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Como proteger a pele dos pets no inverno?

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Clima frio e seco compromete a barreira cutânea e favorece problemas dermatológicos em cães e gatos

Embora o inverno pareça uma estação menos propensa a problemas dermatológicos, é justamente nessa época do ano que os cães e gatos ficam mais vulneráveis a alterações na pele e nos pelos. As baixas temperaturas, combinadas à queda da umidade do ar, favorecem o ressecamento cutâneo e comprometem a integridade da barreira de proteção da pele, especialmente em animais com predisposição a alergias.

“Ao contrário do verão, onde os principais vilões são os ácaros, fungos e bactérias que se proliferam com a umidade e o calor, o inverno traz o desafio do ressecamento. A pele perde água para o ambiente e, com isso, enfraquece suas defesas naturais”, explica o médico- veterinário Lucas Piza, coordenador de produtos da Avert Saúde Animal.

Esse ressecamento leva à descamação da camada mais superficial da pele, acelerando a renovação celular de forma desordenada e prejudicando a produção de ceramidas – lipídios fundamentais para manter o filme protetor e hidratante da pele. O resultado é uma barreira cutânea fragilizada, mais suscetível à ação de agentes irritantes e à entrada de microrganismos oportunistas.

Coceiras intensas são um dos primeiros sinais clínicos de que algo não vai bem. “O ato de se coçar pode causar microlesões que rompem mecanicamente a barreira da pele, facilitando infecções e piorando quadros inflamatórios”, alerta Lucas. A situação se agrava ainda mais em pets alérgicos, cuja pele já apresenta, naturalmente, uma menor concentração de ceramidas e maior tendência à desidratação.

Outro fator que contribui para o comprometimento da pele durante o inverno é o excesso de banhos ou o uso inadequado de produtos. A água quente, comum nos dias frios, remove a oleosidade natural da pele e agrava ainda mais o ressecamento. A recomendação é reduzir a frequência dos banhos nessa estação, optar por água morna e evitar correntes de vento durante o procedimento.

“O ideal é utilizar shampoos com ação hidratante e profunda, especialmente os que contêm nanopartículas lipídicas, que formam uma segunda barreira protetora na pele, ou aqueles com extrato de aveia coloidal, que nutre as bactérias benéficas da microbiota cutânea”, orienta o médico veterinário. Ele também recomenda o uso de hidratantes tópicos após o banho, como forma de acelerar a recuperação da pele e restaurar sua maciez e brilho natural.

No caso dos pelos, o cuidado também deve ser reforçado. Eles são revestidos por camadas de cutículas em formato de escama que, quando danificadas pela ação do frio, calor, produtos químicos ou sujeira, tendem a se abrir, permitindo a perda de nutrientes e facilitando o ressecamento. A hidratação regular dos fios ajuda a restaurar essa proteção, evita que os pelos quebrem ou embolem e reduz o acúmulo de sujeira próximo à pele.

“A hidratação é recomendada para todos os tipos de pelagem, inclusive para os animais de pelo curto, pois o ciclo de crescimento é mais rápido e a pele, mais suscetível às mudanças climáticas”, destaca Lucas.

Mesmo em pets que não apresentam doenças dermatológicas, a inclusão de cuidados com hidratação na rotina pode ser benéfica. Produtos como shampoos hidratantes, sprays sem enxágue ou soluções tópicas com ativos como a aveia coloidal podem ser facilmente incorporados ao dia a dia, funcionando também como um momento de conexão e carinho entre tutor e pet.

“É importante que esses produtos tenham ação direcionada ao microbioma da pele. A aveia coloidal, por exemplo, oferece uma ação 4 em 1: hidrata e acalma a pele, estimula as bactérias benéficas e modula a resposta imunológica cutânea”, finaliza Lucas.

Neste inverno, mais do que proteger os pets do frio, é essencial cuidar da saúde da pele e dos pelos com uma abordagem preventiva e orientada. A escolha dos produtos certos e a atenção aos sinais precoces são os primeiros passos para garantir conforto e bem-estar durante toda a estação.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Pets precisam de rotina?

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Criar um ambiente previsível gera segurança e contribui para o bem-estar dos animais

Criar uma rotina estável é essencial para a saúde física e emocional dos pets. Os cães e gatos se sentem mais seguros quando vivem em um ambiente previsível, e a ausência de rotina pode gerar ansiedade, comportamentos destrutivos e até problemas de saúde.

Estabelecer horários fixos para alimentação, passeios, momentos de brincadeira e descanso faz toda a diferença no comportamento dos animais, pois a previsibilidade traz segurança e contribui para uma convivência mais tranquila.

A alimentação, por exemplo, deve seguir horários regulares, respeitando a espécie, a faixa etária e o porte do animal. “Evitar a oferta de comida o tempo todo e manter um cronograma ajuda a regular o apetite e até previne distúrbios digestivos”, orienta médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe. Já os passeios, no caso dos cães, vão além da necessidade fisiológica: são momentos de exploração, estímulo sensorial e socialização. “Passeios diários, com tempo para cheirar, observar e interagir com o ambiente, reduzem o estresse e melhoram o humor do animal.”

Outro pilar importante da rotina são as brincadeiras. Seja com brinquedos interativos, jogos de farejamento ou sessões rápidas de adestramento, o estímulo mental é tão necessário quanto o físico. “Atividades que desafiam o raciocínio do pet aumentam a autoestima e fortalecem o vínculo com o tutor”, diz a especialista. No caso dos gatos, estruturas verticais, arranhadores e a rotação de brinquedos são estratégias simples que enriquecem o ambiente.

Os momentos de descanso também devem ser respeitados. Animais, especialmente filhotes e idosos, precisam de várias horas de sono ao longo do dia. “É fundamental que eles tenham um cantinho silencioso e confortável onde possam dormir sem interrupções. O descanso adequado influencia diretamente na saúde e no comportamento”, acrescenta Bruna.

E os petiscos? Esses pequenos agrados têm papel importante na rotina diária. Quando usados de forma estratégica – como recompensa por bons comportamentos, durante o treino de comandos ou para facilitar interações sociais – eles ajudam a reforçar positivamente as experiências do pet. “Um snack dado no momento certo pode transformar uma situação desafiadora em algo agradável e positivo. Por isso, é essencial priorizar petiscos nutricionalmente equilibrados, que possibilitam aliar o agrado ao cuidado com as necessidades nutricionais do pet”, recomenda.

Mais do que um conjunto de regras, uma rotina saudável é uma demonstração de cuidado. Quando o tutor se organiza para atender às necessidades físicas e emocionais do pet, ele transmite segurança, respeito e afeto. E isso se reflete em pets mais felizes, equilibrados e confiantes.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Boa imunidade em felinos está relacionada à presença de lisina no organismo

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Aminoácido é fundamental para a manutenção de um sistema imune eficiente, informa especialista

Um bom sistema imunológico é essencial para a saúde de todos os seres vivos. Ele é a principal linha de defesa contra agentes infecciosos e desempenha papel vital na manutenção do equilíbrio do organismo. “Apesar de apresentarem diversas particularidades quanto à sua espécie, assim como os cães e como os humanos, os gatos também contam com um sistema de defesa poderoso: o sistema imunológico que funciona em duas etapas: o sistema imune inato e o sistema imune adquirido. Eles são responsáveis por proteger o organismo contra vírus, bactérias e outros invasores que podem causar doenças”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, coordenadora de Serviços Técnicos da Unidade Pet da Vetoquinol Saúde Animal.

A primeira linha de defesa é o sistema imune inato. Ele funciona como um guarda-costas sempre alerta, agindo rapidamente assim que algo estranho entra no corpo, reconhecendo sinais comuns de microrganismos e tentando impedir que eles se espalhem. É uma resposta rápida, mas mais “genérica”. Já o sistema imune adquirido faz parte da segunda linha de defesa. Se o invasor conseguir passar pela primeira barreira, entra em ação uma defesa mais especializada. Aqui, células chamadas linfócitos T e B entram em cena. Elas identificam o inimigo, produzem anticorpos e criam uma espécie de “memória”, para que o corpo reaja ainda mais rápido se o problema voltar no futuro.

“Nos felinos, a maior parte dos microrganismos que entram na corrente sanguínea — cerca de 86% — é eliminada pelos macrófagos intracelulares, que são células de defesa que ficam nos pulmões. O restante, cerca de 14%, é combatido por macrófagos presentes no fígado. Ou seja, o corpo do gato trabalha o tempo todo para manter tudo funcionando bem. Mas para que esse sistema funcione em harmonia, o gato precisa estar bem nutrido. Uma alimentação equilibrada e, em alguns casos, a suplementação com aminoácidos essenciais, como a lisina, ajudam a manter a imunidade forte e pronta para agir quando necessário.”, complementa Patricia

Um dos aminoácidos mais importantes para os gatos e que merece destaque é a lisina, fundamental para o fortalecimento da imunidade. Por não ser produzida naturalmente pelo organismo dos gatos, sua fonte depende exclusivamente da alimentação. Dietas desequilibradas ou de baixa qualidade podem levar à deficiência desse nutriente, comprometendo a saúde do animal e abrindo espaço para o surgimento de doenças. “Oferecer uma alimentação bem formulada e contar com o acompanhamento regular de um médico-veterinário são medidas essenciais. Consultas frequentes ajudam a identificar possíveis carências nutricionais logo no início, evitando complicações mais sérias. Isso garante que os gatos estejam protegidos e saudáveis”, destaca a veterinária.

Atenta a essa necessidade, a Vetoquinol Saúde Animal desenvolveu Enisyl-F®, suplemento alimentar formulado especialmente para gatos filhotes e adultos. Apresentado em forma de pasta sabor peixe, o produto é altamente palatável, o que facilita a aceitação pelos gatos, descomplicando a administração pelos tutores. Cada dose de Enisyl-F contém 250mg de lisina e pode ser adaptada conforme a fase da vida do animal, promovendo suporte imunológico de forma prática e eficaz.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2024, o faturamento global foi de € 539 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de mais de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Tutores de primeira viagem: O que você precisa saber ao adotar um pet

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Informações sobre alimentação, rotina e os primeiros cuidados com cães e gatos são essenciais para adaptação ao novo lar

Adotar um pet é um ato de amor. Além de transformar a vida de um animal que muitas vezes veio de uma situação de abandono ou vulnerabilidade, essa decisão marca uma nova etapa repleta de descobertas, alegrias e responsabilidades. No entanto, para quem está vivenciando essa experiência pela primeira vez, é natural sentir-se inseguro diante de tantos detalhes que envolvem o bem-estar do novo companheiro.

A chegada de um cão ou gato ao novo lar requer mais do que carinho: exige preparação, paciência e conhecimento. Desde a escolha da alimentação ideal até o momento certo de iniciar as vacinas, passando pela criação de uma rotina e pela escolha dos primeiros petiscos, cada decisão influencia diretamente na adaptação do pet e na construção de um vínculo saudável com o tutor.

“Quando um animal é adotado são muitas mudanças ao mesmo tempo: novo ambiente, nova rotina, novos cheiros, novas pessoas. Cabe ao tutor oferecer segurança, acolhimento e respeitar o tempo do pet nesse processo de adaptação”, afirma Bruna Isabel Tanabe, médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition.

Pensando em auxiliar os tutores de primeira viagem, a especialista reuniu orientações práticas para uma adaptação tranquila.

Alimentação: transição suave e nutritiva

Nos primeiros dias, manter a alimentação que o pet já estava recebendo evita desconfortos. A mudança para uma nova ração que atenda as demandas específicas do pet deve ser feita seguindo a orientação do médico-veterinário e de forma gradual. “A transição alimentar deve ser feita aos poucos, misturando as rações por pelo menos uma semana para não causar problemas digestivos”, orienta a profissional.

Adaptação: ambiente seguro e respeito ao tempo do pet

É comum que o novo membro da família esteja assustado ou inseguro. Criar um cantinho tranquilo e acessível, com caminha, potes e brinquedos, ajuda nesse processo. Cada animal tem seu próprio tempo para se sentir seguro. É importante evitar forçar contato físico e permitir que ele explore o espaço no ritmo dele.

Rotina: previsibilidade é conforto emocional

A construção de uma rotina clara é um dos pilares do bem-estar animal. Alimentação, passeios (para cães), atividades e descanso devem seguir horários consistentes. A previsibilidade reduz a ansiedade e melhora o comportamento.

Vacinação e primeiros cuidados

Um dos primeiros passos após a adoção é agendar uma consulta veterinária. Nela, o tutor receberá orientações sobre vacinação, vermifugação, alimentação e prevenção de parasitas. “Mesmo que o pet venha com um cartão de vacinação, é importante que um profissional avalie se o protocolo está completo e adequado para a idade”, alerta a profissional.

Petiscos: aliados no vínculo e no aprendizado

Os petiscos são ferramentas poderosas para ajudar o animal a associar o novo lar a experiências positivas. Oferecer um snack em momentos tranquilos, como ao explorar um cômodo novo ou após um carinho, ajuda o pet a entender que aquele ambiente é seguro e acolhedor”, explica Bruna. Os petiscos também são excelentes para reforço positivo durante treinos básicos e para fortalecer o vínculo entre tutor e animal. A dica da especialista é utilizar os snacks para momentos específicos de interação: : “Quando usados com intenção, eles se tornam um recurso valioso no processo de adaptação e aprendizado”.

Cuidado e paciência constroem vínculos duradouros

Os primeiros dias exigem paciência e dedicação, mas com informação e empatia, a adaptação se torna uma experiência rica e agradável para o tutor e transformadora para o animal. “O vínculo entre tutor e pet começa no respeito às necessidades do outro. Quando esse olhar cuidadoso está presente desde o início, o resultado é uma convivência carinhosa, feliz e harmoniosa”, conclui a especialista.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Tecnologia amplia cuidados com saúde, alimentação e monitoramento de pets

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Soluções inteligentes fortalecem o vínculo entre tutores e impulsionam a inovação no setor

A tecnologia voltada ao cuidado de pets assume um papel estratégico em 2025, impulsionada por tutores que buscam soluções práticas, eficientes e personalizadas para garantir a saúde e o bem-estar dos seus animais. Segundo o relatório The Rise of Pet Care Technology, da TGM Research, o mercado de Pet Tech movimentou US$ 10,5 bilhões em 2023 e deve crescer a uma taxa superior a 13,5% ao ano até 2032. Essa expansão reflete um novo padrão de comportamento, em que dispositivos de monitoramento de saúde, alimentadores automáticos e sistemas de vigilância por vídeo se tornam parte da rotina de quem compartilha a vida com cães e gatos.

O levantamento aponta ainda que a adesão a tecnologias de cuidado é especialmente forte em regiões como Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, onde até 32% dos tutores já utilizam aplicativos para agendar consultas veterinárias e acompanhar indicadores de saúde dos pets. Esse cenário reforça a tendência global de humanização dos animais de estimação, ampliando o espaço para inovação no mercado.

“O avanço da tecnologia no setor pet não é apenas uma questão de conforto, mas de qualidade de vida para os animais e de tranquilidade para os tutores”, afirma André Faim, empresário do setor e cofundador da rede Lobbo Hotels e da plataforma Trabalhe pra Cachorro.

Inovações que moldam a nova rotina dos tutores

Entre as principais tecnologias que vêm ganhando espaço estão as coleiras inteligentes, capazes de monitorar batimentos cardíacos, padrões de sono e níveis de atividade física, e os sensores de saúde integrados a aplicativos móveis. “Esses dispositivos funcionam como uma extensão do olhar veterinário, permitindo detectar sinais precoces de doenças e possibilitando a intervenção rápida antes do agravamento de problemas”, relata.

Outras soluções, como os alimentadores automáticos programáveis e os brinquedos interativos, ajudam a estabelecer rotinas saudáveis mesmo quando os tutores não estão presentes. Sistemas de monitoramento por vídeo, acessíveis via smartphones, oferecem ainda a possibilidade de acompanhar o comportamento dos pets em tempo real, reduzindo a ansiedade tanto dos animais quanto de seus donos.

Para André Faim, essas ferramentas representam um novo patamar na relação entre humanos e pets. “A tecnologia aproxima, facilita e torna o cuidado mais preciso. Quem adota essas soluções percebe não apenas o impacto na saúde física dos animais, mas também no equilíbrio emocional deles”, pontua.

Para as empresas do setor pet, incorporar tecnologias ao portfólio de serviços e produtos passou a ser estratégia de sobrevivência em um mercado mais exigente e segmentado. Soluções que combinam conveniência, personalização e bem-estar animal tendem a conquistar a preferência dos tutores, especialmente aqueles que veem os pets como membros da família.

Faim destaca que o investimento em inovação deve ser acompanhado de uma comunicação transparente e educativa. “Não basta oferecer tecnologia. É preciso mostrar como ela melhora a qualidade de vida dos pets e a experiência dos tutores. Quem souber traduzir essa proposta de valor vai se diferenciar no mercado”, ressalta. Ele observa que plataformas de gestão de saúde animal, sistemas de agendamento e dispositivos de automação residencial adaptados para pets possuem grande potencial de crescimento no Brasil.

A relação com os animais é cada vez mais profunda e personalizada, transformando a tecnologia em uma aliada indispensável. “As empresas que compreenderem essa transformação e souberem posicionar suas soluções de forma estratégica, estarão melhor preparadas para fidelizar clientes e impulsionar o desenvolvimento do setor nos próximos anos”, finaliza.

Sobre André Faim

André Faim é um empreendedor e investidor no setor pet. Sócio de empresas de investimentos e co-fundador da Lobbo Hotels, a maior rede de creches e hotéis pet do país, que hoje conta com 7 unidades na cidade de São Paulo. Ele começou sua jornada em 2016, investindo em uma creche para cães, e observando a informalidade do mercado, decidiu criar uma marca referência em serviços pet, combinando acolhimento e profissionalismo. Com experiência em diversas áreas, André também é investidor na Trabalhe pra Cachorro, focando em oferecer soluções especializadas e elevar o padrão de cuidados no setor.

Sobre a Trabalhe pra Cachorro

Trabalhe pra Cachorro é uma empresa líder em recrutamento, seleção e treinamento de profissionais no setor pet. Focada em alinhar candidatos e empresas de forma ideal, a companhia também oferece consultorias especializadas para empresas do setor e gestão de equipe de forma terceirizada, visando um atendimento de excelência com práticas efetivas e amigáveis para os pets. A Trabalhe pra Cachorro se dedica a elevar o padrão de cuidado e bem-estar dos animais de estimação.

Sobre a Lobbo Hotels

Fundada em 2014, a Lobbo é um ecossistema de bem-estar pet que se tornou referência nacional na área de creche canina e hospedagem para cães. Com sete unidades distribuídas pelo país, a empresa oferece uma infraestrutura completa para garantir a segurança e o conforto dos animais, com ambientes internos climatizados e externos para atividades programadas de acordo com as condições climáticas. A Lobbo adota um manejo baseado em ciência e conhecimento veterinário, promovendo o bem-estar físico e mental dos cães através de uma rotina equilibrada e monitorada 24 horas por dia por câmeras. Com uma equipe qualificada e um compromisso com a excelência, a Lobbo se destaca no mercado por proporcionar um serviço de alta qualidade, sempre focado na saúde e felicidade dos pets.

Fonte: Carolina Lara

De som ambiente a canal exclusivo: o que pets ouvem e assistem também importa

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Músicas, sons e vídeos pensados para animais ajudam a reduzir o estresse e fortalecem a conexão entre humanos e bichos dentro de casa

Se você já deixou a televisão ligada para o seu cachorro não se sentir sozinho, saiba que essa prática ganhou status de estratégia real. Com programação voltada exclusivamente para o bem-estar dos animais, canais como a TV + Pet apostam em vídeos com sons suaves, movimentos lentos e músicas pensadas para estimular o relaxamento dos pets. E não é achismo. Um estudo publicado na revista Physiology & Behavior mostrou que cães expostos à música clássica passaram mais tempo deitados e em repouso, comportamento associado à redução de estresse em abrigos.

A proposta vai além de apenas “entreter”. A programação contínua tem como base princípios da musicoterapia e do enriquecimento ambiental — práticas já utilizadas em clínicas veterinárias, abrigos e creches, e que agora ganham espaço dentro de casa.

Para André Faim, empresário do setor pet, cofundador da rede Lobbo Hotels, da Trabalhe pra Cachorro e investidor da TV + Pet, o segredo está na intenção por trás dos estímulos. “O som certo acalma, o ritmo certo relaxa. Quando a gente fala de bem-estar animal, cada detalhe conta. Não é sobre distrair o pet, é sobre criar um ambiente mais seguro e equilibrado para ele”, afirma.

Um lar mais pet-friendly começa no som

O barulho da rua, a solidão quando os tutores saem para trabalhar e até ruídos domésticos como aspiradores ou fogões podem ser gatilhos de ansiedade para muitos cães. O uso de vídeos com elementos visuais neutros e trilhas sonoras contínuas é uma forma de suavizar esse impacto e promover conforto. E tem mais gente olhando para isso: empresas de tecnologia já estão investindo em soluções audiovisuais que se conectam com a rotina do pet — seja para mantê-lo calmo, entretido ou para criar transições mais suaves entre momentos do dia.

Além da TV, caixas de som com playlists exclusivas para cães, sensores que ativam estímulos em horários programados e luzes suaves conectadas à trilha sonora do ambiente já fazem parte do kit de inovação pet-friendly que começa a aparecer em casas mais adaptadas aos bichos. “Transformar a casa em um espaço acolhedor para o pet é uma extensão do cuidado. A gente já faz isso com crianças, por que não com os animais que também fazem parte da família?”, pontua Faim.

Estímulo na medida certa

A programação da TV + Pet inclui trilhas instrumentais, paisagens com movimentos suaves e vídeos com padrões pensados para não gerar agitação — o oposto do que se vê na maioria dos canais tradicionais. A ideia é simples: transformar o tempo que o animal passa sozinho em uma experiência mais confortável e positiva. “E isso também ajuda os tutores. Um pet menos ansioso é um pet mais fácil de lidar, com menos latidos, menos tensão e mais qualidade de vida no convívio com a família”, pontua.

Esse tipo de cuidado também pode ajudar no processo de socialização e educação comportamental. Ao reduzir a ansiedade, o animal se torna mais receptivo a interações e comandos, o que facilita o adestramento e a convivência com visitas, crianças ou outros animais. “O bem-estar emocional do pet é a base para tudo. Quando ele está calmo e se sente seguro, tudo flui melhor: desde a alimentação até o momento do passeio”, conclui Faim.

Sobre André Faim

André Faim é um empreendedor e investidor no setor pet. Sócio de empresas de investimentos e co-fundador da Lobbo Hotels, a maior rede de creches e hotéis pet do país, que hoje conta com 7 unidades na cidade de São Paulo. Ele começou sua jornada em 2016, investindo em uma creche para cães, e observando a informalidade do mercado, decidiu criar uma marca referência em serviços pet, combinando acolhimento e profissionalismo. Com experiência em diversas áreas, André também é investidor na Trabalhe pra Cachorro, focando em oferecer soluções especializadas e elevar o padrão de cuidados no setor.

Sobre a Trabalhe pra Cachorro

Trabalhe pra Cachorro é uma empresa líder em recrutamento, seleção e treinamento de profissionais no setor pet. Focada em alinhar candidatos e empresas de forma ideal, a companhia também oferece consultorias especializadas para empresas do setor e gestão de equipe de forma terceirizada, visando um atendimento de excelência com práticas efetivas e amigáveis para os pets. A Trabalhe pra Cachorro se dedica a elevar o padrão de cuidado e bem-estar dos animais de estimação.

Sobre a Lobbo Hotels

Fundada em 2014, a Lobbo é um ecossistema de bem-estar pet que se tornou referência nacional na área de creche canina e hospedagem para cães. Com sete unidades distribuídas pelo país, a empresa oferece uma infraestrutura completa para garantir a segurança e o conforto dos animais, com ambientes internos climatizados e externos para atividades programadas de acordo com as condições climáticas. A Lobbo adota um manejo baseado em ciência e conhecimento veterinário, promovendo o bem-estar físico e mental dos cães através de uma rotina equilibrada e monitorada 24 horas por dia por câmeras. Com uma equipe qualificada e um compromisso com a excelência, a Lobbo se destaca no mercado por proporcionar um serviço de alta qualidade, sempre focado na saúde e felicidade dos pets.

Fonte: Carolina Lara

Produção de ovos com galinhas livres ganha força na avicultura brasileira para promover a sustentabilidade e o bem-estar animal

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COBEA
Comunicado à Imprensa

Produção de ovos com galinhas livres ganha força na avicultura brasileira para promover a sustentabilidade e o bem-estar animal

Mantiqueira Brasil, líder do setor e uma das primeiras integrantes da COBEA, reforça seu compromisso com o avanço da causa ao contabilizar até agora mais de 3 milhões de aves criadas livres

A preocupação com o bem-estar animal está cada vez mais em foco entre as empresas produtoras de ovos, que buscam evoluir os sistemas de produção e a produtividade e rentabilidade de seus produtos. Nesse sentido, a produção de ovos com galinhas livres tem ganhado espaço na avicultura de postura nos últimos anos.

Esse processo produtivo consiste na criação de aves em galpões, o que lhes permite maior liberdade de movimento e acesso a diversos ambientes. Assim, elas podem expressar seus comportamentos naturais altamente motivados, como ciscar, espojar, se empoleirar e usar ninhos. Nesse sistema as galinhas têm acesso a diferentes espaços e recursos que facilitam esses comportamentos, como ninhos para botar ovos, poleiros para se empoleirar e áreas com areia para banho.

No Brasil, embora não haja legislação específica para padronizar essa produção, a adoção dessa prática tem crescido, com empresas se comprometendo a utilizar essa modalidade em suas operações. Até o momento, mais de 220 empresas operando no país, incluindo grandes multinacionais como McDonald’s, Giraffas, Burger King, Subway, Bob’s, Spoleto, Disney, Kroger, Campbell Soup, Walmart, ConAgra, Starbucks e até mesmo White Castle têm feito compromissos de vender apenas ovos de galinhas criadas soltas, a maioria até o final deste ano. Isso torna 2025 um ano importante nessa transição, pois muitas companhias estão buscando atingir essa meta, o que criará um aumento na demanda.

Esses avanços estão alinhados com o propósito da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), iniciativa de cooperação pré-competitiva inédita no sul global que foi fundada em junho de 2024 com o objetivo de facilitar essas e outras evoluções em bem-estar no setor de proteína animal.

Uma das primeiras empresas a aderir à coalizão, a Mantiqueira Brasil, que tem mais de 35 anos de trajetória no setor de avicultura de postura, recentemente atingiu a meta de mais de 3 milhões de aves criadas livres, consolidando a dedicação na transição para esse modelo de produção no país. A empresa superou o seu compromisso assumido em 2020 de chegar à marca de 2,5 milhões de galinhas livres até 2025.

O progresso gradual reforça seu compromisso com o avanço do bem-estar animal e consolida sua posição como referência no setor. Para a diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom, cada ação concreta de seus membros mostra que é possível unir esses avanços à produtividade e rentabilidade, e ajuda a ilustrar como empresas líderes do segmento estão atualmente investindo em bem-estar animal como um meio de crescimento e de adaptar seus modelos de negócios para o futuro.

A Mantiqueira Brasil é hoje responsável pela maior produção de ovos da América do Sul, com 4 bilhões de unidades produzidas e comercializadas por ano, e tem intensificado esforços para popularizar o consumo de ovos de galinhas livres no mercado nacional com a divulgação e comercialização dos ovos Happy Eggs®. Atualmente, está em fase de ampliação das operações de três unidades produtivas: Lorena (SP), São João do Itaperiú (SC) e Formosa (GO), sustentadas por pilares ESG, com foco no bem-estar animal, tecnologia avançada e digitalização de processos.

“A Mantiqueira Brasil acredita que o bem-estar animal é um pilar fundamental para a construção de um setor de avicultura de postura mais ético, sustentável e responsável. Ao nos unirmos à COBEA, reforçamos nosso compromisso de atuar de forma colaborativa, trocando experiências e acelerando a evolução de práticas que respeitem as necessidades das nossas aves em todas as fases do processo de produção. Vemos na coalizão uma oportunidade única de somar forças com outras empresas comprometidas, promovendo avanços reais e consistentes. Acreditamos que, juntos, temos o potencial de elevar os padrões do setor, aumentar a transparência e demonstrar ao Brasil e ao mundo que é possível aliar produção em escala, respeito ao bem-estar animal e inovação sustentável”, afirma o gerente-executivo de Avicultura da empresa, André Carreira.

Transformação da cadeia

Para impulsionar melhorias no bem-estar animal com seus fornecedores e produtores, a Mantiqueira Brasil está atualmente investindo em estruturas que permitam às aves expressarem seu comportamento natural, além de garantir qualidade na alimentação, água e ambiência.

Adicionalmente, tem investido em comunicação e educação sobre bem-estar animal, para que o consumidor final compreenda as diferenças entre os sistemas de produção e reconheça os benefícios dos produtos Happy Eggs® (galinhas livres). A empresa acredita que os varejistas são grandes aliados nesse processo, e trabalha em parcerias com redes supermercadistas, utilizando estratégias como materiais promocionais, gôndolas exclusivas e ações nos pontos de venda que aumentam a visibilidade e a rentabilidade dos produtos.

O consumidor hoje está mais atento à maneira como os animais são tratados no processo produtivo, e muitos já usam esse conhecimento para decidir qual produto adquirir na hora da compra. “É encorajador ver líderes do setor como a Mantiqueira Brasil tomando medidas para acelerar a transição e a adoção de sistemas de produção que têm o potencial de melhorar o bem-estar das muitas galinhas poedeiras usadas na produção de ovos no Brasil”, finaliza Elisa.

Sobre a COBEA

A COBEA é uma iniciativa de cooperação pré-competitiva inédita no sul global, criada com o propósito de promover o bem-estar animal. Idealizada pela startup certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com a adesão de oito importantes atores da cadeia de proteína animal brasileira: Grupo IMC (International Meal Company), Special Dog Company, Minerva Foods, JBS Brasil, Planalto Ovos, Mantiqueira Brasil, Danone Brasil e Nestlé Brasil.

Fonte: Attuale Comunicação

Cães e gatos também têm diabetes. Diagnóstico precoce é essencial para o melhor tratamento

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A diabetes é uma doença endócrina comum também em cães e gatos. Assim como nas pessoas, ela é caracterizada pela dificuldade de o organismo produzir ou responder à insulina, um hormônio essencial para regular os níveis de glicose no sangue. “Embora possa afetar cães de qualquer idade, a diabetes costuma ser mais prevalente em cães mais idosos e, a doença também pode afetar gatos, especialmente os obesos ou com histórico de problemas metabólicos”, explica a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec.

Detectar os sintomas iniciais é fundamental para um tratamento eficaz e o controle adequado da doença. Embora os sinais possam ser discretos no começo, com o tempo tornam-se mais evidentes. “Um dos primeiros indícios de diabetes é o aumento da quantidade de urina eliminada, seguido pela necessidade de beber grandes quantidades de água. Isso ocorre porque o corpo não consegue reabsorver a glicose de forma eficiente nos rins”, detalha a especialista.

Apesar de o apetite aumentar, muitos pets diabéticos acabam perdendo peso. Isso acontece porque o organismo não consegue utilizar a glicose como fonte de energia, fazendo com que o corpo recorra às reservas de gordura e músculo. “Além disso, os animais podem apresentar cansaço excessivo, falta de energia e dificuldade para realizar atividades que antes eram simples. Esses sinais indicam que algo não está funcionando corretamente no metabolismo”, alerta Marcella.

Nos cães, a doença pode causar o desenvolvimento de catarata, que pode resultar em visão turva ou até cegueira. Em gatos, embora menos comum, essa complicação também pode ocorrer em casos mais graves.

“Caso o tutor perceba alguns sintomas, é fundamental procurar um veterinário. O profissional realizará análise detalhada, levando em consideração o histórico médico do animal, mudanças no comportamento alimentar e variações de peso, bem como a realização de exames para confirmar a suspeita de diabetes e iniciar o tratamento adequado. Isso permitirá que o animal viva de forma saudável e confortável”, assinala Marcella Vilhena.

Sobre a Syntec – A Syntec é uma empresa 100% brasileira com mais de 20 anos de história, dedicada à produção de medicamentos e suplementos veterinários de alta qualidade. Seu portfólio diversificado inclui terapêuticos, especialidades, produtos de higiene e saúde, suplementos e vacinas para animais. Para mais informações, visite: www.syntec.com.br

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Gripe aviária: os riscos de transmissão em humanos e o alerta da comunidade científica diante dos desafios

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A Dra. Greyce Lousana, presidente executiva da Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica, ressalta a importância da vigilância constante dos habitats onde os vírus circulam para evitar novas pandemias. Segundo a OMS, 75% das doenças infecciosas têm origem em animais.

Nos últimos dias, a preocupação com a gripe aviária tem ganhado destaque no Brasil, com reflexos macroeconômico no mundo. Embora a doença seja mais comum entre aves, o potencial de transmissão para humanos, ainda que raro, requer uma atenção especial. A Dra. Greyce Lousana, médica veterinária, bióloga e presidente da Sociedade Brasileira de Profissionais de Pesquisa Clínica, enfatiza a necessidade de uma abordagem integrada, unindo medicina veterinária e cuidados humanos. A colaboração entre diferentes áreas é essencial para a prevenção eficaz de futuras pandemias, já que a maioria delas é decorrente de animais.

“A gripe aviária, causada pelo vírus H5N1, é altamente patogênica para aves, mas a transmissão para humanos é extremamente rara. Com menos de 900 casos registrados mundialmente pela OMS, podemos considerar que o risco imediato à saúde humana é baixo. Contudo, a vigilância não pode ser minimizada”, comenta a Dra. Greyce.

Em resposta a essa ameaça, o Brasil tem adotado rigorosas medidas de controle. O plano nacional de contingência inclui barreiras sanitárias e testes frequentes em locais de risco. Essas ações visam conter possíveis surtos e prevenir a propagação da doença.

Dentro desse cenário, a especialista chama atenção para dois pontos cruciais. O primeiro deles é que os produtores rurais devem prestar atenção aos sinais de dificuldade respiratória em aves e buscar orientação da defesa agropecuária. É fundamental o uso de equipamentos de proteção individual ao lidar com animais suspeitos.

Outra preocupação comum é sobre o consumo de frango e ovo. A especialista assegura que consumir esses alimentos cozidos ou fritos não representa risco, já que o vírus é eliminado em altas temperaturas.

“Se não tivermos uma interação entre médicos veterinários e demais profissionais de saúde, o futuro da humanidade será cada vez mais caótico. É comum pensar no médico como quem trata e cura pessoas e pouco se fala sobre o papel do veterinário nas pesquisas clínicas, que tem o desafio de prevenir e impedir novas pandemias, como estamos vendo com a gripe aviária”, conclui a Dra. Greyce.

Sobre a SBPPC

A Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica (SBPPC) é uma entidade civil de finalidade não lucrativa, idealizada e fundada em junho de 1999 por um grupo de profissionais atuantes na área de pesquisa clínica. A iniciativa surgiu a partir da ideia e determinação da Profa. Greyce Lousana, bióloga e médica veterinária, que respondeu pela presidência da instituição de 1999 a junho de 2007.

A SBPPC foi a primeira associação brasileira a se preocupar com todos os profissionais que participam direta ou indiretamente do processo de condução de pesquisa clínica com foco na saúde humana e na saúde animal. Entre seus objetivos, estão: a integração dos diferentes profissionais do setor e a divulgação do tema “pesquisa clínica” para a população leiga.

Site: www.sbpcc.org.br

Fonte: infato comunicação

Mix Feeding: como unir nutrição e variedade na rotina alimentar do seu pet

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Descubra como combinar sabores e nutrientes para uma alimentação balanceada de cães e gatos.

Você já ouviu falar sobre o mix feeding? Essa é uma técnica que vem conquistado o coração dos tutores e o paladar dos pets. Essa prática consiste em combinar diferentes tipos de alimentação, geralmente a ração seca tradicional com a alimentação natural, que é um alimento rico em vitaminas e sais minerais para cães e gatos. A ideia é unir o melhor dos dois mundos, oferecendo mais sabor, variedade e benefícios nutricionais.

De acordo com Robson Vivas, médico veterinário e diretor de produção da Pet Delícia, marca referência em alimentação natural para pets, o mix feeding pode ser uma excelente alternativa, desde que feito com orientação. “Essa combinação traz vantagens importantes, como o aumento da palatabilidade, melhora da hidratação e mais estímulos sensoriais. No entanto, é fundamental que os alimentos sejam de qualidade e que a quantidade total diária seja ajustada para evitar excessos calóricos. Além disso, é importante ressaltar que a prática é muito recomendada para tutores que têm cães ou gatos que enjoam rápido da alimentação, pois promove uma maior variedade de alimentos durante as refeições, ou seja, o bichinho sempre terá opções novas na sua rotina.”, afirma.

Veja cinco dicas essenciais para que os tutores coloquem o mix feeding em prática.

1 – Escolha alimentos naturais e de confiança
Evite alimentos caseiros mal balanceados ou industrializados com conservantes artificiais. Dê preferência a opções naturais, completas e balanceadas, como as receitas da Pet Delícia, provenientes de uma longa pesquisa, formuladas com ingredientes frescos e aprovadas por veterinários.

2 – Respeite a quantidade diária ideal
O segredo do mix feeding está no equilíbrio. Ao combinar dois tipos de alimento, ajuste a quantidade total para manter o pet bem nutrido, sem exageros. O ideal é contratar um veterinário para poder te ajudar a fazer esse cálculo com precisão certa para o seu pet.

3 – Comece aos poucos
Introduza a alimentação natural gradualmente, misturando pequenas quantidades aos poucos dias. Isso ajuda o organismo do pet a se adaptar e reduz o risco de desconfortos gastrointestinais.

4 – Use a comida natural como estímulo
Você pode utilizar a porção úmida da alimentação em momentos estratégicos, como no almoço, no jantar ou após passeios, tornando esses momentos ainda mais prazerosos para o pet.

5 – Observe o comportamento do seu pet
Acompanhe como ele reage ao novo hábito. Apetite, disposição e fezes são bons indicadores de que tudo está indo bem.

“Ao seguir esses passos, seu pet terá uma alimentação mais balanceada e nutritiva. É importante lembrar também que cada animal é único, e a combinação ideal de ração e o tipo de alimentação natural pode variar conforme idade, porte, nível de atividade e necessidades específicas. Por isso, contar com a orientação de um profissional é essencial para garantir o sucesso do mix feeding”, finaliza o veterinário da Pet Delícia.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores.

Fonte: Publika.aí Comunicação

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