos protocolos preventivos ao longo do intervalo mensal de administração.

“A possibilidade de integrar diferentes frentes de proteção em uma única e saborosa administração permite uma abordagem preventiva mais abrangente, considerando simultaneamente parasitas externos e internos. Isso contribui para a tomada de decisão clínica e para a adesão ao tratamento ao longo do tempo”, explica a Dra. Thalita Souza, médica-veterinária e Gerente de Serviços Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis Brasil.

Simparic® Trio complementa a linha de antiparasitários da Zoetis no país, que inclui os recém-lançados EctoFend® (coleira antiparasitária para cães) e Revolution® Plus (pipeta antiparasitária para gatos), além dos já consolidados Simparic®, Revolution® e ProHeart SR12. A chegada do produto no Brasil amplia o portfólio de soluções disponíveis para a proteção da saúde dos pets, permitindo uma abordagem preventiva mais personalizada.

O lançamento oficial de Simparic® Trio aconteceu ontem, dia 2 de março, em São Paulo, durante um evento que também marcou os 10 anos da linha Simparic® no Brasil. Realizado no Parque Mirante – Allianz Parque, o encontro reuniu aproximadamente 1.400 especialistas do setor. Além disso, cerca de 6.200 especialistas assistiram a transmissão em eventos satélites que ocorreram em diversas cidades do Brasil. O evento contou com apresentações para atualização científica e troca de conhecimento sobre saúde preventiva em cães, conduzidas por Paulo Tabanez, Thalita Souza, Renato Costa e Marcela Tocchet. O ator Nicolas Prattes, embaixador da campanha de Simparic® Trio, participou como mestre de cerimônias, reforçando as mensagens de conscientização sobre a importância da prevenção parasitária.

Para definir o protocolo de prevenção mais adequado para cada cão, é fundamental buscar sempre a orientação de um médico-veterinário. “A prevenção é uma parceria entre o responsável e o médico-veterinário. Manter o uso regular de antiparasitários faz parte do cuidado contínuo com a saúde dos cães, assim como vacinas e check-ups periódicos”, finaliza Thalita.

Sobre a Zoetis

Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Depois de inovar maneiras de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais por mais de 70 anos, a Zoetis continua apoiando aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de veterinários e donos de animais a criadores de gado e pecuaristas. O portfólio líder e o portfólio de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias da empresa fazem a diferença em mais de 100 países. Uma empresa da Fortune 500, a Zoetis gerou uma receita de US$ 9,3 bilhões em 2024, com aproximadamente 13.800 funcionários. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Edelman Brasil

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