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Julho Dourado conscientiza sobre imunização, cuidados e saúde animal

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Créditos: Divulgação

O mês de Julho é o mês da conscientização pela vacinação do seu pet. Alertar sobre a saúde  e principalmente a importância da prevenção e cuidados com animais de rua, animais domésticos e de zoonoses é o intuito desta campanha.

O bem-estar animal hoje é uma grande preocupação dos tutores, protetores e órgãos públicos pois os animais são dependentes e não tem voz para se defender ou mesmo pedir uma ajuda.

Eles precisam viver dignamente e é nosso dever cuidar e proteger de maus-tratos e abandono.

Uma das zoonoses que é mais conhecida é a raiva, transmitida por mordida e orientar a população é o primordial, pois as zoonoses muitas vezes são ignoradas ou não são entendidas por falta de explicação fazendo com que o animal seja o único causador das doenças, mas na realidade ele também é uma vítima.

Houve época em que os animais eram mortos por causa da Leishmaniose, macacos foram mortos por causa da “varíola dos macacos” e precisou mudar o nome para “mpox” pois a ignorância era visível sobre as informações da doença, e agora é a febre maculosa, uma doença transmitida pelo carrapato e que aliás sempre existiu e muitos acham que o carrapato do animal doméstico pode colocar sua família em risco.

Como podemos ver a informação e a imunização como forma de prevenção contra doenças graves que podem ser fatais, tais como parvovirose, cinomose, entre outras .

Sobre os maus-tratos fica a orientação sobre a denúncia. Qualquer atitude suspeita ou criminosa em que  o indivíduo coloque em risco a vida daquele animal, devemos denunciar.

Trancar, manter o animal sem água e comida, em local insalubre, sem cuidados médicos, falta de higiene ou casos de agressão são alguns exemplos de maus tratos e que devem ser denunciados.

As denúncias podem ser feitas ao Ibama (0800 61 80 80), Disque Ambiente (0800 11 35 60), Disque Denúncia (181) ou Polícia Militar (190).

 

Seguros para pets, vale a pena?

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Créditos: Freepik

Até 2025 a venda de seguros para pets tem a possibilidade de movimentar até 8 bilhões de dólares (dados do relatório global da consultoria de inteligência de mercado Mordor Intelligence).

Brasil tem a segunda população canina maior do mundo e com isso favorece o crescimento de novos negócios no mercado pet.
Tutores querem sempre o melhor para seus pets, planos de saúde, banho e tosa, acessórios e alimentação saudável.

Seguradoras oferecem hoje seguros com coberturas para acidentes e doenças, este cenário foi favorecido por causa do isolamento social devido a pandemia e os novos tutores.

Muitas seguradoras além do seguro para humanos, estão agregando o seguro pet, e oferecem consultas e exames, cirurgias e até assistência funeral, e muitas vezes não precisamos de um corretor pois a contratação é online.

Para as corretoras é sinonimo de novos clientes, e uma oportunidade de diferenciar as ações e produtos.

O maior volume de contratações se concentra em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro.

O mercado pet com isso se aquece e gera um consumo de benefícos para os animais de estimação pois como todos sabem os pets fazem parte da família, a família multiespécie foge do padrão clássico, éconstituída por seres humanos e seus pets e o laço humano e pet está cada vez mais fortalecido.

Créditos: Freepik

Estudo indica que 14% dos cães e gatos possuem diabetes

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Créditos: Marcelo Krasilcic

Realizada pela Petlove com 220 pets, pesquisa faz parte do Programa de Cuidados ao Paciente Crônico, projeto piloto da companhia em prol da saúde dos animais

Assim como os humanos, cães e gatos também podem sofrer com doenças crônicas que precisam de um acompanhamento veterinário mais próximo, tanto para a remissão dos sintomas decorrentes quanto para o controle dos problemas. Dentre as enfermidades que mais acometem os pets, um estudo feito com 220 animais pelo Grupo Petlove – maior ecossistema pet do Brasil – indica que 14% sofrem com diabetes, um mal que exige tratamento adequado e mudanças na rotina alimentar e comportamental tanto para o controle das taxas de glicose bem como a possível remissão da doença nos felinos. Mas, segundo especialistas, muitos tutores ficam tão apreensivos com o diagnóstico de um problema crônico que, às vezes, esquecem das informações recebidas em consulta ou as dúvidas surgem depois.

Para orientar os tutores nestes cuidados com o animal após a descoberta da patologia, a Petlove desenvolveu o Programa de Cuidados ao Paciente Crônico, projeto-piloto inédito na medicina veterinária no Brasil que tem como objetivo auxiliar o dono do cão ou gato a oferecer uma melhor qualidade de vida ao pet e ter uma maior autonomia no gerenciamento de crises da doença crônica, sabendo identificar as complicações graves e conseguindo agir o mais breve possível. Também é abordado o que pode ser esperado da evolução da patologia, deixando o tutor preparado para todas as fases que virão pela frente. Seguindo a legislação atual e atuando via teleorientação conduzida por médicos-veterinários, o serviço tem como inspiração programas semelhantes na medicina humana e na veterinária em outros países e já está disponível para pets cobertos pelos Planos de Saúde da empresa.

No caso dos cães e gatos que sofrem com a diabetes, o Programa da Petlove atua para levar conhecimento sobre o problema ao tutor, desde o manejo correto da insulina até os sinais de alerta de descompensação. “Ao conhecer detalhes sobre a doença e contar com o apoio da nossa equipe, o tutor consegue implementar medidas simples de controle da diabetes que podem influenciar na estabilidade do pet, como rotina alimentar, prática de exercícios físicos, periodicidade de exames e visitas ao endocrinologista. Saber em detalhes sobre os desafios da enfermidade é estar pronto para eles e acreditamos muito que, especialmente na diabetes, não são só os medicamentos que salvam, mas sim todos os demais cuidados envolvidos no cotidiano do cão e gatos”, explica a médica-veterinária Joana Portin, responsável pelo projeto na Petlove.

A especialista comenta ainda que as duas complicações mais graves da diabetes, a cetoacidose metabólica e a hipoglicemia, trazem um grande risco de vida para o animal, mas, se identificadas precocemente, podem ser revertidas. Essa orientação direcionada também informa sobre doenças concomitantes que podem surgir tanto pela diabetes – como a cegueira (catarata diabética), cistites recorrentes, infecções recorrentes devido à baixa imunidade, alterações metabólicas como doenças hepáticas e pancreáticas – quanto pela idade avançada do pet. Assim, a equipe veterinária do Programa atua para trazer essa visão mais ampla do problema para que o tutor tenha condições de agir da melhor maneira ao primeiro sinal de alerta.

No caso específicos dos gatos diabéticos, quando a doença é diagnosticada precocemente e após o tratamento, manejo alimentar e controle da glicemia adequados, eles podem ter a remissão da diabetes, isto é, pode-se promover o controle até que o pet fique curado, dependendo da gravidade e do estágio do caso. Este é um exemplo da importância deste tipo de projeto, visto que, quanto melhor o tutor estiver informado sobre o problema, maiores são as chances do gato ou do cão apresentarem uma melhor qualidade de vida.

A rotina de acompanhamento do Programa da Petlove é estabelecida já na primeira ligação,de acordo com o quadro atual do pet e sua categoria de risco. Na maioria das vezes, os acompanhamentos são mensais e/ou bimestrais, porém, se o pet apresentar sinais que indiquem alguma condição agravante, a rotina é ajustada e os contatos podem ser feitos semanalmente.

“Entendemos que, além de todo o protocolo terapêutico estabelecido pelo veterinário do pet, é importante que o tutor tenha o suporte para os desafios da doença e é aí que entramos com ações que objetivam esclarecer todas as dúvidas. Orientamos sobre a importância de um acompanhamento periódico com especialista, sobre realização de exames, a identificação de sintomas que possam indicar alguma descompensação da doença e necessidades de ajustes no manejo diário com o animal“, conclui Joana.

Como identificar e tratar a diabetes

Para auxiliar na identificação dos primeiros sinais de que o pet pode ter diabetes, a veterinária da Petlove chama a atenção para algumas mudanças no comportamento:

– aumento na produção de urina;
– maior consumo de água, aparentando ter mais sede;
– emagrecimento;
– respiração ofegante;
– vômitos;
– falta de apetite (o que evidencia a doença mais avançada);
– especificamente nos gatos, o “andar plantígrado”, que é quando os felinos caminham encostando o calcanhar no chão, um sintoma que aparece em estágios mais avançados.

Caso o tutor note tais mudanças, a orientação é procurar o médico-veterinário o mais breve possível para o diagnóstico correto da doença.

Após a identificação da diabetes, o tratamento indicado é a aplicação de insulina – que, por padrão, deve ser feita a cada 12 horas – e uma readequação na rotina alimentar do cão e do gato. O recomendado é passar a adotar rações específicas para pets diabéticos sempre que possível, já que elas contêm fibras que ajudam na manutenção da glicose no sangue e melhoram a ação da insulina. Essa alimentação terapêutica é essencial para que esse objetivo seja alcançado e ainda contém carboidratos de baixo índice glicêmico, que ajudam muito na estabilidade da glicose.

Além disso, é importante evitar oferecer ao pet com diabetes petiscos industrializados a base de farinha, frutas e legumes com muito açúcar (como a cenoura e a beterraba), alimentos gordurosos, carboidratos de alto índice glicêmico como arroz branco, batata inglesa e formulações a base de farinha branca.

Também é fundamental incluir no cotidiano dos cães e gatos exercícios físicos de modo regular, principalmente quando se estabelece uma rotina fixa (alimentação + exercício físico de baixa intensidade sempre no mesmo horário, por exemplo). Essa prática ajuda a manter os níveis de glicose estáveis.

Sobre o Grupo Petlove

Fundada em 1999, a Petlove iniciou suas atividades como um e-commerce, pioneiro no setor no país, e hoje se consolida como o primeiro ecossistema pet no Brasil. Atualmente, a companhia engloba outras frentes de negócios, como saúde, hospedagem e serviços, sempre focada em oferecer soluções completas para tutores e pets, seja no mundo virtual ou presencial. Com as marcas DogHero, Porto.Pet e Nofaro – que estão sendo integradas à Petlove, em uma marca única – a companhia conecta a jornada do cliente, que pode resolver todas as questões relativas ao pet em um só lugar. A empresa também tem forte atuação no segmento B2B e busca a valorização dos profissionais do setor, com soluções voltadas a médicos veterinários e petshops, empreendedores e pet sitters, fortalecendo todo o ecossistema pet por meio das plataformas de conteúdos técnicos e auxílio ao médico veterinário e de gestão de negócios com as marcas Vet Smart e Vetus, respectivamente.

Fonte: Loures

Descubra o prazer de viajar com seu pet: pacotes exclusivos da Pet Travel para uma experiência inesquecível

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Quem ama viajar a passeio, investe nessa experiência para curtir ao máximo o que cada lugar tem para oferecer. Mas fazer turismo deixando seu pet de fora com a sensação de abandono, é excluir seu animalzinho de estimação dos acontecimentos mais divertidos. Viajar sem seu pet jamais terá a mesma emoção e alegria, do que com a companhia dele – que vamos dizer a verdade, merece a presença desse filho que está sempre ao lado, incondicionalmente, como membro da família.

Descubra como aproveitar destinos incríveis enquanto vivencia momentos maravilhosos junto ao seu melhor amigo viajando com a Pet Travel, a agência de viagens que entende a importância de incluir seu animalzinho de estimação nos momentos de lazer mais importantes.

Imagine realizar a viagem dos seus sonhos com todo o conforto e bem-estar para você e seu fiel companheiro – seja um cão, gato ou até mesmo um coelho. Com os pacotes terrestres e aéreos oferecidos pela Pet Travel, você pode programar seu passeio no Brasil e no mundo com total flexibilidade, definindo a data da viagem com até noventa dias de antecedência.

Chegou a hora de explorar o mundo ao lado do seu pet! Karina Barrichello, gerente Pet Travel, informa que os pacotes da agência são cuidadosamente elaborados para garantir uma experiência excepcional. “Cada opção inclui diárias em hotéis pet friendly, transfer e passeios, tudo planejado de acordo com as necessidades e características do seu amiguinho. A equipe da Pet Travel está pronta para oferecer uma assessoria única, buscando as melhores opções de hospedagem que combinem o conforto do tutor e segurança do animal”, disse.

Prepare-se para viver uma jornada única nas viagens a passeio! Agora, a viagem dos seus sonhos ganhou um novo sentido ao compartilhá-la com seu filho pet ao lado. Conheça e escolha o pacote perfeito para proporcionar uma experiência inesquecível para ambos.
Siga-nos no Instagram @pettraveloficial e entre em contato através de direct ou pelo Whats App (11) 94076-8907.

Fonte: AK Assessoria de Imprensa

Capivara não causa febre maculosa

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Bióloga esclarece que animal é apenas hospedeiro, não transmite a doença

O aumento no número de casos de febre maculosa, especialmente no Sudeste do país, nas últimas semanas, contabilizando quatro mortes em Campinas, no interior de São Paulo, fez surgir muitas informações equivocadas sobre a doença. Segundo a professora de Biologia do Colégio Positivo, em Curitiba (PR), Rosangela de Oliveira Iwasse, a doença é transmitida pelo carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia ricettsii. Segundo o Ministério da Saúde, a espécie transmissora da doença, Amblyomma cajannense, pode ser encontrada em animais de grande porte, como bois, cavalos, cães, aves domésticas, gambás, coelhos e, especialmente, na capivara. No entanto, é importante destacar que uma pessoa doente não transmite a febre maculosa para outra. É o carrapato que desempenha o papel de transmissor, enquanto a capivara é apenas o seu hospedeiro. Embora sejam animais silvestres nativos, muitas capivaras circulam por áreas urbanas, por isso é necessário que as pessoas respeitem o espaço da fauna selvagem e evitem interações com capivaras que habitam parques e praças. “Assim como outros animais, ela é um dos hospedeiros do carrapato-estrela. A transmissão ocorre por meio da picada desses carrapatos, que atuam como reservatório dos micro-organismos”, explica.

A culpa é do carrapato

A febre maculosa é uma doença infecciosa causada pela bactéria Rickettsia ricettsii, transmitida aos seres humanos por meio da picada de carrapatos infectados. No Brasil, a espécie mais conhecida é a Amblyomma cajannense, devido às manchas vermelhas, ou máculas, que podem aparecer na pele durante o curso da infecção”, esclarece a professora.

A especialista esclarece também que, embora muitas pessoas acreditem que o carrapato seja um inseto, ele é, na verdade, um parasita da família dos aracnídeos, que se alimenta de sangue – tanto de animais, quanto do ser humano -, podendo infectá-los, transmitindo a doença que, no caso do carrapato-estrela, é a febre maculosa. Mas o hospedeiro, seja o animal ou o homem, não transmite a doença para outra pessoa. “A capivara, por exemplo, pode ser infectada pelo carrapato, mas não passa a doença. No entanto, o carrapato pode se multiplicar e disseminar pela região onde está localizado, infectando outros animais e seres humanos”, alerta.

Como prevenir

Como não é possível remover os animais dos lugares onde vivem – em especial, as capivaras, que são protegidas pelo IBAMA e habitam muitas cidades em áreas urbanas, é importante adotar medidas ao circular por esses ambientes, bem como em áreas rurais ou gramadas e arborizadas:

Prenda a calça com elástico e calce botas, para evitar que o parasita entre por aberturas.
Vista roupas claras, incluindo blusas de manga comprida, para facilitar a identificação de carrapatos na roupa, caso algum caia sobre ela, e verifique as peças imediatamente após sair desses ambientes.
Use repelentes que ofereçam proteção contra carrapatos.
Remova carrapatos do corpo com o auxílio de uma pinça, caso encontre algum.
Lembre-se de que quanto mais rápido você retirar o carrapato do corpo, menor será o risco de contaminação, pois o carrapato-estrela precisa estar em contato com a pele por pelo menos quatro horas para transmitir a bactéria.
Diagnóstico e tratamentos rápidos são fundamentais

A doença pode levar até duas semanas para se manifestar após o contato inicial com o carrapato. Conforme o Ministério da Saúde, os principais sintomas da doença são febre, dor de cabeça intensa, náuseas e vômitos, diarreia e dor abdominal, dor muscular constante, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e na sola dos pés, gangrena nos dedos e nas orelhas, paralisia dos membros, que inicia nas pernas e vai subindo até os pulmões, podendo causar parada respiratória.

De acordo com especialistas, assim que surgirem os primeiros sintomas, é preciso procurar atendimento médico o mais rápido possível e informar se esteve em áreas com chances de ter carrapatos. O tratamento é realizado com o uso de antibióticos, mesmo com suspeita da doença, para garantir a melhor recuperação do paciente e evitar a evolução do problema.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Positivo International School, o Colégio Positivo – Água Verde e o Colégio Positivo – Boa Vista atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Londrina. Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, a St. James’ International School, em Londrina (PR), integrou-se ao grupo. Em 2023, o Positivo chega a São Paulo, com a aquisição do Colégio Santo Ivo, e passa a contar com 17 unidades de ensino, em oito cidades, no Sul e Sudeste do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 18,5 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.

Fonte: Central Press

Visita de quatro patas: fofura e emoção na Casa de Saúde São José (RJ)

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Na última semana, o paciente Eduardo Victorino, de 93 anos, recebeu uma surpresa muito especial: a visita de seu fiel cãozinho Fred, após 14 dias de internação. A iniciativa faz parte da campanha “O que importa para você?” – movimento que prima pela escuta e pela realização de desejos dos pacientes.

A chegada de Fred ao quarto 506 da Casa de Saúde São José, um dos hospitais mais tradicionais do Rio de Janeiro, garantiu uma série de sorrisos e abraços emocionados, e os inseparáveis amigos puderam matar a saudade. A filha do paciente, Regina, foi quem levou o pequeno cão da raça shih-tzu até o hospital. Ela conta que a ligação de Fred com o pai é muito forte. Para se ter uma ideia, o bichinho de estimação sentiu-se mal logo após uma internação do dono, em novembro do ano passado, e precisou passar 48 horas em uma clínica veterinária.

A visita seguiu todos os cuidados orientados pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) e foi acompanhada pela equipe de Enfermagem da instituição. Uma alegria contagiante!

Fonte: Bernardo Stampa
Assessor de Imprensa

Hemodiálise em animais: entenda como é o tratamento

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Os pets também podem realizar o procedimento que ajuda a filtrar o sangue para tratar de alterações renais

A medicina veterinária está cada vez mais avançada e vem proporcionando diversos tratamentos para os pets que também são realizados na medicina humana, como por exemplo, a hemodiálise.

A hemodiálise é um procedimento que por meio de uma máquina, filtra e limpa o sangue, fazendo o trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento retira do corpo os resíduos prejudiciais à saúde, como toxinas urêmicas, o excesso de sal e de líquidos. Seu principal objetivo é controlar o quadro clínico do paciente, enquanto é tratado a causa da alteração renal, seja o paciente um doente renal agudo, ou um doente renal crônico, a fim de estabilizar o paciente e melhorar sua qualidade de vida.

Segundo a Dra Ana Paula Reis, do Veros Hospital Veterinário, o tratamento dialítico tem indicação para animais maiores de 4kg com doença renal crônica ou aguda com níveis de creatinina superior a 4 mg/dL ou uréia superior a 150,0mg/dL, pacientes com lesão renal aguda que não respondem ao tratamento convencional nas primeiras 48h, pacientes em choque séptico e animais com intoxicações por substâncias dialisáveis.

Os sintomas de identificação da doença são muito variados. O animal pode apresentar letargia, prostração, vômitos, falta de apetite, emagrecimento, mau hálito, diarreia e úlceras na boca. É de extrema importância o acompanhamento médico e realização de exames laboratoriais para avaliação dos níveis da ureia, creatinina, fósforo hemograma, hemogasometria, e exames de imagens como ultrassonografia abdominal, que auxiliam no diagnóstico da doença renal e, junto com a avaliação física, ajudam a traçar o melhor plano de tratamento.

Como é feito a hemodiálise

É necessário introduzir um cateter central na região do pescoço do paciente, que será por onde o sangue irá circular, para a máquina de hemodiálise fazer a filtração do sangue. Esse cateter ficará no pescoço do animal durante todo o tratamento. O animal é monitorado por um médico veterinário especializado e exames de função renal, gasometria, hemograma e eletrólitos são realizados antes e depois de cada procedimento e de acordo com a necessidade do paciente.

O equipamento utilizado para diálise em pacientes veterinários é o mesmo utilizado para humanos; entretanto, as técnicas e protocolos foram adaptados para levar em conta o tamanho variável e pequeno dos pacientes veterinários. No tratamento dialítico dos pets, ao contrário do que acontece na medicina humana, os animais não precisam ser submetidos a hemodiálise continuamente, pelo resto da vida.

São realizadas algumas sessões conforme determinação do veterinário nefrologista até que seja reestabilizado o quadro clínico do animal seja ele aguda ou crônico.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir que o animal necessite do tratamento dialítico é o diagnóstico precoce da doença renal. Exames de rotina devem ser realizados e quanto mais cedo diagnosticada a doença, maiores serão a chances de controle a longo prazo, com aumento da longevidade do paciente. ‘’Os tutores também devem sempre se atentar a hidratação do animal, alimentação de qualidade, atividade física e cautela com a administração de medicamentos que têm excreção renal. Tutores de gatos também devem evitar o contato dos animais com alguns tipos de plantas que quando ingeridas, podem ser tóxicas e causar lesão renal aguda, como o lírio.’’, afirma Dra Ana Paula.

Periodicidade

Diferente de humanos, os animais não fazem a hemodiálise cronicamente, pois o cateter não é permanente e necessita a retirada ao término do tratamento. Esse procedimento é realizado com o objetivo de estabilizar o paciente, enquanto o tratamento renal está sendo realizado. De modo geral, são necessários de duas a cinco sessões, porém isso varia de acordo com a gravidade e a resposta à terapia.

O Veros é um hospital completo com infraestrutura, tecnologia, equipamentos modernos e profissionais altamente capacitados para realizar todo o tratamento de animais em estado grave e críticos, atendimento humanizado e máxima competência para cuidar do paciente renal desde o diagnóstico, até a realização de procedimentos de alta complexidade.

Sobre o Veros

O Veros Hospital Veterinário é o maior complexo hospitalar de saúde animal do país. Com um investimento de R$ 50 milhões, a unidade tem capacidade de realizar cerca de 2 mil consultas e 700 cirurgias por mês, além de manter pacientes graves sob ventilação mecânica. O centro de diagnóstico por imagem é o mais completo do país, com as últimas versões de equipamentos de RX, eco e ultrassonografia, aparelho de tomografia de 16 canais e arco cirúrgico e além disso é o único hospital que conta com uma ressonância magnética de 1,5 Tesla.

Serviço:
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4643, Jardim Paulista – São Paulo, SP.
Site: veros.vet
Instagram: @veros.vet

Fonte: Assessoria de Imprensa | Veros Hospital Veterinário
Imagem Corporativa
Raquel Fernandez

Miados e Latidos deste final de semana falará sobre empreendedorismo na área pet

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Com Clara Brasil, Mariah Ruibal e a correspondente Lívia Oliveira, o programa é exibido aos sábados e domingos na RedeTV!

O programa “Miados e Latidos” deste sábado (24), com as apresentadoras Clara Brasil e Mariah Ruibal, receberá uma convidada superespecial, a Aline Leiva, que irá falar sobre empreendedorismo na área pet. A empresária explicará tudo sobre quais os primeiros passos se devem tomar para começar nessa área, dicas, além da importância de amar os animais, trabalhando com muito carinho.

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Já a correspondente internacional, Lívia Oliveira, deu uma passadinha pelo Brasil e aproveitou para entrevistar Marcelo Bonato, um fabricante de cerveja que ama cozinhar. O ex participante do reality “Jogo de Panelas” irá ensinar como preparar uma maravilhosa comidinha caseira para os pets, além de bater muito papo na cozinha, na companhia dos amigos peludos.

No estúdio, Clara e Mariah, recebem as perguntas do público para o médico veterinário, Dr. Kalio Paarmann Junior, no “Doutor Responde”, a atração ajuda a sanar todas as dúvidas sobre os animais de estimação dos telespectadores. O vet também irá dar um importante recado sobre a febre maculosa, devido aos recentes casos da doença.

O programa, que tem apoio de Sidney Oliveira da Ultrafarma, vai ao ar todas as madrugadas de sexta-feira para sábado, das 01h30 às 02h30, com reprise aos domingos, das 07h10 às 08h10, na RedeTV!.

Fonte: Vitoria Estima – Assessoria Márcia Stival

Pet Society e Vila Pet Store realizam entrega de agasalhos e cobertores para moradores em situação de rua no centro de São Paulo

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Intitulada “Juntos Somos Mais”, o projeto realiza a entrega nesta sexta-feira, 22

Durante esta semana, os colaboradores da Pet Society, indústria referência no segmento de saúde, higiene e embelezamento animal, uniram forças e demonstraram solidariedade ao participarem da campanha “Juntos Somos Mais”. Com o intuito de auxiliar os moradores de rua tutores dos pets atendidos pela Vila Pet Store, a equipe da Pet Society doou roupas, agasalhos e cobertores, que serão destinados a eles e outros moradores em situação de rua no centro de São Paulo. Esta ação social conta também com a participação da Premier Pet que doou amostras de ração seca e cookies para os pets.

Ao proporcionar calor e conforto, a campanha “Juntos Somos Mais” visa não apenas ajudar estas pessoas mais vulneráveis a enfrentar o frio, mas também reforçar a parceria da Pet Society com a Vila Pet Store, na linda ação social em que os pets dos moradores de rua cadastrados recebem banhos com a linha profissional HYDRA e cuidados necessários desde 2022, quando este projeto foi implementado.

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De acordo com Marly Fagliari, vice-presidente da Pet Society, “A ação ‘Juntos Somos Mais’ reflete o compromisso em fazer a diferença na vida das pessoas e dos animais. “Acreditamos que é fundamental estender a mão àqueles que mais precisam e essa campanha nos permite unir forças para ajudar a comunidade em que estamos inseridos. Juntos, podemos construir um mundo mais solidário e acolhedor”, reforçou Fagliari.

Considerado o único projeto com foco nos cães de pessoas em situação de rua, o “Social Pet”, da Vila Pet Store recebe mensalmente cães de rua para serem cuidados, com banho, tosa e atendimento do médico veterinário. A distribuição de agasalhos acontece nesta sexta-feira, das 11h às 15h na Vila Pet Store, pet shop localizado na Rua Santa Isabel, 47 – Vila Buarque- SP

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Sobre a Pet Society
Com 18 anos de história, a Pet Society é uma das mais reconhecidas marcas de higiene, embelezamento e saúde animal do mercado brasileiro, desenvolvendo e fabricando produtos exclusivos, inovadores, seguros e, principalmente, de alta eficácia e qualidade. Com presença em mais de 55 países do mundo e filial nos Estados Unidos, a Pet Society é 100% nacional e engloba as marcas Hydra, Soft Care, Beeps, Megamazon®, Pet Society Super Premium, PS Care e MBS Pro Grooming e Hello Kitty and Friends by Pet Society que, hoje, oferecem uma ampla variedade de produtos para todo o ecossistema pet (veterinários, pet shops, centros de estética animal e tutores). Além disso, contribui para inúmeras associações e organizações não governamentais (ONGs) que cuidam de animais e pessoas. Saiba mais em: https://petsociety.com.br e https://www.instagram.com/psociety

Fonte: Michellin – Marketing & Comunicação

Indústria veterinária chega a receita inédita de R$ 10 bilhões

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Os fabricantes da indústria veterinária brasileira chegaram pela primeira vez a cifras de R$ 10 bilhões em faturamento anual. É o que aponta o demonstrativo de resultados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), referente a 2022.

O resultado representa o dobro do desempenho alcançado em 2016. O incremento médio não passava de dois dígitos até 2018, quando a evolução foi de 12%. Mas na esteira da performance do varejo pet e do recorde de novos tutores a partir da pandemia, o avanço ultrapassou 20% em 2021.

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Em 2022 o crescimento somou 11%, mas representantes do setor não enxergam a desaceleração como um fator negativo. “Foi um ótimo indicador a julgar pelo período atípico e por implicações macroeconômicas da pandemia, entre as quais a elevação dos custos dos insumos”, acredita Emílio Salani, vice-presidente executivo do Sindan.

O dirigente leva em consideração não apenas os ingredientes ativos cotados em dólar, mas também itens menos visíveis aos consumidores e que integram a linha de produção, como isopor e papelão. “Porém, as indústrias procuraram adequar sua estrutura financeira para não repassar integralmente esse aumento aos consumidores”, acrescenta.

Indústria veterinária mobiliza mais de 400 fabricantes

Atualmente, a indústria veterinária congrega 409 fabricantes, sendo 364 concentrados na produção farmacêutica convencional e 45 especializados em medicamentos biológicos. Juntas, esses laboratórios respondem pela comercialização de 4.031 produtos em pet shops, clínicas e hospitais veterinários.

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Indústria veterinária reforça também combate à falsificação

Os resultados da indústria veterinária podem ainda ser atribuídos ao combate à falsificação de medicamentos veterinários, que motivou a criação da campanha Olhos Abertos em 2021. A iniciativa ganhou este ano o apoio oficial do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).

Além de peças publicitárias e informativas sobre o assunto, a campanha contempla um canal de denúncias no portal da entidade. O objetivo é estimular consumidores a apresentar, de forma anônima, acusações ou suspeitas de medicamentos comercializados ilegalmente. O Sindan é responsável por repassar essas informações às autoridades competentes.

Estimativas da Associação Brasileira de Combate à Falsificação revelam o poder da indústria de produtos piratas, que movimenta cerca de R$ 290 bilhões. Entre os itens mais sujeitos ao comércio ilegal estão medicamentos fabricados com matérias-primas de baixa qualidade, sem comprovação de estudos de bioequivalência e sem o selo de aprovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Fonte: Panorama PetVet
Leandro Luize

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