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Alimentação inadequada aumenta casos de problemas de saúde nos pets

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Hábitos aparentemente inofensivos podem causar desde problemas digestivos até doenças mais graves em cães e gatos

O aumento de casos de sobrepeso e distúrbios digestivos em cães e gatos tem chamado a atenção de especialistas e reforçado a importância de uma alimentação adequada para a manutenção da saúde dos pets. Cada vez mais presentes na rotina das famílias, os animais acabam expostos a hábitos alimentares inadequados, o que pode comprometer o equilíbrio nutricional e favorecer o desenvolvimento de doenças ao longo do tempo.

Segundo a médica-veterinária do Hospital AmarVet’s, Dra. Camila Aguirre, a alimentação incorreta está entre os principais fatores por trás desse cenário. “Observamos um grande número de pacientes em sobrepeso, o que está diretamente relacionado ao descontrole na quantidade de ração oferecida, ao uso excessivo de petiscos e também à prática comum de dividir alimentos da rotina dos tutores com os animais. Esses hábitos, apesar de parecerem
inofensivos, têm impacto direto na saúde e na qualidade de vida dos pets”, explica.

Além do impacto no peso, alimentos comuns na rotina das famílias podem representar riscos importantes à saúde dos animais. Alho e cebola, por exemplo, podem causar anemia; uvas estão associadas à insuficiência renal; e substâncias como cafeína, álcool e adoçantes à base de xilitol também são consideradas tóxicas para cães e gatos.

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A especialista destaca ainda que a oferta de alimentos destinados ao consumo humano pode comprometer o equilíbrio nutricional dos pets, desbalanceando a dieta e favorecendo o surgimento de deficiências nutricionais.

“A dieta humana não foi formulada para atender às necessidades nutricionais de cães e gatos.

Quando esse tipo de alimento é oferecido com frequência, há um desequilíbrio importante na ingestão de nutrientes, o que pode levar desde quadros gastrointestinais, como vômitos e diarreia, até condições mais graves, como ancreatites e sobrecarga hepática, dependendo da quantidade ingerida e da sensibilidade de cada animal”, afirma. Para garantir a saúde dos pets, a base da alimentação deve ser composta por uma dieta equilibrada e adequada às necessidades individuais. Isso pode ser feito por meio de rações comerciais ou dietas naturais, desde que formuladas com acompanhamento profissional.
A
escolha entre ração seca, úmida ou alimentação natural deve considerar fatores como idade do animal, rotina do tutor e presença de doenças, já que a alimentação natural, por exemplo, exige planejamento e preparo.

Os petiscos também podem ser incluídos na rotina alimentar dos pets, desde que utilizados de forma equilibrada e sem comprometer a dieta principal.

“Eles não devem ultrapassar 10% da ingestão calórica diária. O ideal é que o tutor tenha esse controle para não comprometer a dieta principal do animal. Além disso, é importante priorizar petiscos próprios para pets ou opções naturais seguras, evitando qualquer tipo de alimento que não seja indicado para o consumo animal”, orienta a Dra. Camila.

Em casos de ingestão acidental de alimentos inadequados, a recomendação é agir rapidamente e buscar orientação profissional. O tutor deve interromper o acesso ao alimento e informar ao médico-veterinário o que foi ingerido e em qual quantidade. Caso o animal apresente sintomas, o atendimento deve ser imediato.

Fonte: Tudo em Pauta

Por que o mercado pet cresce no mundo e tem Estados Unidos, China e Brasil como protagonistas

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Impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pelo fortalecimento do vínculo entre pessoas e animais, o mercado pet se consolidou como um dos segmentos mais dinâmicos da economia global. Nesse cenário, Estados Unidos, China e Brasil assumem papel de protagonismo, cada um com características próprias que ajudam a explicar o avanço do setor.

Dados recentes da Euromonitor International indicam que o mercado pet global ultrapassou a marca de US$ 200 bilhões em 2024, com expectativa de crescimento contínuo nos próximos anos. Esse avanço é sustentado por fatores estruturais, como o aumento da renda em mercados emergentes, o envelhecimento populacional e, principalmente, a chamada “humanização” dos animais de estimação.

Nos Estados Unidos, maior mercado do mundo em faturamento, o consumo é fortemente orientado por qualidade, saúde e bem-estar animal. Há uma demanda crescente por alimentos naturais, produtos sustentáveis e serviços especializados, refletindo um consumidor mais exigente e disposto a investir mais por pet.

Na China, o crescimento acelerado está diretamente ligado à expansão da classe média urbana e à digitalização do consumo. O país se destaca pela forte integração entre tecnologia e varejo, com soluções que combinam e-commerce, entretenimento e experiência do usuário, um modelo que vem redefinindo o comportamento de compra no setor.

Já o Brasil figura entre os maiores mercados globais em volume, impulsionado por uma das maiores populações de pets do mundo. A forte relação emocional entre tutores e animais também impulsiona o consumo, especialmente em categorias ligadas a cuidado, alimentação e bem-estar.

Para Hugo Galvão de França Filho, diretor da Enjoy Pets, o crescimento do mercado vai além de fatores econômicos. “O pet deixou de ocupar um papel secundário dentro das famílias. Hoje, ele é tratado como membro, e isso impacta diretamente o consumo. Quando existe essa conexão emocional aliada ao aumento de renda e acesso a produtos, o crescimento do setor se torna consistente”, afirma.

Apesar da relevância global, o executivo destaca que o Brasil ainda apresenta espaço significativo para expansão. “Quando comparamos com mercados mais maduros, como o americano, percebemos diferenças importantes, como ticket médio mais baixo e menor penetração de produtos premium. Além disso, questões estruturais, como logística e carga tributária, ainda impactam o desenvolvimento do setor no país”, explica.

O avanço do comércio eletrônico também contribui para a transformação do mercado, mas de formas distintas entre os países. “A China está à frente na integração entre tecnologia e consumo, criando experiências mais completas. Os Estados Unidos se destacam pela eficiência logística, enquanto o Brasil avança rapidamente, especialmente com o crescimento dos marketplaces e da digitalização do varejo”, completa Galvão.

Mais do que uma tendência passageira, o crescimento do mercado pet reflete mudanças profundas no comportamento de consumo e na forma como as pessoas se relacionam com os animais. Países que possuírem mercados que consigam alinhar experiência, inovação e eficiência operacional terão como tendência a liderança na próxima fase de expansão do setor.

Fonte: Dampress Comunicação

Cobasi oferece descontos de até 50% em itens de marcas exclusivas e lança programa por assinatura que garante ainda mais benefícios aos clientes fidelizados

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Iniciativas buscam conquistar novos consumidores e trazer mais vantagens para os clientes da companhia

A Cobasi, pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, lança duas iniciativas voltadas a oferecer mais benefícios aos tutores: o Festival de Marcas Exclusivas e uma evolução no seu Programa de Fidelidade. As novidades reforçam o compromisso da marca com a inovação e com a melhoria de experiência de compra, tonando esta mais atrativa e acessível, além de fortalecer seu posicionamento como referência no varejo pet.

Itens com até 50% de desconto

Como parte das iniciativas, a Cobasi promove, até o dia 19 de abril, o Festival de Marcas Exclusivas, com descontos de até 50% em produtos das marcas exclusivas da companhia: MyHug, Origem, Joy, Flicks e Doco. A ação é válida nas lojas físicas, no site e no aplicativo, e contempla uma ampla variedade de itens, incluindo brinquedos, acessórios para passeio, rações, petiscos e produtos de higiene.

Para ampliar o alcance das ofertas, a companhia estruturou uma estratégia de marketing que integra ações de trade, performance, CRM e redes sociais. A campanha também conta com uma colaboração com o perfil @lollamaria_oficial, que reúne mais de 240 mil seguidores.

“Com o Festival de Marcas Exclusivas, queremos reforçar nosso compromisso de oferecer produtos de qualidade com condições ainda mais atrativas e acessíveis. A iniciativa também destaca a força das nossas marcas e amplia a conexão tanto com novos consumidores quanto com clientes já consolidados”, afirma Caio Bernardo, Diretor de Marketing e Comercial da Cobasi.

Evolução no programa de fidelidade Amigo Cobasi

A partir de abril, a Cobasi também passa a oferecer o Amigo Cobasi Plus, uma evolução no seu programa de fidelidade gratuito Amigo Cobasi. Na versão comum, os clientes acumulam pontos a cada compra e podem trocá-los por descontos e brindes, além de terem acesso a ofertas especiais.

Com a nova modalidade, que se soma ao programa já existente, os clientes passam a contar com benefícios adicionais mediante uma assinatura mensal de R$ 6,99. Entre as vantagens estão: crédito mensal de 850 pontos, 15% de desconto nos serviços de banho e tosa das unidades Pet Anjo e pontuação em dobro em produtos selecionados.

Para comunicar o lançamento, a companhia estruturou uma estratégia de marketing integrada, que inclui ações de performance, CRM, redes sociais e comunicação nos pontos de venda. A iniciativa tem como objetivo ampliar a visibilidade do programa e destacar os diferenciais para o público.

“Estamos dando um passo importante na evolução do nosso relacionamento com os clientes, com uma proposta ainda mais completa. Nosso objetivo é ampliar as experiências dentro do ecossistema Cobasi, fortalecendo a confiança e os laços com quem vê a companhia como parceira no dia a dia”, afirma Bernardo.

Sobre a Cobasi

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026, concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

Fonte: Trama

Claudia Métne prestigia evento solidário da primeira-dama no Theatro Municipal em apoio à causa animal

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Claudia Métne prestigiou um importante evento promovido pela primeira-dama Regina Carnovale Nunes no Theatro Municipal de São Paulo, voltado à ação social em prol dos animais.

A influencer, que apoia a causa como embaixadora, clicou fotos ao lado do prefeito Ricardo Nunes e de Regina, usando um elegante look que chamou atenção pela sofisticação.

Na ocasião, a Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo emocionou os convidados com uma belíssima apresentação, tornando a noite ainda mais especial.
Look @kenyasodreboutique

Fonte: Maria Emilia Genovesi
Jornalista MTB 0093041/SP

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Plano de saúde pet avança no ambiente corporativo e se torna diferencial em benefícios para colaboradores

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A oferta de plano de saúde pet como benefício corporativo ainda está em fase de expansão no Brasil, mas já apresenta crescimento acelerado nos últimos anos. O movimento acompanha mudanças no comportamento dos colaboradores, que passaram a considerar seus animais de estimação como parte da família e, cada vez mais, valorizam benefícios que apoiem esse cuidado.

Segundo a Plamev, empresa especializada no segmento, a procura por esse modelo tem aumentado de forma significativa, especialmente por companhias que buscam fortalecer sua proposta de valor ao colaborador, aumentar retenção e engajamento e oferecer benefícios diferenciados sem alto custo.

Além disso, o plano de saúde pet se destaca por ter alto valor percebido pelos funcionários e baixo impacto financeiro para as empresas, o que tem impulsionado sua adoção em diferentes setores.

Apesar do crescimento, ainda não há um perfil único de empresas que adotam o benefício. O modelo já aparece em companhias de tecnologia, indústria alimentícia, bancos e outros segmentos, sem uma predominância clara.

Entre os principais desafios para a expansão do benefício, estão questões culturais, a percepção de valor por parte do RH, além de orçamento, modelo de custeio e estratégias de comunicação interna para engajamento dos colaboradores.

Para a empresa, o plano pet também representa um diferencial de imagem para as organizações, que passam a ser vistas como mais modernas e alinhadas às novas demandas dos profissionais.

Outro ponto destacado é a necessidade de maior conscientização dos profissionais de RH e da simplicidade na implementação do benefício. Para a Plamev, o avanço do plano pet no ambiente corporativo não depende apenas da oferta, mas da evolução da forma como as empresas enxergam o cuidado com as pessoas e suas famílias, incluindo os animais de estimação.

Fonte: Matheus Damaso

Seu pet está se alimentando bem? Saiba como identificar se a dieta é realmente adequada

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Veterinária da Pet Delícia explica como fezes alteradas, coceira e desânimo podem ser sinais de que a alimentação precisa de ajustes

Nem sempre o alerta vem em forma de febre ou diagnóstico complicado. Às vezes, começa com fezes mais moles do que o habitual, uma coceira que não passa ou aquele desânimo inesperado no pet que sempre foi ativo. Diante desses sinais, muitos tutores pensam imediatamente em doença. Mas, em alguns casos, o problema pode estar em algo mais básico: a alimentação.

Assim como acontece com os humanos, a nutrição exerce influência direta sobre a digestão, a energia, a pele e até o comportamento dos pets. “Na rotina clínica, é comum receber animais com exames normais, mas com sinais persistentes de desconforto. Nesses casos, a alimentação costuma ser um dos primeiros pontos que precisam ser reavaliados”, explica a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia.

Segundo a especialista, o organismo do pet costuma reagir rapidamente a dietas que não atendem plenamente às suas necessidades individuais, seja pela composição, pela digestibilidade ou pela tolerância a determinados ingrediente.

Pensando nisso, médica-veterinária destaca três pontos que merecem atenção dos tutores:

Alterações intestinais recorrentes: Mudanças frequentes na consistência das fezes costumam ser um dos primeiros sinais de que a dieta não está adequada às necessidades individuais do pet. Isso acontece porque o intestino é um dos sistemas mais sensíveis à qualidade, à composição e à digestibilidade dos alimentos.

Fezes persistentemente amolecidas podem indicar que o organismo não está conseguindo digerir ou absorver corretamente determinados nutrientes, seja pelo excesso de ingredientes de difícil digestão, pela presença de componentes que o animal não tolera ou por desequilíbrios na proporção entre proteínas, fibras e gorduras. Já fezes muito ressecadas podem estar relacionadas a dietas pobres em umidade, fibras inadequadas ou baixa ingestão de água. “O intestino funciona como um termômetro da alimentação. Quando a dieta não está bem ajustada, ele costuma ser o primeiro a demonstrar”, explica Markowitsch.

O excesso de gases frequentes também merece atenção. Segundo a especialista da Pet Delícia, esse quadro costuma estar associado à fermentação intestinal, que ocorre quando os alimentos não são totalmente digeridos e acabam sendo fermentados pela microbiota. “Esse processo gera desconforto, distensão abdominal e indica que algo na composição ou na digestibilidade da dieta precisa ser revisto”, completa.

Mudanças na pele e na pelagem: Coceiras persistentes, irritações na pele e queda excessiva de pelos nem sempre têm origem exclusivamente dermatológica. Em muitos casos, esses sinais estão diretamente relacionados à alimentação, especialmente quando a dieta apresenta deficiências nutricionais ou ingredientes que o organismo do pet não tolera bem.

A pele é um dos tecidos com maior demanda metabólica do corpo e depende de um aporte adequado de ácidos graxos, proteínas de boa qualidade, vitaminas e minerais para se manter íntegra e saudável. Quando esses nutrientes estão em falta ou em desequilíbrio, a resposta costuma aparecer em forma de inflamação, sensibilidade e alterações na pelagem.

“A pele e os pelos funcionam como um espelho do estado nutricional do animal. Dietas inadequadas podem comprometer a barreira cutânea, facilitando coceiras, irritações e queda de pelos. Pelagem opaca, sem brilho, quebradiça ou com crescimento irregular também pode indicar que a dieta não está suprindo plenamente as necessidades do pet” alerta

Oscilações no nível de energia e no comportamento: Apatia, cansaço frequente ou a perda de interesse por atividades que antes faziam parte da rotina também podem ter relação direta com a alimentação. A ingestão inadequada de nutrientes compromete o metabolismo e a disponibilidade de energia, afetando não apenas o corpo, mas também o comportamento do animal.

Quando a dieta apresenta desequilíbrios, seja por excesso, deficiência ou baixa qualidade dos ingredientes, o organismo tende a priorizar funções básicas, reduzindo a disposição para brincadeiras, exercícios e interação.“O comportamento costuma ser um dos primeiros indicadores de que algo não está funcionando bem no metabolismo do pet.

A veterinária ressalta que qualquer alteração persistente deve ser avaliada por um profissional. Ainda assim, ela chama atenção para o papel central da alimentação na prevenção de problemas de saúde.

“Dietas formuladas com ingredientes de qualidade, boa digestibilidade e proporção adequada de nutrientes contribuem para reduzir inflamações intestinais, melhorar a absorção dos nutrientes e refletir diretamente na energia, na saúde da pele e na qualidade da pelagem. Por isso, antes de pensar em tratamentos complexos, vale observar o básico: o que está sendo oferecido diariamente no pote. Em muitos casos, ajustes nutricionais bem orientados são suficientes para promover mais conforto, equilíbrio e qualidade de vida ao pet” conclui.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Hot Beach Parques ; Resorts investe em turismo pet friendly para atender novo perfil do viajante brasileiro

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Com animais de estimação superando o número de crianças nos lares brasileiros, complexo investe em infraestrutura exclusiva que inclui de apartamentos adaptados até playgrounds privativos ao lado da piscina

O turismo brasileiro atravessa uma transformação estrutural impulsionada pela mudança no perfil das famílias. É olhando para esse movimento que o Hot Beach Parques & Resorts, em Olímpia (SP), não apenas aceita animais, mas os integra à jornada de férias de seus tutores, garantindo que a separação não seja mais um empecilho para viajar — especialmente diante da sequência de feriados ao longo de 2026.

Com o número de animais de estimação já superando o de crianças nos lares do país — uma média de 2,2 animais por residência, segundo a Abinpet e o Instituto Pet Brasil —, o conceito de “família multiespécie” deixou de ser uma tendência de nicho para se tornar um pilar estratégico da hotelaria de lazer.

De acordo com dados recentes do setor, o turismo pet friendly é um dos segmentos que mais cresce no pós-pandemia, com viajantes dispostos a investir mais em destinos que ofereçam segurança e infraestrutura adequada para seus animais. Pesquisa da Booking.com de 2024 aponta que 46% dos brasileiros escolhem destinos com base no fato de serem pet friendly, enquanto 43% consideram esse critério na escolha da hospedagem.

Infraestrutura sob medida e em expansão

É no Celebration Resort Olímpia, um dos hotéis do complexo, que essa experiência ganha forma. O empreendimento conta atualmente com 10 apartamentos totalmente adaptados para cães e gatos de até 20 kg, equipados com caminhas e colchonetes, tigelas para água e ração, tapetes higiênicos e, em algumas unidades, carrinhos adaptados para transporte dos pets pelas áreas do resort.

A experiência vai além dos quartos. O complexo dispõe de playground exclusivo ao lado da piscina, permitindo que o tutor relaxe enquanto o animal se exercita. Os pets também podem circular pela área da piscina (sem acesso à água) e contam com um espaço reservado dentro do restaurante para acompanhar seus tutores durante as refeições.

A aposta no modelo pet friendly, no entanto, não é recente. O Hot Beach Parques & Resorts iniciou essa modalidade há cerca de cinco anos, com a oferta inicial de cinco apartamentos adaptados. Hoje, o número dobrou para dez unidades, acompanhando o crescimento da demanda.

Seguindo essa tendência, o complexo já planeja a ampliação da oferta, passando de 10 para 20 apartamentos pet friendly, além de estudar parcerias estratégicas para expandir a área exclusiva para pets e os serviços voltados a esse público.

“Com mais de 160 milhões de pets no Brasil, para muitos não faz mais sentido pensar em viagem em família sem considerá-los. Os animais ocupam um papel central na vida das pessoas e, por isso, estamos constantemente evoluindo nossa estrutura. Além de ampliar o número de apartamentos, também estudamos novas parcerias e serviços para oferecer uma experiência cada vez mais completa para tutores e seus pets”, afirma Ignácio Sacias, diretor de operações do Hot Beach.

Fonte: RPMA Comunicação

Vacinação antes do frio ajuda a proteger cães e gatos contra gripe

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Doenças respiratórias se tornam mais frequentes e podem evoluir para quadros graves

A mudança de temperatura e a redução da umidade do ar, características do outono, trazem um alerta importante para tutores de cães e gatos. Doenças respiratórias tendem a se tornar mais frequentes nesse período, aumentando a procura por atendimento veterinário e reforçando a importância da prevenção.

No Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas, a equipe observa um crescimento significativo nos casos de quadros respiratórios nesta época do ano. Tosse persistente em cães, espirros frequentes em gatos, secreções nasais e oculares, além de apatia e redução do apetite, estão entre os sinais mais comuns.

Segundo o médico veterinário Dr. Gleison Mota Ribeiro, do HVT, a sazonalidade influencia diretamente esse cenário. “O outono favorece a disseminação de agentes infecciosos. A queda de temperatura, a menor umidade e o fato de os animais permanecerem mais tempo em ambientes fechados aumentam o risco de transmissão”, explica.

A vacinação aparece como uma das principais estratégias de proteção. Diferentemente dos humanos, em que as vacinas contra gripe são atualizadas com frequência, nos animais elas já contemplam os principais agentes conhecidos. Ainda assim, a recomendação é manter a imunização anual, especialmente antes do período de maior risco.

Prevenção na época certa

“É importante que o animal esteja protegido antes da chegada do frio, para que o organismo tenha tempo de desenvolver resposta imunológica adequada”, orienta o veterinário.

As vacinas são específicas para cada espécie. Em cães, a proteção contra doenças respiratórias inclui agentes como o vírus da influenza canina e a bactéria Bordetella bronchiseptica, associada à chamada tosse dos canis. Já nos gatos, as vacinas múltiplas atuam contra doenças como rinotraqueíte e calicivirose, que também comprometem o sistema respiratório.

Embora a transmissão entre humanos e pets seja considerada rara, os quadros podem evoluir de forma preocupante entre os próprios animais. Filhotes, idosos e pacientes com a imunidade comprometida estão entre os mais suscetíveis a complicações.

“Em alguns casos, a gripe pode evoluir para pneumonia ou broncopneumonia, especialmente quando não há tratamento adequado”, alerta o Dr. Gleison.

Tosse seca e secreção ocular

Na rotina clínica, também chama atenção a diferença na manifestação dos sintomas entre as espécies. Nos cães, a tosse seca e persistente costuma ser o principal sinal. Já nos gatos, os quadros tendem a ser mais amplos, com espirros, secreções oculares e nasais e maior comprometimento do estado geral.

A prevenção, no entanto, não depende apenas da vacinação. Medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecção, como evitar correntes de ar frio, manter os ambientes limpos e ventilados, oferecer alimentação adequada e reduzir o contato com animais doentes.

Outro ponto importante é respeitar o momento correto para a imunização. Animais com sintomas não devem ser vacinados. “A vacina é preventiva. Quando o pet já apresenta sinais clínicos, o ideal é aguardar a recuperação completa antes de retomar o protocolo”, explica o veterinário.

As reações às vacinas, quando ocorrem, costumam ser leves e passageiras, como discreta febre, apatia ou sensibilidade no local da aplicação. Casos mais graves são raros, mas devem ser acompanhados por um profissional.

Com eficácia que pode chegar a até 90% na redução de quadros mais severos, a vacinação contribui não apenas para proteger o animal individualmente, mas também para diminuir a circulação dos agentes infecciosos.

“A prevenção ainda é a melhor forma de cuidado. Manter a vacinação em dia e observar qualquer mudança no comportamento do animal são atitudes que fazem diferença”, conclui o Dr. Gleison.

Serviço:
Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
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Instagram: @hvtcampinass
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Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana
Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500

Fonte: AMZ Comunicação

Vetnil® amplia seu portfólio terapêutico para o manejo de cardiopatias com o lançamento do Pimocor®

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Medicamento à base de pimobendan está disponível em duas apresentações e é indicado para o tratamento da insuficiência cardíaca congestiva em cães

As cardiopatias correspondem a cerca de 10% dos atendimentos na rotina clínica de pequenos animais, representando algumas das principais causas de morbidade e mortalidade. Em cães, condições como a Doença Mixomatosa da Valva Mitral (DMVM) e a Cardiomiopatia Dilatada (CMD) podem evoluir para insuficiência cardíaca congestiva (ICC), comprometendo a qualidade e a expectativa de vida dos pacientes. O diagnóstico precoce e o manejo terapêutico adequado são fundamentais para retardar a progressão da doença e proporcionar mais conforto aos animais.

Atenta a esse cenário e ampliando sua atuação em áreas terapêuticas estratégicas, a Vetnil®, empresa brasileira do setor veterinário e parceira de quem cuida, anuncia o lançamento do Pimocor®, medicamento inodilatador à base de pimobendan, indicado para o tratamento da insuficiência cardíaca congestiva em cães, secundária à DMVM ou à Cardiomiopatia Dilatada.

Pimocor® atua como inotrópico positivo e vasodilatador sistêmico. Seu princípio ativo, o pimobendan, promove aumento da força de contração do miocárdio por meio da sensibilização dos miofilamentos ao cálcio, sem elevar significativamente o consumo de oxigênio pelo coração. Além disso, por inibir a fosfodiesterase tipo III (PDE3), contribui para a vasodilatação arterial e venosa, reduzindo a pré e a pós-carga cardíacas. Como resultado, há melhora da performance cardíaca e alívio dos sinais clínicos associados à ICC.

De acordo com as diretrizes de 2019 do ACVIM (American College of Veterinary Internal Medicine), o pimobendan é recomendado já no estágio B2 da Doença Mixomatosa da Valva Mitral. Nesse estágio, o cão ainda não apresenta sinais clínicos de insuficiência cardíaca, mas já possui alterações estruturais no coração, como aumento das câmaras cardíacas identificado por exames de imagem. Embora o paciente seja assintomático, a intervenção medicamentosa nessa fase é indicada para retardar a progressão da doença e postergar o desenvolvimento da insuficiência cardíaca congestiva.

Nos estágios mais avançados, o fármaco integra o protocolo terapêutico com o objetivo de controlar os sinais clínicos, reduzir a sobrecarga cardíaca e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Pimocor® está disponível em duas apresentações, de 1,25 mg e 5 mg de pimobendan, comercializadas em cartuchos contendo três blisters com 10 comprimidos cada (30 comprimidos por cartucho), oferecendo praticidade e flexibilidade na adequação da dose conforme o peso e a necessidade clínica do animal.

Com o lançamento do Pimocor®, a Vetnil® reforça seu compromisso em oferecer soluções terapêuticas completas, seguras e eficazes para a rotina da medicina veterinária, expandindo sua linha de produtos para a cardiologia veterinária. Para mais informações, acesse:

https://vetnil.com.br/produto/pimocor-r
Sobre a Vetnil®

Fundada há mais de 30 anos pelo Médico-Veterinário Dr. João Carlos Ribeiro (in memoriam), a Vetnil®, empresa familiar e 100% nacional, atua em pesquisas e no desenvolvimento de produtos para a saúde, bem-estar e performance animal, estando entre os principais laboratórios de saúde animal no mercado pet e líder no segmento de equinos no Brasil. A companhia também exporta suas soluções para mais de 17 países e acumula reconhecimentos relevantes ao longo de sua trajetória, como rankings de melhores empresas para trabalhar da Great Place to Work, além de premiações da Revista Época, Revista Exame e do Anuário do Agronegócio da Revista Globo Rural. A empresa também conquistou a certificação internacional LEED Silver, concedida pelo U.S. Green Building Council, um dos selos de sustentabilidade mais respeitados globalmente.

Saiba mais sobre nossa história em nosso site: https://vetnil.com.br/sobre

Petiscos podem acelerar obesidade em pets

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Segundo a veterinária Luciana Oliveira, calorias vindas desses alimentos acentuam o problema e dificultam a perda de peso.

Os petiscos, vistos como “agrado” aos gatos, podem ser um dos principais fatores para a obesidade felina. A opinião é da veterinária e PhD em Nutrição Animal Dra. Luciana Oliveira. “Qualquer tipo de alimento, seja industrializado ou natural, contém calorias. Se o animal consumir mais calorias que precisa, ele vai ganhar peso. Então todas as calorias precisam ser contabilizadas, e no caso de um animal obeso as calorias vindas de petiscos acentuam o problema e dificultam a perda de peso”, alerta.

O aumento de casos de obesidade em gatos tem preocupado especialistas e acendido um alerta entre tutores. Silencioso, o ganho de peso pode evoluir para problemas de saúde importantes, afetando diretamente a qualidade e a expectativa de vida dos animais.

De acordo com a Dra. Luciana, a forma mais eficaz de identificar se um gato está acima do peso não é apenas pela balança, mas pela avaliação do escore de condição corporal. “Esse escore varia de 1 a 9, sendo 5 o ideal. A avaliação é feita por meio da palpação do corpo do animal, observando a presença de gordura e a definição corporal”, explica.

A pesagem também é uma aliada importante, mas deve ser feita com frequência adequada. Para gatos com peso ideal, o acompanhamento mensal costuma ser suficiente. Já em casos de sobrepeso ou obesidade, o controle precisa ser mais próximo, podendo ser semanal ou quinzenal, especialmente quando o animal está em processo de emagrecimento.

Um dos erros mais comuns entre tutores é simplesmente reduzir a quantidade de ração oferecida. Segundo a especialista, essa prática pode trazer prejuízos à saúde. “Diminuir a quantidade de uma ração comum não é suficiente e pode causar deficiência de nutrientes essenciais. O correto é utilizar uma alimentação específica, como rações light ou terapêuticas para obesidade, de acordo com o grau de sobrepeso do animal.”

Além da alimentação, o estímulo à atividade física é fundamental. Ambientes enriquecidos, com prateleiras, nichos e móveis verticais, incentivam o gato a se movimentar mais. Brinquedos como bolinhas, varinhas e arranhadores também ajudam a aumentar o gasto de energia.

O ideal é que os momentos de brincadeira sejam frequentes, respeitando o ritmo do animal. Gatos tendem a ser mais ativos no final do dia e durante a noite, o que pode ser aproveitado para incentivar a atividade.

No processo de emagrecimento, o controle deve ser criterioso. “Diferente dos cães, gatos têm mais dificuldade para perder peso. Por isso, cada caloria importa. Em muitos casos, o ideal é suspender completamente os petiscos durante a dieta”, finaliza a Dra. Luciana Oliveira.

Sobre Dra. Luciana Oliveira

Médica veterinária formada pela Unesp de Jaboticabal, possui mestrado o doutorado na área de nutrição de cães e Gatos pela Unesp Jaboticabal. Fez estágio de doutoramento na Universidade LMU, de Munique/Alemanha. É membro do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal Pet (CBA PET) e da Sociedade Brasileira de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (SBNutripet). Tem mais de 20 anos de experiência na área de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos.

Fonte: JT Comunicação

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