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Calor pode impactar a alimentação dos pets: veja como estimular a hidratação

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ROYAL CANIN® explica como a alimentação combinada apoia a hidratação e o apetite de gatos e cães no verão

O aumento das temperaturas no início do ano pode influenciar o comportamento alimentar e o conforto de gatos e cães. Nesse período, muitos animais podem demonstrar menor interesse pelas refeições, ficar mais quietos e apresentar sinais de desconforto relacionados ao calor. Ajustar a forma de oferecer o alimento, considerando a variação de texturas, a divisão das refeições em porções menores e cuidados gerais com a rotina, torna-se essencial para promover bem-estar ao longo da estação.

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição, destaca que a alimentação combinada, também conhecida como mix feeding, é uma aliada importante durante períodos de altas temperaturas. Ao incluir versões secas e úmidas completas e balanceadas na rotina do pet, o tutor amplia estímulos sensoriais e texturas, favorecendo a hidratação por meio do alimento úmido e contribuindo para refeições mais atrativas, especialmente para animais que tendem a comer menos nessa época.

“Nas semanas mais quentes, é comum observar mudanças na forma como gatos e cães se alimentam, com maior seletividade e comportamento mais tranquilo ou menos ativo. A combinação das texturas seca e úmida e a adaptação da rotina ajudam a preservar o equilíbrio hídrico e o aporte nutricional, aspectos essenciais para manter a saúde do animal em dia”, afirma Letícia Tortola, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.

A seguir, algumas recomendações que podem contribuir para o conforto e a saúde dos pets durante o verão:

Hidratação ao longo do dia

O alimento úmido possui alto teor de água, o que complementa o consumo e favorece uma hidratação contínua. Essa estratégia é especialmente útil para gatos, que costumam ter menor motivação para beber água, não apenas no verão, mas ao longo de todo o ano. Incorporar versões úmidas na rotina fortalece esse cuidado diário.

Variedade sensorial para estimular o interesse pela refeição

O clima quente pode reduzir o apetite. Nesse contexto, oferecer combinações de diferentes texturas (seca e as diferentes texturas do alimento úmido, como patê, geléia e pedaços ao molho), amplia estímulos e aumenta a palatabilidade da refeição.

Rotina alimentar ajustada ao clima

Preferir horários mais amenos para servir as refeições pode tornar o momento mais agradável e interessante. O fracionamento da porção diária, conforme indicado na embalagem, também auxilia no manejo durante os dias de calor. No caso do alimento úmido, servi-lo logo após a abertura da embalagem ajuda a preservar o aroma e a atratividade.

Cuidados com armazenamento e conservação

O verão exige atenção especial à conservação. Os alimentos devem ser armazenados preferencialmente dentro das embalagens originais, desenvolvidas para uma melhor preservação, que devem permanecer vedadas e em locais frescos e ventilados. Já as sobras de versões úmidas precisam ser refrigeradas no tempo máximo recomendado na embalagem, garantindo segurança e preservação do produto.

Como incorporar a alimentação combinada na rotina

O tutor pode incluir as diferentes versões de forma alternada ou conjunta, de acordo com a preferência de cada pet. Para cães, as opções seca e úmida podem ser oferecidas separadamente ou misturadas no mesmo recipiente. Para gatos, recomenda-se utilizar comedouros distintos, respeitando a preferência natural da espécie. O alimento úmido também pode ser oferecido como agrado e recompensa, porém, independentemente da forma da oferta, é importante respeitar a porção diária indicada na embalagem ou a recomendação do Médico-Veterinário para evitar calorias em excesso e, consequentemente, o sobrepeso.

Os alimentos secos e úmidos ROYAL CANIN® são completos, balanceados e formulados para atender às necessidades específicas de gatos e cães de diferentes portes, idades e condições de saúde, proporcionando uma nutrição saudável ao longo de todo o ano e contribuindo para uma rotina mais confortável, inclusive no verão.

Para mais informações sobre os alimentos da ROYAL CANIN®, acesse o site.

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de dietas que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 400 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 17 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 230 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: InPress Porter Novelli

Especialista responde: 5 perguntas essenciais sobre o cuidado com animais de estimação idosos

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Expectativa de vida dos pets no Brasil está aumentando: entenda as mudanças físicas e comportamentais e como a prevenção contínua é fundamental para uma vida longa e saudável

Assim como nos humanos, o envelhecimento em cães e gatos é uma fase natural que exige atenção redobrada de seus responsáveis. Graças aos avanços na medicina veterinária e nos cuidados preventivos, como a nutrição de qualidade, vacinação regular e detecção precoce de doenças, a expectativa de vida dos pets no Brasil tem aumentado significativamente.

Com isso, a população animal sênior cresce. Entender as necessidades específicas dessa fase é crucial para garantir conforto, bem-estar e longevidade.

Para guiar os responsáveis nessa jornada, a MSD Saúde Animal, reuniu as cinco perguntas mais comuns sobre o cuidado com pets idosos, com respostas da especialista Kathia Soares, coordenadora técnica na companhia.

Quando meu pet é considerado “idoso” e quais são os primeiros sinais de que ele está envelhecendo?
“A idade sênior varia muito conforme o porte. De acordo com o AAHA Life Stage Guidelines, da American Animal Hospital Association, cães de raças pequenas e médias são considerados idosos a partir dos 9 ou 12 anos de idade. Já os de raças grandes e gigantes atingem a senioridade mais cedo, por volta dos 6 ou 7 anos. No caso dos gatos, são tratados como geriátricos quando apresentam mais de 10 anos. Os primeiros sinais incluem a redução na intensidade de brincadeiras e passeios, o aumento do sono e a dificuldade em se levantar. Fique atento também a mudanças no apetite, sede excessiva e a redução na frequência de higienização da pelagem (no caso dos gatos).”

2. Meu pet está mais lento. Isso é normal da idade ou pode ser um sinal de dor?
“Nunca devemos encarar a lentidão como ‘apenas idade’. Em pets idosos, é comum que a osteoartrite apareça e a redução da atividade, a relutância para se mover ou dificuldade de levantar podem significar dor, sendo importante a avaliação de um veterinário. Além disso, é fundamental, também, adaptar o ambiente para facilitar a mobilidade e prevenir acidentes.

Adaptação do ambiente: Use rampas, tapetes ou pisos antiderrapantes, camas ortopédicas e mantenha tudo de fácil acesso. Isso reduz o esforço e ajuda a prevenir quedas.
Atividade física adequada: Mantenha seu pet ativo, mas dentro dos limites dele. Caminhadas curtas e frequentes, fisioterapia e hidroterapia são excelentes opções para manter a musculatura ativa sem sobrecarregar as articulações.

3. Qual a importância dos exames de rotina na fase sênior e com que frequência devo fazê-los?
“A prevenção é a chave. Após a entrada na fase sênior, recomenda-se que os check-ups veterinários sejam realizados com mais frequência, podendo ser a cada 6 meses, no mínimo, ou de acordo com as orientações do veterinário. Essa periodicidade permite detectar precocemente doenças crônicas que evoluem de forma silenciosa, como alterações renais, cardíacas e diabetes. Nos felinos, a doença renal crônica é uma das doenças mais comuns nessa fase.

Sinais de Alerta: Nunca normalize estes sinais, pois eles exigem avaliação veterinária imediata: perda de peso, aumento da sede ou micção, dificuldade de locomoção, incontinência e desorientação. Embora pets idosos possam apresentar um ritmo mais lento, esses sinais não são considerados normais do envelhecimento.”

4. Como devo adaptar a alimentação do meu pet idoso?
“O metabolismo do pet idoso muda, e a alimentação deve ser adaptada para uma dieta sênior de alta qualidade. É importante buscar rações que:

Contenham menos calorias, para evitar o ganho de peso e sobrecarga nas articulações.
Possuam mais fibras, que contribuem para a saúde intestinal.
Tenham nutrientes essenciais para articulações (condroprotetores) e função cognitiva (ácidos graxos essenciais e antioxidantes).
Apresentem textura e grãos adaptados para facilitar a mastigação e ingestão.”
Dica: cada pet envelhece de um jeito. O veterinário é quem indica a melhor dieta para manter saúde e qualidade de vida

5. Meu pet idoso está ficando mais ‘esquecido’ e ansioso. Isso é normal?
“Essas mudanças podem ser sinais da Síndrome da Disfunção Cognitiva (SDC), uma condição semelhante ao Alzheimer em humanos. O pet pode ficar desorientado, ter alterações no ciclo de sono-vigília (trocar o dia pela noite), esquecer comandos que já conhecia ou ter ansiedade de separação. Embora seja um processo neurodegenerativo, o diagnóstico precoce faz diferença. Existem terapias, suplementos, dietas específicas e estratégias de enriquecimento ambiental que ajudam a desacelerar a progressão e melhorar a qualidade de vida.

Mantenha rotinas, ofereça brinquedos interativos e converse com seu médico-veterinário sobre terapias que estimulem o cérebro do seu amigo.”

Kathia Soares reforça que o envelhecimento não precisa ser sinônimo de sofrimento. “Muitos problemas de saúde em pets mais velhos podem ser minimizados ou prevenidos se o animal tiver tido um histórico de cuidados consistentes. Isso inclui cuidados preventivos como, a vacinação, controle de ectoparasitas, controle de peso, exercícios regulares e adequados à sua fase, dieta de qualidade, todos cuidados que tornam possível que os pets vivam mais e muito melhor”, explica a especialista.

Para materializar esse cuidado no dia a dia, a MSD Saúde Animal oferece soluções robustas que ajudam a proteger os pets. O portfólio inclui a linha Bravecto® (em comprimidos ou transdermal), que garante até 12 semanas de proteção contra pulgas e carrapatos, e o inovador Bravecto® 365, solução injetável anual aplicada pelo médico-veterinário; a coleira Scalibor®, essencial no combate ao vetor da Leishmaniose; o Defenza®, comprimido mastigável voltado para a proteção contra pulgas, carrapatos e sarnas por até 37 dias, sendo o único que possui indicação em bula contra o bicho-de-pé; e a linha Nobivac®, referência em vacinas, incluindo a proteção contra a Raiva. Juntas, essas soluções reforçam a importância da prevenção contínua, garantindo que cães e gatos tenham uma vida longa e saudável.

Sobre a MSD Saúde Animal  

Há mais de 130 anos, a MSD cria invenções para a vida, trazendo ao mercado medicamentos inovadores para combater as doenças mais desafiadoras. A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., é a unidade global de negócios de saúde animal da MSD. Por meio do seu compromisso com a Ciência para Animais mais Saudáveis, a MSD Saúde Animal oferece a médicos-veterinários, pecuaristas, donos de pets e governos uma grande variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas, soluções e serviços de gestão de saúde, além de um amplo conjunto de tecnologia conectada que inclui produtos voltados à identificação, à rastreabilidade e ao monitoramento. A MSD Saúde Animal é dedicada a preservar e melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho dos animais e das pessoas. Investe amplamente em recursos de P&D e em uma cadeia de suprimentos moderna e global. A empresa está presente em mais de 50 países e seus produtos estão disponíveis em cerca de 150 mercados. Para obter mais informações, visite nosso site e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

Humanização dos pets acelera mudanças no varejo digital e reposiciona o mercado

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No Brasil e no mundo, os animais de estimação deixaram de ser meros “acompanhantes” para serem vistos e tratados como membros da família. Uma mudança que tem transformado tanto o comportamento do consumidor quanto às estratégias de vendas, redesenhando o mercado pet globalmente, com forte impacto e crescimento do comércio eletrônico.

Para ilustrar o novo cenário, segundo dados recentes divulgados por grandes plataformas de comércio eletrônico, houve um crescimento de até 300% nas vendas de produtos para pets, com aumento expressivo nas buscas por itens inovadores, como acessórios tecnológicos, camas, brinquedos e soluções de bem-estar animal. Esse aumento acompanha a expansão do setor pet brasileiro, que movimentou cerca de R$ 75,4 bilhões em 2024, consolidando o país como um dos maiores mercados do mundo.

Para Hugo Galvão de França Filho, diretor da Enjoy Pets, esse cenário é resultado direto da transformação do perfil do consumidor: “O tutor não compra apenas um produto: ele busca experiências que reflitam cuidado, praticidade e conexão com seu pet. Isso se traduz em um comportamento de compra cada vez mais omnicanal e digital, onde a jornada envolve pesquisas online, comparação de preços e, muitas vezes, compras por impulso motivadas por promoções e conveniência,” explica. Galvão ainda ressalta que essa humanização impulsiona também o desenvolvimento de categorias premium e personalizadas, aproximando o setor pet dos hábitos de consumo observados na economia de bens humanos.

Esse novo padrão tem levado marcas e varejistas a investirem em tecnologia e marketing emocional, combinando experiências digitais fluídas com narrativas que ressoam com o vínculo afetivo entre tutores e seus animais. A humanização dos pets, portanto, não apenas fortalece o setor como um todo, mas também redefine estratégias de vendas online, exigindo que empresas integrem dados de comportamento, personalização e conveniência para se manterem competitivas no mercado.

“A conectividade emocional entre tutores e pets exige que as marcas não vendam apenas produtos. Quem entende que o tutor busca conveniência, qualidade e conexão emocional consegue se posicionar melhor no ambiente digital e, consequentemente, construir relacionamentos de longo prazo com esse consumidor”, conclui Galvão.

Fonte: Dampress Comunicação

PEDIGREE® lança FILEZITOS™: novos bifinhos macios e suculentos para cães adultos

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Com carnes selecionadas, novidade reforça o portfólio de petiscos da marca líder em alimentos para cães

PEDIGREE®, marca nº 1 em vendas de alimentos para cães no Brasil e no mundo, apresenta FILEZITOS™, novo petisco feito com carnes selecionadas e ideal para momentos de carinho e recompensa de cães adultos de todos os portes. Com formato prático e textura macia e suculenta, FILEZITOS™ fortalece o vínculo entre tutores e pets.

Disponível em três sabores irresistíveis: Carne, Churrasco e Frango, FILEZITOS™ chega em embalagens de 60g, perfeitas para oferecer a qualquer hora do dia.

Com o lançamento, PEDIGREE® amplia seu portfólio de petiscos, estreando sua presença no segmento de bifinhos, o maior bloco da categoria de petiscos para cães. A novidade alia o sabor que os cães adoram à qualidade reconhecida da marca, que segue rigorosos padrões científicos de nutrição e bem-estar animal.

“Com FILEZITOS™ damos mais um passo na nossa estratégia de oferecer um portfólio completo, com produtos que unem qualidade e um sabor irresistível. O lançamento reflete nosso compromisso em inovar continuamente para atender às novas demandas dos tutores, que buscam cada vez mais variedade e facilidade em petiscos”, destaca Ricardo Marinho, Gerente de Marketing de PEDIGREE® na Mars Pet Nutrition.

Os novos PEDIGREE® FILEZITOS™ já estão disponíveis nos principais pontos de venda em todo o Brasil.

SOBRE A MARS, INCORPORATED 

A Mars, Incorporated acredita que o mundo que queremos amanhã começa com a forma como fazemos negócios hoje. Como uma empresa familiar de mais de US$ 50 bilhões, nosso portfólio diversificado e em expansão de produtos líderes em cuidados com animais de estimação e serviços veterinários atende animais de estimação em todo o mundo, e nossos snacks e alimentos de qualidade encantam milhões de pessoas todos os dias. Produzimos algumas das marcas mais amadas do mundo, incluindo ROYAL CANIN®, PEDIGREE®, WHISKAS®, CESAR®, DOVE®, EXTRA®, M&M’S®, SNICKERS® e BEN’S ORIGINAL™. Nossas redes internacionais de hospitais veterinários, incluindo BANFIELD™, BLUEPEARL™, VCA™ e ANICURA™, abrangem cuidados veterinários preventivos, gerais, especializados e de emergência, e nosso negócio global de diagnósticos veterinários, ANTECH®, oferece recursos inovadores em diagnósticos para animais de estimação. Os Cinco Princípios da Mars — Qualidade, Responsabilidade, Mutualidade, Eficiência e Liberdade — inspiram nossos 150.000 associados a agir todos os dias para ajudar a criar um mundo melhor para as pessoas, os animais de estimação e o planeta. Para mais informações sobre a Mars, por favor visite www.mars.com. Junta-se a nós no Facebook, Instagram, LinkedIn e YouTube.  

Fonte: Imagem Corporativa

Universidade Brasil reabilita e devolve animais silvestres à natureza com projeto que une preservação e ciência

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Iniciativa no campus de Fernandópolis realizou a soltura de diversas espécies, como corujas, tamanduás-bandeira e araras; Centro de triagem e reabilitação de animais silvestres deve ser referência no noroeste paulista

A Universidade Brasil (UB) tem se consolidado como um refúgio para a fauna silvestre no noroeste paulista por meio de uma parceria com a Polícia Militar Ambiental. A instituição recebe, trata e reabilita animais vítimas de atropelamentos, maus-tratos e tráfico, devolvendo-os ao seu habitat natural, combinando responsabilidade ambiental e excelência no ensino da prática veterinária.

Recentemente, o programa realizou uma série de solturas: um tatu-peba, dois tamanduás-bandeira, nove araras-canindé, duas corujas suindaras, três papagaios e uma cuíca graciosa, que retornaram à liberdade após passarem pelo Hospital Veterinário da UB.

Entre os casos mais emblemáticos está o de um tatu-peba que chegou à universidade dentro de um saco de lixo, com ferimentos graves na cabeça decorrentes de maus-tratos. “Foi um tratamento longo e complexo que durou quase 10 meses para que tivéssemos uma cicatrização completa”, conta Junior Soares, veterinário e professor da Universidade Brasil.

Com o programa, os alunos do curso de veterinária têm contato direto com animais silvestres de pequeno a grande porte, sendo um diferencial para a formação e a prática profissional, além de incentivar a realização de pesquisas. Atualmente, o projeto incentivou duas iniciações científicas, que estão em andamento, cerca de seis publicações em congressos e 15 relatos de casos em fase de submissão para revistas especializadas.

Segundo o professor Junior, as araras-canindé lideram o ranking de atendimentos, seguidas pelos jabutis, com 22 animais internados aguardando soltura, muitos provenientes de apreensões por criação ilegal.

A reitora da Universidade Brasil, Bárbara Costa, destaca que o projeto vai além da sala de aula. “A iniciativa conecta nossos alunos com a biodiversidade brasileira e reforça nosso papel social, com 100% dos tratamentos custeados pela instituição. Devolvemos animais saudáveis à natureza e veterinários com uma visão mais humana ao mercado de trabalho”, afirma Bárbara.

Centro de triagem e reabilitação de animais silvestres

Como próximo passo, a Universidade Brasil deve investir na construção do Centro de triagem e reabilitação de animais silvestres (Cetras), com a expectativa de que o local se torne a principal referência no manejo de fauna para toda a região. O projeto aguarda trâmites legais da Secretaria do Meio Ambiente para o início das obras.

Sobre a Universidade Brasil – A Universidade Brasil (UB) é uma instituição de ensino superior com mais de cinco décadas de história e se destaca pela formação de profissionais altamente qualificados e pelo compromisso com a excelência acadêmica. Com três câmpus, um na capital paulista e outros dois no interior do estado, em Descalvado e Fernandópolis, e 25 polos de educação a distância em locais estratégicos, a UB oferece uma ampla gama de cursos presenciais e EaD. Reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) com nota máxima no curso de Medicina, no curso de Direito do campus de Fernandópolis, nos cursos EaD e em Conceito Institucional, a UB possui mais de 100 mil metros quadrados de área construída para fins educacionais e de serviços de apoio à comunidade, formando um ambiente próspero, sadio e seguro para a vivência universitária, proporcionando excelência no ensino e aprendizagem de forma completa. Referência no ensino superior, a instituição mantém seu compromisso com a responsabilidade social, a sustentabilidade e a inovação, preparando seus alunos para os desafios de um mundo em constante evolução. Site: Link

Fonte: FSB Comunicação

Ensino sem animais: um compromisso entre ciência e sociedade

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*Por Marta Luciane Fischer

A utilização de animais no ensino remonta à Era Clássica e, ao longo dos séculos, tornou-se uma prática consolidada. No entanto, os avanços científicos e a crescente preocupação com o bem-estar animal têm impulsionado a busca por métodos que reduzam ou eliminem a necessidade de animais vivos em atividades pedagógicas. Essa transformação vai além do ambiente acadêmico, envolvendo aspectos culturais, legais e éticos que refletem a evolução moral da sociedade.

Fundamentada em uma ética utilitarista, difundidas por filósofos como Peter Singer, o uso de animais é legitimado apenas para situações nas quais é imprescindível e a quantidade de sujeitos beneficiados é maior do que os sacrificados, e que, obviamente, não haja outras formas de obter esses resultados. Contudo, pesquisadores, professores e estudantes devem se comprometer a despender todos os esforços possíveis para não causar dor e sofrimento desnecessários a esses animais.

Embora a primeira grande legislação sobre a experimentação animal tenha surgido no Reino Unido com o British Cruelty to Animals Act, em 1876, somente na década de 1980 passou a configurar as pautas das instituições de ensino e pesquisa mundiais. No Brasil, tardiamente, em 2008 foi promulgada a Lei Arouca (Lei nº 11.794/2008), limitando procedimentos dolorosos e incentivando alternativas mais humanizadas. Sua Resolução normativa nº 30 trouxe avanços para o uso de animais no ensino, pois, além de garantir o bem-estar animal, ressalta que não podem ser usados para repetir processos biológicos conhecidos. Além disso, valida a objeção de consciência, ou seja, o direito dos estudantes de não serem expostos à experimentação animal e nem serem prejudicados na sua formação.

Com os avanços tecnológicos, o uso de modelos 3D, simuladores digitais, realidade virtual e tecidos artificiais tornaram-se alternativas viáveis e eficazes ao uso de animais em aula. Estudos demonstram que estudantes treinados com esses métodos desenvolvem habilidades tão boas, ou até superiores, às daqueles que praticaram com animais vivos, tornando a experimentação em aulas cada vez menos justificável. Porém, estudantes de cursos como Biologia e Medicina Veterinária têm a expectativa de interagir diretamente com animais ao longo de sua formação e, frequentemente, demonstram resistência à substituição completa das práticas tradicionais. O grande desafio das instituições de ensino é encontrar um equilíbrio entre essa demanda acadêmica e a necessidade de alinhar o ensino às diretrizes éticas e ao uso de metodologias inovadoras.

Diante desse panorama, é essencial refletir sobre o tipo de formação acadêmica que a sociedade deseja. Deve-se confiar menos em médicos treinados com simuladores sintéticos do que naqueles que praticaram em porcos? Médicos veterinários que aprenderam a coletar sangue em modelos artificiais são menos qualificados? E biólogos que estudaram processos fisiológicos por meio de simuladores, em vez de injetar substâncias em animais saudáveis para observar reações já conhecidas há séculos, possuem menos conhecimento? Estudos indicam que a resposta é negativa. Os métodos alternativos não apenas preservam a qualidade da formação profissional, como a aprimoram, tornando-a mais ética, moderna e alinhada com os avanços científicos e os princípios da bioética.

A transição para um ensino livre de crueldade reflete o progresso moral e científico da sociedade. Assim como no passado, quando a pressão popular levou a mudanças legislativas significativas, cabe agora às instituições acadêmicas e à sociedade como um todo questionar práticas ultrapassadas e incentivar a adoção de um ensino mais ético, inovador e sustentável. A integração do Princípio dos 3Rs às políticas educacionais não é apenas um avanço técnico, mas uma necessidade ética urgente para a construção de um futuro mais consciente, responsável e inclusivo.

*Marta Luciane Fischer é bióloga, doutora em Zoologia, professora do Programa de Pós-Graduação em Bioética da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e autora de “Questões éticas em pesquisas conduzidas com animais silvestres: na natureza, no laboratório e em cativeiro” e “Métodos alternativos ao uso de animais no ensino: uma realidade no Ensino Superior brasileiro”, publicados pela PUCPRESS.

Fonte: Anile Comunicação

Quando o descanso vira estresse: se não planejadas, as férias podem ser um risco para cães e gatos

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Mudanças de rotina, calor intenso e deslocamentos longos exigem cuidados específicos

As férias de verão são sinônimo de descanso para muitas famílias, mas podem representar riscos para cães e gatos se os responsáveis não se atentarem aos cuidados necessários. Mudança de ambiente, alterações na rotina, exposição prolongada ao calor e ausência dos responsáveis exigem planejamento para garantir segurança e bem-estar aos animais.

“Um exame clínico completo antes da viagem ou da hospedagem permite identificar condições que ainda não se manifestaram, mas que podem comprometer a saúde do animal se forem ignoradas. Além disso, o check-up garante a atualização de protocolos preventivos importantes”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

Viagem ou hospedagem: cada escolha exige uma preparação específica

Quando o pet vai acompanhar a família na viagem, é essencial confirmar se o local de hospedagem aceita animais, bem como número de pets, espécies e portes permitidos. Também é importante verificar quais são as exigências sanitárias e a infraestrutura disponível para recebê-los. O responsável deve ainda se informar sobre a incidência de doenças locais, como a leishmaniose e a dirofilariose (verme do coração), que exigem prevenção antecipada.

Nos casos em que o animal permanece sob cuidados de terceiros, seja em hotéis especializados ou com pet sitters, a escolha deve ser feita com antecedência. A orientação é permitir que o animal tenha contato prévio com o ambiente ou o profissional, reduzindo o estresse. Para gatos e cães com dificuldade de socialização, o atendimento domiciliar costuma ser mais indicado.

“É importante deixar os contatos da clínica e do veterinário que acompanha o animal. Em caso de emergência, esse histórico clínico pode acelerar o atendimento e evitar complicações”, reforça Farah.

No trajeto, segurança e conforto fazem a diferença

Durante o deslocamento, o veículo deve estar climatizado e as paradas devem ser programadas para que o animal possa se hidratar e fazer suas necessidades com tranquilidade. O uso de caixa de transporte ou cinto de segurança preso ao peitoral é obrigatório e evita acidentes. “Vale lembrar que porta-malas e caçamba de veículos não são lugares para pets, e coleiras não são indicadas para uso com guia e cinto, pois se houver impacto ou freada brusca, podem causar estrangulamento, asfixia ou lesões na cervical. Deixe a coleira para colocar a identificação do pet e o peitoral para segurança durante o transporte”.

Entre os itens indispensáveis para a bagagem do pet estão: ração ou alimentação para todo o período, comedouros, bebedouros, brinquedos e objetos familiares, cama ou manta de costume, coleira com identificação atualizada, guia, peitoral, medicamentos de uso contínuo ou preventivo, protetor solar veterinário, repelentes e antipulgas.

A especialista acrescenta que, durante a consulta preventiva, o médico-veterinário pode indicar medicamentos de suporte, como antieméticos, antialérgicos, antitóxicos e ansiolíticos, conforme o perfil clínico do animal, reduzindo os riscos durante o período fora de casa.

Altas temperaturas aumentam riscos à saúde dos animais

O calor excessivo é um fator crítico para cães e gatos, especialmente animais braquicefálicos, idosos, filhotes e portadores de doenças crônicas. Por isso, os animais devem ser mantidos em ambientes frescos e bem ventilados (a temperatura ideal é de aproximadamente 24 °C), com acesso à sombra e a superfícies frescas. A hidratação deve ser incentivada com água fresca trocada várias vezes ao dia. Para os gatos, fontes de água e pratos largos são boas estratégias para estimular o consumo.

O uso de protetor solar veterinário também deve fazer parte da rotina. A aplicação deve ser feita em áreas de pele mais expostas, como focinho, pontas das orelhas e abdômen. “Além de prevenir queimaduras, o protetor solar contribui para reduzir o risco de câncer de pele. Recentemente, a DrogaVET lançou o protetor solar colorido em forma de bastão. A forma farmacêutica facilita a aplicação e as cores, a visualização de quando o produto precisa ser reaplicado, além de incrementar o visual dos pets”, comenta Farah.

As patas também merecem atenção. O contato com o chão quente pode provocar queimaduras e fissuras dolorosas. A orientação é realizar o teste do tato: se o responsável não conseguir manter a palma da mão no chão por mais de alguns segundos, o passeio deve ser adiado. Após o retorno, é recomendada a limpeza das patas com lenços apropriados e a aplicação de hidratante específico para pets.

Verão é período de atenção redobrada à prevenção de parasitas

Calor e umidade favorecem a proliferação de parasitas como pulgas, carrapatos e mosquitos, aumentando o risco de infecções. Além de causarem desconforto e coceiras, esses vetores estão associados a doenças graves como erliquiose, babesiose, dirofilariose e leishmaniose.

Manter os protocolos preventivos com antiparasitários, vermífugos e repelentes é essencial. “A manipulação farmacêutica permite ajustar a dose com precisão, combinar princípios ativos e escolher formas que favorecem a administração, como biscoitos palatáveis ou molhos saborizados. Isso melhora a adesão ao tratamento e reduz riscos ao longo da temporada”, finaliza Farah.

A prevenção, mais do que um gasto, é um investimento em bem-estar e segurança para que as férias sejam realmente um período de descanso para todos.

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.

Fonte: Deepzo

Vetnil® orienta sobre cuidados essenciais nas viagens de férias com os pets

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Identificação, saúde preventiva, transporte seguro e hidratação adequada ajudam a garantir deslocamentos tranquilos nas viagens.

Com a chegada das férias de verão, muitas famílias viajam com os seus pets. Para que os deslocamentos sejam tranquilos e seguros, alguns cuidados prévios fazem toda a diferença, desde a preparação do animal até a escolha da forma de transporte.

O Médico-Veterinário da Vetnil®, Kauê Ribeiro, reforça que viajar com pets exige planejamento e atenção aos detalhes. “Quando nos organizamos com antecedência, evitamos contratempos e proporcionamos uma experiência muito mais confortável tanto para nós quanto para o pet.”

Identificação, a etapa que não pode ser ignorada

Viajar aumenta a chance de desorientação dos pets, especialmente por se tratar de uma situação que foge da rotina do animal. Por isso, a identificação deve ser tratada como prioridade. Plaquinhas com nome e telefone dos responsáveis pelos animais são opções práticas, assim como modelos com QR Code. A microchipagem também é altamente recomendada para quem viaja com frequência.

“Em caso de perdas ou fugas, a identificação é um dos fatores que mais contribui para o retorno seguro do animal, pois facilita substancialmente reencontrá-lo. É uma medida simples, mas essencial, e que ganha ainda mais importância quando estamos longe de casa”, ressalta Ribeiro.

Saúde preventiva: consultas, vacinas e vermifugação

Antes de qualquer viagem, o ideal é levar o pet ao Médico-Veterinário para uma avaliação completa. A atualização das vacinas, o controle de vermes e a proteção contra pulgas e carrapatos precisam estar em dia. Além disso, cada região pode apresentar riscos específicos daquele ambiente, exigindo cuidados adicionais que podem ser diferentes dos já conhecidos pelos responsáveis pelos animais.

“Durante as viagens, é comum que o pet tenha acesso a ambientes externos e entre em contato com outros animais, o que pode aumentar as chances de exposição a agentes infecciosos, vermes e ectoparasitas. A prevenção é sempre o caminho mais seguro, porém também é importante tratar o animal contra doenças já presentes, como verminoses ou presença de ectoparasitas (pulgas, carrapatos), previamente, garantindo saúde e bem-estar. Esses cuidados de prevenção e tratamento consequentemente envolvem o uso de vacinas, vermífugos e produtos ectoparasiticidas adequados para cada espécie e necessidade”, explica Kauê. A Vetnil® possui em seu portfólio o Vetmax® Plus, um vermífugo de amplo espectro de ação indicado nos casos de diversas infecções por nematelmintos (vermes redondos) e platelmintos (vermes chatos) em cães e gatos

Transporte seguro, do carro ao avião

Para viagens de carro, além de documentos como carteira de vacinação e atestado de saúde, é obrigatório que o pet esteja corretamente acomodado. As opções incluem caixa de transporte, cinto peitoral, cadeirinha ou grade de segurança para animais maiores.

Já em deslocamentos aéreos, o cuidado deve começar bem antes do embarque. “Cada país e cada companhia aérea têm exigências específicas. Em viagens internacionais, isso se intensifica. Planejar com antecedência evita atrasos, transtornos e estresse para os responsáveis pelos animais e para o pet”, afirma o Médico-Veterinário.

Hidratação e alimentação: atenção especial no verão

No Brasil, janeiro é marcado por altas temperaturas, o que deve reforçar os cuidados com a hidratação. Paradas ao longo do trajeto ajudam o pet a beber água, se movimentar e aliviar o calor. É importante sempre oferecer água fresca e pode-se contar com um suporte eletrolítico para estimular à hidratação do pet, especialmente quando, apesar do calor, o pet começa a ficar indisposto para beber água espontaneamente. Para suporte adicional, a Vetnil® oferece o Eletrolítico® Pet, uma solução de reposição rápida de eletrólitos indicada para manter o equilíbrio hídrico antes, durante ou após atividades e deslocamentos. Consulte sempre seu Médico-Veterinário para orientações mais específicas para as necessidades do seu pet.

“Para evitar náuseas, recomenda-se não oferecer alimentos nas horas que antecedem a viagem. Em trajetos longos, o ideal é programar paradas para garantir uma rotina segura sem prolongar o jejum. Quanto mais os responsáveis pelos animais se prepararem para esse momento, mais tranquila será a experiência do pet e de todos os que estiverem em sua companhia”, conclui Ribeiro.

Como marca parceira de quem cuida, a Vetnil® disponibiliza em blog e redes sociais conteúdos exclusivos com o propósito de esclarecer as principais dúvidas e orientar sobre os cuidados que os pets devem receber. Siga @vetniloficial.

https://vetnil.com.br/noticia/viagem-nas-ferias-vetnil-r-orienta-sobre-cuidados-com-os-pets

Sobre a Vetnil®

Fundada há mais de 30 anos pelo Médico-Veterinário Dr. João Carlos Ribeiro (In memoriam), a Vetnil®, empresa familiar e 100% nacional, atua em pesquisas e no desenvolvimento de produtos para a saúde, bem-estar e performance animal, estando entre os principais laboratórios de saúde animal no mercado pet e líder no segmento de equinos no Brasil. A companhia também exporta as suas soluções para mais de 17 países e tem acumulado premiações importantes, como “100 Melhores empresas para se trabalhar no Brasil” (Revista Época, 2006), “30 Melhores empresas para a mulher trabalhar” (Revista Época, 2006), “As 200 Pequenas e Médias Empresas Que Mais Crescem No Brasil” (Revista Exame, 2015), “Melhores do Agronegócio – As 10 melhores do Setor Saúde Animal” (Anuário do Agronegócio 2015, Revista Globo Rural), vencedora na categoria ‘Produtos Veterinários’ do Anuário do Agronegócio da Revista Globo Rural de 2016, 2018 e 2021, “Melhores empresas para Trabalhar GPTW Brasil 2020” no ranking Indústria, ranking São Paulo 2020 e ranking Agronegócio 2021, divulgado pela Great Place To Work, “Melhor Indústria 2025 – Categoria Pet Vet” no 1º Prêmio ANDIPET, “Certificação Internacional LEED Silver”, um dos selos de sustentabilidade mais respeitados globalmente concedido pela U.S. Green Building Council, entre outras.

Fonte: ATDC Group

Alimentação natural ganha espaço no controle de peso dos pets

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Cerca de 40% dos cães e gatos no Brasil estão acima do peso ideal. Veja como a alimentação natural e outras dicas auxiliam em uma vida mais saudável.

Um animalzinho mais rechonchudo é lindo, mas pode ser muito prejudicial para a saúde. A obesidade é um problema crescente entre os pets de estimação, especialmente para aqueles que vivem em ambientes urbanos, onde a falta de exercício e uma alimentação desequilibrada contribuem para o ganho de peso. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), cerca de 40% dos pets no Brasil estão acima do peso ideal, o que pode acarretar sérios problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas, problemas articulares e até redução da expectativa de vida.

A Pet Delícia, pioneira em alimentação natural para pets no Brasil, alerta que, muitas vezes, a obesidade em pets é negligenciada. Muitos tutores consideram normal que seus animais estejam “fortinhos”, mas é importante estar atento a alguns sinais. “O aumento do volume abdominal, a dificuldade em apalpar as costelas e a respiração ofegante, mesmo em repouso, são indícios de sobrepeso. A relutância em brincar ou se exercitar também deve ser observada”. Embora muitos acreditem que o aumento de peso seja natural com o tempo, esses sintomas pedem uma avaliação veterinária para prevenir problemas mais sérios.

Uma forma eficiente de controlar o peso do pet, é a alimentação natural. “Ela oferece um controle preciso dos ingredientes e das quantidades, permitindo ajustes conforme o metabolismo e as necessidades do animal. Ideal para pets acima do peso, essa dieta proporciona uma nutrição equilibrada e rica em nutrientes essenciais”, afirma a marca.

Com a alimentação natural, os tutores podem oferecer carnes magras, vegetais, grãos e até suplementos naturais, garantindo uma dieta balanceada. Além disso, ela contribui para uma melhor digestão e saúde geral, proporcionando mais energia e disposição ao pet.

Veja outras dicas que podem complementar a alimentação natural e ajudar no controle de peso do seu pet:

Horários regulares para refeições: estabelecer horários regulares para as refeições do seu pet é ideal para evitar que ele coma por impulso ou ansiedade, destaca também o especialista. Muitos animais, sobretudo, os que ficam sozinhos por longos períodos, podem desenvolver o hábito de comer em excesso, o que contribui para o ganho de peso. Com uma rotina alimentar definida, o pet se alimenta de forma mais controlada, o que ajuda a manter seu equilíbrio nutricional e saúde. Essa regularidade também traz segurança e conforto ao animal, que sabe o que esperar.

Controle de petiscos: petiscos são uma forma comum de carinho e recompensa, mas quando oferecidos em excesso, podem contribuir para o ganho de peso e até para problemas de saúde, como obesidade. Por isso, é essencial controlar a quantidade e a frequência. Em vez de oferecer petiscos todos os dias, reserve-os para momentos especiais ou como recompensa por um bom comportamento. “Escolha petiscos mais saudáveis, como frutas e legumes frescos (cenoura, maçã, pepino) ou opções naturais, que são mais leves e oferecem benefícios nutricionais sem calorias extras”. A Pet Delícia alerta sobre os perigos de oferecer alimentos humanos, como pães ou queijos, ricos em calorias e não são indicados para os pets.

Incentivo à atividade física: incentivar a atividade física para manter o peso do seu pet sob controle também faz parte para um bom controle de peso. Para os gatos, mesmo que não saem para passeios, é importante usar brinquedos e arranhadores para mantê-los ativos e estimulados.

Por fim, as pesagens regulares: acompanhar o peso do seu pet de forma regular é muito importante, através dessa frequência nas pesagens ajuda a detectar mudanças antes que se tornem um problema maior. Com a orientação do veterinário, é possível estabelecer metas realistas de peso, ajustando a alimentação e a atividade física conforme necessário para manter a saúde do seu pet em dia.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Janeiro Branco Pet: o papel da alimentação na saúde mental e no comportamento dos cães

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Especialista sinaliza ingredientes que atuam diretamente no sistema nervoso e nas funções cerebrais.

Assim como os humanos, os pets também podem desenvolver ansiedade e depressão. Entre os sinais mais comuns estão comportamentos compulsivos ou diferentes, como latir excessivamente, lamber as patas, destruir objetos, fazer xixi e cocô fora do lugar, além de medo exagerado de barulhos. Perda de apetite ou de peso, isolamento, recusa em brincar, olhar triste e perdido, lambedura excessiva e agressividade repentina também podem indicar sofrimento emocional.

Uma das condições associadas a essas alterações comportamentais é o excesso de peso. Uma pesquisa com mais de 11 mil cães publicada no Preventive Veterinary Medicine identificou que cães com excesso de peso têm maior probabilidade de apresentar comportamentos indesejáveis, como medo, agressividade e dificuldade de resposta ao chamado, quando comparados a cães em condição corporal ideal.

“O excesso de peso gera inflamação crônica, desconforto físico, dores articulares e redução da mobilidade, fatores que impactam diretamente o comportamento e o estado emocional dos cães”, explica Gabriela Corte Real, nutricionista veterinária da A Quinta Pet, foodtech de alimentação natural para cães.

Mudança na alimentação

Segundo Gabriela, a incorporação de ingredientes naturais na dieta tem potencial para ajudar de forma significativa tanto na prevenção da obesidade quanto no suporte à saúde mental dos animais. Além disso, alguns ingredientes atuam diretamente no sistema nervoso e na função cerebral do pet, colaborando para o equilíbrio desses comportamentos, tais como:

Ácidos graxos ômega-3, encontrados em óleos de peixe, linhaça e algas, que possuem ação anti-inflamatória e auxiliam na redução da ansiedade e na melhora da função cerebral;
Triptofano, precursor da serotonina, presente em carnes, frango, peixes e ovos, contribuindo para o equilíbrio do humor;

Vitaminas do complexo B, essenciais para o sistema nervoso e para a regulação emocional;
Proteínas de alta qualidade, fundamentais para a produção de neurotransmissores e para a manutenção da massa muscular durante o processo de emagrecimento;

Fibras, que auxiliam na saciedade, no controle do peso e na saúde intestinal, fator diretamente ligado ao chamado eixo intestino-cérebro;

Antioxidantes, presentes em frutas e vegetais, que combatem o estresse oxidativo no cérebro;

Ervas e compostos naturais com efeito calmante, sempre com orientação profissional.

A especialista orienta aos responsáveis pelos pets uma mudança na dieta feita de forma gradual. “A substituição parcial da ração por alimentação natural pode começar com 10% a 20% da refeição, aumentando aos poucos ao longo de 7 a 14 dias. Isso evita desconfortos gastrointestinais e facilita a adaptação”, explica.

Ela destaca ainda que, qualquer alteração na dieta deve ser prescrita e acompanhada por um médico-veterinário ou zootecnista especializado em comportamento animal. Além disso, que sejam observadas possíveis mudanças de comportamento após a introdução de novos alimentos, já que esses sinais podem indicar a necessidade de ajustes na dieta ou de uma avaliação mais aprofundada da saúde do animal.

Sobre A Quinta Pet: foodtech brasileira de alimentação natural para cães. Em 2021, introduziu no mercado um novo sistema de envase em sachês, permitindo a distribuição de alimentos prontos e sem necessidade de refrigeração — solução que representou avanço logístico e de segurança alimentar frente aos modelos congelado e enlatado. O modelo contribuiu para ampliar o acesso à alimentação natural, até então restrita a nichos específicos. Em 2025, a empresa iniciou sua expansão internacional, começando por Portugal. Atualmente, atende mais de 1,2 mil responsáveis por pets em seu plano de assinatura e está presente em aproximadamente 600 pontos de venda.

Fonte: Upper PR

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