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Pauta: Bailarina cega conquista autonomia com cão-guia e a dupla encanta todos os públicos

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Créditos: Divulgação

A professora de dança de São Paulo é uma das beneficiadas no Programa Cão-Guia do Instituto Adimax

Quem vê a graça e leveza da bailarina Giseli, não imagina a dura jornada enfrentada por ela, que nasceu com baixa visão, se tornou cega aos 16, e na idade adulta se formou em educação física, dança e yoga.

Giseli Camillo tem 47 anos, é natural de São Paulo, e nasceu com catarata congênita, o que a fez ter uma infância marcada pela rejeição em diversas escolas e ser alvo de bullying por parte de colegas. Fato que levou a mãe dela, que só tinha o ensino fundamental, tirar a filha da escola e alfabetizá-la em casa. “Eu tinha baixa visão e ninguém naquela época entendia o que era, porque eu conseguia brincar me orientando pelo contraste, mas não conseguia enxergar no quadro. As professoras me chamavam de preguiçosa”, conta.

Foi somente aos 24 anos que Giseli voltou a estudar: cursou supletivo, se formou em educação física, e, por último, fez especialização em dança e yoga. Atualmente Giseli, que ama o movimento, é professora de dança na Associação Fernanda Biachini, na capital paulista, onde coordena o balé de cegos, dando oportunidade para que outras pessoas como ela, sintam a mesma paixão.

A bailarina já tinha superado muitos desafios e alcançado grandes vitórias, mas faltava algo que almejava desde pequena: autonomia. Ela ainda precisava de ajuda no caminho para o trabalho, para sair de casa. Mas há 9 meses a sonhada independência chegou na forma de quatro patas, e uma carinha cativante: Faísca, o cão-guia alegre e muito dócil, se tornou os olhos de Giseli. “O Faísca representa para mim amor, independência e autonomia, porque depois que eu recebi ele, além do fato de estar me guiando e eu não depender mais de ninguém, ele é puro amor”, relata emocionada.

Agora as apresentações de Giseli, além de marcadas pelo talento, são também acompanhadas pelo fiel escudeiro, que espera pacientemente enquanto a tutora brilha.

Tornar sonhos possíveis e pessoas autônomas é o objetivo do Programa Cão-Guia do Instituto Adimax, maior centro de referência em treinamento de cães-guias da América Latina, responsável pela entrega de mais de 104 cães, mais da metade dos animais em atividade no país. “O cão-guia, não é apenas uma ferramenta de autonomia, é um passaporte social. A pessoa com deficiência que conduz o cão-guia, passa a sair mais, a ser vista. Ninguém interage com uma bengala, mas todos querem interagir com um cão”, explica Fabiano Pereira, coordenador técnico do Instituto Adimax.

A quantidade de cães em atividade ainda é um grão de areia se compararmos com o número de pessoas com deficiência visual severa no país, que ultrapassa 7 milhões segundo dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Eu gostaria muito que tivesse uma preocupação do governo em criar políticas para incentivar o treinamento de cães-guia e também a adequação dos espaços para pessoas com deficiência visual. Contamos com o apoio locais como o Instituto Adimax, mas ainda é muito pouco, não podemos ser invisíveis, precisamos e merecemos muito mais”, defende Giseli.

Sobre o Instituto Adimax

Localizada em Salto de Pirapora, interior de São Paulo, a sede conta com uma estrutura completa. São 15 mil metros quadrados, com maternidade, canil, clínica veterinária, centro cirúrgico, área de soltura, lazer e treinamento, prédio administrativo e hotel para receber futuras pessoas com deficiência visual que receberão os cães-guias, e uma equipe multidisciplinar, distribuída nas áreas de saúde e bem-estar, equipe técnica, administrativo, relações institucionais, assistência social, responsabilidade social e operacionais, totalizando 53 colaboradores.

O propósito do Instituto é apoiar a inclusão de pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade e o bem-estar animal.

Antes de chegarem ao seu destino, os cães são acolhidos por famílias voluntárias onde ficam pelo período de um ano. O papel dos socializadores é expor os animais às mais diversas situações do cotidiano, para promover seu desenvolvimento e acostumá-los à rotina. Além, é claro, de dar a eles tempo e amor. Depois desse período, os cães voltam para o instituto e ficam entre 4 e 6 meses em treinamento. Após formados, poderão ser doados para dar início a missão: transformar a vida de pessoas com deficiência visual.

Além do Programa Cão de Assistência, o Instituto conta com outros 10 programas sociais que tem como finalidade a inclusão social e cuidado de pessoas em vulnerabilidade.

A entrega do cão guia é feita de forma totalmente gratuita aos candidatos que preencham os requisitos do Programa. A inscrição é feita diretamente no site: www.institutoadimax.org.br na aba cão guia.

Fonte: JT Comunicação

Manifestação em Brasília cobra CPI e justiça por animais vítimas de maus-tratos, como o caso do cão Orelha e cãozinho Jhonny

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Créditos:Divulgação/ Marcos Billy Trojan

Ato no dia 1º de maio, em frente ao Congresso Nacional, reúne ativistas e nomes da causa animal para pedir investigação e políticas públicas efetivas de proteção animal.

Uma mobilização nacional em defesa dos direitos dos animais está marcada para o próximo dia 1º de maio, às 11h, em frente ao Congresso Nacional, na Brasília. O ato tem como principal pauta a cobrança por justiça em casos de maus-tratos e a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso do cão comunitário Orelha, que ganhou repercussão em todo o país.

Com o lema “De norte a sul, o Brasil quer a verdade. O Brasil quer justiça por Orelha”, a manifestação pretende pressionar autoridades, incluindo o presidente da Câmara, Hugo Motta, a dar andamento às investigações e fortalecer medidas concretas de proteção animal.

O ato dá continuidade a uma série de mobilizações que vêm ocorrendo no país, ampliando o debate para além de um caso isolado. Assim como outras manifestações, a mobilização em Brasília busca chamar atenção para a recorrência de crimes de crueldade e para a necessidade de punições mais rigorosas, além da criação de políticas públicas permanentes.

Entre as reivindicações centrais estão a destinação de orçamento específico para a causa animal, apoio a organizações independentes e a ampliação de programas de castração e atendimento veterinário. Ativistas destacam que, atualmente, muitas dessas iniciativas dependem de ações pontuais e não contam com continuidade garantida pelo poder público.

O protesto contará com a presença de nomes conhecidos da causa animal, como Kabelo Crespo, Estefânia Mota (tutora do cão Johnny), Fernando Silva, Diego Sanchez e Camilla Lagertha, que reforçam o caráter nacional da mobilização.

Os organizadores convocam a população a participar de forma pacífica, levando cartazes e mensagens em defesa dos animais. A expectativa é que o ato reúna ativistas, protetores independentes e cidadãos engajados, consolidando a pressão popular por justiça e mudanças estruturais na proteção animal no Brasil.

Leia a matéria completa no portal: https://radiowestside.com.br/news/view/275-manifestacao-em-brasilia-cobra-cpi-e-justica-por-animais-vitimas-de-maus-tratos

Fonte: Paulo Vitor Nascimento

Resgatou um animal na rua? Saiba como agir com segurança nos primeiros momentos

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Créditos: Divulgação

Médica Veterinária explica os cuidados essenciais para proteger a saúde de humanos e do próprio animal resgatado

Resgatar um animal em situação de rua é um gesto de empatia, mas exige cuidado e atenção logo nos primeiros momentos. Dados do Instituto Pet Brasil indicam que cerca de 4,8 milhões de cães e gatos vivem em situação de vulnerabilidade no Brasil, incluindo animais abandonados ou sem um tutor definido. Desse total, pouco mais de 201 mil estão sob os cuidados de ONGs que atuam no resgate e assistência básica, o que evidencia o grande desafio diante da capacidade limitada dessas instituições.

Diante desse cenário, é comum que muitas pessoas queiram ajudar ao encontrar um animal na rua. No entanto, o primeiro contato exige atenção e cuidados específicos para garantir a segurança de todos os envolvidos.

De acordo com Victória Bório, professora do curso de Medicina Veterinária do IBMR, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o principal ponto é entender que o animal pode representar riscos, mesmo que aparente ser dócil.

“É fundamental considerar que esse animal pode ter alguma doença, sendo ela zoonótica ou não, ou seja, podendo ser transmitida para humanos ou outros animais. Por isso, antes de qualquer aproximação, é importante observar o comportamento, se há lesões aparentes e o estado nutricional”, explica.

A especialista destaca que o comportamento do animal é um dos principais indicativos de como agir. Animais muito assustados ou agressivos podem reagir com ataques, o que representa risco direto para quem tenta ajudar.

“Caso o animal apresente comportamento irascível, o ideal é não tentar contato direto. Nesses casos, a recomendação é acionar órgãos públicos da região, já que pode se tratar de um risco à saúde pública. Se for um animal silvestre, o encaminhamento deve ser feito a órgãos específicos”, orienta.

Outro ponto essencial é evitar o contato imediato com animais domésticos. Mesmo após o resgate, o animal encontrado não deve ser colocado junto aos pets da casa sem avaliação prévia. “Evite colocar o animal resgatado em contato com outros animais antes dele passar por uma consulta veterinária. Além disso, não é recomendado tocar em lesões sem o uso de luvas, para evitar contaminações”, alerta.

Identificar sinais de urgência também pode fazer a diferença no prognóstico do animal. Dificuldade de locomoção, presença de feridas visíveis e estado nutricional debilitado são indicativos claros de que o atendimento veterinário deve ser imediato.

A avaliação profissional, segundo Victoria, é indispensável nesse processo, tanto para garantir a saúde do animal quanto para prevenir riscos. “A avaliação veterinária é extremamente importante para detectar possíveis doenças transmissíveis e avaliar a estabilidade do paciente. Os exames vão depender da condição clínica, mas, em geral, incluem hemograma, bioquímica e testes rápidos para doenças como parvovirose, cinomose e leishmaniose”.

Ela também ressalta que, dependendo dos sintomas, podem ser necessários exames complementares, como raio-x, ultrassonografia e até endoscopia. Diante de uma situação de resgate, a orientação é clara: ajudar é importante, mas com responsabilidade. Informação e cautela são os primeiros passos para garantir um desfecho seguro para todos.

Sobre o IBMR

O Centro Universitário IBMR é integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o IBMR é a segunda melhor instituição de ensino privada do estado do Rio de Janeiro, com campus localizados na Barra, Botafogo e Catete. São 52 anos de tradição em ensino superior, oferecendo mais de 60 opções de graduações nas modalidades presencial, semipresencial e EAD. O IBMR evidencia seu comprometimento com a educação, democratizando o acesso ao Ensino Superior por meio da disponibilização de uma ampla carteira de cursos digitais em diversos polos dentro e fora do Rio de Janeiro. A instituição também estimula a educação continuada, oferecendo cursos de pós-graduação lato sensu e extensão.

Sobre a Ânima Educação

Com o propósito de transformar o Brasil pela educação, a Ânima é o maior e o mais inovador ecossistema de ensino de qualidade para o país, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 381 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e em cerca de 400 polos educacionais por todo o Brasil. Integradas também ao Ecossistema Ânima estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI (Escola Brasileira de Direito), Le Cordon Bleu (SP), SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, e Learning Village, primeiro hub de inovação e educação da América Latina, além do Instituto Ânima.

Em 2023, a Forbes, uma das revistas de negócios e economia mais respeitadas no mundo, elencou a Ânima entre as 10 maiores companhias inovadoras do país e, em 2022, o ecossistema de ensino, também foi destaque do Prêmio Valor Inovação – parceria do jornal Valor Econômico e a Strategy&, consultoria estratégica da PwC – figurando no ranking de empresas mais inovadoras do Brasil no setor de educação. Desde 2013, a companhia está na Bolsa de Valores, no segmento de Novo Mercado, considerado o de mais elevado grau de governança corporativa.

Fonte: Textual Comunicação

Alerta de fofura em São Roque, Um domingo bom pra cachorro vem aí!

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Créditos: Divulgação

Prepare o coração e a coleira, pois um domingo inesquecível está chegando. No dia 17 de maio, das 09h às 12h, o Parque Vinícola Góes, em parceria com a Agroverde, PetShop de São Roque e região promove o encontro, Um domingo bom pra cachorro. O evento promete uma manhã leve, divertida e cheia de conexão, ideal para que os tutores criem memórias e aproveitem momentos únicos ao lado dos seus pets.

A programação conta com diversas atividades para animar a matilha, começando com uma Cãominhada de 15 minutos pelo parque. Além disso, o público participará de concursos que prometem roubar a cena, premiando categorias como o pet mais parecido com o dono, a melhor fantasia, o mais simpático, o mais fotogênico, o mais animado da caminhada e, para fechar com bom humor, o mais preguiçoso do grupo.

Como um incentivo extra, os 100 primeiros inscritos garantem uma camiseta exclusiva do evento, que deve ser retirada no local. A participação em todas as atividades, concursos e sorteios exige cadastro antecipado, sendo que os participantes receberão pulseiras numeradas no dia para identificação.

Além da diversão, o evento possui um caráter solidário: a organização solicita a doação de 1kg de alimento não perecível, que será destinado a ONGs da região. As vagas podem ser garantidas através do link:

https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=BHtWWRY6w0WjiEZVP0ux-WxuKacxNcRAnhC03DGWeTpUQ0RXU1lLSjk5VklNRlpBT1FNRENQOEVQRS4u

Fonte: Afonte Comunica

Estudante universitária com TEA encontrou no cão de assistência para o autismo uma ponte para a socialização

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No interior de São Paulo, estudante universitária com TEA encontrou no cão de assistência para o autismo uma ponte para a socialização
O programa Cão de Assistência do Instituto Adimax já beneficiou mais de 30 pessoas com Transtorno do Espectro Autista

Por onde anda, a labradora Zoe arranca suspiros de admiradores com seus olhos calmos e uma carinha que parece estar sempre sorrindo. Mas enquanto está com o equipamento de trabalho, os fãs precisam conter a vontade de fazer carinho. Afinal, ela tem uma missão: ser apoio emocional e auxiliar na regulação emocional de Ana Júlia, jovem moradora de Sorocaba (SP) que é autista nível 1 de suporte, e encontrou no cão de assistência a força para enfrentar a condição. “Zoe é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, minha companheira, minha protetora”, diz.

Essa história de “match perfeito” começou em 2024, quando Ana Júlia se inscreveu no programa Cão de Assistência do Instituto Adimax, que está localizado em Salto de Pirapora (SP). Na época a estudante sofria com timidez extrema, medo de ficar sozinha, insegurança nas interações sociais, dentre outros sintomas relacionados ao Transtorno do Espectro Autista. Ela não saía sozinha de casa e, para frequentar as aulas da faculdade de educação física, Ana Júlia contava com a disponibilidade da irmã gêmea para acompanhá-la. Mas ao receber a Zoe tudo mudou, relata: “Ela é meu porto seguro, desde que chegou tenho uma companhia. Eu sempre fui muito insegura, tive vários problemas sensoriais, crises e medo de ficar sozinha, mas hoje tudo é diferente, eu consigo ser mais independente, mais segura, me ajuda muito no dia a dia”.

Zoe é um dos mais de trinta cães de assistência para pessoas do espectro autista treinados e doados pelo Instituto Adimax. O programa atende pessoas com TEA que realmente necessitem desse suporte. Pois o papel do cão ultrapassa da presença companhia, afinal não é um pet. Sem exceção devem usar identificação e não interagir por meio de brincadeiras com outras pessoas quando estiverem em serviço. Além disso, todos cães do programa passam por um intenso treinamento iniciado ainda na maternidade de filhotes.

O programa Cão de Assistência envolve uma equipe multidisciplinar, que segue parâmetros internacionais pré-determinados para a funcionalidade do cão. “No TEA, por exemplo, as pessoas com essa condição podem vivenciar sobrecarga sensorial, comportamentos repetitivos, rigidez, isolamento ou colapsos devido a dificuldades de comunicação ou mudanças na rotina. O cão de serviço é treinado para interromper esses comportamentos rígidos ou ritualísticos. É um melhor amigo sim, mas não apenas isso,” pontua o psicólogo do Instituto Adimax, Fábio Martins

E como suporte emocional, a presença segura do cão de assistência ainda ajuda na regulação das emoções, além de atuar como ponte social: “O cão incentiva a comunicação verbal e a responsabilidade, além de oferecer o suporte necessário para o enfrentamento de mudanças”, ressalta Fabio.

Esse fato é confirmado por Ana Júlia: “ As pessoas vêm perguntar dela e eu acabo socializando, já consigo ficar em ambientes com mais gente”, conta.

São vitórias que não têm gosto de batalha ganha, mas indicam onde essa dupla pode chegar. “Meu sonho é ter minha independência, meu próprio dinheiro e ser feliz com a Zoe”, planeja Ana Júlia.

Sobre o Instituto Adimax

Localizada em Salto de Pirapora, interior de São Paulo, a sede conta com uma estrutura completa. São 15 mil metros quadrados, com maternidade, canil, clínica veterinária, centro cirúrgico, área de soltura, lazer e treinamento, prédio administrativo e hotel para receber futuras pessoas com deficiência visual que receberão os cães-guias, e uma equipe multidisciplinar, distribuída nas áreas de saúde e bem-estar, equipe técnica, administrativo, relações institucionais, assistência social, responsabilidade social e operacionais, totalizando 53 colaboradores.

O propósito do Instituto é apoiar a inclusão de pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade e o bem-estar animal.

Antes de chegarem ao seu destino, os cães são acolhidos por famílias voluntárias onde ficam pelo período de um ano. O papel dos socializadores é expor os animais às mais diversas situações do cotidiano, para promover seu desenvolvimento e acostumá-los à rotina. Além, é claro, de dar a eles tempo e amor. Depois desse período, os cães voltam para o instituto e ficam entre 4 e 6 meses em treinamento. Após formados, poderão ser doados para dar início a missão: transformar a vida de pessoas com deficiência visual.

Além do Programa Cão de Assistência, o Instituto conta com outros 10programas sociais que tem como finalidade a inclusão social e cuidado de pessoas em vulnerabilidade.

A entrega do cão guia é feita de forma totalmente gratuita aos candidatos que preencham os requisitos do Programa. A inscrição é feita diretamente no site: www.institutoadimax.org.br na aba cão guia.

Fonte: JT Comunicação

PremieRpet conclui aquisição da Progato de olho na expansão do mercado felino

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Créditos: Divulgação

Empresa agora gere integralmente a marca de granulados higiênicos para consolidar portfólio diante da projeção de crescimento da população de gatos no Brasil

A PremieRpet, líder em alimentos super premium e premium especial de alta qualidade para cães e gatos, anuncia que completou a aquisição de 100% da Progato, marca especialista em granulados higiênicos para felinos. O movimento conclui o processo de integração iniciado em 2024.

Com a conclusão do negócio, a operação passa a ser gerida integralmente pela PremieRpet. A transição marca o início de uma nova fase, focada em sinergia total entre as marcas e aceleração da inovação.

“O mercado pet está em constante evolução, e o crescimento da população felina é o indicador mais claro de para onde ele aponta. A aquisição de 100% da Progato conclui um ciclo de integração planejado e abre um novo capítulo de inovação na PremieRpet”, afirma Fabio Maluf, CEO da PremieRpet. “Estamos nos posicionando não apenas para participar desse movimento, mas para liderá-lo, oferecendo a mais completa e especializada linha de produtos.”

A decisão estratégica está diretamente alinhada a uma profunda transformação no perfil dos lares brasileiros. Dados da ABEMPET e do Instituto Pet Brasil, apontam que o número de gatos aumentou 96% em comparação ao de cães entre 2022 e 2023. Este movimento, conhecido como “gatificação”, continua em plena expansão: de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de gatos no país deve crescer 19% até 2030. A aquisição posiciona a PremieRpet de forma privilegiada para liderar essa expansão.

A integração total permitirá à marca aprofundar seu portfólio de produtos, combinando a ciência da nutrição de alta performance com o bem-estar e a higiene, áreas em que a Progato é especialista. A expectativa é que a união das equipes de pesquisa e desenvolvimento impulsione a criação de novas soluções que atendam às necessidades específicas dos felinos e de seus tutores, fortalecendo a proposta de valor da empresa no mercado.

A inovação, que faz parte do DNA da PremieRpet, tem se mostrado especialmente forte em produtos para os felinos. Nos últimos anos, a companhia tem fortalecido seu portfólio para gatos com alimentos secos e úmidos, com destaque para sua consolidada linha PremieR Gatos Ambientes Internos. A Progato acrescenta granulados higiênicos de alta qualidade à gama de produtos, integrando um portfólio robusto, que ultrapassa 350 SKUs e inclui as renomadas marcas PremieR, GoldeN, Nattu e VittA Natural.

Sobre a PremieRpet®

Desde 1995 a PremieRpet® existe para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível. Uma empresa orgulhosamente brasileira, especialista em alimentos naturais de alta qualidade para cães e gatos, é detentora das marcas PremieR, GoldeN e Vitta Natural. Com uma trajetória pautada pela inovação constante e direcionada pelo consumo consciente em todos os níveis de atividade, a PremieRpet® prioriza a alta qualidade dos insumos e o bem-estar animal. É destaque no segmento super premium por oferecer a melhor nutrição para cães e gatos em todas as fases da vida. O portfólio da marca inclui alimentos secos, úmidos e cookies, com mais de 300 itens comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias. Mais informações no site www.premierpet.com.br e pelo PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).

Fonte: Current Global

Governo do Estado de SP vai castrar quase 5 mil cães e gatos em mutirões gratuitos em maio

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Créditos: Pinterest

Programa Pro Pet SP atenderá em Campinas, Itapeva, Marília, Presidente Prudente, São José dos Campos
e Sorocaba

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), promove em maio uma nova etapa dos mutirões de castração do programa Pro Pet SP, com a previsão de atender mais de 4,9 mil cães e gatos em seis regiões administrativas do interior paulista. A iniciativa, que já realizou mais de 19,1 mil procedimentos em 114 municípios desde sua criação em dezembro de 2025, integra um conjunto de políticas estaduais de bem-estar animal que inclui ainda a implantação de clínicas veterinárias públicas e pet contêineres em todo o território paulista.

As ações vão percorrer seis regiões do estado, com destaque para a Região Administrativa de Presidente Prudente, que concentra o maior volume de atendimentos, com previsão de mais de 1,6 mil castrações. Na sequência, aparecem as regiões de Sorocaba (1,5 mil animais) e Itapeva (700). Também recebem os mutirões as regiões de São José dos Campos (600), Campinas (400) e Marília (80).

A iniciativa reforça o apoio do Estado às políticas municipais de proteção e bem-estar animal, contribuindo para o controle populacional ético de cães e gatos e a prevenção de doenças.

Criado em dezembro de 2025 pela Semil, o Pro Pet SP já ultrapassou a marca de 19,1 mil castrações realizadas em 114 municípios, ampliando o acesso gratuito ao serviço em diversas regiões. A estratégia do programa é levar estrutura itinerante, com equipes especializadas e equipamentos adequados, permitindo que cidades com diferentes capacidades de atendimento realizem ações de grande escala.

“O Pro Pet SP tem avançado como uma ferramenta importante de apoio aos municípios, levando estrutura e atendimento qualificado para ampliar o acesso à castração gratuita e fortalecer as ações de bem-estar animal em todo o estado”, afirmou o subsecretário de Meio Ambiente da Semil, Jônatas Trindade.

As unidades móveis do programa são adaptadas para funcionar como centros cirúrgicos, seguindo protocolos técnicos e sanitários que garantem segurança e qualidade nos procedimentos.

Programa Meu Pet

Os mutirões do Pro Pet SP se somam a outras iniciativas do Governo do Estado voltadas à causa animal. Entre elas está o programa Meu Pet, que estrutura uma rede permanente de atendimento veterinário nos municípios.

Desde 2023, o Estado destinou R$ 43,6 milhões para a implantação de clínicas veterinárias públicas. Já estão em funcionamento unidades em Araçatuba, Votuporanga, Santa Bárbara d’Oeste e Sorocaba. Em São José do Rio Preto, a clínica foi entregue em janeiro e aguarda início das atividades pela prefeitura, enquanto a unidade de Ribeirão Preto também já está concluída e depende de definição municipal para abertura.

As clínicas oferecem atendimento completo, incluindo consultas, exames, cirurgias e procedimentos de urgência, com capacidade média de cerca de 40 atendimentos diários, variando conforme a complexidade dos casos.

Para ampliar a cobertura, especialmente em cidades menores, o programa conta ainda com os pet contêineres, estruturas compactas e equipadas para serviços básicos, como consultas, vacinação e procedimentos ambulatoriais. Esses espaços priorizam o cuidado preventivo e facilitam o acesso rápido da população aos serviços veterinários.

A expansão segue em ritmo contínuo. Em abril de 2026, o Estado alcançou a marca de 90 unidades entregues, distribuídas por diferentes regiões. A meta é chegar a 115 estruturas, com investimento total estimado em R$ 33,4 milhões. Até o momento, cerca de R$ 27 milhões já foram aplicados, com previsão de novos aportes ao longo deste ano.

Fonte: Approach

Baixa ingestão de água aumenta sobrecarga renal em pets, indicam estudos

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Créditos: Divulgação

Com maior teor de umidade, a alimentação natural amplia a ingestão hídrica e ganha espaço na prevenção e no manejo das doenças renais

Maio Amarelo – Diretrizes da International Renal Interest Society (IRIS), referência mundial em nefrologia veterinária, incluem a manutenção da hidratação entre as medidas recomendadas no manejo da doença renal crônica em cães e gatos. Isso porque os rins dependem diretamente de um fluxo adequado de água para filtrar substâncias do organismo e manter o equilíbrio fisiológico. Quando a ingestão hídrica é insuficiente, a urina fica mais concentrada e a sobrecarga renal aumenta.

Além da oferta constante de água fresca, a alimentação exerce papel importante na ingestão hídrica diária, explica Iana Furtado, médica veterinária parceira de A Quinta Pet, foodtech de alimentação natural para cães. Segundo ela, dietas úmidas — especialmente alimentos naturais com maior teor de umidade — favorecem maior ingestão hídrica por meio da própria refeição.

“Esse aporte amplia o consumo total de líquidos ao longo do dia, ajudando a manter a urina mais diluída e reduzindo a sobrecarga sobre os rins. Quando o pet consome apenas alimentos secos, ele precisa compensar essa falta de umidade bebendo mais água. Alimentos com maior teor hídrico ajudam a complementar essa necessidade de forma natural”, destaca Iana.

O que oferecer

A veterinária destaca o papel das proteínas, frutas e legumes como complemento hidratante. “Proteínas oferecidas geladas ou levemente congeladas, tornam-se uma alternativa relevante para a hidratação. Algumas combinações também podem fazer parte da rotina, como preparações com abobrinha, chuchu e proteínas leves. Esses ingredientes têm boa quantidade de água e são de digestão fácil, o que contribui para o equilíbrio do organismo”, orienta.

Já sobre as frutas, muitas hidratam naturalmente. É o caso da melancia, do melão, do morango, da pera e da maça, por exemplo, que possuem alto teor de água e ajudam a manter os cães hidratados. No entanto, Iana faz um alerta: retirar todas as sementes e caroços e evitar as frutas potencialmente tóxicas, como uva, carambola, açaí e abacate (casca e caroço).

Contudo, esclarece que qualquer mudança na alimentação deve ser orientada por um médico veterinário. E, caso a introdução seja feita junto à ração comercial, o recomendado é que ocorra de forma gradual, começando com cerca de 10% a 20% da refeição e aumentando essa proporção ao longo de 7 a 14 dias.

A seguir, algumas opções atrativas para estimular a ingestão hídrica:

Cubos de fruta gelados: pique melancia ou melão em cubos e ofereça refrigerados como um petisco refrescante.
Forminhas de gelo nutritivas: bata a fruta ou a proteína com um pouco de água ou iogurte natural 2 ingredientes e congele em forminhas. Pode ser oferecido como um “geladinho” natural.
Picolés caseiros para pets: use caldo de carne sem sal e sem temperos ou iogurte natural sem açúcar como base e congele em porções pequenas.

Sobre A Quinta Pet: foodtech brasileira de alimentação natural para cães. Em 2021, introduziu no mercado um novo sistema de envase em sachês, permitindo a distribuição de alimentos prontos e sem necessidade de refrigeração — solução que representou avanço logístico e de segurança alimentar frente aos modelos congelado e enlatado. O modelo contribuiu para ampliar o acesso à alimentação natural, até então restrita a nichos específicos. Em 2025, a empresa iniciou sua expansão internacional, começando por Portugal. Atualmente, atende mais de 1,2 mil responsáveis por pets em seu plano de assinatura e está presente em aproximadamente 600 pontos de venda.

Fonte: Upper PR

Obesidade canina exige mudança na rotina e acompanhamento preventivo

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Créditos: Banco de Imagem

Sobrepeso em cães vai além da estética e pode comprometer qualidade de vida, além da saúde dos pets

Um levantamento realizado em 2025 pelo Dog Aging Project, em parceria com a Texas A&M University e a University of Washington, acende um alerta para a saúde dos pets: 18% dos cães avaliados foram considerados acima do peso por seus próprios tutores, evidenciando uma realidade cada vez mais presente nos lares.

Mais do que uma questão estética, o excesso de peso está diretamente ligado ao desenvolvimento de diversas doenças, como diabetes, problemas cardíacos, alterações articulares, doenças renais e distúrbios hormonais. Além disso, a obesidade pode agravar quadros já existentes, dificultando o tratamento e aumentando a predisposição a inflamações e problemas dermatológicos, impactando diretamente a qualidade de vida dos animais.

A médica-veterinária Vanessa Barreto, da Dog Life, reforça que o problema está profundamente ligado ao estilo de vida moderno. “A obesidade em cães está associada principalmente ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à maior permanência em ambientes internos com pouco gasto de energia. Muitos animais acabam recebendo uma ingestão calórica acima do necessário, o que favorece o ganho de peso ao longo do tempo”, explica.

Além da avaliação clínica, a realização de exames laboratoriais é fundamental tanto para a prevenção e identificação precoce de alterações quanto para um acompanhamento mais assertivo do tratamento do sobrepeso. Entre os principais exames de rotina estão o hemograma completo, a glicemia e o perfil bioquímico, que auxiliam na avaliação geral do organismo e das funções metabólicas. Em casos de sobrepeso, também é recomendada a realização de exames hormonais para investigar possíveis distúrbios endócrinos, como alterações na tireoide. Em situações específicas, podem ser indicados exames de imagem, como a ultrassonografia, para uma análise mais detalhada do estado de saúde do animal.

Para combater o sobrepeso, é importante adotar uma abordagem multidisciplinar. A profissional destaca algumas orientações para os tutores:

Ajuste alimentar personalizado: dieta balanceada e orientada por um veterinário, garantindo o aporte calórico adequado.
Controle rigoroso de petiscos: evitar excessos fora das refeições principais, já que são uma das principais causas do ganho de peso.
Prática regular de atividade física: passeios e brincadeiras ajudam a aumentar o gasto energético e melhorar a saúde cardiovascular.
Monitoramento clínico contínuo: realização de exames como hemograma, perfil bioquímico e avaliação hormonal para acompanhar a evolução e ajustar o tratamento.
Atenção redobrada com pets idosos: animais mais velhos exigem cuidados extras devido à maior sobrecarga em órgãos e articulações.
Enriquecimento ambiental: estímulos com brinquedos e atividades que incentivem o movimento e reduzam o sedentarismo.
Essas medidas são fundamentais para promover uma perda de peso saudável e melhorar a qualidade de vida do animal.

Segundo Vanessa, a prevenção continua sendo o caminho mais eficaz. “O acompanhamento veterinário regular é essencial para identificar o ganho de peso ainda no início. Pequenas mudanças no dia a dia fazem grande diferença na saúde a longo prazo”, destaca.

Para apoiar nesse cuidado, contar com um plano de saúde pet pode facilitar o acesso a consultas, exames de rotina e especialistas, garantindo que o tutor tenha suporte contínuo no controle do peso do animal. O acompanhamento estruturado permite maior previsibilidade e segurança, transformando o cuidado preventivo na base para uma vida longa e saudável.

Sobre a Dog Life

A Dog Life, marca que integra a Life Pet Hub, é pioneira em planos de saúde para cães no Brasil e tem como propósito facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o país. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e bem-estar animal, a marca oferece diferentes opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais para a saúde dos cães. Com uma experiência simples, prática e sem burocracia, a Dog Life conecta os pets a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados, ajudando os tutores a terem mais previsibilidade, segurança e tranquilidade no cuidado diário com seus animais.

Fonte: Máquina

Feriados de Outono e viagens com pets: MSD Saúde Animal alerta para o risco de carrapatos e pulgas fora de casa

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Créditos: Divulgação

O aumento das viagens curtas em feriados prolongados expõe cães e gatos a novos ambientes; proteção de longa duração é a melhor estratégia para evitar “caronas” indesejadas na volta para casa

O outono brasileiro é a temporada oficial das viagens curtas. Com a sucessão de feriados prolongados entre março e junho, o turismo de proximidade — destinos acessíveis de carro, como casas de campo, hotéis fazenda e litorais — ganha força. Para quem não abre mão da companhia dos pets, esse deslocamento exige um cuidado extra: a mudança de ambiente aumenta significativamente a exposição deles a ectoparasitas.

É comum associar a maior incidência de parasitas aos meses de calor intenso. No entanto, essa relação não é exclusiva. Mesmo no outono, quando as temperaturas se tornam mais amenas, a exposição dos pets a ectoparasitas continua sendo uma preocupação, especialmente em ambientes naturais, diferentes daqueles aos quais os animais estão acostumados no dia a dia urbano.

“Muitos responsáveis acreditam que, por ser um período de temperaturas mais baixas, a prevenção pode ser relaxada. No entanto, é justamente nas viagens de lazer que o pet entra em contato com ambientes desconhecidos e de alta rotatividade de animais, como parques e pousadas, onde a carga parasitária costuma ser alta”, explica Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal.

O perigo da reinfestação na volta para casa

Durante as viagens, o contato do pet com pulgas e carrapatos já representa um risco importante. Além do incômodo, esses parasitas são vetores de doenças graves, como a erliquiose e a babesiose – conhecidas popularmente como doenças do carrapato – que podem comprometer severamente a saúde do animal.

No entanto, a atenção não termina no fim do passeio. Existe ainda um outro risco relevante: o que o animal pode trazer consigo na volta para casa. Um único carrapato ou pulga que “viaja” no pet pode dar início a uma infestação dentro de casa ou do apartamento. “O carrapato é um parasita extremamente resiliente. Ele pode se esconder em frestas de caixas de transporte ou no porta-malas do carro, sobrevivendo por semanas até encontrar o ambiente ideal para se reproduzir”, alerta a especialista.

Checklist para uma viagem segura com o pet

Para garantir que o descanso do feriado não se transforme em dor de cabeça, a especialista preparou cinco recomendações essenciais para os viajantes:

Atualize a proteção antes de pegar a estrada: Independentemente da época do ano ou do destino, o pet deve estar sempre protegido contra pulgas e carrapatos, já que esses parasitas são transmissores de doenças graves. Antes de viajar, é fundamental que o responsável confira se o ectoparasiticida do pet está em dia!

Inspeção minuciosa pós-passeio: Após caminhadas em áreas de mata, grama alta ou parques, é fundamental fazer uma varredura detalhada no corpo do animal. Dê atenção especial às regiões onde a pele é mais fina e o fluxo sanguíneo é maior, locais preferidos pelos carrapatos, como entre os dedos, atrás das orelhas, nas axilas e na região da virilha. Encontrar um parasita ainda caminhando na pelagem permite removê-lo antes que ele se fixe na pele, reforçando a importância desse cuidado após cada passeio.

Higienização estratégica do transporte e do veículo: esses parasitas podem se alojar em frestas de caixas de transporte, mantas ou no estofamento do carro. Ao retornar da viagem, é indispensável limpar bem os acessórios usados pelo pet e aspirar o veículo detalhadamente. Lembre-se: sem essa higienização, esses locais podem se transformar em focos de reinfestação.

Proteção coletiva em ambientes compartilhados: Viagens para hotéis pet-friendly ou encontros em casas de familiares envolvem o convívio próximo com outros animais. O compartilhamento de áreas comuns é a principal via de transmissão de pulgas e carrapatos. Certifique-se de que todos os pets do grupo estejam com a prevenção em dia. Caso contrário, um animal desprotegido pode atuar como um “reservatório”, mantendo o ciclo da infestação ativo e expondo todos os outros ao risco.

Para as famílias que buscam praticidade e segurança nas viagens, a MSD Saúde Animal oferece a linha Bravecto®, referência em proteção de longa duração. Com opções que variam de duração de ação de 12 semanas até o revolucionário BRAVECTO® 365 — solução injetável de uso exclusivo veterinário que protege os cães contra pulgas e carrapatos por um ano inteiro —, a marca elimina a preocupação com o calendário de reaplicações mensais. “Soluções de longa duração são a melhor escolha para quem viaja, pois mantêm o animal protegido durante todo o trajeto e na estadia, minimizando o risco de parasitas serem levados para dentro de casa no retorno”, conclui Kathia.
Sobre a MSD Saúde Animal  

A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., Rahway, N.J., EUA, é uma unidade de negócios global de saúde animal comprometida com a Ciência para Animais mais Saudáveis. Por mais de 130 anos, temos sido pioneiros em ciência inovadora. Somos movidos pela inovação contínua para desenvolver medicamentos, vacinas e tecnologias revolucionárias. Com a experiência direta na fazenda e na clínica, atuamos lado a lado com nossos clientes em cada etapa do caminho. O foco é capacitar aqueles que cuidam dos animais, ajudando-os a gerenciar sua responsabilidade vital com confiança. Porque ninguém entende a saúde animal como nós.”  Para obter mais informações, visite nosso site  e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

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