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Rafinha Bastos e Virginia Tomasi realizam o desejo de viajar com seu cachorro por meio da PETFriendly Turismo

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Créditos: Divulgação

O casal adiava o sonho de ter um pet por conta das inseguranças ao viajar de avião

Apesar dos últimos acontecimentos envolvendo o transporte de animais de estimação em voos domésticos e internacionais, a maioria dos tutores de cães e gatos sempre se preocuparam com a viagem de avião de seus pets. Despachar como carga viva ainda é uma opção em algumas companhias áreas, mas dependendo da situação, é possível levar o companheiro na cabine.

De acordo com dados das companhias aéreas, no último ano, foram transportados cerca de 80 mil animais em aeronaves comerciais. Do total, aproximadamente 90% viajaram na cabine de passageiros, destacando uma crescente demanda por serviços que garantam a segurança e o conforto dos pets durante os voos.

Ter um animal de estimação, especificamente um cachorro, sempre foi o sonho do casal Rafael Bastos e Virginia Tomasi, porém, como dividem a vida entre São Paulo e Nova York, o transporte aéreo do animal de estimação era uma questão que os impediam de ter um companheiro.

Mas tudo mudou quando Virgínia viu que um amigo estava viajando com seu cachorro na cabine do avião, de maneira super segura e confortável. Ela foi atrás para saber como ele havia conseguido e pediu a recomendação ao amigo, que indicou a PETFriendly Turismo, empresa especializada em viagens com animais de estimação.

Com a recomendação de seu amigo e algumas pesquisas, o casal sentiu que era hora de ter um companheiro, pois um dos maiores medos, que era o transporte entre Nova York e São Paulo, ou vice-versa, estaria resolvido.

Virgínia comenta que sempre buscou um serviço completo, que incluísse uma veterinária especializada e consultores sobre as normas de viagem com pets em aviões. Na PETFriendly Turismo, ela encontrou exatamente o que procurava, pois para eles, o cachorro é mais que um pet – é considerado um filho.

Em 2022, Rafinha Bastos e Virginia decidiram expandir a família e adquiriram Tito, um Cavalier King Charles. Desde então, o pet se tornou um companheiro constante em suas vidas, acompanhando o casal em suas frequentes viagens entre São Paulo e Nova York.

“Tito embarcou em sua primeira viagem de avião de Nova York a São Paulo com apenas seis meses, com uma escala em Bogotá. A nossa preocupação era grande, mas a tranquilidade do cachorro superou todas as expectativas. Tito não latiu, não fez suas necessidades no avião e a viagem ocorreu como planejado’’, comenta Rafinha Bastos.

O processo

O processo de viagem e negociação foi extremamente simples, a empresa forneceu todas as informações necessárias, desde a coordenação de documentos até as etapas preparatórias para a viagem. Algumas recomendações da Juliana Stephani, veterinária e CEO da PETFriendly Turismo, incluíam habituar o Tito aos ruídos da turbina, levá-lo para passear em shoppings para se acostumar com multidões, cansá-lo no dia da viagem e dar banho para relaxar.

Todas as dúvidas dos tutores foram respondidas com precisão pela equipe da PETFriendly Turismo, tanto nas questões burocráticas quanto nas recomendações para garantir o bem-estar do pet durante a viagem.

“A Juliana é uma veterinária de altíssimo gabarito, conhece todas as leis e normas e nos passa muita segurança. Confiamos muito neles porque com eles conseguimos ficar tranquilos”, afirma Virginia.

Tito, prestes a completar dois anos, viaja regularmente com seus tutores, sem a necessidade de medicação, seguindo a orientação de Juliana Stephani. Desde dezembro de 2022, Tito já realizou várias viagens entre Nova York e São Paulo, demonstrando uma adaptação tranquila e confortável.

Sobre

A PETFriendy Turismo planeja e organiza viagens por todo o mundo priorizando o conforto, bem estar e saúde do pet, além de sempre buscar o melhor custo benefício para a família. A missão da empresa é manter a família multiespécie unida independente do destino escolhido. A PETFriendly Turismo tem como visão ser referência número um no mercado de turismo animal, aprimorando continuamente a qualidade dos serviços oferecidos e fortalecendo a conexão entre tutor e pet.

Fonte: Carolina Palhares
carolina.palhares@mgapress.com.br

MARS PETCARE abre inscrições para curso gratuito de capacitação “PET FRIENDLY” para hotéis e restautantes DADE DE SÃO ROQUE

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Treinamento visa atender à crescente demanda de turistas por espaços adequados para receber pets

A Mars Petcare acaba de abrir inscrições para um curso de capacitação voltado para proprietários e funcionários de estabelecimentos da Estância Turística de São Roque, cidade do interior de São Paulo, muito conhecida por ser um destino turístico com diversificada gastronomia, seu famoso Roteiro do Vinho, e sua diversidade de atrações e roteiros, como Roteiro do Centro, Roteiro Darcy Penteado, Rota das Águas e Gastronomia e Rota Turistica Saboó e Castelo. O objetivo é preparar hotéis e restaurantes para receber animais de estimação, atendendo à crescente demanda por ambientes mais inclusivos para pets e seus tutores.

O curso faz parte do programa global Better Cities for Pets, uma iniciativa abrangente que visa melhorar a qualidade de vida dos animais de estimação e das pessoas, fortalecendo a conexão entre a comunidade e os animais. O curso será gratuito e com sessões limitadas.

As ações fazem parte do projeto São Roque Pet Friendly, desenvolvido pelo Departamento de Turismo, Desenvolvimento Econômico, Esporte e Lazer, e serão voltadas para boas práticas que promovam o desenvolvimento do município e tornem a cidade referência em turismo Pet Friendly no País. Entre elas, censo animal, mapeamento de instituições protetoras dos animais, ampliação de espaços públicos e privados adequados para receber os pets e seus tutores, realização de cursos de capacitação e consultoria sobre o tema. 

Os estabelecimentos interessados podem se inscrever até o dia 17 de junho no link. Basta preencher o formulário de inscrição e aguardar envio do convite via e-mail cadastrado. A programação abrange temas essenciais como Política Pet, comunicação e adequação de espaço, entre outros.

“Em busca de inovar e conquistar um público mais diversificado, muitos bares, restaurantes, hotéis, shoppings centers e outros estabelecimentos comerciais têm adotado cada vez uma abordagem ‘pet-friendly’.Ao participar deste curso, os espaços comerciais darão um passo significativo em direção à criação de comunidades verdadeiramente mais inclusivas e adaptadas aos animais de estimação, ao mesmo tempo em que expandem suas oportunidades de negócios”, destaca Sarah Bonadio, diretora de Corporate Affairs da Mars Pet Nutrition.

O curso será conduzido pela consultora Cris Berger, da Universidade Pet Friendly. Cris, uma especialista reconhecida no setor, trará sua expertise para ajudar os estabelecimentos a se tornarem verdadeiros modelos de hospitalidade para pets, além de orientar os tutores sobre como conduzir seus animais de forma adequada em espaços compartilhados.

“Baseado na premissa de mostrar o que é melhor para o pet, o curso vai destacar as áreas onde os animais podem circular de forma segura e confortável, além de orientar sobre o comportamento esperado para promover uma convivência harmoniosa entre animais e clientes. Este programa é um passo importante para garantir que os estabelecimentos estejam preparados para atender às necessidades dos pets e de seus tutores, promovendo uma experiência positiva para todos”, explica Cris Berger.

Sobre a Mars

A Mars é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como PEDIGREE®️, WHISKAS®️, DREAMIES®️, OPTIMUM™️, ROYAL CANIN®️, M&M’S®️, SNICKERS®️, TWIX®️, SKITTLES®️ e BEN’S ORIGINAL®️. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento global de US$ 40 bilhões provenientes de seus 4 segmentos de negócio: Petcare, Wrigley, Alimentos e Pesquisa. Cerca de 130 mil colaboradores, em mais de 80 países, estão reunidos sob os Cinco Princípios da empresa – Qualidade, Eficiência, Responsabilidade, Mutualidade e Liberdade – trabalhando diariamente, para desenvolver relações mútuas, em linha com o seu propósito de criar o mundo de amanhã através da forma como fazemos negócios hoje.

Fonte: Joana ribas Bernardes Lima
joana.ribas@iccom.com.br

Ansiedade de separação nos pets: Como identificar?

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Algumas pistas, como comportamento destrutivo, vocalização excessiva e sinais de estresse corporal podem indicar que o pet está sofrendo com o quadro

A ansiedade de separação dos pets, agora chamado de transtornos relacionados à separação é um problema comportamental que ocorre quando o animal de estimação fica extremamente ansioso e estressado na ausência de seu tutor. Essa condição é mais frequentemente observada em cães, mas também pode afetar os felinos.

“O quadro é caracterizado por uma série de respostas físicas e comportamentais apresentadas pelos peludos no momento em que o tutor se afasta. Com origem multifatorial uma série de situações podem levar ao surgimento do problema, desde experiências traumáticas, como abandono ou adoção múltipla, alterações na rotina, isolamentos por longos períodos, adaptação a novos ambientes, entre outros”, explica Mariana Raposo, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal

A síndrome afeta diretamente a qualidade de vida do animal impactando também a saúde física. O aumento dos níveis de cortisol (hormônio do estresse) e a liberação de adrenalina causadas pela ansiedade do pet, estão associados à diminuição da imunidade, taquicardia, aumento da pressão arterial e alterações gastrointestinais

Desta forma, identificar os sinais dos transtornos relacionados à separação é fundamental para garantir o bem-estar dos animais, para isso, a profissional listou algumas pistas que podem indicar que seu pet está sofrendo com o problema:

Comportamento Destrutivo: Além de simplesmente mastigar móveis ou arranhar portas, observe quais objetos específicos estão sendo alvo do comportamento destrutivo do pet. Muitas vezes, eles escolhem itens que têm o cheiro mais forte de seus tutores, como roupas usadas recentemente.

Padrões de Vocalização: Preste atenção aos padrões de vocalização do animal. Latidos ou miados logo após a partida do tutor e que continuam por um período prolongado são sinais claros de ansiedade de separação. Alguns pets podem até mesmo ficar silenciosos, mas isso não significa que não estejam estressados. É importante estar atento a qualquer mudança no comportamento vocal.

Comportamento Hiperativo: Além de simplesmente mostrar-se eufórico quando o tutor volta observe se o comportamento hiperativo é direcionado especificamente. Se o animal ignora outros membros da família ou visitantes, concentrando toda a sua excitação em você, isso pode ser um sinal de uma forte ansiedade de separação.

Mudanças nos padrões das necessidades fisiológicas : Observe os padrões de micção e defecação do pet. Se o animal só apresenta problemas para realizar suas necessidades no local correto ou até mesmo só as faz quando o tutor retorna para casa, isso pode sugerir que o comportamento está relacionado à sua ansiedade de separação, e não a problemas de saúde física.

Sinais de Estresse Corporal: Além de seguir o tutor pela casa, observe outros sinais de estresse corporal, como lambedura excessiva, bocejos frequentes (que não estão associados ao cansaço), pupilas dilatadas e orelhas abaixadas. Esses sinais indicam que o pet está se sentindo desconfortável ou ansioso.

Variação no Comportamento Alimentar: A recusa em comer não é o único sinal de ansiedade de separação relacionada à alimentação. Alguns animais podem apresentar comportamentos alimentares compulsivos quando estão sozinhos, devorando a comida rapidamente como uma forma de lidar com o estresse.

Causas Desencadeantes: Preste atenção às possíveis causas desencadeantes da ansiedade de separação. Isso pode incluir coisas como pegar as chaves, pegar a bolsa ou vestir o casaco, que o pet associa a saída do tutor. Esses sinais podem desencadear mudanças comportamentais no pet antes mesmo da partida dos tutores.

“Compreender esses detalhes pode ajudar os tutores a reconhecerem os transtornos relacionados à separação de forma mais eficaz, garantindo que ele receba o suporte e o cuidado necessários para uma vida feliz e saudável” afirma Mariana

A prevenção é a melhor forma de evitar o desenvolvimento do quadro. Para isso, é indicado que habituar o pet a solidão desde filhote. Além disso, o tutor pode associar a sua saída a recompensas positivas, como brinquedos ou petiscos especiais. Outro ponto importante é evitar saídas emotivas, sair de casa de forma calma e sem grandes despedidas pode reduzir o estresse do pet. “Com a abordagem correta, é possível ajudar os animais a superarem essa ansiedade e viver de maneira mais tranquila e equilibrada”, finaliza Mariana

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br/

Fonte: Gisele Assis
gisele@assiscomunicacoes.com.br

Transporte de animais vivos dissemina gripe aviária e doenças de alta mortalidade, alertam especialistas

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Créditos: Divulgação/Sinergia Animal

Governo brasileiro prorrogou estado de emergência contra gripe aviária por 180 dias; surto do vírus nos EUA aponta para transmissão rápida e ampla facilitada pelo transporte de animais da pecuária

Às vésperas do Dia Internacional Contra a Exportação de Animais Vivos, que ocorre nesta sexta-feira (14), um artigo publicado pelo The New York Times alerta para o papel crucial do transporte de animais vivos na disseminação de vírus de alta mortalidade com potencial pandêmico, incluindo a gripe aviária.

Especialistas de três países — Colorado State University (EUA), Harvard Law School (EUA), University College London (Inglaterra) e City University of Hong Kong (China) — explicaram a conexão entre o transporte de animais vivos e o atual surto de H5N1 em bovinos dos EUA.

No Brasil, focos recentes da gripe aviária levaram o governo a prorrogar o estado de emergência por 180 dias em todo território nacional. Desde o ano passado, já foram identificados 164 ocorrências do vírus, sendo 161 em aves silvestres e 3 em animais criados para consumo — até o momento, apenas para subsistência. A medida governamental visa prevenir a contaminação de produções comerciais de larga escala.

A ONG internacional Sinergia Animal alerta para o risco da disseminação potencializada pelo transporte de animais vivos. “Esse processo frequentemente envolve o confinamento de uma grande quantidade de animais em espaços apertados e mal ventilados, criando as condições ideais para a transmissão de doenças. As práticas atuais da pecuária industrial comprometem o bem-estar dos animais e são um solo fértil para incubar e disseminar doenças”, diz Cristina Diniz, diretora nacional da ONG Sinergia Animal no Brasil.

Surto de gripe aviária em vacas leiteiras

Desde março, o surto da variante H5N1 de gripe aviária já foi confirmado em 51 fazendas de leite em 9 estados dos Estados Unidos, registrando ao menos um caso de um funcionário infectado pelo vírus. O início da propagação da doença entre as vacas remonta a um único caso de transmissão de aves selvagens para o gado no ano passado, no Texas. Em um curto período, o vírus viajou longas distâncias, alcançando fazendas nos estados de Idaho, Carolina do Norte e Michigan, demonstrando a capacidade de disseminação do transporte de animais vivos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus H5N1 infectou mais de 800 pessoas entre 2003 e 2024, com uma taxa de mortalidade superior a 50%. E na última semana, a OMS confirmou a primeira morte humana pela variante H5N2 da gripe aviária no México, após surto em granja na fronteira com os Estados Unidos. “Precisamos urgentemente integrar a saúde animal à saúde humana, se queremos reduzir a disseminação de patógenos perigosos como a gripe aviária. Por ser extremamente desafiador lidar com esses surtos, devemos focar em preveni-los antes que seja tarde”, alerta Diniz.

A pecuária industrial e os seus riscos

Um dos agravantes é que os estabelecimentos de pecuária industrial tendem a ser especializados — cada local foca em um estágio específico da produção, como reprodução ou engorda, antes de enviar os animais para a etapa seguinte. Essa especialização exige uma ampla movimentação de milhões de animais, aumentando o risco de disseminação de doenças.

Em um estudo conduzido pela USDA, pesquisadores descobriram que 12% dos frangos abatidos em fazendas eram portadores de bactérias Campylobacter, uma fonte comum de doenças ligadas à alimentação. Surpreendentemente, após o transporte, esse número disparou para 56%.

Vários relatórios indicam que o transporte impõe um grande impacto físico nos animais. O sistema imunológico de bovinos frequentemente acaba comprometido, tornando-os mais suscetíveis à Doença Respiratória Bovina (DRB), conhecida popularmente como “febre do transporte”. Já os porcos são um caso especialmente preocupante, pois podem ser infectados simultaneamente por diversos tipos de gripe — o que permite que diferentes cepas troquem material genético e criem novos vírus.

Criados e transportados em larga escala, os animais da pecuária também podem espalhar patógenos ao longo das rotas de transporte, aumentando os riscos para humanos. Um estudo alarmante de pesquisadores da Johns Hopkins e Baltimore descobriu que bactérias prejudiciais à saúde humana, incluindo cepas resistentes a antibióticos, são transmitidas de aves em caminhões em movimento para os carros atrás deles.

Em uma escala global, o comércio internacional de porcos contribuiu para o surgimento de variantes novas e mais contagiosas da gripe suína. O vírus é tido como a primeira pandemia do século XXI, responsável pela morte de milhares de pessoas. A exportação de suínos também dissemina bactérias perigosas, como a Streptococcus suis, que pode infectar porcos e humanos.

“Consumidores deveriam se preocupar com a forma como os animais são criados e transportados — não apenas por serem seres sencientes e capazes de sofrer, mas porque o seu bem-estar e a sua saúde impactam a nossa segurança. Muitos patógenos da pecuária, como a gripe aviária, são ‘zoonóticos’, o que significa que podem ser transferidos de animais para humanos. Surtos prolongados e de grande dimensão na pecuária aumentam a probabilidade de exposição humana a animais infectados ou a alimentos contaminados, aumentando as chances dessas doenças evoluírem”, explica Diniz.

Demanda pelo fim da exportação de animais vivos

Nesta sexta-feira (14), organizações de proteção animal do mundo todo se unem para exigir o fim da exportação de animais vivos. No início do ano, após o incidente com 19 mil bois brasileiros no porto da Cidade do Cabo, 19 organizações de proteção animal, incluindo a Sinergia Animal, se uniram a especialistas e ativistas da causa animal em uma carta para o Senado Federal. O documento pede urgência na tramitação e aprovação do Projeto de Lei (PL) n° 3093, de 2021, que proíbe a exportação de animais vivos por via marítima para abate no exterior.

Apesar de desempenhar um papel crítico na disseminação de doenças, a regulamentação do transporte de animais vivos ainda é mínima. Em meio ao surto de gripe aviária nos EUA, leis federais ultrapassadas e pouco fiscalizadas ressaltam a urgência de uma reforma abrangente. Na Europa, países pioneiros melhoraram suas regulamentações, incluindo sistemas obrigatórios de rastreamento do gado, estabelecendo precedentes para novos padrões globais.

A diretora nacional da Sinergia Animal no Brasil complementa que embora essas reformas sejam necessárias, é preciso ampliar ainda mais o debate. “A criação industrial sempre representará um grande risco para a saúde pública e o bem-estar animal, o que evidencia a necessidade de transformarmos os sistemas alimentares globais para que sejam menos dependentes de proteína animal”, conclui.

Sobre a Sinergia Animal

A Sinergia Animal é uma organização internacional que trabalha em países do Sul Global para diminuir o sofrimento dos animais na indústria alimentícia e promover uma alimentação mais compassiva. A ONG é reconhecida como uma das mais eficientes do mundo pela renomada instituição Animal Charity Evaluators (ACE). Mais informações em www.sinergiaanimalbrasil.org.

Fonte: Jéssica Amaral
jessicaamaral@depropositocomunica.com

Filhotes: dicas de alimentação, comportamento e outros aspectos importantes na adaptação dos animais

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Cena da websérie gratuita da Petlove/ Nossos Pets: Filhotes

Nutrição, adaptação segura e socialização eficaz são alguns dos temas abordados na nova websérie “Nossos pets: Filhotes”

Sofás arranhados, alta necessidade de mastigação e muita, mas muita energia. São várias as características e necessidades dos pets filhotes, e os primeiros meses de vida são cruciais para garantir que eles cresçam saudáveis e felizes. Há muitos aspectos que precisam de atenção, como a nutrição adequada, a socialização segura e a boa adaptação, que ajudam tanto o tutor quanto o pet a aproveitarem essa fase tão rápida na vida do animal. Para isso, Pedro Risolia, médico-veterinário da Petlove, traz algumas dicas:

Alimentação e esquema vacinal

Em termos de nutrição, nos primeiros dias de vida, os filhotes recebem o leite materno e os anticorpos do colostro. Com o término da amamentação, é indicado que a única alimentação seja aquela específica para a idade e orientada pelo médico veterinário. Nessa fase é fundamental para o crescimento e determinação de futura boa saúde uma alimentação que possua todas as proteínas, vitaminas, minerais, fibras e outros nutrientes que os cães e gatos precisam.

Vale lembrar que após o período de aleitamento materno, os animais ficam suscetíveis a doenças, portanto é importante estar atento aos protocolos vacinais. A maioria dos pets de até 1 ano são considerados filhotes, podendo variar de acordo com a raça e espécie. Por isso, é importante consultar um veterinário para entender quais vacinas o filhote deve tomar.

Pedro Risolia informa que os tutores devem se atentar às janelas de vacinação, especialmente as obrigatórias. “O cão pode tomar a primeira das três doses de v8 ou v10 com seis a oito semanas, a vacina protege contra parvovirose, coronavirose, cinomose, parainfluenza, adenovirose, hepatite infecciosa e leptospirose”, reforça.

O médico-veterinário esclarece, que a depender do protocolo vacinal determinado pelo profissional e não ocorrendo intercorrências, a partir de 12 semanas, o cão já pode receber o composto contra a gripe canina, formada pelas doenças adenovirose, parainfluenza, bordetella bronchiseptica; e a primeira dose da antirrábica, imunizante contra a raiva.

“No caso dos gatos, eles devem ser vacinados por volta de 60 dias de vida com a vacina quádrupla que protege contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e clamidiose, com segunda dose aplicada de 21 a 30 dias após a primeira e a mesma duração para a terceira dose, caso necessário. A partir de quatro meses, os filhotes já estão aptos a receberem a vacina de raiva, que deve ser administrada anualmente. Alguns protocolos vacinais podem ser mais extensos, conforme determinação médica veterinária e vale lembrar que para gatos saudáveis é recomendado a aplicação conjunta da vacina de FeLV (vírus da leucemia felina) ”, explica o veterinário da Petlove.

Outro importante meio de prevenir doenças, segundo Risolia, são os vermífugos e antipulgas que podem ser iniciados com 30 dias de vida e repetidos a partir de dois a três meses, respectivamente, dependendo do produto.

Adaptação em casa e socialização

Quando um novo animal chega ao lar, tanto ele quanto o tutor e os outros moradores da casa precisam se adaptar à nova rotina. Quando pequenos, os pets têm muita curiosidade para explorar itens estranhos para eles, portanto é bom evitar deixar objetos no alcance, como chinelos, fios e carregadores, mochilas e até mesmo lixo.

“Cachorros, quando estão no início da vida, possuem ainda mais energia que o habitual, e essa disposição combinada com a curiosidade de quem ainda não conhece muita coisa exige que os tutores sigam algumas regras para evitar acidentes dentro de casa. O ideal é manter tudo fora do alcance dos filhotes”, afirma.

De acordo com o médico-veterinário da Petlove, também é importante fornecer enriquecimento ambiental e estímulos para o animal desde filhote, dessa forma, é mais fácil ele se desenvolver. “Atitudes simples como colocar brinquedos à disposição, bolinhas, pelúcias e arranhadores, no caso dos gatos, podem fazer diferença; assim como introduzir o pet, aos poucos, aos outros animais e habitantes da casa. Pedro Risolia também sinaliza que a adaptação dos gatos é um pouco mais demorada do que a dos cachorros, mas que é preciso ficar atento com ambos.

É importante incentivar a convivência do pet com outros animais e humanos desde cedo, para que ele não desenvolva uma dificuldade na vida adulta. “Nessa idade, os animais aprendem muito rápido e absorvem com muito mais facilidade o que é certo e o que é errado, é uma janela de aprendizado”, explica o veterinário.

Lançamento da websérie “Nossos Pets: Filhotes”

Para valorizar essa fase tão importante da vida dos pets, a Petlove&Co lança a websérie “Nossos Pets: Filhotes”. São 4 episódios que vão abordar temas como doenças domésticas, adaptações, cuidados básicos de saúde, responsabilidade, comportamento e nutrição com dicas de veterinários e histórias pessoais de tutores com seus animais de estimação.

A terceira websérie Petlove tem como meta disseminar informações importantes para que os humanos possam melhorar a qualidade de vida dos pets. Tutores de cães e gatos contam como foi a experiência individual com seus filhotes e expressam o amor que sentem por eles. Os primeiros episódios já estão disponíveis no canal da Petlove no Youtube:

Sobre o Grupo Petlove

Fundada em 1999, a Petlove iniciou suas atividades como um e-commerce, pioneiro no setor no país, e hoje se consolida como o primeiro ecossistema pet no Brasil. Atualmente, a companhia engloba outras frentes de negócios, como saúde, hospedagem e serviços, sempre focada em oferecer soluções completas para tutores e pets, seja no mundo virtual ou presencial. Com as frentes de planos de saúde e os serviços da DogHero, a companhia conecta a jornada do cliente, que pode resolver todas as questões relativas ao pet em um só lugar. A empresa também tem forte atuação no segmento B2B e busca a valorização dos profissionais do setor, com soluções voltadas a médicos veterinários e petshops, empreendedores e pet sitters, fortalecendo todo o ecossistema pet por meio das plataformas de conteúdos técnicos e auxílio ao médico veterinário e de gestão de negócios com as marcas Vet Smart e Vetus, respectivamente.

Fonte: Nathalia Bezerra
nathalia.bezerra@fsb.com.br

DREAMIES™ apresenta Mix de carne e frango com embalagem temática em celebração ao São João

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DREAMIES™ a marca de petiscos mais irresistível do mundo, anuncia o lançamento do mix no sabor carne e frango em uma nova embalagem temática em celebração às festividades juninas. A novidade foi especialmente criada para incluir também os felinos nas comemorações da tradicional celebração de São João, promovendo carinho, cuidado, saúde e bem-estar para os pets.

Com a chegada dessa temporada tão amada pelos brasileiros, a marca decidiu celebrar essa tradição cultural de uma forma única e saborosa. Com ingredientes cuidadosamente selecionados, o sabor carne e frango conta com embalagens temáticas, que trazem o espírito junino para a rotina dos gatos e tutores, transformando a hora do petisco em momentos saborosos, com muita diversão compartilhada.

As novas embalagens foram elaboradas para contemplar o espírito festivo das festas juninas, com elementos icônicos contendo bandeirinhas coloridas, fogueira e símbolos típicos desta celebração. Além do visual festivo, os petiscos mantêm a qualidade e sabor excepcionais pelos quais DREAMIES™ é reconhecida no mercado. Desde a sua formulação que contém menos de 3 calorias por petiscos enriquecidos com vitaminas e minerais, onde a cada mordida é uma explosão de sabor.

“Estamos entusiasmados em anunciar o mais recente sabor e as embalagens temáticas, perfeitos para celebrar as festas juninas, essa iniciativa reflete o compromisso contínuo DREAMIES™ em inovar e oferecer aos felinos produtos que não apenas atendem às suas necessidades, mas também os conectam emocionalmente com seus tutores e nossas tradições e cultura. Além disso, nossas embalagens festivas são um convite à diversão, trazendo o espírito junino para a rotina dos felinos”, comenta Laura Reis, gerente de Marketing da marca DREAMIES™.

O mix com a embalagem temática já está disponível no mercado em pontos de venda físicos em várias parte do país e via e-commerce em estabelecimentos especializados.

Sobre a Mars

A Mars é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como PEDIGREE®️, WHISKAS®️, DREAMIES™, OPTIMUM™️, ROYAL CANIN®️, M&M’S®️, SNICKERS®️, TWIX®️, SKITTLES®️ e BEN’S ORIGINAL®️. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento global de US$ 40 bilhões provenientes de seus 4 segmentos de negócio: Petcare, Wrigley, Alimentos e Pesquisa. Cerca de 130 mil colaboradores, em mais de 80 países, estão reunidos sob os Cinco Princípios da empresa – Qualidade, Eficiência, Responsabilidade, Mutualidade e Liberdade – trabalhando diariamente, para desenvolver relações mútuas, em linha com o seu propósito de criar o mundo de amanhã através da forma como fazemos negócios hoje.

Fonte: Thailize Oliveira
thailize.oliveira@iccom.com.br

Especialista destaca algumas dicas para readaptação dos pets resgatados no Rio Grande do Sul

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Comportamentalista animal explica como funciona a readaptação de animais depois da tragédia e dá dicas valiosas para o processo ser bem sucedido.

A tragédia que afetou o Sul do país no último mês deixou muitas marcas, entre elas, diversos animais desabrigados que buscam um novo lar e uma nova chance para ser feliz e bem cuidados. Porém, assim como os seres humanos, os animais sofrem traumas e podem demonstrar resistência e até mesmo medo quando encontram um novo tutor.

Por isso, o processo de readaptação precisa ser paciente e respeitoso, como comenta Wagner Brandão, comportamentalista animal com anos de experiência, “Cada animal tem uma história única e reações diferentes a traumas passados. Avaliar individualmente é essencial para entender suas necessidades específicas. No começo o animal pode apresentar comportamentos como latidos excessivos, medo e isolamento, por isso a paciência deve ser a primeira coisa que o tutor deve ter em mente quando resgatar um animal.”

É importante lembrar também que animais passam por momentos de luto quando perdem seu tutor ou são separados de outros animais. “Os pets são capazes de formar um vínculo emocional muito forte. A perda dessa conexão pode ter um impacto significativo na sua saúde emocional e física bem como no seu comportamento no dia a dia. Por exemplo: é muito comum que alguns gatos percam uma quantidade enorme de pelos quando são separados dos seus donos ou de outros animais. É preciso ter isso em mente quando se está disposto a adotar um animal que já passou por algum trauma.” complementa Wagner Brandão.

Confira algumas dicas práticas do comportamentalista animal para fazer a readaptação dos animais resgatados.

Ambiente seguro e estável
O primeiro passo para a readaptação de um animal é fazer uma avaliação do estado mental e físico dele, para isso, consulte um profissional da área. Em seguida é fundamental proporcionar um ambiente seguro e estável. “Os animais precisam de um espaço onde se sintam protegidos e possam se adaptar gradualmente às novas condições. Um local tranquilo, sem muitos estímulos externos, é ideal nos primeiros dias”, afirma Brandão.

Socialização gradual
A socialização é um aspecto chave na readaptação. Brandão explica: “Introduza o animal a outros animais e pessoas de forma gradual. Comece com encontros curtos e aumente a duração conforme o animal se mostra mais confortável. Isso ajuda a reduzir a ansiedade e a construir confiança entre todos. Porém, se ver que o animal está apresentando muita resistência, raiva o medo, suspenda por alguns dias e volte a socialização depois”

Além disso, é importante monitorar o progresso do animal e fazer ajustes conforme necessário. Brandão aconselha: “Observe o comportamento do animal e esteja pronto para adaptar o plano de readaptação. Cada animal responde de maneira diferente, e a flexibilidade é crucial.”

Rotina Consistente
Manter uma rotina consistente é benéfico para a adaptação. “Os animais prosperam com previsibilidade. Estabeleça horários regulares para alimentação, passeios e brincadeiras. Isso ajuda a criar uma sensação de segurança e normalidade”, sugere o especialista.

Paciência e Amor
Por fim, Wagner Brandão enfatiza a importância da paciência e do amor nesse processo: “A readaptação pode ser lenta e desafiadora, mas com paciência, carinho e compreensão, é possível transformar a vida desses animais. Eles têm uma incrível capacidade de recuperação e podem florescer em um ambiente seguro e amoroso.”

Saiba mais sobre Wagner Brandão: Wagner Brandão comportamentalista animal desde 2002, formado pela Universidade de São Paulo, é ex-investigador da Polícia Civil e ex-treinador de cães policiais para faro e ataque. Colaborador de mais de 156 protetores animais independentes, Wagner já treinou mais de 50 mil cachorros. Seus clientes incluem não apenas animais de estimação, como gatos, mas também grandes felinos como tigres e tigresas, além de peixes e até mesmo moscas. Atualmente, Wagner presta atendimento a clientes de todo o mundo, tanto de forma online quanto presencial. Saiba mais em: @adestradorwagnerbrandao

Lucas Ananias Gomes
lucas@publikaai.com.br

Inovação em nutrição para pets com câncer: o impacto da ONC Care da Hill’s

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Especialistas ressaltam a importância da detecção precoce dos tumores em diferentes áreas

À medida que a incidência de câncer em pets continua a crescer, a Hill’s Pet Nutrition apresenta uma solução inovadora: a ONC Care, um alimento desenvolvido especificamente para apoiar animais de estimação durante o tratamento oncológico. Segundo a American Veterinary Medical Foundation (AVMF), quase metade dos cães com mais de dez anos será diagnosticada com câncer, uma estatística alarmante que destaca a necessidade de intervenções eficazes.
Após cinco anos de pesquisa dedicada, a Hill’s criou a ONC Care, que se destaca pela sua formulação nutricionalmente rica e alta palatabilidade. Flavio Lopes, veterinário e porta-voz técnico da Hill’s no Brasil, ressalta a importância desse lançamento: “A nutrição é um componente crítico no tratamento de pets com câncer. A ONC Care foi criada para atender às necessidades específicas destes pacientes, oferecendo uma dieta que não apenas sustente, mas também melhore a qualidade de vida dos animais durante esta fase difícil.”

Educação e detecção precoce por especialistas veterinários

Paralelamente, Ana Rita Carvalho, veterinária especializada em gastroenterologia, enfatiza a variabilidade dos tumores gastrointestinais e a importância de reconhecer sintomas como perda de peso ou desconforto abdominal. Camila Ferreiro, veterinária especializada em felinos, adiciona que o linfoma é comum em gatos e a detecção precoce é crucial, alertando para mudanças sutis no comportamento alimentar ou físico dos animais.

Mauricio Flocke, dermatologista de cães e gatos, ressalta a importância de observar alterações na pele dos pets, como lesões que não cicatrizam ou nódulos, que podem ser indicativos de câncer cutâneo. Ele aconselha os tutores a procurarem avaliação especializada imediatamente ao notar essas alterações para um diagnóstico precoce e tratamento eficaz.

Impacto e perspectivas futuras

A introdução da ONC Care tem sido positivamente recebida, com relatos de melhorias significativas na qualidade de vida dos pets tratados. Este sucesso reforça a importância da nutrição especializada e abre caminho para futuras inovações no tratamento oncológico.

O lançamento da ONC Care pela Hill’s Pet Nutrition e os esforços contínuos dos veterinários para educar sobre a detecção precoce de câncer, representam avanços significativos na gestão da saúde de pets com câncer. Estas iniciativas não só atendem a uma necessidade crítica mas também estabelecem novos padrões para o cuidado e bem-estar animal, garantindo que os pets não apenas sobrevivam ao câncer, mas vivam com a melhor qualidade de vida possível.

Sobre a Hill’s Pet Nutrition

A Hill’s Pet Nutrition acredita que a qualidade de vida para os animais inclui a melhor alimentação, cuidado veterinário, exercícios diários e um ambiente enriquecedor com bastante amor. A empresa, parte da Colgate-Palmolive desde 1976, disponibiliza seus alimentos para animais em 86 países ao redor do mundo. No Centro de Nutrição Animal da Hill’s em Topeka, Kansas, uma equipe de veterinários e especialistas certificados pelo o conselho em nutrição e medicina interna trabalham em conjunto com uma equipe de animais de companhia para desenvolver rações nutritivas e saborosas. A instalação também conta com um hospital veterinário totalmente equipado certificado pela Associação Americana de Hospitais Veterinários (AAHA) – obedecendo os mais altos padrões para hospitais veterinários para animais de pequeno porte nos dias de hoje.

Fonte: Sibelia Di Bella
sibelia@polvoracomunicacao.com.br

5 Dicas de como agir em caso de ataque de animais

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Créditos: Freepik

Especialista ensina como preservar vidas e garantir o bem-estar dos animais durante um incidente

Nos últimos anos, houve um aumento significativo no número de ataques de animais a humanos em áreas urbanas e rurais. Diante desse cenário, é crucial estar preparado para lidar com essas situações, de forma que proteja tanto os humanos quanto os animais envolvidos. A primeira reação de qualquer pessoa diante de um ataque de animal é de pânico, mas nesse momento, é fundamental manter a calma.

O instinto de autopreservação muitas vezes pode levar a ações que podem ferir gravemente o animal ou piorar a situação para o humano. Segundo a Dra. Stefanie Passos, professora de medicina veterinária do Centro Universitário Newton Paiva, “A abordagem correta pode salvar vidas e minimizar os danos para ambas as partes”.

Pensando nisso, a profissional preparou uma série de dicas com técnicas de respostas imediatas em caso de ataques de animais:

• Avalie a situação calmamente: manter a calma é crucial para avaliar a situação corretamente. Tente identificar o tipo de animal e a gravidade do ataque. Se possível, observe os sinais de agressão do animal e tente entender o que pode ter desencadeado o comportamento agressivo. Muitas vezes, animais atacam por se sentirem ameaçados ou por estarem protegendo seu território ou filhotes.

• Use técnicas de defesa apropriadas: se a fuga não for uma opção, utilize técnicas de defesa que minimizem o dano ao animal. Por exemplo, usar objetos para criar uma barreira entre você e o animal pode ser eficaz. Evite fazer movimentos bruscos que possam assustar ainda mais o animal. A imobilização deve ser feita com cuidado para evitar ferir o animal ou provocar uma reação ainda mais agressiva.

• Chame ajuda imediatamente: acione os serviços de emergência o mais rápido possível. Informe claramente a situação, a localização e o tipo de animal envolvido. Serviços especializados em manejo de animais têm as ferramentas e o treinamento necessário para lidar com situações de ataque de maneira segura e eficaz, protegendo tanto o humano quanto o animal.

• Após o controle do animal, busque atendimento médico: mesmo que o ataque não pareça grave, é importante buscar atendimento médico imediatamente após o incidente. Animais podem transmitir doenças e infecções graves, e é crucial que qualquer ferimento seja tratado adequadamente. Além disso, relatórios médicos podem ser úteis para as autoridades de controle animal.

• Educação e prevenção são fundamentais: educar a comunidade sobre como interagir com animais de forma segura e respeitosa pode reduzir significativamente os incidentes. Programas de conscientização sobre a vida selvagem e a importância da coexistência pacífica entre humanos e animais são essenciais para criar um ambiente mais seguro para todos.

“A maneira como respondemos a um ataque de animal pode determinar o desfecho para ambos, humano e animal. Com conhecimento e calma, podemos preservar vidas e promover o bem-estar animal,” conclui a especialista.

Sobre o Centro Universitário Newton Paiva

Com uma tradição de ter sido criado há mais de 50 anos, o Centro Universitário Newton Paiva possui dois modernos complexos educacionais, com amplo nível tecnológico, em Belo Horizonte, MG. A instituição conta com corpo docente formado por mestres e doutores e está entre as principais instituições de ensino superior de Minas Gerais. São cerca de 50 cursos de graduação, e mais de 90 cursos de pós-graduação, divididos nas modalidades presencial e à distância. Consagrado pela alta qualidade acadêmica e excelente infraestrutura, com avançados laboratórios, núcleos de prática em diversas áreas do conhecimento e centros de inovação e, ainda, o primeiro campus inteligente do estado, o Smart Campus. E está alinhado com as questões ambientais, pois apoia e promove os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Fonte: Livia Campos
livia.campos@dezoitocom.com.br

A evolução do setor pet e as profissões que transformam o cuidado animal

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Créditos: Instagram

Nos últimos anos, o setor pet no Brasil apresentou um expressivo aumento, refletindo a importância dos animais de estimação na vida das famílias. Esse crescimento não apenas impulsionou a economia, mas também levou à diversificação e especialização das profissões envolvidas no cuidado e bem-estar dos pets. Desde veterinários até consultores de comportamento animal, uma gama diversificada de profissionais tem contribuído para a evolução do setor, garantindo que os animais recebam o melhor cuidado possível.

“No coração do setor pet estão os veterinários, profissionais essenciais para a saúde e bem-estar dos animais, mas hoje podemos observar uma infinidade de outras oportunidades, como treinadores, empreendedores em tecnologia e logística e até serviços personalizados, como passeadores de cães”, explica Carol Botelho Mattar, criadora de conteúdo digital dos canais Instagram e YouTube – que mantém todos esses serviços para seus “filhos de quatro patas”.

A medicina veterinária tem avançado significativamente, permitindo tratamentos mais eficazes e menos invasivos. Isso melhora a qualidade de vida dos animais e a satisfação dos donos. O bem-estar animal se estende também no dia a dia e, para isso, os tutores contam com ajuda de treinadores, que também ajudam os donos a lidar com problemas comportamentais, como agressividade, ansiedade e destrutividade.

Outro serviço disponibilizado para as pessoas na hora da viagem ou mesmo quando não têm tempo de levar seu bichinho para passear que é o Dog Walker ou Pet Sitters. Com a vida urbana e agitada, esses profissionais têm se tornado indispensáveis, pois eles garantem que os pets recebam cuidado e atenção adequados, mesmo quando os donos estão ausentes.

A evolução do setor pet no Brasil é um testemunho da importância crescente dos animais de estimação na sociedade. A diversidade de profissões envolvidas no cuidado e bem-estar dos pets reflete a complexidade e a especialização necessárias para atender às suas necessidades. “Todos os profissionais envolvidos neste segmento têm um papel fundamental, pois todos esses serviços e produtos garantem que os animais recebam cuidados de alta qualidade e vivam vidas saudáveis e felizes ao nosso lado”, diz Carol.

Fonte: Nathalia Alcoba
nathalcobacr@gmail.com

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