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Evento de adoção marca Dia Nacional dos Animais no Golden Square Shopping

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Realizado em parceria com União de Proteção Animal do ABC, o encontro acontece em 14 de março e busca incentivar a adoção responsável diante do cenário de abandono animal no Brasil

No Dia Nacional dos Animais, celebrado em 14 de março, o Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, realiza um evento de adoção de cães e gatos em parceria com a União de Proteção Animal do ABC. A ação acontece das 10h às 17h, no Piso L2, reunindo animais resgatados que aguardam por um novo lar.

A iniciativa dialoga com uma realidade preocupante no país. Estima-se que cerca de 30 milhões de cães e gatos vivam em situação de abandono no Brasil, segundo levantamento divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no ano passado. O número reforça a importância de iniciativas que incentivem a adoção responsável e ampliem a conscientização sobre o cuidado com os animais.

Além de aproximar possíveis tutores de pets resgatados, o evento também ajuda a dar visibilidade ao trabalho de ONGs e protetores independentes da região, que atuam no resgate, cuidado e reabilitação desses animais até que encontrem uma nova família.

No Golden Square Shopping, a ação já apresenta resultados expressivos. Entre 2024 e fevereiro de 2026, 336 cães e gatos foram adotados nos encontros mensais realizados no empreendimento desde sua inauguração, em 2013. Ao longo dos anos, a iniciativa tem contribuído para fortalecer a rede de proteção animal no ABC e ampliar o debate sobre guarda responsável.

Durante o evento, voluntários também conversam com o público sobre vacinação, cuidados básicos e bem-estar animal, incentivando que mais pessoas conheçam a causa da adoção — mesmo quando não levam um pet para casa naquele momento.

Para adotar, é preciso ter mais de 18 anos e apresentar documento de identificação e comprovante de residência. Os interessados passam por uma triagem realizada pela equipe da União de Proteção Animal do ABC e assinam um termo que permite o acompanhamento pós-adoção, feito por voluntários que monitoram o processo de adaptação e o bem-estar do animal no novo lar.

A ação também reforça o posicionamento do empreendimento como um espaço cada vez mais aberto à presença de animais de estimação. O Golden Square Shopping conta com um parque pet externo e um parque pet interno, inaugurado recentemente, além de permitir a circulação de pets em diversas áreas do empreendimento. A Praça de AlimentaCÃO também recebe visitantes acompanhados de seus animais, e a maioria das lojas do shopping adota uma política pet friendly, tornando o local um ambiente acolhedor para tutores e seus companheiros.

O evento faz parte do calendário fixo de ações do shopping e busca reforçar a importância da adoção consciente, lembrando que acolher um animal significa assumir um compromisso de cuidado por toda a vida.

Serviço
Golden Square Shopping
Av. Kennedy,700. Jardim do Mar, São Bernardo do Campo – SP

Feira de Adoção
Quando: 14 de março
Horário: das 10h às 17h
Local: Piso L2, ao lado da loja Cris Sakaue

Fonte: Nectar Comunicação

Usuário celebra nova linha de ônibus para o Hospital Veterinário de Curitiba

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Créditos: Marco Felippe

A Prefeitura de Curitiba lançou uma nova linha de ônibus que atende o Hospital Veterinário Municipal de Curitiba (HVMC), facilitando o deslocamento de responsáveis e seus pets. A iniciativa reforça as políticas de proteção animal da capital, combatendo o abandono e facilitando o acesso a serviços essenciais, como a castração gratuita e o atendimento hospitalar.

A nova conexão é fundamental para garantir a guarda responsável, permitindo que famílias de todas as regiões tenham condições de levar seus animais para consultas e procedimentos.

Para muitos responsáveis, o custo do deslocamento era uma barreira para o tratamento de saúde. É o caso de Dionísio Jantsch Felippe, entregador autônomo e responsável por cinco animais, que celebra a chegada da linha. “A rotina era um pouco complicada. Nas últimas vezes precisei ir de motorista privado, mas acaba saindo muito caro. A nova linha ajuda muito, é uma economia grande. O transporte via aplicativo tem a categoria ‘Pet’, que é mais cara, e exige o mesmo preparo de levar na caixa de transporte. Para quem mora perto de terminais, como eu, a logística ficou muito mais tranquila e barata”, comemorou Dionísio.

Além da economia, a clareza nas regras de transporte público para pets traz mais segurança para a população. A acessibilidade no transporte funciona como uma ferramenta útil para quem não se sente confortável em serviços privados ou tem dificuldades em encontrar motoristas que aceitem animais.

Dionísio, que recentemente resgatou um gatinho vítima de abandono e hoje cuida de dois cães e três gatos, destaca o sentimento de gratidão. “Ter um ônibus e ter regras bem claras de como fazer esse transporte é uma mão na roda gigantesca. Eu me sinto um pouco mais seguro e fico feliz por poder contar com esse recurso,” afirma Dionísio.

O Hospital Veterinário Municipal, viabilizado pelo esforço do deputado Matheus Laiola, continua focado em salvar vidas. É importante que os usuários da nova linha lembrem que o hospital opera por classificação de risco.

Enquanto os casos de maus-tratos, atropelamentos e emergências graves são atendidos imediatamente, as consultas clínicas devem ser organizadas para manter o ambiente fluido. O agendamento para consultas de rotina permanece sendo feito de forma online pelos canais da Prefeitura de Curitiba.

Para as consultas clínicas não urgentes, o agendamento deve ser realizado via sistema da Prefeitura ou portal da Rede de Proteção Animal. O serviço é destinado a protetores independentes, ONGs e famílias de baixa renda. Com a nova linha de ônibus, o acesso a esses horários agendados torna-se muito mais democrático e eficiente.

Fonte: Emelin Leszczynski

14/03 – Dia dos Animais convida à reflexão sobre o impacto do vínculo com pets na saúde mental

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Créditos: Divulgação

A psicóloga Juliana Sato propõe um olhar além das homenagens e destaca como o vínculo com pets pode funcionar como apoio emocional, organizador da rotina e fonte de pertencimento em fases de instabilidade

Celebrado em 14 de março, o Dia dos Animais costuma ser marcado por homenagens e declarações de afeto nas redes sociais. Mas, além da celebração, a data também abre espaço para uma conversa mais profunda sobre o papel que esses vínculos ocupam na vida emocional de muitas pessoas.

A convivência com um animal de estimação vai além da companhia. Em diferentes fases da vida, especialmente em períodos de instabilidade, luto ou sobrecarga, essa presença pode funcionar como um ponto de apoio concreto. Segundo a psicóloga Juliana Sato, o vínculo com os animais se constrói na continuidade do cotidiano e é justamente aí que reside sua potência. “Os animais introduzem previsibilidade na rotina. Eles precisam ser alimentados, cuidados, observados. Esse cuidado organiza o dia e ajuda a pessoa a se manter implicada na própria vida, mesmo quando a energia emocional está comprometida”, explica Juliana.

De acordo com a especialista, a relação com um pet tende a ser mais direta e menos atravessada pelas complexidades que marcam os vínculos humanos. “É um vínculo que se sustenta na presença. Muitas vezes, isso reduz a sensação de isolamento e ajuda a manter o mínimo de funcionamento psíquico quando tudo parece perder contorno”, afirma.

O cuidado cotidiano de alimentar, passear, acompanhar mudanças de comportamento deixa de ser apenas uma tarefa funcional e passa a atuar como um organizador silencioso da experiência. “Quando alguém está vivendo um luto, uma solidão profunda ou um período de exaustão, voltar a atenção para o que é concreto pode ser uma forma de reconexão com o mundo externo”, pontua Juliana.

Ela reforça, no entanto, que o vínculo com animais não substitui acompanhamento psicológico ou psiquiátrico. “Não é uma solução para o sofrimento psíquico. Mas pode contribuir para sustentar o dia quando tudo parece pesado demais”.

E, se por um lado há afeto e acolhimento, por outro existe responsabilidade e ela não pode ser romantizada. A vida com um animal envolve compromisso de longo prazo, reorganização da rotina e, em muitos casos, adaptações estruturais internas.

“Especialmente quando o animal adoece ou envelhece, o cuidado deixa de ser apenas espontâneo. Ele exige regulação emocional contínua. A pessoa precisa ajustar sentimentos, ambiente e decisões para permanecer presente, mesmo quando está cansada ou sobrecarregada”, observa a psicóloga.

Há ainda um aspecto delicado dessa relação: a possibilidade da perda. “Existe uma tensão própria desse vínculo. O tutor pode estar vivenciando a iminência da despedida enquanto o laço ainda está vivo e ativo. Isso gera um esforço silencioso para manter qualidade de vida ao animal e, ao mesmo tempo, suportar a incerteza”, explica Juliana.

Quando o entorno social não reconhece a profundidade desse processo, a dor tende a se tornar ainda mais solitária. “Muitas vezes, o sofrimento não encontra validação proporcional ao espaço que aquele vínculo ocupava dentro de casa”, acrescenta.

“Vínculos não eliminam o sofrimento, mas tornam a experiência mais atravessável. Os animais não substituem relações humanas nem resolvem questões psíquicas complexas. Mas fazem parte de um campo de pertencimento que, em determinadas fases da vida, ajuda a manter continuidade quando a realidade pesa”, conclui.

Sobre Juliana Sato – Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Desde 2024, faz parte da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Para ajudar pessoas que buscam equilíbrio emocional e crescimento pessoal, criou o canal VibeZenCast, no qual compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Juliana também é uma das organizadoras do recém-lançado livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, pela Editora Lucto, onde aborda a complexidade do assunto e debate a saúde mental no universo pet. Saiba mais acessando o site julianasatopsicologa.com.br ou o perfil no Instagram @jusatopsicologa.

Fonte: LILÁS COMUNICAÇÃO

SP Market transforma o Dia Nacional dos Animais em convite à adoção

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Créditos: Divulgação

Em parceria com a ONG Cão Sem Dono, shopping convida o público a conhecer histórias de cães e gatos à espera de um novo lar

No dia 14 de março, data que celebra o Dia Nacional dos Animais, o SP Market, na Zona Sul de São Paulo, reforça a importância do cuidado, respeito e responsabilidade com os pets por meio da campanha de adoção “Seu Pet Está Aqui”. Em parceria com a ONG Cão Sem Dono, a iniciativa segue em busca de conexão entre visitantes do shopping a cães e gatos que aguardam a chance de recomeçar em um novo lar.

Espalhados pelos pisos G1, G2 e G3 do estacionamento, mais de 80 anúncios apresentam fotos e informações de animais disponíveis para adoção. Cada anúncio conta com um QR Code que direciona o visitante para uma página com mais detalhes sobre o pet e orientações para agendar uma entrevista com a instituição responsável.

Entre os animais que participam da campanha estão pets resgatados de diferentes situações de vulnerabilidade, muitos deles vindos do Rio Grande do Sul após a catástrofe que atingiu o estado no início de 2024 e que agora aguardam uma nova oportunidade cercados de carinho e segurança.

“O Dia Nacional dos Animais é mais uma data importante para lembrar que cada pet merece cuidado, respeito e um lar cheio de afeto. Com a campanha, queremos aproximar as pessoas dessas histórias e incentivar a adoção responsável, além de divulgar o trabalho essencial realizado pelas ONGs”, destaca a gerente de marketing do SP Market, Maíra Santos.

Além da campanha, o shopping mantém uma parceria com a Associação Repeteco, que incentiva a doação de lacres de alumínio e tampinhas plásticas. O ponto de coleta está localizado na Praça de Alimentação do empreendimento, próximo ao Outback, e todo o material arrecadado é revertido em alimento para cães e gatos resgatados e cuidados pela instituição.

Sobre o SP Market
O shopping SP Market está localizado na Avenida das Nações Unidas, Zona Sul de São Paulo, próximo à estação Jurubatuba. O empreendimento, que é referência de diversão em todo o país, concentra o Parque da Mônica, maior parque de diversão indoor da América Latina e terceiro maior do mundo, o Hello Park, maior rede de parques multimídias do mundo, o Museu das Ilusões, maior acervo de ilusão ótica, e agora, conta com a Suhai Music Hall, nova casa de shows da Capital, a maior do Brasil, com capacidade para mais de 9 mil pessoas. Além disso, conta com um mix de mais de 250 operações, 11 salas Stadium Cinemark com tecnologia X-D, 3 praças de alimentação, restaurantes e completa ala de serviços. O complexo atrai mensalmente mais de 1 milhão de visitantes e destaca-se pela forte gastronomia com marcas como Outback, Coco Bambu, Paris6, Madero, Mania de Churrasco Premium, Pecorino e Bar do Alemão.

Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540, Jurubatuba
Central de Atendimento: (11) 5541-2006 – www.shoppingspmarket.com.br.
Mais informações: @shoppingspmarket_oficial

Fonte: Maxima SP

Au.Migos Pets mobiliza torcida felina para celebrar estrela pet do cinema

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Créditos: Divulgação

Marca aposta em conteúdos especiais com Carminha e convida tutores a participarem da homenagem coletiva ao universo dos gatos

Em clima de celebração ao universo do cinema, a Au.Migos Pets, marca de pet care do Grupo Boticário, prepara uma ação especial dedicada aos pets que conquistam espaço nas telas. A iniciativa tem como protagonista Carminha, uma gata atriz brasileira que vem chamando atenção do público por sua presença marcante em uma recente produção nacional.

A ação, idealizada pela agência PROS, aposta em uma gestão de conteúdo especial nos canais digitais da marca, com Carminha como protagonista. Ao longo da semana, a estrela felina aparece em publicações que mostram sua “preparação para uma grande celebração”, além de bastidores e momentos de cuidado inspirados no ritual de beleza típico de quem se prepara para eventos cheios de celebridades — sempre com produtos Au.Migos Pets.

A ação conecta entretenimento e universo pet, trazendo uma perspectiva leve e afetuosa sobre o protagonismo dos animais também nas produções audiovisuais e reforça o posicionamento da marca como referência em cuidado para cães e gatos, mostrando que está atenta ao comportamento da comunidade pet e às conversas culturais que conectam tutores e seus bichinhos.

Além de colocar a estrela felina no centro das atenções, Au.Migos Pets promove um movimento colaborativo que convida tutores a enviarem fotos de seus próprios gatos fazendo o famoso “Au.rrume-se Comigo” do pet se preparando para uma “noite especial em casa”. As imagens poderão ser republicadas nos perfis da marca, ampliando o alcance da iniciativa nas redes sociais.

Sobre a Au.Migos Pets

Au.Migos Pets, desenvolvida pelo Grupo Boticário, oferece produtos que permitem vivenciar momentos incríveis para fortalecer o vínculo afetivo entre pets e tutores. Com fórmulas seguras e de alta qualidade, a linha possui uma inovadora tecnologia antiodor que neutraliza o mau odor do pet, trazendo melhor perfumação.

Sobre o Grupo Boticário

Um dos maiores grupos de beleza do mundo, o Grupo Boticário é uma empresa brasileira presente em 50 países. É dono das marcas O Boticário, Eudora, Quem Disse, Berenice?; BeautyBox, Vult, O.U.i, Dr. Jones, Tô.que.tô, Truss; do marketplace Beleza na Web e Au.Migos Pets; além de atuar com produtos licenciados, como Australian Gold, Bio Oil, Nuxe, e com Pampers e sua divisão para o mercado B2B. Essa interação entre diferentes marcas, ativos, plataformas, rede de franqueados, representantes, distribuidores, varejistas, sellers e fornecedores formam o ecossistema de beleza do Grupo Boticário que oferece, ainda, soluções digitais de gestão de negócio para o varejo brasileiro por meio das suas marcas Mooz, Casa Magalhães e GAVB. São mais de 18 mil colaboradores diretos, com mais de 4 mil pontos de venda em 1.780 cidades brasileiras. Pautada por uma atuação responsável com o planeta, a sociedade e os consumidores, a empresa tem o ESG embutido em seu modelo de negócios. Até 2030, o Grupo prevê ampliar o impacto positivo na sociedade por meio da gestão de resíduos com a plataforma “Uma Beleza de Futuro”, que reúne compromissos ambiciosos voltados para as dimensões humanas, ambientais e nossos processos produtivos. A história do Grupo Boticário começou em 1977 em uma pequena farmácia de manipulação no Paraná e hoje agrega laboratório, fábrica, inovação, tecnologia, logística, marketing e varejo, em um ecossistema de 83 mil pontos de venda no varejo, parceiros e fornecedores. A empresa atua ainda nas frentes ambientais, sociais e culturais e conta também com atuação da Fundação Grupo Boticário e Instituto Grupo Boticário. Conheça mais em O BOTICÁRIO.

www.aumigospets.com.br
Sobre a PROS 

A PROS é uma agência de comunicação especializada em PR criativo, que desenvolve projetos multiplataforma para conectar marcas e pessoas. Fundada há 9 anos e com mais de 110 profissionais, a PROS acredita no poder das histórias para colocar as marcas naturalmente na vida dos consumidores e entregar engajamento e reputação nos mais diversos formatos. Parte do grupo internacional Stagwell desde 2024, a agência entrega soluções multiplataforma que envolvem PR Stunt, Reputação,  Talkability, Digital, Mídia, Influência, Conteúdo, Live Marketing e Cultura Organizacional. Redes sociais: Instagram e Linkedin. 

Fonte: PROS – PEOPLE RELATIONS

Do abrigo à cura: como a medicina de abrigo e a saúde única se conectam à descoberta da polilaminina e à esperança de mobilidade para cães

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Créditos: Divulgação

Pesquisas brasileiras têm promovido recuperação de movimentos após lesão medular e reverberam princípios de cuidado integral defendidos pelo Instituto Caramelo

Tibirinho (Divulgação/Instituto Caramelo)

Há anos, a medicina de abrigo vem se consolidando como um modelo estruturado de cuidado. No Instituto Caramelo, esse trabalho é guiado pela Saúde Única, abordagem que reconhece a correlação entre saúde animal, humana e ambiental. Na prática, isso significa acolher cães resgatados em diferentes contextos – vítimas de abandono, maus-tratos, acidentes e desastres climáticos – muitos com quadros clínicos complexos, traumas e sequelas permanentes. Reabilitar esses animais é reduzir impactos coletivos e produzir conhecimento que pode dialogar com outras áreas da saúde. Agora, um avanço científico brasileiro ajuda a jogar luz sobre essa conexão.

Pesquisas coordenadas pela bióloga Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vêm chamando atenção ao investigar a polilaminina no tratamento de lesões na medula espinhal. Estudos com cães diagnosticados com lesões crônicas apontaram recuperação parcial de movimentos em animais que antes não conseguiam se locomover. Os resultados abriram caminho para os primeiros testes clínicos em humanos. Embora ainda seja cedo para falar em tratamento consolidado, a pesquisa já mobiliza pacientes, médicos e famílias que acompanham de perto cada avanço.

Para quem atua na linha de frente da medicina veterinária, a notícia não é somente científica, mas também simbólica. A utilização de animais em pesquisas de regeneração medular reforça algo que o Instituto Caramelo defende na prática: o cuidado com os animais não é isolado do cuidado com as pessoas, e o conhecimento gerado em uma espécie pode impactar diretamente outra.

“Trabalhamos com animais que chegam em estado crítico, muitos com sequelas permanentes. A reabilitação é um processo longo, técnico e emocional. Avanços como o da polilaminina reforçam a importância de investir em pesquisa e em práticas integradas. Quando vemos cães que voltam a mover as patas depois de uma lesão grave, não estamos falando só de ciência, mas de qualidade de vida, autonomia e dignidade”, destaca Yohanna Perlman, diretora executiva do Instituto Caramelo.

Mesmo ainda no começo, a discussão sobre a polilaminina já provoca uma reflexão importante: o que acontece nos centros de pesquisa também passa pelos abrigos, clínicas veterinárias e histórias reais de cães que lutam para voltar a andar.

A responsável técnica do Instituto Caramelo, Marília Lima (Divulgação/Instituto Caramelo)

Sobre o Instituto Caramelo

Referência nacional no resgate e reabilitação de animais em situação de abandono e maus tratos, o Instituto Caramelo é uma organização não governamental sem fins lucrativos que nasceu em fevereiro de 2015 para dar voz àqueles que não podem falar. Com um hospital veterinário 24 horas, atende mais de 300 animais e realiza castrações gratuitas, intervenções emergenciais e acompanhamento contínuo até que todos estejam prontos para adoção responsável.

Fonte: Avenida Comunicação

Sanidade é pilar estratégico para sustentabilidade e produtividade da aquicultura brasileira

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No Dia Nacional da Aquicultura, a Zoetis reforça a importância de estratégias integradas de saúde animal para o controle de doenças e o fortalecimento sustentável da produção aquícola

No dia 20 de março, é comemorado o Dia Nacional da Aquicultura, data que reforça a importância de um dos segmentos que mais crescem no agronegócio brasileiro. A Zoetis, líder global em saúde animal, reforça que a sanidade é a base para garantir produtividade, previsibilidade e sustentabilidade na tilapicultura, principal segmento da aquicultura nacional.

De acordo com o Anuário da Piscicultura 2026, divulgado pela Peixe BR, o Brasil produziu 1.011.540 toneladas de peixes de cultivo em 2025, superando pela primeira vez a marca histórica de 1 milhão de toneladas. A tilápia é a espécie mais produzida no país, com 707.495 toneladas, representando aproximadamente 70% da produção nacional e consolidando sua relevância econômica e estratégica para a segurança alimentar e o fortalecimento da cadeia produtiva aquícola¹.

O crescimento expressivo ocorreu em um cenário de maior intensificação produtiva e profissionalização da cadeia. Ao longo de 2025, o setor enfrentou maior pressão sanitária, com aumento da incidência de enfermidades bacterianas e virais na tilapicultura2. Em sistemas cada vez mais tecnificados e com maior densidade de cultivo, o controle sanitário torna-se ainda mais determinante para garantir maior segurança produtiva, reduzir perdas e sustentar a competitividade do setor no médio e longo prazo.

“As doenças na tilapicultura, e na aquacultura como um todo, afetam diretamente a produtividade e a estabilidade do negócio. Quando falamos em sanidade, estamos falando de gestão de risco, eficiência produtiva e equilíbrio produtivo da atividade”, afirma Danielle Damasceno, Gerente Técnica e Comercial de Aquacultura da Zoetis Brasil.

Nesse cenário, a prevenção ganha protagonismo. A adoção de práticas estratégicas e estruturadas, que integram boas práticas de manejo, biosseguridade e vacinação, contribui para reduzir perdas e aumentar a estabilidade produtiva ao longo do ciclo.

No Brasil, o portfólio para aquicultura da Zoetis inclui a vacina AlphaJect®, indicada para auxiliar no controle de enfermidades bacterianas em tilápias e apoiar programas preventivos mais robustos. A companhia também oferece a Fishteq NFT25, vacinadora semiautomática que favorece maior padronização, eficiência e biosseguridade no processo de aplicação, contribuindo para a construção de sistemas produtivos mais resilientes e alinhados às exigências sanitárias e de mercado.

“Produzir com mais cuidados de sanidade significa produzir melhor. A prevenção deve estar no centro da estratégia. A vacinação, quando bem planejada e executada, é um investimento que contribui para estabilidade produtiva e sustentabilidade no longo prazo”, conclui Danielle.

Sobre a Zoetis

Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Com um legado de quase 75 anos, a Zoetis continua a inovar em formas de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais, apoiando médicos veterinários, responsáveis de animais de companhia e criadores de gado em mais de 100 países. Integramos profunda expertise científica, P&D orientada por dados, manufatura avançada e excelência operacional para entregar inovação significativa em medicamentos, vacinas, diagnósticos, biofarmacêuticos e soluções digitais. Guiada por nossa visão de ser a empresa de saúde animal mais confiável e valorizada, a Zoetis está comprometida em estabelecer novos padrões para o futuro do cuidado animal por meio da inovação, obsessão pelo cliente e colegas focados em propósito. Para saber mais, visite Zoetis.com.br

Fonte: Edelman Brasil

Trocas repentinas na alimentação e na rotina podem desencadear vômito e diarreia em cães e gatos

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Créditos: Pinterest

Veterinária ensina como fazer mudanças, como trocas de marca, fase de vida, ou em casos de doença, de forma segura na alimentação dos pets

Mudanças fazem parte da rotina dos responsáveis por pets — uma viagem inesperada, um passeio mais longo, a estadia na casa de parentes ou até a falta temporária do alimento habitual. Nessas situações, é comum que cães e gatos acabem consumindo um alimento diferente do que estão acostumados, muitas vezes de forma inesperada. O problema é que esse tipo de mudança pode resultar em episódios de vômito, diarreia e desconforto gastrointestinal.

De acordo com a médica-veterinária de Biofresh (MBRF Pet), Mayara Andrade, o sistema digestivo dos pets é sensível não apenas à qualidade do alimento, mas também à forma como a troca acontece. “A alimentação está diretamente ligada à saúde intestinal. Quando o pet recebe um alimento novo de maneira repentina, pode não se adaptar, o que pode provocar alterações digestivas importantes”, explica.

Por que o intestino sente tanto essas mudanças?

A médica-veterinária explica que o intestino dos pets abriga bilhões de microrganismos que formam a chamada microbiota intestinal, responsável por auxiliar na digestão, absorção de nutrientes e defesa do organismo. Segundo ela, alterações bruscas na dieta, mesmo que temporárias, podem desorganizar esse sistema.

“Quando há uma troca abrupta, a microbiota não reconhece imediatamente os novos ingredientes e nutrientes. Isso dificulta a digestão e pode resultar em fezes amolecidas, gases, vômitos, desconforto intestinal ou diarreia”, afirma.

Viagens, passeios e imprevistos também exigem atenção

Embora muitos responsáveis associem problemas gastrointestinais apenas à troca definitiva do alimento, Mayara alerta que situações pontuais também representam risco.

“Durante viagens, passeios longos ou hospedagens, é comum o pet consumir outro alimento, petiscos diferentes ou até sobras inadequadas. Essas mudanças rápidas, somadas ao estresse da situação, aumentam as chances de alterações ou desconfortos intestinais. Por isso, a recomendação é se planejar sempre que possível, levando o alimento habitual do pet e evitando improvisações. Quando a troca for inevitável, a adaptação gradual continua sendo a melhor estratégia”, destaca.

Como fazer a transição alimentar da forma correta

Caso o responsável esteja trocando a alimentação do pet, a orientação, segundo Mayara, é misturar o novo alimento ao antigo, aumentando a quantidade aos poucos ao longo de 5 a 7 dias: Dias 1 e 2: 10% do novo alimento + 90% do anterior

Dias 3 e 4: 30% do novo + 70% do anterior
Dia 5: 50% de cada
Dia 6: 70% do novo + 30% do anterior
Dia 7: 100% do novo alimento

“Esse processo ajuda o intestino a se adaptar à nova composição nutricional, reduzindo o risco de desconfortos. Em pets mais sensíveis, com histórico de problemas gastrointestinais ou doenças associadas, esse período pode ser mais longo ou conforme a necessidade, sempre com acompanhamento veterinário”, reforça Mayara.

Sinais de que algo não vai bem

A médica-veterinária explica que, durante períodos de mudança na alimentação ou na rotina, o responsável deve observar atentamente o comportamento do pet. Apatia, perda de apetite, coceiras, vômitos frequentes ou fezes persistentemente alteradas são sinais de alerta.

“Esses indícios mostram que o organismo não está lidando bem com a mudança. Nesses casos, o ideal é interromper a troca e procurar um médico-veterinário”, orienta.

Mayara reforça que não existe uma regra única que funcione para todos os pets. Histórico de saúde, idade, rotina e sensibilidade individual devem ser considerados.

“O veterinário é o profissional capacitado para orientar a melhor forma de conduzir mudanças alimentares, seja por necessidade, conveniência ou fase da vida, sempre priorizando a saúde e o bem-estar do animal”, finaliza Mayara Andrade.

Fonte: Buzzing

Rotina previsível, pet feliz

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Entenda como a alimentação complementar pode ajudar a organizar rotina e comportamento dos animais

Para os cães, segurança emocional não está ligada apenas a afeto ou presença do tutor, mas à capacidade de prever o ambiente. O cérebro dos pets é altamente orientado por padrões. Quando os eventos do dia seguem uma lógica reconhecível, o organismo consegue regular melhor os níveis de excitação, estresse e descanso.

Do ponto de vista neurocomportamental, a previsibilidade reduz a necessidade de vigilância constante. Em ambientes previsíveis, o sistema nervoso entra com mais facilidade em estados de repouso, o que favorece digestão, sono e recuperação física. Já quando o pet não consegue antecipar o que vai acontecer, seja em relação a horários, estímulos ou acesso a recursos, o corpo tende a permanecer em estado de alerta prolongado.

A alimentação é um dos principais organizadores dessa previsibilidade. Diferentemente de estímulos aleatórios, como sons ou interações sociais, o alimento é um evento altamente significativo para o pet, capaz de estruturar expectativas ao longo do dia. Não por acaso, alterações bruscas na rotina alimentar costumam gerar impacto direto no comportamento.

Nesse cenário, a alimentação complementar ocupa um papel que vai além da nutrição. Petiscos não são neutros do ponto de vista emocional. Eles ativam circuitos de recompensa, expectativa e aprendizado. O efeito que produzem, no entanto, depende diretamente de quando, como e por que são oferecidos.

Quando o petisco é oferecido de forma desconectada da rotina ou sem uma intenção clara, ele pode perder parte do seu potencial organizador. Em vez de ajudar o pet a compreender o ritmo do dia, passa a gerar expectativa constante por alimento, o que pode se refletir em maior excitação ou dificuldade de relaxamento.

Por outro lado, quando a alimentação complementar é inserida dentro de uma lógica clara, sempre associada a determinados momentos do dia ou a estados comportamentais específicos, ela passa a funcionar como um marcador temporal e emocional. O pet aprende que aquele estímulo sinaliza uma transição: o fim de uma atividade, o início de um período de descanso ou a conclusão de uma interação.

Esse aprendizado ocorre por condicionamento associativo, mecanismo central no comportamento animal. O cérebro do pet não entende horários como humanos, mas reconhece sequências e rotina. Se após determinado evento sempre ocorre outro, essa previsibilidade passa a regular a resposta emocional.

“O contexto é essencial ao pensarmos em alimentação complementar. Quando usados de forma estratégica, os petiscos ajudam o pet a reconhecer transições do dia, reforçam comportamentos positivos e contribuem para uma rotina mais equilibrada”, explica a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

Essa função se torna ainda mais relevante em lares com mudanças frequentes de estímulo, como horários irregulares, visitas constantes ou períodos de ausência do tutor. Nessas situações, pequenos rituais alimentares previsíveis ajudam a criar pontos de estabilidade ao longo do dia.

“É importante destacar que previsibilidade não exige rigidez absoluta. O que sustenta o equilíbrio emocional não são horários exatos, mas referências consistentes. Contextos repetidos, sequências reconhecíveis e intenções claras já são suficientes para que o pet reconheça o ambiente como seguro”, reforça a profissional.

Ao compreender o papel da alimentação complementar dentro dessa lógica, o tutor passa a enxergar os petiscos não como concessões ocasionais, mas como ferramentas que participam ativamente da organização emocional do animal. Mais do que agradar, eles podem estruturar, sinalizar e estabilizar, quando usados com consciência e propósito.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Inscrições para aprimoramento em UTI veterinária com bolsa vão até 15 de março

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Especialista da WeVets detalha como a medicina personalizada gerencia riscos que vão da fragilidade óssea de raças de design à sobrecarga articular

A WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, recebe até o dia 15 de março as inscrições para até 10 bolsas presenciais no Programa de Aprimoramento Profissional em Terapia Intensiva Veterinária (UTI). A iniciativa consiste em uma pós-graduação lato sensu realizada em parceria com a EBRAMEV Educação, focada na formação de alta complexidade.

Além da isenção das mensalidades da pós-graduação, o programa oferece auxílio financeiro mensal de R$ 2.300 no primeiro ano (R$ 2.000 de bolsa + R$ 300 de transporte) e R$ 2.800 no segundo ano (R$ 2.500 + R$ 300), em regime de dedicação exclusiva.

“A medicina intensiva veterinária configura-se atualmente como um dos segmentos de maior crescimento dentro da saúde animal, com projeções de expansão anual superiores a 7% nas próximas décadas. Paralelamente, observa-se uma transformação no vínculo entre tutores e animais de companhia, que passam a ser reconhecidos como membros da família, o que se reflete em maior nível de exigência, investimento e busca por excelência no cuidado à saúde”, comenta Carollina Marques, médica-veterinária e supervisora na WeVets.

“Nesse contexto de alta complexidade assistencial, incorporação tecnológica contínua e evolução científica constante, o programa foi estruturado com o objetivo de formar profissionais altamente capacitados, atualizados e preparados para atuar com suporte de uma equipe especializada e infraestrutura de ponta”, completa a especialista.

As inscrições estão abertas até 15/03 conforme edital e podem ser acessadas no site da Ebramev.

Com carga horária total de 4.200 horas (360 teóricas e 3.840 práticas), o programa combina formação acadêmica com atuação supervisionada em hospitais 24h da rede WeVets, referência em média e alta complexidade. A proposta é permitir que médicos-veterinários recém-formados possam se especializar em terapia intensiva sem precisar abrir mão de renda durante o período de formação.

O processo ocorre em quatro etapas:

16/03 — Prova teórica
17/03 — Entrevista e prova prática
Até 19/03 — Liberação de aprovados
23 a 27/03 – Onboarding presencial na unidade Butantã
30/03 — Início das atividades
As etapas presenciais serão realizadas na unidade WeVets Butantã, em São Paulo. Podem se inscrever profissionais com graduação em Medicina Veterinária reconhecida pelo MEC e registro no CRMV (ou protocolo). A inscrição é gratuita.

A iniciativa reforça a estratégia da WeVets de atuar como ecossistema de saúde veterinária, integrando hospitais 24h, laboratório próprio, plano de saúde pet e formação profissional estruturada. A empresa mantém um dos maiores programas de desenvolvimento de médicas-veterinária do país e aposta na qualificação técnica como pilar de expansão sustentável do setor.

Fonte: Focal 3 Comunicação

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