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Congresso Brasileiro de Zoologia reúne grandes nomes da ciência em Foz do Iguaçu e celebra 66 anos de história

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Créditos: Freepik

Evento deve reunir mais de 1.500 pesquisadores e destaca inovação, indústria e futuro da biodiversidade

De 2 a 5 de março de 2026, Foz do Iguaçu será palco do 36º Congresso Brasileiro de Zoologia (CBZ), o mais tradicional e importante evento da área no país. Em sua edição comemorativa de 66 anos, o congresso traz como tema “Zoologia do Futuro: parcerias inovadoras entre ciência, sociedade e indústria”, um recorte que reflete os desafios contemporâneos da biodiversidade e da aplicação do conhecimento científico.

Para a edição de 2026, a organização aposta em uma programação robusta, com conferências, simpósios, minicursos, mesas temáticas e apresentações de trabalhos científicos. Entre os destaques estão pesquisadores de instituições de referência no Brasil e no exterior, que abordarão temas como conservação da biodiversidade, biotecnologia, controle biológico, inovação industrial, sustentabilidade e manejo da fauna.

As palestras magnas, ponto alto da programação científica, reunirão pesquisadores de projeção internacional, consolidando o Congresso Brasileiro de Zoologia como um dos principais fóruns da área na América Latina. Entre os nomes confirmados estão o paleontólogo Alexandre Kellner, referência mundial em vertebrados fósseis, e o cientista finlandês Sergei Tarasov, destaque na área de sistemática e evolução de insetos.

A conferência de abertura será ministrada pela bióloga Yara Barros, uma das principais vozes da conservação ambiental no país e vencedora do Prêmio Whitley 2025, conhecido como o “Oscar Verde” da conservação. Coordenadora do projeto Onças do Iguaçu, ela apresentará a palestra “Como ser uma conservacionista em um planeta em transformação”.

Ciência e indústria no mesmo palco

Um dos eixos centrais deste ano será a III Conferência da Zoologia na Indústria, iniciativa criada dentro do próprio CBZ e que já se consolidou como ambiente estratégico de diálogo entre pesquisadores, setor produtivo e áreas aplicadas da ciência.

A conferência discute oportunidades profissionais e desafios técnicos em áreas como biotecnologia, controle biológico de pragas, sustentabilidade corporativa, inovação industrial e bioeconomia, um movimento que amplia o campo de atuação dos zoólogos para além da academia.

Inovação aplicada à zoologia

A edição de 2026 também contará com a Arena InovaZoo, espaço dedicado à apresentação de soluções inovadoras, startups, tecnologias aplicadas e iniciativas que aproximam a zoologia do setor produtivo e do empreendedorismo científico. A proposta é estimular conexões entre pesquisadores, empresas, estudantes e investidores, ampliando as possibilidades de aplicação do conhecimento zoológico em áreas como biotecnologia, conservação, manejo da fauna, sustentabilidade e desenvolvimento de produtos e serviços.

“Ao longo de 66 anos, o CBZ acompanhou a transformação da própria zoologia. Hoje, não falamos apenas de pesquisa acadêmica, mas de integração entre ciência, mercado e sociedade. A Arena InovaZoo e a Conferência da Zoologia na Indústria mostram que o conhecimento científico precisa dialogar com inovação e impacto real”, afirma o professor Luís Fábio Silveira, integrante da comissão organizadora.

66 anos acompanhando a transformação da zoologia

Realizado pela primeira vez em 1960, o Congresso Brasileiro de Zoologia acompanhou as profundas mudanças científicas, ambientais e tecnológicas que marcaram as últimas décadas. Da zoologia clássica, focada principalmente na descrição de espécies, à incorporação de ferramentas como genética molecular, modelagem computacional e grandes bases de dados, a área ampliou seu alcance e impacto social.

Para a organização, o aniversário de 66 anos também é um momento de reflexão sobre o papel da ciência em um planeta em transformação. “A zoologia de 1960 é muito diferente da que praticamos hoje. Mudaram as ferramentas, mudaram as urgências ambientais e mudou também a forma como dialogamos com a sociedade. O CBZ acompanhou essa evolução e hoje se posiciona como um espaço que integra conservação, inovação e aplicação do conhecimento científico”, avalia a presidente da Sociedade Brasileira de Zoologia (SBZ), Luciane Marinoni.

O CBZ 2026 é uma realização da SBZ, com correalização da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.

Últimas vagas para inscrições no site oficial: www.cbzoologia.com.br

Fonte: Biosfera Comunicação

Sepultamento de cães e gatos em jazigos familiares: há contraindicação médico-veterinária?

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Créditos: Rafael Lemos

Lenara Calazans (*)

O Estado de São Paulo passou a autorizar o sepultamento de cães e gatos em campas e jazigos de seus tutores ou familiares desde a publicação da Lei Estadual nº 18.397, de 07 de fevereiro de 2026, conhecida como Lei Bob Coveiro. A lei determina que cada município estabeleça suas normas conforme os critérios sanitários vigentes e os cemitérios particulares também podem definir regras próprias para essa prática. Apesar dos pets atualmente serem considerados como membros da família, essa possibilidade tem gerado debates, principalmente sobre as possíveis contraindicações e riscos sanitários.

Do ponto de vista médico-veterinário, não existe uma contraindicação absoluta para o sepultamento em jazigos familiares, desde que respeitados os critérios sanitários e ambientais. No entanto, o que deve ser avaliado é a causa da morte do animal e as condições sanitárias do local.

Em casos de óbito por zoonoses, doenças transmitidas entre animais e pessoas, ou doenças infectocontagiosas, é importante que o corpo do animal receba destinação adequada, seguindo critérios técnicos rigorosos, respeitando as normas sanitárias e ambientais. Isso porque o risco não está em compartilhar o jazigo, mas nas condições em que o sepultamento é realizado. Durante o processo de decomposição ocorre a liberação do necrochorume, um líquido proveniente da degradação dos tecidos, rico em matéria orgânica, sais minerais e microrganismos potencialmente patogênicos. Entretanto, quando o sepultamento ocorre em cemitérios regularizados, com profundidade adequada, controle da distância do lençol freático, impermeabilização do solo e sistemas de drenagem eficientes, o risco ambiental e sanitário é reduzido. Assim, na ausência de restrição sanitária, o compartilhamento de jazigo não constitui risco à saúde pública.

O maior problema está nos enterros clandestinos que ocorrem em terrenos baldios ou áreas inadequadas que podem favorecer a disseminação de doenças devido à contaminação do solo e de águas subterrâneas, o que configuraria crime ambiental. Em vista disso, não há contraindicação médico-veterinária absoluta, sendo a regulamentação considerada um avanço importante no aspecto sanitário, pois além de reconhecer o vínculo afetivo entre tutores e seus animais, também contribui para prevenir danos ambientais e reduzir práticas irregulares que ainda estão muito presentes, devido à falta de orientação da população somada à ausência de alternativas em muitos municípios.

Sendo assim, a criação de normas claras e seguras é importante para garantir que o luto pela morte de seu animal de estimação, seja vivido com dignidade, sem comprometer a saúde pública e o meio ambiente.

*Lenara Calazans é Médica-veterinária, com pós-graduações em Vigilância Sanitária e Qualidade de Alimentos, Saúde Pública e Vigilância Sanitária e Geriatria e Neonatologia em Cães e Gatos. É professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Internacional UNINTER.

Fonte: NQM

Instituto Caramelo apoia resgate de animais afetados pelas chuvas em Juiz de Fora (MG)

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ONG fornece ração e vacinas para reforçar atuação do GRAD e pode ampliar suporte com equipe e novos recursos, conforme evolução da situação

Diante das fortes chuvas que atingiram Juiz de Fora (MG) nos últimos dias, o Instituto Caramelo está prestando apoio às ações de resgate conduzidas pelo Grupo de Resposta a Animais em Desastres (GRAD) no município. A iniciativa busca garantir atendimento emergencial e condições mínimas de cuidado aos animais impactados pelos alagamentos e deslizamentos provocados pelo temporal.

Neste primeiro momento, o Instituto Caramelo contribui com o envio de ração e vacinas, itens essenciais para assegurar alimentação adequada e prevenção de doenças em cenários de desastre, quando o risco de contaminação por doenças cresce significativamente. O suporte ajuda a fortalecer a estrutura montada em campo pelo GRAD.

A depender da evolução do cenário, o Instituto Caramelo poderá ampliar sua atuação, destinando novos recursos e, se necessário, deslocando equipe própria para reforçar as ações locais.

“Em situações como essa, cada hora conta. Garantir alimento e proteção sanitária é fundamental para preservar a vida e a saúde dos animais resgatados. Estamos acompanhando de perto os desdobramentos e prontos para ampliar nosso apoio”, afirma Yohanna Perlman, diretora executiva do Instituto Caramelo.

Sobre o Instituto Caramelo

Referência nacional no resgate e reabilitação de animais em situação de abandono e maus tratos, o Instituto Caramelo é uma organização não governamental sem fins lucrativos que nasceu em fevereiro de 2015 para dar voz àqueles que não podem falar. Com um hospital veterinário 24 horas, atende mais de 300 animais e realiza castrações gratuitas, intervenções emergenciais e acompanhamento contínuo até que todos estejam prontos para adoção responsável.

Fonte: Avenida Comunicação

Cobasi promove evento de adoção com aulas de Dog Yoga na unidade Villa Lobos neste sábado (28)

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Evento acontece das 10h às 16h com cães da ONG Desabandone em busca de um novo lar

No próximo sábado, 28 de fevereiro, a Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim realiza um evento especial de adoção de cães em sua unidade Villa Lobos (R. Manoel Velasco, 90/96 – Vila Hamburguesa), em parceria com a ONG Desabandone. A ação acontece das 10h às 16h e contará com a presença de cães resgatados, que estarão disponíveis para encontrar um novo lar.

O destaque da programação fica por conta de duas sessões de Dog Yoga, às 10h e às 11h30. A proposta é unir bem-estar e solidariedade em aulas de yoga realizadas com a participação dos animais para adoção, proporcionando uma experiência diferente e um momento de conexão com os pets. As aulas são gratuitas e limitadas a 20 participantes por turma. Para participar, é necessário ser cadastrado no Programa Amigo Cobasi e realizar a inscrição clicando AQUI.

“Nosso objetivo é disponibilizar nossas lojas como espaços de impacto positivo na comunidade. Ao promover eventos de adoção e iniciativas como o Dog Yoga, criamos oportunidades para que mais animais encontrem um lar e para que as pessoas vivenciem experiências que reforçam o cuidado e o respeito aos pets”, afirma Daniela Bochi, Gerente de Marketing da Cobasi.

Além das aulas, durante todo o evento, o público poderá conhecer os cães disponíveis para adoção, receber orientações da equipe da ONG sobre guarda responsável e entender todo o processo necessário para adotar um animal.

Cobasi Cuida

A iniciativa faz parte do pilar social Cobasi Cuida, que promove regularmente eventos de adoção, campanhas solidárias e ações educativas em diversas lojas da rede. A programação completa dos eventos pode ser conferida na no Blog da Cobasi.

Sobre a Cobasi

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026 concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

Fonte: Grupo Trama Reputale

Morumbi Town Shopping promove evento de adoção pet todos os sábados

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O Morumbi Town Shopping realiza, todos os sábados, um evento de adoção pet voltado a quem deseja conhecer animais em busca de um novo lar e incentivar a adoção responsável. A ação acontece das 11h às 16h, no piso térreo do shopping, e é aberta ao público.

A iniciativa proporciona um espaço de encontro entre o público e pets resgatados, oferecendo a oportunidade de criar novas histórias e transformar vidas por meio da adoção. Durante o evento, os visitantes podem conhecer cães disponíveis para adoção, receber orientações e entender melhor o processo de acolhimento de um animal.

O evento de adoção pet é realizado em parceria com Weasy e Animal Adote, que atuam juntas para promover a adoção consciente e ampliar as chances de que os animais encontrem lares cheios de cuidado e afeto.

O evento é realizado em parceria com a Animal Adote, organização dedicada ao resgate e à adoção responsável de animais. A ONG é liderada pela primeira-dama Regina Nunes e atua no apoio à causa animal, promovendo iniciativas que ampliam as chances de cães encontrarem lares seguros e afetuosos. A ação conta ainda com o apoio da Weasy, marca que possui como missão cuidar das relações entre peludos e suas famílias.

A ação reforça o posicionamento do Morumbi Town Shopping como um espaço pet friendly e engajado em iniciativas que promovem bem-estar, responsabilidade social e conexão entre pessoas e seus animais de estimação.

Serviço:
Evento Adoção Pet
Data: todos os sábados.
Horário: das 11h às 16h.
Local: Piso térreo, Morumbi Town Shopping.
Endereço: Av. Giovanni Gronchi, 5930 – Vila Andrade – São Paulo/SP.
Aberto ao público.

Sobre o Morumbi Town Shopping

O Morumbi Town Shopping oferece um conceito diferenciado, integrando inovação, entretenimento, diversão, conveniência, gastronomia e compras de forma única, tornando-se o destino ideal para todos os momentos.

Com um mix de marcas renomadas, incluindo restaurantes como OUE SUSHI, Outback, Pecorino, Bar do Alemão e Serafina, e opções de lazer como Neo Geo Family, parque de diversões indoor com mais de 2.000 m², Urban Motion, Winners Academy, Cinesystem e o Sampa Beach, proporcionando experiências variadas para toda a família.

Ainda traz a NBA Store, a terceira maior loja da liga no mundo, além das flagships do hipermercado Zaffari, Panvel e Tstore Tramontina.

Confirmando seu posicionamento Petfriendly, o Morumbi Town Shopping possui um dos principais Espaço Pet de São Paulo e região, com uma área de 300m², o espaço conta com acesso monitorado via QRCode e estrutura especializada com vários atrativos como túneis, rampas, saltadores e obstáculos.

O compromisso com esse público se reflete também na chegada da Petlove, que inaugurou no empreendimento sua primeira loja em um shopping center, ampliando as opções de conveniência e serviços voltados aos tutores e seus pets.

O Morumbi Town Shopping está localizado na Av. Giovanni Gronchi, 5930, Vila Andrade, Zona Sul de São Paulo.

Fonte: Hatsur Comunicação

Fato ou Fake: descubra se pets precisam de passaporte para viajar de avião dentro do Brasil?

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Crescimento das viagens e projetos de lei em debate alimentam dúvidas sobre documentos exigidos em voos domésticos no Brasil

Em 2026, o transporte de animais de estimação em voos domésticos no Brasil segue sendo tema de atenção por parte de tutores, companhias aéreas e órgãos reguladores, especialmente diante do crescimento das viagens com pets e do avanço de iniciativas legislativas sobre o assunto.

Apesar das dúvidas recorrentes, não há exigência legal de um “passaporte específico” para que cães e gatos embarquem em aviões em trajetos dentro do território nacional. O que existe, na prática, é a recomendação de cumprimento de exigências sanitárias básicas, como a apresentação de carteira de vacinação atualizada e, em alguns casos, atestado de saúde emitido por médico-veterinário.

Na ausência de uma regulamentação federal unificada, as regras para o transporte de pets em voos domésticos são estabelecidas majoritariamente pelas próprias companhias aéreas. Cada empresa define critérios como limites de peso, dimensões e tipo de caixa de transporte, além da comprovação do bom estado de saúde do animal no momento do embarque. Esse cenário ocorre paralelamente à tramitação de projetos de lei que buscam padronizar e modernizar as normas do transporte aéreo de animais no país, com o objetivo de ampliar a segurança, a transparência e a previsibilidade para tutores e viajantes.

Para esclarecer dúvidas ainda presentes no público, a PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, separou abaixo os principais fatos e fake news sobre a necessidade de passaporte para pets em viagens aéreas.

Fatos

Não é obrigatório ter passaporte para voos domésticos: para viajar de avião dentro do Brasil com cães ou gatos, não existe exigência legal de um “passaporte de viagem” específico. O que se recomenda é portar a carteira de vacinação atualizada (com vacina antirrábica em dia) e, preferencialmente, um atestado de saúde emitido por veterinário credenciado.

CVI é exigido em viagens internacionais: para a entrada ou saída do Brasil com cães e gatos, é obrigatória a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI), além do cumprimento das exigências sanitárias do país de destino.

Companhias aéreas regulamentam internamente o transporte: cada empresa aérea define suas próprias regras operacionais para transporte de pets em voos domésticos, incluindo limites de peso, tamanho de kennel e taxas aplicáveis, sem que haja padronização obrigatória por lei federal

Fake

Só com passaporte o pet tem direito de embarcar: o direito de viajar com o pet em um voo doméstico depende principalmente das regras da companhia aérea e do atendimento aos requisitos de saúde e segurança, e não da posse de passaporte oficial para o animal.

Pets de grande porte precisam de passaporte para viajar de avião: o tamanho do animal não determina a exigência de passaporte em voos domésticos no Brasil. Cães e gatos de médio ou grande porte podem viajar sem esse tipo de documento, desde que atendam às regras estabelecidas pela companhia aérea, como limite de peso, tipo de caixa de transporte e condições de saúde exigidas para o embarque.

O passaporte de pet substitui todos os outros documentos exigidos: mesmo nos casos em que o tutor possui um passaporte internacional de animal de estimação, esse documento não substitui exigências básicas como carteira de vacinação atualizada ou atestado de saúde quando solicitados pela companhia aérea. Em voos domésticos, o embarque está condicionado ao cumprimento das regras operacionais e sanitárias vigentes, e não à posse de um único documento.

“Os projetos de lei em discussão no Congresso representam um avanço importante para o transporte aéreo de pets no Brasil, ao buscar regras mais claras, padronizadas e alinhadas ao bem-estar animal. Hoje, os tutores ainda enfrentam muita insegurança por conta da falta de uniformidade entre as companhias aéreas, e essas propostas ajudam a trazer mais previsibilidade e confiança para quem precisa viajar com seus animais’’, finaliza Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo.

Sobre a PETFriendly Turismo

Fundada em 2018 pela médica veterinária Dra. Juliana Stephani, a PETFriendly Turismo nasceu para atender a uma demanda crescente: o transporte seguro e confortável de pets em viagens nacionais e internacionais. A ideia surgiu da experiência pessoal da fundadora, que precisou viajar para o exterior sem seu cachorro, enfrentando dificuldades para encontrar um serviço especializado. Desde então, a empresa já realizou mais de 7 mil viagens bem-sucedidas, atendendo desde famílias comuns até personalidades públicas, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e bem-estar animal. A PETFriendly Turismo oferece uma gama completa de serviços, incluindo suporte veterinário por meio de parceiros globais, consultoria e auxílio na documentação necessária para transporte de animais, serviço de holder, que permite levar o pet diretamente ao destino e entregá-lo em mãos, além de táxi pet, com veículos próprios para transporte nacional.

Fonte: Press Manager

FEBRACA disponibiliza relatório inédito que revela fragilidade estrutural na causa animal do Brasil

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Levantamento mapeia 2.613 organizações e expõe que 82% atuam sem equipe remunerada e 72% nunca receberam emendas parlamentares

A Federação Brasileira da Causa Animal (FEBRACA) disponibilizou para download o 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil, considerado o mais amplo mapeamento já realizado sobre o terceiro setor voltado à proteção animal. O material completo está disponível para download neste link e pode subsidiar pautas sobre financiamento, governança e políticas públicas para o setor.

O estudo mapeou 2.613 organizações ativas, teve 180 entidades respondentes e evidencia um cenário de fragilidade estrutural: 76% apontam a falta de recursos como principal entrave, 82,2% não possuem colaboradores remunerados e 72% jamais receberam emendas parlamentares. O diagnóstico contrasta com o porte do mercado pet brasileiro, que movimenta R$ 77 bilhões ao ano, o terceiro maior do mundo.

O relatório também dimensiona o desafio social: cerca de 4,8 milhões de animais vivem em situação de vulnerabilidade no país, enquanto os abrigos operam sob saturação — a cada três animais que entram, apenas um é adotado. Mais da metade das ONGs (56,1%) consegue viabilizar somente de uma a cinco adoções mensais. A informalidade é outro dado sensível: 70% das instituições dependem exclusivamente de trabalho voluntário sem termos formalizados, e 61% não mantêm portal de transparência com prestação de contas, o que impacta a captação de recursos e a credibilidade institucional.

O documento aponta ainda que 79% das entidades não possuem parcerias com empresas e 73% nunca firmaram convênios com o poder público, sobrevivendo majoritariamente de doações esporádicas de pessoas físicas. Em contraponto, iniciativas de profissionalização destacadas no estudo registraram aumento de 255% na receita das ONGs participantes em cinco meses.

“Em menos de uma semana, registramos centenas de downloads do relatório e recebemos inúmeras manifestações de interesse de ONGs, protetores independentes, gestores públicos e até assessores parlamentares. Isso demonstra que há um olhar atento e crescente para a causa animal e reforça a responsabilidade de transformar esses dados em ações concretas de fortalecimento das organizações que atuam na ponta, mesmo saturadas e com recursos escassos, mas ainda assim salvando milhares de vidas diariamente. Também chama atenção a discrepância entre o faturamento bilionário do mercado pet brasileiro e a realidade precária dessas entidades, o que nos obriga a refletir sobre o papel efetivo da indústria nesse ecossistema”, afirma Cadu Pinotti, presidente da FEBRACA.

Sobre a FEBRACA

A FEBRACA (Federação Brasileira da Causa Animal) é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de conectar, apoiar, fortalecer e representar as ONGs de proteção animal do país. A instituição visa trazer o debate dessa temática, tendo como premissa melhorar todo o ecossistema, seja sociedade, poder público e entidades, com foco em benefício direto para as pequenas organizações que atuam na ponta. A entidade realiza mentorias, capacitações, projetos personalizados e proposições de políticas públicas mais efetivas em todo país.

Fonte: Febraca

Por que snacks fortalecem o vínculo emocional entre pessoas e cães?

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Mais de 80% dos tutores concordam que petiscos ajudam a fortalecer o vínculo com seus animais de estimação. É o que revelou uma pesquisa recente da Mintel e que reforça o quanto a prática de oferecer um snack vai além da alimentação: passou a atuar como um instrumento de interação positiva no dia a dia, com um significado mais amplo.

Snacks têm sido vistos como um gesto de conexão, comunicação e fortalecimento desse vínculo afetivo entre humanos e pets, principalmente os cães. Isso porque eles têm ocupado um espaço cada vez mais importante nos lares brasileiros. Se antes eram vistos apenas como animais de companhia, hoje assumem um papel central na vida emocional de seus responsáveis, influenciando hábitos, rotinas e até decisões do cotidiano.

Segundo Mayara Andrade, médica-veterinária de GranPlus, marca Premium Especial da MBRF Pet, o momento de agrado tem impacto direto na relação responsável–cão quando é feito de forma consciente e equilibrada.

“O snack funciona como uma linguagem de afeto. Ele reforça comportamentos positivos, cria momentos de atenção plena e aproxima responsável e cão. Quando escolhido com critério e oferecido corretamente, contribui tanto para o bem-estar emocional quanto para a saúde do animal”, explica.

Quando o snack ajuda e como usar?

Segundo Mayara, o uso correto do snack pode contribuir para diferentes aspectos do comportamento e da rotina do cão:

– Reforço positivo em treinamentos e comandos.
– Organização da rotina, criando momentos previsíveis de interação, recompensa e atenção. Essa previsibilidade ajuda o cão a compreender melhor os horários e as expectativas do dia, reduz a ansiedade e contribui para um comportamento mais equilibrado.
– Conexão emocional, com atenção exclusiva entre responsável e pet.

“Os snacks podem ser incluídos de forma segura dentro da dieta dos pets. A recomendação é que até 90% das calorias do dia dos cães devem vir dos alimentos completos e balanceados e até 10% das calorias do dia podem vir dos petiscos. Para ajudar nesse cálculo peça ajuda ao médico-veterinário que acompanha o pet”, orienta a profissional.

Snack como parte da rotina afetiva

Atenta a esse comportamento, a MBRF Pet, por exemplo, é uma das empresas que vêm ampliando sua atuação na categoria e lançou, em menos de dois anos, três produtos de snacks: os biscoitos GranPlus; os biscoitos de Balance; e, agora em 2026, os Bifinhos GranPlus, reforçando o snack como parte da rotina de cuidado e bem-estar.

“A escolha do snack faz diferença. Produtos de qualidade permitem que o responsável ofereça esse agrado sem excessos. É importante agregar com composição básica e contar com a ajuda do médico-veterinário para essa escolha, levando em conta as características dos pets. É um recurso simples e funcional para fortalecer a relação entre responsável e cão, integrando cuidado, equilíbrio e afeto à rotina diária dos pets”, reforça Mayara Andrade.

Os Bifinhos GranPlus são o primeiro snack do tipo da marca e foram desenvolvidos com proteína 100% de origem animal, para cães de todas as idades e portes. Disponíveis em embalagens de 60g, nos sabores lombo suíno grelhado, carne grelhada e frango assado, os produtos contam com 33% de proteína e não têm corantes artificiais ou adição de ingredientes transgênicos, como a soja.

Sobre GranPlus
GranPlus é uma das marcas de alimentos para cães e gatos da MBRF Pet, uma das líderes em nutrição para pets do país e segmento pet da MBRF, uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Com o portfólio de pet food mais diversificado do mercado e proporcionando a máxima experiência em sabor simplesmente irresistível, conta com três linhas para cães e gatos (Choice, Menu e Gourmet), com produtos para todos os portes e fases de vida dos pets, incluindo alimentos secos, úmidos e snacks. Sua formulação tem o nível ideal de nutrientes, sem corantes ou aromas artificiais, e atende todos os paladares, oferecendo uma diversidade de sabores com alta nutrição e palatabilidade ao cardápio dos pets. A marca está entre as mais vendidas do segmento Premium Especial e está presente em petshops, redes pet e e-commerces do país.

Fonte: Buzzing

Segmento de Pet Food cresce e estimula a modernização de plantas industriais

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Para especialista em engenharia, fábricas de alimentos para animais de estimação precisam atender a cinco critérios na produção de itens como petiscos e rações super premium

O mercado pet no Brasil está em expansão. Em 2025, essa atividade econômica movimentou R$ 77 bilhões, montante 10% superior ao registrado no ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Entre as diversas categorias de produtos e serviços, o segmento de Pet Food é o que mais se destaca. Para este ano, a projeção é de que alimentos voltados a animais de estimação representem 53% do faturamento do setor.

De acordo com Instituto Pet Brasil (IPB), os tutores de animais de estimação têm buscado cada vez mais itens que atuem na prevenção de doenças e promoção da longevidade, os chamados produtos de Nutrição de Precisão e Snacks Funcionais, que incluem petiscos e rações super premium.

Para Franklin Oliveira, Gerente Nacional de Indústrias & Portos da AGI Brasil, uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país, esse movimento tem impulsionado o avanço tecnológico das plantas industriais do setor. “As fábricas precisam implementar processos de extrusão e controle de contaminantes com rigor idêntico ao de alimentos humanos (Human Grade). As plantas precisam estar preparadas para operar com múltiplas formulações, alto rigor sanitário e rastreabilidade completa”, diz.

Franklin comenta ainda que é necessário que as fábricas se atentem a cinco critérios para atender com qualidade e segurança a crescente demanda do mercado:

1. O layout define o nível de segurança sanitária: em plantas modernas, o desenho industrial é pensado para evitar cruzamento de fluxos entre matérias-primas, produto acabado e áreas de manutenção. A segregação física reduz riscos de contaminação cruzada e facilita processos de higienização. “O layout é uma decisão estratégica. Um projeto mal estruturado pode gerar retrabalho, perda de eficiência e até comprometer certificações”, explica.

2. Controle térmico é fator crítico de qualidade: temperatura e umidade impactam diretamente a estabilidade nutricional e a conservação do alimento. Por isso, fábricas de alta performance incorporam sistemas de monitoramento contínuo e automação que permitem ajustes rápidos ao longo do processo produtivo. “Em um mercado premium, pequenas variações podem significar perda de desempenho ou descarte de lote. O controle ambiental é parte central da engenharia”, destaca o especialista.

3. Rastreabilidade total deixou de ser diferencial e virou requisito: as novas plantas são projetadas para permitir o acompanhamento detalhado de cada lote, desde o recebimento dos insumos até a expedição. Sistemas integrados garantem registro de dados operacionais, facilitando auditorias e atendimento às exigências regulatórias. “A rastreabilidade protege a indústria e o consumidor, pois reduz vulnerabilidades e aumenta a previsibilidade da operação”, pontua Oliveira.

4. Equipamentos pensados para higiene e durabilidade: superfícies com menor acúmulo de resíduos, estruturas de fácil limpeza e materiais resistentes ao desgaste fazem parte do conceito de alta performance. A escolha de equipamentos influencia diretamente o custo operacional ao longo da vida útil da planta. “Decisões tomadas na fase de projeto impactam a eficiência por décadas. A engenharia precisa considerar não apenas a instalação, mas o ciclo completo da fábrica”, diz o engenheiro.

5. Automação como aliada da eficiência e da padronização: a integração entre sistemas de dosagem, mistura e transporte interno permite maior precisão nas formulações e estabilidade na produção em larga escala. A automação reduz falhas humanas e melhora indicadores de produtividade. “Com a profissionalização do setor pet, a indústria passou a exigir padronização e repetibilidade. A tecnologia garante consistência mesmo em volumes elevados”, complementa.

Franklin destaca ainda que o crescimento desse segmento no Brasil acompanha a tendência global de humanização dos pets e maior atenção à qualidade nutricional. “Nesse cenário, a infraestrutura industrial deixou de ser apenas suporte operacional e passou a ocupar papel estratégico na competitividade das marcas. Quem investe em engenharia adequada constrói vantagem estrutural. A fábrica não é apenas um ativo físico, mas um elemento determinante para qualidade, reputação e sustentabilidade do negócio”, conclui.

Sobre a AGI Brasil

A AGI Brasil é uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país. Com sede em Cândido Mota (SP), a companhia faz parte da AGI — Ag Growth International, referência global em equipamentos agrícolas e de infraestrutura, com presença em mais de 100 países. Seu portfólio inclui silos metálicos, sistemas de secagem, aeração e transporte de grãos, além de estruturas e soluções completas para pós-colheita. A AGI Brasil alia experiência local à expertise internacional, oferecendo tecnologia, confiabilidade e eficiência para apoiar a competitividade do agronegócio.

Fonte: CDI Comunicação

Playlist para dogs: DJ Brasileira testa como a música pode influenciar o humor dos pets

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Créditos: Imagem criada em IA

“Assim como a gente, eles respondem a ritmo e frequência”, afirma Scheilla Santos

A DJ brasileira Scheilla Santos, conhecida artisticamente como SHE.FREQ, de 34 anos, natural da Bahia e radicada em Londres, decidiu investigar na prática como diferentes estímulos sonoros podem influenciar o comportamento de cães. A ideia surgiu após notar mudanças perceptíveis nos animais durante seus ensaios em casa, quando determinadas faixas pareciam alterar o nível de agitação ou relaxamento dos pets.

A partir dessa observação, Scheilla buscou referências e encontrou estudos que associam estilos como música clássica e reggae a estados de maior tranquilidade em cães, especialmente quando o ritmo é constante e o volume moderado. Pesquisas apontam que batidas mais estáveis tendem a reduzir comportamentos ansiosos, enquanto sons abruptos ou muito intensos podem gerar alerta.

Ela também identificou que plataformas de streaming já oferecem playlists direcionadas a animais domésticos, organizadas por perfil comportamental. “Percebi que o mercado já começa a tratar isso com seriedade. Não é apenas uma brincadeira, existe estudo por trás”, afirma.

A DJ passou então a testar combinações específicas de BPM e textura sonora. Segundo ela, músicas com andamento mais lento e menos variações dinâmicas pareciam favorecer estados de repouso, enquanto batidas mais marcadas estimulavam atenção e curiosidade. “Quando eu diminuía o BPM, o ambiente ficava mais calmo. Com ritmos mais acelerados, eles ficavam mais atentos ao que estava acontecendo”, diz.

Scheilla ressalta que não propõe substituir acompanhamento veterinário ou comportamental, mas defende a criação de ambientes mais conscientes para os animais. “Não se trata de terapia, mas de atmosfera. A música organiza energia, e os cães reagem a isso”, conclui.

Fonte: @scheilasantos_ | CO – Assessoria

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