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Hill’s Pet Nutrition lança a linha Hill’s SD Specialty que atenderá condições específicas da saúde dos pets

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A linha inclui fórmulas projetadas para melhorar áreas particulares da saúde animal, tais como mobilidade, digestão, peso, saúde bucal, e saúde urinária.

A Hill’s Pet Nutrition traz para o Brasil a linha *SD Specialty*, já consagrada nos Estados Unidos e em outros mercados internacionais, com o objetivo de oferecer soluções ainda mais específicas para as necessidades de saúde dos animais de estimação. A expansão da linha SD no Brasil visa enriquecer a alimentação dos pets e fortalecer a relação única entre os tutores e seus animais, atendendo às necessidades nutricionais de cada fase da vida.

A linha SD Specialty é composta por 26 fórmulas diferenciadas, desenvolvidas para atender a condições próprias de saúde, como cuidados com a pele e estômago, controle de peso, saúde gastrointestinal, cuidado oral, vitalidade sênior, suporte urinário, prevenção de bolas de pelo, apoio à mobilidade e fórmulas livres de GMO (Organismos Geneticamente Modificados). Cada pet tem características e necessidades distintas, e, por isso, a Hills oferece opções que garantem uma nutrição personalizada para promover o bem-estar em todas as fases da vida, de filhotes a cães idosos.

Flavio Lopes, médico-veterinário especializado em nutrição pet da Hills, destaca que o principal diferencial da linha Specialty é seu foco em nutrição personalizada para necessidades específicas de saúde de cães e gatos. “A linha inclui fórmulas projetadas para melhorar áreas específicas da saúde animal, tais como mobilidade, digestão, peso, saúde bucal, e saúde urinária. Cada fórmula é desenvolvida com ingredientes inovadores e tecnologia avançada para maximizar os benefícios nutricionais e terapêuticos”, explica.

O veterinário ressalta que a Hill’s Science Diet Specialty Adulto Pele e Estômago sensível, por exemplo, é o primeiro produto com proteína sustentável do Brasil e está disponível com Pollock do Alasca selvagem de alta qualidade, rastreável e obtido de forma sustentável, proveniente de uma pescaria certificada pelo Marine Stewardship Council (MSC), organização internacional sem fins lucrativos protetora dos oceanos. “Acreditamos que uma nutrição adequada é essencial para garantir uma vida longa e saudável para cães e gatos. Por isso, a Linha Hill’s Science Diet agora está ainda mais completa, com a inclusão dos novos produtos Specialty, conclui Lopes.

Segundo Flavio, alguns benefícios merecem destaque, como o alimento Hill’s Science Diet Oral Care, que utiliza uma tecnologia no grão de fibras entrelaçadas clinicamente comprovada para reduzir o acúmulo de placa e tártaro. “Esta tecnologia funciona como uma escova de dentes ao mastigar, proporcionando uma limpeza eficaz dos dentes e um hálito fresco. Em comparação com opções de cuidados preventivos tradicionais, esses produtos são mais práticos e eficazes para os tutores”, explica.

O veterinário também destaca os alimentos Hill’s Science Diet Mobilidade Saudável que incluem EPA (óleo de peixe) e glicosamina para suporte às articulações, o alimento Hill’s Science Diet Digestão perfeita com formulações que promovem uma digestão saudável com prebióticos e fibras específicas. “Além disso, temos a Hill’s Science Diet Peso Perfeito que ajuda a manter o peso ideal de cães e gatos com L-carnitina e óleo de coco”, finaliza.

Com a ampliação dessa linha no Brasil, a Hills reafirma seu compromisso com a qualidade de vida dos animais de estimação, oferecendo uma nutrição mais precisa e eficaz, voltada para a prevenção e tratamento de condições de saúde comuns entre os pets.

Desde novembro, a linha *SD Specialty* está disponível em algumas cidades e a partir de janeiro poderá ser encontrada em todas as lojas do Brasil, proporcionando aos tutores mais uma opção para garantir a saúde e o bem estar de seus companheiros de quatro patas.

Sobre a Hill’s Pet Nutrition

A Hill’s Pet Nutrition acredita que a qualidade de vida para os animais inclui a melhor alimentação, cuidado veterinário, exercícios diários e um ambiente enriquecedor com bastante amor. A empresa, parte da Colgate-Palmolive desde 1976, disponibiliza seus alimentos para animais em 86 países ao redor do mundo. No Centro de Nutrição Animal da Hill’s em Topeka, Kansas, uma equipe de veterinários e especialistas certificados pelo o conselho em nutrição e medicina interna trabalham em conjunto com uma equipe de animais de companhia para desenvolver rações nutritivas e saborosas. A instalação também conta com um hospital veterinário totalmente equipado certificado pela Associação Americana de Hospitais Veterinários (AAHA) – obedecendo os mais altos padrões para hospitais veterinários para animais de pequeno porte nos dias de hoje.

Fonte: Wagner Hiroi
wagner@polvoracomunicacao.com.br>

Fim de ano e fogos de artifício: dicas para preparar e proteger os animais

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Médica-veterinária orienta sobre medidas e medicamentos que podem amenizar os danos das celebrações para os pets

Embora a soltura de fogos de artifício com barulhos seja proibida em diversas cidades brasileiras, a regra não é cumprida por todos. Então, vale imaginarmos como seria repentinamente escutar ruídos dos fogos de artifício quatro vezes mais alto do que ouvimos, acompanhados de iluminação forte e agitação de pessoas, sem entender do que se trata. É assim que as celebrações de fim de ano são percebidas pelos pets e, por isso, a conscientização e a prevenção são fundamentais.

Os animais de estimação possuem uma audição muito mais sensível. Cães conseguem captar sons em frequências de até 60.000 Hz, enquanto gatos chegam a 85.000 Hz, muito superiores aos 20.000 Hz que o ouvido humano pode perceber. Essa capacidade auditiva ampliada faz com que os estrondos dos fogos sejam assustadores, podendo causar desde medo, traumas, posturas agressivas, tentativas de fuga até laceração dos tímpanos, ataque cardíaco, desmaios, automutilações, convulsões ou, mesmo, a morte em animais mais sensíveis ou com comorbidades.

Preparativos

Segundo a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade, quanto antes tomarmos medidas preventivas, melhores os resultados. A dessensibilização dos animais habituando-os a ouvirem ruídos de fogos enquanto participam de uma brincadeira ou recebem carinho e petiscos é uma forma de associarem o som alto a bons momentos, contribuindo com a prevenção de respostas exacerbadas.

Uma consulta antecipada ao médico-veterinário também é essencial para avaliar as condições clínicas, a ansiedade, o medo e o estresse do animal. Em muitos casos, é recomendado o uso de medicamentos para preparar o pet e proporcionar maior tranquilidade. Florais de Bach, nutracêuticos e fitoterápicos, como valeriana, kawa-kawa, passiflora, L-triptofano e melatonina são algumas opções naturais para a prevenção e podem ser manipuladas em formas farmacêuticas flavorizadas que auxiliam a administração.

“Medicar um animal nem sempre é uma tarefa fácil, especialmente os gatos. Por isso, a manipulação de medicamentos com formas farmacêuticas como glóbulos, biscoitos ou molhos, em sabores como bacon, leite condensado ou frango facilitam a aceitação do pet e reduzem o estresse de medicar”, argumenta Farah.

A veterinária lembra ainda que para animais com alto grau de ansiedade ou com saúde debilitada, pode ser necessária a administração de medicamentos de uso controlado. “Esse tipo de medicamento só pode ser prescrito por um médico-veterinário. O tutor nunca deve administrar doses menores de seus próprios medicamentos para o pet. Embora alguns princípios ativos sejam comuns aos animais e aos humanos, a indicação é muito específica e a dose, muito diferente. Esse é outro motivo para optar pela manipulação de medicamentos veterinários: a dose é exata para o peso do animal e a quantidade específica para o tratamento, uma segurança a mais para pets e tutores”, esclarece Farah.

Como proteger os pets durante a soltura de fogos de artifício

Administre os medicamentos conforme a prescrição médica. Mantenha o pet dentro de casa, pois será mais difícil escapar e ficará mais tranquilo ao se sentir próximo do tutor. Fechar portas, janelas e cortinas, ajudará a abafar o som e criará a sensação de segurança. Escolha um ambiente tranquilo da casa onde o pet possa se sentir seguro e inclua objetos familiares, como caminhas, brinquedos e roupas com o cheiro do tutor.

Ligue a TV, rádio ou músicas relaxantes para disfarçar o som dos fogos. Utilize essências ou difusores de feromônios, que ajudam a criar um ambiente mais calmo. Se possível, permaneça com o pet e demonstre tranquilidade durante os estrondos, isso o deixará mais seguro e confortável.

Outros riscos do fim do ano

Confraternizações, decoração e alimentação típicas das festas de fim de ano também representam riscos aos pets. Visitas frequentes e festas em casa geralmente causam estresse aos animais, que podem se sentir acuados ou ameaçados. Enfeites como fios de luz, bolinhas de árvore de Natal e plantas como a flor-de-natal (tóxica para animais) podem ser ingeridas acidentalmente e causar intoxicação, choques, obstrução ou perfuração de órgãos internos.

O cardápio diferenciado dos tutores também oferece risco, caso seja ingerido pelos pets. As tão comentadas uvas-passas, presentes em diversos pratos, e as uvas, que compõem as mesas e os rituais de fim de ano podem causar insuficiência renal aguda em cães e gatos, assim como a carambola, que tem alto teor de ácido oxálico, prejudicial aos rins. Condimentos e temperos, como cebola e alho, por exemplo, contêm dissulfetos e tiossulfatos, que podem causar danos aos glóbulos vermelhos dos animais, levando a uma anemia hemolítica. Espinhas de peixe e ossos oferecem risco de gerar uma obstrução intestinal. Doces, bolachas, rabanada, panetones e chocotones são ricos em gordura, carboidratos e açúcar, além do chocolate dos chocotones, extremamente tóxico para cães e gatos.

A importância da conscientização

Muitas consequências negativas podem ser evitadas com medidas simples, mas que exigem planejamento e atenção. Para auxiliar na conscientização dos tutores, a DrogaVET lançou um e-book gratuito com dicas práticas para o fim de ano, que pode ser acessado pelo link: https://encurtador.com.br/FxBHo

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.

Fonte: Josiane Fontana
josiane@deepzo.com.br

Projeção no Congresso Nacional destaca número alarmante de 30 milhões de cães e gatos abandonados no Brasil

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Campanha de Dezembro Verde traz imagens de cães disponíveis para adoção em Brasília e no Ceará para reforçar a importância da guarda responsável

Mês de conscientização sobre o abandono de animais, Dezembro Verde foi tema de projeção no Congresso Nacional, em Brasília, na noite de ontem (11). Imagens de cães resgatados da capital federal e do Ceará foram projetadas nas fachadas do prédio, trazendo ao público os perfis e características de pets que aguardam adoção. A iniciativa, apoiada pela Mars Petcare, foi promovida em parceria com a Frente Parlamentar em Defesa dos Animais.

Além disso, foram exibidos dados do Índice de Abandono Animal, conduzido pela Mars Petcare, que apontam que cerca de 30,2 milhões de cães e gatos no Brasil vivem em situação de abandono, representando aproximadamente 25% da população total desses animais no país.

A ação destacou a urgência deste problema que cresce significativamente no fim do ano. Integrada ao programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom, programa da Mars Petcare que já ajudou mais de 84 mil cães a encontrarem um lar, a ativação reforça a importância da guarda responsável, que envolve atender às necessidades essenciais do animal ao longo de sua vida, como alimentação, cuidados de saúde, segurança e carinho.

“Abandonar um animal é covardia. Iluminando o Congresso de verde, queremos dizer: o poder público e a sociedade precisam dar uma resposta firme. Adotar é um ato de coragem e humanidade, e é isso que queremos promover com essa campanha”, afirmou o coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, Deputado Célio Studart (PSD/CE).

Entre os cães resgatados que ganharam destaque na projeção estão Pipoca, Rachel, Diana e Bono, cada um com uma trajetória singular e emocionante. Bono, que aguarda há quatro anos por um lar, simboliza a resiliência e a lealdade desses amigos de quatro patas, inspirando o público a refletir sobre a importância de oferecer uma nova chance a animais abandonados.

“A projeção no Congresso Nacional simboliza um chamado para a sociedade sobre a importância de cuidar dos animais de estimação com responsabilidade. Nosso objetivo é incentivar a adoção responsável, garantindo que os tutores assumam o compromisso de longo prazo com seus pets”, afirmou Sarah Bonadio, diretora de Assuntos Corporativos da Mars Petcare.

Fonte: Joana Ribas Bernardes Lima
joana.ribas@iccom.com.br

Dezembro Verde: Como se planejar, preparar a casa e a rotina para a chegada e adaptação de um pet

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Quiz dentro da plataforma “Pet é pra sempre” ajuda candidatos a tutores a identificar se estão preparados para adotar um pet

Campanha Dezembro Verde é destinada à reflexão sobre o abandono de animais. Brasil tem hoje 4,8 milhões de cães (60%) e gatos (40%) em condições de vulnerabilidade no país

Dezembro Verde marca o mês da campanha criada para conscientizar a população sobre o abandono de animais e promover a adoção responsável. É nessa época que muitas pessoas decidem adotar um pet e, ao mesmo tempo, é também um período de maior abandono. Por isso, é preciso estar preparado para receber um cão ou um gato em casa, o que envolve grandes mudanças na vida do tutor, com impactos na rotina, estilo de vida e no planejamento financeiro das famílias.

Segundo Mayara Andrade, médica-veterinária de Guabi Natural, antes de adotar um pet, o tutor deve pensar se consegue atender as necessidades de bem-estar animal, que incluem fatores como um ambiente e dieta adequados, a liberdade deles expressarem seus padrões de comportamento, além dos cuidados com a saúde em geral, entre outros.

“A chegada de um pet é um momento especial, mas antes de recebê-lo em casa, os tutores devem identificar se realmente estão aptos para essa mudança, e, em seguida, preparar o lar e a rotina para adaptar os novos companheiros de quatro patas. Cuidar de um animal é um compromisso que exige planejamento e adaptações na rotina familiar”, explica a profissional.

Para ajudar nesse planejamento, a veterinária responde algumas das principais dúvidas dos tutores.

Como saber se estou preparado para receber um pet?

“É importante que o tutor reflita sobre sua rotina, condição financeira e disponibilidade. Garantir a saúde e o bem-estar dos pets envolve cuidados e um investimento constante, como com a alimentação, cuidados veterinários, higiene, produtos específicos e casos de emergência, por exemplo. A adoção responsável deve ser uma escolha consciente”, explica Mayara.

Para facilitar essa decisão, dentro da plataforma “Um pet é pra sempre” – criada dentro da campanha de Dezembro Verde de Guabi Natural, pelo site da marca (www.guabinatural.com.br ou www.guabinatural.com.br/umpeteprasempre), há um quiz com perguntas voltadas para identificar se o tutor está realmente preparado para adotar um pet e se atende todos os requisitos para cuidar de um cão ou um gato. São perguntas como: “Com que frequência você está em casa e disponível para dar atenção a um cão ou gato?” e “Como você lidaria com despesas veterinárias e custos de cuidados contínuos, como alimentação, vacinas e higiene?”.

A plataforma traz também um guia com informações de ONGs e como denunciar o abandono ou maus tratos de animais; além de um e-book com um manual de adoção responsável.

Como preparar o ambiente para receber um pet

“Caso a pessoa realmente esteja apta a adotar um pet, ela precisa garantir que a casa esteja segura e adequada para receber o novo membro da família. É importante criar um espaço dedicado para o animal, onde ele possa descansar e se sentir seguro. Além disso, fornecer itens básicos, como potes de água e comida, brinquedos e itens de higiene. Outro ponto importante é a preocupação com a segurança, pois fios elétricos ou plantas tóxicas podem colocar em risco a saúde dos pets”, orienta a médica-veterinária.

Mayara Andrade explica ainda que a alimentação é um dos pilares do bem-estar animal. Um fator essencial é a escolha de um alimento de alta qualidade, que atenda às necessidades específicas do pet.

“Uma dieta balanceada é uma das chaves para a promoção da saúde do animal, quando oferecida em quantidades adequadas. Por isso, é importante que o tutor siga a orientação do médico-veterinário para a escolha do alimento. Após essa escolha, nos primeiros dias da chegada do pet em casa, é importante que o tutor faça a introdução da nova alimentação de forma gradual, mesclando com a alimentação que o pet consumia anteriormente. Isso evita que o animal recuse o alimento ou tenha algum sintoma gastrointestinal, como vômito e diarreia, pela troca brusca. Essa orientação, de como fazer a troca, pode vir tanto do veterinário quanto no verso das embalagens de alimentos para pets”, recomenda Mayara Andrade.

Como incluir a rotina do pet na rotina do tutor?

Segundo Mayara Andrade, os animais se sentem mais confortáveis em ambientes com rotinas consistentes, como horários fixos para alimentação, passeios (no caso de cães) e momentos de interação na adaptação.

“Um dos maiores desafios para um pet recém-chegado é se adaptar à rotina da casa. Por isso, é importante ser consistente desde o início, tanto nos horários de alimentação quanto nos momentos de brincadeira e descanso”, explica Mayara.

Além disso, Mayara recomenda que para que o animal de estimação se sinta parte da família, é fundamental dedicar tempo à socialização e ao treinamento básico. Brincadeiras, passeios e interações diárias ajudam a criar laços de confiança e a reduzir o estresse do novo ambiente.

Campanha Dezembro Verde

O Brasil tem hoje cerca de 4,8 milhões de cães (60%) e gatos (40%) em condições de vulnerabilidade no país, segundo o Instituto Pet Brasil. Para mudar essa realidade, o país tem dado alguns passos no caminho da conscientização. O mais recente foi a aprovação no Senado Federal, em março deste ano, do Projeto de Lei 6.404/2019, que institui oficialmente o “Dezembro Verde” como campanha destinada à promoção de ações educativas e reflexão sobre o abandono de animais, que, no Brasil, é considerado crime desde 1998.

Mas enquanto a lei não é aprovada – ela agora segue para a Câmara dos Deputados -, a campanha de Dezembro Verde é promovida em todo país, levando a população a refletir sobre a importância da guarda responsável. Principalmente por conta das festas de fim de ano e férias, esta é a época do ano em que as instituições registram o maior número de abandono. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Pet Brasil e divulgada em parceria com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), cerca de 201 mil animais (92% cães, 8% gatos) estão sob a tutela de ONGs ou grupos de protetores independentes no país.

Fonte: Roberta Muller
roberta.muller@buzzing.com.br

Bactérias à espreita: atente-se à saúde urinária do seu pet

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Créditos: Anusha Barwa/Unsplash

Diversos micro-organismos podem acometer o sistema urinário de cães e gatos

As Infecções do Trato Urinário (ITU) de cães e gatos são condições comuns que podem afetar tanto machos quanto fêmeas, prejudicando a saúde e bem-estar dos animais. As ITUs ocorrem mais frequentemente em cães do que em gatos. A maioria das ITUs em cães envolve infecção bacteriana do trato urinário inferior, como em bexiga e uretra, porém, a ascendência de diversos tipos de bactérias ao ureter e rins é um problema que pode se tornar grave e que ocorre como consequência da ITU inferior. Uma atenção especial, entre todas as bactérias, deve ser dada à Escherichia coli. Embora a doença inflamatória do trato urinário inferior (DTUI) seja mais comum em gatos, infecções bacterianas são raras nesta espécie. Menos de 2% dos casos de DTUI em gatos são causados por infecções primárias do trato urinário.

“A maioria da ITUs em cães provém da flora intestinal ou cutânea que ascende através da uretra à bexiga. A capacidade da bactéria em se aderir à superfície epitelial do trato urinário impede a sua remoção através do fluxo da urina e permite a sua proliferação através das micções. Estudos relacionam a maior frequência das ocorrências de ITU às fêmeas e aos animais idosos, porém distúrbios que diminuem a frequência de micção ou o volume de urina eliminado, ou que resultam no aumento de urina residual, facilitam a ocorrência da enfermidade nos animais de companhia”, explica a médica-veterinária Patrícia Guimarães, promotora técnica de Animais de Companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

“Inúmeros fatores possibilitam o desenvolvimento de um quadro complicado de ITU nos cães: interferência na micção normal, anormalidades anatômicas, lesões nas barreiras mucosas, alteração no volume ou composição da urina ou imuno comprometimento sistêmico. Vale lembrar que os gatos são menos afetados que os cães, mas também podem apresentar este quadro”, detalha a especialista.

Os sintomas mais comuns de infecções urinárias são aumento da frequência das micções, dificuldade para urinar, dor intensa durante ou no final da micção, presença de sangue na urina, aumento da frequência cardíaca, bem como incontinência e mudança do local de costume para urinar. Em casos específicos, podem ser observadas dor abdominal, febre e pus na urina – deixando-a com uma característica mais turva.

Patrícia recomenda a atenção dos tutores quanto às alterações na urina e no ato de micção de seus pets e que procurem pelo auxílio de um profissional médico-veterinário para avaliar o animal e tratá-lo de forma assertiva e de acordo com os exames complementares que são determinantes para o sucesso do tratamento. “O diagnóstico deve ser baseado através do histórico, avaliação clínica, sedimento urinário e urocultura. A urocultura é um dos exames mais importantes nesse processo, já que ela possibilita a identificação da bactéria que está acometendo o trato urinário. Esse exame permite que o médico-veterinário escolha o antibiótico mais específico e eficaz para o tratamento.”

Moderno, seguro e eficaz contra as principais bactérias causadoras de ITU em cães, Marbocyl® P é um antibiótico de 3ª geração à base de marbofloxacina, palatável e de fácil administração – oferecido apenas uma vez ao dia. Marbocyl® P é a única marbofloxacina do mercado indicada para cães e gatos e com oportunidade de ser administrada por até 40 dias consecutivos. Desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal – companhia francesa com mais de 90 anos de atuação –, Marbocyl® P possui 3 apresentações: 5mg, 20mg e 80mg, possibilitando o tratamento de cães e gatos de diferentes raças e portes.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2023, o faturamento global foi de € 529 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Fonte: Irvin Dias
irvindias62@gmail.com

Veterinária explica os riscos de dividir sua ceia de Natal com seu pet

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Ingredientes feitos para humanos podem provocar sérios danos aos nossos amigos de quatro patas

Uma das melhores partes do Natal é reunir em família e partilhar aquela refeição especial, preparada com tanto carinho, que gera muitas memórias e sela o clima de união e amor. Mas quantas vezes você incluiu seu pet na ceia sem saber das consequências que isso poderia trazer para o seu animalzinho? A veterinária especialista em nutrição animal, Cleuma Ferreira, explica que essa atitude pode afetar a saúde do seu cão ou gato. “A nossa tradicional ceia de Natal é saborosa e perfeita para nós, mas não para eles. Ela é recheada de ingredientes que os pets não conseguem metabolizar.”

Para que os papais e mamães de pet possam incluir seu filho nas celebrações, a veterinária formulou uma ceia especial. Os pratos foram elaborados com carnes magras, vegetais cozidos e grãos integrais, sem deixar de lado o sabor. “Formulei um combo que garante que os pets desfrutem do Natal com a família sem comprometer a saúde. Aspectos essenciais como segurança alimentar foram priorizados, evitando ingredientes tóxicos como cebola, alho, uvas e chocolate”, destaca.

Fortalecimento de laços
Gisela Mattos, CMO do Pet Chef Chico, empresa especializada em marmitas naturais para pets, afirma que a inclusão deles na ceia de Natal é uma forma especial de fortalecer os laços afetivos da família. “Permitimos que os animais de estimação façam parte do momento, promovendo o convívio e o vínculo na festa, tudo isso sem correr riscos de intoxicações alimentares ou outros problemas’’, explica.

Para que isso ocorra, a refeição foi pensada em todos os detalhes, desde a entrada até a sobremesa, passando pela apresentação. “Queríamos que as receitas reforçassem um ambiente festivo e a celebração natalina”, conta Gisela.

Sai panetone, entra brigadeiro
Uma opção sem chocotone, carnes gordurosas e doces é o ideal. “No lugar da tábua de queijos ou frios, que tal as bolinhas de peixe, os croquetes de carne e o dadinho de colágeno? Para o prato principal, é possível escolher entre lombo, carne e peru assado e há duas opções de guarnição, além de brigadeiros de alfarroba ou docinhos de bichos de pé feitos com beterraba para a sobremesa. Tudo saudável e delicioso, até os tutores podem comer”, detalha Maria Mattos, sócia-diretora do Pet Chef Chico.

Maria reforça ainda que a oferta de alimentos saudáveis deve ser a primeira opção dos tutores do pet. “Oferecer refeições adequadas garante que eles estejam saudáveis e felizes, podendo participar das festividades sem preocupações. Nada melhor do que ter certeza de que seu pet não vai passar mal depois de comer, não é?”, brinca Maria.

Sobre a Pet Chef Chico
A Pet Chef Chico é uma empresa especializada na produção de marmitas e petiscos naturais personalizados para pets. Os cardápios são montados com o suporte de médicos veterinários. A loja atua com diversas linhas, adaptadas às necessidades específicas de cada animal, e oferece serviço de alimentação por assinatura, para facilitar a vida dos tutores e evitar que os pets fiquem sem alimentação.

Fonte: Beatriz Mendes
beatriz@monetacomunicacao.com.br

Mito ou verdade? Pesquisa revela que frango brasileiro não recebe hormônio para crescimento

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Projeto do CEUB destaca o manejo, nutrição e avanços científicos como responsáveis pelo crescimento dos frangos comercializados

Como o 3º maior produtor e exportador de carne de frango do mundo, o Brasil lidera as exportações para mais de 150 países. Apesar do destaque, persiste a crença de que os frangos de corte recebem hormônios para acelerar o crescimento, o que levantaria dúvidas sobre a segurança e a qualidade deste alimento. Pesquisa científica conduzida por estudantes de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), desvenda esse mito e confirma a qualidade do manejo dos frangos fornecidos para a indústria alimentícia brasileira.

A lenda dos hormônios aplicados aos frangos surgiu na década de 70, quando avanços científicos relacionados a hormônios para ganho de peso eram discutidos pela indústria mundial de avicultura. Apesar de os testes não terem sido realizados com frangos de corte, a ideia se espalhou e se consolidou na opinião popular. Para os estudantes, isso teria levado o Ministério da Agricultura, em 2004, a criar instrução normativa proibindo oficialmente o uso de hormônios em aves.

Estudantes do CEUB combinaram levantamentos acadêmicos, visitas a aviculturas, frigoríficos e granjas como para diagnosticar a realidade do manejo dos animais. Segundo os pesquisadores, diferentemente da crença popular, o crescimento rápido dos frangos resulta de avanços científicos e boas práticas de manejo e produção. “Outro fator que confunde o público leigo é o uso de antibióticos, que são aplicados no controle de doenças aviárias e podem ser – erroneamente – associados ao crescimento das aves”, destaca Marianna Gadê, coautora da pesquisa.

Do ovo para a mesa em pouco tempo

A orientadora do projeto e professora de Medicina Veterinária do CEUB, Francislete Melo, descreve os avanços no melhoramento genético, nutrição equilibrada e manejo: “A pesquisa aponta que a seleção genética prioriza aves com maior produtividade, saúde e qualidade de carne, enquanto a alimentação é formulada com nutrientes essenciais, como milho, soja, vitaminas e aminoácidos. As condições de criação também são otimizadas por meio do controle rigoroso de fatores, como temperatura, espaço e sanidade, garantindo desenvolvimento eficiente e sustentável”.

Francislete acrescenta que o uso de hormônios em frangos seria tecnicamente inviável, mesmo que fosse permitido por lei. “ A aplicação desses hormônios exigiria que fossem injetados individualmente em cada ave, o que, considerando a quantidade de frangos criados, tornaria o processo totalmente inviável”, destaca.

No combate à desinformação, o grupo de estudantes criou vídeo educativo para o Tik Tok, que busca conscientizar o público sobre o mito da aplicação de hormônios de crescimento nos frangos de corte, destacando a proibição da prática no Brasil. “O vídeo foi elaborado de forma didática para alcançar maior número de pessoas, utilizando as redes sociais como meio de divulgação popular. A rápida evolução no desenvolvimento dos frangos é resultado de avanços em três pilares da avicultura: o melhoramento genético, a nutrição e manejo”, completam os autores.

Fonte: Loane Bernardo
loane.bernardo@maquinacohnwolfe.com

Sustentabilidade e bem-estar animal são a nova fronteira da competitividade do agronegócio

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Webinar reuniu especialistas para debater os desafios e oportunidades do setor de proteína animal em 2024, com destaque para as demandas ESG e o papel do Brasil no mercado global

O avanço das demandas por sustentabilidade e bem-estar animal está redesenhando o cenário do agronegócio brasileiro. Segundo o diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Marcel Moreira, esses temas têm impulsionado novas exigências do mercado, especialmente no que tange à exportação de proteína animal. “O bem-estar animal está profundamente ligado à qualidade do produto, à segurança alimentar e ao alinhamento com as expectativas do consumidor global. É preciso olhar para isso como uma estratégia de competitividade e sobrevivência no mercado”, afirmou.

O assunto esteve em pauta durante o webinar “Bem-estar animal em uma nova era de ESG”, realizado no dia 10 de dezembro. Organizado pela Colaboração Brasileira de Bem-estar Animal (COBEA), o encontro online evidenciou que o bem-estar animal já é parte indispensável das discussões sobre ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance; em português, meio ambiente, social e governança) e representa um diferencial competitivo que o Brasil não pode ignorar.

É o caso do mercado de pet food. Gerente de Desenvolvimento Sustentável da Special Dog Company e presidente da COBEA, João Paulo Camarinha Figueira, destacou que nesse mercado a qualidade deixou de ser o principal diferencial competitivo entre os grandes players. “Hoje, sustentabilidade, incluindo bem-estar animal, é o verdadeiro driver de mercado. As novas gerações buscam produtos que entreguem ética, e isso já reflete nas decisões de consumo.” Para ele, a integração desses valores à cadeia produtiva vai além da questão ética, se estendendo como uma oportunidade estratégica de negócios.

A diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom, exemplificou ressaltando que o bem-estar animal tem evoluído como temática principalmente na última década, e que hoje há consenso que promove produtividade e reduz riscos, como a necessidade de uso de antibióticos e a exposição a doenças infecciosas. Ela ressaltou ainda que, no cenário atual, há um aumento na pressão por resultados concretos em relatórios de sustentabilidade. “As empresas não focam apenas em compromissos, e precisam cada vez mais priorizar uma entrega efetiva de resultados. Ignorar problemas na cadeia de suprimentos representa um risco claro para a longevidade dos negócios, e temos visto que é mais seguro e econômico antecipar mudanças de mercado e requisitos legais, em vez de se adaptar retrospectivamente”, pontuou.

A colaboração entre os elos da cadeia produtiva também foi destacada pela diretora-executiva como fator essencial para avançar na agenda de bem-estar animal e fortalecer a resiliência do setor. Com maior colaboração, é possível alinhar expectativas e compartilhar objetivos, e assim evitar agendas conflitantes. Faz também sentido financeiro, por exemplo, em termos de compartilhamento de custos e mitigação de riscos.

Nessa linha, o diretor-executivo da startup Produtor do Bem, José Ciocca, complementou sobre o movimento colaborativo para democratizar práticas de bem-estar animal em todas as escalas de produção. “O Brasil precisa mostrar que vai além da produção em larga escala e adotar compromissos genuínos, conectando pequenos e grandes produtores. Certificações de bem-estar animal devem deixar de ser vistas como nicho e se tornar indispensáveis para todos os elos da cadeia alimentar,” concluiu, reforçando o papel do Brasil como protagonista global em sustentabilidade.

Sobre a COBEA

A COBEA é uma iniciativa de cooperação pré-competitiva inédita no sul global, criada com o propósito de promover o bem-estar animal. Idealizada pela startup certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com a adesão de sete importantes atores da cadeia de proteína animal brasileira: Grupo IMC (International Meal Company), Special Dog Company, Minerva Foods, JBS Brasil, Planalto Ovos, Mantiqueira Brasil e Danone Brasil.

Fonte: Andrea Mesquita
andrea@attualecomunicacao.com.br

Como identificar sinais de estresse em cães?

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Latidos excessivos, alterações na postura corporal e até mudanças no apetite são alguns dos sinais que podem indicar que o pet está sofrendo de estresse

Conhecidos por seu temperamento alegre e energético, os cães costumam transmitir a impressão de que estão sempre bem, prontos para brincar e socializar. No entanto, o estresse também pode acometê-los. Este fenômeno, mais comum do que se imagina, pode ser desencadeado por uma variedade de fatores, como mudanças no ambiente, ausência prolongada do tutor, barulhos altos ou mesmo interações sociais indesejadas. Embora os cães não possam verbalizar o que sentem, eles demonstram o estresse por meio de comportamentos e sinais físicos, que, quando reconhecidos, podem ajudar a buscar o suporte necessário.

“O estresse em cães pode ser difícil de perceber, especialmente porque muitos pets demonstram disposição e alegria no dia a dia. Muitas vezes, a impressão é de que eles estão sempre bem, mas essa fachada pode mascarar sinais de estresse que, quando ignorados, afetam negativamente a saúde do animal”, destaca Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

Os principais sinais de estresse incluem comportamentos agitados, como andar de um lado para o outro; alterações na postura, como tremores, orelhas para trás, corpo encolhido ou cauda entre as patas; problemas comportamentais, como urinar ou defecar dentro de casa, agressividade ou hiperatividade repentina; e perda de pelo, especialmente quando combinada com outros sinais.

Outros sintomas incluem bocejos frequentes, que não estão necessariamente relacionados ao sono, lambedura excessiva, especialmente nas patas, tremores e o ato de se coçar de forma repetitiva, mesmo na ausência de parasitas ou alergias. O estresse também pode se manifestar por comportamentos destrutivos, como roer móveis ou cavar incessantemente, bem como em vocalizações excessivas, como latidos ou choros. Mudanças na alimentação e no apetite também são comuns.

O mais importante para ajudar os cães a lidarem com o estresse é procurar a orientação de um profissional comportamental. Esses especialistas podem avaliar a situação de forma detalhada e sugerir as melhores práticas para reduzir o estresse, como mais caminhadas, brincadeiras ou ajustes na rotina. Caso necessário, também podem recomendar intervenções adicionais, como terapias comportamentais ou, em situações específicas, o uso de fármacos.

Além disso, os tutores devem adotar uma abordagem compreensiva e preventiva. Uma das primeiras ações recomendadas é identificar e, sempre que possível, eliminar ou minimizar os fatores estressantes. Por exemplo, se barulhos altos, como fogos de artifício ou tempestades, estiverem causando o estresse, deve-se criar um ambiente seguro e confortável para que o cão se sinta protegido. Proporcionar uma rotina consistente, com horários regulares para alimentação, passeios e brincadeiras, também é fundamental, pois a previsibilidade contribui para o bem-estar emocional do animal, como explica Marina.

Outra estratégia eficaz é o uso de enriquecimento ambiental. Brinquedos interativos, como aqueles que liberam petiscos, e atividades que estimulam os instintos naturais do cão, como busca e caça, ajudam a manter a mente ocupada e reduzem o impacto de fatores estressantes. Caminhadas e exercícios físicos regulares são igualmente importantes, pois não só melhoram a saúde do cão, como também ajudam a liberar energia acumulada, diminuindo o nível de estresse.

Além dessas medidas, o uso de produtos à base de feromônios sintéticos tem se mostrado uma alternativa eficaz no controle do estresse canino. “Feromônios sintéticos imitam os sinais químicos naturais produzidos por fêmeas lactantes, transmitindo uma sensação de segurança, familiaridade e conforto ao cão. Disponíveis em formatos como difusor, spray e coleira, essas soluções podem ser usadas tanto em casa quanto em situações externas, como viagens, visitas ao médico-veterinário ou passeios, ajudando a manter o bem-estar do pet”, explica a profissional.

Com a devida atenção aos sinais e a adoção de práticas que promovam o bem-estar, é possível reduzir significativamente os níveis de estresse nos cães, garantindo-lhes uma vida mais tranquila e saudável. “Oferecer um ambiente seguro e enriquecedor é essencial para que o animal se sinta amado e protegido, independente das adversidades que possa enfrentar”, finaliza Marina.

Sobre a Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Nosso portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e de bem-estar para animais de produção e de companhia, como também equipamentos e serviços para fornecer a melhor experiência para nossos clientes. Com 7.000 funcionários em 47 países, a Ceva se esforça diariamente para dar vida à sua visão como uma empresa OneHealth: “Juntos, além da saúde animal”.

Faturamento Global de 2023: €1,5 bilhão.

www.ceva.com.br

Fonte: Gisele Assis
gisele@assiscomunicacoes.com.br

Natal: Como incluir seu melhor amigo nas celebrações?

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O Natal está chegando e, com ele, aquele clima mágico de amor, cuidado e celebração!

É tempo de compartilhar momentos com toda a família — e, claro, isso inclui os nossos amigos de quatro patas. Incluir os pets nas festividades não apenas fortalece o vínculo entre tutores e seus companheiros como torna as festividades ainda mais especiais, e há muitas formas de
incluí-los, garantindo que eles se sintam parte das celebrações.

A primeira dica é preparar o ambiente para que os animais estejam seguros e confortáveis. Decorações típicas, como luzes piscantes, enfeites brilhantes e árvores decoradas, podem ser irresistíveis para cães e gatos. Por isso, é importante atenção na escolha e ao enfeitar, posicionar os itens frágeis, fora do alcance dos pets, além de evitar materiais que possam ser ingeridos ou causar acidentes.

Uma forma carinhosa de incluir os pets na comemoração é presenteá-los, brinquedos interativos, camas aconchegantes ou acessórios temáticos, como bandanas ou roupinhas, e guloseimas, como petiscos são alguns dos itens que os tutores podem escolher.

Preparar um mimo especial para o paladar dos animais também é uma ótima opção. Enquanto os humanos aproveitam ceias recheadas de delícias, os pets podem ter suas próprias guloseimas festivas. A edição limitada Delícias do chef – Natal, por exemplo, foi desenvolvida para que os cães façam parte das festas natalinas com bifinhos naturais no sabor peru e formatos especiais – estrela (Cúrcuma) e árvores (Spirulina). Os petiscos se destacam por serem formulados para interação e oferta de produtos específicos e seguros para o consumo dos pets, permitindo que eles participem ativamente das celebrações e dos momentos de alegria em família.

Outra sugestão é envolver os animais em sessões de fotos temáticas. Eles podem se tornar o centro das atenções ao usar um gorro de Papai Noel ou simplesmente ao participar da diversão em família.

É importante lembrar que durante as festas, o barulho de fogos de artifício e a movimentação de pessoas podem causar estresse nos animais. Desta forma, criar um cantinho seguro, longe do tumulto, ajuda os pets a se sentirem mais tranquilos. Uma música relaxante ou um brinquedo conhecido podem ajudar a distrair e acalmar.

Com essas dicas, é possível garantir que o Natal seja especial para toda a família, incluindo nossos amigos de quatro patas. Afinal, compartilhar momentos únicos e inesquecíveis com quem amamos é o verdadeiro espírito natalino.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações
imprensa@assiscomunicacoes.com.br

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