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Crescimento de pets não convencionais expõe erros comuns de manejo

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Grande parte dos problemas de saúde observados nesse tipo de animal de estimação poderia ser evitada com informação adequada desde o início

O aumento de aves, répteis e pequenos mamíferos mantidos como animais de estimação nos lares brasileiros tem ampliado também a procura por atendimento veterinário especializado. No entanto, segundo especialistas, grande parte dos problemas de saúde observados nesses pets poderia ser evitada com informação adequada desde o início. Alimentação incorreta, ambiente inapropriado e ausência de acompanhamento preventivo estão entre os erros mais frequentes.

Dados do setor pet indicam que os animais não convencionais — grupo que inclui aves, répteis, peixes e pequenos mamíferos — já representam uma parcela significativa dos pets no país. A diversificação acompanha mudanças no estilo de vida urbano, espaços reduzidos nas residências e a popularização dessas espécies nas redes sociais. O desafio, porém, é que esses animais exigem cuidados muito específicos, que nem sempre são conhecidos pelos tutores.

No Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas, esse cenário já é claramente percebido na rotina clínica. “Temos observado um aumento consistente nos atendimentos a pets não convencionais, não apenas em casos de urgência, mas também em consultas preventivas, exames e orientações aos tutores. Isso mostra que há uma conscientização crescente, embora muitos problemas ainda sejam consequência de manejo indevido”, explica a médica-veterinária Raíssa Natali, especializada em animais não convencionais.

O fora do comum exige informação, não improviso

Apesar das diferenças entre espécies, os veterinários destacam que os erros cometidos pelos tutores tendem a se repetir. “Independentemente de ser ave, réptil ou pequeno mamífero, os principais equívocos envolvem alimentação incompatível, ambiente mal dimensionado, ausência de controle de temperatura e umidade e a falta de acompanhamento veterinário preventivo”, afirma Raíssa. Segundo ela, também é comum a automedicação e a adoção de orientações genéricas encontradas na internet, o que pode agravar quadros clínicos.

Morgana Prado, veterinária de pets não convencionais do HVT
Outro fator que dificulta o diagnóstico precoce é o comportamento natural desses animais. “A maioria dos pets não convencionais é espécie-presa e, por instinto, mascara sinais clínicos até o limite fisiológico. As alterações iniciais costumam ser sutis e pouco específicas, o que faz com que muitos cheguem ao atendimento já em estágios avançados da doença”, explica a médica-veterinária Morgana Prado, também especializada na área e atuante no HVT.

A ideia de que esses animais “dão menos trabalho” ou “não precisam de veterinário” é um dos principais riscos à saúde deles. “Essa percepção leva à negligência do manejo correto e da medicina preventiva. Sem acompanhamento, o diagnóstico e o tratamento acabam sendo tardios, o que reduz o prognóstico”, alerta Morgana. Ela reforça que a consulta preventiva é um pilar fundamental, permitindo avaliar nutrição, ambiente e manejo, além da realização de exames clínicos, laboratoriais e de imagem.

Carinho não basta

Para as veterinárias, a principal orientação aos tutores é que proximidade e carinho não substituem conhecimento técnico. “Não é o afeto que garante saúde, mas a informação correta e o acompanhamento veterinário especializado”, conclui Raíssa.

Morgana completa: “Diante de qualquer mudança discreta de comportamento, apetite, fezes ou mesmo na aquisição do animal, a recomendação é buscar orientação profissional, que assegura a busca pelo bem-estar e longevidade do pet”.

Serviço:

Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana
Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500

Fonte: AMZ

Entenda como os sachês ajudam a manter os cães e gatos hidratados nos dias mais quentes

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Especialista explica como a combinação entre alimento seco e úmido pode contribuir para a saúde e o bem-estar dos pets durante o calor

Com a chegada das altas temperaturas, a hidratação de cães e gatos se torna um cuidado ainda mais importante. Assim como os humanos, os pets sofrem com o calor excessivo e podem apresentar sinais de desidratação, como cansaço, perda de apetite e diminuição da disposição. Nesse cenário, o mix feeding, prática que combina o alimento seco com o alimento úmido, surge como um aliado para estimular a ingestão de líquidos e promover mais bem-estar no verão.

De acordo com a médica-veterinária Viviane Moura, da Special Dog Company, o uso de sachês na rotina alimentar é uma forma simples e eficaz de complementar a hidratação dos pets. “O alimento úmido possui alto teor de umidade e ajuda a aumentar a ingestão diária de líquidos por meio do alimento, especialmente para pets que bebem pouca água espontaneamente”, explica.

Além de contribuir para a hidratação, o mix feeding também torna as refeições mais atrativas, o que pode ser um diferencial durante os dias quentes, quando muitos animais reduzem o apetite. A combinação de texturas, aromas e sabores estimula o interesse pelo alimento, favorecendo uma alimentação adequada mesmo em períodos de calor intenso.

Outro benefício do alimento úmido é o suporte à saúde do trato urinário e ao funcionamento adequado do organismo. “Quando bem hidratado, o pet mantém suas funções fisiológicas equilibradas, o que impacta diretamente na disposição, na digestão e no conforto térmico”, conclui Viviane.

A prática do mix feeding deve sempre respeitar as necessidades nutricionais do animal. A recomendação é ajustar as quantidades para evitar excessos calóricos e garantir uma dieta balanceada. O ideal é que o tutor conte com a orientação de um nutricionista pet para definir a melhor combinação de alimento seco e úmido.

Com mais de 20 anos de atuação em nutrição pet, a Special Dog Company oferece um portfólio completo de alimentos úmidos para cães e gatos, desenvolvidos com ingredientes de qualidade e pensados para complementar a alimentação diária. Mais do que uma estratégia alimentar, o mix feeding é uma forma de cuidado, especialmente no verão, quando a atenção à hidratação deve ser redobrada.

Manter água fresca sempre disponível, evitar passeios nos horários mais quentes e adaptar a alimentação são medidas essenciais para ajudar os cães e gatos a atravessarem o verão com mais saúde e conforto.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 2.000 colaboradores.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.

Fonte: Race Comunicação

Sente coceira e falta de ar ao se aproximar de gatos? A resposta pode ser alergia, mas tem solução

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Especialista esclarece como identificar os sintomas respiratórios e cutâneos, indicando maneiras de lidar com a condição sem prejudicar os pets

Imagine um dia comum em que, ao visitar a casa de um amigo que tem gato, o contato inicial parece inofensivo. Com o passar do tempo, no entanto, surgem os primeiros sinais: espirros repetidos, nariz congestionado, coceira nos olhos e dificuldade para respirar. Ao deixar o ambiente, os sintomas diminuem, reforçando a ideia de que a convivência com gatos seria incompatível com quadros alérgicos.

Essa leitura, apesar de comum, não corresponde exatamente ao que ocorre do ponto de vista imunológico. A alergia associada aos gatos não está relacionada ao pelo em si, mas à exposição a proteínas específicas produzidas pelo próprio organismo do animal. A principal delas é a Fel d 1, presente na saliva, na urina e nas glândulas sebáceas dos felinos. Durante o hábito natural de se lamber, o gato espalha essa substância por toda a superfície do corpo.

Após a secagem, as partículas de Fel d 1 se desprendem com facilidade e permanecem suspensas no ar ou depositadas em superfícies como sofás, cortinas, tapetes e roupas. Por isso, a reação alérgica não exige contato direto com o animal e pode se manifestar mesmo em ambientes nos quais o gato não está presente naquele momento.

Segundo Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, rede especializada no desenvolvimento de itens hipoalergênicos, a associação direta entre alergia e pelo dificulta o controle adequado do quadro. “O pelo funciona apenas como um vetor. O que desencadeia a resposta imunológica é a Fel d 1, uma proteína microscópica e altamente dispersível, que entra em contato com as vias respiratórias e a pele das pessoas sensibilizadas”, explica.

De acordo com a profissional, a intensidade dos sintomas varia conforme o grau de sensibilização e o tempo de exposição. Em alguns indivíduos, predominam manifestações respiratórias, como espirros, congestão nasal, chiado no peito e falta de ar. Em outros, surgem reações cutâneas, incluindo prurido, vermelhidão e irritação ocular. Diante dessa diversidade de sinais, o diagnóstico médico é essencial para diferenciar alergias de outras condições respiratórias ou dermatológicas.

Outro equívoco frequente é considerar o afastamento do animal como única alternativa após a confirmação da alergia. Em quadros leves a moderados, o manejo adequado envolve a redução da carga alergênica no ambiente, associada a cuidados contínuos com o próprio pet. Nesse contexto, a saúde da pele do gato exerce papel central.

Como evitar os sintomas

“A pele funciona como uma barreira fisiológica. Quando está ressecada ou sensibilizada, ocorre maior liberação de resíduos no ambiente, favorecendo a dispersão da Fel d 1. Em contrapartida, uma pele íntegra e bem hidratada contribui para a diminuição desse processo”, esclarece Julinha. A especialista pontua que, atualmente, é possível encontrar no mercado de healthcare formulações dermatológicas seguras para os gatos, que auxiliam na restauração da barreira cutânea, na retenção de água e na redução da descamação.

Ingredientes como ceramidas participam da recomposição dessa barreira, enquanto ativos vegetais com propriedades calmantes e que auxiliam na desinflamação ajudam a controlar irritações e desconfortos cutâneos. “O cuidado dermatológico contínuo do animal não se limita ao bem-estar individual. Ele interfere diretamente na qualidade do ambiente compartilhado e na exposição do tutor às proteínas alergênicas”, ressalta Julinha.

A higienização do pet também requer atenção. O uso de agentes de limpeza suaves preserva o equilíbrio fisiológico da pele e evita o ressecamento excessivo, condição que tende a intensificar a liberação de partículas alergênicas. A regularidade desses cuidados, associada à escolha criteriosa das formulações, favorece resultados progressivos ao longo do tempo.

Ainda assim, o acompanhamento médico permanece indispensável. A avaliação profissional permite estabelecer a gravidade da alergia, orientar o tratamento adequado e definir limites seguros para o convívio. Em casos de hipersensibilidade mais acentuada, podem existir restrições mais severas, que devem ser avaliadas individualmente.

Sobre a Alergoshop:

A Alergoshop é referência no Brasil em produtos hipoalergênicos, desenvolvidos para promover saúde, bem-estar e uma rotina mais consciente. Com mais de 30 anos de mercado, a marca atende tanto pessoas com pele sensível ou com tendência a alergias quanto consumidores que buscam opções com menos ativos agressivos e maior cuidado com o corpo. Seu portfólio conta com mais de 240 itens livres de 95 substâncias nocivas, 100% Cruelty Free e possui selo oficial da empresa Eureciclo. Reconhecida pela qualidade e preferida por mais de 90% dos médicos especialistas, a Alergoshop é sinônimo de confiança e inovação.

Saiba mais em: https://alergoshop.com.br/

Fonte: Lucky Assessoria de Comunicação

A segunda loja é onde o pet shop mais quebra, e quase ninguém fala disso

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Por Ricardo de Oliveira, CEO do Fórmula Pet Shop, sócio e diretor de expansão da Bable Pet, especialista do mercado pet*

Abrir a segunda loja costuma ser celebrada como sinal de sucesso; no mercado pet, porém, ela representa o momento mais arriscado da trajetória do empreendedor. A ideia é simples e incômoda: a primeira unidade valida o esforço individual, enquanto a segunda expõe a ausência de gestão. Muitos negócios não quebram por falta de clientes ou de mercado, e sim por excesso de confiança. O erro mais comum é interpretar resultado operacional pontual como maturidade empresarial, fazendo com que a expansão aconteça antes da estrutura necessária para sustentá-la.

Na maioria dos petshops de bairro, a primeira loja cresce porque o dono está presente em todas as frentes. Compra, vende, negocia com fornecedores, resolve problemas operacionais e mantém relação direta com os clientes. Esse modelo centralizado garante eficiência no curto prazo, pois reduz desperdícios, acelera decisões e compensa a falta de processos formais. O problema surge quando esse mesmo formato é replicado em uma segunda unidade. O negócio deixa de ser artesanal e passa a exigir liderança intermediária, processos claros, controles financeiros e padronização. Sem essas camadas de gestão, o empreendedor perde visibilidade do dia a dia, decisões tornam-se reativas e a operação começa a depender de improviso. Nesse cenário, os custos fixos dobram antes que a receita acompanhe, e a margem desaparece.

Outro fator crítico está na falsa percepção de escala. A abertura de uma nova loja amplia despesas estruturais como aluguel, folha de pagamento, estoque e tributos, sem garantir, automaticamente, aumento proporcional de faturamento. Além disso, a ausência de indicadores de desempenho faz com que problemas de ruptura, perdas de estoque, baixa produtividade da equipe e queda no padrão de atendimento demorem a ser percebidos. Quando o empresário identifica o desequilíbrio, o caixa já foi comprometido.

Os dados ajudam a explicar por que essa transição é tão perigosa. Segundo o Sebrae, empresas com até dois anos apresentam taxa média de sobrevivência de 76,6%. As microempresas, no entanto, ficam em apenas 55%, enquanto empresas de pequeno porte chegam a 98%. Essa diferença evidencia que o risco não está em empreender, e sim em crescer sem método, governança e preparo financeiro. No comércio varejista, onde se enquadram os petshops, a taxa de sobrevivência é de 77%. Os microempreendedores individuais resistem mais por operarem com estruturas enxutas e flexíveis, enquanto as microempresas puxam a média para baixo justamente quando tentam escalar sem gestão profissional.

O próprio perfil do setor amplia essa vulnerabilidade. De acordo com a Abinpet, o mercado pet faturou R$ 68,7 bilhões em 2023 e conta com mais de 50 mil lojas especializadas. Desse total, 81,6% são petshops de vizinhança, com faturamento mensal entre R$ 60 mil e R$ 100 mil e até quatro funcionários. Esses negócios concentram quase metade das vendas do setor, porém operam com margens apertadas, forte dependência do dono e baixa padronização de processos. Ao abrir a segunda loja, a inadimplência, os custos trabalhistas, a gestão de pessoas e a complexidade operacional crescem mais rápido do que a capacidade de controle.

Expandir pode, em teoria, garantir escala, diluir custos e fortalecer a marca. Na prática das PMEs brasileiras, a expansão sem dados transforma intuição em prejuízo. O Sebrae aponta que a mortalidade no comércio pode chegar a 90% em alguns segmentos, associada principalmente a decisões emocionais, falhas de planejamento e ausência de processos. No mercado pet, onde serviços especializados crescem acima de 20%, segundo a Abinpet, a exigência por gestão só aumenta. Escalar sem liderança estruturada, indicadores financeiros e rotinas operacionais não acelera o crescimento, apenas antecipa o erro.

A lição é dura, mas necessária. A primeira loja testa o empreendedor. A segunda testa o empresário. Antes de crescer em metros quadrados, é preciso crescer em método, pessoas e informação. Expandir não deveria ser um prêmio pelo bom desempenho inicial, e sim uma decisão estratégica sustentada por processos, dados e capacidade real de gestão. No varejo pet, crescer sem estrutura continua sendo o caminho mais curto para transformar crescimento em prejuízo.

*Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

Fonte: Mention

Alimentação dos pets: os erros mais comuns que podem afetar a saúde dos animais

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Excesso de comida, petiscos e horários irregulares estão entre os principais deslizes na alimentação de pets, alerta especialista.

A alimentação é um dos pilares da saúde e da longevidade de cães e gatos. No entanto, muitos tutores acreditam estar oferecendo uma dieta adequada quando, na prática, cometem erros que, ao longo do tempo, podem comprometer o bem-estar dos pets, desde desequilíbrios nutricionais até problemas metabólicos e comportamentais mais graves.

Segundo a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia, a rotina alimentar deve ser analisada de forma integrada, considerando não apenas o que o animal come, mas também como, quando e em que quantidade. “Alimentar um pet não é apenas abastecer um pote de comida. É oferecer o que o organismo dele realmente precisa, no momento certo e com a frequência adequada”, explica.

Pequenos erros na rotina, como horários irregulares, porções inadequadas ou a ausência de critérios na oferta de alimentos, muitas vezes passam despercebidos pelos tutores, mas têm impacto direto no bem-estar dos pets. Entre os erros mais comuns na alimentação de cães e gatos, a especialista destaca:

Falta de controle da quantidade de alimento
O excesso de comida é um dos principais fatores para o ganho de peso em cães e gatos. Com o tempo, isso sobrecarrega músculos, articulações e o metabolismo, além de aumentar o risco de doenças cardíacas e problemas de mobilidade. Pets acima do peso também costumam ficar menos ativos e mais desanimados, o que afeta diretamente o bem-estar. Mesmo quando o alimento é de boa qualidade, a quantidade faz diferença, explica a médica-veterinária Yeda Markowitsch. Por isso, o ideal é dividir a alimentação em duas ou três refeições ao longo do dia.

Oferta de restos de comida humana
Dar comida da mesa ainda é um hábito comum entre tutores, mas pode trazer riscos à saúde dos pets. Temperos, gorduras, sal, açúcar, cebola e alho fazem parte da nossa alimentação, mas não são adequados para cães e gatos. O consumo frequente pode causar problemas digestivos e, em alguns casos, doenças mais graves. Além disso, o pet pode passar a rejeitar a própria comida e pedir alimento o tempo todo.

Horários irregulares para as refeições
A falta de rotina também influencia o comportamento alimentar. Conforme a especialista explica, quando o pet não sabe a hora em que será alimentado, tende a comer rápido demais ou demonstrar ansiedade. “Deixar a ração disponível o dia inteiro é outro erro comum, que dificulta a percepção de saciedade e favorece o ganho de peso”, reforça.

Excesso de petiscos
Embora sejam usados como forma de carinho ou recompensa, os petiscos, quando oferecidos sem critério, desequilibram a dieta e aumentam a ingestão calórica diária. Segundo a especialista, o petisco deve complementar a alimentação, não substituir refeições nem ser a principal fonte de recompensa.

Descuido com a hidratação
A ingestão insuficiente de água pode causar problemas urinários e renais, especialmente em pets que consomem apenas ração seca. A desidratação também pode provocar cansaço, irritabilidade e menor disposição para atividades.Por isso, incluir alimentos úmidos e estimular o consumo de água faz toda a diferença para a saúde geral do pet.

Para Yeda Markowitsch, mudanças simples já trazem resultados importantes. “Manter uma alimentação equilibrada, com horários definidos e escolhas adequadas, o corpo responde melhor e o risco de doenças ao longo do tempo diminui. Isso se reflete em mais disposição, menos problemas de saúde e melhor qualidade de vida”, conclui.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Nome do novo bebê chimpanzé do Zoo São Paulo será Pepito

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A escolha foi feita com a ajuda do público que votou pelas redes sociais do zoológico

A família de primatas do Zoológico de São Paulo ganhou um novo integrante no dia 25 de janeiro. Tina e Pepe são os pais do menino, que se tornou o décimo chimpanzé a integrar o grupo da instituição. A chegada do caçula foi celebrada com muita festa, teve chá revelação e votação pública para a escolha do nome nas redes sociais oficiais do Zoo (@zoosaopaulo). Com mais de 13 mil votos, o nome escolhido foi Pepito.

Prestes a completar um mês de vida, o filhote segue sob os cuidados atentos da mãe e sob monitoramento constante da equipe técnica. Pepito já pode ser visto pelo público durante a visitação ao Zoológico de São Paulo. Ele é o segundo filho do casal Tina e Pepe, que também são pais de Petit, apresentada aos visitantes em janeiro de 2020.

Promoções de Fevereiro

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$49,95, válido de segunda à sexta-feira. O valor nos finais de semana e em compras para o mesmo dia é de R$99,90;
Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$19,95, válido de segunda à sexta-feira. O valor nos finais de semana e em compras para o mesmo dia é de de R$39,90;
Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$59,95, válido de segunda à sexta-feira. Ingresso avulso antecipado nos finais de semana por R$89,90. O valor no dia é de R$119,90 (necessário agendar o horário de visita)
Combo com quatro atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari e Mundo Dino – de R$319,90 por R$129,90, na compra antecipada. O valor no dia é de R$ 139,90
Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$359,90 por R$119,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$149,90.

Serviço

Funcionamento dos parques:

Zoo São Paulo: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 18h, e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 18h (bilheteria até às 17h);

Jardim Botânico: aberto todos os dias das 9h às 18h (bilheteria até às 17h);

Simba Safari: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 18h (primeira sessão às 9h30 e última sessão às 17h); e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 18h (primeira sessão às 9h e última sessão às 17h).

Compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda.

Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.

Fonte: Zoológico

Após o sucesso da estreia, Shopping Eldorado realiza a 2ª edição do Carna Pet

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Evento pet friendly será no Espaço Pet e terá inscrição gratuita com premiação para os melhores looks

Depois de uma primeira edição que reuniu tutores e pets em clima de muita diversão, o Shopping Eldorado confirma a 2ª edição do Carna Pet, evento especial de Carnaval voltado para quem não desgruda do seu animal de estimação nem na folia. A nova edição acontece no dia 22 de fevereiro, a partir das 15h, no Espaço Pet, localizado no rooftop do 3º piso do shopping.

A programação inclui o já aguardado concurso de fantasias, que promete looks criativos e momentos de interação entre os participantes. Além do desfile, o público poderá aproveitar experiências que tornam o evento ainda mais afetivo e divertido, como a possibilidade de transformar a foto do pet em um chaveiro personalizado, criando uma lembrança única. Haverá também carrinho de algodão-doce e uma estação de drinks sem álcool personalizados, desenvolvidos em parceria com a APTK, inspirados nos pets e finalizados com fotos comestíveis. Os prêmios para os vencedores do concurso serão oferecidos pelo Shopping Eldorado em parceria com a Cobasi, Pipet, FOM e Zee Dog.

“O sucesso da primeira edição mostrou o quanto o público do Shopping Eldorado valoriza experiências que incluam toda a família, e isso também inclui os pets. O Carna Pet nasceu para celebrar esse vínculo de forma leve, divertida e segura, em um espaço preparado especialmente para receber os animais e seus tutores. Nesta segunda edição, queremos reforçar o shopping como um ponto de encontro para quem vive o Carnaval de um jeito afetivo, responsável e cheio de personalidade”, afirma Lilian Piva, gerente de marketing do Shopping Eldorado.

As inscrições para o desfile serão realizadas no próprio dia do evento, das 15h às 16h25. Para participar, os tutores deverão informar seus dados, além do nome do pet e da fantasia escolhida. Cada inscrito receberá um número de identificação para o desfile. Durante a apresentação, os pets desfilarão individualmente diante dos jurados, que avaliarão os participantes com base na criatividade e originalidade.

O Carna Pet acontece em um espaço preparado para receber os animais com conforto e segurança. A participação é gratuita, mediante resgate de ingresso pelo SuperApp Eldorado Prime. Como o espaço está sujeito à lotação, a orientação é garantir o ingresso com antecedência.

Serviço:
Evento: 2º Carna Pet do Shopping Eldorado
Data: 22 de fevereiro de 2026
Horário: Das 15h às 18h
Inscrições para o desfile: Das 15 às 16h25
Local: Espaço Pet – Rooftop 3º Piso do Shopping Eldorado
Entrada: Gratuita (com resgate dos ingressos no SuperApp Eldorado Prime)

Sobre o Shopping Eldorado

O Shopping Eldorado foi o terceiro shopping inaugurado em São Paulo e é uma referência em lazer, serviços e sustentabilidade. Localizado na Zona Oeste, à beira da Marginal Pinheiros, conta com 350 lojas, sendo sete âncoras e oito megalojas, e um mix diversificado e completo em todos os segmentos, como: gastronomia, lazer, moda e serviços. Além das atrações sazonais inéditas, para momentos de lazer em família. O Eldorado conta ainda com a maior e mais completa Alameda de Serviços em shoppings centers da cidade. Além de três praças de alimentação que suportam 1500 lugares, terraço gourmet com 17 restaurantes, nove salas de cinema e um teatro. Para ficar informado sobre promoções, descontos, atrações e vantagens, acesse o site.

Fonte: RPMA Comunicação

O e-commerce pet está saturado ou ainda há espaço para nichos?

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O comércio eletrônico voltado ao setor pet segue em ritmo de crescimento no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pela consolidação da digitalização do varejo. Para ilustrar o crescimento, somente entre maio e junho de 2025, plataformas de e-commerce como AliExpress, Shopee e Mercado Livre divulgaram aumento de até 300% na venda de produtos voltados para animais de estimação.

Mesmo diante desse cenário positivo, o aumento da concorrência levanta um questionamento estratégico para empreendedores e investidores: o e-commerce pet já atingiu um nível de saturação ou ainda há oportunidades relevantes de expansão?

Para Hugo Galvão de França Filho, diretor da Enjoy Pets, o mercado vive um momento de amadurecimento. “Existe uma competição intensa no modelo tradicional, principalmente quando falamos de grandes players disputando preço e logística em escala nacional. Mas isso não significa que o mercado esteja saturado. Há espaço significativo para nichos bem-posicionados, que entregam experiência, curadoria e relacionamento”, afirma.

Segundo o especialista, segmentos como alimentação natural, produtos funcionais, suplementos, linhas hipoalergênicas, itens personalizados e modelos de assinatura recorrente apresentam crescimento consistente e maior potencial de fidelização. No entanto, com a entrada de marketplaces especializados e grandes varejistas no segmento pet, a disputa por preço se intensificou, e a experiência do cliente se tornou um ativo fundamental para construírem relacionamentos de longo prazo.

Outro fator que reforça o potencial de crescimento é a expansão do consumo pet em cidades médias e regiões onde a oferta física ainda é limitada. Nesses casos, o e-commerce amplia o acesso a produtos premium e especializados. “Existe um Brasil pet que ainda não foi totalmente explorado no digital. A interiorização representa uma oportunidade concreta para empresas que estruturam bem sua operação”, avalia Galvão.

O especialista também destaca que logística eficiente, política clara de trocas, presença ativa nas redes sociais e uso estratégico de dados deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos básicos para competir no ambiente digital. Para empresas conseguirem espaços no mercado, o e-commerce pet exige hoje planejamento estruturado, análise constante de indicadores, construção sólida de marca e estratégias voltadas à retenção.

Com consumidores cada vez mais conectados e dispostos a investir no bem-estar dos animais de estimação, o setor pet digital mostra que está mais competitivo, mas longe de estar esgotado. Empresas que compreendem o comportamento do tutor e atuam de forma inteligente em nichos específicos conseguem encontrar amplo espaço para crescimento no setor.

Fonte: Dampress Comunicação

Petz realiza Estação de Verão no Parque Ibirapuera

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A programação conta com três dias de atrações e dinâmicas especiais para os cães e seus responsáveis

A Petz, maior e mais completo ecossistema do segmento pet brasileiro, realiza uma Estação de Verão no Parque Ibirapuera para celebrar a estação mais quente do ano. O Verão Petz acontecerá nos dias 28 de fevereiro e 01 e 08 de março, das 9h às 16h, em diferentes pontos do parque: no dia 28, no Petz Park (Portão 6), e nos dias 01 e 08, na Praça da Paz. A programação especial é voltada para pets e seus responsáveis, com atividades, dinâmicas e distribuição de brindes.

“O Petz Park foi criado especialmente para promover o bem-estar dos cães e de seus responsáveis. E nada melhor do que um evento de verão para que os pets aproveitem esse período ao máximo. Nosso objetivo é proporcionar experiências especiais, criando momentos únicos”, explica Marcelo Maia, VP de Marketing, Digital e Inovação do Grupo Petz.

A Estação de Verão Petz contará com áreas de descanso, com espreguiçadeiras e puffs, além de pontos de hidratação, muita sombra e demonstrações de produtos voltados aos cuidados diários dos animais, incluindo snacks, itens de higiene e limpeza, acessórios e brinquedos.

No dia 28 de fevereiro, no Petz Park, além da experimentação de produtos, a Estação de Verão contará com serviços voltados ao bem-estar e à segurança dos animais. A Pet Society fará a aplicação de protetor solar específico para pets, reforçando os cuidados necessários durante os dias mais quentes.

A ação também inclui iniciativas de relacionamento com o programa de fidelidade Clubz. Promotores estarão disponíveis para explicar os benefícios do programa e identificar o nível de cada visitante, com apoio de um totem informativo. Cada categoria recebe um brinde diferente; já os tutores que ainda não fazem parte do Clubz poderão realizar o cadastro no local e receber o brinde correspondente ao nível Bronze.

Para marcar a Estação de Verão, ainda no dia 28, uma ação lúdica de “caça ao brinde” foi especialmente preparada, na qual os participantes poderão retirar brindes das marcas participantes mediante um cadastro simples feito no próprio local. Haverá também a participação da Freeze, com a distribuição gratuita de Petlés — picolés desenvolvidos especialmente para pets. Os visitantes também poderão participar da ação da Zee.Now, que inclui uma roleta com brindes exclusivos e a entrega de vouchers para uso na loja física. Para participar, é necessário preencher um cadastro e girar a roleta uma única vez. Promotores estarão posicionados para orientar o público sobre as ações.

No dia 01 de março, a Petz realiza a ativação Jogo Plinko com Clubz no Bolsão do MAM, ponto de grande circulação do parque, próximo à Praça da Paz, onde estará instalada a Estação de Verão. A ação tem como objetivo apresentar o programa de fidelidade Clubz, com apoio de promotores responsáveis por orientar o público sobre o funcionamento e os benefícios do programa. Neste dia, os participantes poderão jogar o Plinko e concorrer a brindes, com chances adicionais para clientes já cadastrados, de acordo com o nível no Clubz. Visitantes que ainda não fazem parte do programa poderão realizar o cadastro no local e participar uma vez da dinâmica.

Para encerrar a programação, no dia 08 de março, a Petz inicia na Praça da Paz uma agenda dedicada aos cuidados e ao bem-estar dos animais. A programação inclui duas rodas de conversa com o veterinário e comunicador Alexandre Rossi, que abordará cuidados com pets durante as viagens de verão. Durante os encontros, o público poderá participar de dinâmicas e receber kits informativos, complementando as ações educativas e de serviço oferecidas ao longo do dia. Haverá também uma ativação do plano Seres Saúde, com distribuição de vouchers de desconto mediante cadastro no local.

Serviço / Estação de Verão Petz – Verão Petz
Locais:
Dia 28/02 (sábado) Petz Park – Parque Ibirapuera
Dia 01/03 (domingo) Praça da Paz & Bolsão do MAM
Dia 08/03 (domingo) Praça da Paz

Horário: das 9h às 16h
Entrada gratuita

Sobre a Petz

O Grupo Petz é o maior e mais completo ecossistema do segmento pet brasileiro e possui mais de 260 lojas, nas 5 regiões brasileiras. Sua plataforma alia a experiência de compra e atendimento diferenciado atrelando a experiência de lojas físicas à conveniência e agilidade de seus canais digitais.

O grupo Petz é formado pelas marcas: Petix, líder no mercado de tapetes higiênicos no Brasil com a marca SuperSecão; Cansei de Ser Gato (CDSG)- uma das maiores plataformas digitais de conteúdo e produtos exclusivos para gatos; Zee.dog, que comercializa produtos e acessórios exclusivos e inovadores para cachorros em mais de 45 países; Zee.now, serviço de entrega super expressa de produtos pet e Cão Cidadão, maior franquia de adestramento em domicílio da América Latina.

O Grupo Petz é ainda responsável pelo Adote Petz, um dos maiores programas de adoção de cães e gatos do país, com mais de 86 mil adoções promovidas desde 2007, e pelo Centro Veterinário Seres, que reúne clínicas e hospitais veterinários. Primeira empresa do setor pet a realizar oferta inicial de ações (IPO) na B3, a Petz se mantém como única representante deste segmento na bolsa brasileira.

Fonte: NovaPR

Carioca Shopping convida o público a mudar uma vida na Feira de Adoção Pet

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Créditos: Divulgação

O Carioca Shopping realiza no sábado, 21 de fevereiro, a partir das 14h, mais uma edição da Feira de Adoção Pet, iniciativa que integra o calendário de ações do empreendimento e reforça o seu compromisso com a causa animal. Em parceria com a ONG Entre Pegadas, o evento acontece no segundo piso, corredor das lojas Renner, e reúne cães e gatos resgatados, todos à espera de um novo começo e de um lar cheio de amor.

Pet friendly, o shopping abre espaço para encontros que transformam histórias. São animais que já enfrentaram o abandono e agora esperam por uma família disposta a oferecer cuidado, paciência e afeto. “Cada adoção representa uma segunda chance. É um gesto simples, mas capaz de mudar completamente a vida desses animais”, afirma Michelle Coutinho, gerente de marketing do Carioca Shopping.

Para garantir adoções responsáveis, os interessados devem ter mais de 21 anos e apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, originais e cópias. Antes da adoção, os candidatos passam por uma entrevista com os organizadores, assegurando que cada pet seja encaminhado a um lar preparado para recebê-lo com responsabilidade e carinho.

Sobre a ONG Entre Pegadas

Fundada em 2015, a ONG Entre Pegadas dedica sua atuação à proteção animal, promovendo a conscientização sobre castração e guarda responsável. Desde 2016, desenvolve um trabalho contínuo na região do CEASA-RJ, onde já possibilitou milhares de adoções e procedimentos de castração, contribuindo para o bem-estar e a dignidade de cães e gatos resgatados.

Serviço

Feira de Adoção Pet – Carioca Shopping
Data: 21 de fevereiro (sábado)
Horário: das 14h às 18h
Local: Avenida Vicente de Carvalho, 909, Vila da Penha – 2º piso, corredor da Renner
Entrada gratuita

Fonte: Canal a comunicação

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