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Dia da Mentira: Falsas verdades que contamos a nós mesmos sobre o luto pet podem adoecer emocionalmente

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Especialista alerta para narrativas internas que tentam aliviar a dor da perda, mas acabam prolongando o sofrimento ou trazendo consequências físicas, emocionais e comportamentais

No dia 1º de abril, conhecido como o Dia da Mentira, uma reflexão necessária ganha espaço: e quando as mentiras não são contadas aos outros, mas a nós mesmos? No contexto do luto pet, esse tipo de comportamento é mais comum (e mais prejudicial) do que se imagina.

A perda de um animal de estimação ainda é, em muitos contextos, tratada como uma dor menor. E é justamente nesse cenário que surgem algumas das narrativas mais prejudiciais para quem está vivendo o luto: tentativas de minimizar o vínculo, acelerar a superação ou fingir uma força que não se sustenta.

Para a psicóloga e doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo, Natália Nigro de Sá, diretora da Laika Funeral Pet, essas “mentiras” funcionam como anestesias emocionais. “Elas não são mal-intencionadas. São formas de autoengano para suportar uma realidade que, naquele momento, parece insuportável. Mas o que anestesia também pode impedir a cicatrização”, explica.

Entre as mais comuns está a chamada “mentira da força”. A ideia de que é preciso seguir em frente rapidamente, não chorar ou não demonstrar sofrimento é, segundo a especialista, socialmente validada e profundamente solitária. “Tentar ser forte o tempo todo é, talvez, a mentira mais aceitável. Quando a pessoa sustenta essa narrativa, ela envia ao mundo o sinal de que não precisa de ajuda. E acaba presa dentro de uma espécie de fortaleza emocional, sofrendo no escuro, enquanto por fora sustenta uma calma que é exaustiva”, afirma.

Esse esforço contínuo para não sentir cobra um preço alto. A psicóloga compara o processo a tentar manter uma bola de praia submersa: por um tempo, é possível, mas o desgaste é inevitável: você consegue por um tempo, mas seus músculos (e sua mente) acabam entrando em exaustão. O enlutado começa a apresentar cansaço mental crônico, falta de concentração e irritabilidade. Ele não está cansado do trabalho ou da rotina; ele está cansado do esforço para não sentir.

Outra narrativa frequente é a da minimização, ou seja, quando o tutor tenta convencer a si mesmo de que “era só um animal” ou que “já sabia que ia acontecer”. Para Natália, esse tipo de pensamento costuma surgir como uma tentativa de se proteger do julgamento externo, mas acaba invalidando a própria experiência. “A dor do luto é proporcional ao vínculo, não à espécie. O relacionamento com um pet envolve afeto, rotina, presença. Quando a pessoa tenta reduzir isso, ela não diminui a dor; apenas perde a oportunidade de elaborá-la de forma saudável”, pontua.

Há ainda a chamada “mentira do controle”, que aparece principalmente na forma de culpa. “O cérebro muitas vezes prefere se sentir culpado do que impotente. Criar cenários de ‘e se eu tivesse feito diferente’ dá a falsa sensação de que era possível evitar a perda, quando, na realidade, estamos lidando com a finitude da vida”, explica.

Segundo a especialista, o problema dessas narrativas não está apenas no que elas escondem, mas nos efeitos que produzem ao longo do tempo. O luto que não encontra espaço para ser vivido pode se manifestar de outras formas, sejam físicas, emocionais ou comportamentais. “O corpo acaba desmentindo a mente. Surgem sintomas como insônia, cansaço persistente, dores musculares, irritabilidade ou até uma dificuldade de se conectar com outras pessoas e com a própria rotina”, diz.

Outro sinal de alerta é a necessidade constante de evitar o silêncio. “Quando a pessoa não consegue ficar sozinha com os próprios pensamentos, mantendo-se ocupada o tempo todo, isso pode indicar que há um luto que está sendo evitado. A dor não desaparece; ela apenas encontra outras formas de se manifestar”.

A especialista reforça ainda que o caminho mais saudável para vier o luto pet passa justamente pelo oposto dessas “mentiras”: o reconhecimento da dor. “O oposto da mentira no luto não é apenas a verdade, é a coragem de ser vulnerável. Ser saudável no luto pet não significa não sofrer; significa não precisar fingir que não dói”, conclui.

Fonte: LILÁS COMUNICAÇÃO

Dermatite atópica canina acende alerta e lidera atendimentos dermatológicos

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Condição tem relação com predisposição racial e fatores ambientais, exigindo acompanhamento contínuo para garantir qualidade de vida aos cães

As dermatites caninas têm se consolidado como uma das principais demandas nas clínicas veterinárias, especialmente nos atendimentos dermatológicos. Caracterizada por inflamações na pele, coceira intensa e desconforto recorrente, a condição impacta diretamente o bem-estar dos cães e pode se tornar crônica quando não diagnosticada e tratada adequadamente.

De acordo com a médica veterinária Júlia Werlang, especialista em dermatologia e alergologia, a dermatite atópica canina pode ter diferentes origens e exige uma investigação criteriosa. “A dermatite atópica canina não é uma condição única. Ela pode estar relacionada à predisposição genética, imunidade e fatores ambientais e ser agravada por infecções de pele oportunistas. Por isso, identificar corretamente a causa é essencial para indicar um tratamento adequado e individualizado e evitar que o quadro se torne recorrente”, explica.

Entre os principais fatores desencadeantes estão mudanças climáticas, poluição, presença de ácaros e contato com agentes irritantes, além da predisposição genética de determinadas raças. Cães com dobras cutâneas, pelagens específicas ou histórico alérgico tendem a apresentar maior sensibilidade, o que exige atenção redobrada e protocolos de cuidado individualizados.

Como os sintomas costumam ser semelhantes, como coceira, vermelhidão e lesões na pele, o diagnóstico preciso se torna um dos principais desafios e, ao mesmo tempo, o maior aliado no controle da doença. A avaliação clínica e a realização de exames específicos são fundamentais para diferenciar os tipos de dermatite e definir o tratamento mais adequado para cada caso.

Sinais muitas vezes considerados comuns no dia a dia, como o ato frequente de se coçar, lamber as patas, otites ou apresentar queda de pelos, podem indicar um quadro dermatológico em evolução e não devem ser ignorados. A recomendação é buscar orientação veterinária ao perceber qualquer alteração no comportamento ou na pele do animal.

Com o avanço da medicina veterinária preventiva, o manejo da dermatite canina tem priorizado a identificação precoce dos fatores de risco e o monitoramento contínuo da saúde do animal. Medidas como controle ambiental, alimentação balanceada e acompanhamento regular contribuem significativamente para reduzir crises e melhorar a qualidade de vida dos cães.

Nesse cenário, o Pet Support reforça a importância da conscientização dos tutores sobre a saúde dermatológica dos pets. O diagnóstico precoce e o cuidado contínuo são fundamentais para controlar a doença e garantir mais conforto e bem-estar aos animais ao longo da vida.

Sobre o Pet Support

O Grupo Hospitalar Pet Support é um hospital veterinário de alta complexidade, referência em medicina veterinária no Rio Grande do Sul e faz parte do grupo global VCA Inc., maior organização de hospitais veterinários do mundo.

A instituição é a única no estado a contar com uma UTI equipada com terapia de alto fluxo, tecnologia moderna utilizada em hospitais veterinários de ponta para auxiliar cães e gatos com dificuldade respiratória sem a necessidade de intubação ou ventilação mecânica invasiva.

Com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, o grupo oferece atendimento hospitalar completo, com funcionamento 24 horas e equipes multidisciplinares especializadas. Somadas, as unidades realizam cerca de 120 atendimentos diários, reforçando o compromisso do Pet Support com a inovação, a excelência técnica e o cuidado integral com a saúde e o bem-estar dos pets.

Mais informações sobre o Grupo Hospitalar Pet Support estão disponíveis em: www.petsupport.com.br

Fonte: Camejo Comunicação

Páscoa sem sustos: como incluir os pets com segurança na celebração

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Chocolate, doces e decorações exigem atenção redobrada para evitar intoxicações e acidentes com os cães durante o período

Mesa posta, ovos de chocolate espalhados pela casa, crianças animadas — e um pet curioso observando tudo de perto. A cena é comum na Páscoa e ajuda a explicar por que a data exige atenção extra dos tutores, por conta da maior circulação de alimentos inadequados e distrações que facilitam o acesso dos animais a itens perigosos.

Entre os principais vilões da data está o chocolate, a teobromina, substância presente no cacau, não é metabolizada adequadamente pelos pets e pode causar desde vômitos e diarreia até tremores, alterações cardíacas e convulsões. Quanto maior a concentração de cacau, maior o risco, mesmo em pequenas quantidades.

Além do chocolate, outros itens comuns na Páscoa também oferecem perigo, como doces com xilitol, embalagens plásticas, papéis metalizados e enfeites decorativos, que podem provocar intoxicações, engasgos ou obstruções intestinais se ingeridos.

Segundo a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, a prevenção começa com informação e organização do ambiente.
“Durante datas comemorativas, é comum que os pets tenham mais acesso a alimentos inadequados por descuido ou oferta indevida. O chocolate é um dos principais causadores de intoxicação nesse período. Por isso, manter esses produtos fora do alcance e orientar a família é fundamental para evitar emergências veterinárias”, explica.

Diante desse cenário, a profissional listou algumas medidas simples que ajudam a garantir uma Páscoa mais tranquila para toda a família.

Mantenha chocolates e doces fora do alcance: O ideal é guardar ovos de Páscoa e sobremesas em locais fechados ou elevados. Mesmo as embalagens podem chamar a atenção dos pets pelo cheiro e pela textura.

Oriente familiares e amigos: É comum que alguém ofereça “só um pedacinho” sem conhecer os riscos. Reforçar que os cães não devem consumir alimentos humanos ajuda a evitar situações perigosas.

Use os petiscos para incluir os pets na comemoração: Para que os pets também participem da celebração de forma segura, é importante optar por produtos desenvolvidos especificamente para eles. A linha Delícias do Chef – Edição Limitada Páscoa foi criada com esse objetivo. Desenvolvidos por especialistas em nutrição animal, os petiscos são ideais para presentear, sem corantes artificiais, e trazem formatos temáticos de coelho e cenoura. Disponíveis no sabor alfarroba, os snacks permitem que os cães participem do momento sem os riscos associados ao chocolate humano.

Além de incluído na comemoração, como momento inesquecível em família, os petiscos podem ser utilizados em brincadeiras, jogos de busca ou como reforço positivo, ajudando a manter o animal ocupado e menos propenso a buscar outros alimentos

Atenção às embalagens e decorações: Papéis metalizados, fitas e enfeites em formato de coelho ou cenoura podem ser confundidos com brinquedos. Após abrir os chocolates, descarte as embalagens imediatamente e mantenha a decoração fora do alcance dos animais.

Fique atento aos sinais de intoxicação: Vômitos, diarreia, salivação excessiva, agitação, tremores ou alterações no ritmo cardíaco exigem atendimento veterinário imediato.

Com informação, organização e escolhas adequadas, a Páscoa pode ser um momento seguro e agradável também para os pets. Priorizar alternativas próprias para eles e manter atenção ao ambiente ajuda a evitar sustos e garante uma celebração mais tranquila para todos.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Cobasi realiza, pelo 9º ano consecutivo, campanha “Coelho não é brinquedo” e suspende venda do animal durante a Páscoa

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Crédito: Shutterstock

No período, companhia foca na conscientização de consumidores, além da comercialização de produtos específicos para pets e gamificação

Com a proximidade da Páscoa, período em que aumenta a procura por coelhos como presentes, a Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, realiza, pelo 9º ano consecutivo, a campanha “Coelho não é brinquedo”, que suspende a venda desses animais em todas as unidades da rede durante a época. Neste ano, a paralisação ocorrerá de 23 de março a 6 de abril, como forma de conscientizar a população sobre os riscos da compra impulsiva de coelhos.

A iniciativa parte de uma preocupação recorrente no período. De acordo com dados da National Geographic, organização científica, educacional e de mídia, cerca de 80% dos coelhos comprados na Páscoa morrem ou são abandonados no primeiro ano de vida. Isso acontece porque, muitas vezes, as famílias não estão preparadas para ter os cuidados necessários.

“Muitas pessoas acabam comprando coelhos na Páscoa, esquecendo que são seres vivos que precisam de cuidados diários, atenção e responsabilidade. Não são objetos. Assim, a campanha é uma forma de gerar reflexão e conscientizar as pessoas antes de tomarem essa decisão”, afirma Caio Bernardo, Diretor de Marketing e Comercial da Cobasi.

Segundo a companhia, a procura por coelhos costuma aumentar significativamente nesse período em todas as regiões do Brasil, o que reforça a importância de iniciativas educativas voltadas ao bem-estar animal. Por isso, durante a campanha, a Cobasi também intensifica a divulgação de informações sobre os cuidados necessários com os coelhos, como alimentação adequada, higienização do ambiente, espaço apropriado e outras necessidades básicas para garantir a saúde dos animais.

Venda de itens sazonais

Em comemoração à Páscoa, a Cobasi comercializa o Ovo de Páscoa Joy, desenvolvido especialmente para cães. Diferentemente do chocolate tradicional, que é tóxico para os animais, o produto é formulado com ingredientes seguros e está disponível nas versões de carne e frango.

No site, app e lojas físicas da marca, os consumidores também poderão encontrar outros itens sazonais que contribuem para tornar a data mais divertida com os pets, como petiscos, brinquedos e pelúcias. “Os animais fazem parte das famílias e diversas pessoas gostam de incluí-los nas celebrações. Nosso ovo de Páscoa tem esse objetivo, já que os pets não podem consumir chocolate”, explica Bernardo.

Ação interativa para consumidores

Durante o período da campanha, a Cobasi também promoverá a ação interativa “Caça aos Ossos”, voltada aos clientes do programa de fidelidade Amigo Cobasi. Até o ano passado, a dinâmica funcionava por meio de cartelas físicas, que eram carimbadas em diferentes setores das lojas. Para 2026, a companhia reformulou a iniciativa com o uso de tecnologia e recursos digitais.

Entre 20 de março e 5 de abril, peças gráficas em formato de ossos estarão escondidas em diferentes setores das lojas. Ao encontrá-las, os clientes poderão abrir o aplicativo da Cobasi e escanear o QR Code presente nas peças. Serão seis ossos espalhados pelas lojas e, ao localizar todos, os participantes receberão 10% de desconto nas compras e nos serviços de banho da Pet Anjo.

“Nós buscamos criar continuamente ações que estimulem a interação e tragam benefícios aos clientes. As datas sazonais são oportunidades importantes para nos aproximarmos dos consumidores, fortalecer o relacionamento e mostrar como a Cobasi pode fazer parte do dia a dia das famílias e de seus pets”, conclui o Diretor de Marketing e Comercial da Cobasi.

Sobre a Cobasi

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026, concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

Fonte: TRAMA COMUNICAÇÃO

Fonte:

Consumo de chocolate na Páscoa acende alerta para intoxicação de pets

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Créditos: Pinterest

Substância presente no cacau pode causar vômitos e complicações neurológicas, em cães e gatos

Com a proximidade da Páscoa e mais chocolates à disposiçao dentro de casa, cresce o risco de intoxicação de animais de estimação. Cães e gatos são mais sensíveis a substâncias presentes no cacau, e a ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode provocar reações graves. Especialistas alertam que a atenção deve ser redobrada durante o período, especialmente em ambientes em que os alimentos ficam ao alcance dos pets.

De acordo com a professora de Medicina Veterinária da Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, Aline Zoppa, o principal perigo está na teobromina, um composto presente no chocolate que o organismo dos animais não consegue metabolizar de forma eficiente. “A teobromina é tóxica para cães e gatos. Dependendo da quantidade ingerida e do porte do animal, pode causar desde sintomas gastrointestinais, como vômitos e diarreia, até alterações cardíacas, tremores e convulsões”, explica.

O risco varia de acordo com o tipo de chocolate. Versões mais amargas e com maior concentração de cacau são ainda mais perigosas, enquanto chocolates ao leite também oferecem risco, embora em menor intensidade. Em filhotes e animais de pequeno porte, a ingestão de pequenas quantidades já pode desencadear quadros de intoxicação.

A especialista destaca que, durante a Páscoa, é comum que os tutores consumam chocolate em ambientes compartilhados com os pets, o que aumenta a chance de acidentes. “É importante evitar comer chocolate perto dos animais e ter cuidado com pedaços que possam cair no chão. Cães, principalmente, têm o hábito de ingerir rapidamente qualquer alimento disponível”, alerta.

Outro ponto de atenção está no armazenamento. Ovos de Páscoa e outros doces devem ser mantidos fora do alcance dos animais, em locais seguros e fechados. Embalagens também podem representar risco, já que podem ser ingeridas e causar obstruções.

Em casos de ingestão acidental, a orientação é procurar atendimento veterinário o mais rápido possível. “O tempo de resposta é fundamental para reduzir os danos. Ao perceber qualquer comportamento diferente, como agitação, salivação excessiva ou vômitos, o tutor deve buscar ajuda imediata”, reforça Aline.

A Páscoa é um momento de celebração, mas exige atenção redobrada com os animais de estimação. Pequenas mudanças de hábito, como evitar o consumo de chocolate próximo aos pets e garantir o armazenamento adequado dos alimentos, fazem diferença para prevenir acidentes e garantir a segurança dos animais durante o período.

Sobre a Universidade Anhembi Morumbi

A Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, oferece programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Além disso, a Medicina da Universidade Anhembi Morumbi é parte da Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país”. Seus cinco campi estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, São José dos Campos e Piracicaba.

Possui laboratórios de última geração e diferenciais como a internacionalidade, já tendo enviado, desde 2006, milhares de alunos do Brasil para realização de cursos no exterior, além de receber centenas de estudantes estrangeiros em seus campi, que se tornaram locais multiculturais para o aprendizado. A Anhembi Morumbi também contribui para democratização do Ensino Superior, ao oferecer cursos digitais com diversos polos dentro e fora de São Paulo. Além disso, o aluno aprende na prática desde o primeiro dia de aula.

Saiba mais sobre a Anhembi Morumbi em link.

Sobre a Ânima Educação

Com o propósito de transformar o Brasil pela educação, a Ânima é o maior e o mais inovador ecossistema de ensino de qualidade para o país, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 381 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior, e em mais de 500 polos educacionais por todo o Brasil. Integradas também ao Ecossistema Ânima estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI (Escola Brasileira de Direito), Le Cordon Bleu (SP), SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, e Learning Village, primeiro hub de inovação e educação da América Latina, além do Instituto Ânima.

Em 2023, a Forbes, uma das revistas de negócios e economia mais respeitadas no mundo, elencou a Ânima entre as 10 maiores companhias inovadoras do país e, em 2022, o ecossistema de ensino, também foi destaque do Prêmio Valor Inovação – parceria do jornal Valor Econômico e a Strategy&, consultoria estratégica da PwC – figurando no ranking de empresas mais inovadoras do Brasil no setor de educação. Desde 2013, a companhia está na Bolsa de Valores, no segmento de Novo Mercado, considerado o de mais elevado grau de governança corporativa.

Fonte: Textual Comunicação

Mercado pet dispara em São Paulo e gera empregos três vezes acima da média da economia

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Levantamento do Sindilojas-SP com base no Novo Caged mostra alta de 55,2% nos vínculos formais do setor entre 2020 e 2026

O mercado pet vem se consolidando como um dos segmentos mais dinâmicos da economia paulistana. Entre janeiro de 2020 e janeiro de 2026, o número de vínculos celetistas ativos no setor cresceu 55,2%, passando de 11.798 para 18.313 postos de trabalho. Os dados são de levantamento do Sindilojas-SP com base no Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.

No mesmo período, o total de empregos formais na cidade de São Paulo avançou 17,8%, segundo a mesma base de dados. O desempenho do setor pet, portanto, foi mais de três vezes superior à média da economia local, evidenciando o ganho de relevância das atividades ligadas aos animais de estimação na estrutura produtiva urbana.

De acordo com o presidente do Sindilojas-SP, Aldo Nuñez Macri, o avanço reflete uma transformação consistente no perfil de consumo das famílias. “O crescimento do mercado pet está diretamente ligado a mudanças estruturais no comportamento da população, que passou a priorizar mais o bem-estar e os cuidados com os animais de estimação, sustentando a expansão do setor no longo prazo”, afirma.

A expansão do segmento acompanha uma tendência nacional. Dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) indicam crescimento contínuo do mercado pet brasileiro ao longo da última década, com avanço do faturamento e diversificação de produtos e serviços.

Esse movimento foi intensificado a partir da pandemia de Covid-19. O período de isolamento social contribuiu para o aumento da adoção de animais e para o fortalecimento do vínculo entre tutores e pets, o que ampliou a demanda por serviços especializados, como cuidados veterinários, estética, hospedagem e adestramento.

Além do fator conjuntural, mudanças demográficas ajudam a explicar o fenômeno. Dados do IBGE, a partir da PNAD Contínua e de indicadores populacionais, mostram a queda da taxa de fecundidade, o adiamento da parentalidade e o crescimento de domicílios menores ou unipessoais, fatores que favorecem a centralidade dos animais de estimação na dinâmica familiar.

Na cidade de São Paulo, a estrutura do setor reflete a predominância de atividades de comércio e serviços. O mercado é composto principalmente por lojas especializadas, clínicas e hospitais veterinários, estabelecimentos de banho e tosa e serviços de cuidado animal. Etapas industriais e agropecuárias da cadeia, como a fabricação de ração e medicamentos, tendem a se concentrar fora da capital.

Outro vetor relevante é o empreendedorismo. Levantamento do Sindilojas-SP, com base em dados do Sebrae, aponta que cerca de 10,8 mil microempreendedores individuais atuam em atividades relacionadas ao mercado pet na cidade, incluindo prestadores de serviços, cuidadores e pequenos comerciantes.

Para Aldo Nuñez Macri, a combinação entre crescimento do emprego formal e avanço do empreendedorismo indica um movimento estrutural. “O setor pet não apenas amplia a geração de empregos formais, mas também abre espaço para pequenos negócios e novas oportunidades de renda, o que reforça sua importância crescente na economia paulistana”, diz.

Apesar do desempenho expressivo no acumulado do período, o setor apresentou estabilidade recente, com a criação de 238 vagas formais no último ano, segundo dados do Novo Caged. Ainda assim, o avanço observado desde 2020 sinaliza uma mudança consistente no padrão de consumo e na organização das atividades econômicas ligadas ao cuidado com animais de estimação.

Fonte: MGA Press

Alimentação natural para cães e gatos: benefícios, cuidados e por que suplementar é essencial

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Entenda como a alimentação natural evoluiu na medicina veterinária, quais cuidados garantem segurança nutricional e por que a suplementação diária é indicada

A alimentação natural para cães e gatos deixou de ser tendência de nicho e passou a ocupar espaço real na rotina de clínicas e consultórios veterinários. O motivo é simples: tutores querem dietas mais individualizadas, com mais transparência sobre ingredientes e com propostas alinhadas às necessidades fisiológicas dos pets, considerando espécie, fase e estilo de vida, condição clínica e metabolismo.

Na prática, falar em alimentação natural não é “cozinhar por conta própria”. É adotar um modelo alimentar baseado em ingredientes de origem natural, com controle de qualidade, composição definida e função nutricional planejada, seguindo critérios técnicos e diretrizes internacionais reconhecidas.

Alimentação natural “de verdade”: o que entra no prato e o que não pode faltar

De forma objetiva, alimentação natural é uma dieta formulada com ingredientes in natura ou minimamente processados, sem adição de corantes e conservantes artificiais. Mas o ponto central não é apenas a lista de ingredientes, e sim o equilíbrio nutricional.

Por isso, é essencial separar alimentação natural de “comida improvisada”: preparações caseiras feitas sem critério técnico, com sobras de comida humana ou combinações aleatórias não caracterizam uma dieta nutricionalmente adequada. E o risco não é teórico: erros na composição podem gerar deficiências ou excessos de nutrientes, com impacto direto no desenvolvimento, na imunidade e no bem-estar do animal.

“Alimentação natural não é sinônimo de ‘cozinhar qualquer coisa’. Ela precisa de formulação, cálculo e propósito nutricional. Quando a dieta é bem planejada, conseguimos alinhar a qualidade dos ingredientes com segurança e equilíbrio”, explica Celina Okamoto, médica-veterinária nutróloga.

Assim como ocorre com alimentos industrializados completos, uma alimentação natural bem conduzida precisa ser balanceada e atender integralmente às exigências nutricionais do pet, respeitando sua individualidade biológica.

Celina reforça que a transição para esse tipo de dieta envolve planejamento e conhecimento técnico: escolha e função dos ingredientes, proporções corretas entre macro e micronutrientes e ajustes conforme necessidades específicas de cada animal.

Dieta caseira precisa de suplementação?

Uma das dúvidas mais comuns entre tutores e até entre profissionais que lidam com esse público é se uma dieta caseira “bem feita” dá conta de tudo. Segundo Celina Okamoto, mesmo quando bem formuladas, dietas caseiras não atingem isoladamente todas as exigências nutricionais.

“A boa intenção do tutor não garante, sozinha, a completude nutricional. Existem nutrientes que dificilmente fecham ‘no prato’ sem suplementação. O objetivo é dar previsibilidade: o pet precisa receber tudo o que é essencial, todos os dias”, reforça.

Entre os nutrientes mais críticos em dietas caseiras estão cálcio, zinco, iodo, selênio, manganês e vitaminas D e E. Além disso, costuma-se recomendar a inclusão de ômega 3 (EPA e DHA), associado a suporte metabólico, imunológico e inflamatório.

Nesse cenário estão as soluções de suplementação desenvolvidas especificamente para pets em alimentação natural, com o objetivo de apoiar condutas mais seguras e consistentes. “A suplementação ajuda a garantir dietas caseiras nutricionalmente completas, reduzir erros de formulação e deficiências e facilitar a prescrição e a adesão ao manejo nutricional”, explica a especialista.

Outro ponto que merece atenção é que a alimentação natural não deve começar “do dia para a noite”. Mudanças bruscas podem provocar disbiose intestinal e distúrbios gastrointestinais, porque a microbiota é sensível a alterações repentinas na dieta.

Por isso, tanto a transição para alimentação natural quanto a introdução de suplementos precisam ser feitas de maneira gradual, respeitando o tempo de adaptação do organismo e da microbiota.

Sobre a Botupharma:

A Botupharma® atua em saúde animal, transformando ciência e tecnologia em uma ampla gama de produtos para a saúde e o bem-estar dos pets, com suporte ao trabalho de médicos-veterinários e profissionais do setor.

A linha Botupharma Pet oferece suplementos para alimentação natural desenvolvidos para uso diário, com vitaminas e minerais voltados ao balanceamento da dieta caseira, com o objetivo de apoiar a prática clínica, ajudando a garantir dietas completas.

Fonte: Alberto Augusto de Oliveira

Pet em casa? Veja os produtos ideais e os vilões que devem ser evitados na limpeza da casa

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Especialista alerta para riscos de produtos comuns e destaca alternativas seguras para manter o ambiente higienizado sem comprometer a saúde dos pets

Ter um pet em casa exige mais do que carinho e atenção, pois a escolha dos produtos de limpeza também impacta diretamente na saúde dos animais. Com olfato mais sensível e maior contato com superfícies, cães e gatos estão mais expostos a substâncias químicas, o que torna essencial optar por soluções seguras no dia a dia. “Itens comuns na rotina doméstica podem causar irritações, alergias e até intoxicações, reforçando a necessidade de adaptação na limpeza do lar”, afirma Mauro Silveira, diretor executivo da Klivex.

Hoje, o consumidor está mais atento à composição dos produtos e aos impactos no bem-estar dos animais. A limpeza eficiente não precisa estar associada a substâncias agressivas e não há necessidade de comprar itens específicos para animais.“Soluções do dia a dia, seguras e tecnológicas já conseguem unir alta performance na higienização com proteção para toda a família, incluindo os pets”, alerta Mauro.

Pensando nisso, confira os principais produtos recomendados para casas com pets:

Sabão e detergente neutro: Indicados para a limpeza diária de pisos, utensílios e acessórios, pois não irritam a pele nem deixam resíduos nocivos quando bem enxaguados.

Desinfetante: Versões específicas com quaternários e peróxidos de hidrogênio, desinfeta as áreas sem apresentar riscos aos animais

Neutralizador de Odor: Para odores muito fortes que o desinfetante não conseguir retirar, os neutralizadores específicos podem agir de maneira eficiente

Produtos que devem ser evitados:

Cloro e água sanitária: podem causar irritações, intoxicações e problemas respiratórios.

Amônia e ácidos fortes: substâncias tóxicas que afetam o sistema respiratório e digestivo dos pets.

Desinfetantes com fenol: altamente perigosos, principalmente para gatos.

Produtos com fragrâncias intensas ou óleos essenciais: podem causar alergias e desconforto devido ao olfato sensível dos animais.

Inseticidas e misturas químicas caseiras: aumentam o risco de intoxicação e liberação de gases irritantes.

Além da escolha dos produtos, algumas práticas são fundamentais: manter o ambiente ventilado, evitar o acesso dos animais durante a limpeza e garantir que as superfícies estejam completamente secas antes da circulação dos pets. “Essas medidas simples ajudam a reduzir riscos e garantem um ambiente limpo, saudável e seguro para todos”, comenta Mauro.

Fonte: Press FC Assessoria e Consultoria

Nascem dois filhotes de Sauim-de-coleira no Zoológico de São Paulo

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Dois filhotes de primatas da espécie Saguinus bicolor, criticamente ameaçada de extinção, nasceram no fim de fevereiro. É a primeira reprodução desses animais na instituição, que participa de Programa Nacional de Conservação

A família de sauins-de-coleira (Saguinus bicolor) do Zoológico de São Paulo acaba de crescer. Os pais, que chegaram ao zoológico em 2025, tiveram dois bebês no último mês. A gestação durou cerca de cinco meses, e o parto ocorreu de forma natural.

Os recém-nascidos permanecem sob cuidados do casal, que se reveza no transporte e na manutenção junto ao corpo. A amamentação é feita pela fêmea, enquanto ambos dividem tarefas como higienização, proteção e estímulo. O casal também expõe os filhotes ao sol em dias frios, o que auxilia na regulação térmica.

Nos próximos meses, começa a introdução alimentar, com oferta gradual de sólidos e posterior desmame. Nessa fase, os bebês passam a desenvolver autonomia e iniciam os primeiros deslocamentos entre galhos. A família já pode ser vista pelo público.

Ameaça de Extinção

Esta é a primeira reprodução do sauim-de-coleira no Zoológico de São Paulo, que integra o programa de manejo cooperativo da espécie coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O Saguinus bicolor está classificado como Criticamente Ameaçado de Extinção na Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), e consta como espécie Em Perigo na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

Sobre a espécie

O sauim-de-coleira, também conhecido como sauim-de-manaus, é um primata nativo da Amazônia brasileira, com ocorrência concentrada nas florestas urbanas da cidade de Manaus. De pequeno porte, pode atingir até 32 centímetros de comprimento e pesar cerca de 550 gramas. Sua principal característica é a pelagem branca ao redor da cabeça, pescoço e tórax, que lembra uma coleira e é o traço que dá origem ao seu nome popular. A espécie também apresenta face negra e sem pelos na cabeça e orelhas.

Valores e Combo de Aniversário do Zoo

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$89,90. O valor em compras para o mesmo dia é de R$119,90;
Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$29,90. O valor em compras para o mesmo dia é de R$39,90;
Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$99,90. O valor no dia é de R$119,90 (necessário agendar o horário da visita aos finais de semana).
Combo de aniversário com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$379,50 por R$119,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$149,90.

Serviço

Funcionamento dos parques:

Zoo São Paulo: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 16h (visitação até às 17h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h);
Jardim Botânico: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 16h (visitação até às 17h), e aos sábados, domingo e feriados das 9h às 17h (visitação até às 18h);
Simba Safari: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 17h (visitação até às 18h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h);

Compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda.
Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.

Fonte: Zoológico

Woolie inaugura primeira loja conceito na Cidade Matarazzo e marca nova fase de expansão da marca

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Créditos; Divulgação

Espaço em São Paulo transforma o universo felino em experiência de design e servirá como inspiração para o modelo de franquias da marca

São Paulo, Março de 2026 — A Woolie, primeira marca brasileira de design especializada exclusivamente em gatos, acaba de inaugurar sua primeira loja conceito própria no complexo Cidade Matarazzo, em São Paulo. O novo espaço marca uma nova fase na trajetória da empresa, que nasceu digital e agora passa a oferecer uma experiência física imersiva dedicada ao universo felino.

Localizada em um dos principais polos de lifestyle e design da cidade, a Woolie Cidade Matarazzo foi concebida como um espaço para apresentar de forma sensorial o conceito da marca: produtos desenvolvidos a partir do comportamento e dos instintos naturais dos gatos, que combinam estética, funcionalidade e bem-estar animal.

Mais do que um ponto de venda, a loja foi pensada como um showroom e laboratório de marca, reunindo best sellers da Woolie, lançamentos recentes, produtos exclusivos e pré-lançamentos. O espaço permite que os visitantes vivam experiências (como catnip experience onde podem realizar degustação olfativa dos diversos tipos de “erva do gato”), conheçam de perto os materiais, o design e a funcionalidade das peças que fizeram a marca se destacar no mercado brasileiro de produtos para gatos. A loja também conta com atendimento ominichannel, onde o cliente poderá adquirir todo o catálogo do site (mesmo que não esteja disponível na loja) e receber em sua casa, além de realizar trocas e ter um atendimento exclusivo.

A inauguração também representa um movimento estratégico importante para o negócio. A loja conceito foi criada para servir como modelo e inspiração para o projeto de expansão da Woolie por meio de franquias, permitindo que a marca leve sua experiência de design e comunidade para outras cidades do Brasil.

“Desde o início da Woolie, nossa missão sempre foi repensar a forma como os produtos para gatos são desenvolvidos e percebidos. A loja conceito nasce para materializar esse universo, permitindo que as pessoas vivenciem a marca e descubram como o design pode transformar a relação entre gatos e seus humanos”, afirma Daniel Mostacada, fundador e CEO da marca. “E com a nova unidade, disponibilizamos aos nossos clientes um atendimento personalizado por meio do Concierge da loja, que estará disponível por WhatsApp para um contato VIP com os clientes da unidade.”

Fundada em 2020, a Woolie nasceu com forte presença digital e rapidamente conquistou uma comunidade engajada de tutores de gatos em todo o país. A marca se destacou ao desenvolver produtos criados do zero com base em estudos sobre comportamento felino, ergonomia e experiência do tutor, um movimento que ajudou a posicionar a empresa como referência em design para gatos no Brasil. A criação da loja conceito surge também como resposta a pedidos frequentes da própria comunidade de clientes, que buscavam um espaço físico para conhecer os produtos e experimentar o universo Woolie de forma mais próxima.

No novo espaço, os visitantes encontram desde itens icônicos da marca como o Comedouro GEO (cores e modelos exclusivos da loja), fontes de água, arranhadores e acessórios – até lançamentos recentes e produtos que refletem o DNA minimalista da Woolie, desenvolvido para integrar os itens dos pets ao ambiente da casa.

“A nossa proposta com produtos premium e de design sofisticado parte de um diagnóstico claro do mercado pet: historicamente, grande parte dos produtos disponíveis para gatos eram adaptações de itens criados para cães, sem considerar as particularidades comportamentais e fisiológicas dos felinos. Por isso, oferecemos verdadeiros objetos de design que valorizam o ambiente doméstico, com estética contemporânea, ao mesmo tempo em que entregam materiais de qualidade, com soluções inteligentes e funcionais para o bem-estar dos gatos”, detalha o fundador e CEO da Woolie.

A loja na Cidade Matarazzo surge como mais um ponto de conexão entre a Woolie e a comunidade digital em torno da cultura gateira que a marca construiu ao longo dos anos. Além do desenvolvimento de produtos, a empresa promove discussões sobre comportamento felino, adoção responsável e valorização da diversidade dos gatos, especialmente os sem raça definida (SRD). Iniciativas próprias como o concurso cultural “Gato SRD Mais Bonito do Brasil”, conteúdos educativos e ações voltadas à conscientização fazem parte do ecossistema criado pela marca para fortalecer a relação entre humanos e felinos.

Serviço:
Woolie Cidade Matarazzo – Loja conceito
Endereço: Woolie Cidade Matarazzo – Alameda Rio Claro, 190 – Bela Vista, São Paulo
Horário de funcionamento:
Seg à Sex: 10:00 às 22:00
Domingo: 14:00 às 20:00
Site: woolie.com.br
Instagram: @woolie.pet

Fonte: Deep R Comunicação

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