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Liderança feminina na adoção de pets se consolida, mas desafios da nova rotina se intensificam

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Pesquisa de GoldeN mostra que mulheres continuam na vanguarda da causa animal ao adotar e resgatar mais pets que homens, mas apontam um aumento nas dificuldades de adaptação do pet e nos gastos com saúde em relação a 2025

Se um cão ou gato ganhou uma segunda chance no Brasil, a probabilidade de ter sido pelas mãos de uma mulher é mais alta. Uma nova pesquisa de GoldeN, realizada em parceria com o Opinion Box, confirma a liderança absoluta das mulheres na causa animal no Brasil e revela uma nova camada de complexidade: os desafios pós-adoção estão se intensificando ano a ano. O estudo mostra que, enquanto o protagonismo feminino se consolida, as dificuldades práticas e financeiras da posse responsável se tornam mais presentes na experiência de quem adota: com 68% delas já tendo adotado um pet, contra 55% dos homens.

A pesquisa reafirma que as mulheres são a principal força na adoção e estão na linha de frente do resgate de animais de rua. Mas essa liderança vem acompanhada de uma carga de preocupações distinta. Enquanto a principal barreira para a posse de um animal na visão dos homens é o impacto no orçamento familiar — “problemas financeiros” (51%) —, para as mulheres, o maior desafio é a adaptação e o bem-estar do pet, com os “problemas de comportamento” (48%) aparecendo no topo de suas inquietações. A análise sugere que, enquanto eles se preocupam com a planilha, elas se ocupam da integração afetiva do novo membro à família.

No entanto, a análise comparativa com o ano anterior acende um alerta. Os dados de 2026 mostram que, para as mulheres, o receio com a dificuldade de adaptação do animal cresceu 5 pontos percentuais em relação a 2025. E, ainda que o fator financeiro não seja a principal barreira para elas — como é para os homens —, a preocupação com gastos inesperados aumentou: os custos não planejados com a saúde do pet foram um desafio 7% maior este ano, indicando o peso crescente da responsabilidade.

A sensibilidade feminina também se manifesta na luta contra o estigma: 65% das mulheres reconhecem a existência de preconceito contra animais sem raça definida (SRD), os populares “vira-latas”, em comparação com 55% dos homens. Mas mais do que apontar o problema, elas focam na solução. Para 62% das mulheres, o caminho mais eficaz para combater o abandono é investir em campanhas de educação sobre posse responsável. Em contrapartida, os homens seriam mais influenciados por incentivos financeiros (60%).

“Os dados confirmam uma percepção que vemos no dia a dia: a mulher como a principal gestora do lar e do cuidado, o que se estende aos animais”, afirma Felipe Mascarenhas, Head de Marketing de GoldeN. “Ela não apenas toma a decisão de trazer o pet para casa, como também assume a responsabilidade emocional por sua felicidade e adaptação. Elas enxergam além da raça, focando na educação como chave para um futuro sem abandono”.

A pesquisa revela, portanto, um cenário de profunda conexão, mas também de responsabilidade. A mulher brasileira, que já gerencia múltiplas jornadas, abraça a causa animal com uma empatia singular, buscando informação e conhecimento para ser uma tutora melhor. Em troca, ela pede um ecossistema de mais suporte, orientação e, acima de tudo, mais consciência.

Exposição dá rosto aos números da pesquisa

Os dados gerais do estudo mostram que, no Brasil, o ato de adotar um animal de estimação é movido predominantemente pelo afeto e por redes de contatos pessoais. 80% dos pets adotados no país foram resgatados diretamente das ruas (34%) ou repassados por amigos e conhecidos (46%), enquanto abrigos e ONGs respondem por apenas 9% das adoções cada. E é por conta desse movimento de afeto que GoldeN, marca líder em alimentos premium especial para cães e gatos, se juntou ao Museu da Pessoa para materializar esses laços e incentivar tutores a contarem suas histórias de vida com os seus pets, mostrando como uma vida pode se transformar com a chegada de um novo cão ou gato. A exposição virtual “A Vida que Compartilhamos” (https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/), com acesso gratuito, reúne histórias reais e emocionantes de famílias multiespécies, cada vez mais comuns no cotidiano do país.

Para ajudar ainda mais nessa exposição, no site de GoldeN (https://premierpet.com.br/adote) também foi disponibilizado um portal com informações de ONGs parceiras em todo o Brasil, facilitando o contato entre futuros tutores e animais que aguardam um lar.

Sobre a PremieRpet®

Desde 1995 a PremieRpet® existe para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível. Uma empresa orgulhosamente brasileira, especialista em alimentos naturais de alta qualidade para cães e gatos, é detentora das marcas PremieR, GoldeN e Vitta Natural. Com uma trajetória pautada pela inovação constante e direcionada pelo consumo consciente em todos os níveis de atividade, a PremieRpet® prioriza a alta qualidade dos insumos e o bem-estar animal. É destaque no segmento super premium por oferecer a melhor nutrição para cães e gatos em todas as fases da vida. O portfólio da marca inclui alimentos secos, úmidos e cookies, com mais de 300 itens comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias. Mais informações no site www.premierpet.com.br e pelo PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).

Fonte: Current Global

Queda de pelos nos pets: quando é natural e quando merece atenção?

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Entender o que é normal sobre a pelagem de cães e gatos ajuda o tutor a identificar sinais que podem indicar desequilíbrios nutricionais ou problemas dermatológicos

A presença de pelos pela casa costuma fazer parte da rotina de quem convive com cães e gatos. Sofás, roupas e até o chão acabam recebendo um pouco dessa “assinatura” dos pets. Em muitos casos, isso está relacionado à troca natural de pelagem, um processo fisiológico importante para a renovação dos fios. No entanto, quando a queda se torna excessiva ou vem acompanhada de alterações na pele ou na aparência da pelagem, pode ser um sinal de que algo não está em equilíbrio no organismo.

Assim como acontece com os cabelos humanos, os pelos dos animais passam por um ciclo natural de crescimento conhecido como ciclo do pelo que envolve três fases principais: a anágena, quando o fio está em crescimento, a catágena, fase de transição, e a telógena, período em que o pelo entra em repouso até se desprender para dar lugar a um novo fio. Esse processo ocorre continuamente e garante a renovação da pelagem ao longo da vida.

A intensidade dessa troca pode variar de acordo com fatores como raça, idade, ambiente e período do ano. “Em determinadas épocas, especialmente no outono e na primavera, é comum que cães e gatos apresentem uma queda de pelos mais intensa. Isso acontece porque o organismo está ajustando a pelagem para as mudanças de temperatura”, explica Lucas Piza, médico-veterinário e gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Por se tratar de um processo natural, essa troca tende a ocorrer de forma equilibrada. Os fios continuam sendo substituídos gradualmente e a pelagem mantém aspecto saudável, com brilho e densidade adequados. O alerta costuma surgir quando a queda passa a ser muito intensa, persistente ou acompanhada de sinais como falhas na pelagem, descamação da pele, coceira ou áreas de irritação.

Nesses casos, diferentes fatores podem estar envolvidos. Alterações nutricionais, por exemplo, podem interferir diretamente na qualidade dos fios. A pele e a pelagem são estruturas altamente dependentes de nutrientes específicos para manter sua integridade, já que os pelos são formados principalmente por proteínas e aminoácidos.

Entre os nutrientes que beneficiam esse processo estão aminoácidos como a cistina, além de vitaminas do complexo B, como pantotenato de cálcio (vitamina B5) e tiamina (vitamina B1), que participam do metabolismo celular e do crescimento dos fios. Compostos derivados de leveduras também podem fornecer nutrientes e contribuir para o suporte nutricional da pele e da pelagem, ajudando a manter o ciclo saudável de renovação dos pelos.

“Quando existe deficiência ou desequilíbrio desses nutrientes, o organismo pode ter dificuldade para manter o crescimento e a qualidade da pelagem, o que pode se refletir em queda excessiva ou fios mais frágeis”, explica Lucas.

Além dos fatores nutricionais, a queda de pelos também pode estar associada a problemas dermatológicos, presença de parasitas, alergias, alterações hormonais ou até situações de estresse. Por isso, observar o contexto em que a queda ocorre é essencial para identificar quando ela foge do padrão esperado.

Outro sinal importante é a aparência geral da pelagem. Pelos opacos, quebradiços ou áreas com falhas visíveis podem indicar que o organismo não está recebendo o suporte necessário para manter o crescimento saudável dos fios.

Quando esses sinais aparecem, a orientação veterinária é fundamental para investigar a causa e definir a melhor abordagem. “A queda de pelos pode ter diversas origens. O médico-veterinário vai avaliar fatores nutricionais, condições dermatológicas e o histórico do animal para entender o que está acontecendo e indicar o cuidado mais adequado”, destaca o especialista.

Na rotina, alguns cuidados simples ajudam a manter a pelagem saudável, como escovação regular, alimentação equilibrada, controle de parasitas e acompanhamento veterinário periódico. Em situações específicas, o suporte nutricional pode ser indicado para auxiliar na manutenção da saúde da pele e no crescimento adequado dos fios.

Mais do que uma questão estética, a pelagem funciona como um importante indicador da saúde do animal. Quando brilhante, uniforme e resistente, ela costuma refletir um organismo em equilíbrio. Por isso, prestar atenção à forma como os pelos caem e se renovam é uma maneira simples, mas valiosa, de acompanhar o bem-estar de cães e gatos no dia a dia.

Sobre a Avert Saúde Animal

A Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Alimentação inadequada aumenta casos de problemas de saúde nos pets

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Hábitos aparentemente inofensivos podem causar desde problemas digestivos até doenças mais graves em cães e gatos

O aumento de casos de sobrepeso e distúrbios digestivos em cães e gatos tem chamado a atenção de especialistas e reforçado a importância de uma alimentação adequada para a manutenção da saúde dos pets. Cada vez mais presentes na rotina das famílias, os animais acabam expostos a hábitos alimentares inadequados, o que pode comprometer o equilíbrio nutricional e favorecer o desenvolvimento de doenças ao longo do tempo.

Segundo a médica-veterinária do Hospital AmarVet’s, Dra. Camila Aguirre, a alimentação incorreta está entre os principais fatores por trás desse cenário. “Observamos um grande número de pacientes em sobrepeso, o que está diretamente relacionado ao descontrole na quantidade de ração oferecida, ao uso excessivo de petiscos e também à prática comum de dividir alimentos da rotina dos tutores com os animais. Esses hábitos, apesar de parecerem
inofensivos, têm impacto direto na saúde e na qualidade de vida dos pets”, explica.

Além do impacto no peso, alimentos comuns na rotina das famílias podem representar riscos importantes à saúde dos animais. Alho e cebola, por exemplo, podem causar anemia; uvas estão associadas à insuficiência renal; e substâncias como cafeína, álcool e adoçantes à base de xilitol também são consideradas tóxicas para cães e gatos.

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A especialista destaca ainda que a oferta de alimentos destinados ao consumo humano pode comprometer o equilíbrio nutricional dos pets, desbalanceando a dieta e favorecendo o surgimento de deficiências nutricionais.

“A dieta humana não foi formulada para atender às necessidades nutricionais de cães e gatos.

Quando esse tipo de alimento é oferecido com frequência, há um desequilíbrio importante na ingestão de nutrientes, o que pode levar desde quadros gastrointestinais, como vômitos e diarreia, até condições mais graves, como ancreatites e sobrecarga hepática, dependendo da quantidade ingerida e da sensibilidade de cada animal”, afirma. Para garantir a saúde dos pets, a base da alimentação deve ser composta por uma dieta equilibrada e adequada às necessidades individuais. Isso pode ser feito por meio de rações comerciais ou dietas naturais, desde que formuladas com acompanhamento profissional.
A
escolha entre ração seca, úmida ou alimentação natural deve considerar fatores como idade do animal, rotina do tutor e presença de doenças, já que a alimentação natural, por exemplo, exige planejamento e preparo.

Os petiscos também podem ser incluídos na rotina alimentar dos pets, desde que utilizados de forma equilibrada e sem comprometer a dieta principal.

“Eles não devem ultrapassar 10% da ingestão calórica diária. O ideal é que o tutor tenha esse controle para não comprometer a dieta principal do animal. Além disso, é importante priorizar petiscos próprios para pets ou opções naturais seguras, evitando qualquer tipo de alimento que não seja indicado para o consumo animal”, orienta a Dra. Camila.

Em casos de ingestão acidental de alimentos inadequados, a recomendação é agir rapidamente e buscar orientação profissional. O tutor deve interromper o acesso ao alimento e informar ao médico-veterinário o que foi ingerido e em qual quantidade. Caso o animal apresente sintomas, o atendimento deve ser imediato.

Fonte: Tudo em Pauta

Por que o mercado pet cresce no mundo e tem Estados Unidos, China e Brasil como protagonistas

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Impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pelo fortalecimento do vínculo entre pessoas e animais, o mercado pet se consolidou como um dos segmentos mais dinâmicos da economia global. Nesse cenário, Estados Unidos, China e Brasil assumem papel de protagonismo, cada um com características próprias que ajudam a explicar o avanço do setor.

Dados recentes da Euromonitor International indicam que o mercado pet global ultrapassou a marca de US$ 200 bilhões em 2024, com expectativa de crescimento contínuo nos próximos anos. Esse avanço é sustentado por fatores estruturais, como o aumento da renda em mercados emergentes, o envelhecimento populacional e, principalmente, a chamada “humanização” dos animais de estimação.

Nos Estados Unidos, maior mercado do mundo em faturamento, o consumo é fortemente orientado por qualidade, saúde e bem-estar animal. Há uma demanda crescente por alimentos naturais, produtos sustentáveis e serviços especializados, refletindo um consumidor mais exigente e disposto a investir mais por pet.

Na China, o crescimento acelerado está diretamente ligado à expansão da classe média urbana e à digitalização do consumo. O país se destaca pela forte integração entre tecnologia e varejo, com soluções que combinam e-commerce, entretenimento e experiência do usuário, um modelo que vem redefinindo o comportamento de compra no setor.

Já o Brasil figura entre os maiores mercados globais em volume, impulsionado por uma das maiores populações de pets do mundo. A forte relação emocional entre tutores e animais também impulsiona o consumo, especialmente em categorias ligadas a cuidado, alimentação e bem-estar.

Para Hugo Galvão de França Filho, diretor da Enjoy Pets, o crescimento do mercado vai além de fatores econômicos. “O pet deixou de ocupar um papel secundário dentro das famílias. Hoje, ele é tratado como membro, e isso impacta diretamente o consumo. Quando existe essa conexão emocional aliada ao aumento de renda e acesso a produtos, o crescimento do setor se torna consistente”, afirma.

Apesar da relevância global, o executivo destaca que o Brasil ainda apresenta espaço significativo para expansão. “Quando comparamos com mercados mais maduros, como o americano, percebemos diferenças importantes, como ticket médio mais baixo e menor penetração de produtos premium. Além disso, questões estruturais, como logística e carga tributária, ainda impactam o desenvolvimento do setor no país”, explica.

O avanço do comércio eletrônico também contribui para a transformação do mercado, mas de formas distintas entre os países. “A China está à frente na integração entre tecnologia e consumo, criando experiências mais completas. Os Estados Unidos se destacam pela eficiência logística, enquanto o Brasil avança rapidamente, especialmente com o crescimento dos marketplaces e da digitalização do varejo”, completa Galvão.

Mais do que uma tendência passageira, o crescimento do mercado pet reflete mudanças profundas no comportamento de consumo e na forma como as pessoas se relacionam com os animais. Países que possuírem mercados que consigam alinhar experiência, inovação e eficiência operacional terão como tendência a liderança na próxima fase de expansão do setor.

Fonte: Dampress Comunicação

Cobasi oferece descontos de até 50% em itens de marcas exclusivas e lança programa por assinatura que garante ainda mais benefícios aos clientes fidelizados

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Iniciativas buscam conquistar novos consumidores e trazer mais vantagens para os clientes da companhia

A Cobasi, pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, lança duas iniciativas voltadas a oferecer mais benefícios aos tutores: o Festival de Marcas Exclusivas e uma evolução no seu Programa de Fidelidade. As novidades reforçam o compromisso da marca com a inovação e com a melhoria de experiência de compra, tonando esta mais atrativa e acessível, além de fortalecer seu posicionamento como referência no varejo pet.

Itens com até 50% de desconto

Como parte das iniciativas, a Cobasi promove, até o dia 19 de abril, o Festival de Marcas Exclusivas, com descontos de até 50% em produtos das marcas exclusivas da companhia: MyHug, Origem, Joy, Flicks e Doco. A ação é válida nas lojas físicas, no site e no aplicativo, e contempla uma ampla variedade de itens, incluindo brinquedos, acessórios para passeio, rações, petiscos e produtos de higiene.

Para ampliar o alcance das ofertas, a companhia estruturou uma estratégia de marketing que integra ações de trade, performance, CRM e redes sociais. A campanha também conta com uma colaboração com o perfil @lollamaria_oficial, que reúne mais de 240 mil seguidores.

“Com o Festival de Marcas Exclusivas, queremos reforçar nosso compromisso de oferecer produtos de qualidade com condições ainda mais atrativas e acessíveis. A iniciativa também destaca a força das nossas marcas e amplia a conexão tanto com novos consumidores quanto com clientes já consolidados”, afirma Caio Bernardo, Diretor de Marketing e Comercial da Cobasi.

Evolução no programa de fidelidade Amigo Cobasi

A partir de abril, a Cobasi também passa a oferecer o Amigo Cobasi Plus, uma evolução no seu programa de fidelidade gratuito Amigo Cobasi. Na versão comum, os clientes acumulam pontos a cada compra e podem trocá-los por descontos e brindes, além de terem acesso a ofertas especiais.

Com a nova modalidade, que se soma ao programa já existente, os clientes passam a contar com benefícios adicionais mediante uma assinatura mensal de R$ 6,99. Entre as vantagens estão: crédito mensal de 850 pontos, 15% de desconto nos serviços de banho e tosa das unidades Pet Anjo e pontuação em dobro em produtos selecionados.

Para comunicar o lançamento, a companhia estruturou uma estratégia de marketing integrada, que inclui ações de performance, CRM, redes sociais e comunicação nos pontos de venda. A iniciativa tem como objetivo ampliar a visibilidade do programa e destacar os diferenciais para o público.

“Estamos dando um passo importante na evolução do nosso relacionamento com os clientes, com uma proposta ainda mais completa. Nosso objetivo é ampliar as experiências dentro do ecossistema Cobasi, fortalecendo a confiança e os laços com quem vê a companhia como parceira no dia a dia”, afirma Bernardo.

Sobre a Cobasi

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026, concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

Fonte: Trama

Claudia Métne prestigia evento solidário da primeira-dama no Theatro Municipal em apoio à causa animal

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Claudia Métne prestigiou um importante evento promovido pela primeira-dama Regina Carnovale Nunes no Theatro Municipal de São Paulo, voltado à ação social em prol dos animais.

A influencer, que apoia a causa como embaixadora, clicou fotos ao lado do prefeito Ricardo Nunes e de Regina, usando um elegante look que chamou atenção pela sofisticação.

Na ocasião, a Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo emocionou os convidados com uma belíssima apresentação, tornando a noite ainda mais especial.
Look @kenyasodreboutique

Fonte: Maria Emilia Genovesi
Jornalista MTB 0093041/SP

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Plano de saúde pet avança no ambiente corporativo e se torna diferencial em benefícios para colaboradores

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A oferta de plano de saúde pet como benefício corporativo ainda está em fase de expansão no Brasil, mas já apresenta crescimento acelerado nos últimos anos. O movimento acompanha mudanças no comportamento dos colaboradores, que passaram a considerar seus animais de estimação como parte da família e, cada vez mais, valorizam benefícios que apoiem esse cuidado.

Segundo a Plamev, empresa especializada no segmento, a procura por esse modelo tem aumentado de forma significativa, especialmente por companhias que buscam fortalecer sua proposta de valor ao colaborador, aumentar retenção e engajamento e oferecer benefícios diferenciados sem alto custo.

Além disso, o plano de saúde pet se destaca por ter alto valor percebido pelos funcionários e baixo impacto financeiro para as empresas, o que tem impulsionado sua adoção em diferentes setores.

Apesar do crescimento, ainda não há um perfil único de empresas que adotam o benefício. O modelo já aparece em companhias de tecnologia, indústria alimentícia, bancos e outros segmentos, sem uma predominância clara.

Entre os principais desafios para a expansão do benefício, estão questões culturais, a percepção de valor por parte do RH, além de orçamento, modelo de custeio e estratégias de comunicação interna para engajamento dos colaboradores.

Para a empresa, o plano pet também representa um diferencial de imagem para as organizações, que passam a ser vistas como mais modernas e alinhadas às novas demandas dos profissionais.

Outro ponto destacado é a necessidade de maior conscientização dos profissionais de RH e da simplicidade na implementação do benefício. Para a Plamev, o avanço do plano pet no ambiente corporativo não depende apenas da oferta, mas da evolução da forma como as empresas enxergam o cuidado com as pessoas e suas famílias, incluindo os animais de estimação.

Fonte: Matheus Damaso

Seu pet está se alimentando bem? Saiba como identificar se a dieta é realmente adequada

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Veterinária da Pet Delícia explica como fezes alteradas, coceira e desânimo podem ser sinais de que a alimentação precisa de ajustes

Nem sempre o alerta vem em forma de febre ou diagnóstico complicado. Às vezes, começa com fezes mais moles do que o habitual, uma coceira que não passa ou aquele desânimo inesperado no pet que sempre foi ativo. Diante desses sinais, muitos tutores pensam imediatamente em doença. Mas, em alguns casos, o problema pode estar em algo mais básico: a alimentação.

Assim como acontece com os humanos, a nutrição exerce influência direta sobre a digestão, a energia, a pele e até o comportamento dos pets. “Na rotina clínica, é comum receber animais com exames normais, mas com sinais persistentes de desconforto. Nesses casos, a alimentação costuma ser um dos primeiros pontos que precisam ser reavaliados”, explica a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia.

Segundo a especialista, o organismo do pet costuma reagir rapidamente a dietas que não atendem plenamente às suas necessidades individuais, seja pela composição, pela digestibilidade ou pela tolerância a determinados ingrediente.

Pensando nisso, médica-veterinária destaca três pontos que merecem atenção dos tutores:

Alterações intestinais recorrentes: Mudanças frequentes na consistência das fezes costumam ser um dos primeiros sinais de que a dieta não está adequada às necessidades individuais do pet. Isso acontece porque o intestino é um dos sistemas mais sensíveis à qualidade, à composição e à digestibilidade dos alimentos.

Fezes persistentemente amolecidas podem indicar que o organismo não está conseguindo digerir ou absorver corretamente determinados nutrientes, seja pelo excesso de ingredientes de difícil digestão, pela presença de componentes que o animal não tolera ou por desequilíbrios na proporção entre proteínas, fibras e gorduras. Já fezes muito ressecadas podem estar relacionadas a dietas pobres em umidade, fibras inadequadas ou baixa ingestão de água. “O intestino funciona como um termômetro da alimentação. Quando a dieta não está bem ajustada, ele costuma ser o primeiro a demonstrar”, explica Markowitsch.

O excesso de gases frequentes também merece atenção. Segundo a especialista da Pet Delícia, esse quadro costuma estar associado à fermentação intestinal, que ocorre quando os alimentos não são totalmente digeridos e acabam sendo fermentados pela microbiota. “Esse processo gera desconforto, distensão abdominal e indica que algo na composição ou na digestibilidade da dieta precisa ser revisto”, completa.

Mudanças na pele e na pelagem: Coceiras persistentes, irritações na pele e queda excessiva de pelos nem sempre têm origem exclusivamente dermatológica. Em muitos casos, esses sinais estão diretamente relacionados à alimentação, especialmente quando a dieta apresenta deficiências nutricionais ou ingredientes que o organismo do pet não tolera bem.

A pele é um dos tecidos com maior demanda metabólica do corpo e depende de um aporte adequado de ácidos graxos, proteínas de boa qualidade, vitaminas e minerais para se manter íntegra e saudável. Quando esses nutrientes estão em falta ou em desequilíbrio, a resposta costuma aparecer em forma de inflamação, sensibilidade e alterações na pelagem.

“A pele e os pelos funcionam como um espelho do estado nutricional do animal. Dietas inadequadas podem comprometer a barreira cutânea, facilitando coceiras, irritações e queda de pelos. Pelagem opaca, sem brilho, quebradiça ou com crescimento irregular também pode indicar que a dieta não está suprindo plenamente as necessidades do pet” alerta

Oscilações no nível de energia e no comportamento: Apatia, cansaço frequente ou a perda de interesse por atividades que antes faziam parte da rotina também podem ter relação direta com a alimentação. A ingestão inadequada de nutrientes compromete o metabolismo e a disponibilidade de energia, afetando não apenas o corpo, mas também o comportamento do animal.

Quando a dieta apresenta desequilíbrios, seja por excesso, deficiência ou baixa qualidade dos ingredientes, o organismo tende a priorizar funções básicas, reduzindo a disposição para brincadeiras, exercícios e interação.“O comportamento costuma ser um dos primeiros indicadores de que algo não está funcionando bem no metabolismo do pet.

A veterinária ressalta que qualquer alteração persistente deve ser avaliada por um profissional. Ainda assim, ela chama atenção para o papel central da alimentação na prevenção de problemas de saúde.

“Dietas formuladas com ingredientes de qualidade, boa digestibilidade e proporção adequada de nutrientes contribuem para reduzir inflamações intestinais, melhorar a absorção dos nutrientes e refletir diretamente na energia, na saúde da pele e na qualidade da pelagem. Por isso, antes de pensar em tratamentos complexos, vale observar o básico: o que está sendo oferecido diariamente no pote. Em muitos casos, ajustes nutricionais bem orientados são suficientes para promover mais conforto, equilíbrio e qualidade de vida ao pet” conclui.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Hot Beach Parques ; Resorts investe em turismo pet friendly para atender novo perfil do viajante brasileiro

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Com animais de estimação superando o número de crianças nos lares brasileiros, complexo investe em infraestrutura exclusiva que inclui de apartamentos adaptados até playgrounds privativos ao lado da piscina

O turismo brasileiro atravessa uma transformação estrutural impulsionada pela mudança no perfil das famílias. É olhando para esse movimento que o Hot Beach Parques & Resorts, em Olímpia (SP), não apenas aceita animais, mas os integra à jornada de férias de seus tutores, garantindo que a separação não seja mais um empecilho para viajar — especialmente diante da sequência de feriados ao longo de 2026.

Com o número de animais de estimação já superando o de crianças nos lares do país — uma média de 2,2 animais por residência, segundo a Abinpet e o Instituto Pet Brasil —, o conceito de “família multiespécie” deixou de ser uma tendência de nicho para se tornar um pilar estratégico da hotelaria de lazer.

De acordo com dados recentes do setor, o turismo pet friendly é um dos segmentos que mais cresce no pós-pandemia, com viajantes dispostos a investir mais em destinos que ofereçam segurança e infraestrutura adequada para seus animais. Pesquisa da Booking.com de 2024 aponta que 46% dos brasileiros escolhem destinos com base no fato de serem pet friendly, enquanto 43% consideram esse critério na escolha da hospedagem.

Infraestrutura sob medida e em expansão

É no Celebration Resort Olímpia, um dos hotéis do complexo, que essa experiência ganha forma. O empreendimento conta atualmente com 10 apartamentos totalmente adaptados para cães e gatos de até 20 kg, equipados com caminhas e colchonetes, tigelas para água e ração, tapetes higiênicos e, em algumas unidades, carrinhos adaptados para transporte dos pets pelas áreas do resort.

A experiência vai além dos quartos. O complexo dispõe de playground exclusivo ao lado da piscina, permitindo que o tutor relaxe enquanto o animal se exercita. Os pets também podem circular pela área da piscina (sem acesso à água) e contam com um espaço reservado dentro do restaurante para acompanhar seus tutores durante as refeições.

A aposta no modelo pet friendly, no entanto, não é recente. O Hot Beach Parques & Resorts iniciou essa modalidade há cerca de cinco anos, com a oferta inicial de cinco apartamentos adaptados. Hoje, o número dobrou para dez unidades, acompanhando o crescimento da demanda.

Seguindo essa tendência, o complexo já planeja a ampliação da oferta, passando de 10 para 20 apartamentos pet friendly, além de estudar parcerias estratégicas para expandir a área exclusiva para pets e os serviços voltados a esse público.

“Com mais de 160 milhões de pets no Brasil, para muitos não faz mais sentido pensar em viagem em família sem considerá-los. Os animais ocupam um papel central na vida das pessoas e, por isso, estamos constantemente evoluindo nossa estrutura. Além de ampliar o número de apartamentos, também estudamos novas parcerias e serviços para oferecer uma experiência cada vez mais completa para tutores e seus pets”, afirma Ignácio Sacias, diretor de operações do Hot Beach.

Fonte: RPMA Comunicação

Vacinação antes do frio ajuda a proteger cães e gatos contra gripe

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Doenças respiratórias se tornam mais frequentes e podem evoluir para quadros graves

A mudança de temperatura e a redução da umidade do ar, características do outono, trazem um alerta importante para tutores de cães e gatos. Doenças respiratórias tendem a se tornar mais frequentes nesse período, aumentando a procura por atendimento veterinário e reforçando a importância da prevenção.

No Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas, a equipe observa um crescimento significativo nos casos de quadros respiratórios nesta época do ano. Tosse persistente em cães, espirros frequentes em gatos, secreções nasais e oculares, além de apatia e redução do apetite, estão entre os sinais mais comuns.

Segundo o médico veterinário Dr. Gleison Mota Ribeiro, do HVT, a sazonalidade influencia diretamente esse cenário. “O outono favorece a disseminação de agentes infecciosos. A queda de temperatura, a menor umidade e o fato de os animais permanecerem mais tempo em ambientes fechados aumentam o risco de transmissão”, explica.

A vacinação aparece como uma das principais estratégias de proteção. Diferentemente dos humanos, em que as vacinas contra gripe são atualizadas com frequência, nos animais elas já contemplam os principais agentes conhecidos. Ainda assim, a recomendação é manter a imunização anual, especialmente antes do período de maior risco.

Prevenção na época certa

“É importante que o animal esteja protegido antes da chegada do frio, para que o organismo tenha tempo de desenvolver resposta imunológica adequada”, orienta o veterinário.

As vacinas são específicas para cada espécie. Em cães, a proteção contra doenças respiratórias inclui agentes como o vírus da influenza canina e a bactéria Bordetella bronchiseptica, associada à chamada tosse dos canis. Já nos gatos, as vacinas múltiplas atuam contra doenças como rinotraqueíte e calicivirose, que também comprometem o sistema respiratório.

Embora a transmissão entre humanos e pets seja considerada rara, os quadros podem evoluir de forma preocupante entre os próprios animais. Filhotes, idosos e pacientes com a imunidade comprometida estão entre os mais suscetíveis a complicações.

“Em alguns casos, a gripe pode evoluir para pneumonia ou broncopneumonia, especialmente quando não há tratamento adequado”, alerta o Dr. Gleison.

Tosse seca e secreção ocular

Na rotina clínica, também chama atenção a diferença na manifestação dos sintomas entre as espécies. Nos cães, a tosse seca e persistente costuma ser o principal sinal. Já nos gatos, os quadros tendem a ser mais amplos, com espirros, secreções oculares e nasais e maior comprometimento do estado geral.

A prevenção, no entanto, não depende apenas da vacinação. Medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecção, como evitar correntes de ar frio, manter os ambientes limpos e ventilados, oferecer alimentação adequada e reduzir o contato com animais doentes.

Outro ponto importante é respeitar o momento correto para a imunização. Animais com sintomas não devem ser vacinados. “A vacina é preventiva. Quando o pet já apresenta sinais clínicos, o ideal é aguardar a recuperação completa antes de retomar o protocolo”, explica o veterinário.

As reações às vacinas, quando ocorrem, costumam ser leves e passageiras, como discreta febre, apatia ou sensibilidade no local da aplicação. Casos mais graves são raros, mas devem ser acompanhados por um profissional.

Com eficácia que pode chegar a até 90% na redução de quadros mais severos, a vacinação contribui não apenas para proteger o animal individualmente, mas também para diminuir a circulação dos agentes infecciosos.

“A prevenção ainda é a melhor forma de cuidado. Manter a vacinação em dia e observar qualquer mudança no comportamento do animal são atitudes que fazem diferença”, conclui o Dr. Gleison.

Serviço:
Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
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Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana
Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500

Fonte: AMZ Comunicação

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