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Qual o papel da nutrição para pets hospitalizados?

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Uma dieta equilibrada é indispensável na recuperação de pets e contribui para garantir a saúde e o bem-estar dos peludos

Como valorosos membros da família a hospitalização dos pets é um verdadeiro desafio para os tutores. Seja um procedimento programado ou até mesmo uma emergência, o processo requer cuidados especializados para a plena recuperação do animal.

Neste cenário, a nutrição desempenha um papel importante. “A nutrição é o quinto parâmetro vital considerado na avaliação dos animais, ou seja, é tão necessária quanto as demais terapêuticas adotadas. Quando o cão o gato está doente ou se recuperando de uma cirurgia suas necessidades nutricionais mudam e ele precisa ter acesso a alimentação de alta digestibilidade, com elevados teores de proteína e gordura, além de vitaminas e minerais”, explica a médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal, Pamela Meneghesso.

Quando estão hospitalizados, os pets enfrentam uma série de desafios nutricionais. Geralmente os cães e gatos apresentam queda no apetite, devido ao estresse da internação, por estarem em um local desconhecido e na presença de outros animais e, pela doença que os levou até a internação. Além disso, certas condições médicas podem aumentar as demandas energéticas do animal, tornando a nutrição ainda mais essencial durante o período.

“Os pets internados apresentam o balanço energético negativo, que ocorre quando o organismo necessita de mais energia e nutrientes do que está absorvendo por conta de mudanças metabólicas. Se não for corrigido esse quadro pode levar a desnutrição, ocorrendo perda de massa muscular, disfunções sistêmicas, queda na resposta imune e comprometimento do processo de cicatrização tecidual, ou seja, a nutrição inadequada impacta negativamente a recuperação do animal”, elucida a profissional.

Desta forma, uma dieta balanceada, com suplementação adequada ao tratamento da patologia e que atenda às necessidades específicas do pet é fundamental para promover a recuperação, reduzir o tempo de internação e melhorar o bem-estar.

Além disso, a nutrição contribui para fornecer energia e nutrientes essenciais até que o pet recupere o apetite voluntariamente, corrigir deficiências nutricionais, minimizar problemas metabólicos causados pela doença ou pela falta de nutrientes, reduzir a perda de peso e de massa magra e manter a saúde do intestino.

“A nutrição de animais hospitalizados deve ser cuidadosamente planejada e supervisionada por profissionais de saúde veterinária que irão investir na adoção de medidas que minimizem o estresse do pet, iniciando o suporte nutricional básico com a estimulação do apetite, evoluindo, se necessário, para a técnica de nutrição enteral ou parenteral”, detalha Pamela.

Quanto mais cedo o pet tiver acesso aos nutrientes necessários, melhor e mais rápida será a sua recuperação.

O pet teve alta, e agora?

Quando o animal recebe alta é essencial que o tutor se atente a manutenção dos cuidados em casa. Além da administração das medicações indicadas é preciso manter a rotina nutricional do pet oferecendo os alimentos de acordo com a orientação do médico veterinário, acompanhada de água fresca e limpa em abundância, visto que a hidratação é essencial para o restabelecimento do pet.

“Os alimentos úmidos como sachês e patês também são ótimas opções, caso liberados pelo médico-veterinário. Esses alimentos são altamente palatáveis, contribuem para hidratação e podem inclusive auxiliar na administração de medicamentos”, conta Pamela.

Como visto, a nutrição é uma ferramenta indispensável na recuperação de pets e contribui para garantir a saúde e o bem-estar desses companheiros.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br/

Fonte: Assis Comunicações
Gisele Assis
gisele@assiscomunicacoes.com.br

Companhia aérea para cães terá 1º voo em maio

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Em meio a polêmicas e a uma tragédia envolvendo voos com animais de estimação, surge uma companhia aérea exclusiva para cães. A Bark Air, empresa norte-americana dedicada a produtos para pets, lançou a primeira operação do gênero que prioriza exclusivamente o bem-estar e conforto dos animais.

Desde 11 de abril, donos de cachorros podem reservar assentos em jatos particulares Gulfstream 550. Essas aeronaves podem acomodar até dez cães, juntamente com seus tutores.

Um concierge da Bark Air estará encarregado de receber os cães e seus donos. Durante o voo, a cabine será preparada com recursos calmantes, como música suave e toalhas quentes com aroma de lavanda. Também serão disponibilizados petiscos, rações, água, coleiras e saquinhos para recolher as necessidades dos pets durante todo o trajeto.

Companhia aérea para cães: como serão a operação e os custos
De acordo com o site da empresa, os voos serão operados uma vez por semana de Nova York (Aeroporto Westchester County) para Los Angeles (Aeroporto Van Nuys) e duas vezes por mês de Nova York para Londres (Aeroporto Stansted). As primeiras partidas estão previstas para 23 de maio.

Por enquanto, os preços das viagens são elevados. O trecho de Nova York para Los Angeles custará inicialmente US$ 6 mil (R$ 31 mil). Já o bilhete de ida de Nova York rumo a Londres chegará a US$ 8 mil – ou seja, quase R$ 41.500. Cada passagem inclui assentos para o cão e o tutor.

Companhia aérea para cães: como é viajar com o pet no Brasil?
Segundo normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o cão-guia deve ser transportado gratuitamente no chão da cabine da aeronave, em local adjacente ao de seu dono e sob seu controle. O pet deve estar equipado com arreio e não precisa usar focinheira.

Já o transporte de animais de estimação ou de apoio emocional pode ser cobrado pela empresa aérea. Esses pets devem ser transportados conforme as diretrizes estabelecidas no contrato de cada companhia.

Na tentativa de tornar menos burocrática e transparente essa experiência, a agência PetFriendly Turismo propõe consultoria integral para viagem com animais de estimação. Com sede na capital paulista, já viabilizou a viagem de 5 mil pets. Entre os serviços oferecidos estão assistência veterinária, consultoria personalizada para planejamento de rotas e itinerários, táxi pet e opções de hospedagem amigáveis para os bichinhos.

“Nosso propósito é tornar cada vez menos incômodo o deslocamento dos pets para outro estado ou país, investindo em parcerias com companhias aéreas e também com os times de gestão dos aeroportos”, diz a CEO da PETFriendly Turismo, Juliana Stephani.

Fonte: Panorama PetVet
Júlia Arbex

No “Abril Laranja”, Elanco reforça ações de incentivo à adoção responsável de pets

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A empresa é a idealizadora do Movimento “Adoção de Responsa” desde 2021, e criadora do aplicativo “Cãobinado” que visa conectar possíveis tutores à cães de ONGs por meio do “match” ideal entre os perfis

Durante o mês de abril, a atenção se volta para a campanha “Abril Laranja” que busca criar uma maior conscientização sobre os maus tratos aos animais e mudar uma realidade preocupante: segundo o Instituto Pet Brasil, o país tem aproximadamente 185 mil animais abandonados ou resgatados por maus tratos, sob a tutela de ONGs e grupos de proteção. Desse número alarmante, cerca de 96% são cães. Este cenário evidencia a urgência de ações que promovam a proteção e o bem-estar dos animais, destacando a importância de iniciativas educativas e preventivas para combater essa prática cruel.

Em resposta a isso, a Elanco Saúde Animal lançou, em 2021, o Movimento Adoção de Responsa, que reúne atividades destinadas a conscientizar sobre o ato de adoção, enfatizando as responsabilidades que os tutores têm para garantir adoções bem-sucedidas que não terminem em abandono ou maus-tratos. Este ano, a empresa tem apoiado eventos de adoção em parceria com ONGs, como o realizado no primeiro domingo de abril, em colaboração com o Projeto CAPA (Centro de Apoio e Proteção Animal) em São Paulo.

Free Dog Nature photo and pictureA iniciativa tem seu próprio site, o Movimento Adoção de Responsa, que aborda vários aspectos importantes do processo de adoção, como espaço disponível, disposição de tempo para os cuidados com o pet, composição da família para aceitar um novo membro, rotinas, entre outros. “O processo de adoção deve ir além dos aspectos emocionais ou escolhas baseadas simplesmente em características físicas do animal. Como qualquer ser vivo, os animais precisam de tempo para se adaptar, o que requer paciência e apoio. Muitas pessoas desistem, devolvendo o animal de estimação ou até mesmo abandonando-o novamente. Mas vale ressaltar que o abandono é um crime, com penalidades previstas em lei, assim como os maus-tratos,” adverte Roberta Paiva, Gerente de Marketing de Saúde Animal da Elanco Brasil.

Para enfatizar ainda mais a atenção a esses pontos, em 2023, a Elanco criou o aplicativo Cãobinado, que faz o “match” ideal entre cães em ONGs ou abrigos e aqueles com o perfil mais adequado para cuidar desse animal. “O processo de adoção precisa ir além da estética do animal. Os animais de estimação, como nós, também têm suas personalidades, hábitos e necessidades específicas. O aplicativo é mais uma ferramenta para ajudar nesse processo e chamar a atenção para a importância da avaliação das demandas do cão e como essas devem combinar com o estilo de vida do futuro tutor,” destaca Roberta Paiva.

Renato Zanetti, zootecnista, mestre em Medicina Veterinária e especialista em comportamento animal, tem sido consultor do Movimento Adoção de Responsa desde sua concepção. Segundo ele, a falha na adoção é uma das principais causas do abandono de animais. Um levantamento realizado por ele em sua tese de mestrado, intitulada “Expectativas dos adotantes de cães domésticos (Canis lupus familiaris) e motivos de sua devolução”, revelou que a duração média da permanência de um cão adotado de abrigo no Brasil é de pouco mais de um ano (14,8 meses). O estudo também expôs aspectos tristes das adoções: de um total de 189 animais, 15% foram doados pela própria família adotante inicial, 4,3% fugiram e 3,2% foram devolvidos ao abrigo. Isso evidencia que o processo de inserção do cão no ambiente familiar muitas vezes é desafiador e não alcança sucesso.

“É por isso que estamos dedicados ao Movimento Adoção de Responsa. Uma adoção bem-sucedida tem um impacto positivo na vida do animal e da família que o acolhe. Um animal é um companheiro para a vida, trazendo benefícios para a saúde física e mental de seu tutor e de toda família, como demonstram diversos estudos. Adotar é um ato de responsabilidade e amor”, conclui Roberta.

O Movimento Adoção de Responsa integra o compromisso Pet Pledge da Elanco: uma série de iniciativas desenvolvidas para ajudar milhões de animais de estimação a receberem melhores cuidados por meio de colaborações com médicos-veterinários e tutores em 90 países.

Para saber mais sobre a Elanco e suas principais iniciativas, acesse www.meupet.elanco.com/br/ e siga nossa página no Instagram @Elancopetsbr. Para saber mais sobre o projeto Cãobinado, clique aqui. O app Cãobinado está disponível para download na:

Apple Store
https://apps.apple.com/br/app/c%C3%A3obinado/id6472060090
Google Play Store
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.iexfy.caobinado

Sobre a Elanco

A Elanco Animal Health (NYSE: ELAN) é líder global na área de saúde animal e se dedica a inovar e fornecer produtos e serviços para prevenir e tratar doenças em animais de produção e animais de companhia, agregando valor ao trabalho de produtores, tutores, médicos-veterinários e da sociedade como um todo. Com quase 70 anos de tradição no setor, estamos comprometidos em ajudar nossos clientes a melhorar a saúde dos animais sob seus cuidados, além de causar um impacto significativo em nossas comunidades locais e globais. Na Elanco, somos movidos por nossa visão – Alimento e Companheirismo enriquecendo a vida – e nossa estrutura de responsabilidade social – Elanco Healthy PurposeTM – tudo para melhorar a saúde dos animais, das pessoas e do planeta.

Fonte: Elabore Estratégia
Gisele Berto – gisele@elaboreestrategia.com.br

Ansiedade por Separação: Como ensinar seu cão a ficar sozinho em casa?

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Ensinar o cão a ficar sozinho em casa é indispensável para o seu bem-estar e para a harmonia do ambiente doméstico

A relação entre humanos e cães é uma das mais antigas e profundas. No entanto, mesmo com toda a devoção e amor mútuo, há momentos em que os tutores precisam se ausentar, deixando seus amigos de quatro patas sozinhos em casa. É neste cenário que pode surgir a temida ansiedade por separação.

Esse distúrbio comportamental que afeta os cães é uma reação de estresse que ocorre quando o animal percebe a iminência da separação ou a ausência do humano. Como resultado o cão pode apresentar diversos comportamentos distintos como latidos excessivos, uivos, comportamentos destrutivos, ficar ofegante ou babar, andar de um lado para o outro e até mesmo realizar as necessidades fisiológicas em local inadequado. Outros sinais, como lambedura excessiva de alguma parte do corpo, apatia e depressão também são bastante comuns.

“A ansiedade por separação é de origem multifatorial. Alguns cães apresentam o problema após vivenciar situações traumáticas, como por exemplo, se ferir enquanto estava sozinho ou então ter sido exposto a um barulho desconhecido enquanto estava sozinho, como o som dos fogos de artifício. Mas, a maioria dos casos está associada a falta de habituação, ou seja, o animal não foi acostumado a ficar longe do tutor quando era filhote. Além disso, os cães de temperamento naturalmente ansioso têm mais chances de desenvolver o distúrbio independentemente das situações vivenciadas”, elucida Marina Tiba, Médica Veterinária Gerente de Produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

É por isso que ensinar o cão a ficar sozinho em casa é indispensável para o seu bem-estar e para a harmonia do ambiente doméstico. “Assim como os humanos, os cães também precisam de tempo para se acostumar com mudanças. Portanto, o ideal é começar gradualmente, deixando o cão sozinho por curtos períodos e aumentando a duração à medida que ele se sentir mais confortável”, explica Marina.

Outro ponto importante é estabelecer uma rotina, pois isso dará ao pet a sensação de segurança e previsibilidade. O tutor deve ter hábitos claros e consistentes antes de sair de casa, incluindo, por exemplo, passeios, alimentação, tempo de brincadeira com o pet e ida ao trabalho. A realização das atividades de forma constante ajudará o cão a se sentir mais confortável e a prepará-lo para saída do humano.

O reforço positivo é mais uma estratégica indicada. O treinamento neste caso consiste em fazer o cão associar a solidão com algo positivo. “Quando estiver em caso o tutor deve deixar o pet em uma área separada, o que chamamos de zona segura, por um período curto, oferecendo ao animal brinquedos recheados com petiscos ou outros objetos de interesse. Isso ajudará a entreter o animal e fará com que ele associe a ausência do tutor a um momento agradável”, conta Marina.

O ideal é que a área do treinamento seja o “porto-seguro” do pet. O local deve ser tranquilo e facilmente acessível pelo cão sempre que ele esteja sozinho. O tutor pode colocar no ambiente a caminha do cão, alguns brinquedos e outros itens familiares, desta forma ele também associará o espaço a algo positivo.

Um comportamento comum dos tutores que pode exacerbar a ansiedade dos pets é a hora da partida ou chegada. O ideal é evitar longas despedidas antes de sair e ao retornar, deve-se manter a calma e evitar grandes comemorações. Isso ajuda a mostrar ao cão que entrar e sair de casa são eventos normais e rotineiros.

Além disso, para alguns cães, ouvir música suave ou sons relaxantes pode ajudar a acalmá-los na ausência do tutor. Existem até playlists específicas para os pets disponíveis em serviços de streaming que podem ser úteis nesse sentido. A música tem sido mostrada para ter um efeito calmante em cães – especialmente música clássica ou até mesmo reggae e rock suave. No entanto, é importante não associar isso apenas com a separação – mantenha ligado enquanto estiver em casa o máximo que puder antes de sair.

O uso de feromônios também é recomendado para auxiliar os cães a ficarem sozinhos. Os análogos dos feromônios maternos caninos criam um senso de familiaridade e segurança no ambiente e auxiliam na amenização da ansiedade do cão. O produto pode ser usado também quando animal não apresenta a ansiedade por separação, mas permanece longas horas sozinhos, ou seja, preventivamente. Em um estudo, os latidos foram reduzidos em 65%, os sinais de destruição em 91% e a eliminação inapropriada relacionada ao estresse em 75%.

Se o cão continuar apresentando ansiedade por separação mesmo após tentar várias estratégias, é indispensável procurar a orientação do médico veterinário. O profissional pode fornecer técnicas personalizadas e suporte adicional para lidar com o problema.

“Com o tempo e o cuidado adequados, o cão pode aprender a ficar tranquilo e confortável mesmo na ausência do tutor, garantindo assim uma convivência feliz e saudável para ambos”, finaliza Marina.

Sobre Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Nosso portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e de bem-estar para animais de produção e de companhia, como também equipamentos e serviços para fornecer a melhor experiência para nossos clientes. Com 7.000 funcionários em 47 países, a Ceva se esforça diariamente para dar vida à sua visão como uma empresa OneHealth: “Juntos, além da saúde animal”.

Faturamento Global de 2023: €1,5 bilhão.

www.ceva.com.br

Fonte: Assis Comunicações
Gisele Assis
gisele@assiscomunicacoes.com.br

Special Dog Company marca presença na Interzoo 2024

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Créditos: Special Dog Company

O maior evento do setor pet do mundo acontece na Alemanha entre os dias 7 e 10 de maio

A Special Dog Company, empresa brasileira com mais de duas décadas de experiência em nutrição animal, participa da edição de 2024 da Interzoo. A principal feira mundial de suprimentos para animais de estimação será realizada em Nuremberg, na Alemanha, de 7 a 10 de maio.

O evento reúne as principais empresas globais do segmento pet, proporcionando uma plataforma essencial para a interação entre marcas e revendedores. É uma oportunidade única para conhecer novas tendências de mercado, como matérias-primas e aditivos para alimentação animal, bem como para estabelecer conexões com fornecedores mundiais e identificar as tendências emergentes em produtos, padrões de consumo, posicionamento de mercado e valores nutricionais.

“Nossa participação na Interzoo tem como principal objetivo entender as tendências de mercado, explorar oportunidades de exportação em diversos países e identificar potenciais parceiros fornecedores de matérias-primas, embalagens, equipamentos e outros recursos essenciais”, afirma Rafael Venanzoni, Gerente de Comércio Exterior da Special Dog.

Em colaboração com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a empresa do interior paulista apresentará durante o evento suas linhas de produtos: Special Dog Ultralife e Special Cat Ultralife, que incluem alimentos secos e úmidos.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca atua em mais de 38 mil pontos de vendas em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportação para países da América do Sul, sendo uma das maiores indústrias do segmento no Brasil.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Referência por aliar a excelência dos produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores, a indústria é constantemente reconhecida como uma das Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil.

Fonte; Race Comunicação
Guilherme Zucconi
comunicacao.specialdog@agenciarace.com.br

Condomínio em Anápolis tenta defender gatos abandonados

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Boletim de ocorrência foi registrado contra moradora que afirmou ter colocado veneno para os bichanos

De acordo com números da Organização Mundial da Saúde (OMS), só no ano de 2022 existiam cerca de 30 milhões de animais abandonados nas ruas do Brasil, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. No país, esse tipo de abandono é crime desde 1998, segundo a Lei Federal 9.605/98 e em 2020, com a aprovação da Lei Federal 14.064/20, aumentou-se a pena para maus-tratos aos animais com previsão de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda, quando se tratar de cão ou gato.

Mesmo assim, há quem insista em maltratar os animais. Em Anápolis, no bairro Cidade Jardim, moradores de um condomínio vertical tentam resolver um problema. “O residencial adotou alguns gatos de rua e muitos moradores colocam água e alimentos para os bichanos se alimentarem nas áreas comuns do edifício. Uma moradora, não concordando com a presença dos bichos, deixou veneno nas intermediações de sua garagem, causando a morte de dois gatinhos”, conta o advogado Gabriel Fonseca, que integra a equipe do escritório Celso Cândido de Souza Advogados.

O especialista conta que há provas. “Isso pôde ser comprovado porque tem um vídeo dela entrando na área da administração do condomínio e falando para uma pessoa que trabalha no local, de maneira ríspida, que está inconformada com a situação e que continuará colocando veneno em local próximo a sua garagem”, revela o advogado, que defende o condomínio. “Existem imagens dos gatos mortos e o vídeo com áudio dela verbalizando e confirmando a situação para a trabalhadora do prédio”, completa.

Gabriel Fonseca ressalta que o condomínio já está tomando as providências legais. “Levando todas as informações à autoridade policial responsável. Foi registrado boletim de ocorrência, visto que existe o crime de maus tratos seguido de morte de animais, nos termos do Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Vale lembrar que a pena é detenção, de três meses a um ano, e multa. Contudo, ela é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal”.

Fonte: Dayse Luan
dayse@comunicacaosemfronteiras.com

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Como obter lucro nos empreendimentos veterinários

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Mesacast promovido pelo MBA USP/FMVZ debate a importância da gestão financeira, indicadores contábeis e métricas

Acontece na próxima segunda-feira, dia 29 de abril, às 19h o Mesacast sobre como obter lucro nos empreendimentos veterinários”. Promovido pelo MBA USP/FMVZ, o evento abordará um dos tópicos mais importantes para todo empreendimento dentro do Mercado Pet, que é a boa gestão financeira do negócio.

A mesa será composta por Márcio Mota, médico-veterinário, que atua como consultor técnico e regulatório para empresas de assistência à saúde animal. Também é presidente da Associação Nacional de Médicos Veterinários (ANMV); Thomaz Marzano, médico-veterinário, mentor de estabelecimentos da área de saúde animal, que vão desde grandes hospitais a pet shops, laboratórios e hotéis e Osvaldo Neto, médico-veterinário, especialista em anestesiologia, que atua como consultor de negócios e gestão no mercado pet.

O evento acontece de maneira remota, com transmissão ao vivo pelo YouTube e LinkedIn,e as inscrições podem ser realizadas no link.

O Mesacast abordará temas como indicadores contábeis, gestão de equipes, métricas, lucro e análise da saúde financeira dos empreendimentos veterinários. Um planejamento monetário assertivo, além garantir a saúde financeira do negócio, ajuda a otimizar o uso dos recursos disponíveis e a tomar decisões estratégicas que impulsionem o crescimento e a sustentabilidade a longo prazo.

Fonte: Pecege
Ricardo Tanaka
Assessor de imprensa
ricardotanaka@pecege.com

Transporte de pets requer cuidado e atenção dos tutores

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Medidas de segurança para transporte de pets variam conforme espécie e meio que será utilizado. Veterinária da Seres dá dicas

Para 88% dos tutores, os pets são hoje considerados membros da família, segundo pesquisa realizada pela Petz com uma amostragem de quase 800 tutores. Por isso, torna-se cada vez mais comum viajar levando seus animais de estimação. É importante, no entanto, preparar-se para transportar e garantir sua segurança e conforto. Abaixo, veja 5 dicas que a veterinária, Camila Canno Garcia, do Centro Veterinário Seres, da Petz preparou para auxiliar nesse processo:

  1. Escolha do meio de transporte adequado: Dependendo da espécie animal, tamanho e distância a ser percorrida, escolha o meio de transporte mais adequado. Se for de carro, adquira uma caixa de transporte ou cinto de segurança específico para animais. Para cães e gatos, uma caixa de transporte robusta e espaçosa é essencial, permitindo que eles se movam e se sintam seguros durante a viagem. Para os pássaros, é importante garantir que a gaiola seja adequada ao tamanho do pássaro e que tenha poleiros estáveis para descanso. Já os peixes, é crucial garantir que o recipiente de transporte seja à prova de vazamentos e mantenha uma temperatura estável.
  2. Documentação e identificação: Certifique-se de que o animal tenha todas as documentações necessárias, como cartão de vacinação atualizado, certificado de microchip (se houver) e identificação com nome, endereço e número de contato. Isso é crucial em caso de emergência ou se o animal se perder durante a viagem.
  3. Alimentação e hidratação: Evite alimentar o animal logo antes da viagem para evitar enjoos, mas certifique-se de que ele esteja bem hidratado. Enquanto cães e gatos podem tolerar melhor períodos curtos de jejum durante a viagem, pássaros e peixes precisam de acesso constante à água e, no caso dos pássaros, alimentação regular. Certifique-se de levar água e alimentos adequados para cada tipo de animal.

Se a viagem for longa, faça paradas regulares para oferecer água e permitir que, principalmente cães, se estiquem e façam suas necessidades.

  1. Segurança durante a viagem: Durante a viagem, certifique-se de que o animal esteja seguro e confortável. Se estiver viajando de carro, utilize cintos de segurança ou caixas de transporte apropriadas para evitar que o animal se machuque em caso de freadas bruscas ou acidentes. Mantenha as janelas fechadas o suficiente para evitar que o animal escape ou se machuque. Se estiver viajando de avião, siga todas as instruções da companhia aérea para garantir a segurança do animal durante o voo.
  2. Familiarização com o ambiente de transporte: Antes da viagem, é importante acostumar o animal com o ambiente de transporte, seja ele um carro, avião ou outro meio. Isso pode ser feito gradualmente, permitindo que o animal explore a caixa de transporte ou o veículo em que será transportado, associando o ambiente com experiências positivas, como brincadeiras e petiscos. Isso ajudará a reduzir o estresse e a ansiedade durante a viagem, tornando-a mais confortável para o animal e facilitando a adaptação ao novo ambiente.

Ao seguir estas instruções, você estará promovendo uma viagem mais tranquila e segura para seu animal de estimação, lembrando sempre de considerar as diferenças entre as espécies de pets. Isso ajudará os tutores a melhorar o bem-estar de seus animais durante o transporte, levando em conta as necessidades específicas de cada um.

Fonte: NOVA PR
Patricia de Souza
patricia.souza@novapr.com.br

Para pais e mães de pets: autora celebra papel de cães e gatos nas famílias

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A escritora e editora Heloisa Hernandez do Nascimento lança uma coleção dedicada a todas as pessoas que cuidam de bichos de estimação

Quem é pai ou mãe de pet sabe que os animais de estimação ganham um papel especial na vida dos membros da família. Toda a rotina muda por causa deles, e as pessoas também são transformadas pela convivência com os filhos de quatro patas. Foi com essa realidade em mente que a escritora e editora Heloisa Hernandez do Nascimento publicou a Coleção Pets, para os tutores registrarem seus principais momentos ao lado dos bichos.

Com quatro obras diferentes destinadas às diversas vivências com cachorros e gatos, os leitores são convidados a refletirem sobre os laços de afeto com os pets. “Acredito que guardar registros dos momentos que vivemos é muito importante e significativo, é um cuidado, uma valorização daquilo de que gostamos, é nosso reflexo, mostra um pouco quem somos. Geralmente as pessoas têm memórias muito leves e alegres ao lembrar de seus pets e histórias que viveram juntos”, afirma a autora.

Na entrevista abaixo, ela pondera sobre o papel dos bichinhos de estimação no cotidiano e comenta sobre a importância da escrita como ferramenta para guardar lembranças. Leia:

1 – A Coleção Pets é destinada a mães e pais de pets que desejam manter vivas as memórias desta relação tão bonita entre tutores e animais de estimação. Como surgiu a ideia da coleção? Acha que os bichinhos hoje são parte essencial das famílias brasileiras?

Heloisa Hernandez do Nascimento: Há algum tempo me interesso pelo tema da memória, das narrativas de vida, pelos laços de afeto, e vejo que os pets estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas. Antes de fazer a Coleção Pets, pediram para eu fazer um livro de bebê que pudesse ser utilizado tanto para meninos como para meninas. Então optei por utilizar imagens de bichinhos fofos, pensando não só na diversidade de gênero, mas também racial e de composição das famílias brasileiras. Ao pesquisar imagens para essa publicação, notei que havia muitas que retratavam famílias com cachorros e gatos.

Daí fiquei pensando sobre como seria criar um “livro de bebês para pets”. Haveria interesse? As pessoas teriam paciência para escreverem suas memórias com os seus bichinhos de estimação? Ainda não tenho essas respostas, mas, nas minhas pesquisas, constatei que desde a pandemia a adoção de pets cresceu muito, no Brasil e no mundo, e a relação que os tutores têm com seus bichinhos de estimação é cada vez mais próxima: hoje há muitas pessoas morando sozinhas, em apartamentos, os casais têm menos filhos e a população de idosos cresce no país… tudo isso favorece a adoção de pets, que passam a ser considerados como parte da família. Um estudo feito pela empresa brasileira Dog Hero aponta que 78% dos tutores consideram seus animais de estimação como um filho. Nos Estados Unidos, esse percentual chega a 95%, de acordo com a consultoria Nielsen. Há um carinho muito grande entre tutores e pets, as pessoas cada vez mais dedicam cuidado e tempo a eles.

2 – A coleção conta com versões distintas para cães e gatos. Como foi o processo de criação para pensar cada um dos livros? Quais as principais diferenças e semelhanças entre eles?

Heloisa Hernandez do Nascimento: As perguntas em si são semelhantes, o que difere são as imagens, com as quais procurei ilustrar hábitos dos cães e gatos. No livro dos doguinhos, há muitos cenários que retratam parques, locais abertos. Os desenhos mostram também o tutor sempre muito junto ao bichinho de estimação. No livro dos gatos, o cenário predominante é o interior das casas, com almofadas ou sofás para eles dormirem, e muitas vezes aparecem sós, pela natureza mais independente que têm.

Nos dois livros, há espaço para os cuidadores colarem fotos de seus pets, pedirem para amigos escreverem comentários sobre os seus bichinhos de estimação, desenharem, etc. Além das perguntas, que vão pouco a pouco reavivando memórias de momentos especiais, quis deixar esse espaço mais livre, para cada um poder personalizar o seu livro.

Também criei quatro variações da publicação: há livros para doguinhos e doguinhas, gatinhos e gatinhas. Fiz essa escolha porque, como os pets são tratados como filhos, nada mais justo do que criar um conteúdo mais específico, mais próximo de uma personalização.

3 – Para você, qual é o impacto que registrar as memórias com os pets pode ter na vida dos leitores?

Heloisa Hernandez do Nascimento: Acredito que guardar registros dos momentos que vivemos é muito importante e significativo, é um cuidado, uma valorização daquilo de que gostamos, é nosso reflexo, mostra um pouco quem somos. Geralmente as pessoas têm memórias muito leves e alegres ao lembrar de seus pets e histórias que viveram juntos. Como penso em abordar mais temas relacionados à memória das pessoas, achei que seria perfeito começar com os bichinhos de estimação. Também imagino que seja um tema que desperte vontade de escrever e documentar.

Sobre memórias especiais, eu acho que acabamos muitas vezes conhecendo as pessoas de forma muito superficial – mesmo pessoas próximas, até da mesma família. Criar livros em que cada um possa escrever sobre suas experiências é interessante não só para quem reservou um tempo e está ali contando suas histórias e poderá lê-las muitos anos depois, mas para quem possa vir a ler aquele livro. A escrita aproxima. Pessoalmente, gostaria muito de saber a opinião, conhecer os pontos de vista da minha mãe, que faleceu quando era muito nova. Para mim, ouvir uma música de que gostava ou ver a imagem do seu quadro preferido é estar perto dela, imaginar o que aquela música ou quadro têm de especial. Ter registros de escrita, ver a letra de alguém, por si só, é algo bonito.

Sobre as minhas recordações com pets, acho que a mais especial é a de quando eu tinha uns 20 anos e estava voltando para casa à noite. Naquela época, estudava Editoração na USP de manhã, estagiava na universidade por 6 horas à tarde e estudava Jornalismo na Cásper Líbero, à noite. Lembro que estava saindo do metrô Vila Mariana, e as ruas até minha casa eram muito pouco iluminadas, tinha um pouco de medo. Nesse dia, um cachorrinho foi me acompanhando. Ele era pequenininho e ia na minha frente. Na rua tinham uns vãos escuros, umas frestas… Ele parava, olhava para ver se não tinha nada suspeito e voltava o olhar para mim, indicando que estava seguro e podia seguir caminhando. E foi assim até chegar em casa, ele abrindo caminho para mim. Lembro de ter achado divertido, terno… O cachorrinho ali, tão pequeno, tentando me proteger. Quando cheguei no portão do prédio e fechei o portão para ele foi triste, porque deu vontade de levá-lo para casa, mas mal tinha tempo para dormir, seria uma péssima tutora. Quando me lembro disso sempre me emociono, porque me vem essa coisa da proteção e amor incondicional dos cachorros, que pude sentir, mas não pude retribuir.

4 – Você pretende aumentar a coleção ou tem algum novo projeto em vista? Se sim, pode contar um pouco sobre?

Heloisa Hernandez do Nascimento: Minha ideia é criar mais livros com esse objetivo de buscar um olhar pessoal sobre o cotidiano e estímulo à escrita, ao desenho, à autoexpressão, independentemente da temática abordada. A próxima publicação será a mais ampla delas, um livro que propõe uma escrita biográfica desde a ancestralidade, perpassando pela infância, adolescência e maturidade. Quero propor também narrativas mais despretensiosas, sem marcações cronológicas, mas igualmente significativas.

Sobre a autora: Heloisa Hernandez do Nascimento é fundadora da Moah! Editora, que publica livros de memória e da valorização do letramento científico. Formada pela Universidade de São Paulo (USP), foi cofundadora da empresa júnior de Editoração da universidade. Trabalha há mais de 20 anos com a produção de conteúdo textual e gráfico para obras literárias, websites, revistas e exposições.

Redes sociais da autora:
Instagram: @moaheditora
LinkedIn: Heloísa Hernandez do Nascimento

Site da autora: www.moaheditora.com.br/

Fonte; LC Agência de comunicação
Maria Clara Menezes
Assessora de imprensa

Créditos: Divulgação

Veterinários em aeroportos podem evitar tragédias, diz especialista da Uninter

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Créditos: Divulgação

Uninter inaugura este ano clínica-escola para tutores mais carentes

No próximo sábado, 29 de abril, é comemorado o Dia Mundial da Medicina Veterinária, uma profissão cada vez mais essencial para o bem-estar não só dos animais, mas também dos humanos. O Brasil conta atualmente com mais de 257 mil médicos-veterinários, dos quais mais de 193 mil são atuantes na área, segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária. Isso equivale a praticamente um médico para cada 600 animais existentes no país.

Entretanto, mesmo com esse contingente, situações lamentáveis envolvendo os animais, sejam os ataques a pessoas ou como o que aconteceu nesta última semana, quando um cachorro foi deixado esquecido no compartimento de carga de uma aeronave durante um voo de mais de oito horas e acabou morrendo.

Marivaldo da Silva Oliveira, coordenador do curso de Medicina Veterinária e da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da Uninter, destaca que iniciativas como a proposta pelo deputado Silas Câmara, que advoga pela obrigatoriedade de serviços veterinários e espaços de acolhimento para animais em aeroportos, portos e rodoviárias em todo o país, poderiam evitar tragédias como essa.

“Existem médicos veterinários presentes em alguns aeroportos, mas sua função está mais voltada à identificação e fiscalização de produtos de origem animal. De acordo com o artigo 32 da Lei 9.605/1998, pets trancados em ambiente que os exponha a risco de vida pode ser considerado maus tratos, podendo resultar em pena com detenção de três meses a um ano e multa”, afirma o coordenador.

Oliveira também enfatiza os riscos do estresse térmico em animais, como o caso do cão que faleceu no aeroporto, explicando que, quando a temperatura corporal ultrapassa os limites ideais, o organismo entra em colapso, podendo levar à morte.

Por isso, usar a tecnologia a favor da medicina veterinária é um dos grandes desafios do setor. Segundo o CFMV, é possível hoje utilizar sensores inteligentes para monitorar a saúde e o comportamento dos animais, permitindo intervenções precoces e garantindo um ambiente mais saudável.

Outra ferramenta o é a realidade virtual e aumentada aplicada no treinamento de médicos-veterinários e na simulação de ambientes para reduzir o estresse dos animais durante procedimentos médicos. Por meio de análises genéticas e de dados individuais, é possível desenvolver dietas personalizadas para maximizar o bem-estar e o desempenho dos animais.

Medicina veterinária Uninter

Centros universitários como a Uninter estão na vanguarda do desenvolvimento desses profissionais. O curso de bacharelado em Medicina Veterinária, com 300 alunos, oferece um ambiente semipresencial de aprendizado, com mais de 4.000 horas de estudos ao longo de cinco anos de duração. Os alunos também participam do estágio obrigatório com 460 horas totais, divididas em 230 horas internas, nos ambientes da Uninter e outras 230 horas externas, para que o aluno vivencie diferentes realidades formadoras na prática, essenciais para a profissão.

Para tornar a educação em Medicina Veterinária mais acessível, a Uninter inaugurará em 2025 a sua Clínica-Escola Veterinária (CEVET), que oferecerá atendimento à comunidade a preços acessíveis, beneficiando os tutores de baixa renda, proporcionando aos alunos a prática efetiva e uma rotina de contato com tutores que, em breve, será a realidade no mercado de trabalho.

Além disso, em 2024 os alunos terão a oportunidade de participar de visitas técnicas, como a 46ª Expointer, a maior feira agropecuária da América Latina, onde poderão expandir seus conhecimentos e estabelecer contatos para futuras possibilidades.

Fonte: Nqm Comunicação
Beth Matias beth@nqm.com.br

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