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4 desafios de liderar o setor pet em um mercado em crescimento acelerado

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O mercado pet brasileiro, um dos mais dinâmicos do mundo, vive um momento de expansão consistente. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e do Instituto Pet Brasil (IPB), indicam que o setor movimentou cerca de R$77,2 bilhões em 2025, com aproximadamente 160 milhões de pets no país.

A forte presença de animais de estimação nas famílias e o aumento do gasto com bem-estar animal tornaram o setor atrativo, com alta em segmentos como alimentos premium, produtos e acessórios. No entanto, segundo o diretor da Enjoy Pets, Hugo Galvão de França Filho, esse ritmo de crescimento traz à tona 4 principais desafios complexos para líderes empresariais e gestores do setor, são eles:

Ambiente econômico desafiador: Fatores como inflação, variações cambiais e alta carga tributária sobre produtos e insumos, impedem o avanço do mercado no país. Essas condições exigem dos líderes capacidade de adaptação a um ambiente econômico que, apesar de ser estável a longo prazo, não é imune a incertezas.

Qualificação e profissionalização da gestão: A falta de profissionais qualificados também é um aspecto para atenção. A expansão acelerada do setor exige líderes capazes de integrar inovação, marketing digital, gestão de vendas e análise de dados, competências que ainda são escassas em muitas operações.

Concorrência intensa: Por ser altamente competitivo e fragmentado, o setor pet gera pressões por preço e disputas significativas para empresas de todos os portes. Desse modo, surge a necessidade de inovar constantemente, tanto em produtos quanto em serviços personalizados e modelos de fidelização que vão além da simples transação de compra.
O valor da tecnologia e distribuição: O uso da tecnologia na gestão integrada de vendas, plataformas on-line e inteligência de dados são essenciais para expandir a operação. Entretanto, as barreiras tecnológicas na distribuição, na adoção de sistemas avançados, e na proximidade com o cliente ainda são um dos principais desafios desse segmento.

“A chave para capitalizar esse crescimento está na capacidade de decisão do líder, na adaptação, inovação e investimento em talento humano. Em um mercado tão vivo e competitivo, quem antecipa tendências e constrói relações duradouras com clientes tende a se destacar no setor”, conclui Hugo Galvão Filho.

Fonte: Dampress Comunicação

Entenda como os sachês ajudam a manter os cães e gatos hidratados nos dias mais quentes

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Especialista explica como a combinação entre alimento seco e úmido pode contribuir para a saúde e o bem-estar dos pets durante o calor

Com a chegada das altas temperaturas, a hidratação de cães e gatos se torna um cuidado ainda mais importante. Assim como os humanos, os pets sofrem com o calor excessivo e podem apresentar sinais de desidratação, como cansaço, perda de apetite e diminuição da disposição. Nesse cenário, o mix feeding, prática que combina o alimento seco com o alimento úmido, surge como um aliado para estimular a ingestão de líquidos e promover mais bem-estar no verão.

De acordo com a médica-veterinária Viviane Moura, da Special Dog Company, o uso de sachês na rotina alimentar é uma forma simples e eficaz de complementar a hidratação dos pets. “O alimento úmido possui alto teor de umidade e ajuda a aumentar a ingestão diária de líquidos por meio do alimento, especialmente para pets que bebem pouca água espontaneamente”, explica.

Além de contribuir para a hidratação, o mix feeding também torna as refeições mais atrativas, o que pode ser um diferencial durante os dias quentes, quando muitos animais reduzem o apetite. A combinação de texturas, aromas e sabores estimula o interesse pelo alimento, favorecendo uma alimentação adequada mesmo em períodos de calor intenso.

Outro benefício do alimento úmido é o suporte à saúde do trato urinário e ao funcionamento adequado do organismo. “Quando bem hidratado, o pet mantém suas funções fisiológicas equilibradas, o que impacta diretamente na disposição, na digestão e no conforto térmico”, conclui Viviane.

A prática do mix feeding deve sempre respeitar as necessidades nutricionais do animal. A recomendação é ajustar as quantidades para evitar excessos calóricos e garantir uma dieta balanceada. O ideal é que o tutor conte com a orientação de um nutricionista pet para definir a melhor combinação de alimento seco e úmido.

Com mais de 20 anos de atuação em nutrição pet, a Special Dog Company oferece um portfólio completo de alimentos úmidos para cães e gatos, desenvolvidos com ingredientes de qualidade e pensados para complementar a alimentação diária. Mais do que uma estratégia alimentar, o mix feeding é uma forma de cuidado, especialmente no verão, quando a atenção à hidratação deve ser redobrada.

Manter água fresca sempre disponível, evitar passeios nos horários mais quentes e adaptar a alimentação são medidas essenciais para ajudar os cães e gatos a atravessarem o verão com mais saúde e conforto.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 40 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 2.000 colaboradores.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.

Fonte: Race Comunicação

Advogado analisa implicações do caso Orelha

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Especialista comenta sobre penalidade, atuação dos pais e clamor social diante dos fatos

O caso do cachorro Orelha ocorrido em Florianópolis, em Santa Catarina, tem causado indignação e várias manifestações das pessoas, principalmente nas redes sociais. “Este caso extrapola a discussão pontual sobre maus-tratos a animais e revela questões estruturais relevantes. A violência contra animais é frequentemente apontada por estudos criminológicos como um importante sinal de alerta para comportamentos violentos futuros”, analisa o advogado criminalista Gabriel Fonseca.

Ele, que integra o escritório Celso Cândido de Souza Advogados, elenca os crimes cometidos no caso em questão. “Os fatos investigados se enquadram, em tese, na prática de maus-tratos a animal com resultado morte, prevista no artigo 32 da Lei nº 9.605/98, a Lei de Crimes Ambientais, especialmente em seu §1º-A, que trata do aumento de gravidade quando a conduta resulta na morte do animal”, pontua. “A investigação também apura possíveis desdobramentos, como a prática reiterada de maus-tratos contra outros animais da região e eventuais danos ao patrimônio”, completa.

Mesmo sendo adolescentes, os apontados como autores podem ser responsabilizados pelos seus atos. “No ordenamento jurídico brasileiro, menores de 18 anos não respondem por crimes, mas por atos infracionais, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente. Se comprovada a prática de ato infracional análogo ao crime de maus-tratos, eles podem ser submetidos a medidas socioeducativas, que variam desde advertência até internação. Portanto, há responsabilização, mas sob uma lógica pedagógica e protetiva própria do sistema socioeducativo”.

Segundo o especialista, se eles fossem adultos, as penas seriam outras. “Caso os autores fossem maiores de idade, a resposta penal seria substancialmente mais severa. O crime de maus-tratos a animal com resultado morte prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda de animais. Dependendo das circunstâncias, como a prática em concurso de pessoas, a crueldade empregada e eventual reiteração, a pena poderia ser aplicada em patamar mais elevado, com menor margem para benefícios penais, não sendo cabível, em regra, institutos despenalizadores como transação penal”.

Pais
Os pais dos jovens envolvidos no caso, ao que tudo indica, estão atuando negativamente nessa situação. “As investigações apontam que pais e responsáveis teriam tentado coagir um vigilante que seria testemunha do caso, para que ele não relatasse o ocorrido. Caso isso seja comprovado, os responsáveis podem responder por coação no curso do processo, ameaça e participação indireta em falso testemunho”, explica o advogado.

Gabriel Fonseca ressalta que os pais ou responsáveis legais também podem sofrer consequências jurídicas pelo crime em si. “Na esfera civil, a responsabilidade é objetiva, nos termos do artigo 932 do Código Civil, o que permite a responsabilização por eventuais danos materiais e morais decorrentes da conduta dos filhos menores. Já na esfera penal, a responsabilização dos pais só é possível em situações excepcionais, caso se comprove que tenham concorrido de alguma forma para os fatos, seja por incentivo, omissão dolosa relevante, ocultação de provas ou tentativa de coagir testemunhas. Além disso, podem existir repercussões administrativas no âmbito do Conselho Tutelar, voltadas à orientação e acompanhamento familiar”.

Outros pontos
Quanto à suposta fuga dos adolescentes, o especialista destaca que é necessário ter cautela técnica, pois as investigações apontam que eles tinham essa viagem programada previamente aos fatos. “Do ponto de vista jurídico, não se pode falar em fuga se não havia ordem judicial que restringisse o direito de ir e vir ou se a viagem já estava previamente programada. Contudo, caso fique demonstrado que houve intenção deliberada de se furtar à apuração dos fatos, isso pode influenciar negativamente na condução do procedimento socioeducativo, justificando medidas cautelares e sendo considerado na análise do contexto familiar e da necessidade de uma resposta estatal mais rigorosa”.

De acordo com o criminalista, a intensa revolta popular causada pelo caso, embora compreensível sob o ponto de vista emocional e social, não deve influenciar juridicamente a decisão das autoridades. “O Judiciário e o Ministério Público devem atuar com base em provas, e não no clamor público. Na prática, contudo, a comoção social costuma acelerar investigações, aumentar a fiscalização institucional e ampliar o debate público e legislativo sobre a proteção animal”, ressalta. “O risco que se impõe é o da condenação social antecipada, especialmente grave quando envolve adolescentes, o que pode gerar danos irreversíveis antes mesmo de qualquer decisão judicial”.

Gabriel Fonseca analisa o que se pode extrair de todo esse acontecimento. “O episódio expõe os limites e desafios do sistema socioeducativo brasileiro, que precisa equilibrar responsabilização, prevenção e proteção integral. O papel da Justiça, nesse contexto, é oferecer uma resposta firme, proporcional e legal, sem ceder à barbárie nem à impunidade”, ressalta.

Também advogada e vereadora defensora da causa animal em Anápolis, em Goiás, Thais Souza destaca que a morte brutal de Orelha não pode ser tratada como algo menor ou normalizada. “A violência contra animais é crime e reflete uma falha grave da sociedade e do Estado. Políticas públicas de proteção animal são dever do poder público, são obrigação, não favor. Em muitos casos, tragédias como essa poderiam ser evitadas”, salienta.

Fonte: COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

Especialista alerta sobre os riscos da automedicação, da troca de medicação e da interrupção de tratamentos em pets

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Prática comum entre os responsáveis dos pets pode agravar doenças crônicas, como dermatites alérgicas, causando reações indesejadas e “efeito rebote”

Apesar de contraindicada por especialistas, a automedicação ainda é uma prática frequente entre os responsáveis de pets no Brasil – de acordo com a pesquisa Radar Pet 2020, 19% dos responsáveis já deram medicamentos aos seus animais de estimação sem qualquer orientação profissional. Esse comportamento costuma surgir diante de sintomas como vômito, diarreia, perda de pelo, até coceira e em casos graves pancreatite, quando o responsável recorre ao próprio armário de remédios na tentativa de aliviar o mal-estar do pet de forma rápida. Entretanto, essa conduta representa sérios riscos à saúde do animal: o uso de medicamentos sem prescrição veterinária pode provocar intoxicação, agravar o quadro clínico do pet, dificultar o diagnóstico e comprometer a eficácia do tratamento adequado.

A pesquisa revela, ainda, outro hábito preocupante: 22% dos responsáveis seguem conselhos de outros responsáveis de pet antes de buscar auxílio profissional. “Vemos com frequência as pessoas recorrerem à opinião de amigos, conhecidos e até mesmo de balconistas de pet shop quando o pet apresenta algum sintoma, mas isso pode ser extremamente perigoso. Cada animal é único, e o que funcionou para um pode ser ineficaz – ou até prejudicial – para outro”, informa a Dra. Flávia Clare, médica-veterinária, com Mestrado e Doutorado e especializada em dermatologia, professora do Centro Universitário de Valença (UNIFAA) e da Associação de Pós-Graduações em Medicina Veterinária (ANCLIVEPA/SP).

Segundo a especialista, outro ponto crítico é a interrupção do tratamento por conta própria: em casos de condições pré-existentes, como doenças dermatológicas, abandonar a medicação prescrita pelo médico-veterinário pode agravar o quadro, prolongar o desconforto do animal e comprometer os resultados terapêuticos. “Em um cão atópico, por exemplo, o alívio imediato de uma coceira não significa que a causa do problema foi resolvida. Muitos responsáveis abandonam tratamentos assim que os sinais clínicos diminuem, sem orientação, e os sintomas tendem a retornar com mais intensidade. Em certos casos, o organismo do animal pode até desenvolver resistência ao tratamento”, explica Dra. Flávia.

A troca de medicamentos sem recomendação veterinária – seja por indicação de alguém ou com base em experiências anteriores, de tratamento de outros pets – também pode comprometer a resposta ao tratamento e pode provocar reações adversas. “Cada medicamento possui indicações específicas, dosagem adequada e mecanismos de ação distintos. A substituição da medicação pode mascarar sintomas importantes e dificultar o controle da doença. Além disso, expor o pet a novos medicamentos sem orientação veterinária é muito perigoso, porque algumas substâncias podem sobrecarregar o organismo do animal, especialmente fígado e rins, que são responsáveis por filtrar esses compostos”, alerta a especialista.

A Zoetis, líder global em saúde animal, reforça a importância do acompanhamento veterinário em todas as etapas do cuidado, especialmente na escolha de medicamentos para o tratamento de condições crônicas, como a coceira associada à dermatite atópica. Dentro de seu portfólio, Apoquel® (oclacitinib) é uma opção segura e eficaz para o controle da coceira associada às dermatites alérgicas e atópica em cães, atuando na redução da inflamação e promovendo alívio rápido — em até 4 horas — e prolongado. Com mais de 10 anos no mercado e mais de 90 milhões de tratamentos realizados em todo o mundo, o produto contribui para a qualidade de vida dos pets. Para mais informações, consulte um médico-veterinário

Sobre a Zoetis
Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Depois de inovar maneiras de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais por mais de 70 anos, a Zoetis continua apoiando aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de veterinários e responsáveis de animais de companhia a criadores de gado e pecuaristas. O portfólio líder e de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias da empresa fazem a diferença em mais de 100 países. Uma empresa da Fortune 500, a Zoetis gerou uma receita de US$ 9,3 bilhões em 2024, com aproximadamente 13.800 funcionários.

Fonte: Edelman Brasil

Chemitec destaca a importância dos antibióticos para a saúde dos Pets, mas alerta para o risco da automedicação

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Recomendação deve ser sempre feita por um médico-veterinário

Sempre que um animal é acometido de uma infecção bacteriana, o tratamento passa pelo uso de um bom antibiótico. No entanto, a recomendação do melhor medicamento deve ser feita pelo médico veterinário, que saberá avaliar cada caso. O alerta é da Chemitec Agro-Veterinária, empresa especializada em medicamentos e soluções inovadoras para a saúde de pequenos e grandes animais. Segundo a empresa, é preciso evitar a automedicação, pois somente um profissional da área poderá indicar o melhor principio ativo e a dosagem correta para cada animal.

“Assim como em animais de produção, o uso de antibióticos é fundamental para a saúde e bem-estar de pets. Porém, o uso indiscriminado pode trazer uma série de consequências para os animais, principalmente o desenvolvimento de resistência bacteriana, tornando os medicamentos menos eficazes para o tratamento das infecções”, destaca Vivian Lima, veterinária e coordenadora de marketing da Chemitec.

A especialista explica que as opções são diversas e que, mesmo para doenças comuns, como otites e dermatites, a escolha depende da gravidade e da especificidade da infecção. “Os medicamentos são usados para diferentes doenças, podendo ser administrado via oral, injetável, tópica e até intravenosa. Além disso, muitas doenças causadas por outros agentes etiológicos apresentam sintomas semelhantes, mas não têm indicação de tratamento com antibióticos. Se aplicar um antibiótico sem necessidade, ao invés de ajudar o seu pet, o responsável poderá gerar outros problemas”, destaca.

Cada tipo de antibiótico possui um mecanismo de ação e este mecanismo é eficaz para determinadas bactérias. Muitas vezes, esta avaliação demande exames específicos. “De acordo com a classe da bactéria, o médico veterinário poderá definir o tipo, a dosagem e o tempo do tratamento com a medicação mais indicada”, observa.

Por ser uma empresa focada no conceito de saúde única, a Chemitec Agro-Veterinária preza pela saúde de toda a família. Assim, além do uso responsável de antibióticos, Vivian recomenda o foco na prevenção de doenças. “Os pets são parte da família e alguns cuidados básicos precisam fazer parte da rotina para evitar infecções constantes”, observa.

Entre estes cuidados, Vivian destaca a vacinação e vermifugação, respeitando os prazos e as recomendações; os cuidados com a higiene do pet, com banhos regulares, cuidados com os dentes e unhas; atenção constante à desinfecção e limpeza do ambiente, com uso de desinfetantes diários para evitar a propagação de bactérias, fungos, vírus ou protozoários; e o controle de ectoparasitas, para evitar a presença de pulgas e carrapatos. “Todas essas iniciativas, além de uma alimentação adequada, ajudam a manter a saúde dos pets e colaboram para evitar outras infecções”, recomenda.

No caso das infecções bacterianas, a Chemitec conta com produtos especialmente desenvolvidos para uso eficaz e seguro nos animais. Os veterinários podem contar com a Linha Chemitril, que possui diversas apresentações e doses de antibióticos para cães. A Linha é composta pelo Antibiótico Chemitril Comprimidos 150mg e 50 mg e o Antibiótico Chemitril Injetável 2,5%. O medicamentos injetável é utilizado principalmente no caso de animais hospitalizados ou com dificuldade de ingerir remédios por via oral e devem sempre serem administrados por um médico veterinário.

Sobre a Chemitec Agro-veterinária
Fundada em 1996, a Chemitec Agro-Veterinária é uma empresa especializada em medicamentos e soluções inovadoras voltadas para a saúde de pequenos e grandes animais. Com fábrica localizada na capital paulista, laboratórios parceiros e uma equipe técnica altamente qualificada, o portfólio da Chemitec inclui medicamentos, produtos para pets e insumos para bovinocultura, equinocultura, suinocultura e avicultura.

Em linha com o conceito de saúde única, a Chemitec preza pela eficácia e qualidade técnica dos seus produtos, sempre considerando a interconexão entre a saúde animal, humana e ambiental.

Fonte: Note Assessoria de Comunicação

Nenhum cão é só um cão

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O caso do Orelha não expõe um crime isolado, mas o abismo entre negligência e responsabilidade na forma como a sociedade trata os cães

A carta era simples, poucas linhas, escritas à mão, deixadas dentro da casinha onde ele costumava descansar. Falava de saudade, de cuidado, e de um pedido de desculpa. Pedia perdão em nome de pessoas que não souberam proteger. Não descrevia a violência, a ausência já dizia tudo.

O gesto, registrado depois da morte do cão comunitário Orelha, comoveu o país porque não era um manifesto. Era um luto silencioso, um reconhecimento tardio de que aquele animal, tratado como parte da paisagem por tantos, era, na verdade, parte da vida.

O caso do Orelha não é um desvio isolado nem um episódio excepcional. Ele escancara como a responsabilidade humana é o fator decisivo que define se um cão será protegido ou exposto, cuidado ou abandonado à própria sorte. É nesse ponto que a conexão com o trabalho de especialistas como Sebastien Florens se torna legítima. Não para comentar o crime ou explicar o inexplicável. Mas para mostrar que existem dois mundos convivendo ao mesmo tempo, tratando o cão de formas radicalmente opostas.

De um lado, o cão exposto à negligência, à violência gratuita, à ausência absoluta de responsabilidade humana. De outro, o cão visto como vida sob tutela, treinado com método, protegido por protocolos e jamais colocado em risco por descuido. Esse segundo universo é o da segurança preventiva com cães de detecção, onde o princípio básico é claro: o animal nunca paga pelo erro do homem.

Para Sebastien, especialista internacional em detecção de explosivos com cães, essa lógica não é discurso. É regra operacional. “Se o ambiente não é seguro, o cão não entra. Se o treinamento não está validado, a operação é suspensa. Quando há dúvida, o cuidado prevalece. O método existe justamente para eliminar improviso e exposição desnecessária”, relata.

Essa visão lança luz sobre um ponto desconfortável. O que aconteceu com o Orelha não foi um acidente. Foi o resultado extremo de uma cadeia de falhas humanas. Falha de cuidado, falha de limite, falha de responsabilidade. E isso não começa no ato final. Começa muito antes, na naturalização da violência, na ideia de que um cão “aguenta”, de que não sente, de que vale menos.

Tratar a morte do Orelha como um desvio isolado é uma forma de aliviar a consciência coletiva. Mas a repetição de casos de maus-tratos no país mostra que o problema é estrutural. Existe uma cultura que ainda naturaliza a ideia de que animais são descartáveis.

A carta deixada na casinha do Orelha funciona como um contraponto poderoso porque revela o oposto dessa lógica. “Ela mostra vínculo, afeto. E é justamente por isso que emociona”, comenta Sebastien.

No campo da segurança preventiva, há uma ideia que ajuda a compreender esse contraste: O silêncio. Quando um grande evento termina sem incidentes, o silêncio é sinal de sucesso. Significa que o risco foi neutralizado antes de se tornar ameaça, que o planejamento funcionou, que o cuidado foi eficaz e a segurança prevaleceu.

No caso do Orelha, o silêncio teve outro significado. Foi o silêncio da imprudência, da crueldade. Dois silêncios opostos, produzidos por escolhas humanas igualmente opostas. Essa comparação serve para lembrar algo essencial. Cães não falham. Humanos falham, sempre.

Quando um cão é bem tratado, protegido e respeitado, isso não é heroísmo. É o mínimo. Quando um cão é violentado, isso não é impulso juvenil, brincadeira ou erro pontual. É falha ética, é responsabilidade não assumida.

Orelha não era só um cão comunitário. Era um teste cotidiano de humanidade. A vida sob nossa guarda não pode ser relativizada, afinal nenhum cão é só um cão.

SOBRE
Sebastien Florens é especialista internacional em detecção de explosivos com cães, com mais de 25 anos de experiência em segurança preventiva. De origem francesa, atuou em empresas privadas homologadas pelo Estado em ambientes de alta complexidade na Europa. Hoje, dedica-se à formação de cães de trabalho e à transmissão de conhecimento técnico, com foco em precisão, controle e validação contínua.

Fonte: Lucky Assessoria de Comunicação

Pulgas: inimigos minúsculos que causam grandes danos à saúde da pele dos pets

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Comum em cães e gatos, a dermatite alérgica à picada de pulgas pode desencadear doenças secundárias

Considerada uma das principais causas de doenças dermatológicas em cães e gatos, a dermatite alérgica à picada de pulgas (DAPP) é uma reação de hipersensibilidade à saliva da pulga, capaz de desencadear coceira intensa, inflamação da pele, feridas e infecções secundárias, mesmo quando animais previamente sensibilizados são expostos a uma única picada.

A DAPP não deve ser vista como uma reação simples ou passageira. “É uma condição alérgica séria, que compromete a qualidade de vida do pet. A coceira constante causa lesões dolorosas, favorece infecções por fungos e bactérias, interfere no sono, no apetite e até no comportamento do animal, além de agravar quadros pré-existentes, como dermatites atópicas”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

Prurido intenso, vermelhidão, crostas, feridas, lambedura excessiva, inclusive nas patas, e queda de pelos, especialmente na região lombar, base da cauda, abdômen e parte interna das coxas são os principais sinais clínicos da doença em cães e muitas vezes são confundidos com outras doenças dermatológicas.

Gatos, embora menos diagnosticados por apresentarem sinais clínicos mais discretos, também são bastante afetados. Lesões em pescoço, cabeça e região dorsal, além de falhas no pelo, são indícios importantes para investigação.

Ciclo das pulgas exige controle ambiental

Para entender a gravidade da DAPP, é preciso compreender o ciclo das pulgas. Estima-se que cerca de 5% da população de pulgas esteja no animal adulto, enquanto a maior parte (95%) encontra-se no ambiente na forma de ovos, larvas e pupas. Isso significa que, mesmo tratando o pet, ele pode ser reinfestado, caso o ambiente não seja controlado.

As pulgas adultas iniciam a postura dos ovos poucas horas após se alimentar do sangue do hospedeiro. Um único parasita pode produzir até 50 ovos por dia, e esses ovos se espalham por toda a casa, principalmente em locais como tapetes, sofás, camas e frestas do piso. As larvas se desenvolvem no ambiente e posteriormente se transformam em pupas, que ficam protegidas por casulos resistentes onde podem permanecer por semanas ou meses, até encontrarem condições ideais para eclodir.

“É por isso que tratar só o animal não resolve. É indispensável o controle ambiental com produtos adequados, aspiração frequente e lavagem de tecidos. Do contrário, o ciclo se reinicia e o quadro alérgico persiste”, orienta a veterinária.

Tratamento individualizado com apoio da manipulação

O tratamento da DAPP vai além do controle dos parasitas. Embora a eliminação das pulgas seja o primeiro passo fundamental, o plano terapêutico costuma incluir o uso de anti-inflamatórios e antipruriginosos para aliviar o desconforto, como prednisolona, dexametasona, oclacitinib e ciclosporina. Antibióticos e antifúngicos são indicados quando confirmadas infecções secundárias.

Para fortalecer a barreira cutânea e promover a recuperação da pele, entram em cena os suplementos e nutracêuticos, como os ácidos graxos essenciais, ômega 3 e 6, zinco e biotina, além de antialérgicos e imunomoduladores. Fitoterápicos e compostos naturais também podem ser utilizados como terapia adjuvante, especialmente em apresentações tópicas com ação cicatrizante e calmante, como os que contêm óleo de Neem, Aloe vera, própolis ou calêndula.

A manipulação veterinária oferece uma vantagem importante ao permitir a personalização do tratamento de acordo com as necessidades do paciente. Medicamentos podem ser formulados com a dose exata para o peso do animal, associados em uma única preparação e oferecidos em formas farmacêuticas mais atrativas, como biscoitos saborizados, molhos, xaropes e pastas orais. Para evitar efeitos colaterais gastrointestinais, géis de aplicação transdérmica e cápsulas gastrorresistentes são algumas opções.

Outras formas de apoio incluem loções e sprays com ação dermatológica específica e o uso de reguladores de crescimento de insetos (IGRs) combinados a antipulgas, em apresentações tópicas, que ajudam a impedir a proliferação das formas imaturas das pulgas no ambiente.

“A manipulação veterinária permite associar ativos em uma mesma formulação, com dosagens ajustadas ao peso, à espécie e ao grau do quadro clínico. Além disso, podemos facilitar a administração com formas palatáveis e agradáveis ao pet, o que melhora a adesão ao tratamento”, destaca Farah.

Prevenção é o melhor caminho

Como a DAPP tem caráter recorrente, a prevenção é o caminho mais eficaz para manter a saúde da pele dos pets. A aplicação regular de antipulgas e repelentes, o controle ambiental contínuo e as visitas periódicas ao médico-veterinário são medidas essenciais.

A veterinária reforça ainda a importância da observação cotidiana. “Coçar é comum, mas coceira constante é sinal de alerta. O responsável deve estar atento às mudanças de comportamento, à qualidade da pelagem e ao surgimento de lesões. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor a resposta ao tratamento.”

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.

Fonte: Deepzo

Calor extremo exige alerta máximo: temperaturas próximas de 40ºC colocam a saúde dos pets em risco

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Ondas de calor intenso registradas em diversas regiões do país acendem sinal de alerta para tutores; veterinários reforçam cuidados essenciais para evitar hipertermia, queimaduras e até óbitos

As altas temperaturas que vêm atingindo o Brasil nas últimas semanas, especialmente a região Sul, com termômetros frequentemente se aproximando ou ultrapassando os 40ºC, representam um risco real e imediato à saúde dos animais de estimação. Cães e gatos são especialmente vulneráveis ao calor extremo e podem sofrer rapidamente com hipertermia, desidratação, queimaduras nas patas e falência orgânica, condições que podem ser fatais se não houver intervenção rápida.

De acordo com especialistas do Pet Support, rede de atendimento veterinário com atuação em urgência e cuidados intensivos, o calor excessivo exige mudança imediata de rotina e atenção redobrada por parte dos tutores. “No calor extremo, não existe passeio. Existe risco extremo. O organismo dos pets não consegue regular a temperatura corporal da mesma forma que o humano, e isso faz com que eles entrem em colapso térmico muito rapidamente”, alerta Helena Cochlar Graser, Médica Veterinária e Coordenadora Técnica, do Pet Support.

Diferentemente dos humanos, cães e gatos não transpiram pelo corpo. A principal forma de dissipação de calor é pela respiração e, em menor escala, pelas almofadas das patas. Em temperaturas muito elevadas, esse mecanismo se torna insuficiente.

Segundo a equipe de urgências da Pet Support, a hipertermia pode se instalar em poucos minutos e provocar sintomas como: respiração ofegante intensa, letargia e fraqueza, salivação excessiva, vômitos e diarreia, tremores, convulsões e desmaios. “Muitos tutores subestimam o risco. Às vezes o animal chega ao hospital já em estado grave, porque os sinais iniciais passam despercebidos ou são confundidos com cansaço”, explica a equipe médica.

Outro perigo frequente em dias de calor extremo é o aquecimento do solo. Em temperaturas próximas de 40ºC, o asfalto pode ultrapassar facilmente os 60ºC, causando queimaduras severas nas patas dos animais. “Um teste simples é encostar o dorso da mão no chão por cinco segundos. Se queimar para você, queimar para o pet também. As lesões nas patas são dolorosas e podem gerar infecções sérias”, reforça a veterinária, do Pet Support.

Principais recomendações durante períodos de calor intenso:

Evitar passeios entre 9h e 19h, especialmente em dias acima de 30ºC
Garantir água fresca e abundante ao longo do dia
Manter os pets em ambientes ventilados e sombreados
Nunca deixar o animal sozinho dentro de veículos, nem por poucos minutos
Oferecer tapetes gelados ou superfícies frescas
Redobrar a atenção com filhotes, idosos, obesos e raças braquicefálicas (como buldogues, pugs e shih-tzus).
Quando procurar atendimento veterinário

O Pet Support reforça que qualquer sinal de alteração deve ser levado a sério. “Se o pet estiver muito ofegante, apático, com dificuldade para se manter em pé ou apresentar vômitos e tremores, o atendimento deve ser imediato. O tempo é decisivo para salvar vidas”, alerta o especialista.

Fonte: Camejo Comunicação

Programa de boas práticas incentiva o bem-estar animal em fazendas de gado de leite

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Como membro da COBEA, Nestlé Brasil reforça seu foco no bem-estar animal e integra a temática como pilar fundamental na sustentabilidade

O trabalho com bem-estar animal no universo da pecuária de leite já é uma realidade em muitas fazendas no Brasil. Um objetivo fundamental é criar condições nas propriedades produtoras que permitam aos animais terem conforto e expressarem seus comportamentos naturais. Esses cuidados resultam em maior produtividade, menor incidência de doenças e colaboram para melhor qualidade do leite.

Além do bem-estar animal ser condição para que as vacas produzam com saúde e eficiência, a Nestlé Brasil, ator significativo na cadeia de laticínios no mercado, vê essa questão como um indicador diretamente relacionado à sustentabilidade da fazenda, influenciando consequentemente na redução das emissões de carbono do sistema produtivo. Membro da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), a empresa é pioneira na implementação de práticas de bem-estar animal a campo e tem reforçado seu foco no assunto anualmente, integrando a temática como um pilar fundamental para a sustentabilidade e parte da sua jornada de desenvolvimento de uma pecuária regenerativa.

Com a entrada na COBEA, a empresa consolidou ainda mais seu compromisso com o tema, conforme explica a gerente-executiva de Agricultura Sustentável na Nestlé Brasil, Barbara Sollero. “Trabalhar em prol do bem-estar animal é uma responsabilidade que transcende os interesses individuais, trazendo benefícios significativos para produtores, consumidores e toda a indústria. As boas práticas de bem-estar animal não apenas promovem a saúde e o bem-estar dos animais, mas também impactam positivamente a qualidade dos produtos e a sustentabilidade da produção.”

Estimulando boas práticas na indústria de laticínios

Visando esse objetivo, a Nestlé Brasil tem desenvolvido um programa de boas práticas de fazenda chamado Nature por NINHO®, que tem como uma de suas práticas de desenvolvimento sustentável o incentivo à adoção de práticas de bem-estar animal. O programa contempla orientações sobre cuidados com o solo, práticas de agricultura regenerativa, cuidado com os recursos naturais, gestão hídrica, treinamento de pessoas e garantia dos direitos humanos e do bem-estar dos animais da fazenda, a partir da manutenção das instalações, da prevenção e tratamento de doenças, uso de anestésico e analgésico em procedimentos veterinários como amochamento, manejo nutricional adequado para as categorias, uso de sêmen sexado objetivando a redução de machos, boas práticas de manejo, entre outros assuntos importantes, para que o fornecedor possa ser mais eficiente na produção de leite.

Para que essas práticas de manejo façam parte da rotina da propriedade, vem sendo realizado um processo de sensibilização e capacitação de pessoas, entre consultores e fornecedores. Dessa forma, a empresa está contribuindo para uma mudança de mentalidade no setor, onde melhores práticas são gradualmente introduzidas e se tornam comuns. Outro ponto importante é auxiliar os fornecedores com adaptação e investimento em infraestrutura nas fazendas para garantir o bem-estar aos animais, uma vez que essa necessidade financeira para a transformação da cadeia de produção continua sendo um desafio.

A empresa incentiva no campo a adoção de tecnologias de monitoramento animal, principalmente nas fazendas do nível Diamante, onde os fornecedores devem ter pelo menos 60% dos animais adultos monitorados. Esse acompanhamento auxilia os produtores a tomarem melhores decisões na fazenda, especialmente em relação ao manejo reprodutivo, além de favorecer a detecção precoce de doenças e se existiu algum evento que causou estresse nos animais monitorados.

Engajamento que gera resultados

Para destacar os avanços no programa, como o reconhecimento da primeira fazenda nível Diamante, a Nestlé realizou na primeira semana de outubro de 2025 o “Circuito Nature por Ninho 2025”, um evento em Gameleira de Goiás (GO) que juntou cerca de 400 pessoas, principalmente seus produtores e fornecedores.

O evento também representou uma oportunidade de capacitação, com palestras e workshops relacionados a temas como gestão da fazenda, cuidado com os bezerros recém-nascidos, melhoramento genético, nutrição animal, agricultura regenerativa e manejo sustentável do solo, e sucessão familiar e longevidade das fazendas. Foi possível observar como o engajamento com os fornecedores pode ser feito na prática, a importância de reconhecer o bom desempenho, tal como de desenvolver uma cultura de cuidado na fazenda, onde as pessoas responsáveis pelos cuidados diários dos animais têm um papel crucial.

Outro ponto importante para a Nestlé é como as boas práticas de bem-estar animal contribuem para a redução das emissões de carbono, alinhando-se às metas globais de sustentabilidade. “A parceria com a COBEA reforça o compromisso da Nestlé com o bem-estar animal e com o clima. Estamos confiantes de que ela não apenas acelerará e impulsionará a inovação e a pesquisa, mas também facilitará um diálogo ativo e uma conexão entre os principais stakeholders das diversas cadeias produtivas animais, promovendo um avanço setorial consistente e sustentável”, finaliza Barbara.

Sobre a COBEA

A Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) é uma iniciativa pré-competitiva criada em 2024 com o propósito de facilitar os avanços em bem-estar animal na cadeia de proteína animal brasileira. Reunindo produtores, processadores, varejistas, food service, pet food e parceiros estratégicos, a COBEA busca alinhar ambições, superar barreiras ao progresso, e acelerar os avanços por meio de ação conjunta. Idealizada pela certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com nove importantes atores: Danone Brasil, Grupo IMC (International Meal Company), JBS Brasil, Mantiqueira Brasil, MBRF, Minerva Foods, Nestlé Brasil, Planalto Ovos e Special Dog Company.

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Fonte: Attuale

Seu gato está pronto para o Carnaval? Veja como evitar estresse (e parasitas) na folia

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Créditos: Divulgação

O Dia Mundial do Gato será comemorado na terça-feira de Carnaval, em 17 de fevereiro. Em meio à folia, veterinária alerta: a combinação de barulho, agitação e mudanças na rotina pode ser um pesadelo para os felinos. Confira dicas para garantir o bem-estar do seu pet

O Carnaval 2026 promete ser um dos mais animados dos últimos anos. Mas, enquanto os foliões se preparam para os blocos e viagens, os gatos, que já somam mais de 30 milhões nos lares brasileiros, segundo dados do Instituto Pet Brasil, enfrentam um período de barulho, mudanças de rotina e riscos invisíveis.

Com audição até quatro vezes mais sensível que a dos humanos, os felinos percebem sons em frequências que vão de 65 mil até 1 milhão de hertz (Hz). Isso significa que o som das baterias e trios elétricos, que podem ultrapassar 110 decibéis, é extremamente agressivo para eles. “Sons intensos como os dos blocos de Carnaval podem causar estresse severo nos gatos, com impactos físicos e comportamentais importantes”, alerta a doutora Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica da Boehringer Ingelheim.

Para garantir o bem-estar do seu gato durante o feriado, a recomendação é criar um ambiente tranquilo. Feche portas e janelas, reduza os ruídos externos e mantenha a rotina de alimentação e brincadeiras. “O ideal é oferecer um espaço seguro, com brinquedos e locais para se esconder. Isso ajuda a reduzir o estresse”, orienta especialista.

Mas e outros riscos, existem? Sim, mesmo os gatos que vivem exclusivamente dentro de casa não estão completamente protegidos de todos os perigos. Pulgas e até vermes (em suas formas jovens – ovos e larvas) podem ser trazidos por roupas, calçados e objetos que entram em casa após passeios em áreas com vegetação ou aglomerações. “Esses parasitas se aproveitam de qualquer brecha. Basta um para iniciar uma infestação”, explica Botteon.

A especialista reforça que a prevenção é a melhor estratégia. “Produtos como o NexGard® Combo oferecem proteção mensal contra pulgas, sarna de ouvido e vermes redondos e achatados. Mesmo os gatos que não saem de casa precisam estar protegidos”, afirma. O antiparasitário é de uso tópico e seguro para gatos a partir de 0,8 kilos de pesos e dois meses de idade.

Por fim, além de som e parasitas, é preciso cuidado com exageros comuns nessa época. Alguns foliões bem-intencionados querem incluir os pets na brincadeira, mas é importante lembrar que certas “modas” de Carnaval fazem mal aos animais. Confira algumas dicas:

Não pinte seu gato nem use glitter
Tintas, sprays e purpurinas contêm substâncias químicas que podem causar alergias graves na pele. Como os gatos se limpam com a língua, esses produtos podem ser ingeridos, levando à intoxicação.

Evite fantasias quentes ou desconfortáveis
Antes de fantasiar seu gato, é importante verificar se ele realmente tolera esse tipo de brincadeira. Respeitar o animal e seus limites é essencial para garantir seu bem‑estar físico e emocional. Caso ele esteja habituado a roupinhas, escolha aquelasmais leves, folgadas e por pouco tempo. Em dias quentes, o ideal é não usar fantasias. O calor excessivo pode causar estresse, desidratação e até hipertermia.

Prepare um refúgio silencioso
Separe um cômodo tranquilo, com janelas e cortinas fechadas, onde o gato possa se esconder. Deixe ali a caminha, água, comida e a caixa de areia. Isso ajuda a reduzir o impacto dos ruídos e visitas. Se o gatinho for muito sensível, ofereça petiscos apropriados e promova brincadeiras para distraí‑lo e deixá‑lo mais confortável.
Mantenha o antiparasitário em dia

Mesmo gatos que vivem apenas dentro de casa podem ser expostos a ovos e larvas de pulgas e até vermes trazidos por roupas e sapatos. Use antiparasitários como o NexGard® Combo mensalmente para prevenir infestações e doenças.
Redobre a atenção com portas e janelas

Durante festas ou visitas, mantenha portas e janelas fechadas ou com telas de proteção. Gatos assustados podem tentar fugir, aumentando o risco de acidentes.
Evite viagens com o gato, se possível

Gatos são territoriais e se estressam com mudanças de ambiente. Se for viajar, o ideal é deixá-lo em casa com alguém de confiança. Caso precise levá-lo, use caixa de transporte adequada e mantenha a rotina, lembrando que treinamento antecipado é essencial para reduzir o estresse destas situações.

Garanta hidratação e conforto térmico
Deixe água fresca sempre disponível e evite ambientes abafados. O calor do verão e da folia pode afetar a saúde do seu gato.

Evite objetos pequenos e brilhantes
Confetes, serpentinas e adereços carnavalescos podem ser ingeridos pelos gatos, causando intoxicação e até obstruções intestinais. Mantenha esses itens fora do alcance.

“A saúde do pet não tira férias. Planejamento e prevenção são essenciais para que todos aproveitem o Carnaval com tranquilidade”, conclui a veterinária.

Boehringer Ingelheim Saúde Animal

A Boehringer Ingelheim oferece inovações para a prevenção e tratamento de doenças em animais. A empresa disponibiliza uma ampla variedade de vacinas, produtos para controle de parasitas e medicamentos para pets, cavalos e animais de produção, atendendo veterinários, tutores, produtores rurais e governos. Como líder em saúde animal, a Boehringer Ingelheim reconhece a profunda conexão entre a saúde humana e animal e busca fazer a diferença para as pessoas, os animais e a sociedade.

Fonte: Ideal Axicom

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