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Feira de Adoção no Parque Dom Pedro reúne pets e reforça importância de decisões conscientes

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Créditos: Divulgação

Em parceria com a ONG Aliança do Bem evento acontece neste sábado, a partir das 10h, na Entrada Árvores

Mais um dia especial e cheio de afeto! Que tal levar o lindo gatinho Messi (foto), de 5 meses, para a casa? Neste sábado, 28 de março, das 11h às 14h, a Entrada Árvores do Parque Dom Pedro recebe mais uma edição da Feira de Adoção Pet no Parque. O evento reúne cães e gatos em busca de um novo lar e promove a adoção responsável, em parceria com a ONG Aliança do Bem.

A presença dos animais e o contato com a equipe da ONG, que estará presente para orientar os interessados, ajudam a evidenciar um aspecto essencial da adoção: a necessidade de avaliar se este é o momento adequado para acolher um pet. Fatores como rotina, disponibilidade de tempo, espaço e responsabilidade financeira são pontos importantes a serem considerados antes da decisão.

Durante a feira, o público poderá conhecer os animais disponíveis e entender melhor as características de cada um, como comportamento e necessidades específicas, contribuindo para uma escolha mais consciente. A interação com os pets também permite que os visitantes identifiquem afinidade e compreendam melhor as demandas envolvidas na convivência diária com um animal.

“A feira é uma oportunidade para que as pessoas conheçam os animais e reflitam sobre a decisão de adotar, considerando o compromisso envolvido em acolher um pet. O Parque Dom Pedro apoia e incentiva iniciativas que aproximam o público dessa causa, sempre em parceria com organizações especializadas”, afirma Tatiane De Conto, gerente de marketing do Parque Dom Pedro.

O Parque Dom Pedro é pet friendly e conta com estrutura pensada para receber os animais com conforto e segurança, incluindo bebedouros nas entradas, kits cata-caca e carrinhos para pets de pequeno porte. Para circulação nas dependências, é obrigatório o uso de coleira e guia curta.

Pet no Parque
Data: sábado, 28/03
Horário: das 10h às 14h
Local: Entrada Árvores
Endereço: Av. Guilherme Campos, 500 – Jd. Santa Genebra – Campinas/SP
Instituição parceira: Aliança do Bem

Sobre o Parque Dom Pedro

Inaugurado em 2002, o Parque Dom Pedro é o mais completo centro de compras, lazer, entretenimento, gastronomia e serviços da Região Metropolitana de Campinas, possibilitando novas experiências e descobertas a cada visita. Com um espaço moderno, versátil e inclusivo com 126,5 mil m² de ABL (área bruta locável), possui mais de 400 opções aos clientes, entre lojas, lazer, restaurantes e serviços, oferecendo jornadas de experiência memoráveis para o público. Possui, ainda, 15 salas de cinemas, centro de convenções e 8 mil vagas de estacionamento. Mensalmente, o empreendimento recebe mais de 1,6 milhão de pessoas. Em 2024, o Parque Dom Pedro superou R$ 2.18 bilhões em vendas. 

Sobre a ALLOS

Somos a mais inovadora plataforma de experiências, entretenimento, serviços, lifestyle e compras da América Latina. Nosso portfólio tem 55 shoppings próprios e administrados – referência em todas as regiões do país, hubs de soluções para as cidades e destinos de convivência e experiência fígital. Somos ainda um grande espaço de oportunidades para os empreendedores de varejo e serviços. Continuaremos trabalhando com o compromisso de servir e encantar nossos consumidores e parceiros todos os dias, promovendo momentos que encantam e transformam. Nossa nova companhia integra o Mercado Novo da Bovespa, com mais alto nível de Governança Corporativa, e possui iniciativas com certificações internacionalmente reconhecidas, como o Índice de Sustentabilidade (ISE) da B3 e melhor avaliação do setor no Carbon Disclosure Project (CDP), além da adesão ao Pacto Global da ONU. A empresa também foi reconhecida com o selo I-Diversa (B3) e o selo ouro GHG Protocol.

Fonte: WGO Comunicação

Fato ou fake: companhias aéreas realmente barram pets por porte ou raça?

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Créditos; Divulgação

Com aumento de 179% nas buscas sobre como levar cães em aviões, PETFriendly Turismo esclarece o que é mito e o que é regra no transporte aéreo de pets

O desejo de viajar com animais de estimação tem crescido entre os brasileiros. Uma pesquisa aponta que 82% das pessoas gostariam de viajar com seus pets e 67% já fizeram ao menos uma viagem acompanhados do animal. O aumento da demanda também se reflete nas buscas online: houve crescimento de 238% nas pesquisas por hotéis pet friendly e de 179% por informações sobre como levar cães em aviões, indicando que cada vez mais tutores tentam incluir os animais nos planos de viagem.

Apesar do interesse crescente, ainda há muitas dúvidas sobre as regras do transporte aéreo de animais. Entre as principais questões está se companhias aéreas podem barrar pets por porte ou raça. Especialistas apontam que parte dessas informações circulam de forma equivocada nas redes sociais, misturando fatos e interpretações incorretas das normas da aviação.

Para esclarecer dúvidas ainda presentes no público, a PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, separou abaixo os principais fatos e fake news sobre se as companhias aéreas barram pets por porte ou raça.

Fatos

O porte do animal influencia a forma de transporte: o tamanho e o peso do pet são fatores determinantes para definir se o animal pode viajar na cabine ou no compartimento de carga. Em grande parte das companhias, apenas pets pequenos, geralmente até cerca de 8 a 10 kg, somando o peso da caixa de transporte, podem embarcar junto ao tutor na cabine. Animais maiores precisam viajar no compartimento apropriado da aeronave, seguindo regras específicas de acomodação e segurança.

As regras podem variar entre companhias e rotas: cada companhia aérea possui políticas próprias para transporte de animais, que podem variar de acordo com tipo de aeronave, duração do voo e destino. Por isso, os tutores precisam verificar com antecedência as regras da empresa escolhida e façam a reserva do transporte do pet antes da viagem.

Fake

Companhias aéreas barram pets apenas por raça: de forma geral, as regras das companhias não proíbem animais exclusivamente pela raça. O que costuma existir são restrições operacionais ou de segurança, como no caso de algumas raças braquicefálicas, como buldogues e pugs, que podem apresentar maior sensibilidade respiratória durante o voo. Nesses casos, algumas empresas impõem condições específicas ou restringem o transporte no porão por recomendação veterinária e protocolos de segurança.

Companhias aéreas podem barrar pets sem justificativa: as empresas aéreas seguem normas estabelecidas por autoridades de aviação e possuem políticas próprias publicadas previamente. A negativa de embarque normalmente ocorre quando alguma exigência não é cumprida, como documentação veterinária incompleta, caixa de transporte fora do padrão ou limite de animais por voo já atingido.

“A procura por viagens com pets cresceu muito nos últimos anos, mas ainda existe bastante desinformação sobre as regras do transporte aéreo de animais. Muitas vezes, o que parece ser uma restrição por raça ou porte está, na verdade, relacionado a critérios de segurança, peso ou documentação exigida pelas companhias e pela aviação. Por isso, é fundamental que os tutores busquem informações oficiais e se planejem com antecedência para garantir uma viagem tranquila para eles e para os pets” finaliza Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo.

Sobre a PETFriendly Turismo

Fundada em 2018 pela médica veterinária Dra. Juliana Stephani, a PETFriendly Turismo nasceu para atender a uma demanda crescente: o transporte seguro e confortável de pets em viagens nacionais e internacionais. A ideia surgiu da experiência pessoal da fundadora, que precisou viajar para o exterior sem seu cachorro, enfrentando dificuldades para encontrar um serviço especializado. Desde então, a empresa já realizou mais de 7 mil viagens bem-sucedidas, atendendo desde famílias comuns até personalidades públicas, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e bem-estar animal. A PETFriendly Turismo oferece uma gama completa de serviços, incluindo suporte veterinário por meio de parceiros globais, consultoria e auxílio na documentação necessária para transporte de animais, serviço de holder, que permite levar o pet diretamente ao destino e entregá-lo em mãos, além de táxi pet, com veículos próprios para transporte nacional.

Fonte: Press Manager

Conheça os 5 maiores desafios dos tutores de gatos de primeira viagem

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Créditos: Divulgação

Entender as particularidades dos felinos é crucial para que a adaptação do animal ao novo ambiente seja bem-sucedida

Cada vez mais lares brasileiros têm dado espaço aos felinos, especialmente tutores que, no passado, conviveram apenas com cães. Segundo o Censo Pet do Instituto Pet Brasil, a população de gatos foi a que mais cresceu em número no Brasil em um curto intervalo de tempo: entre 2020 e 2021, a população felina aumentou em cerca de 1,5 milhão, saltando de 25,6 milhões para 27,1 milhões – um aumento de cerca de 6%, enquanto a população de cães cresceu 4% no mesmo período¹. Essa mudança cultural, no entanto, exige mais do que a adaptação do animal: os tutores também precisam se ajustar a uma nova dinâmica de cuidado.

Por serem animais mais reservados por natureza, os felinos demonstram emoções e sensações de forma diferente dos cães e isso pode causar estranhamento para aqueles que estão iniciando a convivência com um gato. Não se preocupe, seu gato fica sim feliz em te ver, ele apenas não abana o rabo, o que leva à falsa percepção de não demonstrarem sinais de desconforto, sejam eles físicos ou comportamentais.

“Entender as particularidades dos felinos é essencial, principalmente para os tutores de primeira viagem, aqueles que estão convivendo com um gato pela primeira vez”, comenta Dra. Alessandra Bentes, médica-veterinária e Coordenadora de Assuntos Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis. “É comum que tutores iniciantes tentem estabelecer paralelos com o comportamento dos cães – o que pode levar a equívocos, desde a dificuldade em interpretar a personalidade do animal até práticas perigosas, como o uso de medicamentos comuns para cães ou seres-humanos, mas que são tóxicos para gatos.”.

Abaixo, a médica veterinária lista os principais erros cometidos por tutores nesse processo:

Não respeitar o tempo e personalidade do animal: tentar segurar o gato no colo ou insistir em interações físicas quando ele tenta demonstrar que não é isso que quer no momento, pode assustá-lo e estressá-lo. É importante observar sinais para entender quando o felino deseja carinho ou aguardar uma aproximação espontânea.

Ignorar os hábitos noturnos do felino: gatos são naturalmente mais ativos à noite e muitos tutores estranham comportamentos como a exploração de ambientes, brincar de caçar ou correr pela casa nesse período – atitudes que fazem parte de seu instinto. Aproveite o momento em que chega em casa para interagir com seu gato e gastar toda aquela energia acumulada.

Oferecer alimentação e água de forma inadequada: ofereça alimento de qualidade recomendado para o perfil do seu gato em pequenas porções durante o dia, evitando deixar o alimento à vontade. Felinos têm baixo estímulo natural à ingestão de água e a inclusão de dieta úmida pode ajudar na hidratação. Muitos felinos preferem água corrente ou em potes afastados da caixa de areia. Fontes de água e recipientes espalhados em pontos diferentes da casa estimulam o consumo e promovem bem-estar.

Falta de estímulo físico ou mental: ambientes sem oportunidades de exploração, brincadeiras ou desafios tendem a entediar os felinos, prejudicando seu bem-estar. É simples e fácil adequar o ambiente às necessidades felinas. Atualmente há empresas que trabalham com “gatificação” de ambientes e ainda é possível realizar pequenas adaptações em sua casa no modo “faça você mesmo” com orientações de vídeos online.

A caixa de areia: o tamanho da caixa deve ser adequado de forma que o gato consiga cavar e dar voltas sob seu corpo. Escolha um ambiente tranquilo e de fácil acesso, evitando lugares altos. Gatos com problemas articulares precisam ter caixas mais baixas. Trocar o local da caixa de areia repentinamente pode desorientar e estressar os gatos, que são animais territorialistas e sensíveis a mudanças na rotina.

Além de fortalecer o vínculo entre tutor e pet, compreender a personalidade do animal também auxilia na identificação de sinais que possam indicar problemas de saúde. Pequenas mudanças de comportamento, apesar de parecerem normais, podem indicar dor, estresse ou alguma condição clínica em desenvolvimento. “Estar atento às mudanças de hábitos e buscar orientação veterinária ao notar qualquer alteração no comportamento é fundamental para garantir um diagnóstico rápido e um tratamento adequado. Quanto mais o tutor entende o comportamento e as necessidades específicas dos felinos, maiores são as chances de proporcionar uma vida longa e saudável para o animal”, explica Alessandra.

Essa atenção à individualidade dos gatos também vale para cuidados médicos. “A maneira com que o organismo dos felinos metaboliza alguns medicamentos e os tratamentos de algumas condições clínicas se difere dos cães. Generalizar o manejo clínico entre espécies pode comprometer a eficácia terapêutica e gerar riscos à saúde do animal”, finaliza Alessandra.

Atenta a essas necessidades, a Zoetis conta com um portfólio pensado especialmente para as particularidades dos felinos: na linha de antiparasitários, o destaque é o recém-lançado Revolution Plus®, produto de uso tópico que combina selamectina e sarolaner para oferecer proteção ampliada contra pulgas, carrapatos, vermes intestinais, sarna otodécica e verme do coração por até 35 dias.

E por fim, a Zoetis também oferece Solensia® para tratamento da dor crônica em felinos, sendo o primeiro anticorpo monoclonal desenvolvido especificamente para o controle da dor associada à osteoartrite, uma doença silenciosa que acomete mais de 90% da população felina acima de 12 anos, causando dor nas articulações e piorando sua qualidade de vida. Clique aqui para conhecer mais produtos do portfólio da companhia, clique, e para mais informações, consulte um médico-veterinário.

Sobre a Zoetis

Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Depois de inovar maneiras de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais por mais de 70 anos, a Zoetis continua apoiando aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de veterinários e donos de animais a criadores de gado e pecuaristas. O portfólio líder e o portfólio de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias da empresa fazem a diferença em mais de 100 países. Uma empresa da Fortune 500, a Zoetis gerou uma receita de US$ 9,3 bilhões em 2024, com aproximadamente 13.800 funcionários. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Edelman Brasil

Chocolate é tóxico para pets: saiba como proteger cães e gatos na Páscoa

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Créditos: Pinterest

Especialista explica sintomas de intoxicação e orienta como prevenir acidentes com pets durante o período

Com a chegada da Páscoa, marcada pelo aumento no consumo de chocolates e encontros em família, cresce também o risco de intoxicação alimentar em animais de estimação. Cães e gatos são especialmente sensíveis a substâncias presentes em alimentos comuns nessa época, o que exige atenção redobrada dos tutores.

De acordo com Victória Bório, coordenadora do curso de Medicina Veterinária do IBMR, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o chocolate está entre os principais vilões. “O chocolate é perigoso porque contém teobromina, uma substância tóxica para cães e gatos. Diferente dos humanos, esses animais metabolizam a teobromina muito lentamente, o que leva ao acúmulo no organismo e pode causar intoxicação. Quanto mais escuro o chocolate, maior a quantidade de teobromina e maior o risco”, explica.

A especialista alerta que os sintomas podem surgir rapidamente após a ingestão. “Os sinais clínicos mais comuns incluem vômito, diarreia intensa, agitação ou inquietação, aumento da frequência cardíaca, tremores e, em casos mais graves, convulsões. Esses sintomas podem aparecer poucas horas após a ingestão”, destaca.

Caso o pet consuma chocolate, a recomendação é agir com rapidez. A primeira atitude deve ser levar imediatamente o animal ao pronto atendimento veterinário mais próximo. Não se deve esperar os sintomas aparecerem ou tentar tratar em casa, pois a intoxicação pode evoluir rapidamente.

Além do chocolate, outros alimentos típicos de celebrações também podem representar perigo. Durante a Páscoa e reuniões familiares, alimentos gordurosos, temperos fortes como alho e cebola, e doces em geral podem causar desde distúrbios gastrointestinais até intoxicações mais graves, alerta a veterinária Victória.

Para evitar acidentes, medidas simples no dia a dia fazem a diferença. “Evitar consumir chocolate próximo aos pets, não deixar alimentos ao alcance dos animais, ter cuidado para não deixar cair pedaços no chão, orientar visitas e crianças a não oferecerem comida aos pets e armazenar chocolates e doces em locais fechados e altos são atitudes fundamentais para a prevenção”, conclui.

Fonte: Textual

Golden Square Shopping recebe encontro de yorkshires com temática de Páscoa neste sábado

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Créditos: Divulgação

Evento gratuito terá foto oficial, descida coletiva e espaço decorado para interação entre pets e tutores

O Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, promove neste sábado (29), das 10h às 12h, um encontro de cães da raça yorkshire com temática de Páscoa no parque pet do empreendimento. Gratuito e aberto ao público, o evento reúne tutores e seus pets em uma manhã voltada à convivência, lazer e interação em um espaço estruturado para receber animais de estimação.

A iniciativa integra a agenda pet friendly do shopping e reforça o posicionamento do Golden Square Shopping como um ambiente cada vez mais aberto à presença de animais de estimação. O empreendimento já conta com parque pet externo e interno, além de permitir a circulação de pets em diversas áreas. Durante o encontro, o público poderá circular pelo local, socializar e aproveitar o ambiente preparado para a ocasião.

Entre os destaques da programação estão a foto oficial coletiva, marcada para 11h30, e a tradicional descida dos cães pela escada rolante ao meio-dia, dinâmica já conhecida em encontros pet e que costuma reunir o público em momentos de interação e registro.

Para esta edição especial, o parque contará com decoração temática de Páscoa, com elementos pensados para fotos e interação. A orientação é que os tutores levem os cães caracterizados, acompanhando o clima da data e ampliando as possibilidades de registros.

Voltado para yorkshires, o encontro também busca fortalecer a comunidade pet da região do ABC, promovendo a troca de experiências entre tutores e incentivando o uso de espaços urbanos adaptados para animais.

Serviço:
Evento: Encontro de Yorkshires – Especial de Páscoa
Data: 29 de março (sábado)
Horário: das 10h às 12h
Local: Parque pet externo do Golden Square Shopping – São Bernardo do Campo
Destaques: foto oficial às 11h30 e descida coletiva às 12h
Entrada: gratuita

Fonte: Nectar

Nutrição adequada: pilares da medicina veterinária preventiva

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Nutrição equilibrada é essencial ao organismo do pet e pode auxiliar na redução de riscos de doenças ao longo da vida

Pensar em alimentação é ir além de apenas saciar a fome do pet. Trata-se de considerar como os nutrientes oferecidos diariamente impactam o funcionamento do organismo e a qualidade de vida a longo prazo. Quando a dieta é adaptada a espécie, ao porte, à idade e ao estilo de vida do animal, ela contribui para a manutenção do peso saudável, o equilíbrio metabólico e a redução do risco de doenças crônicas.

Para Ricardo Menezes, médico-veterinário e Gerente de Treinamento e Desenvolvimento da PremieRpet, prevenção significa planejamento contínuo, visando longo prazo. “Nutrição adequada é oferecer ao organismo tudo o que ele precisa para funcionar de forma equilibrada e evitar excessos. Quando os sistemas imunológico, metabólico e hormonal estão bem amparados por uma nutrição precisa, conseguimos reduzir fatores de risco associados a diversas doenças.”

Prevenir deficiências e excessos
A falta de vitaminas e outros nutrientes essenciais pode desencadear uma série de alterações no organismo. Deficiências de vitaminas do complexo B, por exemplo, podem comprometer o funcionamento neurológico e digestório; níveis inadequados de cálcio e fósforo impactam a formação e a manutenção de ossos e dentes; e a ingestão insuficiente de proteínas pode levar à perda de massa muscular e a prejuízos na resposta imunológica. Por isso, uma alimentação equilibrada é fundamental para garantir que o pet receba todos os nutrientes necessários e evitar consequências clínicas associadas a essas carências.

Ao mesmo tempo, a alimentação adequada também envolve evitar excessos. O controle do peso é um dos pilares dessa estratégia. Pesquisas apontam que cerca de metade dos cães e gatos no mundo apresentam sobrepeso ou obesidade. A condição é considerada uma das doenças nutricionais mais relevantes na medicina veterinária e está associada a maior risco de diabetes, problemas articulares, alterações cardiovasculares e aumento do risco anestésico em procedimentos cirúrgicos.

“O ganho de peso costuma ser gradual e, muitas vezes, passa despercebido. Por isso, a avaliação periódica da condição corporal é fundamental. Prevenir é sempre mais simples e seguro do que tratar uma doença já instalada”, reforça o especialista.

Alimentação faz parte de um cuidado maior e estratégica
As formulações das rações evoluíram para atender demandas específicas dos pets. Um alimento completo e balanceado fornece as quantidades adequadas de proteínas, vitaminas e minerais, enquanto alimentos coadjuvantes — indicados sob orientação veterinária — além de completos e balanceados, podem auxiliar no manejo de condições específicas, como doenças renais, sensibilidade digestória ou controle de peso, atuando como parte do tratamento.

Na medicina veterinária preventiva, a nutrição não atua isoladamente. Exames periódicos permitem acompanhar peso, condição corporal e possíveis alterações precoces em órgãos e metabolismo, enquanto a vacinação anual mantém a proteção contra algumas doenças infecciosas. “Alimentação adequada, acompanhamento veterinário e vacinação formam a base da medicina preventiva. Quando esses pilares estão alinhados, aumentamos as chances de oferecer mais qualidade e longevidade aos pets”, conclui Menezes.

Saiba mais sobre nutrição e cuidados preventivos para cães e gatos no Blog da PremieRpet.

Fonte: Current Global

Março Amarelo Pet alerta para doenças renais silenciosas que afetam cães e gatos

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Campanha reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce para garantir mais qualidade de vida aos animais

O mês de março ganha um importante destaque na saúde animal com a campanha Março Amarelo Pet, voltada à conscientização sobre a Doença Renal Crônica (DRC) em cães e gatos. Considerada uma enfermidade comum, progressiva e irreversível, a condição costuma evoluir de forma silenciosa, manifestando sinais clínicos apenas em estágios mais avançados, o que torna o diagnóstico precoce ainda mais essencial.

A DRC está entre as principais causas de morte em pets idosos, o que acende um alerta para a necessidade de acompanhamento veterinário regular ao longo da vida do animal. A médica veterinária nefrologista Dra. Duane Vendramini alerta que “as doenças renais são silenciosas e, muitas vezes, quando os sintomas aparecem, o comprometimento já é significativo. Por isso, a realização de exames de rotina é fundamental para identificar alterações precocemente e iniciar o manejo adequado, aumentando a qualidade e a expectativa de vida dos pets”.

Mudanças sutis no comportamento podem ser os primeiros indícios de que algo não vai bem, e devem ser investigadas o quanto antes. Entre os principais sintomas de alerta estão alterações no volume de urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, perda de peso, falta de apetite, episódios de vômito ou diarreia e sinais de apatia. Embora possam parecer inespecíficos, esses sintomas podem indicar comprometimento renal e exigem avaliação clínica.

A prevenção passa, principalmente, por cuidados contínuos. A realização de exames periódicos, anuais ou semestrais, especialmente em animais idosos, é uma das principais estratégias para identificar precocemente alterações renais. Nesse contexto, o exame de SDMA se destaca por ser mais sensível e capaz de detectar a doença antes mesmo de alterações na creatinina.

Além disso, a hidratação adequada desempenha papel fundamental na saúde dos rins. Estimular o consumo de água, principalmente entre os gatos, que naturalmente ingerem menos líquidos, pode fazer diferença significativa, sendo o uso de fontes uma alternativa eficaz. A alimentação balanceada e de qualidade também contribui para a prevenção.

Alguns fatores aumentam o risco de desenvolvimento da doença, como idade avançada, presença de doenças crônicas (como diabetes e cistite), infecções, como leptospirose e leishmaniose, e predisposição genética. Entre as raças de cães mais suscetíveis estão Beagle, Cocker Spaniel, Lhasa Apso, Maltês, Pastor Alemão, Poodle, Dachshund, Pinscher, Shih-Tzu e Schnauzer.

O Março Amarelo Pet reforça que a atenção dos tutores é peça-chave nesse processo. Ao notar qualquer alteração no comportamento ou na rotina do animal, a recomendação é buscar orientação veterinária o quanto antes. Com o diagnóstico precoce, é possível controlar a progressão da doença e proporcionar mais qualidade de vida aos pets.

Sobre o Pet Support

O Grupo Hospitalar Pet Support é um hospital veterinário de alta complexidade, referência em medicina veterinária no Rio Grande do Sul e faz parte do grupo global VCA Inc., maior organização de hospitais veterinários do mundo.

A instituição é a única no estado a contar com uma UTI equipada com terapia de alto fluxo, tecnologia moderna utilizada em hospitais veterinários de ponta para auxiliar cães e gatos com dificuldade respiratória sem a necessidade de intubação ou ventilação mecânica invasiva.

Com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, o grupo oferece atendimento hospitalar completo, com funcionamento 24 horas e equipes multidisciplinares especializadas. Somadas, as unidades realizam cerca de 120 atendimentos diários, reforçando o compromisso do Pet Support com a inovação, a excelência técnica e o cuidado integral com a saúde e o bem-estar dos pets.

Mais informações sobre o Grupo Hospitalar Pet Support estão disponíveis em: www.petsupport.com.br

Fonte: Camejo Comunicação

Páscoa e pets: como evitar intoxicações

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Veterinária alerta para o risco de dar chocolate a cães e gatos.

A Semana Santa é marcada por muito consumo de chocolate em formato de ovos de Páscoa, bombons e coelhinhos doces. Mas atenção: a ingestão de chocolate por cães e gatos pode ser altamente perigosa e até letal.

A advertência é da veterinária e PhD em Nutrição Animal Dra. Luciana Oliveira, que adverte que a intoxicação por chocolate é uma das ocorrências mais comuns nos atendimentos de urgência veterinária.

Segundo a especialista, o cacau contém metilxantinas — como teobromina e teofilina — compostos que são difíceis de serem metabolizados por cães e gatos. Quanto maior a concentração de cacau no chocolate, maior o risco de intoxicação. “A gravidade depende do tipo de chocolate e da quantidade ingerida. Chocolates mais escuros, com maior teor de cacau, são os mais perigosos”, explica Luciana.

E chocolates dietéticos podem ser ainda mais prejudiciais: produtos adoçados com xilitol, um adoçante comum em alimentos “diet” e “zero”, podem provocar uma queda brusca de açúcar no sangue.

“O xilitol pode causar hipoglicemia grave e levar o animal à morte se não houver atendimento rápido”, alerta Luciana. “Ele está presente em diversos produtos do dia a dia, como balas, chicletes, alimentos dietéticos e até enxaguantes bucais.”

Como socorrer

Dependendo da quantidade e de que tipo de alimento foi ingerido, os sintomas podem ser mais leves ou mais graves. “Os sintomas podem surgir desde poucos minutos a várias horas ou dias após a ingestão. A melhor providência a ser tomada é levar o animal ao veterinário o mais rápido possível, para que ele avalie a situação e veja se precisa ou não prestar algum suporte ao animal ou deixá-lo em observação”, explica Luciana.

Ela ressalta que atitudes comumente disseminadas como fazer o animal vomitar ou usar carvão ativado nem sempre surtem efeito. “Tais ações podem retardar o suporte médico que esse animal precisa receber. Então não é recomendado que pessoas leigas tentem resolver o problema por conta própria, pois isso aumenta os riscos de complicações que podem levar ao óbito”, alerta.

Sobre Dra. Luciana Oliveira

Médica veterinária formada pela Unesp de Jaboticabal, possui mestrado o doutorado na área de nutrição de cães e Gatos pela Unesp Jaboticabal. Fez estágio de doutoramento na Universidade LMU, de Munique/Alemanha. É membro do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal Pet (CBA PET) e da Sociedade Brasileira de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (SBNutripet). Tem mais de 20 anos de experiência na área de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos.

Fonte: JT Comunica

Muito além do espirro: MSD Saúde Animal alerta como a vacinação evita sequelas crônicas da “gripe felina”

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Especialista explica que patógenos do Complexo Respiratório Felino podem causar rinite crônica e lesões oculares graves se não houver vacinação adequada

O Complexo Respiratório Felino (CRF) muitas vezes esconde perigos que vão muito além de um mal-estar passageiro. Esse complexo corresponde a um conjunto de infecções respiratórias altamente contagiosas em gatos, causadas principalmente pelo herpesvírus felino e o calicivírus, muitas vezes com participação de bactérias oportunistas. A MSD Saúde Animal ressalta que a proteção através da vacinação é fundamental, uma vez que os gatos acometidos podem desenvolver sequelas crônicas em relação a respiração, visão e ingestão de alimentos, havendo comprometimento da qualidade de vida de maneira permanente.

A gravidade do Complexo Respiratório Felino (CRF) é sustentada por dados epidemiológicos alarmantes. De acordo com o European Advisory Board on Cat Diseases (ABCD), estima-se que até 80% dos gatos infectados pelo Herpesvírus felino tornam-se portadores latentes por toda a vida, podendo apresentar recidivas em qualquer momento de estresse. Além disso, em locais com múltiplos animais, a prevalência de agentes como o Calicivírus pode chegar a 40%, tornando a disseminação extremamente rápida.

“O Herpesvírus felino tem predileção pelo trato respiratório, causando sinais clínicos como espirros, secreção nasal/ocular e conjuntivite. Por ser um vírus que permanece no organismo e pode reativar em momentos de estresse, muitos gatos acabam desenvolvendo rinites crônicas, ceratites e úlceras de córnea, com risco de perda da visão”, explica Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal.

Além dos sinais respiratórios, o Calicivírus, é frequentemente associado a úlceras orais extremamente dolorosas. Essas lesões muitas vezes impedem o animal de comer e beber água, gerando quadros graves de desidratação e desnutrição. “Muitos responsáveis só buscam o médico-veterinário quando o gato para de se alimentar, mas as lesões crônicas nos cornetos nasais podem fazer com que o animal tenha dificuldade respiratória e perda de olfato pelo resto da vida”, reforça Kathia.

A estratégia mais eficaz para evitar esse cenário é a vacinação, que normalmente tem início quando o gato completa 9 semanas de vida. A MSD Saúde Animal disponibiliza a linha Nobivac®, referência global em proteção felina. As vacinas múltiplas, como a Nobivac® Feline 1-HCP (que protege contra Rinotraqueíte, Calicivirose e Panleucopenia), a Nobivac® Feline 1-HCPCh (que inclui a proteção contra a Clamidiose) e a Nobivac® Feline 1-HCPCh +FeLV (que inclui a proteção contra a Leucemia Viral Felina) são fundamentais para proteger os felinos.

“Vacinar não é apenas prevenir doenças, é promover um futuro com mais qualidade de vida. No caso dos felinos, que dependem muito do olfato para se alimentar e interagir, preservar as vias aéreas é essencial para seu bem-estar”, conclui a especialista. A companhia reforça que as visitas regulares ao médico-veterinário são muito importantes para a realização de check-ups, atualização de protocolos vacinais e orientações sobre outros assuntos, como alimentação e prevenção de parasitas, todos cuidados que conferem que o felino tenha uma vida mais longa e saudável.

Sobre a MSD Saúde Animal  

A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., Rahway, N.J., EUA, é uma unidade de negócios global de saúde animal comprometida com a Ciência para Animais mais Saudáveis. Por mais de 130 anos, temos sido pioneiros em ciência inovadora. Somos movidos pela inovação contínua para desenvolver medicamentos, vacinas e tecnologias revolucionárias. Com a experiência direta na fazenda e na clínica, atuamos lado a lado com nossos clientes em cada etapa do caminho. O foco é capacitar aqueles que cuidam dos animais, ajudando-os a gerenciar sua responsabilidade vital com confiança. Porque ninguém entende a saúde animal como nós.”  Para obter mais informações, visite nosso site  e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

Instituto Tamanduá prepara inauguração de novo Centro de Pesquisas e Cuidados no Pantanal com mural artístico em parceria com a Vetnil®

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Créditos: Divulgação

Espaço em Miranda (MS) fortalece a conservação de tamanduás, preguiças e tatus e ganha identidade visual criada pela artista Carol Smocowisk

Em meio ao coração do Pantanal sul-mato-grossense, o Instituto Tamanduá se prepara para inaugurar, em março, o Centro de Pesquisas e Cuidados Especializado em Xenarthra — grupo que inclui tamanduás, preguiças e tatus. Localizada no município de Miranda (MS), a nova base amplia a presença da organização no bioma e reforça sua atuação na pesquisa, reabilitação e conservação dessas espécies emblemáticas da fauna brasileira.

Além de sua relevância científica e ambiental, o novo Centro nasce com um diferencial simbólico e sensível: uma série de murais artísticos inspirados na fauna pantaneira, desenvolvidos pela artista plástica Carol Smocowisk.

O projeto foi viabilizado pela Vetnil®, parceira de longa data do Instituto Tamanduá, que tornou possível a concepção e execução das obras como parte da identidade do novo espaço. Os murais ocupam diferentes espaços da estrutura, incluindo áreas de convivência e o berçário de animais, traduzindo em arte a biodiversidade e a essência do Pantanal.

Um novo ponto de apoio para a fauna do Pantanal

O Centro de Pesquisas e Cuidados em Miranda representa um avanço na infraestrutura do Instituto Tamanduá no Pantanal. A nova estrutura foi concebida para oferecer suporte mais robusto às atividades de pesquisa e para atuar como base estratégica em situações emergenciais, como resgates de fauna durante incêndios florestais e outros eventos extremos.

O espaço também abrigará tamanduás-bandeira em processo de reabilitação para soltura, além de permitir o cuidado especializado de filhotes órfãos de tamanduás e tatus. Com laboratório in loco, a equipe poderá realizar coleta de amostras biológicas e monitoramento ambiental, ampliando a produção de conhecimento sobre um dos biomas mais ameaçados do país.

A rotina do Centro será dedicada ao acompanhamento de animais em reabilitação, ao monitoramento de indivíduos já reintroduzidos na natureza — equipados com coleiras GPS/VHF — e ao desenvolvimento de pesquisas científicas e coleta de dados de campo.

“Este novo Centro amplia nossa capacidade de resposta em emergências, fortalece nossas pesquisas e nos permite oferecer cuidados ainda mais especializados aos animais que chegam até nós. É um passo importante para a conservação dos xenarthras no Pantanal”, afirma a Dra. Flávia Miranda, fundadora e presidente do Instituto Tamanduá.

Arte como linguagem da conservação

Mais do que uma intervenção estética, os murais criados por Carol Smocowisk Silva foram concebidos como uma extensão da missão do Instituto Tamanduá: valorizar a fauna, sensibilizar pessoas e dar visibilidade à riqueza do Pantanal. Ao todo, três grandes murais, que somam cerca de 50 m², retratam seis espécies da fauna brasileira — tuiuiú, lontra, tatu-canastra, bicho-preguiça, veado-do-pantanal e tamanduá-bandeira — representadas por fêmeas com seus filhotes, em referência à perpetuação das espécies e ao berçário do Centro.

A iniciativa surgiu a partir da parceria com a Vetnil®, que propôs a criação dos murais como forma de homenagear aos animais atendidos pelo Instituto e de fortalecimento da identidade do novo espaço.

“Unir arte e preservação foi uma experiência profundamente transformadora para mim. Levar meu trabalho ao Pantanal, em um lugar tão vivo e potente, me conectou ainda mais com a essência da fauna brasileira. Os murais retratam espécies do bioma representadas por fêmeas e filhotes, como um símbolo de continuidade da vida e de esperança, em diálogo direto com o berçário do Instituto Tamanduá. Foram dez dias de imersão na natureza, que influenciaram cada detalhe do processo criativo e tornaram esse projeto inesquecível”, afirma a artista plástica Carol Smocowisk.

Parceria que une ciência, cuidado e sensibilidade

Parceira do Instituto Tamanduá há anos, a Vetnil® apoia as iniciativas da organização voltadas à pesquisa, conservação e cuidado da fauna silvestre, contribuindo para o fortalecimento das atividades realizadas no Pantanal e em outros biomas brasileiros.

Agora, a parceria ganha uma nova dimensão simbólica, ao contribuir também para a identidade visual e emocional do Centro, por meio dos murais artísticos.

“Acreditamos que cuidar da fauna vai além da ciência e da técnica. É também sobre sensibilizar, inspirar e criar conexões. Apoiar o mural artístico do novo Centro é uma forma de reforçar nosso compromisso com a conservação e com o trabalho transformador do Instituto Tamanduá”, afirma Michelle Bertolini do Couto, gerente de marketing pet e institucional da Vetnil®.

Conservação em um bioma cada vez mais ameaçado

Instalado em uma área preservada do Pantanal, o novo Centro permitirá que pesquisadores acompanhem de perto a dinâmica de um bioma pressionado por queimadas, desmatamento e mudanças climáticas. A estrutura fortalece o papel do Instituto Tamanduá como referência na conservação de xenarthras e na produção de conhecimento científico aplicado à proteção da biodiversidade.

Fundado em 2005 pela Dra. Flávia Miranda, o Instituto Tamanduá é uma organização não governamental dedicada à pesquisa, conservação, reabilitação e educação ambiental relacionadas a tamanduás, tatus e preguiças. Ao longo de duas décadas, a instituição consolidou-se como uma das principais referências na proteção dessas espécies no Brasil, atuando em diferentes biomas e em parceria com órgãos públicos, universidades e empresas.

Com a inauguração do Centro de Pesquisas e Cuidados em Miranda, o Instituto amplia sua capacidade de atuação no Pantanal e reforça uma mensagem central: preservar a fauna é também preservar histórias, paisagens e futuros possíveis.

Instituto Tamanduá prepara inauguração de novo Centro de Pesquisas e Cuidados no Pantanal com mural artístico em parceria com a Vetnil® | Notícias Vetnil

Sobre a Vetnil®

Fundada há mais de 30 anos pelo Médico-Veterinário Dr. João Carlos Ribeiro (In memoriam), a Vetnil®, empresa familiar e 100% nacional, atua em pesquisas e no desenvolvimento de produtos para a saúde, bem-estar e performance animal, estando entre os principais laboratórios de saúde animal no mercado pet e líder no segmento de equinos no Brasil. A companhia também exporta as suas soluções para mais de 17 países e tem acumulado premiações importantes, como “100 Melhores empresas para se trabalhar no Brasil” (Revista Época, 2006), “30 Melhores empresas para a mulher trabalhar” (Revista Época, 2006), “As 200 Pequenas e Médias Empresas Que Mais Crescem No Brasil” (Revista Exame, 2015), “Melhores do Agronegócio – As 10 melhores do Setor Saúde Animal” (Anuário do Agronegócio 2015, Revista Globo Rural), vencedora na categoria ‘Produtos Veterinários’ do Anuário do Agronegócio da Revista Globo Rural de 2016, 2018 e 2021, “Melhores empresas para Trabalhar GPTW Brasil 2020” no ranking Indústria, ranking São Paulo 2020 e ranking Agronegócio 2021, divulgado pela Great Place To Work, “Melhor Indústria 2025 – Categoria Pet Vet” no 1º Prêmio ANDIPET, “Certificação Internacional LEED Silver”, um dos selos de sustentabilidade mais respeitados globalmente concedido pela U.S. Green Building Council, entre outras.

Saiba mais sobre nossa história em nosso site: https://vetnil.com.br/sobre

Fonte: ATDC Group

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