Mesacast promovido pelo MBA USP/FMVZ será realizado nesta segunda-feira (22) e reunirá especialistas como Yudi Hirota, da Bella Botanicals Brasil, e Rogério Rokitzki, da Clínica La Vet.
O mercado de canabidiol e a medicina integrativa para pets serão temas de mesacast realizado pelo MBA USP/FMVZ na segunda-feira (22), às 19h. Os temas serão abordados em transmissão ao vivo pelo YouTube, LinkedIn e Instagram. Profissionais da medicina veterinária e demais interessados no assunto podem participar.
O mesacast, evento inspirado no formato “mesa redonda”, contará com a presença dos especialistas Thiago Vendramini, professor do MBA USP/FMVZ e especialista em Pet Food de cães e gatos; Yudi Hirota, head de marketing da Bella Botanicals Brasil e Rogério Rokitzki, médico veterinário da Clínica La Vet.
Entre os temas abordados pelos especialistas estão tópicos como o panorama atual do mercado de canabidiol para pets; as regulamentações que orientam o uso deste tratamento em animais; onde encontrar canabidiol regularizado; quem são os profissionais habilitados para utilizar o medicamento; demanda atual por tratamentos com canabidiol; associação do canabidiol a terapias alternativas, entre outros.
Mercado de canabidiol para pets
Em cães e gatos, o canabidiol (CBD) é procurado para aliviar a dor, diminuir a ansiedade, resolver problemas gastrointestinais e reduzir convulsões. A demanda por esse tratamento apresenta crescimento no mercado pet, de acordo com Yudi Hirota.
“Ano após ano, o mercado tem se expandido e demonstrado ser lucrativo. No contexto específico do CBD, observamos um cenário peculiar e promissor”, comenta.
O especialista destaca a utilização clínica bem estabelecida do CBD em humanos como uma nova ferramenta terapêutica para profissionais veterinários. “Essa ferramenta tem demonstrado resultados clínicos notáveis, conforme nossa experiência na Bella Botanicals Brasil”, ressalta.
Acesso ao mesacast
Para participar do evento, é necessário realizar a inscrição por meio deste link.
Fonte: Pecege
Ricardo Tanaka
Assessor de imprensa
ricardotanaka@pecege.com
VetFamily completa o primeiro ano de atuação no Brasil com mais de 1.000 membros e desempenho bastante superior ao previsto
Ao levar seu animal de estimação para atendimento médico-veterinário, seja ele curativo ou preventivo, a maioria dos tutores espera alta qualidade dos serviços com custo adequado. Um desafio tanto para o tutor, que nem sempre consegue avaliar os parâmetros da qualidade assistencial, quanto para o médico-veterinário, que busca oferecer os melhores recursos equilibrando despesas e investimentos no seu empreendimento, muitas vezes de forma intuitiva e pouco planejada.
O cuidado com a saúde animal vai muito além do atendimento clínico e cirúrgico: nos bastidores dos serviços prestados estão as gestões administrativa, financeira e de recursos humanos, além de todo o gerenciamento técnico diretamente relacionado aos resultados dos procedimentos dentro de uma clínica ou hospital veterinário. O desafio diário, porém, é que os médicos-veterinários são formados tecnicamente para a profissão e não para gestão. Esta realidade foi a motivação para o surgimento de uma comunidade internacional, VetFamily, criada por médicos-veterinários que uniram forças para desenvolver o setor em todo o mundo.
“De forma resumida, o nosso principal papel é oferecer soluções inteligentes em parcerias para compras de produtos e insumos, serviços de apoio à gestão e acesso à inovação, além de colaborar com a ampliação do conhecimento por meio de conteúdos de alto valor e networking”, explica o Head Latam e Diretor-Geral da VetFamily no Brasil, Henry Berger. O modelo de negócios, já consolidado em diversos países da Europa e nos Estados Unidos, reúne a expertise de executivos para buscar soluções que facilitem, qualifiquem e desenvolvam os serviços médicos-veterinários, elevando suas eficiências e rentabilidades.
A conexão da indústria e de prestadores de serviços aos médicos-veterinários impacta diretamente na saúde dos animais. “Os membros VetFamily contam com uma equipe que trabalha por eles proporcionando negociações, que resultam em economia e qualidade de produtos, insumos e serviços, e facilitando o acesso a tecnologias de ponta em diversas áreas, como diagnósticos e serviços digitais. Apoiamos os veterinários e, desta forma, colaboramos com a melhoria da assistência à saúde e do bem-estar do animal e do tutor”, comenta Berger.
Balanço anual
As iniciativas executadas pela comunidade e os resultados alcançados em seu primeiro ano de atuação no Brasil refletem a demanda que havia no setor. Mais de 1.000 clínicas e hospitais veterinários, onde trabalham mais de 3.400 médicos-veterinários, aderiram à VetFamily. Para eles, a comunidade celebrou contratos e negociações com mais de 20 empresas parceiras e promoveu diversos eventos, como palestras e workshops, e inúmeros encontros on-line. ”Juntos, esses estabelecimentos veterinários faturam em torno de R$ 1 bilhão e realizam mais de 1,5 milhão de consultas, cerca de 50 mil cirurgias eletivas e mais de 1,5 milhão de exames diagnósticos anualmente”, relata Berger, ressaltando o impacto na saúde animal no mercado brasileiro.
“A VetFamily foi uma surpresa. Além das vantagens financeiras e das intermediações em negociações, temos contato facilitado e diário com colegas do Brasil inteiro para troca de informações sobre protocolos de atendimento e debates de assuntos que envolvem a profissão e que refletem positivamente em nossa rotina de atendimento”, conta a médica-veterinária e proprietária do Centro Veterinário Assunção (São Bernardo do Campo/SP), dra. Ana Lígia Mantovani.
Gigantes da indústria internacional farmacêutica, como a Boehringer Ingelheim, Elanco e Vaxxinova, e de consumíveis veterinários, como a Kruuse (Covetrus), estão na carteira de parceiros da comunidade. Já no setor de serviços, destaque para líderes de mercado como a Finpet, no setor de sistemas de pagamento, e a OnePet, em soluções de ERP e gestão para clínicas, hospitais e pet shops, além de outros parceiros em áreas como diagnósticos (Seamaty e Foco Vet), equipamentos (Vet Line e Tropus Vet) e identificação animal (Animall Tag).
Pioneirismo e inovação tecnológica também estão presentes na seleção de parcerias, como Onvet, em nutrição especializada; Box4Pets, mais amplo painel de testes genéticos do país; DrogaVET, primeira rede de farmácias de manipulação veterinária no Brasil; GoVETS, plataforma de telemedicina veterinária, e a Signal Pet, inteligência artificial em radiologia, que chegará ao país em breve, por meio da VetFamily.
Sobre a VetFamily
Organização global líder em soluções para clínicas veterinárias independentes, é parte do Vimian Group, tem sede em Estocolmo (Suécia) e reúne mais de 6.500 clínicas e 20 mil veterinários em mais de 11 países da União Europeia, Estados Unidos, Austrália e, agora, Brasil. Seu objetivo principal é contribuir para a melhor administração e lucratividade das clínicas, oferecendo diversos serviços, como centralização da negociação com parceiros comerciais, apoio à gestão e disseminação de conhecimento. Conheça mais em www.vetfamilybrasil.com.br.
A doença afeta principalmente os cães e os sintomas podem ser silenciosos
A dirofilaria immitis, conhecida como ‘’verme do coração’’ é um verme parasitário nematoide transmitido pela picada de várias espécies de mosquitos. O mosquito é o hospedeiro indireto e as regiões tropicais são mais propícias ao aparecimento da doença, uma vez que em condições climáticas de calor e umidade, ocorre o desenvolvimento dos estágios larvais do verme.
A Dra Thalita Vieira, médica veterinária do Veros Hospital Veterinário, explica que os cães servem como hospedeiros definitivos e são o principal reservatório do parasita, outros hospedeiros são os gatos e furões, já o mosquito, serve como hospedeiro intermediário, onde as larvas da dirofilaria se desenvolvem, até o estágio infeccioso (microfilmaria se desenvolvem no estágio L1 para o L3), quando ocorre a picada.
O mosquito transmite a L3 e no cão o desenvolvimento de L3 até o estágio adulto do verme pode levar até 120 dias. Os vermes circulam com o fluxo sanguíneo, e se alojam na artéria e tronco pulmonar do animal. Dependendo da carga parasitária, os vermes podem chegar ao ventrículo direito e átrio direito, levando a consequências graves no coração, síndrome da veia cava e até morte.
‘’Os sinais clínicos em cães infectados são resultados das consequências hemodinâmicas provocadas pelos vermes no coração direito e nas artérias pulmonares.’’, completa Dra Thalita.
Sintomas
Os principais sintomas nos cães podem ser tosse, cansaço fácil, fadiga, ou intolerância a exercícios, falta de ar e desmaios, mas alguns animais podem ainda, contrair a doença de forma silenciosa.
Diagnóstico
Existem testes de antígeno e radiografias de tórax que podem identificar alterações pulmonares provocadas pelos parasitas nos animais. Outro recurso, é o exame ecodopplercardiograma, útil para detectar alterações estruturais associadas à infecção por dirofilaria na artéria pulmonar, nos ramos e no coração direito. Em alguns pacientes, é possível visualizar o verme no interior das câmeras direitas ou artéria pulmonar.
Tratamento
É um processo complexo e longo e deve sempre ser acompanhado por um médico veterinário para o profissional indicar os remédios corretos e aliviar os sintomas. Os antibióticos são receitados para eliminar os diferentes estágios do parasita e prevenir complicações associadas.
Prevenção
É muito importante que os animais também estejam protegidos dos mosquitos, e alguns medicamentos como oxima, ivermectina, selamectina e moxidectina, ajudam na prevenção.
Sobre o Veros
O Veros Hospital Veterinário é o maior complexo hospitalar de saúde animal do país. Com um investimento de R$ 50 milhões, a unidade tem capacidade de realizar cerca de 2 mil consultas e 700 cirurgias por mês, além de manter pacientes graves sob ventilação mecânica. O centro de diagnóstico por imagem é o mais completo do país, com as últimas versões de equipamentos de RX, eco e ultrassonografia, aparelho de tomografia de 16 canais e arco cirúrgico e além disso é o único hospital que conta com uma ressonância magnética de 1,5 Tesla.
Serviço:
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4643, Jardim Paulista – São Paulo, SP.
Site: https://veros.vet/
Instagram: https://www.instagram.com/veros.vet/
Documento é pedido em locais de hospedagem pet friendly e até em companhias aéreas
Vai viajar com seu pet nestas férias? Providencie o cartão ou carteira de vacinação dos animais domésticos. Além de ser informação essencial para o controle de imunizantes que os seus amiguinhos já receberam, o documento é sempre um pré-requisito para que vocês se hospedem em hotéis pet friendly, em viagens de avião e entre outros fins.
“Os pets são como parte da família e devem ser considerados na hora de planejar uma viagem pelo tutor”, alerta a professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário IBMR, nas unidades Barra da Tijuca e Catete, Isabella Morales.
A carteira de vacinação dos animais contém todos as vacinas que já foram feitas neste animal. Normalmente, a clínica responsável pela aplicação da vacina é que faz essa carteirinha, que contém a data da aplicação, o carimbo e a assinatura do médico veterinário responsável juntamente com o rótulo da vacina aplicada.
“No caso dos cães, normalmente é feita a vacina Polivalente V8 ou V10. Já as vacinas Antirrábica e Puppy, são para cães filhotes. Para gatos, temos as vacinas V4 ou V5 e a antirrábica”, cita a professora do IBMR, instituição que faz parte do Ecossistema Ânima. Atualmente, a única vacina gratuita é a Antirrábica para cães e gatos, fornecida pelo Ministério da Saúde. As outras devem ser feitas em clínicas particulares.
Lembrando que antes de qualquer aplicação, os animais devem ser avaliados de maneira clínica pelo médico veterinário, assim, evita-se fazer vacinas em animais doentes, debilitados ou imunocomprometidos.
Para voos, exige-se que o tutor apresente a cartão de vacinação que confirme a aplicação da vacina Antirrábica (feita há mais de 30 dias e até um ano), e um comprovante assinado por um médico veterinário dizendo que o animal está saudável para viajar.
Isabella aconselha que, sempre que o tutor for viajar, é ideal que ele verifique e atualize as vacinas de seu cãozinho ou gatinho. “Associado a isso é importante verificar se a região que for visitada é endêmica para alguma doença. Por exemplo, hoje, no Rio de Janeiro, indicamos a aplicação e manutenção das vacinas normais, associados ao uso de coleira contra mosquitos e uma coleira específica contra mosquitos para evitar o que chamamos de ‘verme do coração’, a Dirofilariose”, acrescenta.
Pet friendly é seguro?
A professora do IBMR salienta sobre a necessidade de avaliar os “cuidados do ambiente” nestes locais. O que é isso? “É o cuidado nos hotéis que têm uma densidade alta de hóspedes com pets, pois, se um animal estiver doente, os outros que estão hospedados ali podem acabar ficando também”, explica.
O cuidado se baseia na higiene do ambiente em que o animal ficará. Atente ainda para não dividir comedouros e bebedouros do seu pet com outros animais que não são do convívio comum do seu amigo. O ideal é levar recipientes para estes fins que são de uso individual do seu animal.
Sem solidão
Caso você vá viajar e não puder levar o animal de estimação, não os deixe sozinhos em casa. “Sempre peça a alguém de sua confiança para ficar com eles, como é o caso dos pets sitters, profissionais que são como uma babá para o seu pet. Eles ficam com os animais na casa dos tutores mesmo, por algumas horas, sem que eles tenham que sair e ir para hotelzinho ou outra hospedagem”, sugere.
A médica veterinária explica que os animais sentem falta dos tutores, da interação com os humanos e caso fiquem sozinhos por muito tempo, podem adoecer. É sério isso? “Sim! Os gatos podem apresentar quadros de cistite por estresse (distúrbio no sistema urinário) e lipidose hepática por parar de comer (acúmulo de gordura no fígado devido a longos períodos de inapetência). Já os cães que ficam longe dos tutores podem ficar apáticos, diminuir a ingestão de comida e água e emagrecer”, exemplifica a professora.
O tutor precisa estar atento às necessidades do animal e preparar uma malinha com os objetos do pet, além de pensar na segurança e bem-estar durante o trajeto
Férias de verão para muita gente é sinônimo de viagem, e sempre que possível levando o pet junto. Enquanto os felinos são animais extremamente caseiros e prezam pelo seu território, os cães são companheiros que topam qualquer aventura, afinal, eles adoram desbravar novos locais e fazer novos amigos!
Para que o pet e a família tenham momentos de diversão e uma coletânea de boas memórias criadas na viagem, é importante planejar o roteiro levando em conta algumas necessidades do pet, programando paradas durante o trajeto e verificando a disponibilidade de locais pet friendly para que o companheirinho peludo também participe dos passeios.
“O tutor deve lembrar que o pet também está viajando, então é essencial que ele tenha uma malinha com seus brinquedos, comida, os remédios que toma, caminha ou cobertor para que ele possa dormir confortável, shampoo e toalha caso haja necessidade de dar banho durante a viagem”, explica Tais Motta Fernandes, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.
A profissional também lembra que segurança é importante, por isso é recomendado que o pet tenha uma coleira com identificação do animal, nome e telefone do tutor. A carteirinha de vacinação do animal também deve ser levada, caso haja necessidade de passar em consulta durante a viagem, e o tutor deve estar atento sobre quais os veterinários mais próximos do local em caso de urgências.
Para que a viagem seja segura e confortável aos peludos , é importante que o transporte seja feito usando um dispositivo de segurança adequado para o seu porte, como caixas de transportes, cadeirinhas ou cinto de segurança específico para pet. Antes de pegar a estrada, um passeio longo ajuda a gastar energia e relaxar, deixando o pet mais tranquilo durante o percurso.
“Alguns pets são mais sensíveis aos movimentos do carro, ficando enjoados e até mesmo vomitando. É aconselhável que o tutor reduza a quantidade de alimentos fornecida ao pet no dia da viagem, oferecendo alimentos leves até cerca de 2h antes do momento de pegar a estrada. Em alguns casos, pode ser necessária a utilização de medicações para prevenir o enjoo, mas sempre seguindo as recomendações do médico veterinário responsável pelo pet”, Tais instrui.
É aconselhável pegar a estrada nas horas mais fresquinhas do dia, no comecinho da manhã ou finalzinho da tarde, para que o calor não seja um fato estressante para o pet. Nos trajetos mais longos, é importante pensar em paradas a cada duas ou três horas para que o pet beba água, faça as suas necessidades fisiológicas em local apropriado e estique as patinhas. Caminhar um pouco durante estas paradas pode ser uma ótima opção para os pets e para os humanos!
“Ao chegar no destino é importante proporcionar ao pet um momento em que ele possa fazer o reconhecimento do local. O tutor deve deixar bem exposto o local de fácil acesso que vai ser destinado ao pet, com os seus objetos de uso individual, brinquedos, coberta, tapetinho higiênico e tudo o mais. Assim o pet já vai se sentir mais confortável. Vale lembrar que passeios em praia e piscina precisam de atenção redobrada, e sempre que possível é importante utilizar protetor solar nas áreas sem pelos, como focinho, barriga, ponta das orelhas e patas, especialmente em dias mais ensolarados”, finaliza.
Sobre a Avert Saúde Animal
Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br
Com Clara Brasil e Mariah Ruibal, o programa é exibido aos finais de semana na RedeTV!, TV Cultura e TV Ultrafarma
A obesidade entre animais de estimação tem se tornado mais comum, muitas vezes refletindo padrões semelhantes aos da população humana. Mudanças no estilo de vida, dieta irregular e falta de exercício podem afetar tanto os tutores quanto os pets, contribuindo para esse problema de saúde. É importante estar atento ao peso dos pets, oferecendo uma dieta equilibrada e estimulando a atividade física. Por isso, o programa “Miados e Latidos” deste sábado (13), entrevistará a Dra. Rafaela Bueno, médica, veterinária especialista em endocrinologia e metabologia de pequenos animais, que irá tirar todas as dúvidas sobre esses tipos de caso.
Já a correspondente internacional Lívia Oliveira, entrevistará a Jacqueline Shor, criadora da marca e do desenho animado os “Chocolix”, que cotará como surgiu a criação do desenho, além de falar sobre as inspirações que ela teve na vida real, para criar alguns personagens, que são lindos pets.
No estúdio, as apresentadoras Clara Brasil e Mariah Ruival comandam o quadro “Que Som É Esse”, além de exibirem os comentários dos internautas, interagindo bastante e mostrando também os diversos vídeos fofos dos pets que todos amam.
O programa, que tem apoio de Sidney Oliveira da Ultrafarma, vai ao ar todas as madrugadas de sexta-feira para sábado, das 01h30 às 02h30, na RedeTV, e na TV Cultura, aos sábados, às 10h50, e domingos às 10h35, reprisando alguns quadros do programa. Além da TV Ultrafarma, em que a atração é exibida de segunda a sábado, às 13h00, com reprise durante a semana às 21h00, e aos domingos às 16h00.
Com a crescente aceitação da presença de pets nas praias, é essencial que os tutores estejam bem informados sobre como garantir a segurança e o bem-estar de seus animais. Cleber Santos, da Comport Pet, compartilha dicas para preparar e proteger seu pet durante um dia na praia.
Conheça as regras locais: antes de planejar um dia de praia com seu pet, verifique as regras locais. Algumas praias podem ter horários específicos ou áreas designadas para cães. Esteja ciente das normas para garantir uma experiência positiva.
Horários estratégicos: evite expor seu pet ao sol entre 10h e 16h, quando as temperaturas estão mais altas. Opte entre: 6h e 10h ou após às 16h, para reduzir o risco de queimaduras e desconforto.
Higiene e saúde: antes de levar seu pet para a praia, certifique-se de que ele tenha feito suas necessidades em uma área apropriada, como um gramado. Isso ajuda a evitar contaminação na areia, garantindo a segurança de crianças e adultos que frequentam o local.
Vacinação e vermifugação: mantenha a vacinação e a vermifugação do seu pet em dia. Praias, sendo locais abertos, podem abrigar diversos parasitas durante a noite. Proteja seu animal contra doenças potenciais ao garantir a imunização adequada.
Água fresca e hidratação: mantenha água fresca disponível para seu pet durante todo o tempo na praia. A hidratação é crucial, especialmente em dias quentes.
Protetor solar específico: aplique um protetor solar específico para animais em áreas onde o pelo é mais escasso, como barriga, focinho e orelhas. Evite produtos destinados a humanos para evitar intoxicações.
Atenção aos sinais de estresse: esteja atento aos sinais de estresse em seu pet, como respiração acelerada. Se necessário, procure áreas mais tranquilas e ofereça momentos de descanso.
Verificação pós-praia: após o passeio, verifique se seu pet não trouxe parasitas ou areia em excesso. Uma rápida limpeza e uma inspeção pós-praia garantem a saúde e o conforto do animal.
As políticas em relação à entrada de cães nas praias podem variar amplamente de acordo com as regulamentações locais. Além disso, essas políticas podem mudar ao longo do tempo. Portanto, é sempre recomendável verificar as regras específicas da praia que você planeja visitar. Algumas praias no Brasil têm permitido a presença de pets, muitas vezes com algumas restrições.
Segundo Cleber, o ideal seria a formulação de leis que previssem uma área delimitada das praias, como um “cachorródromo,” que se estenda do calçadão até a água, além de se estabelecer um horário permitido para a presença dos cães. Essa prática, que já é comum em alguns parques, proporciona um espaço controlado para os pets. É o caso da Cidade de Santos, a primeira do Estado de São Paulo a aprovar uma lei para a circulação dos animais na faixa de areia. A conscientização das pessoas e os resultados positivos podem permitir a expansão gradual desses espaços.
Aqui estão algumas praias conhecidas por serem amigáveis aos animais de estimação, mas lembre-se de verificar as regras atualizadas antes de ir:
Praia de Santos – SP: Primeira praia do estado a legislar essa questão. Possui uma área delimitada para os cães e horários específicos de permissão
Canoa Quebrada – CE: Conhecida por ser pet-friendly, permite a presença de animais na faixa de areia.
Praia de Cacimbinhas – RN: Essa praia é conhecida por receber bem os pets, oferecendo um ambiente amplo e tranquilo.
Praia de Ipanema – RJ: Alguns trechos da Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, são conhecidos por permitir a entrada de cães. Contudo, as regras podem variar.
Praia de Ponta Negra – RN: Outra praia no Rio Grande do Norte que tem sido relatada como amigável para animais de estimação.
Praia de Camburizinho – SP: Algumas praias no litoral paulista, como Camburizinho, têm permitido a presença de pets, mas verifique as regras locais.
Praia de Ingleses – SC: Alguns trechos dessa praia, em Florianópolis, têm sido relatados como locais onde cães são permitidos.
Lembre-se de que as regras podem mudar, e algumas praias podem ter horários específicos ou áreas designadas para animais de estimação. Sempre confirme as informações mais recentes com as autoridades locais ou com o responsável pela gestão da praia antes de planejar sua visita com seu pet.
Professor de Medicina Veterinária do UDF, Mestre em Análise de Alimentos, Victor Vasconcelos Carnaúba Lima, explica em quais momentos a dieta pode ser recomendada
Distrito Federal, 09 de janeiro de 2024 – Nos últimos anos, observamos uma mudança significativa no modo de cuidado com os pets. A busca por uma vida mais saudável e sustentável refletiu-se também na nutrição dos animais de estimação, impulsionando a popularidade da alimentação natural para pets.
Esse tipo de alimentação envolve a oferta de alimentos frescos e minimamente processados, buscando replicar a dieta que os animais teriam em estado selvagem. Essa abordagem considera as necessidades nutricionais específicas de cada espécie, promovendo uma série de benefícios à saúde dos animais.
Um deles é uma variedade de nutrientes essenciais que contribuem para o desenvolvimento saudável, a manutenção do peso ideal e a prevenção de doenças. Ao contrário de algumas opções comerciais, que podem conter aditivos e conservantes questionáveis, a comida natural permite um controle mais rigoroso sobre os ingredientes utilizados.
O veterinário e professor do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), instituição pertencente a Cruzeiro do Sul Educacional, Victor Vasconcelos Carnaúba Lima, ressalta que a alimentação também pode ser uma forma de tratamento. “A alimentação natural para os pets pode ser uma ótima alternativa para alguns casos clínicos em que a alimentação comercial se torna inviável para a saúde do animal como um todo. Casos de alergias atópicas (sem causa definida), alergias alimentares e distúrbios gastrointestinais específicos são exemplos de situações em que a alimentação natural poderá ser recomendada pelo médico veterinário”.
Ao optar por uma dieta natural, os tutores têm a flexibilidade de adaptar a alimentação de seus pets de acordo com suas necessidades específicas. Cães e gatos, por exemplo, possuem exigências nutricionais distintas, e a alimentação natural permite ajustar a proporção de proteínas, gorduras e carboidratos de acordo com as características individuais de cada animal.
Consultar um veterinário é crucial para desenvolver um plano alimentar adequado. “A dieta deve ser fornecida diante da recomendação do médico veterinário que identificará as necessidades de cada animal”, alerta Victor Vasconcelos Carnaúba Lima.
A transição para a alimentação natural deve ser feita de maneira gradual, permitindo que o sistema digestivo do animal se ajuste aos novos alimentos.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) pediu na Justiça a suspensão de novos cursos na área de medicina veterinária por um período mínimo de cinco anos. A informação foi confirmada pela presidente da entidade, Ana Elisa Almeida, em entrevista para o jornal A Tarde, da Bahia.
O juiz concedeu uma liminar proibindo a criação de cursos da área, entretanto, para surpresa do CFMV, agora em dezembro o MEC autorizou a abertura de 720 vagas online em medicina veterinária. A entidade solicitou uma audiência com urgência com o diretor da Secretaria de Regulação do MEC e também comunicou à justiça o descumprimento da ordem judicial por pare do Ministério da Educação.
Segundo Ana Elisa, a proliferação desenfreada de novas graduações sem o cumprimento de requisitos mínimos de qualidade é um desafio para todos os cursos da área da saúde. “Entre
2018 e 2021, o MEC recebeu 40 projetos pedagógicos de cursos de graduação em medicina veterinária pertencentes a instituições privadas. Nossa comissão de educação avaliou esses cursos e nenhum deles têm as mínimas condições de funcionamento”, avalia.
Medicina veterinária foi excluída
Outras surpresas para o CFMV foram a abertura de uma consulta pública sobre ensino a distância, na qual não foi incluída a medicina veterinária e a publicação, no dia 30 de novembro, de uma portaria proibindo a abertura de novos cursos na modalidade EAD para 16 áreas, novamente sem a inclusão da medicina veterinária.
“Nós já tínhamos mandado um ofício para o MEC antes deles publicarem essa portaria, porque queríamos saber quais foram os critérios que utilizaram para não incluir a medicina veterinária. Eles informaram que nas nossas diretrizes curriculares nacionais não constavam a carga horária. Embora nossas diretrizes mostrem claramente que nós temos, sim, mais de 30% de aulas práticas”, ressalta Ana Elisa na entrevista.
Conselho quer exame de proficiência
Uma das bandeiras do CFMV é a criação de um exame de proficiência para os formados em veterinária, por meio do Projeto de Lei (PL) nº 4.262/2023. O objetivo é que apenas os profissionais preparados sigam a carreira na área.
O exame de habilitação profissional para os egressos dos cursos de Medicina Veterinária foi implementado em 2007, por meio de uma resolução. A norma foi invalidada pela Justiça por não possuir força de lei.
Com apoio de Sidney Oliveira, da Ultrafarma, atração passa a ser transmitida ao vivo todas às sextas-feiras, das 1h30 às 2h30 na RedeTV!
Em um ano repleto de realizações, “Miados e Latidos” expressa profunda gratidão pelo apoio contínuo do público e anuncia uma mudança. A partir de 2024, o programa será transmitido ao vivo todas às sextas-feiras, das 1h30 às 2h30, prometendo levar a experiência pet para um novo patamar.
Com apoio de Sidney Oliveira, da Ultrafarma, o programa fecha 2023 comemorando muitas realizações e sendo a atração preferida dos brasileiros amantes de pets, fato que é refletido no desempenho em sua faixa de horário.
As carismáticas apresentadoras Clara Brasil e Mariah Ruibal deixaram sua marca única, proporcionando diversão e risadas aos telespectadores nos finais de semana. Além do entretenimento, abordaram temas cruciais, como guarda compartilhada dos pets, a importância da polinização no equilíbrio da natureza, doação de sangue para pets e o tratamento de ozonioterapia em cães, estabelecendo uma conexão valiosa com o público. Além das inúmeras reportagens realizadas em viagens internacionais e programas especiais, como a gravação direto do Pantanal.
Ao longo do ano, o programa introduziu novos quadros, como “Mito ou Verdade”, “Que Pata É Essa”, “Que Som É Esse”, “Dr. Responde” e “Você e Seu Pet” – este último, um dos favoritos de Clara e Mariah. Agora, as apresentadoras interagem diretamente com a audiência, exibindo e respondendo aos comentários recebidos via WhatsApp e Instagram, fortalecendo ainda mais o vínculo com os espectadores.
Ao refletir sobre a temporada, Clara Brasil expressou sua satisfação em fazer parte do programa: “Estou imensamente grata pela receptividade calorosa do público e pela oportunidade de abordar temas tão relevantes. Foi um ano incrível, e mal posso esperar para o que o futuro nos reserva.”
Já Mariah Ruibal destacou as expectativas para o próximo ano: “2023 foi um ano de crescimento e aprendizado. Estou animada com a transição para o formato em 2024. Será uma nova fase para ‘Miados e Latidos’, e estamos empolgadas em compartilhar esse momento especial com nossos espectadores.”