Créditos: Divulgação

A oferta de plano de saúde pet como benefício corporativo ainda está em fase de expansão no Brasil, mas já apresenta crescimento acelerado nos últimos anos. O movimento acompanha mudanças no comportamento dos colaboradores, que passaram a considerar seus animais de estimação como parte da família e, cada vez mais, valorizam benefícios que apoiem esse cuidado.

Segundo a Plamev, empresa especializada no segmento, a procura por esse modelo tem aumentado de forma significativa, especialmente por companhias que buscam fortalecer sua proposta de valor ao colaborador, aumentar retenção e engajamento e oferecer benefícios diferenciados sem alto custo.

Além disso, o plano de saúde pet se destaca por ter alto valor percebido pelos funcionários e baixo impacto financeiro para as empresas, o que tem impulsionado sua adoção em diferentes setores.

Apesar do crescimento, ainda não há um perfil único de empresas que adotam o benefício. O modelo já aparece em companhias de tecnologia, indústria alimentícia, bancos e outros segmentos, sem uma predominância clara.

Entre os principais desafios para a expansão do benefício, estão questões culturais, a percepção de valor por parte do RH, além de orçamento, modelo de custeio e estratégias de comunicação interna para engajamento dos colaboradores.

Para a empresa, o plano pet também representa um diferencial de imagem para as organizações, que passam a ser vistas como mais modernas e alinhadas às novas demandas dos profissionais.

Outro ponto destacado é a necessidade de maior conscientização dos profissionais de RH e da simplicidade na implementação do benefício. Para a Plamev, o avanço do plano pet no ambiente corporativo não depende apenas da oferta, mas da evolução da forma como as empresas enxergam o cuidado com as pessoas e suas famílias, incluindo os animais de estimação.

Fonte: Matheus Damaso

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