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Natal solidário: ONG MRSC realizará ação de Natal para moradores de rua e pets em todo o Brasil

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Créditos: Edu Leporo

De norte a sul do Brasil, o projeto MRSC distribui panetones, cestas básicas, brinquedos e oferece cuidados veterinários essenciais para os animais de moradores de rua neste Natal.

Neste fim de ano, o projeto Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC) levará solidariedade a nove cidades de sete estados com uma grande ação de Natal. Com o apoio de voluntários, a iniciativa distribuirá panetones, brinquedos e cestas básicas para moradores de rua, além de ração e cuidados veterinários essenciais para seus animais de estimação.

Desde 2015, a MRSC se dedica a oferecer apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade e seus animais. Guiada pelo lema “nem só de ração vive o cão”, a ONG vai além da distribuição de alimentos e produtos, oferecendo kits de higiene e alimentação e serviços veterinários completos, como vacinação, vermifugação, banhos e tosas, garantindo o bem-estar dos animais, companheiros fiéis dos moradores de rua.

Com esse compromisso, a MRSC realizará ações de Natal em diversas cidades, com o apoio de parceiros como o Programa Adotepetz da Petz, Mol Impacto, Arredondar e Boehringer Saúde Animal, para beneficiar tanto as pessoas em situação de rua quanto seus pets.

Confira as principais datas e cidades contempladas:

Porto Alegre (07/12): Ação na Reciclagem Bom Jesus, com pipoca, brinquedos para as crianças e cuidados veterinários para os animais, incluindo vacinação e vermífugos.
Florianópolis (07/12): Em parceria com o Floripa Invisível, o evento será dedicado à saúde dos pets na Costeira, com atendimentos clínicos, vacinação, vermífugos e fornecimento de ração.
Brasília (07/12): Terá distribuição de ração e reforço das doses de vacinas que foram aplicadas na última ação da MRSC em Brasília, no assentamento de catadores de reciclagem.
Rio de Janeiro (14/12): Ação na comunidade da Glória, com distribuição de kits de higiene para as pessoas e atendimento veterinário completo para os animais, incluindo consultas e vacinação.
Belo Horizonte (15/12): Natal Solidário na Serraria Souza Pinto, com kits natalinos, lanches e cuidados de “spa” para os cães e gatos, com direito a banho, tosa e vacinação.
Fortaleza (22/12): Na Praça da Bandeira, serão distribuídos kits de higiene, lanches e panetones para as pessoas, enquanto os pets recebem consultas, vacinas e vermífugos.
Recife (22/12): Ação na comunidade Fazendinha, com brincadeiras, lanches e corte de cabelo para os moradores, além de assistência veterinária completa para os animais.
São Paulo (22/12): A ação em São Paulo contará com a presença do Papai e Mamãe Noel e a distribuição de brinquedos novos na caixa para as crianças. A MRSC também oferecerá Panetones e Chocotones da Brasil Cacau, lanches de frios (presunto e queijo) e água. Para os pets, haverá atendimento completo, com banho, vacinas, vermífugos, aplicação de Frontline contra pulgas e carrapatos, além da distribuição de guias, coleiras e ração.
A MRSC, que completa nove anos em 5 dezembro, costuma fazer ações mensais nas ruas de São Paulo. Esta ação é a de número 115 só na capital paulista.

Para Eduardo Leporo, idealizador da MRSC, o Natal representa um momento de renovação e conexão, sobretudo para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade. “O Natal é uma época em que gestos de carinho e solidariedade ganham um significado ainda maior. Para as pessoas em situação de rua e seus pets, essa ação vai além da entrega de presentes ou alimentos, é um momento em que eles se sentem vistos, amados e parte de algo maior. Nosso trabalho no Natal é, principalmente, mostrar que dignidade e compaixão não têm data para existir. E que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, o amor pode transformar realidades” finaliza.

Saiba mais sobre MRSC: A ONG MRSC (Moradores de Ruas e Seus Cães), fundada pelo fotógrafo paulistano Eduardo Leporo, surge da sensibilidade de observar as histórias por trás dos cães encontrados nas ruas. Documentando essas narrativas em seu livro “Moradores de Rua e Seus Cães”, Leporo transformou seu projeto fotográfico em um gesto de solidariedade. Desde 2015, a MRSC proporciona assistência abrangente a animais de estimação de pessoas em situação de rua em 07 estados brasileiros, e já beneficiaram mais de 12 mil indivíduos. Com o lema “Nem só de ração vive o cão. E nem o gato”, a ONG oferece alimentação, cuidados veterinários, esterilização e mais, financiados por doações e parcerias com grandes marcas.

Fonte: Gabrielle Cosendei Publika.ai
gabrielle@publikaai.com.br

Verão chegando: Como cuidar dos pets com problemas dermatológicos?

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Créditos: Divulgação

Coçar de vez em quando é normal, e isso não está necessariamente ligado a algum problema de saúde, mas para os animais alérgicos as mudanças de estações podem provocar piora nas coceiras e outros sintomas associados à alergia.

“As principais alergias nos cães são as de pele, como a DAPE (Dermatite Alérgica à Picada de Ectoparasitos) e a dermatite atópica. Essa última é a condição mais comum, acometendo entre 20% e 30% dos cães e pode ser desencadeada por uma gama de alérgenos, incluindo o pólen que é extremamente comum nesta época do ano”, explica Mariana Raposo, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

O verão também é uma época propícia para o aumento de alérgenos ambientais, como pólen e esporos de fungos. Cães alérgicos podem desenvolver reações cutâneas, como erupções, coceira e inflamação. Identificar e tratar essas alergias é essencial para garantir o conforto e a saúde da pele dos pets.

Como identificar uma crise de alergia no pet?

“As coceiras de alergia são bem mais intensas do que as coceirinhas normais, que todos os pets têm. Os animais podem usar as patas, dentes ou até mesmo se esfregar em objetos e tapetes na tentativa de aliviar o desconforto. O prurido intenso também é acompanhado por vermelhidão na pele, queda de pelos em tufinhos em determinada região do corpo, e uma mudança perceptível na pele com descamação, um odor diferente do normal e até mesmo lesões bem visíveis, como machucados ou feridinhas”, explica.

Além da coceira, o pet pode apresentar inflamação da pele, com uma vermelhidão característica ao redor dos olhos, da boca, nas patas, nas orelhas e na região de virilha e abdômen, locais onde a pele é mais fina.

Como curar e como prevenir as alergias nos cães?

Durante as crises agudas, quando a coceira é demasiado intensa e atrapalha a qualidade de vida do pet e dos tutores, é importante buscar ajuda veterinária para que o pet seja medicado de maneira adequada e a crise combatida, mas não existe cura! O que muitos tutores não sabem é que é possível utilizar algumas estratégias para que estas crises não sejam tão frequentes e nem tão intensas.

“Nós temos pouco controle sobre todos os alérgenos capazes de desencadear as crises, mas podemos auxiliar o pet no fortalecimento das defesas do organismo contra estes agentes. Seja através de protocolos capazes de educar o sistema imunológico do animal a não reagir de maneira exagerada quando exposto àquele agente, seja através do fortalecimento da barreira protetora da pele. A utilização de produtos como hidratantes, shampoos que nutrem o microbioma cutâneo, assim como os suplementos alimentares a base de ômegas com alta concentração de EPA, DHA e GLA específicos para o pet, ajudam a manter uma pele mais saudável e protegida, fortalecendo a barreira cutânea e ajudando na prevenção das crises alérgicas”, reforça Mariana.

Além dos cuidados com a saúde da pele, a proteção contra ectoparasitas (pulgas e carrapatos) é essencial para todos os pets, principalmente na primavera e no verão, quando eles se proliferam e estão mais presentes no ambiente. “A utilização de antipulgas e anticarrapatos na periodicidade correta indicada pelo médico veterinário também ajuda a prevenir as crises alérgicas, especialmente dos animais com DAPE, e atuam para a manutenção da saúde do pet como um todo”, finaliza.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações
imprensa@assiscomunicacoes.com.br

Dezembro Verde: Com 30 milhões de cães e gatos abandonados no Brasil, campanha combate o abandono animal

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Créditos: Divulgação

No mês com maior número de animais abandonados, Mars Petcare lidera campanha de conscientização com ações de impacto que incentivam a educação e a adoção responsável

O período de fim de ano é marcado por festas e viagens, mas esse é justamente um dos motivos para o aumento preocupante no número de abandono de pets no Brasil. De acordo com o Índice de Abandono Animal, da Mars Petcare, aproximadamente 30,2 milhões dos gatos e cães estão abandonados no país atualmente. Para combater esse cenário, a campanha Dezembro Verde reforça a urgência de conscientizar a sociedade sobre o abandono de animais, especialmente nessa época do ano.

Para destacar a causa, o Congresso Nacional terá animais resgatados projetados em sua fachada no dia 11 de dezembro. A iniciativa, apoiada pela Mars Petcare, foi promovida em parceria com a Frente Parlamentar em Defesa dos Animais e busca sensibilizar a sociedade sobre a urgência de iniciativas para proteção animal e incentivar a adoção responsável.

Para ajudar a reduzir o número de abandonos e garantir os cuidados necessários para melhoria da qualidade de vida e longevidade dos pets, no início deste ano a Mars Petcare divulgou o Índice de Abandono Animal, considerado o maior estudo internacional já feito sobre a falta de moradia e os fatores que contribuem para o alto número de animais de estimação nas ruas e/ou abrigos. Além dos 30 milhões de animais abandonados, o estudo revelou que 185 mil vivem em abrigos à espera de um lar, sendo 7.400 gatos e 177.600 cães.

Apesar disso, o Índice de Abandono Animal demonstrou que embora 53% dos entrevistados pensem em adotar um cão no futuro próximo, apenas 36% consideram adotá-lo em um abrigo. Para os gatos, a situação é semelhante, com 37% dos entrevistados pensando em adotar um gato, mas apenas 45% avaliando adotar em um abrigo.

“Precisamos olhar para o abandono de pets como uma crise que pode e deve ser solucionada. A campanha Dezembro Verde é um lembrete de que todos têm um papel a desempenhar – do tutor individual às empresas e ao governo. Este é o momento de transformar a empatia em ação”, destaca Sarah Bonadio, diretora de Assuntos Corporativos da Mars Petcare.

Nos últimos anos, a Mars Petcare, por meio da marca PEDIGREE® e do programa “PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom”, tem liderado diversas iniciativas para viabilizar a adoção responsável de cães que antes viviam em abrigos, em parceria com ONGs selecionadas. A ação reforça o compromisso da empresa em combater o abandono animal, promovendo a conscientização, sensibilização e mobilização da sociedade em torno dessa causa.

Ao longo dos 16 anos do programa, mais de duas toneladas de alimentos foram doadas, mais de 1.600 ONGs de proteção animal receberam apoio, e mais de 84 mil cães encontraram um lar. Além disso, a iniciativa tem incentivado a castração com mutirões gratuitos em parceria com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

“Abandonar um animal é covardia. Iluminando o Congresso de verde, queremos dizer: o poder público e a sociedade precisam dar uma resposta firme. Adotar é um ato de coragem e humanidade, e é isso que queremos promover com essa campanha”, afirmou o coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, Deputado Célio Studart (PSD/CE).

Sobre a Mars

A Mars é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como PEDIGREE®️, WHISKAS®️, DREAMIES®️, OPTIMUM™️, ROYAL CANIN®️, M&M’S®️, SNICKERS®️, TWIX®️, SKITTLES®️ e BEN’S ORIGINAL®️. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento global de US$ 40 bilhões provenientes de seus 4 segmentos de negócio: Petcare, Wrigley, Alimentos e Pesquisa. Cerca de 130 mil colaboradores, em mais de 80 países, estão reunidos sob os Cinco Princípios da empresa – Qualidade, Eficiência, Responsabilidade, Mutualidade e Liberdade – trabalhando diariamente, para desenvolver relações mútuas, em linha com o seu propósito de criar o mundo de amanhã através da forma como fazemos negócios hoje.

Fonte: Joana Ribas Bernardes Lima
joana.ribas@iccom.com.br

Quais as diferenças na hora de viajar com cão ou gato?

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Compreender as particularidades de cada espécie é essencial para que o passeio em família seja divertido para todos

O fim do ano é sinônimo de férias para muitas pessoas. Seja para um passeio de final de semana ou uma viagem mais longa, este é um momento importante para recarregar as energias. E, claro, sempre que possível, os pets vão junto.

“Independentemente da espécie, a preparação para a viagem inclui garantir que a carteirinha de vacinação esteja atualizada e que o pet tenha um atestado de saúde recente emitido por um médico-veterinário. Também é importante estar com os antiparasitários (antipulgas e vermífugo) em dia, para evitar que o pet esteja suscetível a parasitas e às doenças que eles podem transmitir”, explica Marina Tiba, médica-veterinária e Gerente de Produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

Além disso, a mala dos pets deve conter os potes de comida e água, a alimentação habitual, petiscos, a caminha e os brinquedos. É imprescindível levar também a guia de passeio, coleira com placa de identificação e, se possível, um número de contato e endereço de algum centro veterinário da região para o caso de emergência.

Outro ponto importante é estar preparado para atender às necessidades específicas de cada espécie, já que cães e gatos lidam de maneiras diferentes com a mudança de ambiente.

“Em geral, os cães são mais sociáveis e adaptáveis, o que facilita levá-los para ambientes novos, como parques e locais pet-friendly. Eles costumam gostar da companhia do tutor durante o trajeto e podem viajar com cinto de segurança próprio, assentos ou em caixas de transporte. Em viagens aéreas, cães pequenos podem viajar na cabine, enquanto os maiores viajam no compartimento de carga. Além disso, cães precisam de paradas regulares para fazer suas necessidades e gastar energia”, explica Marina.

Nem todos os cães se sentem tranquilos durante o transporte, mas ADAPTIL® Coleira é uma excelente alternativa para tornar a viagem mais confortável e tranquila para o seu cão. A linha ADAPTIL® é composta por um análogo sintético do odor materno canino, que ajuda os cães a se sentirem seguros e protegidos em situações adversas do dia a dia.

Os gatos, por outro lado, são mais territorialistas e podem se estressar facilmente em ambientes desconhecidos. “Antes de levar um gato para uma viagem, é importante avaliar se isso pode estressá-lo. Respeitar a personalidade do animal é fundamental nesse momento. Caso a decisão seja mesmo viajar com ele, é essencial garantir que a caixa de transporte seja confortável e adequada ao tamanho do gato”, detalha a profissional.

Como os felinos tendem a preferir o que é familiar, uma boa estratégia é deixar a caixa de transporte aberta em um ambiente acessível ao pet, idealmente, por alguns dias antes da viagem. Se possível, coloque dentro da caixa um cobertor e brinquedos do animal, além de oferecer petiscos. Isso pode ajudar a acostumá-lo com o local e tornar o ambiente mais acolhedor.

Além disso, o uso do FELIWAY® Classic Spray na caixa de transporte e do FELIWAY® Optimum Difusor no destino — idealmente ligado pelo menos dois dias antes da chegada — pode facilitar a adaptação do gato a novos ambientes e situações. O FELIWAY® Classic Spray é composto pelo odor facial felino (fração F3), uma substância que os gatos liberam naturalmente quando estão confortáveis e felizes, transmitindo “mensagens reconfortantes”. Já FELIWAY® Optimum contém o mais avançado Complexo Sintético de Odores Felinos, desenvolvido pela equipe de pesquisa da marca. Esta nova geração de análogos sintéticos de odores felinos transmite mensagens de tranquilidade, ajudando os gatos a se sentirem seguros e confortáveis, promovendo harmonia no ambiente.

Outra dica importante é cobrir a parte superior da caixa com uma toalha, o que limita a visão do gato e reduz os estímulos visuais excessivos, ajudando a evitar o estresse.

Preparar-se de acordo com as necessidades específicas de cada animal garantirá uma viagem mais tranquila e divertida para todos, criando boas memórias.

Sobre Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Nosso portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e de bem-estar para animais de produção e de companhia, como também equipamentos e serviços para fornecer a melhor experiência para nossos clientes. Com 7.000 funcionários em 47 países, a Ceva se esforça diariamente para dar vida à sua visão como uma empresa OneHealth: “Juntos, além da saúde animal”.

Faturamento Global de 2023: €1,5 bilhão.

Fonte: Gisele Assis
gisele@assiscomunicacoes.com.br

Além da dermatite: pulgas podem desencadear reações alérgicas e parasitismo intestinal nos cães e gatos

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Créditos: Pexels

O controle de infestações de pulgas em pets nunca foi tarefa fácil. Por mais que haja produtos específicos eficazes para prevenção e controle, os tutores enfrentam severos desafios com esse ectoparasita. “Trata-se de um problema sério que exige muita atenção. As dificuldades sob o controle do ciclo evolutivo das pulgas e os prejuízos causados pelas infestações têm um impacto negativo tanto para a saúde dos animais de companhia, quanto para a saúde das pessoas”, destaca a médica-veterinária Patrícia Guimarães, promotora técnica de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

Além de provocar muito desconforto, as picadas das pulgas causam inflamação, coceira e processos alérgicos na pele dos pets, podendo também ser responsáveis pelo desenvolvimento de parasitoses intestinais consideradas zoonoses, ou seja, com potencial de serem transmitidas dos pets para os humanos.

O poder de multiplicação da pulga é um dos fatores determinantes para sua sobrevivência: “As pulgas fêmeas podem depositar até 50 ovos por dia em cima do corpo dos cães. O seu ciclo de vida é de aproximadamente quatro meses. Apenas cinco por cento de uma população de pulgas adultas se encontram no animal, já que os outros noventa e cinco por cento correspondentes à população de pulgas em estágio imaturo estão presentes no ambiente.

Os hábitos dos pets potencializam a multiplicação. Afinal, se o cão carrega consigo determinada carga de pulgas, elas irão utilizá-lo como veículo para infestar os locais de descanso deste hospedeiro, como tapetes, casinhas, caminhas, sofás, pisos de taco, quintais e outros lugares da casa. Por isso, a tarefa de erradicar as pulgas, principalmente nas formas imaturas presentes no ambiente, se torna tão difícil”, explica Patrícia.

Uma das espécies mais famosas de pulga, a Ctenocephalides felis é conhecida por parasitar tanto cães quanto gatos. Esta espécie não possui asas e quando se encontra no ambiente em seu estágio imaturo final chamado “pupa”, é capaz de detectar a vibração do movimento dos pets, bem como a pressão dos passos, ruído e calor corpóreo. Dessa forma, percebem quando o animal está se aproximando e a pulga adulta eclode da pupa saltando para o corpo do animal com o objetivo de se alimentar.

Com dieta à base de sangue, machos e fêmeas de C. felis possuem entre 1 a 2,5 milímetros de comprimento respectivamente e suas picadas proporcionam desconforto, coceira, vermelhidão, fraqueza e dermatite alérgica.

O problema se amplifica, pois, as pulgas são hospedeiros intermediários de parasitas intestinais que podem ser transmitidos aos cães e gatos através da ingestão. “Pulgas Ctenocephalides spp. infectadas podem facilmente transmitir larvas de vermes, como o Dipylidium caninum para cães e gatos. No momento em que o animal se coça como reação instintiva às picadas, ele pode acabar ingerindo o inseto. Depois, o verme eclode no intestino delgado do novo hospedeiro, desenvolvendo quadros clínicos que variam entre assintomáticos à cólicas, diarreia com muco, desconforto e prurido na região anal, perda de peso, entre outros”, completa a especialista da Vetoquinol.

“Frontmax® Coleira é uma das soluções mais eficazes do mercado veterinário para o controle de pulgas adultas e imaturas, carrapatos e o vetor transmissor da leishmaniose visceral canina. Maleável, resistente, à prova d´água e com formulação exclusiva que combina a ação sinérgica de seus três princípios ativos, fipronil, permetrina e piriproxifeno, Frontmax® Coleira é indicada para cães a partir dos dez meses de vida e oferece proteção contínua e de forma ininterrupta por até oito meses consecutivos”, finaliza a promotora.

Fonte: Irvin Dias
irvindias62@gmail.com

Petiscos Diários: Fazem bem ou mal para os pets?

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Créditos; Divulgação

Muito além de uma recompensa, os snacks são ferramentas para fortalecer vínculos e reforço positivo de comportamentos de forma interativa e deliciosa

É impossível ignorar a reação de um cão quando ele ouve o som inconfundível de um saquinho de petiscos sendo aberto. Em poucos segundos, ele já está ao lado do tutor, com os olhos brilhando, o rabo balançando e a carinha de quero um, pronto para receber aquela recompensa especial. Essa cena é comum no dia a dia de quem tem um pet, e os petiscos fazem parte desses momentos de conexão e carinho. Mas será que oferecer esses agrados com frequência é bom para a saúde do cão?

Os petiscos vão muito além de uma simples recompensa: são ferramentas para fortalecer vínculos, ensinar comportamentos e até proporcionar conforto e bem-estar. “Petiscos não servem apenas para agradar o paladar dos pets. Eles desempenham um papel importante na alimentação emocional, ajudam a estimular comportamentos positivos e até mesmo aliviar a saudade do dono, após um longo dia distante, como parte de um momento de interação, ou enriquecimento ambiental”, reforça a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

No cotidiano, os petiscos podem ser utilizados para diversas finalidades, como: durante o treinamento, são excelentes reforços positivos, ajudando o cão a associar comandos ou comportamentos a experiências agradáveis. Para esses momentos, o ideal é optar por petiscos pequenos e de fácil mastigação, garantindo que o aprendizado seja fluido e dinâmico. Em situações desafiadoras, como visitas ao médico-veterinário ou em viagens, os petiscos desempenham um papel importante, tornando a experiência mais confortável para o animal. Além disso, são ótimos aliados no enriquecimento ambiental, estimulando o cão mental e fisicamente, como forma de interação ao esconder petiscos em brinquedos ou em diferentes locais da casa para entreter o pet, promovendo assim desafios que combatem o tédio e aumentam o bem-estar.

A escolha do snack ideal deve levar em consideração as características e necessidades específicas de cada cão, como idade, porte, nível de atividade e possíveis restrições alimentares. “Enquanto filhotes e cães idosos podem precisar de opções mais macias para mastigação, cães adultos e mais ativos apreciam petiscos crocantes, que também auxiliam na limpeza dental. Priorizar petiscos com antioxidantes naturais, sem corantes e aditivos químicos, e rico em nutrientes é a opção mais recomendada para aqueles que buscam aliar o agrado ao cuidado com as necessidades nutricionais do pet”, explica a profissional.

Contudo, o uso diário exige alguns cuidados para garantir que o agrado contribua positivamente para a saúde e o bem-estar do animal. “A recomendação é oferecê-los de forma controlada e escolher opções adequadas para evitar condições como obesidade ou desequilíbrios nutricionais. Assim como, a oferta de snacks não deve ultrapassar 10% do total de kilocalorias ingeridas diariamente pelo cão. Consulte o médico-veterinário de confiança, para avaliação e orientação das melhores opções e quantidade de petisco indicada de acordo com o perfil do animal”, elucida Bruna.

Os petiscos, quando oferecidos de forma consciente e equilibrada, tornam-se mais do que um simples agrado: são uma ferramenta de aprendizado, interação e bem-estar para os cães. Seguindo as recomendações adequadas, eles podem ser utilizados como uma forma de demonstrar amor e cuidado. Afinal, poucos momentos são tão especiais quanto ver um cão, cheio de expectativa, esperando por um agrado – e saber que isso está sendo feito da maneira certa.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações
imprensa@assiscomunicacoes.com.br

Acordos de divórcio estabelecem guarda e pensão para os pets

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Guarda compartilhada e grupo da família são as novas realidades dos animais domésticos

Foi-se o tempo em que os acordos de divórcios envolviam apenas questões relativas à divisão de bens e à guarda dos filhos. No país que ocupa o terceiro lugar no ranking com maior número de animais de estimação no mundo, os pets ganharam espaço também no momento de dissolver uniões. ‘’Em 25 anos de carreira, percebo que, de uns 10 anos pra cá, os casos envolvendo guarda e pensão de pets têm aumentado muito. Tudo mudou dentro dessa perspectiva de que os pets não são mais animais que ficam presos do lado de fora da casa, agora eles são tratados como parte da família’’, comenta a advogada especializada em Direito de Família e Sucessões, Andrea Senatore Grillo.

Apesar desse entendimento por parte da sociedade, a legislação brasileira ainda classifica animais como bens materiais, mas já permite a guarda compartilhada e outras requisições. “Nosso Código Civil atual, de 2002, reconhece os animais como coisas, mas o artigo 1583 evoluiu a ponto de permitir que eles tenham guarda compartilhada entre os donos e ainda há projeções no Senado para atualizar o nosso Código Civil, reconhecendo os pets como parte do conjunto família e alterando sua classificação legal para seres vivos com tutores”, aponta a advogada.

No momento de determinar a guarda, “o juiz considera a afinidade do animal com o tutor, a disponibilidade de cuidados, as condições emocionais e econômicas”. Quanto aos custos envolvidos, embora não haja um artigo específico, estes são partilhados por analogia à pensão alimentícia. “A pensão pode ser dividida conforme a capacidade financeira de cada tutor. Elas são fixadas considerando as possibilidades de quem vai pagar e quanto está sendo pedido. Geralmente quem fica com o animal tem a pensão chamada de ‘’imaterial’’, porque o tutor pode naturalmente pagar sua parte com dinheiro ou com o tempo disposto para cuidar do animal. A contribuição da outra parte pode ser tanto na forma de uma pensão exclusiva, como incorporada na pensão que a pessoa já paga para o ex-cônjuge ou para os filhos”, detalha a especialista.

E quando não há consenso?
A advogada conta que não são raras as vezes em que o juiz precisa decidir sobre disputas pela custódia de um pet. Ela cita o caso de um casal sem filhos que enfrentou divergências em relação à guarda de dois cachorros. “Cada um ficou com um dos animais durante uma semana. Para minimizar o impacto da separação, a cada 15 dias, ambos se unem com os cães, assegurando que os pets não percam o vínculo com seus tutores e entre si. Esse caso foi interessante porque, apesar de tudo, eles colocaram o bem-estar dos pets em pauta e se comprometeram em mantê-los juntos ao menos quinzenalmente’’, conta Andrea.

Em outro caso, no entanto, foi preciso recorrer à Justiça para que o ex-cônjuge pagasse os alimentos dos animais. ‘’Minha cliente era casada e cuidava de dez gatos com o marido. Quando eles se separaram, ele deixou todos os animais para trás, sem qualquer apoio financeiro. Embora ele alegasse que os gatos eram de responsabilidade dela e que não tinha nenhum envolvimento com a adoção deles, o tribunal decidiu que, como eram casados sob comunhão parcial de bens, ele deveria contribuir financeiramente para o sustento dos animais, sendo condenado a pagar pensão alimentícia para a ex-esposa’’.

Soluções práticas para o bem-estar animal
O cenário de separações envolvendo custódia de bichos de estimação interfere até mesmo nas empresas que fornecem a alimentação ou outros insumos para os pets. No Pet Chef Chico, empresa especializada em fornecer marmitas e petiscos naturais para pets, essa nova realidade mudou a forma de trabalho. “Há muitos tutores separados que compartilham a guarda e, como fornecedores de alimentação, fazemos essa ponte para tornar a comunicação mais confortável e evitar conflitos. Nossa função é garantir que o pet sempre tenha uma alimentação de qualidade independentemente de onde esteja. Nós fazemos toda essa logística de entrega e distribuição de uma forma personalizada”, explica Maria Mattos, sócia-diretora da empresa.

Segundo a CMO e cofundadora do Pet Chef Chico, Gisela Mattos, são criados grupos de WhatsApp para garantir que todos estejam alinhados sobre os cuidados do pet, facilitando a logística. “Temos um caso onde a diarista cuida do pet, a secretária paga e a tutora organiza. Integramos todos no mesmo sistema para evitar confusão, algo que outras empresas não costumam fazer”.

Ainda segundo Gisela, a empresa se responsabiliza em dividir as marmitas entre os dois responsáveis, entregando em endereços diferentes sempre que solicitado e coordenando tudo para que ambos saibam das datas de entrega. “Aqui, aquele ditado que diz que cachorro que tem dois donos morre de fome não se concretiza. Os tutores podem ficar tranquilos porque não deixamos faltar a marmita dos seus melhores amigos’’, brinca Gisela.

Sobre a Pet Chef Chico
A Pet Chef Chico é uma empresa especializada na produção de marmitas e petiscos naturais personalizados para pets. Os cardápios são montados com o suporte de médicos veterinários. A loja atua com diversas linhas, adaptadas às necessidades específicas de cada animal, e oferece serviço de alimentação por assinatura, para facilitar a vida dos tutores e evitar que os pets fiquem sem alimentação.

Fonte: Beatriz Mendes
beatriz@monetacomunicacao.com.br

Saiba a importância e os desafios no Brasil de cães de apoio emocional e de serviço

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Especialista explica ausência de regulamentação específica e como isso dificulta o reconhecimento aos direitos dos cães e tutores

No universo dos animais assistenciais, há uma distinção fundamental entre cães de serviço que auxilia em diversos tipos de doenças como por exemplo: distúrbio bipolar, diabéticos, depressão, entre outros, como os cães-guia exercem função essencial para deficientes visuais, e os cães de apoio emocional, que são essenciais no auxílio a pessoas com doenças psíquicas e crônicas.

Embora muitas vezes confundidos, cada grupo possui funções específicas e regulamentos distintos, sendo o cão de apoio emocional um elemento central na terapia assistida por animais (TAA). Presente no Brasil desde a década de 1990, a TAA demonstra resultados positivos em tratamentos de longo prazo, reduzindo o uso de medicamentos e promovendo a melhora da qualidade de vida de seus tutores.

Juliana Stephani, médica veterinária e CEO da PETFriendly Turismo, empresa que planeja e organiza viagens por todo o mundo priorizando o conforto, bem estar e saúde do pet comenta que animais de apoio emocional podem ter um papel terapêutico vital, especialmente em doenças psiquiátricas, oferecendo conforto e segurança ao tutor. Apesar disso, a falta de regulamentação específica no Brasil para os cães de apoio emocional ainda representa um entrave para a plena integração desses animais na vida cotidiana de seus tutores.

A ausência de uma legislação específica significa que, nos voos domésticos, os animais de apoio emocional são submetidos às mesmas regras dos animais de companhia, com restrições de embarque e custos adicionais, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, muitas companhias aéreas permitem que cães de apoio viajem sem custo adicional, considerando-os essenciais para o bem-estar do tutor. Na Europa, esses animais também têm acesso facilitado a diversos meios de transporte, incluindo trens, em reconhecimento ao seu papel terapêutico.

Diante de uma crescente demanda por apoio emocional, especialistas em saúde mental e defensores dos direitos dos animais têm pedido por uma legislação que assegure direitos aos tutores de cães de apoio emocional, permitindo que o Brasil se equipare a países onde a TAA é amplamente reconhecida.

‘’Tutores de cães devem se atentar às políticas específicas de cada companhia e destino, tanto nacional quanto internacionalmente, para assegurar que seus direitos e os de seus animais sejam respeitados ao máximo’’ finaliza Juliana.

Sobre

A PETFriendy Turismo planeja e organiza viagens por todo o mundo priorizando o conforto, bem estar e saúde do pet, além de sempre buscar o melhor custo benefício para a família. A missão da empresa é manter a família multiespécie unida independente do destino escolhido. A PETFriendly Turismo tem como visão ser referência número um no mercado de turismo animal, aprimorando continuamente a qualidade dos serviços oferecidos e fortalecendo a conexão entre tutor e pet.

Fonte: Carolina Palhares
carolina.palhares@mgapress.com.br

Pet não é presente: ROYAL CANIN® destaca a importância do planejamento antes de ter um animal de estimação

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Créditos: Divulgação

Saiba como se preparar para a chegada de um novo membro ao lar

Com a aproximação das festas de fim de ano, muitas pessoas consideram presentear filhos ou parentes próximos com um animal de estimação. No entanto, essa é uma decisão que exige reflexão, pois um gato ou cão representa um compromisso de longo prazo, que vai muito além de um desejo momentâneo. Ter um pet acarreta responsabilidades contínuas, como alimentação adequada, visitas regulares ao Médico-Veterinário e um ambiente seguro e confortável.

Ser tutor de um animal significa estar disposto a oferecer tempo e atenção constantes e garantir que todos os membros da família se envolvam ativamente nos cuidados. Essa escolha precisa ser bem planejada, com a certeza de que a rotina da casa está organizada para a chegada do novo membro.

“É um compromisso que deve ser assumido com seriedade, sem impulsividade, considerando o impacto que terá no dia a dia de toda a família. O planejamento é essencial para que as diversas necessidades do pet sejam atendidas ao longo de toda a sua vida”, afirma Letícia Tortola, Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.

Como parte do seu propósito com a saúde e o bem-estar dos animais, a ROYAL CANIN® separou algumas orientações importantes para quem está considerando receber um novo companheiro em casa. Confira!

Encontre um pet que combine com o seu estilo de vida

Cada animal é único, e a escolha de um gato ou cão deve levar em conta o perfil do pet e o ambiente familiar. As características físicas e comportamentais, como tamanho, nível de energia e independência, são fatores importantes que devem ser considerados para possibilitar uma decisão alinhada ao estilo de vida da família. Consultar um Médico-Veterinário ajuda a entender melhor essas particularidades e encontrar o animal mais adequado à sua rotina.

Prepare-se para os custos envolvidos

Além dos gastos com uma alimentação de alta qualidade, ter um pet também envolve despesas como cuidados preventivos com a saúde e com possíveis afecções que possam surgir, além de brinquedos, higiene e eventuais imprevistos. Estar preparado financeiramente é primordial para proporcionar ao animal tudo o que precisa ao longo da vida.

Planejamento na ausência também é importante

Compromissos de viagem ou trabalho podem demandar o apoio de serviços de hospedagem ou profissionais que mantenham os cuidados do animal, como pet sitters. Se preparar para essas situações proporciona tranquilidade para o tutor e contribui para o bem-estar do pet.

Nutrição e qualidade de vida desde o início

Fornecer uma alimentação balanceada e de alta qualidade, adaptada à fase de vida e às particularidades do animal, colabora com sua saúde e longevidade. Além disso, proporcionar um ambiente estimulante, com brinquedos e atividades, contribui para o bem-estar emocional e comportamental.

A ROYAL CANIN® reforça a importância da guarda responsável ao incluir um novo membro na família. Com o preparo adequado, a convivência com um pet pode proporcionar momentos felizes e gratificantes, além de um forte vínculo entre pessoas e animais, trazendo benefícios a todos.

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de alimentos que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 500 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 16 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 250 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: Mayara Aiach Fonseca de Abreu
mayara.aiach@inpresspni.com.br

Fisioterapia em pets: veja as indicações e as principais técnicas para seu companheiro de quatro patas

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Créditos: Reprodução/Nouvet

Prática beneficia bichinhos com dores crônicas, mobilidade reduzida ou doenças degenerativas; também auxilia no pós-operatório

Pets também têm dores, problemas musculoesqueléticos e necessidades específicas de condicionamento corporal; nesses casos, eles podem se beneficiar e muito da fisioterapia veterinária. Assim como nos seres humanos, a modalidade promove o restabelecimento físico, aliviando desconfortos, melhorando a mobilidade e proporcionando uma melhor qualidade de vida para os bichinhos.

“É uma prática cada vez mais procurada por tutores para ajudar no bem-estar dos pets, auxiliando na recuperação funcional e no fortalecimento dos músculos. Seja nos cuidados de condições crônicas ou no aprimoramento da forma física, a fisioterapia ganhou muitos adeptos por ser segura e não invasiva”, comenta Nathalia Vilera, fisioterapeuta no Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar de São Paulo.

Um dos principais motivos pelos quais os tutores buscam a especialidade é para o alívio da dor, especialmente em pets com artrite, displasia coxofemoral (alteração anatômica nas articulações do quadril) e espondilose (artrose na coluna).

Em cães e gatos, ela é aplicada em várias situações, como no pós-operatório de cirurgias ortopédicas e em condições degenerativas, como a osteoartrite. É usada, ainda, na recuperação de lesões traumáticas e no tratamento de distúrbios neurológicos, restaurando a mobilidade, reduzindo a dor e reabilitando funções neuromusculares.

A prática promove o fortalecimento muscular, melhorando a mobilidade dos pets. O condicionamento proporcionado pela fisioterapia também é essencial para pets obesos, pois ajuda a aumentar a amplitude dos movimentos das articulações, prevenindo lesões e perda de músculos.

“Com a variedade de técnicas disponíveis e benefícios, a fisioterapia se consolida como componente fundamental para a saúde dos pets, necessária para promover o bem-estar e a recuperação, quando necessária. Os tratamentos personalizados reabilitam e garantem uma vida mais ativa e saudável aos nossos companheiros de quatro patas”, conclui Nathalia.

Principais técnicas de fisioterapia veterinária

As técnicas aplicadas variam caso a caso. O alongamento passivo é a mais comum; ela ajuda a melhorar a flexibilidade das articulações e aliviar rigidez, muito utilizada em pets de idade avançada ou que passaram por longos períodos de imobilização. A eletroterapia, que envolve o uso de correntes elétricas para estimular a contração e promover redução da dor, também é amplamente usada, especialmente em casos de dor crônica e atrofia muscular.

A hidroterapia utiliza a água para ajudar na reabilitação, especialmente daqueles pets com problemas articulares ou na coluna; a natação e as esteiras aquáticas oferecem resistência ao movimento sem sobrecarregar as articulações, permitindo exercícios seguros e controlados. Por fim, a massagem terapêutica melhora a circulação sanguínea, reduz os sintomas e relaxa a musculatura, sendo útil no alívio de espasmos e dores musculares.

Sobre o Nouvet
O Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.

Fonte: Giovana Macedo
giovana@agencianoar.com.br

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