No AmarVet’s, ferramenta auxilia na organização de prontuários, estruturação de informações clínicas e acompanhamento dos pacientes, mantendo as decisões sob responsabilidade do médico-veterinário.
O AmarVet’s, hospital veterinário dedicado ao atendimento e cuidado de animais de estimação, vem incorporando a inteligência artificial à rotina de seus atendimentos. A tecnologia é utilizada como ferramenta de apoio durante as consultas, acompanhando as informações compartilhadas entre médico-veterinário e tutor e auxiliando na elaboração e organização dos prontuários.
Durante o atendimento, o profissional realiza a consulta normalmente, enquanto a IA acompanha e estrutura os dados relevantes da conversa. A ferramenta auxilia na documentação do histórico do paciente, das queixas apresentadas, dos sinais relatados, dos achados do exame clínico, dos medicamentos e dos exames, além de organizar informações destinadas ao responsável pelo animal.
“A inteligência artificial permite que o médico-veterinário dedique mais atenção ao paciente e ao tutor, porque reduz parte do tempo gasto com tarefas administrativas e documentação. Isso contribui para uma consulta mais próxima e uma melhor conexão com o responsável pelo animal”, explica o Dr. Matias Rubio, médico-veterinário.
Outro recurso é a identificação de informações que precisam ser complementadas no prontuário, contribuindo para registros mais completos e padronizados. A organização dos dados em blocos facilita a conferência das informações e a continuidade do atendimento, inclusive quando há necessidade de compartilhamento do caso entre diferentes profissionais da equipe.
“Um dos benefícios da tecnologia é organizar as informações clínicas e ajudar a identificar dados que precisam ser complementados. Com registros mais completos e padronizados, a equipe consegue consultar o histórico do paciente com mais facilidade e dar continuidade ao atendimento”, afirma Rubio.
A IA também pode auxiliar na identificação de oportunidades de acompanhamento, como retornos, vacinação e cuidados preventivos, de acordo com as informações registradas durante a consulta. Em determinadas situações, pode ainda relacionar dados do histórico e dos exames e apresentar possibilidades que contribuam para a investigação clínica.
“A IA também pode ajudar a relacionar informações do histórico, queixas e exames, levantando possibilidades que contribuam para a investigação clínica. Mas é importante reforçar que ela não substitui o médico-veterinário. O diagnóstico e a decisão sobre o tratamento continuam sendo responsabilidade do profissional”, ressalta.
Todas as informações geradas pela ferramenta passam pela revisão do médico-veterinário, que pode editar, complementar ou corrigir os registros antes de incorporá-los ao prontuário. A avaliação clínica, a interpretação dos resultados, o diagnóstico e a definição da conduta permanecem sob responsabilidade do profissional.
“A tecnologia precisa funcionar como uma ferramenta de apoio, e não como substituta da experiência clínica. Por isso, todas as informações geradas passam pela revisão do veterinário, que pode corrigir, complementar e validar os dados antes de incorporá-los ao prontuário”, completa o Dr. Matias Rubio.
A adoção da inteligência artificial no ambiente veterinário acompanha um movimento de transformação dos serviços de saúde, no qual ferramentas digitais passam a apoiar a organização dos processos e a gestão das informações. No AmarVet’s, a proposta é utilizar a tecnologia para tornar a rotina mais eficiente, sem perder de vista o cuidado individualizado com os animais e a relação com seus tutores.
Fonte: Tudo em Pauta













