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Você também divide o almoço com seu pet? entenda o que é, de fato, alimentação natural

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Veterinária explica por que comida do prato do tutor não é alimentação natural e como o excesso de gordura e temperos podem causar pancreatite, problemas renais e desequilíbrios nutricionais em cães e gatos.

Dividir a refeição com o pet costuma parecer um gesto de carinho. Um pedaço de carne aqui, uma sobra ali. Afinal, se é comida “de verdade”, deve ser melhor do que ração industrializada. Nem sempre. Quando o assunto é alimentação natural para cães e gatos, a linha entre cuidado e risco pode ser mais tênue do que parece.

Segundo a médica-veterinária da Pet Delícia, Yeda Markowitsch, a ideia de oferecer alimentos frescos aos animais faz sentido, e, quando bem-feita, pode trazer diversos benefícios. O problema é a confusão entre alimentação natural balanceada e comida do prato do tutor. Embora pareçam semelhantes, elas são completamente diferentes do ponto de vista nutricional.

“A alimentação natural de verdade é formulada por médico-veterinário e leva em conta as necessidades específicas de cada animal. Ela inclui quantidades adequadas de proteínas, gorduras, aminoácidos, vitaminas e minerais. Já a comida do prato do tutor, além de conter temperos e ingredientes tóxicos, quase sempre é nutricionalmente desbalanceada para cães e gatos”, explica.

Essa diferença também se reflete no mercado. O segmento de pet food natural movimentou R$ 71,15 bilhões em 2024 e deve alcançar R$ 146,71 bilhões até 2033, segundo a Research Intelo, impulsionado por receitas desenvolvidas especificamente para cães e gatos, e não pela simples adaptação da comida humana.

Mesmo alimentos aparentemente saudáveis para humanos podem causar desde distúrbios gastrointestinais até doenças graves. “O desbalanceamento nutricional e o excesso de gordura e temperos podem provocar gastroenterite, pancreatite, além de, a longo prazo, comprometer a imunidade, gerar problemas ósseos, queda de pelo e até alterações renais e cardíacas”, alerta Yeda.

A veterinária ainda reforça que muitos erros acontecem justamente em situações cotidianas, quando o tutor não percebe o risco. “O organismo do animal não foi feito para lidar com grandes quantidades de gordura. A pancreatite aguda, por exemplo, é um problema comum quando o tutor oferece carne muito gordurosa, algo que acontece com frequência em momentos de confraternização, como churrascos”, afirma.

Veja alguns alimentos comuns podem ser perigosos para cães e gatos

O que faz parte da rotina alimentar humana nem sempre é seguro para os pets. Alguns ingredientes bastante comuns à mesa oferecem riscos diretos à saúde dos animais:
Alho e cebola: podem levar à anemia hemolítica, pois destroem os glóbulos vermelhos.

Chocolate: contém uma substância chamada teobromina, que os animais não metabolizam e, por isso, é tóxica ao organismo.

Café: estimula excessivamente o organismo do animal, podendo levar à convulsão e até à morte.

Uva e uva passa: contém tanino, que pode provocar insuficiência renal aguda.

Gorduras em excesso: o organismo não consegue metabolizar e pode causar pancreatite aguda. É o caso do famoso churrasco, quando alguns responsáveis oferecem muita carne gordurosa ao animal.

Leite: muitos animais são intolerantes à lactose, o que pode gerar gases e diarreia.

Dá para preparar a comida do pet em casa?

Sim, mas não no improviso. A preparação de refeições caseiras só é segura quando feita com acompanhamento de um médico-veterinário nutrólogo, responsável por formular a dieta de forma adequada. “O cálculo nutricional leva em conta idade, peso, nível de atividade, possíveis doenças e até características individuais do animal. Sem isso, o risco de deficiência de nutrientes como cálcio, fósforo, zinco, taurina e vitaminas é muito alto”, explica a especialista.

A orientação, segundo Yeda, é buscar sempre acompanhamento profissional e fazer a transição alimentar de forma gradual. “A introdução deve acontecer aos poucos, com planejamento e equilíbrio nutricional. Assim, o tutor consegue oferecer os benefícios da alimentação natural sem causar desconfortos gastrointestinais ao animal”, conclui.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

A importância do cuidado gastrointestinal em gatos e cães

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ROYAL CANIN® compartilha orientações sobre saúde digestiva e reforça o papel da nutrição como suporte ao acompanhamento veterinário

As alterações gastrointestinais estão entre os quadros mais frequentes na rotina veterinária e representam um desafio recorrente nos atendimentos aos pets. Estimativas globais* indicam que esses distúrbios são o principal motivo das consultas, correspondendo a cerca de 27% dos atendimentos, reforçando a relevância do tema e a necessidade de abordagens nutricionais adequadas.

Mais do que um sistema responsável pela digestão, o trato gastrointestinal exerce funções fundamentais para a saúde e o bem-estar dos animais. Ele atua diretamente na digestão e absorção de nutrientes, no equilíbrio hídrico e eletrolítico, na proteção imunológica do organismo e no suporte ao microbioma intestinal.

Sistema digestivo e impactos na saúde dos pets

O sistema digestivo de gatos e cães é composto pela cavidade oral, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso, além de órgãos como fígado e pâncreas, que atuam de forma integrada. Nesse contexto, o microbioma intestinal desempenha papel central, abrigando bilhões de microrganismos benéficos envolvidos na digestão, na produção de vitaminas e na defesa contra agentes potencialmente nocivos. Alterações nesse equilíbrio podem comprometer a função digestiva e favorecer processos inflamatórios.

As condições gastrointestinais englobam quadros que interferem na digestão adequada ou no trânsito intestinal, dificultando a absorção eficiente de nutrientes essenciais. Esses quadros podem se manifestar de forma aguda, com início súbito e maior risco de desidratação, ou de forma crônica, quando persistem ou se repetem ao longo do tempo, impactando o escore de condição corporal e a qualidade de vida do animal, além de demandarem acompanhamento clínico contínuo.

Principais causas e sinais clínicos das alterações gastrointestinais

Entre os principais fatores associados ao desenvolvimento dessas alterações estão a ingestão de alimentos inadequados, infecções virais, bacterianas ou parasitárias, doenças inflamatórias intestinais, doenças de base — como alterações hepáticas e pancreáticas —, reações adversas a componentes da dieta e a disbiose, caracterizada pelo desequilíbrio do microbioma intestinal.

Os sinais clínicos mais comuns incluem vômitos, diarreia e constipação, além de alterações no apetite, perda de peso, flatulência e mudanças no aspecto das fezes, que representam um importante indicador da saúde digestiva. A identificação precoce desses sinais é essencial para o diagnóstico adequado e para a definição da melhor estratégia de manejo pelo Médico-Veterinário.

Nutrição como suporte essencial no manejo clínico

Nesse contexto, a alimentação desempenha papel central como parte do suporte clínico a esses quadros. Em muitos casos, a adaptação da dieta é uma das primeiras recomendações no processo de investigação e tratamento, com o objetivo de compensar a digestão comprometida, favorecer a absorção de nutrientes e contribuir para a recuperação do animal.

Para auxiliar no manejo desses quadros, a ROYAL CANIN®, referência global em Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, oferece uma linha completa voltada ao suporte digestivo, desenvolvida para proporcionar segurança digestiva em diferentes cenários clínicos. As soluções nutricionais são formuladas para atender tanto situações agudas, que podem exigir alimentos de alta digestibilidade e alta densidade energética, quanto condições crônicas ou específicas, que demandam suporte contínuo e um alimento especificamente desenvolvido para cada afecção.

A linha contempla opções secas e úmidas adaptadas, tanto para cães como para gatos, a diferentes necessidades clínicas, como alimentos com teor reduzido de gordura e soluções com precisão de fibras para condições responsivas ao manejo nutricional com fibras. Também inclui fórmulas com proteínas hidrolisadas para casos de alergias associadas a quadros digestivos ou enteropatias crônicas, dietas para condições hepáticas crônicas, além de alimentos voltados à recuperação nutricional intensiva e ao uso em sondas alimentares.

Todos os alimentos são desenvolvidos com foco no suporte ao microbioma intestinal, por meio da combinação equilibrada de prebióticos, contribuindo para a restauração da função digestiva e o bem-estar dos pets.

*Euromonitor Pet Population Report; Internal CMI Quant Study (14 países, n=8.547 tutores); PB, Lo A, Eden CAN et al., Veterinary Record, 2006.

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de dietas que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 400 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 17 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 230 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: InPress Porter Novelli

Mercado pet avança com foco em saúde preventiva, tecnologia e modelos de recorrência

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O setor de saúde animal no Brasil tem registrado crescimento consistente nos últimos anos, impulsionado pelo aumento do investimento dos tutores em prevenção, bem-estar e cuidados veterinários. Esse movimento tem ampliado a demanda por serviços mais estruturados, como planos de saúde para pets, e acelerado processos de digitalização e padronização entre empresas do segmento.

Inserido nesse contexto, o mercado pet brasileiro figura entre os maiores do mundo e mantém ritmo de expansão acima da média da economia nacional. A profissionalização do setor e a mudança no comportamento do consumidor, cada vez mais atento à saúde dos animais, têm favorecido modelos de negócio baseados em recorrência, previsibilidade e uso intensivo de tecnologia.

Segundo Raphael Clímaco, médico veterinário e CEO da Plamev, empresa que atua no segmento de planos de saúde para cães e gatos, esse cenário tem estimulado uma reorganização do setor.
“Há uma mudança clara na forma como os tutores encaram a saúde dos pets. O cuidado preventivo e o planejamento financeiro passam a ter um papel central, o que impulsiona soluções mais estruturadas e digitalizadas”, avalia.

Com 13 anos de atuação, a Plamev iniciou suas atividades em Aracaju, em Sergipe, e, a partir de 2018, passou por um novo ciclo estratégico ao transferir parte da operação para Belo Horizonte, em Minas Gerais. O movimento acompanhou uma tendência observada em empresas do setor que buscam ganho de escala e expansão regional, aproximando-se de polos econômicos e logísticos mais amplos.

Desde então, a empresa tem investido na digitalização integral da operação e na padronização de processos, adotando um modelo baseado em recorrência. De acordo com Clímaco, a digitalização tem sido um fator determinante para o crescimento sustentável no segmento.
“Modelos digitais permitem maior eficiência operacional e previsibilidade, tanto para as empresas quanto para clínicas e hospitais veterinários, além de facilitar o acesso contínuo dos tutores aos serviços”, explica.

Especialistas do setor apontam que a combinação entre expansão regional, tecnologia e modelos escaláveis tende a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de operar de forma integrada e eficiente se torna um diferencial para acompanhar a evolução do consumo e as novas exigências do mercado pet no Brasil.

Fonte: Matheus Damaso

Crescimento de pets não convencionais expõe erros comuns de manejo

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Grande parte dos problemas de saúde observados nesse tipo de animal de estimação poderia ser evitada com informação adequada desde o início

O aumento de aves, répteis e pequenos mamíferos mantidos como animais de estimação nos lares brasileiros tem ampliado também a procura por atendimento veterinário especializado. No entanto, segundo especialistas, grande parte dos problemas de saúde observados nesses pets poderia ser evitada com informação adequada desde o início. Alimentação incorreta, ambiente inapropriado e ausência de acompanhamento preventivo estão entre os erros mais frequentes.

Dados do setor pet indicam que os animais não convencionais — grupo que inclui aves, répteis, peixes e pequenos mamíferos — já representam uma parcela significativa dos pets no país. A diversificação acompanha mudanças no estilo de vida urbano, espaços reduzidos nas residências e a popularização dessas espécies nas redes sociais. O desafio, porém, é que esses animais exigem cuidados muito específicos, que nem sempre são conhecidos pelos tutores.

No Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas, esse cenário já é claramente percebido na rotina clínica. “Temos observado um aumento consistente nos atendimentos a pets não convencionais, não apenas em casos de urgência, mas também em consultas preventivas, exames e orientações aos tutores. Isso mostra que há uma conscientização crescente, embora muitos problemas ainda sejam consequência de manejo indevido”, explica a médica-veterinária Raíssa Natali, especializada em animais não convencionais.

O fora do comum exige informação, não improviso

Apesar das diferenças entre espécies, os veterinários destacam que os erros cometidos pelos tutores tendem a se repetir. “Independentemente de ser ave, réptil ou pequeno mamífero, os principais equívocos envolvem alimentação incompatível, ambiente mal dimensionado, ausência de controle de temperatura e umidade e a falta de acompanhamento veterinário preventivo”, afirma Raíssa. Segundo ela, também é comum a automedicação e a adoção de orientações genéricas encontradas na internet, o que pode agravar quadros clínicos.

Morgana Prado, veterinária de pets não convencionais do HVT
Outro fator que dificulta o diagnóstico precoce é o comportamento natural desses animais. “A maioria dos pets não convencionais é espécie-presa e, por instinto, mascara sinais clínicos até o limite fisiológico. As alterações iniciais costumam ser sutis e pouco específicas, o que faz com que muitos cheguem ao atendimento já em estágios avançados da doença”, explica a médica-veterinária Morgana Prado, também especializada na área e atuante no HVT.

A ideia de que esses animais “dão menos trabalho” ou “não precisam de veterinário” é um dos principais riscos à saúde deles. “Essa percepção leva à negligência do manejo correto e da medicina preventiva. Sem acompanhamento, o diagnóstico e o tratamento acabam sendo tardios, o que reduz o prognóstico”, alerta Morgana. Ela reforça que a consulta preventiva é um pilar fundamental, permitindo avaliar nutrição, ambiente e manejo, além da realização de exames clínicos, laboratoriais e de imagem.

Carinho não basta

Para as veterinárias, a principal orientação aos tutores é que proximidade e carinho não substituem conhecimento técnico. “Não é o afeto que garante saúde, mas a informação correta e o acompanhamento veterinário especializado”, conclui Raíssa.

Morgana completa: “Diante de qualquer mudança discreta de comportamento, apetite, fezes ou mesmo na aquisição do animal, a recomendação é buscar orientação profissional, que assegura a busca pelo bem-estar e longevidade do pet”.

Serviço:

Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana
Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500

Fonte: AMZ

Entenda como os sachês ajudam a manter os cães e gatos hidratados nos dias mais quentes

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Especialista explica como a combinação entre alimento seco e úmido pode contribuir para a saúde e o bem-estar dos pets durante o calor

Com a chegada das altas temperaturas, a hidratação de cães e gatos se torna um cuidado ainda mais importante. Assim como os humanos, os pets sofrem com o calor excessivo e podem apresentar sinais de desidratação, como cansaço, perda de apetite e diminuição da disposição. Nesse cenário, o mix feeding, prática que combina o alimento seco com o alimento úmido, surge como um aliado para estimular a ingestão de líquidos e promover mais bem-estar no verão.

De acordo com a médica-veterinária Viviane Moura, da Special Dog Company, o uso de sachês na rotina alimentar é uma forma simples e eficaz de complementar a hidratação dos pets. “O alimento úmido possui alto teor de umidade e ajuda a aumentar a ingestão diária de líquidos por meio do alimento, especialmente para pets que bebem pouca água espontaneamente”, explica.

Além de contribuir para a hidratação, o mix feeding também torna as refeições mais atrativas, o que pode ser um diferencial durante os dias quentes, quando muitos animais reduzem o apetite. A combinação de texturas, aromas e sabores estimula o interesse pelo alimento, favorecendo uma alimentação adequada mesmo em períodos de calor intenso.

Outro benefício do alimento úmido é o suporte à saúde do trato urinário e ao funcionamento adequado do organismo. “Quando bem hidratado, o pet mantém suas funções fisiológicas equilibradas, o que impacta diretamente na disposição, na digestão e no conforto térmico”, conclui Viviane.

A prática do mix feeding deve sempre respeitar as necessidades nutricionais do animal. A recomendação é ajustar as quantidades para evitar excessos calóricos e garantir uma dieta balanceada. O ideal é que o tutor conte com a orientação de um nutricionista pet para definir a melhor combinação de alimento seco e úmido.

Com mais de 20 anos de atuação em nutrição pet, a Special Dog Company oferece um portfólio completo de alimentos úmidos para cães e gatos, desenvolvidos com ingredientes de qualidade e pensados para complementar a alimentação diária. Mais do que uma estratégia alimentar, o mix feeding é uma forma de cuidado, especialmente no verão, quando a atenção à hidratação deve ser redobrada.

Manter água fresca sempre disponível, evitar passeios nos horários mais quentes e adaptar a alimentação são medidas essenciais para ajudar os cães e gatos a atravessarem o verão com mais saúde e conforto.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 2.000 colaboradores.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.

Fonte: Race Comunicação

Sente coceira e falta de ar ao se aproximar de gatos? A resposta pode ser alergia, mas tem solução

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Especialista esclarece como identificar os sintomas respiratórios e cutâneos, indicando maneiras de lidar com a condição sem prejudicar os pets

Imagine um dia comum em que, ao visitar a casa de um amigo que tem gato, o contato inicial parece inofensivo. Com o passar do tempo, no entanto, surgem os primeiros sinais: espirros repetidos, nariz congestionado, coceira nos olhos e dificuldade para respirar. Ao deixar o ambiente, os sintomas diminuem, reforçando a ideia de que a convivência com gatos seria incompatível com quadros alérgicos.

Essa leitura, apesar de comum, não corresponde exatamente ao que ocorre do ponto de vista imunológico. A alergia associada aos gatos não está relacionada ao pelo em si, mas à exposição a proteínas específicas produzidas pelo próprio organismo do animal. A principal delas é a Fel d 1, presente na saliva, na urina e nas glândulas sebáceas dos felinos. Durante o hábito natural de se lamber, o gato espalha essa substância por toda a superfície do corpo.

Após a secagem, as partículas de Fel d 1 se desprendem com facilidade e permanecem suspensas no ar ou depositadas em superfícies como sofás, cortinas, tapetes e roupas. Por isso, a reação alérgica não exige contato direto com o animal e pode se manifestar mesmo em ambientes nos quais o gato não está presente naquele momento.

Segundo Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, rede especializada no desenvolvimento de itens hipoalergênicos, a associação direta entre alergia e pelo dificulta o controle adequado do quadro. “O pelo funciona apenas como um vetor. O que desencadeia a resposta imunológica é a Fel d 1, uma proteína microscópica e altamente dispersível, que entra em contato com as vias respiratórias e a pele das pessoas sensibilizadas”, explica.

De acordo com a profissional, a intensidade dos sintomas varia conforme o grau de sensibilização e o tempo de exposição. Em alguns indivíduos, predominam manifestações respiratórias, como espirros, congestão nasal, chiado no peito e falta de ar. Em outros, surgem reações cutâneas, incluindo prurido, vermelhidão e irritação ocular. Diante dessa diversidade de sinais, o diagnóstico médico é essencial para diferenciar alergias de outras condições respiratórias ou dermatológicas.

Outro equívoco frequente é considerar o afastamento do animal como única alternativa após a confirmação da alergia. Em quadros leves a moderados, o manejo adequado envolve a redução da carga alergênica no ambiente, associada a cuidados contínuos com o próprio pet. Nesse contexto, a saúde da pele do gato exerce papel central.

Como evitar os sintomas

“A pele funciona como uma barreira fisiológica. Quando está ressecada ou sensibilizada, ocorre maior liberação de resíduos no ambiente, favorecendo a dispersão da Fel d 1. Em contrapartida, uma pele íntegra e bem hidratada contribui para a diminuição desse processo”, esclarece Julinha. A especialista pontua que, atualmente, é possível encontrar no mercado de healthcare formulações dermatológicas seguras para os gatos, que auxiliam na restauração da barreira cutânea, na retenção de água e na redução da descamação.

Ingredientes como ceramidas participam da recomposição dessa barreira, enquanto ativos vegetais com propriedades calmantes e que auxiliam na desinflamação ajudam a controlar irritações e desconfortos cutâneos. “O cuidado dermatológico contínuo do animal não se limita ao bem-estar individual. Ele interfere diretamente na qualidade do ambiente compartilhado e na exposição do tutor às proteínas alergênicas”, ressalta Julinha.

A higienização do pet também requer atenção. O uso de agentes de limpeza suaves preserva o equilíbrio fisiológico da pele e evita o ressecamento excessivo, condição que tende a intensificar a liberação de partículas alergênicas. A regularidade desses cuidados, associada à escolha criteriosa das formulações, favorece resultados progressivos ao longo do tempo.

Ainda assim, o acompanhamento médico permanece indispensável. A avaliação profissional permite estabelecer a gravidade da alergia, orientar o tratamento adequado e definir limites seguros para o convívio. Em casos de hipersensibilidade mais acentuada, podem existir restrições mais severas, que devem ser avaliadas individualmente.

Sobre a Alergoshop:

A Alergoshop é referência no Brasil em produtos hipoalergênicos, desenvolvidos para promover saúde, bem-estar e uma rotina mais consciente. Com mais de 30 anos de mercado, a marca atende tanto pessoas com pele sensível ou com tendência a alergias quanto consumidores que buscam opções com menos ativos agressivos e maior cuidado com o corpo. Seu portfólio conta com mais de 240 itens livres de 95 substâncias nocivas, 100% Cruelty Free e possui selo oficial da empresa Eureciclo. Reconhecida pela qualidade e preferida por mais de 90% dos médicos especialistas, a Alergoshop é sinônimo de confiança e inovação.

Saiba mais em: https://alergoshop.com.br/

Fonte: Lucky Assessoria de Comunicação

A segunda loja é onde o pet shop mais quebra, e quase ninguém fala disso

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Por Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet, especialista do mercado pet*

Abrir a segunda loja costuma ser celebrada como sinal de sucesso; no mercado pet, porém, ela representa o momento mais arriscado da trajetória do empreendedor. A ideia é simples e incômoda: a primeira unidade valida o esforço individual, enquanto a segunda expõe a ausência de gestão. Muitos negócios não quebram por falta de clientes ou de mercado, e sim por excesso de confiança. O erro mais comum é interpretar resultado operacional pontual como maturidade empresarial, fazendo com que a expansão aconteça antes da estrutura necessária para sustentá-la.

Na maioria dos petshops de bairro, a primeira loja cresce porque o dono está presente em todas as frentes. Compra, vende, negocia com fornecedores, resolve problemas operacionais e mantém relação direta com os clientes. Esse modelo centralizado garante eficiência no curto prazo, pois reduz desperdícios, acelera decisões e compensa a falta de processos formais. O problema surge quando esse mesmo formato é replicado em uma segunda unidade. O negócio deixa de ser artesanal e passa a exigir liderança intermediária, processos claros, controles financeiros e padronização. Sem essas camadas de gestão, o empreendedor perde visibilidade do dia a dia, decisões tornam-se reativas e a operação começa a depender de improviso. Nesse cenário, os custos fixos dobram antes que a receita acompanhe, e a margem desaparece.

Outro fator crítico está na falsa percepção de escala. A abertura de uma nova loja amplia despesas estruturais como aluguel, folha de pagamento, estoque e tributos, sem garantir, automaticamente, aumento proporcional de faturamento. Além disso, a ausência de indicadores de desempenho faz com que problemas de ruptura, perdas de estoque, baixa produtividade da equipe e queda no padrão de atendimento demorem a ser percebidos. Quando o empresário identifica o desequilíbrio, o caixa já foi comprometido.

Os dados ajudam a explicar por que essa transição é tão perigosa. Segundo o Sebrae, empresas com até dois anos apresentam taxa média de sobrevivência de 76,6%. As microempresas, no entanto, ficam em apenas 55%, enquanto empresas de pequeno porte chegam a 98%. Essa diferença evidencia que o risco não está em empreender, e sim em crescer sem método, governança e preparo financeiro. No comércio varejista, onde se enquadram os petshops, a taxa de sobrevivência é de 77%. Os microempreendedores individuais resistem mais por operarem com estruturas enxutas e flexíveis, enquanto as microempresas puxam a média para baixo justamente quando tentam escalar sem gestão profissional.

O próprio perfil do setor amplia essa vulnerabilidade. De acordo com a Abinpet, o mercado pet faturou R$ 68,7 bilhões em 2023 e conta com mais de 50 mil lojas especializadas. Desse total, 81,6% são petshops de vizinhança, com faturamento mensal entre R$ 60 mil e R$ 100 mil e até quatro funcionários. Esses negócios concentram quase metade das vendas do setor, porém operam com margens apertadas, forte dependência do dono e baixa padronização de processos. Ao abrir a segunda loja, a inadimplência, os custos trabalhistas, a gestão de pessoas e a complexidade operacional crescem mais rápido do que a capacidade de controle.

Expandir pode, em teoria, garantir escala, diluir custos e fortalecer a marca. Na prática das PMEs brasileiras, a expansão sem dados transforma intuição em prejuízo. O Sebrae aponta que a mortalidade no comércio pode chegar a 90% em alguns segmentos, associada principalmente a decisões emocionais, falhas de planejamento e ausência de processos. No mercado pet, onde serviços especializados crescem acima de 20%, segundo a Abinpet, a exigência por gestão só aumenta. Escalar sem liderança estruturada, indicadores financeiros e rotinas operacionais não acelera o crescimento, apenas antecipa o erro.

A lição é dura, mas necessária. A primeira loja testa o empreendedor. A segunda testa o empresário. Antes de crescer em metros quadrados, é preciso crescer em método, pessoas e informação. Expandir não deveria ser um prêmio pelo bom desempenho inicial, e sim uma decisão estratégica sustentada por processos, dados e capacidade real de gestão. No varejo pet, crescer sem estrutura continua sendo o caminho mais curto para transformar crescimento em prejuízo.

*Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

Fonte: Mention

Alimentação dos pets: os erros mais comuns que podem afetar a saúde dos animais

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Excesso de comida, petiscos e horários irregulares estão entre os principais deslizes na alimentação de pets, alerta especialista.

A alimentação é um dos pilares da saúde e da longevidade de cães e gatos. No entanto, muitos tutores acreditam estar oferecendo uma dieta adequada quando, na prática, cometem erros que, ao longo do tempo, podem comprometer o bem-estar dos pets, desde desequilíbrios nutricionais até problemas metabólicos e comportamentais mais graves.

Segundo a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia, a rotina alimentar deve ser analisada de forma integrada, considerando não apenas o que o animal come, mas também como, quando e em que quantidade. “Alimentar um pet não é apenas abastecer um pote de comida. É oferecer o que o organismo dele realmente precisa, no momento certo e com a frequência adequada”, explica.

Pequenos erros na rotina, como horários irregulares, porções inadequadas ou a ausência de critérios na oferta de alimentos, muitas vezes passam despercebidos pelos tutores, mas têm impacto direto no bem-estar dos pets. Entre os erros mais comuns na alimentação de cães e gatos, a especialista destaca:

Falta de controle da quantidade de alimento
O excesso de comida é um dos principais fatores para o ganho de peso em cães e gatos. Com o tempo, isso sobrecarrega músculos, articulações e o metabolismo, além de aumentar o risco de doenças cardíacas e problemas de mobilidade. Pets acima do peso também costumam ficar menos ativos e mais desanimados, o que afeta diretamente o bem-estar. Mesmo quando o alimento é de boa qualidade, a quantidade faz diferença, explica a médica-veterinária Yeda Markowitsch. Por isso, o ideal é dividir a alimentação em duas ou três refeições ao longo do dia.

Oferta de restos de comida humana
Dar comida da mesa ainda é um hábito comum entre tutores, mas pode trazer riscos à saúde dos pets. Temperos, gorduras, sal, açúcar, cebola e alho fazem parte da nossa alimentação, mas não são adequados para cães e gatos. O consumo frequente pode causar problemas digestivos e, em alguns casos, doenças mais graves. Além disso, o pet pode passar a rejeitar a própria comida e pedir alimento o tempo todo.

Horários irregulares para as refeições
A falta de rotina também influencia o comportamento alimentar. Conforme a especialista explica, quando o pet não sabe a hora em que será alimentado, tende a comer rápido demais ou demonstrar ansiedade. “Deixar a ração disponível o dia inteiro é outro erro comum, que dificulta a percepção de saciedade e favorece o ganho de peso”, reforça.

Excesso de petiscos
Embora sejam usados como forma de carinho ou recompensa, os petiscos, quando oferecidos sem critério, desequilibram a dieta e aumentam a ingestão calórica diária. Segundo a especialista, o petisco deve complementar a alimentação, não substituir refeições nem ser a principal fonte de recompensa.

Descuido com a hidratação
A ingestão insuficiente de água pode causar problemas urinários e renais, especialmente em pets que consomem apenas ração seca. A desidratação também pode provocar cansaço, irritabilidade e menor disposição para atividades.Por isso, incluir alimentos úmidos e estimular o consumo de água faz toda a diferença para a saúde geral do pet.

Para Yeda Markowitsch, mudanças simples já trazem resultados importantes. “Manter uma alimentação equilibrada, com horários definidos e escolhas adequadas, o corpo responde melhor e o risco de doenças ao longo do tempo diminui. Isso se reflete em mais disposição, menos problemas de saúde e melhor qualidade de vida”, conclui.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Nome do novo bebê chimpanzé do Zoo São Paulo será Pepito

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A escolha foi feita com a ajuda do público que votou pelas redes sociais do zoológico

A família de primatas do Zoológico de São Paulo ganhou um novo integrante no dia 25 de janeiro. Tina e Pepe são os pais do menino, que se tornou o décimo chimpanzé a integrar o grupo da instituição. A chegada do caçula foi celebrada com muita festa, teve chá revelação e votação pública para a escolha do nome nas redes sociais oficiais do Zoo (@zoosaopaulo). Com mais de 13 mil votos, o nome escolhido foi Pepito.

Prestes a completar um mês de vida, o filhote segue sob os cuidados atentos da mãe e sob monitoramento constante da equipe técnica. Pepito já pode ser visto pelo público durante a visitação ao Zoológico de São Paulo. Ele é o segundo filho do casal Tina e Pepe, que também são pais de Petit, apresentada aos visitantes em janeiro de 2020.

Promoções de Fevereiro

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$49,95, válido de segunda à sexta-feira. O valor nos finais de semana e em compras para o mesmo dia é de R$99,90;
Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$19,95, válido de segunda à sexta-feira. O valor nos finais de semana e em compras para o mesmo dia é de de R$39,90;
Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$59,95, válido de segunda à sexta-feira. Ingresso avulso antecipado nos finais de semana por R$89,90. O valor no dia é de R$119,90 (necessário agendar o horário de visita)
Combo com quatro atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari e Mundo Dino – de R$319,90 por R$129,90, na compra antecipada. O valor no dia é de R$ 139,90
Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$359,90 por R$119,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$149,90.

Serviço

Funcionamento dos parques:

Zoo São Paulo: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 18h, e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 18h (bilheteria até às 17h);

Jardim Botânico: aberto todos os dias das 9h às 18h (bilheteria até às 17h);

Simba Safari: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 18h (primeira sessão às 9h30 e última sessão às 17h); e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 18h (primeira sessão às 9h e última sessão às 17h).

Compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda.

Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.

Fonte: Zoológico

Após o sucesso da estreia, Shopping Eldorado realiza a 2ª edição do Carna Pet

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Créditos: Divulgação

Evento pet friendly será no Espaço Pet e terá inscrição gratuita com premiação para os melhores looks

Depois de uma primeira edição que reuniu tutores e pets em clima de muita diversão, o Shopping Eldorado confirma a 2ª edição do Carna Pet, evento especial de Carnaval voltado para quem não desgruda do seu animal de estimação nem na folia. A nova edição acontece no dia 22 de fevereiro, a partir das 15h, no Espaço Pet, localizado no rooftop do 3º piso do shopping.

A programação inclui o já aguardado concurso de fantasias, que promete looks criativos e momentos de interação entre os participantes. Além do desfile, o público poderá aproveitar experiências que tornam o evento ainda mais afetivo e divertido, como a possibilidade de transformar a foto do pet em um chaveiro personalizado, criando uma lembrança única. Haverá também carrinho de algodão-doce e uma estação de drinks sem álcool personalizados, desenvolvidos em parceria com a APTK, inspirados nos pets e finalizados com fotos comestíveis. Os prêmios para os vencedores do concurso serão oferecidos pelo Shopping Eldorado em parceria com a Cobasi, Pipet, FOM e Zee Dog.

“O sucesso da primeira edição mostrou o quanto o público do Shopping Eldorado valoriza experiências que incluam toda a família, e isso também inclui os pets. O Carna Pet nasceu para celebrar esse vínculo de forma leve, divertida e segura, em um espaço preparado especialmente para receber os animais e seus tutores. Nesta segunda edição, queremos reforçar o shopping como um ponto de encontro para quem vive o Carnaval de um jeito afetivo, responsável e cheio de personalidade”, afirma Lilian Piva, gerente de marketing do Shopping Eldorado.

As inscrições para o desfile serão realizadas no próprio dia do evento, das 15h às 16h25. Para participar, os tutores deverão informar seus dados, além do nome do pet e da fantasia escolhida. Cada inscrito receberá um número de identificação para o desfile. Durante a apresentação, os pets desfilarão individualmente diante dos jurados, que avaliarão os participantes com base na criatividade e originalidade.

O Carna Pet acontece em um espaço preparado para receber os animais com conforto e segurança. A participação é gratuita, mediante resgate de ingresso pelo SuperApp Eldorado Prime. Como o espaço está sujeito à lotação, a orientação é garantir o ingresso com antecedência.

Serviço:
Evento: 2º Carna Pet do Shopping Eldorado
Data: 22 de fevereiro de 2026
Horário: Das 15h às 18h
Inscrições para o desfile: Das 15 às 16h25
Local: Espaço Pet – Rooftop 3º Piso do Shopping Eldorado
Entrada: Gratuita (com resgate dos ingressos no SuperApp Eldorado Prime)

Sobre o Shopping Eldorado

O Shopping Eldorado foi o terceiro shopping inaugurado em São Paulo e é uma referência em lazer, serviços e sustentabilidade. Localizado na Zona Oeste, à beira da Marginal Pinheiros, conta com 350 lojas, sendo sete âncoras e oito megalojas, e um mix diversificado e completo em todos os segmentos, como: gastronomia, lazer, moda e serviços. Além das atrações sazonais inéditas, para momentos de lazer em família. O Eldorado conta ainda com a maior e mais completa Alameda de Serviços em shoppings centers da cidade. Além de três praças de alimentação que suportam 1500 lugares, terraço gourmet com 17 restaurantes, nove salas de cinema e um teatro. Para ficar informado sobre promoções, descontos, atrações e vantagens, acesse o site.

Fonte: RPMA Comunicação

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