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Filhotes, adultos e idosos: por que a alimentação precisa mudar em cada fase da vida

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Mesmo com mudanças no corpo dos animais, muitos tutores mantêm a mesma alimentação por anos; entenda como nutrir seu pet em cada fase da vida.

Cães e gatos não têm as mesmas necessidades ao longo da vida. Filhotes gastam mais energia, adultos entram em fase de manutenção e, com o passar dos anos, o organismo passa a funcionar de forma mais lenta. Essas mudanças afetam o metabolismo, a disposição e a forma como o corpo responde aos cuidados do dia a dia.

Na prática, porém, essa adaptação nem sempre acontece. É comum que tutores mantenham os mesmos hábitos por longos períodos, sem considerar que o animal mudou, ficou menos ativo, ganhou peso ou passou a apresentar alterações no apetite. Aos poucos, esses sinais se refletem na saúde e na qualidade de vida do pet.

Segundo a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia, alguns ajustes simples já fazem diferença nos cuidados ao longo da vida do pet , e rever a alimentação é um dos primeiros ajustes que deveriam acontecer com o passar do tempo. “O corpo do animal muda, e a alimentação precisa acompanhar essas transformações. Adequar o que o pet consome de acordo com a idade, o porte e o nível de atividade ajuda o organismo a funcionar melhor e reduz riscos à saúde ao longo dos anos”, afirma.

Mas afinal, como identificar essas mudanças e ajustar a alimentação ao longo da vida do pet?

Segundo a especialista, o primeiro passo é entender que cada fase traz necessidades diferentes, e que o comportamento do animal costuma dar os primeiros sinais.

Na fase de filhote, a alimentação precisa acompanhar a alta demanda de energia e nutrientes. É quando o organismo está em formação, e a dieta influencia diretamente o crescimento, o desenvolvimento muscular e o fortalecimento do sistema imunológico. “Esse é o momento em que o animal constrói a base da saúde que vai carregar pelo resto da vida. Uma alimentação inadequada pode comprometer o desenvolvimento e trazer consequências permanentes”, explica Markowitsch.

Já na vida adulta, o foco deixa de ser o crescimento e passa a ser a manutenção da saúde. O alimento deve ajudar a manter o peso adequado e o equilíbrio nutricional, além de prevenir doenças. “Uma dieta correta nessa fase é fundamental para evitar obesidade, problemas metabólicos e sobrecarga nas articulações. Porte, nível de atividade física, rotina e até o ambiente em que o animal vive precisam ser considerados”, destaca.

Com a chegada da fase idosa, novas adaptações se tornam necessárias. O metabolismo desacelera, o gasto energético diminui e órgãos como rins e sistema digestivo passam a exigir mais atenção. Em geral, essa fase começa por volta dos 7 anos, quando o pet tende a ficar menos ativo, dormir mais e, em alguns casos, apresentar mudanças no apetite.

Nesse período, a médica-veterinária Yeda Markowitsch destaca que a nutrição do pet idoso deve priorizar nutrientes de fácil absorção, controle calórico e suporte às articulações e às funções cognitivas, sempre levando em conta as condições individuais de cada animal. Dietas com menos gordura, mais fibras e nutrientes equilibrados tendem a trazer benefícios nessa fase, e a alimentação natural pode ser uma aliada por ser mais palatável, facilitar a mastigação e contribuir para a digestão.

De acordo com a especialista, nutrientes como ômega 3 e 6, proteínas magras, fibras naturais e vitaminas A, C e E são importantes na rotina alimentar dos pets idosos. Ingredientes funcionais, como colágeno, cúrcuma, gengibre e óleo de coco, também podem complementar a dieta.

A veterinária reforça ainda que, independentemente da idade, a orientação profissional é fundamental. Alimentar um pet, segundo ela, vai além de oferecer comida: envolve compreender o que o organismo precisa em cada fase da vida. Ajustes simples na alimentação podem impactar diretamente a saúde e a qualidade de vida dos animais.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Pet shop que vive só de ração perde mercado

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*Por Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet, especialista do mercado pet.

O varejo pet brasileiro precisa encarar uma verdade desconfortável de que depender majoritariamente da venda de ração deixou de ser um modelo sustentável, e isso não se trata de pessimismo, mas de leitura estratégica. O próprio tamanho do setor ajuda a explicar o problema. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em conjunto com o Instituto Pet Brasil, o mercado pet brasileiro estava projetado para faturar cerca de R$ 77,2 bilhões em 2025, mantendo uma trajetória consistente de crescimento. O paradoxo é que, quanto maior o mercado, mais brutal se torna a competição nos segmentos comoditizados, sendo que nenhum é hoje tão comoditizado quanto a ração.

Ainda segundo dados da Abinpet, o segmento de alimentos industrializados para pets responde por aproximadamente 54% de todo o faturamento do setor, movimentando mais de R$ 40 bilhões por ano. À primeira vista, isso parece um convite para concentrar esforços exatamente nessa categoria, mas, na prática, é uma armadilha. Quanto maior e mais relevante a categoria, maior o interesse de atacarejos, grandes redes e marketplaces em transformá-la em produto de atração, usado como isca de preço para ganhar escala e tráfego.

Esse movimento desloca a ração do campo do valor para o campo da comparação pura, fazendo com que o tutor deixe de avaliar atendimento, conhecimento técnico ou vínculo, passando a comparar essencialmente números. E, nessa arena, estruturas gigantes, com poder de compra, logística própria e políticas agressivas de subsídio, sempre levarão vantagem sobre o pet shop independente.

A desintermediação já está em curso

A mudança de comportamento do consumidor não é teórica. De acordo com projeções da Câmara Setorial de Animais de Estimação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os canais digitais já representam cerca de 8% do faturamento total do setor pet e seguem em trajetória de crescimento. Ao mesmo tempo, o mesmo relatório aponta que pet shops de pequeno e médio porte ainda concentram aproximadamente 48% dos canais de acesso aos produtos e serviços pet no país.

Esse dado revela duas coisas importantes: a primeira é que a loja física continua relevante; a segunda é que essa relevância não está garantida pela venda de produtos, mas pelo papel que a loja ocupa na vida do tutor. Quem usa o ponto físico apenas como mini-distribuidor concorre diretamente com plataformas muito mais eficientes.

Produto não fideliza, solução fideliza

Existe um equívoco comum de que a fidelidade nasce da recorrência da compra. Não nasce, ela nasce da percepção de valor. Ração gera frequência, mas não gera vínculo; serviços geram vínculo, orientação gera vínculo e experiência gera vínculo.

O próprio crescimento do setor está cada vez mais associado à chamada “humanização dos pets”, fenômeno reconhecido pela Abinpet como um dos principais motores de expansão do mercado. Em outras palavras, os tutores gastam mais não apenas para alimentar, mas para cuidar melhor, prevenir doenças, melhorar a qualidade de vida e prolongar o bem-estar dos animais, o que favorece serviços, acompanhamento, personalização e relacionamento, e não prateleiras.

O argumento do “sempre foi assim”

Pensar que o pet shop sempre viveu de ração e sempre viverá é um tipo de raciocínio que ignora a história recente de diversos setores. Bancos viveram de agência. Locadoras viveram de DVD. Livrarias viveram de balcão. Todos tinham razões aparentemente sólidas, mas todos perderam relevância quando confundiram hábito passado com garantia futura.

A verdade é simples: competir por preço em categoria comoditizada é estratégia de curto prazo. No médio e longo prazo, ela corrói margem, limita investimento e enfraquece a marca. O pet shop que quer existir daqui a cinco ou dez anos precisa assumir outra identidade. Precisa ser ponto de cuidado, de orientação e de relacionamento, além de estruturar serviços, programas de fidelização, acompanhamento do histórico do pet, experiências presenciais, parcerias com profissionais e ações que construam comunidade.

Produto continuará sendo importante. Mas como parte de uma solução, não como o centro dela. Pet shop que vive só de ração não está apenas com margem apertada. Está com o modelo errado. E modelo errado, mais cedo ou mais tarde, cobra a conta.

*Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

Fonte: Mention

Zoetis Brasil lança Simparic® Trio, antiparasitário oral mensal com cobertura ampliada, incluindo proteção contra vermes do coração e do pulmão

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Solução mensal já consolidada internacionalmente chega ao país em resposta à demanda por abordagens preventivas mais completas e duradouras

A Zoetis, líder global em saúde animal, anuncia o lançamento de uma nova opção de antiparasitário mensal mastigável no mercado brasileiro: Simparic® Trio reúne a exclusiva combinação de sarolaner, moxidectina e pirantel para uma abordagem preventiva mais completa contra parasitas externos (pulgas e carrapatos) e internos (vermes intestinais), além da prevenção da dirofilariose (verme do coração) e verme pulmonar.

A prevenção contra parasitas é um dos principais pilares da saúde dos cães – pulgas, carrapatos e vermes estão entre os desafios mais frequentes da rotina veterinária e, quando não controlados de forma contínua, podem causar desconforto, doenças e impactos relevantes na qualidade de vida dos animais. Nesse cenário, o Simparic® Trio passa a integrar o conjunto de opções disponíveis para protocolos preventivos mais abrangentes, reunindo diferentes frentes de proteção em uma única administração mensal e priorizando a praticidade na rotina de tutores e pets.

A solução é a única opção oral mensal no país com cobertura contra o verme pulmonar e com uma dose otimizada de moxidectina, visando ampla proteção inclusive contra linhagens resistentes do verme do coração, além de se diferenciar por ter início de ação a partir de 3 horas após a administração e oferecer proteção por até 35 dias contra pulgas, carrapatos e vermes. Essa característica contribui para a continuidade do cuidado, especialmente em situações de pequenos atrasos na administração, reforçando a importância da regularidade no controle de parasitas.

A cobertura ampliada contra parasitas internos inclui doenças graves que podem evoluir de forma silenciosa nos cães, como a dirofilariose (verme do coração) e o verme pulmonar. Transmitidas principalmente por vetores ou por contato com ambientes e hospedeiros intermediários, essas infecções podem afetar sistemas vitais, como o cardiovascular e o respiratório, e nem sempre apresentam sinais clínicos evidentes nas fases iniciais. São condições de tratamento complexo, que podem trazer riscos ao animal, com potencial de óbito. Por esses motivos, a prevenção contínua é considerada a estratégia mais segura e eficaz para o controle dessas doenças, especialmente em animais com maior exposição a ambientes externos, viagens ou condições ambientais favoráveis à presença de parasitas. A orientação do médico-veterinário é fundamental para definir o protocolo preventivo mais adequado para cada animal.

A formulação do Simparic® Trio incorpora a tecnologia S4 com sarolaner, baseada em uma molécula desenvolvida para atuar no controle de ectoparasitas, com início de ação rápido e perfil de segurança já estabelecido na linha Simparic®. A associação com moxidectina e pirantel permite uma abordagem integrada da prevenção, com cobertura contra diferentes grupos de parasitas, favorecendo a consistência dos protocolos preventivos ao longo do intervalo mensal de administração.

“A possibilidade de integrar diferentes frentes de proteção em uma única e saborosa administração permite uma abordagem preventiva mais abrangente, considerando simultaneamente parasitas externos e internos. Isso contribui para a tomada de decisão clínica e para a adesão ao tratamento ao longo do tempo”, explica a Dra. Thalita Souza, médica-veterinária e Gerente de Serviços Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis Brasil.

Simparic® Trio complementa a linha de antiparasitários da Zoetis no país, que inclui os recém-lançados EctoFend® (coleira antiparasitária para cães) e Revolution® Plus (pipeta antiparasitária para gatos), além dos já consolidados Simparic®, Revolution® e ProHeart SR12. A chegada do produto no Brasil amplia o portfólio de soluções disponíveis para a proteção da saúde dos pets, permitindo uma abordagem preventiva mais personalizada.

O lançamento oficial de Simparic® Trio aconteceu ontem, dia 2 de março, em São Paulo, durante um evento que também marcou os 10 anos da linha Simparic® no Brasil. Realizado no Parque Mirante – Allianz Parque, o encontro reuniu aproximadamente 1.400 especialistas do setor. Além disso, cerca de 6.200 especialistas assistiram a transmissão em eventos satélites que ocorreram em diversas cidades do Brasil. O evento contou com apresentações para atualização científica e troca de conhecimento sobre saúde preventiva em cães, conduzidas por Paulo Tabanez, Thalita Souza, Renato Costa e Marcela Tocchet. O ator Nicolas Prattes, embaixador da campanha de Simparic® Trio, participou como mestre de cerimônias, reforçando as mensagens de conscientização sobre a importância da prevenção parasitária.

Para definir o protocolo de prevenção mais adequado para cada cão, é fundamental buscar sempre a orientação de um médico-veterinário. “A prevenção é uma parceria entre o responsável e o médico-veterinário. Manter o uso regular de antiparasitários faz parte do cuidado contínuo com a saúde dos cães, assim como vacinas e check-ups periódicos”, finaliza Thalita.

Sobre a Zoetis

Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Depois de inovar maneiras de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais por mais de 70 anos, a Zoetis continua apoiando aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de veterinários e donos de animais a criadores de gado e pecuaristas. O portfólio líder e o portfólio de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias da empresa fazem a diferença em mais de 100 países. Uma empresa da Fortune 500, a Zoetis gerou uma receita de US$ 9,3 bilhões em 2024, com aproximadamente 13.800 funcionários. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Edelman Brasil

Shopping em Curitiba promove adoção de cães e gatos neste fim de semana

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O Ventura Shopping recebe, no dia 8 de março, um evento de adoção de animais que propõe mais do que um gesto solidário pontual: a construção consciente de famílias multiespécie. A ação acontece no Setor Verde do empreendimento, ao lado da HiperZoo, e será conduzida pelo advogado e especialista em Direito Animal, Alexandre Beltrão Braga.

Ao todo, dez cães e cinco gatos estarão disponíveis para adoção. Para adotar, os interessados devem apresentar RG, CPF e comprovante de residência. A iniciativa visa encontrar lares para animais resgatados e promover a adoção responsável.

Diferentemente dos eventos tradicionais, a adoção não é imediata. O processo envolve critérios técnicos e etapas obrigatórias, como idade mínima de 21 anos, entrevista de responsabilidade, avaliação de perfil e orientação pré e pós-adoção. A proposta é garantir que o vínculo seja duradouro e adequado tanto para o animal quanto para o futuro tutor.

“A adoção é um processo técnico e afetivo. Não se trata apenas de encontrar um lar, mas de conectar perfis, expectativas e realidades, construindo uma relação equilibrada e formando além de tudo, uma família multiespécie entre seres humanos e não humanos”, defende o organizador.

A iniciativa reforça o posicionamento do Ventura Shopping como espaço que apoia as causas sociais e promove a responsabilidade coletiva. Ao abrir suas portas para a causa animal, o empreendimento amplia o conceito de convivência e transforma o ambiente comercial em ponto de encontro para uma mobilização que envolve empatia, cidadania e compromisso com a vida.

Serviço:
Evento de Adoção Responsável
Data: 8 de março
Local: Setor Verde – Ventura Shopping

Fonte: Central Press

Mais Shopping promove evento de adoção pet e convida público a transformar vidas em Santo Amaro

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No dia 7 de março, das 11h às 16h, o Mais Shopping, em Santo Amaro, abre espaço para um encontro que promete aquecer corações e mudar histórias. Em parceria com o projeto Pacotinho de Amor, organização sem fins lucrativos que já viabilizou mais de 1.700 adoções responsáveis, o shopping realiza um Evento de Adoção Pet dedicado a conectar animais resgatados a novos lares cheios de carinho e responsabilidade.

Durante a feira, 20 cães e 5 gatos, entre filhotes e adultos, estarão no local à espera de uma nova oportunidade. Todos os animais vacinados e aptos para adoção. Entre eles, há pets saudáveis e também animais que necessitam de cuidados especiais, reforçando a importância da adoção consciente e do compromisso de longo prazo por parte dos tutores.

Para garantir a segurança e o bem-estar dos pets, o processo inclui entrevista e preenchimento de um questionário de adoção responsável. Os interessados devem apresentar documento oficial com foto, comprovante de endereço e fotos ou vídeos do ambiente onde o animal terá acesso. Caso já possuam outro pet, é necessário apresentar carteirinha de vacinação e comprovante de castração. Para adoção de gatos, o imóvel deve ser 100% telado e sem rotas de fuga.

“Estamos muito felizes em promover uma ação que vai muito além de um simples evento. Trata-se de uma oportunidade real de transformar vidas, tanto dos animais que aguardam por um lar quanto das famílias que terão a chance de acolhê-los com amor. Acreditamos que iniciativas como essa sensibilizam o público, fortalecem os laços com a comunidade e reforçam o nosso compromisso com causas sociais que geram impacto positivo “, destaca Renan Rodrigues, gerente de Marketing do Mais Shopping.

Localizado em Santo Amaro, ao lado da estação Largo Treze do metrô e com fácil acesso ao transporte público da região, o Mais Shopping oferece praticidade e comodidade para quem deseja participar da ação. A proximidade com a estação facilita a chegada das famílias interessadas em adotar, ampliando o alcance do evento e reforçando o compromisso do empreendimento em promover iniciativas acessíveis à comunidade.

As famílias aprovadas contribuem com uma taxa de adoção de R$200.00, valor destinado a auxiliar o projeto com despesas veterinárias, alimentação, resgates e cuidados contínuos, possibilitando que mais animais sejam assistidos e encaminhados para lares responsáveis.

Serviço – Adoção de Pet

Data: 7 de março
Horário: 11h às 16h
Endereço: Mais Shopping, Alameda Barão do Rio Branco – Entrada pela rua Barão do Rio Branco, 295

Sobre o Mais Shopping
O Mais Shopping localiza-se no maior polo comercial da cidade de São Paulo, com um fluxo de 1,2 milhões de pessoas por mês na região e está interligado ao metrô Largo Treze, ao terminal de ônibus Santo Amaro e próximo à estação Santo Amaro da linha 9-Esmeralda da CPTM.

Com cerca de 200 operações dos mais diversos segmentos, como Puma, C&A, Poupatempo, Americanas Express, Carrefour Express, O Boticário, Natura, Lupo, Smart Fit, Adidas, Kallan, Artwalk, entre outras, além de uma praça de alimentação com 23 marcas, entre elas KFC, Pizza Hut, Burger King, McDonald’s, Divino Fogão. O shopping ainda conta com o restaurante Mania de Churrasco e Mega Cacau Show que ficam no Piso térreo. Sendo uma excelente opção de compras mora quem mora e trabalha na região.

O Mais Shopping e a Cinépolis, maior rede de cinemas da América Latina, oferecem aos clientes mais de 1,1 mil lugares em oito salas de cinema de última geração no formato stadium.

Fonte: Hatsur Comunicação

Quando o pet vira alvo: um sinal silencioso de violência contra a mulher

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Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, artigo da psicóloga Juliana Sato alerta para um padrão pouco discutido nas relações abusivas: o uso do animal de estimação como instrumento de controle, coerção e intimidação dentro de casa.

No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a discussão sobre violência doméstica costuma ganhar espaço. Porém, nem sempre todos os seus sinais são reconhecidos. Entre eles, há um aspecto ainda pouco debatido: quando o animal de estimação se torna alvo de tensão, crítica ou ameaça dentro da relação. O que pode parecer, à primeira vista, um simples conflito de convivência, em alguns contextos revela padrões de controle, desqualificação e coerção que atingem a mulher por meio de um vínculo afetivo que ela não deseja (ou não consegue) romper.

Preferência por animais de estimação não define caráter nem funciona, por si só, como marcador de personalidade. Há motivos legítimos para manter distância de pets, como alergias, fobias, experiências negativas anteriores, valores familiares ou limites pessoais. O que realmente merece atenção é a forma como essa preferência aparece na convivência, sobretudo quando há uma relação afetiva em que o animal já ocupa um lugar importante, porque é nesse ponto que se torna possível observar se existe respeito pelo que é valioso para o outro e se há disposição para construir uma vida em comum sem transformar diferenças em disputa.

No cotidiano doméstico, o pet costuma ocupar um espaço que mistura rotina e vínculo; para muita gente, não se trata de um detalhe da casa, mas de uma presença que atravessa a história pessoal e participa da organização emocional da vida. Quando o parceiro não tem afinidade com animais, isso pode ser administrado com maturidade, desde que a convivência se estabeleça com acordos claros e reconhecimento mútuo do que cada um considera essencial. A tensão começa quando a presença do animal passa a alterar o clima do lar, e o vínculo, em vez de ser respeitado como parte da vida de quem o trouxe, passa a ser tratado como exagero ou inconveniência, criando um cenário em que o responsável pelo pet se vê, aos poucos, cedendo mais do que gostaria para evitar conflito.

É nesse momento que o assunto deixa de ser gosto pessoal e passa a revelar padrões relacionais. Quando o pet vira palco de conflito, o que aparece com frequência é a dificuldade de sustentar o lugar do outro dentro da relação, como se a convivência só fosse “permitida” quando o parceiro passa a editar a própria rotina para não desagradar quem precisa comandar o ambiente. A situação se torna mais delicada quando surgem desqualificações, tentativas de impor regras não combinadas ou atitudes que transformam cuidado em motivo de crítica, porque isso já não diz respeito ao animal, mas à forma como aquela relação lida com limites e autonomia.

Esse ponto ganha outra dimensão quando entram em cena comportamentos de coerção. Em contextos de violência doméstica, ameaças ou agressões contra animais podem ser usadas como forma indireta de controle, atingindo a pessoa por meio de um vínculo que ela não quer, ou não consegue, abandonar. A literatura que discute a chamada Teoria do Elo observa que maus-tratos contra animais podem funcionar como sinal de alerta para outras violências dentro de casa, inclusive contra mulheres, o que exige atenção quando o animal é intimidado, negligenciado ou ferido, já que nessas situações o problema deixa de ser apenas doméstico e passa a envolver risco.

Não gostar de animais pode ser apenas preferência; o alerta aparece quando isso vem junto de desprezo pelo seu vínculo e pressão para você ceder, porque esse padrão raramente fica restrito ao pet e tende a invadir outras áreas da vida, justamente aquelas em que você precisaria ser tratada com consideração. Quando o vínculo com o pet vira alvo, o que está em jogo não é o animal em si, mas a forma como aquela relação decide quem pode existir com autonomia e quem precisa se adaptar para manter a paz.

Em casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos, a denúncia pode ser feita pelo Disque 181, pela Polícia Militar no 190 em situações de flagrante, diretamente em uma Delegacia de Polícia ou por meio das delegacias eletrônicas estaduais, além dos canais do Ministério Público e dos serviços municipais de proteção animal ou zoonoses.

Sobre Juliana Sato – Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Desde 2024, faz parte da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Para ajudar pessoas que buscam equilíbrio emocional e crescimento pessoal, criou o canal VibeZenCast, no qual compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Juliana também é uma das organizadoras do recém-lançado livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, pela Editora Lucto, onde aborda a complexidade do assunto e debate a saúde mental no universo pet. Saiba mais acessando o site julianasatopsicologa.com.br ou o perfil no Instagram @jusatopsicologa.

Fonte: LILÁS COMUNICAÇÃO

Residenciais pet friendly: o direito de envelhecer sem deixar o pet para trás

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O crescimento da população acima dos 80 anos força uma revisão silenciosa do modelo tradicional de cuidado

O Brasil envelhece em ritmo acelerado. Segundo o IBGE, a população com 80 anos ou mais é a faixa que mais cresce proporcionalmente no país e deve praticamente triplicar nas próximas décadas. O avanço da chamada quarta idade não impõe apenas desafios ao sistema de saúde e às famílias. Ele coloca em xeque o próprio modelo de institucionalização que historicamente estruturou o cuidado prolongado no Brasil.

As Instituições de Longa Permanência para Idosos foram pensadas, durante décadas, sob a lógica da organização e da segurança. O foco era reduzir riscos, padronizar rotinas e garantir assistência técnica. Nesse formato, a adaptação era quase sempre unilateral: o idoso precisava se ajustar à estrutura. Hoje, porém, a geração que envelhece traz outra expectativa. Não se trata apenas de receber cuidados, mas de preservar vínculos, identidade e continuidade de vida.

É nesse contexto que os residenciais pet friendly ganham relevância. Permitir que o idoso leve seu animal de estimação para a instituição não é apenas uma concessão afetiva. É uma resposta a uma mudança cultural. Para muitos, o pet integra a própria história. Ele organiza o dia, representa companhia estável e funciona como referência emocional em uma fase marcada por perdas e reorganizações profundas.

A separação forçada no momento da mudança para um residencial pode intensificar a sensação de ruptura justamente quando estabilidade e previsibilidade se tornam essenciais. O debate, portanto, vai além da presença do animal. Ele revela uma tensão estrutural: como oferecer suporte técnico sem promover apagamento simbólico.

Ambientes coletivos exigem regras claras, protocolos sanitários e critérios de convivência. A permanência de pets demanda gestão responsável, avaliação das condições do animal e equilíbrio entre segurança coletiva e individualidade. Ainda assim, a discussão sobre residenciais pet friendly indica que o modelo tradicional, centrado exclusivamente na padronização, começa a ser tensionado por uma geração que não aceita envelhecer abrindo mão de tudo que compõe sua vida.

No Residencial Club Leger, em São Paulo, a política de permanência de pets foi incorporada como parte dessa revisão do conceito de moradia assistida. A CEO da instituição, Dra. Nívea Bordin Chacur, afirma que a questão precisa ser compreendida dentro de uma lógica mais ampla de cuidado. “A institucionalização não pode significar ruptura automática com tudo que faz parte da identidade do idoso. O desafio é estruturar o cuidado com responsabilidade técnica e, ao mesmo tempo, preservar vínculos que são centrais para aquela pessoa.”

Ela ressalta que o modelo exige governança clara. “Há protocolos, regras de convivência e critérios sanitários. Não se trata de flexibilização indiscriminada, mas de adaptação consciente a uma realidade demográfica que mudou.”

O crescimento da população acima dos 80 anos torna essa discussão inevitável. À medida que a longevidade avança, o país será obrigado a repensar não apenas a capacidade física das instituições, mas o significado do cuidado de longa permanência. Se no passado institucionalizar significava adaptar o indivíduo à estrutura, a tendência aponta para um movimento inverso: ajustar a estrutura à complexidade da vida que ali chega.

Os residenciais pet friendly não representam o centro dessa transformação, mas um de seus sinais mais visíveis. Indicam que envelhecer deixou de ser entendido como retração automática e passou a envolver negociação entre segurança, autonomia e continuidade. Quando envelhecer não significa deixar o pet para trás, o que está sendo preservado não é apenas a companhia de um animal, mas a própria narrativa de vida.

Informações complementares

Residencial Club Leger, ILPI localizada em São Paulo, próxima ao Parque Estadual do Jaraguá.
Instagram: https://www.instagram.com/residencialleger/
Site: https://residencialclubleger.com.br/

Dra. Nívea Bordin Chacur, CEO da instituição, CRM-SP 206579.

Fonte: Cacau Oliver

Tríplice, quádrupla ou quíntupla? Guia da MSD Saúde Animal explica as diferenças entre as vacinas múltiplas para felinos e reforça que o estilo de vida deve guiar a escolha do protocolo vacinal

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A crescente verticalização das cidades e o aumento de lares com felinos trazem um desafio para os tutores: a prevenção de doenças infecciosas. No Brasil, o cenário é de alerta. De acordo com levantamentos nacionais e dados consolidados pela Academia Brasileira de Clínicos de Felinos (ABFEL), a prevalência da leucemia viral felina

pode atingir até 30% dos animais em grupos de risco, representando uma das principais causas de óbito de felinos por doenças infecciosas no país.

Diante desse panorama, ao levar um gato para a primeira consulta, muitos responsáveis se deparam com nomes que podem parecer confusos: tríplice, quádrupla ou quíntupla. Embora todas essas vacinas tenham o objetivo de proteger o gato, a escolha entre elas não deve ser aleatória, mas sim baseada em evidências científicas e análise do risco de exposição.

Para ajudar a entender as particularidades de cada vacina, a especialista Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal detalha as diferenças:

Tríplice Felina

Protege contra a Rinotraqueíte (infecção do trato respiratório dos gatos, com aparecimento de espirros, tosse e secreção nasal/ocular), Calicivirose (afeta principalmente as vias respiratórias e a boca dos gatos, estando associada a espirros, secreção nasal e úlceras orais) e a Panleucopenia (afeta principalmente o trato gastrointestinal dos gatos, havendo diarreia intensa e vômitos).

Quádrupla Felina

Além dos componentes da tríplice, inclui a proteção contra a Clamidiose, uma doença que afeta os olhos dos gatos, causando conjuntivite e secreção ocular.

Quíntupla Felina

Além dos componentes da quádrupla, a vacina protege contra o FeLV (vírus da leucemia felina). Essa doença é altamente contagiosa e não possui cura. Em alguns casos, a infecção pode ser silenciosa, mas quando as manifestações clínicas aparecem, como infecções devido ao comprometimento do sistema imunológico, anemias e tumores, a expectativa de vida é baixa.

Segundo as diretrizes globais da WSAVA (World Small Animal Veterinary Association), a vacinação deve ser dividida em: antígenos “Core” (essenciais para todos os gatos) – Herpesvírus, Calicivírus, Vírus da Panleucopenia, Vírus da Leucemia Felina e a Raiva e Antígenos “Non-core” (recomendados com base na exposição individual) – Chlamydia felis.

A vacinação contra a leucemia viral felina deve ser realizada em todos os filhotes até 1 ano de idade e todos os adultos considerados de risco, como aqueles que têm acesso à rua, que convivem com gatos que tenham acesso à rua ou que frequentem creches e hotéis para pets e ambientes onde existam 2 ou mais gatos.

“No Brasil, onde a pressão de infecção é alta, o protocolo personalizado não é um luxo, mas uma necessidade, tornando-se um pilar fundamental para garantir bem-estar, reduzir riscos ao longo da vida e favorecer um vida mais longa e saudável. Uma dúvida bastante comum é sobre a necessidade da administração da quíntupla. Alguns responsáveis acreditam que por seus gatos viverem em um apartamento são isentos do risco, mas conforme o consenso, filhotes até um ano e adultos de risco devem ser vacinados contra o FeLV”, ressalta Kathia Soares. Vale destacar que, o animal deve ter um teste negativo para o FeLV antes de iniciar este protocolo específico.

A MSD Saúde Animal, por meio da linha Nobivac®, oferece soluções de alta tecnologia que conferem proteção duradoura com segurança. A linha Nobivac® Feline, conta com a Nobivac Feline 1-HCP (proteção contra rinotraqueíte, calicivirose e panleucopenia), a Nobivac Feline 1-HCPCh (proteção contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e clamidiose) e a Nobivac Feline 1-HCPCh+FeLV (proteção contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia, clamidiose e leucemia viral felina) permitindo que o médico-veterinário monte um esquema sob medida. Inclusive a Nobivac Feline 1-HCPCh+FeLV é a única vacina do mercado que combina a proteção de 2 anos contra o FeLV e 1 ano contra mais quatro doenças que afetam a saúde dos gatos. Além das vacinas múltiplas, o protocolo deve ser sempre finalizado com a vacina antirrábica, obrigatória por lei e fundamental para o conceito de Saúde Única.

“Não existe uma vacina ‘melhor’, existe a estratégia correta para o momento de vida do pet. O estilo de vida do gato pode mudar, e o protocolo vacinal deve ser revisado para acompanhar essa evolução e garantir uma vida longa e saudável”, conclui a especialista.

Sobre a MSD Saúde Animal  

A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., Rahway, N.J., EUA, é uma unidade de negócios global de saúde animal comprometida com a Ciência para Animais mais Saudáveis. Por mais de 130 anos, temos sido pioneiros em ciência inovadora. Somos movidos pela inovação contínua para desenvolver medicamentos, vacinas e tecnologias revolucionárias. Com a experiência direta na fazenda e na clínica, atuamos lado a lado com nossos clientes em cada etapa do caminho. O foco é capacitar aqueles que cuidam dos animais, ajudando-os a gerenciar sua responsabilidade vital com confiança. Porque ninguém entende a saúde animal como nós.”  Para obter mais informações, visite nosso site  e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

Urgência ou emergência? Entenda a diferença que salva vidas no Hospital Veterinário

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Créditos: pinterest

Muitos tutores que buscam o Hospital Veterinário Municipal de Curitiba (HVMC) têm uma dúvida comum: por que alguns animais são atendidos antes, mesmo chegando depois? A resposta está na organização do fluxo de trabalho, que foca exclusivamente em salvar vidas. O hospital não funciona por ordem de chegada, mas sim por um sistema de classificação de risco.

Assim que o animal chega à unidade, ele passa por uma avaliação rápida feita por um médico veterinário. É importante destacar que essa etapa não é uma consulta completa nem um diagnóstico. O objetivo é identificar qual paciente corre maior risco de morte naquele momento.

Durante esse processo, o profissional avalia a consciência, respiração, circulação e a presença de dor intensa. Também são verificados sangramentos e a capacidade de locomoção. Em poucos minutos, a equipe define a prioridade do atendimento. Esse sistema é essencial para organizar o fluxo e combater situações de sofrimento extremo ou maus-tratos clínicos por demora no socorro.

A confusão entre esses dois termos é frequente, mas a diferença técnica determina a rapidez do atendimento:

Emergência: existe risco imediato de morte. O atendimento é imediato. Exemplos incluem atropelamentos graves, convulsões ativas, dificuldade respiratória importante, torção gástrica ou parada cardiorrespiratória.

Urgência: o animal está doente e precisa de socorro rápido, mas não corre risco de vida instantâneo. Casos como vômitos persistentes, febre, dor abdominal ou ferimentos sem hemorragia se enquadram aqui.

Rafael Binder, diretor clínico do Hospital Veterinário Municipal de Curitiba, reforça a importância da compreensão da população sobre esse fluxo. “Saber sobre o fluxo ajuda a equipe e os pacientes a terem um ambiente fluido. O nosso foco é salvar vidas. A classificação de risco garante que nenhum animal em estado crítico perca a chance de sobreviver por estar parado em uma fila de espera. Do início do ano até agora, realizamos mais de 1,9 mil atendimentos de emergência, o que mostra a alta demanda de casos complexos que recebemos diariamente”.

O Hospital Municipal, viabilizado pelo esforço do deputado federal Delegado Matheus Laiola, é um pilar no combate ao abandono e na assistência a animais que não teriam outra chance de tratamento. Respeitar a classificação de risco é um ato de respeito a todos os animais que lutam pela vida.

Para facilitar o acesso a cuidados veterinários preventivos e de rotina, o hospital disponibiliza consultas eletivas. Para agendar, é necessário que o responsável resida em Curitiba e atenda a alguns critérios específicos, que visam direcionar o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social e aos moradores da cidade.

Como agendar: as consultas são agendadas através da aba “Eventos” no site da Proteção Animal de Curitiba: protecaoanimal.curitiba.pr.gov.br. No dia da consulta, lembre-se de levar também seus documentos pessoais e o comprovante de endereço atualizado.

Comprovante de residência: um documento emitido nos últimos 90 dias, em nome do responsável do animal, que comprove residência em Curitiba.

Cadastro no Armazém da Família: o cadastro do responsável deve ter mais de 6 meses de existência.

Cadastro ativo na Rede de Proteção Animal de Curitiba: é fundamental que o cadastro esteja regularizado.

O Hospital Veterinário Municipal de Curitiba fica na Rua César Misael Chaves, 147 – bairro Taboão.

Atacado pet 100% digital elimina pedido mínimo e fortalece varejo que movimenta mais de R$ 30 bilhões

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Créditos: Divulgação

Operação 100% digital aposta em reposição sob demanda, curadoria de alto giro e mais de 1.200 SKUs ativos

São Paulo, março de 2026 – Em um setor que faturou R$ 68,6 bilhões em seu último grande ciclo de medição, segundo o Instituto Pet Brasil, pequenos e médios pet shops ainda enfrentam um desafio estrutural: a exigência de compras em grandes volumes para atingir pedidos mínimos impostos por fornecedores. Para enfrentar esse desafio, a UNAPET, atacado pet 100% digital, inicia 2026 acelerando sua operação com um modelo voltado à reposição sob demanda, permitindo que lojistas comprem apenas o necessário, com preços de atacado e sem exigência de volume mínimo.

Criada para atender o pequeno varejo pet, a UNAPET atua com curadoria de produtos de alto giro e marcas premium com elevada aceitação no ponto de venda. A operação já atende mais de 100 lojistas, conta com um catálogo de mais de 1.200 SKUs ativos e registra ticket médio de R$ 1.620 por reposição, com atuação consolidada na região Sudeste.

O movimento surge em resposta a um gargalo crítico do mercado. Dados do Instituto Pet Brasil indicam que o varejo pet brasileiro é altamente pulverizado, com pet shops de pequeno e médio porte respondendo por uma parcela próxima da metade do faturamento do setor. Considerando o volume total movimentado pelo mercado, esse contingente representa algo em torno de R$ 35 bilhões a R$ 38 bilhões em receita, de acordo com estimativas setoriais baseadas nos dados oficiais do Instituto Pet Brasil. Nesse contexto, muitos lojistas operam com margens pressionadas pela ineficiência logística e pelo capital imobilizado em produtos de baixo giro, adquiridos apenas para cumprir metas de fornecedores.

Segundo Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet e porta-voz da UNAPET, a raiz do problema está no modelo tradicional de distribuição. “Muitos proprietários enfrentam o desafio do ‘dinheiro parado’ em estoque, com capital imobilizado em produtos de baixo giro adquiridos apenas para cumprir metas de grandes fornecedores. Nossa proposta é dar autonomia para compras alinhadas à demanda real do dia a dia”, afirma.

Além da operação comercial, a UNAPET é parceira oficial do Fórmula Pet Shop, maior plataforma de treinamento e consultoria do setor. A integração conecta inteligência de mercado à operação prática das lojas, permitindo que decisões de compra sejam orientadas por dados de consumo e comportamento do cliente final, reduzindo rupturas e ampliando a diversidade de produtos disponíveis no ponto de venda.

Entre os resultados percebidos pelos clientes estão a redução do estoque parado, melhora no fluxo de caixa e maior agilidade na reposição. O ambiente digital da UNAPET também simplifica o processo de compra ao concentrar produtos de diversos fornecedores em um único checkout, com condições comerciais e formas de pagamento facilitadas.

Após encerrar 2025 com crescimento de 73%, a empresa projeta um avanço ainda mais expressivo em 2026, com meta de crescimento de 120%, ampliação da base de clientes e abertura de novos polos logísticos. “O pequeno varejo é a espinha dorsal do setor pet no Brasil. Quando ele ganha eficiência financeira e operacional, todo o ecossistema se fortalece”, conclui Oliveira.

Sobre a UNAPET

A UNAPET é um atacado pet 100% digital voltado a fortalecer pequenos e médios varejistas, oferecendo reposição sem pedido mínimo, preços de atacado e um portfólio curado de produtos de alto giro e marcas premium. Em uma única plataforma, reúne compras de múltiplos fornecedores, simplificando processos e pagamentos. Atualmente atende mais de 100 lojistas, com 1.200 SKUs ativos, atua no Sudeste e planeja expansão logística a partir de 2026. Site: https://unapet.mercos.com/

Sobre a Bable Pet

A Bable Pet é uma rede de franquias de pet shops que une produtos, serviços veterinários e serviços estéticos em um só lugar, com o propósito de ser “o único lugar que seu cão precisa”. Fundada em 2020, a marca já conta com 11 unidades em operação, incluindo uma em Portugal e outra no Chile. Com seu modelo inovador de banho e tosa sem necessidade de agendamento, a Bable Pet se consolidou como uma das redes mais modernas e convenientes do mercado pet. Site: https://bablepet.com.br/

Sobre a Fórmula Pet Shop

A Fórmula Pet Shop é uma empresa brasileira focada em consultoria e capacitação para empreendedores do setor pet. Desde 2018, atua com mentorias, treinamentos, consultorias e materiais gratuitos, apoiando a abertura e gestão de pet shops. Com mais de 8700 alunos e 74 lojas inauguradas, tornou-se uma referência no mercado pet nacional. Site: Operação 100% digital aposta em reposição sob demanda, curadoria de alto giro e mais de 1.200 SKUs ativos

São Paulo, março de 2026 – Em um setor que faturou R$ 68,6 bilhões em seu último grande ciclo de medição, segundo o Instituto Pet Brasil, pequenos e médios pet shops ainda enfrentam um desafio estrutural: a exigência de compras em grandes volumes para atingir pedidos mínimos impostos por fornecedores. Para enfrentar esse desafio, a UNAPET, atacado pet 100% digital, inicia 2026 acelerando sua operação com um modelo voltado à reposição sob demanda, permitindo que lojistas comprem apenas o necessário, com preços de atacado e sem exigência de volume mínimo.

Criada para atender o pequeno varejo pet, a UNAPET atua com curadoria de produtos de alto giro e marcas premium com elevada aceitação no ponto de venda. A operação já atende mais de 100 lojistas, conta com um catálogo de mais de 1.200 SKUs ativos e registra ticket médio de R$ 1.620 por reposição, com atuação consolidada na região Sudeste.

O movimento surge em resposta a um gargalo crítico do mercado. Dados do Instituto Pet Brasil indicam que o varejo pet brasileiro é altamente pulverizado, com pet shops de pequeno e médio porte respondendo por uma parcela próxima da metade do faturamento do setor. Considerando o volume total movimentado pelo mercado, esse contingente representa algo em torno de R$ 35 bilhões a R$ 38 bilhões em receita, de acordo com estimativas setoriais baseadas nos dados oficiais do Instituto Pet Brasil. Nesse contexto, muitos lojistas operam com margens pressionadas pela ineficiência logística e pelo capital imobilizado em produtos de baixo giro, adquiridos apenas para cumprir metas de fornecedores.

Segundo Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet e porta-voz da UNAPET, a raiz do problema está no modelo tradicional de distribuição. “Muitos proprietários enfrentam o desafio do ‘dinheiro parado’ em estoque, com capital imobilizado em produtos de baixo giro adquiridos apenas para cumprir metas de grandes fornecedores. Nossa proposta é dar autonomia para compras alinhadas à demanda real do dia a dia”, afirma.

Além da operação comercial, a UNAPET é parceira oficial do Fórmula Pet Shop, maior plataforma de treinamento e consultoria do setor. A integração conecta inteligência de mercado à operação prática das lojas, permitindo que decisões de compra sejam orientadas por dados de consumo e comportamento do cliente final, reduzindo rupturas e ampliando a diversidade de produtos disponíveis no ponto de venda.

Entre os resultados percebidos pelos clientes estão a redução do estoque parado, melhora no fluxo de caixa e maior agilidade na reposição. O ambiente digital da UNAPET também simplifica o processo de compra ao concentrar produtos de diversos fornecedores em um único checkout, com condições comerciais e formas de pagamento facilitadas.

Após encerrar 2025 com crescimento de 73%, a empresa projeta um avanço ainda mais expressivo em 2026, com meta de crescimento de 120%, ampliação da base de clientes e abertura de novos polos logísticos. “O pequeno varejo é a espinha dorsal do setor pet no Brasil. Quando ele ganha eficiência financeira e operacional, todo o ecossistema se fortalece”, conclui Oliveira.

Sobre a UNAPET

A UNAPET é um atacado pet 100% digital voltado a fortalecer pequenos e médios varejistas, oferecendo reposição sem pedido mínimo, preços de atacado e um portfólio curado de produtos de alto giro e marcas premium. Em uma única plataforma, reúne compras de múltiplos fornecedores, simplificando processos e pagamentos. Atualmente atende mais de 100 lojistas, com 1.200 SKUs ativos, atua no Sudeste e planeja expansão logística a partir de 2026. Site: https://unapet.mercos.com/

Sobre a Bable Pet

A Bable Pet é uma rede de franquias de pet shops que une produtos, serviços veterinários e serviços estéticos em um só lugar, com o propósito de ser “o único lugar que seu cão precisa”. Fundada em 2020, a marca já conta com 11 unidades em operação, incluindo uma em Portugal e outra no Chile. Com seu modelo inovador de banho e tosa sem necessidade de agendamento, a Bable Pet se consolidou como uma das redes mais modernas e convenientes do mercado pet. Site: https://bablepet.com.br/

Sobre a Fórmula Pet Shop

A Fórmula Pet Shop é uma empresa brasileira focada em consultoria e capacitação para empreendedores do setor pet. Desde 2018, atua com mentorias, treinamentos, consultorias e materiais gratuitos, apoiando a abertura e gestão de pet shops. Com mais de 8700 alunos e 74 lojas inauguradas, tornou-se uma referência no mercado pet nacional. Site: https://formulapetshop.com.br/

Fonte: Mention

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