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Cão de Rodinhas lança Calendário 2026 e transforma amor em inclusão — com opções de presentes solidários para as festas de fim de ano

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Além do calendário que retrata 68 pets com deficiência, Instituto oferece produtos exclusivos na loja solidária — ideias sensíveis e com propósito para presentear neste Natal

O Instituto Cão de Rodinhas, referência nacional na defesa e inclusão de animais com deficiência, anuncia o lançamento do Calendário 2026, cuja renda será revertida integralmente para o cuidado e o resgate de mais cães e gatos em situação de vulnerabilidade. Em sua sétima edição, o projeto celebra a vida de 68 pets de diferentes regiões do país — animais com deficiência física, sensorial ou motora — retratados em sessões fotográficas cheias de afeto, representatividade e superação. Mais do que imagens bonitas, o calendário reforça uma mensagem poderosa: esses pets são plenos, felizes e capazes de viver com qualidade de vida quando recebem amor, cuidado e respeito.

As fotos foram realizadas em estúdios de São Paulo, com apoio da Petlove, e em Curitiba, reunindo tutores, fotógrafos e voluntários em um clima de celebração da vida. As vagas para participar do calendário — abertas gratuitamente e para todo o Brasil — se esgotaram em menos de dez minutos, demonstrando o impacto e o alcance crescente da causa. Para Larissa Tanaka Onuki, fundadora do Instituto e tutora de Argos, um border collie cadeirante, o calendário não é apenas um material de arrecadação, mas um instrumento de transformação social: “Eles não precisam de pena — precisam de respeito. Pets com deficiência brincam, passeiam, vivem plenamente. Combater o capacitismo animal é impedir que eles sejam abandonados ou tenham a eutanásia indicada sem necessidade.”

Além da conscientização, o calendário tem caráter comunitário: ele ajuda a custear parte dos cuidados dos próprios pets que participam do projeto, contribuindo com despesas como fraldas, fisioterapia, cadeira de rodas e atendimentos veterinários.

Presentes solidários para o fim de ano
Com a proximidade do Natal e das festas de fim de ano, o Instituto destaca o calendário e os demais produtos de sua loja solidária como opções de presentes com propósito. Além do calendário, estão disponíveis livros, cartilhas educativas, kits infantis e produtos exclusivos: https://www.caoderodinhas.com.br/category/all-products. Cada compra contribui diretamente para o cuidado de animais com deficiência e ajuda o Instituto a ampliar suas ações de acolhimento e conscientização. Presentear com produtos do Cão de Rodinhas significa transformar afeto em impacto real — um gesto que inspira empatia e promove inclusão.

O valor arrecadado financia não apenas o suporte aos pets atendidos pelo Instituto, mas também ações de capacitação e orientação para tutores, clínicas e protetores independentes.

Ao escolher o Instituto Cão de Rodinhas neste fim de ano, o presente vai muito além de um objeto: ele se transforma em inclusão, cuidado e novas chances de vida. O Calendário 2026 e os demais produtos solidários já estão disponíveis em https://www.caoderodinhas.com.br/category/all-products.

Uma rede de apoio em expansão
Com 7 anos de existência, o Instituto Cão de Rodinhas é gerido por uma equipe voluntária composta por Larissa Onuki (presidente e fundadora), Pollyana Mayer (vice-presidente), Jorgete Taniguchi (diretora financeira), Luana Rossi (diretora técnica veterinária) e aproximadamente 30 voluntários espalhados por todo o Brasil. O grupo busca ampliar sua rede de parcerias com clínicas veterinárias, ONGs protetoras, empresas e influenciadores, a fim de fortalecer o ecossistema de apoio aos animais com deficiência.

A importância da visibilidade da causa dos Pets com Deficiência
O Brasil enfrenta um grave cenário de abandono: segundo estimativas da OMS, há mais de 30 milhões de animais abandonados no país — muitos deles com algum tipo de deficiência. Ainda hoje, esses pets sofrem com o preconceito, a invisibilidade e a negligência.

Uma pesquisa do Instituto Pet Brasil aponta que apenas 10% dos animais com deficiência são adotados. Isso se deve, em grande parte, à falta de informação sobre a capacidade de adaptação e à crença equivocada de que esses pets exigem cuidados impossíveis. O Instituto Cão de Rodinhas atua para desfazer esses mitos, mostrando que com amor, orientação e os recursos adequados, esses animais podem levar uma vida plena e feliz.

Além disso, estudos científicos reforçam os benefícios da adoção de animais para a saúde humana. Segundo uma pesquisa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a adoção de pets está relacionada à redução do estresse, à diminuição de sintomas de depressão e à melhora na autoestima. O convívio com animais também tem efeitos terapêuticos, como demonstrado por um estudo da Universidade de Harvard, que destaca os impactos positivos dos pets na regulação emocional e no fortalecimento de vínculos sociais.

“A deficiência não tira o valor e nem a alegria de um animal, mas infelizmente o olhar da sociedade ainda é carregado deste preconceito velado. Nosso trabalho é mostrar que esses pets têm tanto amor e vontade de viver quanto qualquer outro. O capacitismo animal precisa ser combatido com informação de qualidade, acolhimento, empatia e exemplos reais de superação”, detalha Larissa.

Sobre a ONG Instituto Cão de Rodinhas
O Instituto Cão de Rodinhas, primeira organização não governamental brasileira voltada exclusivamente à inclusão de animais com deficiência, conscientização e acolhimento de tutores, comemora sete anos de atuação contínua. Fundado em 2018 por Larissa Tanaka Onuki, inspirada por seu cão cadeirante Argos, o Instituto se tornou referência nacional ao combater o capacitismo animal e promover ações de apoio aos tutores e conscientização.

“Quando criei o Instituto, queria transformar a história do Argos em um ponto de virada para muitos outros animais que, como ele, sofreram preconceitos por falta de representatividade e informação corretas, e no final receberam a indicação de eutanásia sem haver real necessidade, justificada como “sacrifício por invalidez”. Hoje, ver que impactamos a vida de dezenas de pets e de seus tutores nos mostra que estamos no caminho certo. Cada rodinha que gira, cada recomeço, é uma vitória contra o preconceito proporcionando inclusão, qualidade de vida ao pet e felicidade à família”, afirma Larissa Tanaka Onuki, presidente do Instituto Cão de Rodinhas.

Atualmente, o Instituto oferece suporte mensal a 60 animais com deficiência físicas e sensoriais, vítimas de abandono e maus-tratos, fornecendo insumos como fraldas, antipulgas, ração e tapetes higiênicos. Também mantém as ações do “Clube do Cão de Rodinhas”, grupo de apoio ao tutor que existe em 13 capitais de diferentes estados Brasileiros, onde ocorrem encontros semestrais e publicou materiais inéditos de educação e sensibilização, como a cartilha gratuita “Cuidados do Pet com Deficiência” e o livro infantil “Argos, o Cão de Rodinhas”, que promove o respeito à diversidade desde a infância.

Fonte: Carol Herling Grinbaum

Filme ‘Caramelo’ e SP Market mostram que amor também se adota

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Shopping segue com a campanha “Seu Pet Está Aqui” incentivando a adoção responsável e o recomeço de cães e gatos resgatados

Assim como na emocionante história do Caramelo, novo sucesso da Netflix que conquistou corações ao mostrar como a adoção transforma vidas, o Shopping SP Market, na Zona Sul de São Paulo, está levando essa mensagem para além das telas. Com a campanha “Seu Pet Está Aqui”, o shopping convida o público a viver uma história real de amor e recomeço ao lado de um novo amigo de quatro patas.

Em parceria com a ONG Cão Sem Dono, a ação busca conscientizar sobre a importância da adoção responsável, oferecendo um novo lar a cães e gatos resgatados, muitos deles vindos do Rio Grande do Sul, após a catástrofe que marcou o início de 2024.

Mais de 80 anúncios com fotos e informações dos pets disponíveis estão espalhados pelos pisos G1, G2 e G3 do estacionamento. Cada anúncio traz um QR Code, que direciona os visitantes para saber mais sobre a história do animal e agendar uma entrevista com a ONG responsável.

“A campanha é um lembrete de que o amor da sua vida pode ter quatro patas, olhos curiosos e um rabinho que não para de balançar. Queremos mostrar que o final feliz para um pet está mais perto do que se imagina, e pode começar com um simples olhar para o próximo anúncio”, destaca a gerente de marketing do shopping, Maíra Santos.

Sobre o SP Market
O shopping SP Market está localizado na Avenida das Nações Unidas, Zona Sul de São Paulo, próximo à estação Jurubatuba. O empreendimento, que é referência de diversão em todo o país, concentra o Parque da Mônica, maior parque de diversão indoor da América Latina e terceiro maior do mundo, o Hello Park, maior rede de parques multimídias do mundo, o Museu das Ilusões, maior acervo de ilusão ótica, e agora, conta com a Suhai Music Hall, nova casa de shows da Capital, a maior do Brasil, com capacidade para mais de 9 mil pessoas. Além disso, conta com um mix de mais de 250 operações, 11 salas Stadium Cinemark com tecnologia X-D, 3 praças de alimentação, restaurantes e completa ala de serviços. O complexo atrai mensalmente mais de 1 milhão de visitantes e destaca-se pela forte gastronomia com marcas como Outback, Coco Bambu, Paris6, Madero, Mania de Churrasco Premium, Pecorino e Bar do Alemão.

Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540, Jurubatuba
Central de Atendimento: (11) 5541-2006 – www.shoppingspmarket.com.br.
Mais informações: @shoppingspmarket_oficial

Fonte: Máxima Assessoria

Dia Mundial do Tamanduá: Vetnil® reforça a importância da espécie e projeto desenvolvido por ONG parceira

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Instituto Tamanduá atua na pesquisa, conservação e reabilitação da espécie, contribuindo para a preservação da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas

Celebrado anualmente em 19 de novembro, o Dia Mundial do Tamanduá tem como principal objetivo chamar a atenção para a importância desses animais na natureza e para os desafios que enfrentam para sobreviver. Entre queimadas, atropelamentos e perda de habitat, os tamanduás estão entre as espécies mais vulneráveis à ação humana.

Nesse contexto, a Vetnil®, empresa brasileira do setor veterinário, destaca o trabalho do Instituto Tamanduá, ONG parceira da marca, que há duas décadas se dedica à pesquisa, conservação e reabilitação de tamanduás, tatus e preguiças em todo o território brasileiro.

Fundado em 2005 pela médica-veterinária Dra. Flávia Miranda, o Instituto Tamanduá é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que alia ciência, educação ambiental e políticas públicas para garantir a sobrevivência de espécies ameaçadas e promover a coexistência harmoniosa entre humanos e fauna silvestre.

Entre as principais frentes de atuação estão a pesquisa científica, a reabilitação e soltura de animais silvestres, a educação ambiental e a colaboração com órgãos públicos em estratégias nacionais de conservação.

Atualmente, a ONG mantém três bases operacionais no Brasil, sendo duas delas com foco direto na preservação dos tamanduás:

Pantanal (MS) – sede do projeto Órfãos do Fogo, dedicado à reabilitação de tamanduás-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) vítimas das queimadas e outros impactos ambientais. O trabalho inclui o resgate e cuidado de filhotes órfãos, além de cursos de capacitação para veterinários e biólogos.
Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA) – voltada à preservação dos tamanduaís (Cyclopes didactylus), o menor tamanduá do mundo. As ações envolvem monitoramento de indivíduos em vida livre e reflorestamento de manguezais, vegetação essencial para conectar a Mata Atlântica e a Amazônia.
De acordo com Dra. Flávia Miranda, fundadora e presidente do Instituto, o trabalho com essas espécies vai muito além do cuidado direto com os animais. “O tamanduá é um verdadeiro engenheiro do ecossistema. Ele controla naturalmente populações de formigas e cupins, contribuindo para o equilíbrio do solo e das cadeias alimentares. Quando desaparece de uma região, há um efeito em cascata que afeta toda a biodiversidade local. Proteger os tamanduás é também proteger a floresta, o cerrado e o pantanal”, explica.

As ameaças, no entanto, são crescentes. “As queimadas, o desmatamento e os atropelamentos são as principais causas de mortalidade desses animais. Por serem solitários e de movimentação lenta, acabam não conseguindo escapar de incêndios ou cruzar estradas em segurança. Nosso papel é não apenas resgatar e reabilitar, mas também sensibilizar as pessoas sobre a importância de conviver com a fauna e preservar seus habitats”, completa Flávia.

Parceira do Instituto Tamanduá, a Vetnil® reforça seu compromisso com o bem-estar e a saúde dos animais, apoiando iniciativas que fazem a diferença na conservação da biodiversidade. “A atuação do Instituto é inspiradora e essencial para a preservação de espécies emblemáticas do nosso país. Para nós, é motivo de orgulho contribuir com uma causa tão relevante e alinhada aos nossos valores”, afirma Michelle Bertolini do Couto , gerente de marketing pet e institucional Vetnil®.

O Instituto Tamanduá conta com o apoio de parceiros, voluntários e doadores que ajudam a sustentar suas ações em campo. É possível contribuir por meio de doações financeiras, adoção simbólica de animais ou doação de materiais de trabalho. Mais informações estão disponíveis no site da instituição: www.tamandua.org.

https://vetnil.com.br/noticia/dia-mundial-do-tamandua-vetnil-r-reforca-a-importancia-da-especie-e-projeto-desenvolvido-por-ong-parceira

Sobre a Vetnil®

Fundada há mais de 30 anos pelo Médico-Veterinário Dr. João Carlos Ribeiro (In memoriam), a Vetnil®, empresa familiar e 100% nacional, atua em pesquisas e no desenvolvimento de produtos para a saúde, bem-estar e performance animal, estando entre os principais laboratórios de saúde animal no mercado pet e líder no segmento de equinos no Brasil. A companhia também exporta as suas soluções para mais de 17 países e tem acumulado premiações importantes, como “100 Melhores empresas para se trabalhar no Brasil” (Revista Época, 2006), “30 Melhores empresas para a mulher trabalhar” (Revista Época, 2006), “As 200 Pequenas e Médias Empresas Que Mais Crescem No Brasil” (Revista Exame, 2015), “Melhores do Agronegócio – As 10 melhores do Setor Saúde Animal” (Anuário do Agronegócio 2015, Revista Globo Rural), vencedora na categoria ‘Produtos Veterinários’ do Anuário do Agronegócio da Revista Globo Rural de 2016, 2018 e 2021, “Melhores empresas para Trabalhar GPTW Brasil 2020” no ranking Indústria, ranking São Paulo 2020 e ranking Agronegócio 2021, divulgado pela Great Place To Work, “Melhor Indústria 2025 – Categoria Pet Vet” no 1º Prêmio ANDIPET, “Certificação Internacional LEED Silver”, um dos selos de sustentabilidade mais respeitados globalmente concedido pela U.S. Green Building Council, entre outras.

Saiba mais sobre nossa história em nosso site: https://vetnil.com.br/sobre

Fonte: Ana Paula Giorgetti

Juliana Sato é a nova colunista do portal Cães e Gatos

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O primeiro artigo da coluna entra no ar na última semana de novembro

A psicóloga Juliana Sato, especialista em luto pet, passa a assinar uma coluna mensal no portal da Revista Cães & Gatos, uma das publicações mais tradicionais do setor pet e vet do país.

Com mais de 40 anos de história e atualizações diárias voltadas a tutores e médicos-veterinários, o portal amplia seu olhar sobre o bem-estar emocional ao abrir espaço para discussões sobre saúde mental no universo pet & vet.

Certificada pela Association for Pet Loss and Bereavement, referência mundial em luto pet, Juliana atua desde 2023 com consultoria e atendimento em saúde mental para profissionais do segmento, além de mentorias voltadas à construção de culturas organizacionais mais humanas e sustentáveis.

Integrante da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária, a psicóloga também é uma das organizadoras do livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária” (Editora Lucto), que traz reflexões sobre a complexidade do tema e seus impactos no cuidado animal e humano.

As publicações de Juliana Sato estarão disponíveis a partir da última semana de novembro, acessando https://caesegatos.com.br/

Fonte: LILÁS COMUNICAÇÃO

HackaPet: estudantes de ONGs usam tecnologia para transformar a vida de animais em situação de rua

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Iniciativa da SoulCode une educação, tecnologia e solidariedade para gerar impacto positivo na causa animal

Quase 5 milhões de cães e gatos vivem em condições de vulnerabilidade no Brasil, segundo dados do Instituto Pet Brasil. Diante desse cenário, a SoulCode, edtech brasileira que tem como propósito democratizar a educação digital, promoveu a segunda edição do HackaPet — um hackathon que une tecnologia, propósito e empatia para criar soluções voltadas ao bem-estar de animais em situação de rua.

A iniciativa reuniu 60 alunos das ONGs Casa do Zezinho, Instituto Verdescola e Fundação Crescer Criança, que tiveram o desafio de desenvolver projetos inovadores com impacto real. Em formato de competição colaborativa, os participantes se dividiram em cinco squads e criaram sites intuitivos para ajudar a enfrentar os desafios da causa animal, desde mapear animais abandonados, denunciar maus tratos, estimular campanhas de castração, vacinação e arrecadação de doações. Os sites foram atualizados com design responsivo e receberam nomes inspiradores como Adopt Me, Amor de Patas, Adote um Auumigo, Busca Pet e Guardiões dos Animais.

Durante um dia inteiro de imersão, as turmas se apresentaram em dois períodos (manhã e tarde) a uma banca de avaliadores composta por profissionais e mentores convidados da SoulCode, além da presença de executivos de grandes empresas que trouxeram perspectivas de mercado e contribuíram com insights importantes acerca dos projetos apresentados. Os grupos foram premiados com bolsas de estudo exclusivas para outras trilhas de formação da edtech, além de outros incentivos oferecidos pela SoulCode.

“O HackaPet é uma oportunidade de unir tecnologia, propósito e impacto social. Ao mesmo tempo em que nossos alunos colocam em prática as habilidades adquiridas, eles contribuem para um tema urgente e sensível, que é o cuidado com os animais em situação de vulnerabilidade”, destaca Carmela Borst, fundadora e CEO da SoulCode.

Com iniciativas como o HackaPet, a edtech reforça seu compromisso de usar a educação tecnológica como ferramenta de transformação, estimulando o protagonismo de jovens em vulnerabilidade social e contribuindo para um futuro mais justo.

Sobre a SoulCode

A SoulCode é uma edtech brasileira que tem como propósito democratizar a educação digital no Brasil, com a missão de gerar inclusão digital, impacto social, diversidade e renda. Sua metodologia é reconhecida por um modelo de aprendizado ágil e suportado por Inteligência Artificial (IA), integrando habilidades técnicas e interpessoais e ensino de inglês para tecnologia.

O projeto foi idealizado por profissionais renomados do setor de tecnologia, após anos de estudos e visitas às escolas de programação mais conceituadas da Europa e Estados Unidos. Tendo como sócios-fundadores Carmela Borst, Fabricio Cardoso e Silvio Genesini, a edtech representa a visão de sua equipe e o renomado Conselho Consultivo, que entendem que, através da formação em programação e ponte para empregabilidade, podem apoiar o início e a ressignificação da carreira de milhares de pessoas.

A SoulCode possui mais de 150 mil alunos em sua plataforma de educação inclusiva e já transformou a vida de mais de 6 mil pessoas por meio de bootcamps com bolsas gratuitas de educação digital, além de possibilitar que mais de 300 jovens de favelas tenham acesso à educação digital. Para mais informações sobre a SoulCode, acesse o site: https://soulcode.com/

Fonte: Encaso Comunicação

Novembro Azul Pet: médica-veterinária alerta para a prevenção do câncer de próstata em cães e gatos

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Special Dog Company reforça campanha e destaca a importância do diagnóstico precoce e da castração preventiva

A campanha Novembro Azul, tradicionalmente voltada à saúde do homem, também deve incluir uma reflexão sobre o bem-estar dos animais de companhia. Assim como os humanos, cães e gatos podem desenvolver câncer de próstata, uma enfermidade grave e silenciosa que, quando identificada tardiamente, pode reduzir as chances de tratamento eficaz.

Segundo Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company, a conscientização é o primeiro passo para mudar esse cenário. “O câncer de próstata em pets é uma doença que pode evoluir de forma silenciosa. Por isso, incentivar os tutores a manterem as consultas de rotina e realizarem exames preventivos é essencial para garantir mais saúde e longevidade aos animais”, ressalta.

A especialista explica que, embora menos comum na prática veterinária, a palpação retal é um exame fundamental, especialmente em cães com idade superior a cinco anos, mesmo que sejam castrados. Além disso, a ultrassonografia é outro método eficaz para detectar alterações prostáticas precoces, permitindo que o tratamento seja iniciado antes que a doença avance.

Entre os principais sinais clínicos observados nos animais afetados estão a dificuldade ou dor ao urinar, presença de sangue na urina, esforço para defecar sem sucesso, defecação dolorosa, dor generalizada, dificuldade para andar e perda de peso.

Diante de qualquer um desses sintomas, o tutor deve procurar imediatamente um médico-veterinário. O diagnóstico precoce é determinante para o sucesso do tratamento, que pode envolver cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, conforme a gravidade e o estágio da doença.

Outro ponto destacado pela especialista é que a castração precoce, realizada antes da maturidade sexual, é uma importante aliada na prevenção do câncer de próstata. Além de reduzir o risco da neoplasia, o procedimento contribui para o controle populacional e para a melhora do comportamento dos animais. “A castração é uma medida preventiva eficaz e deve ser sempre avaliada em conjunto com o veterinário. Mais do que evitar doenças, ela contribui para uma vida mais tranquila e saudável”, reforça Kelly.

A médica-veterinária ainda reforça a importância das consultas periódicas ao profissional especializado. “Assim como fazemos check-ups anuais, nossos pets também precisam de acompanhamento regular. Isso permite identificar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente, promovendo mais qualidade de vida e bem-estar”, conclui.

Neste Novembro Azul Pet, a Special Dog Company reforça seu compromisso com a saúde e o cuidado integral dos animais de companhia, incentivando os tutores a manterem a atenção preventiva e o amor responsável durante todo o ano.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 2.000 colaboradores.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.

Fonte: Race Comunicação

Dez dicas para proteger seu cachorro dos fogos de artifício no fim de ano

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Especialista em comportamento canino explica como evitar acidentes e reduzir o estresse dos animais durante Natal e Réveillon

O fim de ano costuma registrar aumento de acidentes e fugas de animais domésticos, cenário impulsionado principalmente pelo barulho dos fogos de artifício. Dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) mostram que cães possuem uma capacidade auditiva muito superior à humana e, para eles, sons acima de 60 decibéis (equivalente a uma conversa em tom elevado) já podem provocar reações intensas de estresse físico e psicológico. Diante desse contexto, o especialista em comportamento canino Richardson Zago, fundador da Zago Adestramento e sócio-fundador do Patinhas Urbanas, reforça a importância da prevenção. “O susto faz o animal agir por impulso, o que pode resultar em ferimentos ou longas fugas. Preparar o ambiente reduz significativamente esses riscos”, afirma. A seguir, Zago apresenta dez recomendações essenciais para garantir a segurança dos cães nas festas de Natal e Réveillon.

1. Proteja os ouvidos do pet
O uso de algodão macio ajuda a atenuar o impacto sonoro das explosões. Embora não elimine o ruído, reduz a pressão sonora e ameniza o desconforto que desencadeia crises de pânico.

2. Organize um espaço acolhedor
Toquinhas, caixas de transporte, casinhas ou cantos fechados funcionam como abrigos seguros. “Locais menores oferecem sensação de proteção. É importante deixar tudo acessível para que o cão possa se acomodar rapidamente”, explica Zago.

3. Reforce portões, janelas e varandas
Em casas, o risco de fuga aumenta quando o cão tenta atravessar grades ou escalar muros por estar assustado. Em apartamentos, a atenção deve ser redobrada com portas e vidraças. “Já registramos casos de animais que se machucaram ao romper vidro durante um momento de desespero”, alerta o especialista.

4. Garanta identificação atualizada
Plaquinhas, QR Code ou coleiras com telefone facilitam o reencontro caso o animal fuja. Segundo Zago, essa precaução simples aumenta consideravelmente as chances de retorno seguro.

5. Mantenha postura calma e nunca deixe o cão sozinho
A presença do tutor influencia diretamente o comportamento do animal. “O cão observa o tutor como referência emocional. Quando você se mantém tranquilo, ele percebe estabilidade e tende a se acalmar mais depressa”, afirma. Nunca deixe o pet desacompanhado durante os fogos, especialmente se ele já apresenta histórico de medo.

6. Treine desde filhote
Acostumar o animal desde cedo diminui a chance de reações extremas. “Quando filhote, o ideal é prepará-lo para essas situações. Fingir que nada está acontecendo, não olhar para o cão e manter a rotina faz com que ele entenda o barulho como algo normal”, explica.

7. Mantenha sua calma
A tranquilidade do tutor é determinante. Agir naturalmente evita que o cão interprete a situação como uma ameaça maior do que realmente é.

8. Evite abraços excessivos
Apego exagerado reforça a ideia de que há perigo. O objetivo é transmitir segurança, não estimular o medo.

9. Use a técnica do pano
Envolver o cão com um pano de forma leve, gerando uma pressão suave, pode ajudar a regular o sistema nervoso e reduzir a ansiedade.

10. Associe o barulho a uma experiência positiva, mas com cuidado
Oferecer algo para roer pode ser útil, desde que o momento seja controlado.
Zago alerta: “Você pode dar algo para o cachorro roer e, enquanto ele está focado nisso, introduzir sons de fogos bem baixinho, observando se ele mantém a sensação de prazer. Mas isso deve ser feito antes do medo aparecer. Se oferecermos algo enquanto o cão já está assustado, reforçamos o comportamento de pânico”.

SOBRE ZAGO ADESTRAMENTO

Fundada em 1998, hoje a Zago Adestramento é constituída por uma equipe de profissionais altamente capacitados, todos unidos pelo olhar muito mais profundo para as necessidades dos tutores e dos seus companheiros de quatro patas. Por conta disso, oferece uma gama de serviços, criados ao longo de 27 anos de experiência, para lidar com diferentes temperamentos e compreendendo que métodos engessados não funcionam. Entre os diferenciais estão as atividades de condicionamento físico, natação, trilha, entre outros.

Ao longo de sua carreira, Zago atendeu diversas personalidades. Entre os últimos cases estão o adestramento dos cachorros Salomão (Sharpei) e Amora (SRD) da apresentadora da Record TV e repórter do Blog “Entre Pets e Beijos” no R7.com, Lidiane Shayuri Hayashi com o seu marido Michael Keller, jornalista da Record TV e apresentador do PodCringe- podcast da RecordTV”; os pets Júlio, Tadeu (ambos Spitz) e Miguel (Samoieda) da modelo, apresentadora e empresária Juju Salimeni; os cachorros SRD Marley e Sky de Regiane Tápias, apresentadora do programa Revista da Cidade TV da TV Gazeta.

@zagoadestramento

SOBRE O PATINHAS URBANAS

O Patinhas Urbanas surgiu em 2014 quando Richardson Zago, adestrador há mais de 27 anos, começou a adestrar a Nina, cachorrinha de Humberto e Cida Gava (seus clientes na época). Foi aí que decidiram inaugurar um conjunto de hotel e creche na zona norte de São Paulo que entregasse o mesmo amor que eles têm pelos cães. Inicialmente, localizado na região de Santana, o espaço se expandiu e se estabeleceu no bairro do Imirim e, hoje, conta com mais um sócio, o administrador de empresas, Daniel Navarro. Atualmente, o Patinhas conta com mais de 200 clientes fixos entre daycare e banho e tosa e já hospedou mais de 500 cães.

São 12 anos de dedicação, estudando muito sobre o mercado e comportamento canino para proporcionar um ambiente saudável, recreativo e educacional. A missão do Patinhas Urbanas é entender a personalidade dos cães e oferecer atividades lúdicas, de socialização, e gasto de energia, sempre com o lema: “aqui o bem-estar e a diversão são realmente levados a sério”.

@patinhasurbanas

Fonte: Publicar Comunics

Brasileiros temem alta de preços com fusão entre Petz e Cobasi, aponta pesquisa do Instituto Locomotiva

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Levantamento nacional do Instituto Locomotiva revela ainda preocupação com abandono de animais por conta da concentração de mercado

Pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, promovida pelo Instituto Caramelo, mostra que a maioria dos brasileiros teme que a possível fusão entre as duas maiores redes de petshops do país, Petz e Cobasi, leve a uma concentração excessiva de mercado e, consequentemente, ao aumento de preços para os consumidores. Segundo o levantamento, 77% dos entrevistados acreditam que, quando poucas empresas dominam um setor, os valores cobrados tendem a ficar maiores. Apenas 17% consideram que permaneceriam iguais, e 6% apostam em uma possível redução.

Os resultados também apontam um impacto potencial sobre o bem-estar dos animais: 84% dos entrevistados acreditam que o aumento de preços em produtos e serviços pet pode levar parte da população a abandonar seus animais de estimação. Desse total, 34% dizem que isso ocorreria “com certeza”, e 50%, que seria “provável”.

— O dado revela um aspecto social profundo. O brasileiro construiu uma relação afetiva intensa com seus animais, mas essa convivência depende de um mercado acessível. Quando os custos sobem além do possível, o impacto deixa de ser apenas econômico e se torna emocional — analisa João Paulo Cunha, diretor de Pesquisa no Instituto Locomotiva.

Entre os entrevistados, 67% avaliam que uma eventual união entre as duas empresas traria risco de formação de um monopólio, concentrando o mercado de produtos e serviços voltados a animais de estimação em poucas mãos. A percepção de risco à concorrência é consistente: mesmo quando a pergunta sobre uma fusão é feita sem citar os nomes das companhias, mas indicando que são as duas maiores do setor, 72% acreditam que o mercado tende a caminhar para uma situação de monopólio.

— Os números mostram que o consumidor brasileiro tem uma leitura sofisticada da dinâmica de mercado. Existe a consciência de que a concorrência é o que garante preços justos e variedade. Quando esse equilíbrio se perde, cresce o sentimento de vulnerabilidade econômica — explica Cunha.

O Instituto Locomotiva realizou a pesquisa quantitativa por autopreenchimento digital com mil entrevistas respondidas com brasileiros, homens e mulheres, com idades acima de 18 anos e residentes em todas as regiões do país. A coleta ocorreu entre os dias 15 e 28 de outubro de 2025 e os resultados apresentam uma margem de erro de 3,1 pontos percentuais.

— Encomendamos o estudo para ampliar o debate público e dar visibilidade ao que o consumidor realmente pensa sobre o tema. Nosso foco é sempre o bem-estar animal, e ele passa também pela sustentabilidade econômica das famílias e das empresas que cuidam e protegem os pets no Brasil — afirma Marília Lima, responsável técnica do Instituto Caramelo.

Desde o anúncio da fusão, o Instituto Caramelo tem alertado para o risco de monopólio no setor pet, o que, segundo a organização, prejudica a pluralidade de negócios e a sustentabilidade das ações de proteção animal. A pesquisa nacional faz parte da campanha #NãoAoMonopólioPet, que já recebeu o apoio de mais de 16 mil pessoas, reforçando a necessidade de uma avaliação rigorosa pelo Cade. Para participar da mobilização, basta acessar o site da campanha e assinar o manifesto.

A fusão entre Petz e Cobasi segue em análise pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Superintendência-Geral do órgão chegou a emitir parecer favorável à operação, sem impor restrições, mas o processo foi ampliado após questionamentos de concorrentes e fornecedores sobre possíveis efeitos da concentração no setor. O Cade agora reúne informações adicionais para avaliar o impacto da transação sobre preços, acesso a insumos e diversidade de oferta: pontos centrais em um mercado em rápida expansão e de forte apelo entre os consumidores brasileiros.

Sobre o Instituto Caramelo

O Instituto Caramelo nasceu em fevereiro de 2015 a fim de dar voz àqueles que não podem falar! Uma organização não governamental sem fins lucrativos, dedicada ao resgate e cuidado de animais domésticos em situação de maus tratos e abandono. Nosso trabalho não cuida somente dos animais, mas da sociedade como um todo – com foco na saúde pública, controle de zoonoses e a diminuição da taxa de natalidade de animais errantes. Tudo isso através de castrações gratuitas, conscientização da saúde preventiva, vacinação, adoção consciente e educação.

Com um hospital veterinário 24 horas, realizamos intervenções emergenciais, entrada dos resgatados e acompanhamento contínuo até que os animais estejam prontos para adoção responsável. As atividades que desenvolvemos incluem resgates, manutenção de mais de 300 animais, campanhas de castração e atendimentos externos para tutores em situação de vulnerabilidade social.

Como principais resultados de nossas ações, destacamos as boas adoções que conseguimos proporcionar aos mais de 6 mil animais resgatados ao longo desses mais de 10 anos. Nosso objetivo final é que cada animal, sob nossa tutela, encontre um lar onde seja amado e bem cuidado.

Fonte: Avenida Comunicação

Esculturas do Art for Pets tomam as ruas, praças e terminais de São Paulo

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Créditos: Divulgação

Iniciativa transforma a capital paulista em uma galeria urbana em defesa dos animais; obras serão leiloadas com 100% do lucro revertido ao Instituto Caramelo

Desde quarta-feira (12), as esculturas da Art for Pets vêm transformando São Paulo em uma galeria a céu aberto em defesa da causa animal. A iniciativa, que tem o Instituto Caramelo como instituição beneficiada, reúne cerca de 30 obras de cães e gatos com 1,4 metro de altura, espalhadas por parques, praças, terminais e ruas da cidade, para despertar a consciência sobre a adoção responsável e o cuidado com os animais.

Depois de mais de um mês em exibição no MorumbiShopping, onde os visitantes puderam acompanhar o processo de criação dos artistas, as obras agora ganharam as ruas. As esculturas já podem ser encontradas em locais como os terminais Pinheiros, Lapa, Barra Funda e Tietê, o Parque do Povo, o Parque da Independência, o Hotel InterContinental (na Alameda Santos, Jardim Paulista) e o Cetenco Plaza, na Avenida Paulista. Nos próximos dias, outras peças chegarão a mais parques e praças paulistanas, onde permanecerão em exposição até 19 de dezembro.

Mais do que uma intervenção artística, a ação busca chamar atenção para uma realidade alarmante: estima-se que mais de 30 milhões de cães e gatos vivam em situação de abandono no Brasil. A Art for Pets é uma criação da Artery, referência em grandes exposições de arte urbana com propósito social, e integra um movimento que alia cultura e responsabilidade social.

Leilão em prol da causa animal

Ao final da exposição, todas as esculturas participarão de um leilão beneficente, com 100% do lucro revertido ao Instituto Caramelo – referência nacional no resgate e reabilitação de animais, que celebra dez anos de atuação em 2025. Os recursos arrecadados serão direcionados para ampliar o trabalho da instituição, que atua diariamente no acolhimento, reabilitação e adoção de cães, gatos e outros animais.

“A Art for Pets é um convite à empatia. Ao ocupar a cidade com arte, conseguimos gerar visibilidade para uma causa que ainda precisa de muita atenção. Cada escultura representa uma história de afeto, superação e esperança, e ver essas obras nas ruas é uma forma de mostrar que o amor e o cuidado também podem inspirar transformação social”, comenta Yohanna Perlman, diretora executiva do Instituto Caramelo.

O leilão online das esculturas terá início no dia 18 de novembro e segue aberto até 12 de dezembro. Após a exposição nas ruas, parte das obras poderá ser vista em uma mostra especial na cidade, encerrando o circuito da iniciativa que conecta arte e impacto social.

Sobre o Instituto Caramelo

Parceiro oficial do projeto, o Instituto Caramelo atua há uma década transformando a vida de cães e gatos abandonados. Fundado em fevereiro de 2015, mantém um abrigo em Ribeirão Pires (SP) com cerca de 300 animais resgatados, em um espaço de 27 mil metros quadrados equipado com centro cirúrgico 24 horas, núcleo de fisioterapia, adestramento, 3 áreas de soltura, 30 gatis e canis, além de uma equipe dedicada de mais de 40 profissionais.

Para manter suas atividades, o instituto precisa de cerca de R$300 mil por mês, valor viabilizado por doações, parcerias e vendas na loja própria. Ao longo de sua história, já promoveu mais de 6.800 adoções responsáveis, garantindo cuidado, saúde e dignidade a milhares de animais. Mais informações: www.institutocaramelo.org.

Fonte: Avenida Comunicação

Do metanol à saúde animal: o perigo desconhecido da falsificação de produtos veterinários

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Créditos: Divulgação

Por Gabriela Mura

A tragédia recente envolvendo bebidas adulteradas com metanol, que causou dezenas de mortes no país, levantou um alerta urgente sobre o risco de produtos de origem duvidosa. Se até bebidas destinadas ao consumo humano são falsificadas, o que dizer de medicamentos veterinários, muitas vezes comprados sem prescrição e fora dos canais oficiais?

O problema da falsificação na saúde animal é antigo, mas vem ganhando força com a popularização das vendas online. Produtos contrabandeados, roubados ou simplesmente falsos circulam em marketplaces e redes sociais, atraindo tutores e produtores rurais com preços muito abaixo da média. Por trás dessa aparente vantagem, existe um enorme risco à saúde dos animais, humana e à qualidade dos alimentos provenientes destes animais.

Um medicamento veterinário falsificado pode conter substâncias desconhecidas, em doses erradas ou até não conter princípio ativo algum. Em cães e gatos, isso pode agravar doenças, provocar reações alérgicas e causar a morte. No caso de animais de produção, o impacto se estende à mesa do consumidor, com o risco de resíduos químicos em carnes, leite e ovos. É um problema que afeta a credibilidade da indústria, ameaça a saúde pública e mina a confiança em profissionais e marcas sérias.

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) tem acompanhado de perto esse tema. A entidade alerta que o comércio digital abriu espaço para vendedores não verificados, que utilizam embalagens visualmente idênticas às originais e exploram a falta de fiscalização. Atraídos por ofertas tentadoras, muitos consumidores acabam enganados e expõem seus animais a produtos sem controle ou registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Esses produtos podem conter ingredientes tóxicos, não autorizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para uso em animais, com graves impactos à saúde animal e humana. A comparação com o caso do metanol não é exagero. Em ambos os contextos, a adulteração de substâncias destinadas ao consumo coloca vidas em risco e expõe falhas no controle da procedência.

Uma pesquisa do Radar Vet, realizada pelo Sindan, com médicos-veterinários de todo o Brasil, revelou que 64% dos profissionais que atuam no setor veterinário, não sabem identificar produtos falsificados. Os prejuízos podem ser graves e, em muitos casos, irreversíveis. Por isso, é essencial que os veterinários redobrem a atenção aos detalhes e orientem os tutores sobre a importância de adquirir medicamentos apenas de fontes confiáveis e devidamente registradas no MAPA.

Para enfrentar esse desafio, entidades como o Sindan tem intensificado suas ações de conscientização e combate à pirataria. Uma das principais iniciativas é a campanha “Olhos Abertos”, criada em parceria com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O objetivo é estimular tutores e produtores a verificarem sempre a origem dos produtos, exigirem nota fiscal e priorizarem canais oficiais. A campanha também apresenta o personagem João Vaca Brava, que representa o produtor atento e comprometido com a compra responsável.

O MAPA ainda orienta para o uso do portal Fala.br para registro de denúncias de irregularidades em produtos veterinários, contendo informações sobre o produto e sua origem, como um meio de orientar as ações de fiscalização e repressão ao crime.

O combate à pirataria, no entanto, depende de uma atuação conjunta entre governo, indústria, veterinários e consumidores. Cada um tem um papel importante na prevenção desse tipo de crime. Comprar de fontes seguras, desconfiar de preços muito baixos e valorizar o trabalho dos profissionais são atitudes simples, mas que fazem diferença.

O caso do metanol deixou uma lição clara: a origem de um produto pode ser a linha que separa segurança e tragédia. Na saúde animal, cuidar também significa escolher com responsabilidade. A prevenção começa muito antes do tratamento.

Gabriela Mura é diretora de mercado e assuntos regulatórios do Sindan.

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