Créditos: Divulgação

No Brasil e no mundo, os animais de estimação deixaram de ser meros “acompanhantes” para serem vistos e tratados como membros da família. Uma mudança que tem transformado tanto o comportamento do consumidor quanto às estratégias de vendas, redesenhando o mercado pet globalmente, com forte impacto e crescimento do comércio eletrônico.

Para ilustrar o novo cenário, segundo dados recentes divulgados por grandes plataformas de comércio eletrônico, houve um crescimento de até 300% nas vendas de produtos para pets, com aumento expressivo nas buscas por itens inovadores, como acessórios tecnológicos, camas, brinquedos e soluções de bem-estar animal. Esse aumento acompanha a expansão do setor pet brasileiro, que movimentou cerca de R$ 75,4 bilhões em 2024, consolidando o país como um dos maiores mercados do mundo.

Para Hugo Galvão de França Filho, diretor da Enjoy Pets, esse cenário é resultado direto da transformação do perfil do consumidor: “O tutor não compra apenas um produto: ele busca experiências que reflitam cuidado, praticidade e conexão com seu pet. Isso se traduz em um comportamento de compra cada vez mais omnicanal e digital, onde a jornada envolve pesquisas online, comparação de preços e, muitas vezes, compras por impulso motivadas por promoções e conveniência,” explica. Galvão ainda ressalta que essa humanização impulsiona também o desenvolvimento de categorias premium e personalizadas, aproximando o setor pet dos hábitos de consumo observados na economia de bens humanos.

Esse novo padrão tem levado marcas e varejistas a investirem em tecnologia e marketing emocional, combinando experiências digitais fluídas com narrativas que ressoam com o vínculo afetivo entre tutores e seus animais. A humanização dos pets, portanto, não apenas fortalece o setor como um todo, mas também redefine estratégias de vendas online, exigindo que empresas integrem dados de comportamento, personalização e conveniência para se manterem competitivas no mercado.

“A conectividade emocional entre tutores e pets exige que as marcas não vendam apenas produtos. Quem entende que o tutor busca conveniência, qualidade e conexão emocional consegue se posicionar melhor no ambiente digital e, consequentemente, construir relacionamentos de longo prazo com esse consumidor”, conclui Galvão.

Fonte: Dampress Comunicação

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