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Abril Laranja expõe limites da lei e reacende debate sobre direitos dos animais no Brasil

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Apesar de avanços na legislação, professor do UniCuritiba defende mudança de paradigma para reconhecer animais como sujeitos de direitos e alerta para falhas na aplicação das normas

Mês de conscientização sobre a prevenção da crueldade contra os animais, o Abril Laranja reacende um debate cada vez mais urgente no país: afinal, os animais ainda podem ser tratados como “coisas” perante a lei? Para o professor de Direito do UniCuritiba, Claudio de Fraga, a resposta caminha para uma mudança ainda lenta, mas necessária.

Segundo o especialista, embora a legislação brasileira tenha avançado nos últimos anos, especialmente com a ampliação de punições para maus-tratos, o país ainda mantém, em muitos contextos jurídicos, uma visão ultrapassada dos animais como bens. “Não há mais a possibilidade do animal ser visto como algo que está à nossa disposição, como um ‘objeto’”, afirma.

Ele defende que o reconhecimento dos animais como sujeitos de direitos é um passo essencial para consolidar avanços já em curso. “É necessário alterar essa visão e considerar o animal como detentor de direitos, especialmente do direito fundamental à existência digna”, complementa.

Essa mudança de paradigma, segundo o professor, teria impactos amplos não apenas para os animais, mas para toda a sociedade. Ele destaca que há expectativa em torno de possíveis alterações no Código Civil, que podem passar a reconhecer os animais como seres sencientes — capazes de sentir dor e emoções —, o que representaria um avanço no ordenamento jurídico brasileiro.

Leis existem, mas aplicação ainda é desafio

Casos recentes de violência, como o assassinato do cão comunitário Orelha, em Santa Catarina, reforçam a sensação de que ainda há um descompasso entre a legislação e a realidade. Para Claudio de Fraga, o Brasil já dispõe de dispositivos legais importantes, como a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) e o princípio constitucional da não crueldade contra os animais, mas a efetividade dessas normas ainda depende de maior conscientização e rigor na aplicação. “A impunidade pode gerar a percepção de que a legislação não é efetiva”, explica.

Ele também aponta lacunas nas atualizações recentes da legislação. Apesar do aumento das penalidades para maus-tratos, as mudanças se concentraram principalmente em cães e gatos, deixando outras espécies em segundo plano.

Violência invisível também é crime

O Abril Laranja chama atenção não apenas para agressões físicas, mas também para formas mais sutis de violência, como negligência e maus-tratos psicológicos. Situações como manter um animal preso por longos períodos, sem água ou alimentação adequada, também configuram crime no Brasil.

“O conceito de guarda responsável envolve atender às necessidades físicas e psicológicas do animal. A violência não se limita ao dano físico”, ressalta o professor. Ele ainda destaca a chamada “teoria do elo”, que relaciona a violência contra animais a outros tipos de abuso, como violência doméstica e maus-tratos infantis.

Educação e fiscalização como caminhos

Para fortalecer a proteção animal no país, Claudio de Fraga defende uma atuação mais ampla, que envolva poder público e sociedade. Entre as medidas, ele cita o endurecimento das penas, maior fiscalização, campanhas educativas e a inclusão do tema nos currículos escolares. “A conscientização é fundamental para que a população reconheça os animais como sujeitos de direitos”, conclui.

Fonte: Moglia Comunicação Empresarial

Jumento inflável ocupa Salvador em ato por lei nacional contra o abate

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Ação acontecerá no Pelourinho e na ALBA, entre os dias 4 e 7 de maio, para pressionar pela aprovação do PL 2387/2022 e pelo fim definitivo do abate de jumentos no Brasil

Salvador recebe, entre os dias 4 e 7 de maio, uma mobilização pública pedindo a aprovação de uma legislação federal para proibir definitivamente o abate de jumentos no país, prevista no Projeto de Lei (PL) 2387/2022. Como parte da ação, um jumento inflável de 3 metros de altura será instalado em dois pontos da capital baiana: no Pelourinho, nos dias 4 e 5 de maio, e na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), nos dias 6 e 7/05, onde acontecerá o IV Workshop Internacional: Jumentos do Brasil, reunindo especialistas, representantes do poder público e organizações da sociedade civil para discutir o futuro da espécie no país.

No Pelourinho, o inflável ficará exposto das 11h às 14h com objetivo de chamar a atenção de moradores e turistas sobre o risco de extinção dos jumentos no nordeste. Haverá apresentação de repentistas, cantando esse tema, e distribuição de um material educativo para os interessados.

Dados divulgados por pesquisadores em 2025, com base em informações da FAO, IBGE e Agrostat, indicam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. Isso significa que, de cada 100 animais existentes na década de 90, restam apenas 6 hoje – cenário associado, principalmente, ao abate do animal para a retirada da sua pele que será exportada para a China. O país usa o colágeno dos jumentos para fabricar uma substância chamada ejiao,considerado um elixir anti-envelhecimento, cuja eficácia nunca foi comprovada cientificamente.

Segundo a organização não governamental The Donkey Sanctuary, só nesse país, a demanda anual por peles de jumentos é de cerca de 5,9 milhões de unidades, podendo chegar a 6,8 milhões até 2027. Com a redução significativa do número de animais na China, o país passou a importar peles de outros países, incluindo o Brasil.

Desde então, ONGs de proteção ao direito animal vêm lutando contra o abate, com ações Justiça e pressão no Congresso Nacional, para votar o PL 2387/2022, atualmente parado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. No dia 13 de abril, a Justiça Federal determinou a suspensão do abate. Embora os defensores dos jumentos tenham comemorado a decisão, essa vitória ainda não garante a proibição definitiva das matanças, pois a medida cabe recurso em segunda instância. Para eles, a consolidação dessa proteção depende do avanço do tema no Congresso Nacional.

“Só uma lei pode garantir o fim desse comércio indefensável”, afirma Patricia Tatemoto, PhD em Ciências pela USP e coordenadora de campanhas da The Donkey Sanctuary. Ela lembra que pesquisadores brasileiros, sobretudo os da Universidade Federal do Paraná (UFPR), vêm desenvolvendo a produção de colágeno por fermentação de precisão (usando microrganismos) para substituir o abate de animais. “O avanço científico acompanhado de um arcabouço legal fará do Brasil um exportador dessa matéria-prima, gerando emprego e renda nacional, sem precisar sacrificar os jumentos”, acrescenta.

Histórico – O Projeto de Lei 2387/2022, está em tramitação na Câmara desde 2022, mas nunca foi levado à pauta para a votação do fim definitivo do abate de jumentos em todo o território nacional. O tema ganha urgência diante de alertas de cientistas brasileiros que, no último workshop internacional, em maio de 2025, decretaram o estado de emergência da espécie, com risco de extinção até 2030, frente à redução acelerada de sua população.

Nessa ocasião, os cientistas também cobraram do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) dados atualizados sobre número e locais das fazendas de jumentos, comprovação de que esses animais estão sendo transportados adequadamente, quantidade de peles exportadas, procedimentos de segurança sanitária entre outras informações. Segundo a Carta Aberta assinada por 12 especialistas em medicina veterinária e agroeconomia, o descarte inadequado de jumentos mortos, especialmente em áreas com alta prevalência de de uma doença chamada “mormo” (como no Nordeste brasileiro), representa um risco grave à saúde animal e pública, já que se trata de uma zoonose letal. A bactéria Burkholderia mallei pode sobreviver na carcaça e disseminar o mormo contaminando o ambiente, a água e os alimentos de humanos.

“O Brasil ainda não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país que é reconhecido mundialmente pelo alto padrão de rastreabilidade e controle sanitário do seu setor agropecuário”, informa o professor Adroaldo Zanella da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP).

Em outubro de 2025, o deputado federal Bruno Ganem (PODE-SP) encaminhou um ofício ao MAPA pedindo informações sobre os estabelecimentos habilitados para o abate de asininos no Brasil, capacidade instalada, fornecedores, procedência dos animais, assim como os documentos de trânsito, atestado de bem-estar animal, identificação individual, além de ações de fiscalização e estatísticas do setor desde 2015. Até hoje, não obteve nenhum dos dados solicitados.

Esses desafios e outros temas ligados ao futuro sustentável dos jumentos farão parte do debate do IV Workshop Internacional: Jumentos do Brasil, realizado na ALBA, de 6 a 8 de maio, onde os visitantes também poderão conhecer o inflável de 3 metros de altura. As inscrições para o congresso devem ser feitas no site oficial do workshop neste link. Já as informações sobre a campanha pelo fim do abate da The Donkey Sanctuary estão no site: salveosjumentos.com.

Fonte: Agência Pauta Social

No mês em que se comemora o Dia Mundial dos Animais de Rua, Hilton São Paulo Morumbi destaca parceria que transforma tampinhas em impacto social

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No mês em que se celebra o Dia Mundial dos Animais de Rua, o Hilton São Paulo Morumbi reforça seu compromisso com a comunidade local ao compartilhar os resultados de sua parceria com o Abrigo do Wlad, em Paraisópolis. A iniciativa consiste na coleta de tampinhas plásticas, mobilizada pelos colaboradores do hotel, e já soma a expressiva marca de mais de 500 quilos de material arrecadado, integralmente doados à instituição.

Há mais de dez anos, o Abrigo do Wlad tem como missão acolher e proteger animais em situação de rua, oferecendo seu espaço como lar temporário para mais de 110 animais. Todo o trabalho desenvolvido e a manutenção do abrigo são viabilizados por meio de doações. A renda obtida com a venda das tampinhas é destinada aos cuidados e às ações necessárias para garantir o bem-estar dos animais resgatados. Nesse contexto, cada tampinha representa mais do que um gesto de reciclagem: é uma contribuição concreta para transformar a realidade de animais que já enfrentaram o abandono.

A identificação do Hilton São Paulo Morumbi com a causa animal também se conecta diretamente à experiência proporcionada aos hóspedes, refletindo sua filosofia pet friendly com hospedagens acolhedoras para todos, inclusive para os companheiros de quatro patas. A dinâmica da iniciativa é simples, mas o impacto é significativo. As tampinhas arrecadadas pelos colaboradores, em suas casas e também nas dependências do hotel, são entregues diretamente ao Abrigo do Wlad. A instituição, por sua vez, comercializa o material com empresas de reciclagem, transformando o que seria descartado em recursos essenciais. Essa verba contribui para a compra de ração, medicamentos e vacinas, além de auxiliar na manutenção e em reformas da estrutura do abrigo, garantindo um ambiente mais seguro e confortável para os animais.

Para ampliar ainda mais essa corrente de solidariedade, o Hilton São Paulo Morumbi também abre suas portas para a comunidade. Moradores da região, clientes e visitantes que desejarem apoiar a causa podem contribuir com tampinhas plásticas — de bebidas, produtos de higiene ou limpeza — depositando suas doações na caixa disponível no lobby do hotel, ajudando a transformar a realidade de ainda mais animais.

Sobre o Hilton São Paulo Morumbi   
Com localização privilegiada, o Hilton São Paulo Morumbi oferece proximidade a diversas atrações turísticas, parques, museus e os melhores shoppings da região. O hotel dispõe de espaços para eventos de diferentes tamanhos e acesso subterrâneo exclusivo ao shopping Nações Unidas e ao salão de beleza Jacques Janine, garantindo comodidade tanto para quem se hospeda para curtir a cidade quanto para negócios. O hotel possui um café estilo Grab & Go, o Caffè Cino, aberto diariamente – a escolha perfeita para uma pausa no meio do dia. Além disso, o hotel oferece serviço de manobrista e política pet-friendly.  

Fonte: MÁQUINA

Dia do Cão-Guia: rotina de alta performance exige cuidados veterinários especiais

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Com menos de 200 cães-guia no país para milhões de pessoas com deficiência visual, especialista da WeVets alerta para a importância da saúde desses parceiros

Muito além do treinamento, o que sustenta o trabalho de um cão-guia no dia a dia é uma rotina rigorosa de cuidados com a saúde. O Dia Internacional do Cão-Guia é celebrado na última quarta-feira de abril (29), criado para ampliar a conscientização sobre o papel dos cães-guia e os desafios ainda enfrentados por quem depende deles no dia a dia.

Nesta data, a WeVets chama atenção para esses companheiros que desempenham uma função de alta exigência física e mental e, por isso, precisam de acompanhamento veterinário contínuo ao longo de toda a vida ativa.

O Brasil tem hoje menos de 200 cães-guia em atividade, segundo estimativas de instituições como o Instituto Adimax. Ao mesmo tempo, mais de 6 milhões de brasileiros têm algum grau de deficiência visual, de acordo com o IBGE. O contraste revela um cenário de alta demanda e baixa oferta e reforça um ponto ainda pouco discutido: a saúde desses parceiros é determinante para garantir autonomia e segurança a quem depende deles.

“Na prática, estamos falando de um parceiro que trabalha todos os dias em nível elevado de concentração e esforço físico. É muito semelhante a um atleta de alta performance e isso exige monitoramento constante da saúde”, explica Carollina Marques, médica veterinária na WeVets.

A rotina de acompanhamento vai além das consultas básicas e inclui uma série de avaliações preventivas:

Avaliação ortopédica frequente
O impacto repetitivo em superfícies urbanas pode gerar desgaste articular ao longo do tempo.

Controle nutricional rigoroso
A alimentação é ajustada para manter energia, foco e peso adequado, evitando sobrecarga nas articulações.

Monitoramento comportamental e emocional
O nível de responsabilidade pode gerar estresse. Avaliar sinais de fadiga mental é essencial para o bem-estar do parceiro.

Check-ups regulares e medicina preventiva
Exames periódicos ajudam a identificar precocemente qualquer alteração que possa comprometer o desempenho.

Diferente de um pet convencional, qualquer alteração física ou comportamental em um cão-guia pode afetar diretamente a segurança do tutor.

“Uma dor articular, por exemplo, pode reduzir a disposição para caminhar ou afetar a precisão dos movimentos. Já o estresse pode impactar a capacidade de concentração. Por isso, o acompanhamento precisa ser contínuo e integrado”, reforça a especialista.

Cães-guia passam por treinamento intenso, que pode durar até dois anos, mas o cuidado não termina quando começam a atuar. Ao longo da vida, esses parceiros mantêm uma rotina estruturada, com períodos de trabalho, descanso e acompanhamento de saúde. Em média, um cão-guia atua por cerca de 8 a 10 anos, período em que a manutenção da qualidade de vida é determinante para sua longevidade e desempenho.

Além da saúde, a WeVets reforça que o comportamento das pessoas ao redor também influencia diretamente o desempenho desses parceiros. Interações indevidas, como tentar fazer carinho ou distrair o cão durante o trabalho, podem comprometer sua concentração.

“Cuidar de um cão-guia é cuidar de duas vidas ao mesmo tempo. A saúde dele impacta diretamente a qualidade de vida do tutor”, finaliza a médica veterinária.

Fonte: Focal3

Pets também sentem tédio?

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Mudanças no comportamento, excesso de energia ou desinteresse podem indicar falta de estímulos no dia a dia

Quem convive com um pet já percebeu momentos em que o animal parece inquieto sem motivo aparente, perde o interesse por interações ou passa a repetir comportamentos, como roer objetos, miar em excesso ou simplesmente ficar apático. Esses sinais, muitas vezes interpretados como “birra” podem estar relacionados a algo menos evidente: a falta de estímulo.

Assim como acontece com humanos, cães e gatos precisam de atividades para se manterem engajados. No ambiente doméstico, onde tudo é previsível e de fácil acesso, o dia pode se tornar pouco estimulante. Quando não há oportunidade para explorar, investigar ou resolver pequenas tarefas, o cérebro reduz seu nível de ativação, o que pode gerar tanto excesso de energia quanto desmotivação.

Do ponto de vista comportamental, isso está ligado à ausência do chamado comportamento apetitivo: uma sequência natural de ações que envolve buscar, investigar e conquistar recursos, como o alimento. Na natureza, esse processo ocupa boa parte do tempo do animal. Já dentro de casa, quando a comida é oferecida sempre da mesma forma, em um único ponto e sem variação, essa etapa praticamente desaparece.

“Quando o pet não tem oportunidade de exercer comportamentos naturais ou recebe poucos estímulos, ele tende a redirecionar essa energia. Isso pode aparecer como agitação, comportamentos repetitivos ou até desinteresse. Por isso, o enriquecimento ambiental é tão importante, pois ele devolve ao animal esse espaço de interação com o ambiente”, explica Bruna Isabel, médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition.

Os animais respondem de formas diferentes a essa necessidade. Os cães, mais sociais, tendem a buscar interação ativa com o tutor e se beneficiam de atividades que envolvam movimento, comando e recompensa. Já os felinos, com comportamento mais independente, respondem melhor a estímulos que simulem a caça, com oportunidades de explorar, perseguir e .

Nesse contexto, a alimentação pode ser uma aliada importante para tornar o ambiente mais dinâmico. Ao invés de ser apenas um momento pontual do dia, ela pode ser integrada a pequenas atividades que estimulam o raciocínio e o comportamento exploratório.

Uma forma simples de fazer isso é variar a forma de oferta. Espalhar pequenas porções de petiscos ou da própria ração em diferentes pontos da casa estimula o olfato e incentiva o animal a se movimentar e investigar o ambiente. Outra estratégia é utilizar brinquedos interativos, que exigem manipulação para liberar o alimento, prolongando o tempo de atividade e aumentando o engajamento.

Para os cães, atividades de busca, como esconder snacks em locais acessíveis ou utilizar tapetes olfativos, ajudam a trabalhar concentração e gasto de energia. Já para os gatos, o ideal é associar o alimento a movimentos ou desafios que simulem a captura, como esconder pequenas porções em superfícies elevadas ou utilizar brinquedos que incentivem o toque e a exploração.

Os petiscos, nesse cenário, funcionam como um elemento de motivação. Por serem altamente atrativos, aumentam o interesse do animal em participar dessas atividades e ajudam a transformar a alimentação em uma experiência mais completa. Mais do que oferecer o snack em si, o valor está na forma como ele é inserido na rotina.

Além disso, pequenas mudanças no ambiente também fazem diferença. “Alterar a disposição de objetos, criar novos pontos de exploração ou variar os locais de descanso contribui para tornar o espaço mais interessante. O enriquecimento ambiental não depende de grandes intervenções, mas de consistência e intenção”, detalha a profissional.

Ao integrar alimentação, estímulo mental e interação, o tutor ajuda o pet a exercer comportamentos naturais que muitas vezes ficam limitados no ambiente doméstico. Isso reduz sinais de tédio, melhora o equilíbrio comportamental e contribui para uma rotina mais ativa e saudável.

Quando o dia a dia oferece desafios na medida certa, o pet se mantém mais engajado, equilibrado e conectado ao ambiente em que vive.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Campanha global ‘Going Beyond’ destaca o papel do médico-veterinário

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Em 2026, a iniciativa global busca destacar o valor e ampliar a percepção sobre o papel muitas vezes ‘oculto’ do profissional da saúde animal

A Boehringer Ingelheim, farmacêutica multinacional e referência em soluções para saúde humana e animal, lança, por mais um ano, a sua campanha global “Going Beyond” (Indo Além). Inaugurada em 2024, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em valorizar, apoiar e dar a devida visibilidade ao papel crucial e multifacetado dos médicos-veterinários em todo o mundo. A edição deste ano é impulsionada pela premissa de que a real extensão do trabalho veterinário, frequentemente, permanece invisível ao público. Ela reforça que esses profissionais são, de fato, guardiões da saúde interconectada, com uma atuação vital que vai além do atendimento clínico direto, alcançando a saúde pública, a segurança alimentar e o bem-estar animal.

Para 2026, a Boehringer Ingelheim intensifica seu foco em revelar o trabalho ‘oculto’ e os impactos tangíveis que as equipes veterinárias proporcionam, não apenas para os animais, mas também para as pessoas que os amam e são responsáveis por eles. O objetivo é aprofundar a compreensão, fortalecer a confiança e empoderar tutores e produtores para que priorizem proativamente a saúde de seus animais, reconhecendo a expertise e a dedicação por trás de cada consulta, diagnóstico ou intervenção.

“Na Boehringer Ingelheim, somos testemunhas diárias da resiliência, do conhecimento e da paixão dos médicos-veterinários. Eles são parte ativa um ecossistema de saúde que beneficia a todos”, afirma Joana Adissi, diretora da unidade de negócios de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim. “Com a ‘Going Beyond’, queremos destacar a amplitude desse compromisso, mostrando ao mundo a ciência, o cuidado e a dedicação que operam nos bastidores. A valorização desses profissionais não é apenas uma questão de reconhecimento; é um investimento na saúde de nossos animais, de nossas famílias e do planeta”.

A campanha convida o público a olhar com novos olhos para a profissão veterinária, entendendo os desafios, as inovações e as inúmeras contribuições que sustentam a saúde e o bem-estar de todos. A Boehringer Ingelheim reitera seu compromisso em ser um parceiro estratégico para esses profissionais, fornecendo não apenas soluções inovadoras, mas também uma plataforma para amplificar suas vozes e o valor inestimável de seu trabalho.

Fonte: Ideal Axicom

Banho semanal em pets pode comprometer a saúde da pele

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Intervalo menor que 30 dias remove a barreira de proteção natural, prejudicando o bem-estar dos cães

Embora comum entre os tutores, os banhos semanais podem comprometer a integridade da pele e, consequentemente, da pelagem dos cães. Isso porque o shampoo remove a barreira de proteção natural, deixando o animal exposto a inflamações e infecções que podem gerar desconfortos como coceira, queda de pelo e dermatites.

“O banho de imersão remove o microbioma natural e a barreira lipídica da pele, que exercem a função de defesa e a regulação térmica, junto com os pelos. Portanto, banhos frequentes interferem diretamente na fisiologia dos pets, podendo levar a problemas de saúde que prejudicam o bem-estar integral”, afirma a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá, primeira marca de skincare para animais do Brasil.

Além disso, o uso de múltiplos produtos – como pré-shampoo, condicionador, máscaras e perfumes – pode sobrecarregar a pele. Outro ponto de atenção é em relação às fragrâncias, visto que o olfato canino é significativamente mais apurado que o humano — assim, perfumes fortes causam desconforto, irritação e podem gerar até mesmo problemas gastrointestinais.

“O hábito do banho semanal nasce do desejo dos tutores de que o pet esteja sempre perfumado, mas isso é prejudicial para a saúde do cão. Há também uma crença de que banhos frequentes ajudam a resolver problemas de pele quando, na verdade, podem agravá-los. Por isso, o intervalo ideal entre os banhos é de pelo menos 30 dias”, assinala Starek.

Segundo a médica-veterinária, o comprometimento da barreira cutânea pode, inclusive, causar o efeito oposto do esperado, deixando o pet com o cheiro mais forte e o pelo com aspecto engordurado em menos tempo.

Quando chegar a hora do banho de imersão, a recomendação é recorrer a shampoos com fórmulas gentis, cujos ingredientes limpantes não sejam agressivos. No dia a dia, a higienização pode ser feita com produtos de limpeza a seco. A rotina de cuidados também pode incluir a aplicação diária de um sérum específico para a necessidade de cada animal, assim como a escovação semanal dos pelos.

“Os séruns equilibram o microbioma e o pH, ajudando na manutenção da saúde e no suporte a problemas crônicos, como a alopecia. Além disso, o momento que o tutor dedica na aplicação do produto e escovação é mais uma oportunidade de carinho com o seu pet”, aponta Starek.

A médica-veterinária lembra, ainda, que os resultados de séruns dependem da frequência do uso. Portanto, criar uma rotina simplificada é fundamental para que os cuidados sejam diários e mantidos a longo prazo.

“Para além dos cuidados tópicos, é importante lembrar que a saúde da pele é influenciada por diversos fatores, como alimentação e estilo de vida. Uma rotina bem estruturada, que respeite a fisiologia do animal, combinada com uma boa nutrição, reflete diretamente na pelagem. Ou seja, o cuidado é de dentro para fora”, explica Nathália Starek, CEO da Vidaá.

A Vidaá oferece produtos com ingredientes naturais e base científica, respeitando a biologia dos animais, enquanto facilita a rotina de cuidados com a pele:

OffSkin Sérum Aquoso une cuidado com a pele e pelagem à proteção contra insetos, garantindo conforto e bem-estar para seu pet. Combina lavanda, citronela, melaleuca, laranja doce e semente de uva, promovendo hidratação suave e neutralização de odores. Preço: R$ 104,90

EasySkin Moringa é um mousse de limpeza a seco que proporciona higiene rápida e eficaz com um fragrância ultra leve e suave, proporcionando hidratação e frescor sem irritar a pele. Preço: R$ 149,90

NeutraSkin é um shampoo base neutra com pH balanceado, ideal para cães a partir dos 60 dias. A fórmula é extra suave, com aloe vera e camomila, para limpeza gentil. Não requer o uso de máscaras ou condicionadores. Preço: R$ 179,90

HidraSkin é um booster formulado com óleos naturais como babaçu e andiroba, que garantem hidratação profunda e duradoura. Ele pode ser misturado ao NeutraSkin para manter a pele nutrida e macia. Preço: R$ 19,95

FreshSkin é um booster com lavanda e melaleuca, proporcionando frescor e uma sensação de bem-estar imediato. Ele pode ser misturado ao NeutraSkin, auxiliando no alívio de irritações e desconforto. Preço: R$ 19,95

Sobre a Vidaá Care

Lançada em maio de 2024 pela veterinária Nathália Starek e o consultor Rodolfo Komatsu, a Vidaá é a primeira marca de skincare para animais do mercado. A empresa oferece produtos com muitos ingredientes naturais, base científica e respeito aos animais e à natureza. As formulações da Vidaá são pensadas para preservar a naturalidade, o microbioma natural da pele e reduzir o estresse durante os cuidados com os pets. Com o conceito “Animalie-se”, a marca propõe uma relação mais consciente entre tutores e seus pets.

Fonte: 2PRÓ Comunicação

A segunda edição do GatoFest está confirmada em São Paulo

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A 2ª edição do GatoFest está confirmada em São Paulo! A novidade deste ano é que o festival ganha o nome de GoldeN GatoFest, celebrando a parceria de patrocínio com a GoldeN – a marca número 1 em alimentos para cães e gatos no Brasil. O festival dedicado aos gatinhos será em 8 de agosto, Dia Internacional do Gato, no Centro Cultural São Paulo, com programação gratuita e feita “sob medida” para os gateiros e gateiras.

O GoldeN GatoFest 2026 traz novamente a exibição do CatVideoFest, festival internacional que reúne vídeos de gatos — incluindo animações, videoclipes e sucessos da internet.

Outra novidade nesta edição, será o lançamento da coletânea GatoFestFilme, uma compilação de vídeos brasileiros, na qual o público poderá inscrever suas próprias produções de vídeos de gatos, amadoras ou profissionais, ou ainda indicar videos virais da internet, com duração entre 10 segundos e 2 minutos. A curadoria do festival selecionará os melhores vídeos engraçados, fofos, dramáticos, entre outros. As informações sobre e o link para inscrições ficam disponíveis pelo Instagram do festival: Link.

Além da exibição de filmes, o GoldeN GatoFest reunirá ONGs de auxílio e proteção aos gatos, palestrantes da área, expositores, artistas e amantes dos felinos em uma programação que celebra a cultura pop felina, destaca a importância dos gatos na vida das pessoas e promove a conscientização sobre o cuidado e a adoção responsável.

Empreendedores que se interessarem em expor seus produtos ou artistas que desejarem se apresentar no evento também podem se inscrever para participar, lembrando que é fundamental ter relação com a temática do festival.

A 1ª edição em 2025, realizada de forma independente, foi um sucesso de público: cerca de 700 pessoas estiveram no CCSP, e os gatinhos também compareceram.

Para ver mais gatofestbr

Serviço
GoldeN GatoFest 2026
Data: 8 de agosto (sábado)
Local: Centro Cultural São Paulo
Endereço: Rua Vergueiro, 1000, Liberdade, São Paulo
Classificação: livre
Ingresso: entrada gratuita

Fonte: CAIS – Comunicação e Cultura!

Pet Shop Grooming House bate R$ 200 mil mensais

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Leandro Leiva, CEO da Grooming House / Divulgação

Após digitalizar operação com a Gendo, movimento sustenta crescimento de quase 700% e viabiliza escala com mais controle e previsibilidade

A digitalização da operação foi determinante para a transformação da Grooming House, pet shop fundado em Guarulhos que saiu de um faturamento mensal entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para atingir um patamar entre R$ 160 mil e R$ 200 mil, representando crescimento próximo de 700%. O avanço ocorreu após a implementação da plataforma da Gendo, que estruturou processos, automatizou agendamentos e criou as condições necessárias para escalar o negócio com consistência.

Antes da tecnologia, a operação era sustentada por controles manuais e planilhas, o que limitava o crescimento, especialmente na organização da agenda e na evolução de estratégias como tráfego pago. A virada veio com a adoção do agendamento online e da gestão integrada que, em apenas três dias, já estavam plenamente operacionais e mudaram a dinâmica do atendimento.

Com cerca de 400 agendamentos mensais realizados de forma online, a empresa reduziu o volume de mensagens e o índice de reclamações por demora, e reorganizou o papel da recepção, que passou a atuar de modo mais estratégico no contato com os clientes. Esse ganho de eficiência acompanhou a expansão da equipe, que saiu de três profissionais para um time com 13 especialistas, sem perda de controle sobre a operação.

“A Gendo organizou o que antes dependia de esforço manual e trouxe clareza para cada etapa do negócio. Hoje, a gente cresce com segurança porque entende os números, domina a operação e consegue direcionar melhor o atendimento e as vendas”, afirma Leandro Leiva, CEO da Grooming House.

Recursos como gestão de equipe, controle de serviços e análise de dados passaram a orientar decisões do dia a dia. A possibilidade de exportar informações e acompanhar indicadores de faturamento, metas e desempenho trouxe mais previsibilidade e abriu espaço para uma atuação mais estratégica em marketing e relacionamento com clientes.

Para a Gendo, o resultado reforça como tecnologia e gestão atuam juntas na construção de negócios mais eficientes e preparados para crescer. “A Grooming House tinha visão e excelência na execução. O nosso papel foi tirar a operação do caminho do crescimento, organizando processos e dando suporte para que a escala acontecesse sem ruído, potencializando a capacidade do time de gerar valor”, destaca Davi Iglesias, CEO da Gendo.

Com mais de 200 milhões de agendamentos realizados em sua base e atuação em mais de 40 segmentos, a Gendo vem ampliando sua presença ao integrar inteligência artificial e canais como o WhatsApp à gestão de serviços. No caso da Grooming House, o resultado mostra como a digitalização amplia a capacidade da equipe, melhora a experiência do cliente e sustenta o crescimento de forma estruturada sem substituir pessoas.

Sobre a Gendo

Fundada em 2014, a Gendo é uma plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas em diversos segmentos. Com soluções acessíveis e completas — que incluem agenda digital, controle financeiro, emissão de notas fiscais, gestão de equipe e integração com o WhatsApp — a empresa já ajudou mais de 58 mil negócios a otimizar seu tempo, aumentar sua receita e melhorar a experiência dos clientes. Ao longo de sua trajetória, a Gendo processou mais de 200 milhões de agendamentos e transacionou R$ 2 bilhões em operações para seus usuários. Para saber mais, acesse: https://www.gendo.com.br.  

Fonte: NB Press Comunicação

Fato ou fake: o que é verdade sobre a documentação para viagens internacionais com pets

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Com mais de 250 mil transportes registrados em 2025 e avanço contínuo em 2026, alta na demanda expõe dúvidas comuns

O transporte aéreo de animais de estimação registra crescimento consistente no Brasil e no mundo, impulsionado pela mudança no perfil dos viajantes e pela humanização dos pets. Dados mais recentes do setor indicam que mais de 250 mil operações de transporte de cães e gatos foram realizadas em 2025, considerando diferentes modalidades, com índice de sucesso superior a 99,9%, evidenciando avanços em segurança e protocolos operacionais.

A demanda acompanha uma tendência observada nos últimos anos. Em 2023, cerca de 80 mil pets viajaram de avião no Brasil, com expectativa de ultrapassar 100 mil em 2024, número que se consolidou e avançou em 2025 com a ampliação da oferta de serviços e maior adesão dos tutores.

Levantamentos divulgados ao longo de 2026 apontam que apenas uma grande operação aérea brasileira transportou mais de 70 mil animais em cabine ao longo de 2025, reforçando o crescimento do segmento e a preferência por viagens com os pets próximos aos tutores.

O avanço do setor está diretamente ligado à expansão do mercado pet, à maior flexibilização de regras operacionais e ao investimento em protocolos de bem-estar animal. Atualmente, a maior parte dos animais viaja na cabine, respeitando limites de peso e exigências sanitárias, enquanto o transporte em compartimentos específicos segue normas rigorosas de segurança e climatização.

Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais destaca que o transporte aéreo de pets deixou de ser um serviço de nicho e passou a integrar a experiência de viagem de famílias e profissionais em deslocamentos nacionais e internacionais.

Para esclarecer dúvidas ainda presentes no público, a PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, separou abaixo os principais fatos e fake news sobre documentação para viagens aéreas internacionais com pets.

Fatos

Cada país possui regras próprias: As exigências variam conforme o destino e podem incluir quarentena, microchip de identificação e prazos mínimos entre vacinação e embarque. Os países podem, inclusive, exigir documentação diferente na entrada e no retorno do animal ao país de origem.

O acompanhamento veterinário é indispensável: A orientação de um médico-veterinário é fundamental para garantir que o pet esteja apto para viajar e com toda a documentação correta, evitando riscos à saúde do animal e impedimentos no embarque.

A documentação é tão importante quanto o bilhete aéreo: Falhas na documentação são uma das principais causas de impedimento de embarque de pets em voos internacionais. Por isso, o planejamento deve ser feito com antecedência e alinhado às exigências do país de destino e de conexão.

Fake

Basta a carteira de vacinação atualizada: A carteira de vacinação é obrigatória, mas não suficiente. Para viagens internacionais, normalmente são exigidos certificados veterinários internacionais, comprovação de vacina antirrábica válida e, em muitos casos, exames sorológicos específicos.

A documentação pode ser emitida poucos dias antes da viagem: Embora alguns documentos tenham validade curta, como certificados sanitários, outros exigem planejamento antecipado. Exames e vacinas podem demandar semanas ou meses para atender às regras internacionais.

Todos os países aceitam as mesmas regras de transporte: Não há padronização global. Alguns destinos possuem restrições mais rigorosas, inclusive limitações quanto ao transporte em cabine, exigências climáticas e até proibição de determinadas espécies ou raças.

“Com o aumento das viagens internacionais com pets, a documentação deixou de ser um detalhe operacional e passou a ser um fator determinante para o embarque. Hoje, o maior risco não está no transporte em si, mas na falta de planejamento e no desconhecimento das exigências específicas de cada país, que podem variar significativamente” finaliza Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo.

Sobre a PETFriendly Turismo

Fundada em 2018 pela médica veterinária Dra. Juliana Stephani, a PETFriendly Turismo nasceu para atender a uma demanda crescente: o transporte seguro e confortável de pets em viagens nacionais e internacionais. A ideia surgiu da experiência pessoal da fundadora, que precisou viajar para o exterior sem seu cachorro, enfrentando dificuldades para encontrar um serviço especializado. Desde então, a empresa já realizou mais de 7 mil viagens bem-sucedidas, atendendo desde famílias comuns até personalidades públicas, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e bem-estar animal. A PETFriendly Turismo oferece uma gama completa de serviços, incluindo suporte veterinário por meio de parceiros globais, consultoria e auxílio na documentação necessária para transporte de animais, serviço de holder, que permite levar o pet diretamente ao destino e entregá-lo em mãos, além de táxi pet, com veículos próprios para transporte nacional.

Fonte: Press Manager

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