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Como deixar os felinos mais confortáveis no verão?

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Durante o verão, os gatos enfrentam desafios específicos devido ao aumento das temperaturas. Embora os felinos sejam conhecidos por sua capacidade de se adaptar a diferentes condições, o calor excessivo pode afetar seu bem-estar.

Desta forma, para manter os animais confortáveis, os tutores podem adotar estratégias simples para garantir que os felinos desfrutem do verão de maneira tranquila e saudável. A médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal, Mariana Raposo, listou algumas dicas:

Atenção a hidratação do pet
Manter a hidratação adequada é essencial, especialmente durante os dias mais quentes. Os gatos podem ser seletivos com a água, por isso é importante garantir que eles tenham acesso constante a água fresca e limpa. Usar bebedouros automáticos pode incentivar o consumo de água, pois muitos pets preferem beber de fontes correntes. Além disso, é aconselhável colocar vários potes em diferentes áreas da casa, facilitando o acesso em qualquer lugar que o felino esteja.

Crie áreas de descanso frescas
Durante o verão, os gatos podem procurar locais mais frescos para descansar. Para tornar o ambiente mais confortável, é recomendável oferecer opções em áreas sombreadas e frescas dentro de casa. O uso de cortinas ou persianas para bloquear a luz direta do sol pode ajudar a reduzir o calor nas áreas onde o gato costuma ficar, como varandas e janelas. Colocar camas e almofadas em lugares mais frescos, como no chão ou perto de ventiladores, também pode ser uma boa opção para garantir que o felino encontre conforto.

Mantenha o ambiente arejado
A ventilação ajuda a manter a temperatura interna da casa mais amena. O uso de ventiladores, ar-condicionado ou a simples abertura de janelas pode fazer uma grande diferença no conforto do animal.

Cuide dos pelos do felino
Realizar escovações regulares ajuda a remover pelos mortos e a evitar nós, o que melhora a ventilação da pele e reduz o calor acumulado. Além disso, o uso de suplementos
vitamínico-aminoácidos, que tem em sua composição cistina, extrato de leveduras, e vitaminas B5 B1, são benéficos para a saúde da pelagem.

Proteja o gato do sol
Embora a exposição ao sol possa ser agradável para muitos felinos, é importante garantir que eles não passem tempo demais sob os raios solares diretos, especialmente nas horas mais quentes do dia, pois os pets podem sofrer com queimaduras solares, principalmente nas orelhas e no nariz. Desta forma, manter o gato em um ambiente sombreado durante o pico de calor é uma boa prática para evitar riscos à saúde do animal.

Evite exercícios excessivos
Embora os felinos sejam naturalmente ativos, no verão é importante evitar atividades físicas excessivas que possam levar ao superaquecimento. Optar por sessões de brincadeiras mais curtas e em horários mais frescos, como pela manhã ou no final da tarde, pode ajudar a manter o gato ativo sem causar estresse devido ao calor.

Além dessas medidas, os tutores devem ficar atentos aos sinais de desconforto ou estresse térmico. “Caso observe respiração ofegante, letargia, falta de apetite e salivação excessiva, é importante procurar ajuda veterinária imediatamente, pois a hipertermia, que é a elevação da temperatura corporal do pet, pode oferecer riscos ao animal”, reforça Mariana.

Com pequenas mudanças no ambiente e nos cuidados diários, é possível garantir que os gatos se sintam mais confortáveis durante o verão.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Esporotricose: subnotificação e mitos sobre a doença mascaram a realidade

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Transmitida por fungos, a zoonose coloca os gatos no centro do debate. Entenda os riscos, mitos e como prevenir

A esporotricose, uma micose profunda causada por fungos da família Sporothrix, avança pelo Brasil transformando-se em uma epidemia urbana. Antes restrita a áreas rurais, a doença agora assombra grandes centros, com gatos frequentemente associados à sua transmissão. Segundo a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade: “Os gatos não são os vilões, mas sim as vítimas, que precisam de cuidado e proteção”.

Classificada como zoonose, a infecção ocorre quando o fungo penetra camadas profundas da pele de humanos e animais, geralmente por meio de cortes ou arranhões. Em humanos, os sintomas variam de lesões cutâneas semelhantes a picadas de mosquito até formas graves, como a pulmonar, que pode ser confundida com tuberculose. Nos gatos, a esporotricose é ainda mais agressiva, com feridas ulceradas que evoluem rapidamente, podendo atingir o sistema linfático e órgãos internos.

Cenário alarmante: números em ascensão

Estados como Paraná, São Paulo e Pernambuco registraram aumentos exponenciais antes mesmo da notificação compulsória da doença. No Paraná, por exemplo, os casos humanos saltaram de 253, em 2022, para 853 em 2023. Entre os felinos, o crescimento foi ainda mais expressivo: de 1.412 para 3.290 no mesmo período.

Em São Paulo, 403 casos humanos foram confirmados até setembro de 2023, contra 388 no mesmo período do ano anterior. Já Pernambuco registrou 287 diagnósticos humanos em 2022 e 155 até outubro de 2023.

“No fim de janeiro deste ano, a esporotricose humana passou a fazer parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória e deve ser registrada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), o que nos dará, em um futuro próximo, uma perspectiva mais realista do avanço da doença. Esperamos que, com isso, iniciativas públicas e maior conscientização da população resultem em melhor controle da esporotricose”, comenta o médico-veterinário e presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná, Dr. Adolfo Sasaki.

Gatos: vítimas, não vilões

A associação equivocada entre gatos e a transmissão da esporotricose tem levado a atitudes extremas, como o abandono e até o sacrifício desses animais. “Assim como ocorreu com os macacos durante a febre amarela em 2018, os gatos estão sendo injustamente culpados. Eles são vítimas da doença, não os responsáveis por sua disseminação”, alerta a Dra. Farah.

O abandono de animais doentes, além de ser crime de maus-tratos, agrava a situação. “Ao descartar um gato com esporotricose, o responsável não só condena o animal, mas também cria novos focos da doença, contaminando o ambiente e colocando outras vidas em risco”, explica Sasaki. Recentemente, o CRMV-PR promoveu uma ampla campanha de conscientização da população sobre a importância de não deixar os gatos com acesso às ruas, além da responsabilidade com o tratamento e a higiene ambiental.

Sinais clínicos e prevenção

Em humanos, os sintomas incluem feridas na pele, febre, dor e, em casos graves, dificuldades respiratórias. Nos gatos, as lesões ulceradas são o primeiro sinal, seguidas de secreções, falta de apetite e letargia. “Quanto mais rápido o diagnóstico, maiores as chances de cura. A esporotricose tem taxas de cura superiores a 90% quando tratada adequadamente”, reforça Farah.

As principais medidas preventivas são:

Manter os animais dentro de casa;
Realizar passeios apenas com supervisão;
Castrar os pets para evitar fugas e contato com outros animais;
Utilizar luvas ao manipular terra, plantas ou animais suspeitos;
Isolar e desinfetar diariamente o ambiente de animais em tratamento.

Tratamento: alternativas para facilitar a adesão

A conscientização sobre a doença, o diagnóstico precoce e o tratamento correto são fundamentais para frear o avanço da esporotricose. “Existe tratamento para esporotricose, porém, ele é longo e os felinos não costumam aceitar a administração de remédios facilmente. Por isso, a manipulação de medicamentos é uma excelente alternativa. Fórmulas com flavorizantes, como salsicha, linguiça ou frango e formas farmacêuticas, como pasta oral ou molho, facilitam a adesão ao tratamento”. A DrogaVET manipula antifúngicos como itraconazol, iodeto de potássio, cetaconazol, terbinafina e fluconazol e ainda pode combinar fórmulas com silimarina ou silibin (hepatoprotetores). Fármacos de uso tópico também podem ser prescritos e manipulados para controle das lesões.

A doença não é uma sentença de morte, mas exige atenção e ação coletiva. Enquanto os números crescem, a desinformação e o abandono de animais continuam a alimentar a epidemia. Combater a doença requer união, educação e, acima de tudo, responsabilidade.

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.

Fonte: Deepzo

Mais de 30 gatos são remanejados em megaoperação durante ampliação do Aeroporto de Congonhas

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Gatos viviam em área operacional de uma companhia aérea, que organizou o remanejamento em parceria com ONG Confraria dos Miados e Latidos

Uma verdadeira corrida contra o tempo marcou o início das obras de ampliação do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP). Antes da demolição da área operacional de companhia aérea que atuava no local e da abertura do canteiro de obras, mais de 30 gatos de vida livre precisaram ser resgatados do local para garantir a segurança e o bem-estar dos animais.

Os felinos, que há anos convivem em colônias na área operacional da companhia aérea que atuava no local, eram alimentados e supervisionados por funcionários da empresa aérea e foram retirados com o apoio da ONG Confraria dos Miados e Latidos, que desde 2021 cuida do controle populacional dos gatos de vida livre das colônias do local. A organização realiza o controle populacional de gatos por meio do método CED (Captura, Esterilização e Devolução) e já resgatou desta colônia mais de 50 gatos sociáveis, que já foram adotados. Os animais ariscos, que preferem evitar contato humano, foram mantidos no local após esterilização.

Contudo, desta vez, a remoção definitiva dos felinos tornou-se indispensável. “Em uma situação normal, esses gatos seguiriam no local, alimentados, monitorados e já sem risco de reproduzir”, explica a médica veterinária Tatiana Sales, mestranda em Saúde Única e fundadora da Confraria dos Miados e Latidos.

“Remover animais ariscos de colônias que continuam a oferecer recursos e alimentos é um convite para o chamado ‘efeito vácuo’, em que comprovadamente outros animais não castrados tomam o lugar dos que foram recolhidos, gerando um ciclo vicioso sem fim. Mas este caso é uma exceção, pois toda a área das colônias deixará de existir, dando lugar ao novo terminal”, complementa Tatiana.

Até o momento, foram identificados 35 felinos e o resgate é um desafio, especialmente devido ao comportamento arisco de muitos deles, que não aceitam contato humano e preferem viver escondidos. Para facilitar a captura, a ONG instalou câmeras de monitoramento com visão noturna e capacidade para até 300 horas de gravação. As imagens ajudam a identificar os hábitos e trajetos de cada gato. “A maior preocupação, no momento, é ter certeza de que nenhum gato ficará para trás. Estamos analisando minuciosamente as imagens das câmeras e as ações de captura continuarão até que todos tenham sido resgatados”, afirma Adriana Tschernev, diretora-executiva da instituição.

Para oferecer um novo lar adequado aos animais, a ONG está construindo um espaço exclusivo, projetado para simular o ambiente das antigas colônias. “Vamos replicar o máximo possível da vida que eles tinham: acesso a jardins com árvores, nenhuma convivência forçada com outros animais e interação limitada com humanos. Temos um compromisso com a manutenção de laços afetivos entre os gatinhos e, por isso, eles não serão separados e nem confinados num abrigo tradicional”, conta Tatiana Sales. “Muitos passarão a vida toda conosco, precisamos garantir que tenham a melhor vida possível”.

O método CED e sua relevância
O método CED é amplamente adotado em países como Estados Unidos e Reino Unido como uma prática humanitária e eficiente para o controle populacional de gatos em ambientes urbanos. No Brasil, a Confraria dos Miados e Latidos é pioneira na implementação sistemática dessa abordagem desde 2007.

Sobre a Confraria dos Miados e Latidos

A ONG atua com excelência e profissinalismo na proteção animal desde 2007, tendo viabilizado nesse período a adoção responsável de mais de 5 mil animais e a castração de mais de 16 mil. Seu trabalho é focado na castração, como um dos pilares fundamentais da Saúde Única (saúde animal-humana-ambiental), no resgate e adoção responsável e na produção de conteúdo educativo para o público em geral. Mais informações em www.miadoselatidos.org.br.

@cmiadoselatidos

Fonte: De Propósito Comunicação

Shopping Palladium Curitiba e Instituto Arcanimal promovem segundo evento de adoção de cães sobreviventes do RS

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Evento acontece nos dias 15 e 16 de março para fortalecer rede de proteção animal local e conscientizar sobre adoção responsável

Após o sucesso da primeira edição, realizada em outubro do ano passado com o apoio da banda Jota Quest, a plataforma on-line Arcanimal e o Shopping Palladium Curitiba promovem a segunda edição, que promete ser ainda maior e mais emocionante.

Nos dias 15 e 16 de março, das 14h às 18h, um dos principais shoppings da capital paranaense será palco de uma grande mobilização em prol da causa animal. O evento reunirá cães sobreviventes das enchentes no Rio Grande do Sul, além de animais resgatados por protetores independentes de Curitiba e região metropolitana, oferecendo uma nova chance para centenas de vidas.

Mais do que uma feira, um evento de adoção, a iniciativa oferece um recomeço para cães que sofreram abandono e os impactos de uma das maiores tragédias ambientais do país. Além disso, fortalece a rede de proteção animal e conscientiza a sociedade sobre a importância da adoção responsável.

“Cada adoção representa uma história transformada. Um cão que antes estava desabrigado agora terá um lar seguro e uma nova família. Estamos emocionados em realizar este evento novamente e contar com o apoio da população para fazer a diferença na vida desses animais”, destaca a presidente do instituto, Carine Zanotto.

Para a gerente de Marketing do Palladium Curitiba, Cida Oliveira, o evento reforça o compromisso do shopping com causas sociais. “A primeira edição foi um grande sucesso. Nossa equipe está dedicada e entusiasmada na preparação do evento que impacta positivamente a sociedade e contribui significativamente para uma causa nobre. Ações como esta estão diretamente ligadas com o objetivo do Palladium em participar da vida das famílias que por aqui passam.”

Além da oportunidade de adotar um novo amigo, os visitantes poderão conhecer os cães disponíveis para adoção e suas histórias inspiradoras, tirar dúvidas sobre adoção responsável com especialistas em comportamento animal e participar de ações interativas e educativas promovidas pela Arcanimal e parceiros.

Arcanimal: tecnologia a serviço da causa animal

O projeto Arcanimal surgiu em um momento de crise. Após as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul em maio de 2024, foram mobilizados mais de 70 voluntários, cadastrados 493 abrigos temporários e monitorados mais de 19 mil animais. Esse esforço resultou em mais de mil adoções em cinco estados brasileiros.

Agora, a organização leva sua expertise para Curitiba, conectando ONGs, protetores e adotantes por meio de tecnologia e dados. “Nossa missão é garantir que cada animal tenha uma nova chance. Para isso, o apoio da sociedade é essencial”, enfatiza o administrador do Arcanimal, Alexandre Beltrão Braga.

Serviço

Adoção Arcanimal

Local: Piso L1, Shopping Palladium Curitiba – Av. Pres. Kennedy, 4121, Portão

Datas: 15 e 16 de março

Horários: 14h às 18h

Entrada: Gratuita e aberta ao público

Mais informações: https://palladiumcuritiba.com.br/ ou https://arcanimal.com.br/

Sobre o Palladium Curitiba

Um dos empreendimentos do Grupo Tacla, o Palladium Curitiba foi inaugurado em 2008 na capital paranaense. É considerado o centro de compras com maior mix do sul do país, com 154 mil m² de área construída, distribuídos em três pisos. O shopping recebe uma média de 1,5 milhão de visitantes, todos os meses, oferecendo um mix de cerca de 350 lojas, praça de alimentação com mais de 25 opções de fast-food, Boulevard com oito restaurantes, além de oito salas multiplex de cinema UCI e sala IMAX – com a maior tela do Brasil. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: palladiumcuritiba.com.br.

Fonte: Central Press

Pets em tratamento precisam de uma alimentação especial – conheça a linha da Pet Delícia

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Com uma cuidadosa seleção de ingredientes, a Pet Delícia oferece benefícios à saúde por meio de uma dieta balanceada e completa.

Cães e gatos possuem diferentes necessidades alimentícias ao longo da vida. Alguns podem enfrentar problemas de saúde, necessitando de uma dieta calórica e energética para garantir vitalidade e longevidade, enquanto outros podem sofrer com o sobrepeso e, por isso, precisam de alimentos com baixo teor calórico, mas ricos em nutrientes. Pensando nessas situações, surge a linha Cuidados Especiais da Pet Delícia, pioneira em alimentação natural para pets.

Segundo Robson Vivas, médico veterinário e diretor de produção da Pet Delícia, oferecer uma alimentação adequada, que atenda às necessidades específicas do animal, é essencial para o seu bem-estar. “Para garantir uma vida plena e saudável, a alimentação deve ser parte integrante do cuidado com o pet. Tutores preocupados investem na nutrição e, principalmente, pesquisam a origem daquilo que o seu amigo de quatro patas está comendo. A Pet Delícia possui linhas que atendem animais com diferentes necessidades e, sempre verificar com seu veterinário qual a melhor opção para seu cão ou gato”, resume.

Veja mais sobre a linha de cuidados especiais da Pet Delícia.

Hipercalórica Cão e Hipercalórica Cato

Hipercalórica é uma receita desenvolvida para cães e gatos que necessitam de cuidados especiais nas fases de recuperação cirúrgica, debilitados e inapetentes. Também é indicada para cães atletas ou que precisam restabelecer seu peso corporal. A fórmula foi elaborada com carne bovina, legumes e ingredientes que promovem um alimento com alto teor calórico e ótima aceitação pelos cães e gatos sensibilizados. Não é indicada para animais com sobrepeso.

Control Dog e Control Cat

Nossa linha Control é de receitas desenvolvidas para cães e gatos adultos que necessitam de uma dieta com baixa quantidade de fósforo. As receitas também oferecem umidade ideal, baixo sódio e proteína moderada. Além das vitaminas e minerais otimizados, a fórmula inclui colágeno, contribuindo para o cuidado das articulações.

Low Carb para Cães

Low Carb Antiox é uma receita desenvolvida por especialistas para cães que necessitam de uma dieta de baixo carboidratos em fase de tratamento, recuperação ou manutenção. A fórmula foi elaborada com peito de frango, cortes selecionados de carne e legumes frescos. Além das vitaminas e minerais balanceados, essa receita é enriquecida com blueberry, que possui efeito antioxidante, e ingredientes funcionais como azeite de oliva, oferecendo benefícios adicionais à saúde do animal.

Frango com Maçã Light e Frango Fit Light

São receitas light e naturais feitas especialmente para cães e gatos castrados ou que se encontram acima do peso ideal. Produzida com cortes saborosos de frango, frutas e legumes frescos e, mesmo com todo sabor e aroma que possui, é uma receita com baixas calorias e baixo teor de carboidratos, oferecendo baixo índice de carga glicêmica. Essa receita auxilia no controle de peso e gordura corporal e oferece sabor e saúde para o seu cão ou gato..

Senior Cãe e Sênior Gato

A fórmula é otimizada com vitaminas e minerais que promovem a saúde do pet que apresenta novas necessidades nessa fase da vida. A receita é enriquecida com colágeno, contribuindo para o cuidado das articulações e ossos, e algas, que servem como fontes naturais de ômega 3. A inclusão de gorduras saudáveis, como azeite de oliva e óleo de coco, auxilia no bem-estar geral, enquanto a cúrcuma, rica em prebióticos e com ação anti-inflamatória, completa os benefícios para a saúde do animal.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

O pet machucou e agora? 3 dicas para socorrer os animais domésticos

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Médica Veterinária do IBMR, no RJ, alerta para que os socorros sejam imediatos

Os pets são suscetíveis a acidentes como os seres humanos e precisam de socorro rápido da mesma maneira também. Como as ocorrências são variadas é importante identificar as condições do animalzinho em cada situação e buscar a ajuda mais precisa.

Conforme a professora e coordenadora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário IBMR, Victória Bório, as emergências mais comuns envolvendo animais de estimação exigem atenção imediata e, muitas vezes, procedimentos rápidos. Entre os principais casos estão: asfixia, ingestão de corpos estranhos, traumas, intoxicações, dificuldades para urinar ou defecar e ferimentos.

“É de extrema importância contatar o médico veterinário imediatamente. Afinal, se o tutor não sabe o que há com o pet dele, esta atenção representa um ato de amor, ou seja: buscar ajuda de quem sabe”, enfatiza a professora do IBMR.

O que o tutor pode fazer para ajudar é descrever os sinais vitais do animal para o profissional (se há alterações no comportamento, como letargia, dificuldades respiratórias, tremores, vômito ou diarreia). Além disso, mantenha o pet bem confortável no ambiente em que se encontra e observe possíveis sinais de desidratação.

A professora sugere ainda que, o kit de primeiros socorros para pet deve conter curativos em geral como gaze estéril, água oxigenada, tesoura, ataduras, termômetro digital veterinário, luvas descartáveis, soro fisiológico e, claro, os contatos de emergência. E lembre-se: medicar o pet por conta própria é sempre um risco.

Conheça algumas dicas de primeiros socorros para os principais acidentes:

1 – Quedas

Avalie a condição do pet e não o mova se houver suspeita de fraturas (traumas); imobilize-o com uma toalha; acalme o animal e leve-o ao veterinário para exames complementares e demais tratamentos.

2 – Intoxicações

Em caso de intoxicação, identifique a possível causa (se foram alimentos, produtos químicos, medicamentos, plantas tóxicas) e identifique prontamente a quantidade destes produtos que, possivelmente, foi ingerida. Porém, vale uma alerta: não induza o animal ao vômito sem orientação e procure um médico veterinário imediatamente. “Retire o animal de perto do suposto agente causador da intoxicação. Mesmo que ele não apresente sintomas, mas o tutor tem a certeza de que o animal ingeriu alguma substância, o ideal é buscar ajuda veterinária o quanto antes. Não espere o animal piorar”, alerta a professora do IBMR, Victória Bório.

3 – Queimaduras

O mais indicado é resfriar a área com água corrente fria e cobrir com gaze estéril (o frio ameniza a sensação de dor pelo animal), e procurar o plantão de atendimento médico veterinário rapidamente. Não passe pomadas ou receitas caseiras no local da queimadura em hipótese alguma.

Fonte: Rede Comunicação

Cães idosos têm uma nova chance: prevenção e ciência mudam o rumo da longevidade canina

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Médica veterinária de biotech brasileira conta que o segredo está na intervenção das causas do envelhecimento

Cães são mais do que animais de estimação, fazem parte da família, e como qualquer ente querido, espera-se que vivam o máximo de tempo possível ao lado de seus tutores. Mas, com o aumento da expectativa de vida, surgem desafios relacionados ao envelhecimento, como doenças degenerativas que prejudicam o bem-estar do pet. A boa notícia? Já é possível proporcionar mais anos com qualidade para esses companheiros.

Hoje sabe-se que o envelhecimento não é um processo único, mas sim influenciado por uma série de fatores, como genética, alimentação e cuidados veterinários, por exemplo, podendo ser alterados com os cuidados certos.

Bianca Ribeiro, médica veterinária da PetMoreTime – biotech brasileira especializada em longevidade canina –, explica que a medicina veterinária está cada vez mais focada em prevenir, e não apenas tratar. “No último século, a ciência se desenvolveu para combater doenças, mas atualmente sabemos que o segredo é agir antes que elas apareçam. Para prolongar a vida do seu cão, algumas práticas recomendadas incluem:

Alimentação balanceada
A dieta ideal para um cão pode variar significativamente de acordo com idade, porte, raça, condições de saúde e nível de atividade. Por isso, é essencial que a alimentação do seu pet seja planejada com o apoio de um veterinário especializado em nutrição, que poderá recomendar rações ricas em proteínas, gorduras saudáveis, carboidratos, vitaminas e minerais essenciais, que trazem benefícios nutricionais adicionais.

Exercícios regulares
A atividade regular é essencial para a saúde física e mental dos cães, tendo um impacto positivo na saúde cognitiva e potencialmente aumentar a expectativa de vida.

Inclusive, a prática frequente dessas atividades está relacionada à menor incidência da Síndrome de Disfunção Cognitiva Canina (SDCC) — como se fosse o Alzheimer em humanos. Isso porque o exercício físico aumenta a circulação sanguínea, que por sua vez melhora o fluxo de oxigênio e nutrientes para o cérebro do cão, ajudando a manter as células saudáveis. As substâncias químicas liberadas também melhoram o humor e reduzem o estresse, o que favorece a plasticidade cerebral, que é a capacidade do cérebro de se adaptar e reorganizar.

Ambiente enriquecedor
Brinquedos interativos e oportunidades de socialização podem ajudar a manter a mente do seu cão ativa. Isso é especialmente importante à medida que os cães envelhecem, pois a estimulação mental pode ajudar a retardar o declínio cognitivo.

Saúde bucal
A saúde bucal é uma parte crucial da saúde geral do seu cão. Problemas dentários podem levar a doenças sistêmicas, incluindo doenças cardíacas e renais. Manter uma boa higiene bucal, incluindo escovação regular e check-ups dentários, pode ajudar a prevenir essas complicações.

Visitas regulares ao veterinário
Exames de rotina podem detectar precocemente problemas de saúde, permitindo intervenções que podem salvar o seu cão. Além das vacinas, os exames podem incluir avaliações cardíacas, endócrinas e outras.

Além dessas práticas, a ciência também está evoluindo na longevidade canina. Com a descoberta de marcadores biológicos do envelhecimento, que mostram como o corpo do cão está envelhecendo a nível celular, é possível identificar sinais precoces de desgaste e intervir diretamente na raiz do problema. “Assim como os humanos, cada cão vai apresentar um problema diferente ao envelhecer. Por isso a personalização do tratamento é tão importante”, comenta Bianca.

Essa abordagem não apenas aumenta a expectativa de vida dos cães, mas também garante que eles vivam com mais saúde e disposição. “Nosso protocolo de longevidade canina é focado em diminuir esses efeitos de envelhecimento, com fármacos e nutracêuticos, além de acompanhamento veterinário contínuo”, complementa. “Ouvimos as pessoas comentarem sobre o medo de perderem seus cães, e sim, sabemos que eles têm uma vida significativamente mais curta em relação à nossa. Mas é possível desfrutar por muitos anos da companhia deles se agirmos na prevenção. É um ato de amor para quem nos ama”, finaliza a veterinária.

Sobre a PetMoreTime
A PetMoreTime é uma biotech brasileira especializada em longevidade canina. Fundada por Marcello Rachlyn, Daniel Daniel, José Borghi, Dr. Matt Kaeberlein e Marcio Waldman, a companhia está desenvolvendo um protocolo exclusivo e personalizado para intervir nos processos biológicos do envelhecimento canino, prevenindo doenças degenerativas e proporcionando mais anos de vida com qualidade aos cães, apoiados em décadas de pesquisas científicas. O programa abrange acompanhamento veterinário contínuo, uso de fármacos e nutracêuticos, uso de coleira inteligente e exames de biomarcadores da longevidade.

Fonte: Paloma Felix

Boehringer Ingelheim promove rebrand em sua principal linha de medicamentos para pets

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A família NexGard® está ganhando uma nova identidade visual, focada no slogan “É Outro Nível de Proteção”, reforçando a qualidade de seus medicamentos e o perfil de tutor que a marca busca alcançar

A Boehringer Ingelheim anuncia um rebrand global em sua principal linha de medicamento para pets, o NexGard®, que inclui os produtos Spectra® e COMBO®, endectocidas com foco em cães e gatos, respectivamente. A mudança, com a introdução do slogan “É Outro Nível de Proteção”, chega para reforçar ao consumidor a qualidade dos produtos desta família e o perfil de tutor que a empresa almeja impactar, com foco na persona que enxerga o pet como parte integrante da família e que quer garantir um nível elevado de proteção e cuidado a ele.

O processo criativo da campanha iniciou-se durante o ano de 2024, após um levantamento de cenário feito em parceria com a Ipsos, multinacional especialista em pesquisa de mercado e opinião pública, que indicou uma mudança na forma como os tutores enxergam os produtos que compram para seus pets, analisando fatores de confiabilidade e crescimento no ticket médio do consumidor brasileiro.

“Estamos percebendo uma tendência maior pela busca de medicamentos premium, que garantam ampla proteção e cuidado e se somam à busca do bem-estar do animal. Esse é o perfil de consumidor que estamos mirando com essa nova campanha de NexGard®”, explica Paulo Castro, gerente de marketing de pets especializado em antiparasitários da Boehringer Ingelheim.

A expressão ‘outro nível’ foi escolhida como ponto focal da campanha no Brasil por significar, dentro do contexto local, a descrição de algo que é muito superior, sendo uma forma de expressar admiração e reconhecimento de algo ou alguém que se destaca dos demais. “O slogan conversa tanto com o público-alvo, quanto com a qualidade de nossos produtos, que garantem ao pet uma ampla proteção contra parasitas internos e externos, tudo isso em um tablete sabor carne, dessa forma não causando stress de aplicação e garantindo o bem-estar animal”, complementa o executivo.

Já para José Carlos Júnior, diretor da unidade de pets da Boehringer Ingelheim, o slogan da campanha traz impactos positivos para elevar ainda mais a confiança de uma marca já estabelecida com seu público-alvo. “Com 69% dos donos de gatos no Brasil se sentindo mais confiante ao usar NexGard®, fica claro que nossa mensagem de proteção e confiança está ressoando bem com o público. Somando isso ao fato de que 78% dos tutores de cachorros compram produtos de controle de parasitas para garantir a saúde e bem-estar de seus cães, buscando soluções convenientes e cientificamente avançadas, nossa nova campanha ‘Outro Nível de Proteção reforça a superioridade e qualidade de NexGard®, atendendo às expectativas dos consumidores”, comenta.

A coletânea também traz outros dados que ajudam a complementar o perfil do tutor brasileiro e forma como ele investe em medicamentos para saúde animal. Dentre as principais descobertas, é possível destacar:

Segundo levantamento, os tutores de cachorros são predominantemente homens (54%), 34% deles estão na faixa etária de 55 anos ou mais e 38% deles estão classificados na classe B. A prevalência masculina também ocorre em tutores de gatos (56%) e o perfil de idade também é similar, com 34% dos tutores sendo de 55 anos ou mais. A classe B também é mais prevalente, com 40%. Sendo possível afirmar que os tutores de cães e gatos possuem perfis similares no país;
Tutores de cães gastam em média R$127,80 na compra de um produto antipulga/vermífugo. Já os donos de felinos pagam R$105,00 nesses mesmos produtos. Mostrando que ambos os perfis estão dispostos a investir em produtos de qualidade;
Os tutores de cães se mostraram leais as marcas de antiparasitários de seu conhecimento. Caso não tivesse o produto de sua marca favorita disponível no marketplace, 46% dos entrevistados procurariam em outro estabelecimento. Além disso, mesmo que tivesse um produto de outra marca com menor preço, 45% ainda compraria da marca que está acostumado. Esse fato também é replicado com os tutores de gato, com 45% e 48% respectivamente;
Sobre os drivers de compra dos tutores de cães: a indicação do veterinário é a principal motivação na hora da compra (52%), seguida da análise de custo-benefício (51%). Já os drivers de compra dos tutores de gatos apresentam diferenças: a principal motivação de compra é ser uma fórmula específica para gatos (58%), juntamente do bem-estar do animal, também com 58%.

Com esses dados analisados, a empresa estruturou sua nova campanha focada no tutor que quer trazer um nível elevado de cuidado a seu pet, com produtos de primeira categoria que trazem bem-estar e segurança ao animal. “Tanto os dados globais quanto nacionais tiveram parte crucial no direcionamento da campanha, nos auxiliando a entender completamente o perfil do consumidor atual, e possibilitando um direcionamento estratégico de nossa comunicação vinculado a tendências de consumo, com estratégias e identidades distintas para cães e gatos, que se tangenciam no nosso slogan principal, o outro nível de cuidado”, finaliza o diretor.

Fonte: Breno Beham

Conheça as 4 principais causas de coceira em animais de estimação

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Entender os motivos e aliviar o desconforto é essencial para a saúde física e emocional dos pets

A coceira é uma das principais queixas dos responsáveis por cães e gatos, especialmente nos períodos de temperatura mais alta. Segundo a médica-veterinária da VetFamily Brasil, Beatriz Alves de Almeida, o calor pode agravar ou desencadear diversas situações que levam ao desconforto cutâneo nos pets.

Umidade e clima quente criam um ambiente propício para a proliferação de parasitas, como pulgas e carrapatos, além de microrganismos como fungos e bactérias. Esses fatores aumentam a probabilidade de irritações na pele dos pets, levando ao aparecimento de coceiras. O calor pode intensificar os sinais clínicos da dermatite atópica, especialmente em animais com predisposição genética. Já a dermatite de contato é desencadeada pelo contato direto com substâncias irritantes ou alergênicas, como produtos químicos presentes no ambiente.

Principais causas de coceira

Pulgas e carrapatos: esses ectoparasitas são mais ativos e se proliferam mais em temperaturas quentes. A saliva da pulga pode causar dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP), uma das principais causas de coceira intensa nos cães e gatos.
Dermatites alérgicas: o calor também traz um aumento na exposição a alérgenos ambientais, como pólen e ácaros, e aumenta a transpiração, podendo estimular crises de dermatite atópica e de contato. Além disso, alterações na dieta ou exposição a novos alimentos podem intensificar os sinais de alergias alimentares já existentes em animais sensíveis.
Infecções por fungos e bactérias: a umidade e o calor favorecem infecções cutâneas, como as dermatites por fungos ou bactérias.
Queimaduras solares e ressecamento da pele: a exposição excessiva ao sol pode causar queimaduras ou ressecamento da pele, especialmente no focinho e nos coxins. Raças de pelagem clara, áreas de pele expostas, como o focinho e as orelhas, e pets com pouca cobertura pilosa estão mais suscetíveis a queimaduras solares. O uso de protetores solares específicos para animais é indicado.
Coceira não é brincadeira

O prurido não é um simples desconforto. A lambedura excessiva, a mordedura local, a irritação e a arranhadura do ato de coçar causam feridas na pele, abrindo espaço para infecções. O mal-estar com a coceira provoca agitação e irritabilidade, afetando também a saúde mental e emocional do pet.

“Ao identificar um prurido fora do comum ou uma crise alérgica no animal, o responsável deve levar o pet para uma consulta com o médico-veterinário imediatamente. O primeiro passo é aliviar o desconforto da coceira para restabelecer o bem-estar do animal e, em seguida, identificar as causas e tratá-las. Para isso, o mercado conta com uma solução inovadora: o Zenrelia™, da Elanco, que já apresenta melhora na coceira no primeiro dia de tratamento”, comenta Beatriz.

À base de ilunocitinib, o medicamento promove a remissão clínica da coceira associada à dermatite alérgica e atópica em cães, à DAPP e a reações de alergias alimentares, trazendo conforto rápido enquanto o cão passa por tratamento, que geralmente é mais demorado. “O desconforto e a irritabilidade com a coceira afetam não somente os animais, mas também geram estresse nos seus responsáveis. Por isso, buscamos auxiliar os médicos-veterinários com informação e treinamentos sobre as novidades do mercado, lembrando que o uso de Zenrelia™ deve ser feito sempre sob orientação veterinária, garantindo a segurança e a eficácia do tratamento.”, comenta Beatriz. A VetFamily, a maior comunidade nacional e internacional de médicos-veterinários atua no desenvolvimento do setor, firmando parcerias que facilitam o aprendizado e a atividade dos médicos-veterinários e colaboram com o bem-estar de pets e seus responsáveis.

Prevenção é fundamental

A prevenção é o melhor caminho para evitar o sofrimento dos pets. A consulta regular com o médico-veterinário permite o diagnóstico de alergias e suas possíveis causas, e a prática da conduta preventiva prescrita pelo veterinário reduz as possibilidades de crises alérgicas em animais já diagnosticados.

Higiene adequada, hidratação da pele, proteção solar, alimentação balanceada e controle de parasitas são a base de uma boa saúde. “O uso de antiparasitários evita desconforto, doenças graves e DAPP. Se o pet já apresentou alergia à picada de pulga, o controle deve ser ainda mais rigoroso”, ressalta Beatriz.

A veterinária esclarece ainda que o controle de ectoparasitas é essencial também para os pets que não saem de casa. A infestação pode ocorrer em um passeio rápido, na ida ao pet shop ou ainda ser causada pelos próprios tutores: pulgas podem ser levadas para dentro de casa presas aos nossos calçados ou roupas. “Quem tem felino costuma relaxar nos cuidados, achando que os riscos são menores porque os animais não saem de casa ou ainda pela dificuldade de medicar os gatos. Por isso, soluções que facilitam a ingestão fazem a diferença”.

Comprimidos pequenos e palatáveis fazem do Credeli™ Gatos uma opção prática para administrar. O medicamento passa por um processo de extrapurificação, que isola apenas a parte ativa do princípio lotilaner, facilitando a metabolização do medicamento pelo organismo dos bichanos.

Para os cães, a versão Credeli™ Plus elimina carrapatos e pulgas, previne doenças dos vermes intestinais e possui componentes de baixo potencial alergênico, uma opção para cães com alergias alimentares. Adicionalmente, Beatriz lembra que para garantir a eficácia no controle de ectoparasitas, é essencial seguir um protocolo de administração regular dos medicamentos, associado a medidas de controle ambiental.

Além do desconforto e das doenças causadas aos animais, a infestação por ectoparasitas pode se espalhar pelo ambiente de forma ainda mais rápida no calor, comprometendo também o bem-estar dos humanos da casa.

Ignorar sinais de coceira em cães e gatos pode levar ao agravamento do problema, causando dores, infecções e até problemas comportamentais devido ao estresse. “Com cuidados simples, atenção aos sinais do pet e orientação do médico-veterinário é possível garantir mais tranquilidade e saúde para todos”, conclui Beatriz.

Sobre a VetFamily

Organização global líder em soluções para clínicas e hospitais veterinários, faz parte do Vimian Group, tem sede em Estocolmo (Suécia) e reúne mais de 6.500 clínicas e 20 mil veterinários em mais de 11 países da União Europeia, Estados Unidos, Austrália e, agora, Brasil. Seu objetivo principal é contribuir para a melhor administração e lucratividade das clínicas, oferecendo diversos serviços, como centralização da negociação com parceiros comerciais, apoio à gestão e disseminação de conhecimento. Conheça mais em www.vetfamilybrasil.com.br.

Fonte: Josiane Fontana
josiane@deepzo.com.br

Com estrutura especial, 25 cavalos embarcam em voo rumo à Alemanha

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Operação aconteceu no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e foi possível graças à atuação dos auditores fiscais federais agropecuários

O Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, foi o cenário de uma operação nada convencional: o embarque de 25 cavalos em um voo com destino à Alemanha. A ação foi possível graças à atuação dos auditores fiscais federais agropecuários, responsáveis por autorizar a exportação dos animais, que seguiram para países como Holanda e Portugal.

A operação aconteceu em 16 de fevereiro, mas os trâmites foram iniciados muito antes, em outubro do ano passado. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), para garantir a segurança e o bem-estar dos animais, foi montada uma estrutura especial, onde os cavalos ficaram até a liberação aduaneira pelos servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Além das baias individuais, havia ventiladores com climatizadores e suporte de tratadores e médicos veterinários. Entre os embarcados, estão cavalos que continuarão competindo sob a bandeira brasileira e outros destinados a criação na Europa ou comercializados para compradores locais.

De acordo com os auditores fiscais federais agropecuários que atuam na Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Aeroporto do Galeão, os profissionais da carreira foram os responsáveis pela fiscalização dos passaportes dos equinos, além da emissão dos certificados veterinários internacionais, de acordo com as exigências sanitárias da Europa. Todos precisaram fazer uma quarentena no Brasil, antes do embarque.

Esta é a segunda operação de exportação de cavalos vivos para a União Europeia em cerca de três meses. De acordo com o Mapa, o mercado europeu para os equinos foi aberto em agosto do ano passado.

“A atuação dos auditores fiscais federais agropecuários é fundamental para garantir a segurança sanitária e o bem-estar animal nas exportações, fortalecendo a confiança internacional nos nossos produtos e contribuindo diretamente para a economia do país. Operações como essa demonstram o compromisso da carreira com a excelência e a responsabilidade no comércio global,” destaca o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo.

Fonte: Fernanda Balbino Okubo
fernanda.balbino@fsb.com.br

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