Início Site Página 68

Glaucoma surge de forma súbita em cães e gatos

0
Créditos: Freepik

Doença causa dor e pode levar à perda da visão se não for tratada a tempo

Olhos vermelhos, pupilas dilatadas e pressão intraocular aumentada são as principais manifestações do glaucoma em cães e gatos, uma doença que, assim como nos humanos, pode levar à perda irreversível da visão se não for tratada. De acordo com a coordenadora de Medicina Veterinária da Estácio BH, Denise Terenzi, a causa primária do problema é o acúmulo do humor aquoso, um líquido que preenche a cavidade ocular, nutre as células da região e remove os dejetos da região. “Esse aumento do humor aquoso eleva a pressão intraocular, o que danifica as células da retina e do nervo óptico, levando à perda da visão”, afirma.

O desafio no diagnóstico precoce da condição em pets é que ela surge de modo repentino e causa graves transtornos. “Diferentemente da catarata, que também é bastante comum em cães e gatos, o glaucoma provoca dor. Como os animais não podem se expressar verbalmente sobre seus desconfortos, a dor é demonstrada esfregando os olhos com as patas, objetos ou no solo. Além da vermelhidão e pupilas dilatadas, outros sinais aparentes incluem lacrimejamento, piscar de olhos frequentes, coloração azulada nos olhos, perda de apetite, vômitos, andar anormal com a cabeça abaixada. Às vezes, os gatos apresentam pupilas de tamanhos diferentes nos olhos”, ilustra a médica veterinária.

Apesar de afetar todas as raças de cães, inclusive sem raça definida (SRD) ou mestiços, estudos indicam que algumas têm predisposição ao glaucoma, como explica a Dra. Denise Terenzi. “Poodle, Basset Hound, Beagle, Chow-chow, Shar Pei e Cocker Spaniel são os mais acometidos. Cabe lembrar que o envelhecimento é um fator predisponente, portanto se alguns dos sintomas citados for percebido, procure rapidamente um veterinário, de preferência um que tenha especialização em oftalmologia”, orienta.

Segundo a coordenadora de Medicina Veterinária da Estácio, o diagnóstico é feito no próprio
consultório por meio de um exame oftalmológico simples e indolor. “Utiliza-se o tonômetro, um
instrumento no formato de uma caneta que mede a pressão intraocular”, descreve a médica
veterinária, que acrescenta a importância de manter consultas regulares: “É fundamental realizar exames oftalmológicos anuais, principalmente em animais com predisposição hereditária para o glaucoma primário, bem como a observação cuidadosa em mudanças de comportamento”, alerta.

O tratamento é determinante para impedir a progressão da doença e o sofrimento dos bichinhos. “Normalmente, são utilizados colírios para a redução da pressão intraocular, mas também podem ser prescritos medicamentos orais, como anti-inflamatórios, para a dor. Em casos mais graves, existe a opção do tratamento cirúrgico, inclusive com enucleação do globo ocular”, finaliza Denise Terenzi.

Fonte: Infinita Comunicação

Adoção Consciente: dar um lar a cães abandonados transforma vidas

0
Créditos: Divulgação

Mais de 20 milhões de cães vivem em situação de abandono no Brasil, e aproximadamente 117 mil estão em abrigos à espera de um lar definitivo, segundo o Índice de Abandono Animal. Adotar de forma consciente vai além de oferecer um abrigo: envolve assumir responsabilidades, planejar cuidados e criar um vínculo saudável, com benefícios que se estendem aos tutores. Pesquisas recentes mostram que 94% das pessoas que adotam relatam melhora na saúde mental após a chegada do animal (Quaest, 2024), destacando o impacto positivo da adoção na vida emocional e no bem-estar diário.

O processo de adoção pode ser informal, quando alguém assume os cuidados de um animal encontrado na rua ou recebido de conhecidos, ou formal, realizado por ONGs, abrigos municipais, feiras de adoção ou plataformas online, seguindo etapas como entrevistas, apresentação de documentos, assinatura de termo de responsabilidade e, em alguns casos, taxa simbólica. A adoção estruturada garante que o pet seja acolhido por uma família preparada, recebendo vacinação, vermifugação, castração e identificação por microchip.

Para aproximar o público da causa animal, a World Veterinária lançou “Patinhas do Destino”, a primeira “novela pet” do Brasil. Com 12 episódios, a produção mistura emoção e humor, protagonizada por Caramelo, um cachorro em busca de lar, e Dr. Miau, um gato que já domina o território. A campanha trabalha em conjunto com ONGs como Cão Sem Dono e Clube dos Vira-Latas, fortalecendo ações de cuidado para animais abandonados, mostrando que cada animal resgatado merece um final feliz.

“Mais do que entreter, nosso objetivo com ‘Patinhas do Destino’ é mostrar que adotar transforma vidas, não apenas dos animais, mas também dos tutores, contribuindo para uma melhora comprovada no bem-estar emocional e mental de quem abre espaço para um novo amigo”, afirma Bruno Neves,( por da World Veterinária.

Em apenas duas semanas, o teaser e o primeiro episódio da série somaram 1,2 milhão de visualizações e mais de 25 mil interações no TikTok. E a campanha segue com grande engajamento, o terceiro episódio alcançou 1,5 milhão de visualizações, refletindo o interesse do público pela temática. Novos episódios são lançados semanalmente até 31 de outubro. Com histórias que despertam empatia e mostram que cada pet tem sua própria história, “Patinhas do Destino” reforça a importância da adoção consciente, conectando bem-estar animal e humano. A série está disponível no perfil oficial da World Veterinária nas redes sociais.

Fonte: Vocali

Por que é importante hidratar as patinhas dos seus pets?

0
Créditos: Divulgação

As almofadinhas (“coxins”) das patas dos cães e gatos são responsáveis por muito mais do que simplesmente sustentação: participam de equilíbrio, absorção de impactos, proteção contra superfícies agressivas e ajudam na locomoção segura. Porém, elas estão sempre expostas — ao calor do asfalto, ao frio, à umidade, à sujeira — e, sem os cuidados certos, podem ressecar, rachar e causar desconforto ou até problemas de saúde.

“Estudos mostram que até 35% dos cães atendidos em clínicas apresentam algum grau de ressecamento ou fissura nas almofadinhas, especialmente em períodos de clima seco ou após exposição prolongada ao asfalto quente. A hidratação diária é uma medida simples que previne a dor, reduz o risco de infecções secundárias e ajuda a manter a mobilidade do animal”, explica Cleiser Kurashima, veterinária e diretora de marketing da Pet Society.

A seguir, separamos quatro motivos importantes para adotar a hidratação diária das patinhas, bem como orientações sobre como escolher os produtos adequados.

1. Prevenção de ressecamento, rachaduras e desconforto
Patas expostas ao calor do asfalto ou de superfícies aquecidas pelo sol, ou à baixa umidade do clima tendem a perder a hidratação natural dos coxins, resultando em ressecamento que pode evoluir para rachaduras. “Rachaduras nas almofadas podem provocar dor, dificultar caminhada, mancar ou o animal lamber/arranhar a pata, o que só agrava o problema”, explica Cleiser.

2. Proteção contra fatores externos que agravam o problema
Superfícies quentes (asfalto, calçadas expostas), pedras abrasivas, produtos de limpeza agressivos ou químicos trazem risco de queimadura ou agressão à pele delicada das patas. Clima seco, frio ou ventos fortes também contribuem para a perda de umidade e rachaduras e o excesso de banho ou o uso de produtos inadequados podem danificar a barreira de proteção natural da pele.

3. Melhora do bem-estar geral e mobilidade

Patinhas saudáveis garantem melhor aderência, que é importante para evitar escorregões ou quedas, especialmente em pisos lisos. Quando há dor nesta região, o pet muda o jeito de andar, o que pode gerar compensações físicas e sobrecarregar outras articulações — comprometendo o conforto no dia a dia.

4. Prevenção de infecções, inflamações e agravos dermatológicos

Fissuras abertas são porta de entrada para bactérias e fungos, podendo levar a infecções dolorosas. Irritações, vermelhidão, coceiras frequentes podem levar o pet a lamber ou morder a pata, o que complica o quadro. “Manter os coxins hidratados contribui para preservar a integridade da pele, das glândulas termorreguladoras presentes nas patas, e melhora a resposta da pele a agressões ambientais”, explica Kurashima. Para escolher o hidratante ideal, devemos nos atentar para a fórmula, que deve ser segura para pets e não pode ter fragrâncias fortes. Outro ponto é que a textura precisa ser leve e de fácil espalhabilidade, como é o caso do Hidratante Beeps, da Pet Society. “A hidratação das patinhas é muito mais do que questão estética — é cuidado de saúde, de conforto e até de prevenção de problemas mais sérios. Usar produtos seguros e adequados, com textura leve e fragrância suave, e manter uma rotina frequente de hidratação, limpeza e atenção aos sinais já garante uma grande diferença no bem-estar dos pets”, finaliza a veterinária.

Fonte: michellin marketing

Introdução alimentar para animais de estimação: veja os primeiros passos

0
Créditos: Divulgação

Assim como nos bebês humanos, a introdução alimentar dos animais é um momento de grande importância. Veja as dicas da Pet Delícia.

Adotar um filhotinho, seja de gato ou cachorro é tudo de bom, mas as inseguranças logo podem aparecer. Com o passar dos meses, a introdução alimentar deve começar, e os tutores buscam as melhores opções para os seus amigos de quatro patas. Felizmente, hoje contamos com vastas opções no mercado, e uma delas são as alimentações naturais.

Assim como os bebês humanos, os filhotes de cães e gatos precisam de uma transição cuidadosa para os alimentos sólidos. Segundo a Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets, uma alimentação natural pode ser oferecida desde o primeiro dia da introdução alimentar do cão ou do gato, e a alimentação adequada é essencial para garantir um desenvolvimento saudável, fortalecer o sistema imunológico e prevenir problemas digestivos.

Além disso, nessa fase, a transição do leite materno para a alimentação sólida deve ser feita de forma gradual e equilibrada, proporcionando os nutrientes necessários para o crescimento, fortalecimento dos ossos e desenvolvimento cognitivo dos pets. Uma boa introdução alimentar também ajuda a evitar alergias e sensibilidades alimentares no futuro.

Para ajudar nesse processo, o especialista recomenda cinco dicas essenciais, veja:

1. Respeite a fase de desmame
O desmame deve ocorrer gradualmente entre quatro e oito semanas de vida. Antes desse período, os filhotes devem se alimentar exclusivamente do leite materno ou, em casos necessários, de fórmulas específicas indicadas pelo veterinário.

2. Escolha uma alimentação adequada
Opte por alimentos desenvolvidos especialmente para filhotes, como Papinha de Frango para cães ou a Papinha para gatos da Pet Delícia que são balanceadas, nutritivas e úmidas, perfeitas para a digestão dos pequeninos.

3. Introduza novos alimentos de forma gradual
A transição alimentar deve ser feita de maneira progressiva para evitar problemas digestivos. Comece misturando pequenas porções do novo alimento com o leite ou fórmula, aumentando a quantidade gradativamente ao longo de uma semana.

4. Estabeleça uma rotina alimentar
Cães filhotes devem se alimentar de três a quatro vezes ao dia, enquanto gatinhos podem precisar de refeições mais frequentes. Manter um horário regular ajuda na adaptação e na digestão.

5. Consulte um veterinário
Cada pet tem necessidades individuais, e a consulta com um veterinário é essencial para garantir que a alimentação esteja adequada. Além disso, o profissional pode indicar suplementos ou ajustes conforme o desenvolvimento do filhote.

Cuidar da introdução alimentar do seu filhote com atenção e carinho é essencial para proporcionar uma vida longa e saudável. Seguindo essas dicas, você garante que seu companheiro cresça forte e feliz!

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Projeto aprovado pela Câmara que permite visita de animais a pacientes internados levanta debate sobre regulamentação e segurança

0
Créditos: Divulgação

“Uma normatização clara e bem definida é fundamental para que todos sejam beneficiados”

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou recentemente o Projeto de Lei 3845/2021, de autoria do deputado José Nelto, que autoriza a entrada de animais domésticos em hospitais públicos e privados para visitar pacientes internados. Especialista alerta para os desafios jurídicos e administrativos que acompanham a implementação da proposta.

O projeto tem como objetivo promover benefícios terapêuticos e humanizar o ambiente hospitalar por meio do vínculo afetivo entre pacientes e seus animais de estimação. A medida contempla a visita de cães, gatos, pássaros, coelhos, chinchilas, tartarugas e hamsters, desde que estejam em boas condições de saúde e não representem riscos ao ambiente hospitalar. A visita dependerá de autorização médica e de laudo veterinário, além de respeitar critérios sanitários e áreas restritas, como UTIs e setores de isolamento.

O advogado Gustavo Clemente, especialista em Direito Médico e da Saúde, pós-graduado em Administração Hospitalar, sócio do escritório Lara Martins Advogados, destaca que “o principal desafio jurídico e administrativo reside na regulamentação detalhada e na execução prática da lei. Uma legislação que apenas autoriza a visita de animais, sem especificar as condições para sua implementação, é insuficiente e gera insegurança jurídico-administrativa”.

Para que a norma seja eficaz, o advogado defende que ela seja construída com a participação ativa de órgãos fiscalizadores e que detalhe aspectos cruciais como critérios de elegibilidade dos pacientes, protocolos sanitários exigidos para os animais e procedimentos de acesso às áreas hospitalares. “Uma normatização clara e bem definida é fundamental para que todos — hospitais, profissionais, pacientes e visitantes — sejam beneficiados, garantindo segurança e maximizando os efeitos terapêuticos da iniciativa”, afirma.

A conciliação entre o direito à visita terapêutica e os protocolos de segurança sanitária também exige atenção. Segundo Clemente, “a regulamentação ideal deve ser elaborada com a participação conjunta de legisladores, da Anvisa, de gestores hospitalares, de profissionais da saúde e de um comitê representantes de pacientes, incluindo tanto os favoráveis quanto os não favoráveis à prática”. Ele cita como exemplo bem-sucedido o projeto “Super Visitas”, realizado em Goiânia em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), que conta com uma equipe de cães treinados e atua em hospitais pediátricos. “Um pilar fundamental do projeto é o consentimento prévio, apenas as crianças cujos responsáveis autorizam recebem a visita, respeitando a autonomia e as preferências de cada família”, explica.

Quanto às adaptações necessárias nos hospitais, o especialista esclarece que não se trata de grandes reformas estruturais, mas sim da adoção de protocolos rigorosos. “Para garantir a segurança jurídica e sanitária, os hospitais precisam implementar normas claras, como a seleção criteriosa dos animais, permitindo apenas aqueles com temperamento dócil e devidamente adestrados, com controle sanitário estrito, com a vacinação em dia, banho profissional antes de cada visita, e supervisão contínua por parte da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)”, detalha.

O projeto ainda será analisado pelas demais comissões da Câmara antes de seguir para votação no plenário. Caso aprovado, poderá representar um marco na humanização do cuidado hospitalar, promovendo bem-estar emocional e acelerando a recuperação de pacientes por meio da presença de seus animais de estimação.

Fonte: Gustavo Clemente: sócio do Lara Martins Advogados, especialista em Direito Médico e da Saúde, pós-graduado em Administração Hospitalar (IPEP) e em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) pelo Instituto Legale. Presidente do Sindicato dos Hospitais do Estado de Goiás (SINDHOESG). Também integra o Conselho Fiscal da Associação dos Hospitais Privados do Estado de Goiás (AHPACEG).

Informações à imprensa

Sobre a M2 Comunicação Jurídica

A M2 Comunicação Jurídica é uma agência especializada nos segmentos econômico e do Direito. Contamos com diversas fontes que atuam em âmbito nacional e internacional, com ampla vivência nos mais diversos assuntos que afetam a economia, sociedade e as relações empresariais.

Fonte: M2 Comunicação Jurídica

Vogue Brasil lança edição especial Dogue pela primeira vez no país

0
Créditos: Divulgação

Edição especial traz pets de Luisa Sonza, Laura Miranda e Luiza Brasil como estrelas de capa

A Vogue Brasil apresenta em setembro a primeira edição nacional da Dogue, projeto criado nos Estados Unidos em 2024 e que chega agora ao Brasil para celebrar moda, estilo de vida do universo pet.

Para a primeira edição brasileira, três cães estrelam as capas: Gisele Pinscher, da cantora Luísa Sonza; Rotvaldo, da modelo Laura Miranda; e Pantera, da influenciadora Luiza Brasil. A edição conta com 27 páginas dedicadas ao tema. Entre os conteúdos, estão perfis dos cães que estrelam as capas, novidades de moda e gastronomia, além de uma reportagem sobre guarda compartilhada de pets.

Mais do que surpreender e entreter, a Dogue também busca chamar atenção e ampliar a discussão sobre temas importantes como: a adoção de animais no Brasil.

A publicação marca a estreia de um novo projeto no calendário da revista. O editorial na íntegra está na Vogue de Setembro e a partir desta quarta-feira (3.09), nas bancas.

Foto: @igoormelo
Edição de moda: @henriquesca
Direção de arte: @juliakoala
Produção executiva: @deialansky
Produção de moda: @katopollak
Assistente de foto: @biagarbieri
Assistentes de set design: @___yasmingalvao e Noe Moraes
Set design: @leiderpipo
Camareira: @danielacampelo_
Adestramento: @ocaocortes
Grooming: @bimarchese_
Tratamento de imagem: @hugoroocha
Agradecimentos: @011loft

Fonte: Index Conectada

Veja 4 curiosidades sobre o que o paladar dos pets revela

0
Créditos: Divulgação

Os pets sentem sabor? Qual o melhor horário para alimentá-los? Médica-veterinária tira dúvidas sobre as preferências dos pets

Quem convive com cães sabe: a hora da refeição é um dos momentos mais aguardados do dia. Mas você já parou para pensar no que passa pela cabeça – e pelo paladar – dos pets quando eles se aproximam do pote de comida? A médica-veterinária de GranPlus (BRF Pet), Mayara Andrade, reuniu curiosidades sobre cães e alimentação que podem ajudar tutores a entender melhor os hábitos e preferências dos seus fiéis companheiros.

“Observar e compreender melhor como os cães interagem com o alimento é fundamental para garantir que eles recebam não apenas os nutrientes de que precisam, mas também refeições que despertem interesse. Afinal, quando o pet aceita bem a dieta, temos mais segurança de que ele está se alimentando de forma adequada e saudável”, explica a profissional.

Cães gostam de texturas específicas?

Segundo Mayara Andrade, as texturas dos alimentos têm influência direta na aceitação e no bem-estar dos pets. Por exemplo, alguns cães demonstram preferência por alimentos enlatados ou semiúmidos, enquanto outros se inclinam mais por opções secas. “Essa escolha varia conforme as preferências individuais, mas não há uma regra universal”, explica.

A veterinária ressalta que texturas crocantes e mastigáveis podem contribuir para a saúde bucal, reduzindo o acúmulo de tártaro, ao passo que pets com problemas dentários podem necessitar de texturas mais macias, como patês e sachês, por exemplo.

“Pensar na textura — seja crocante, macia ou uma combinação entre ambas — é essencial para garantir aceitação, prazer na refeição e benefícios para os cães”, recomenda.

Cães também têm preferências individuais?

Assim como nós, os cães também podem rejeitar certos sabores ou ingredientes, mesmo que sejam seguros e nutritivos: “Eles apresentam preferências alimentares individuais influenciadas por fatores fisiológicos, comportamentais e ambientais. Aspectos como aroma e sabor, além de características específicas do alimento, como tamanho, formato, dureza, densidade, umidade, também afetam a aceitação”, explica Mayara.

Segundo a veterinária, é importante que o tutor perceba como o animal reage ao alimento: “se come com entusiasmo, se demonstra interesse pelo pote ou se deixa restos. Esses sinais ajudam a identificar preferências, mas é fundamental que a base da dieta seja sempre um alimento completo, balanceado e de qualidade. Assim, conseguimos unir saúde e prazer na refeição”, completa.

Como os cães sentem o sabor?

Humanos e pets sentem sabor de formas diferentes devido à anatomia da boca, quantidade de papilas gustativas e ao olfato. Enquanto humanos têm cerca de 9.000 papilas e percebem doce, salgado, azedo, amargo e umami, cães possuem cerca de 1.700 a 2.000, apreciando principalmente sabores de carne e gordura.

Mayara explica que, nos pets, o olfato é essencial para a aceitação do alimento, e textura e temperatura também influenciam, enquanto nos humanos esses fatores têm impacto menor. Ou seja: o perfil aromático também é determinante para abrir o apetite dos cães.

“Por isso, o desenvolvimento de alimentos cada vez mais saborosos é uma tendência crescente na nutrição pet, com fórmulas balanceadas e de alta palatabilidade, criadas para conquistar até os paladares mais exigentes — garantindo não apenas prazer, mas também saúde e bem-estar”, reforça a veterinária.

Existe “hora ideal” para oferecer a refeição ao pet?

Mayara explica que não há um horário universal, mas os cães se beneficiam de uma rotina regular. Segundo ela, a previsibilidade ajuda na digestão e no bem-estar.

“O número de refeições ao dia varia de acordo com a necessidade de cada pet e também da rotina do tutor, mas, em geral, é recomendado alimentar cães adultos saudáveis pelo menos duas vezes ao dia. Os horários sugeridos são pela manhã e no final da tarde, antes do horário de descanso, para evitar desconfortos digestivos durante a noite. É importante também alimentá-los imediatamente após atividades físicas intensas, para prevenir problemas digestivos”, orienta.

Fonte: Buzzing

Saúde dos pets começa pela pele. Entenda por que as feridas precisam de atenção

0
Créditos: Divulgação

Especialista alerta para os riscos de machucados em pets e a importância do tratamento adequado e rápido

As feridas em cães e gatos são frequentes na rotina veterinária, mas muitas vezes passam despercebidas pelos tutores dentro de casa. Essas lesões podem surgir por diversos motivos, desde pequenos acidentes até brigas, alergias ou doenças de pele. “Identificar corretamente o tipo de ferida e oferecer o cuidado adequado é importante para garantir o bem-estar e a recuperação rápida do animal”, explica a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec.

Essas feridas podem apresentar diferentes níveis de gravidade e origem, sendo geralmente classificadas em quatro tipos: abertas (cortes, arranhões, lacerações, com sangramento), fechadas (hematomas e contusões, sem romper a pele, mas com dor e inchaço), cirúrgicas (decorrentes de procedimentos médicos, exigem cuidados contra infecção) e infecciosas (causadas por fungos, bactérias ou parasitas, com secreção, odor e inflamação).

Durante o processo de cicatrização, alguns cuidados são indispensáveis. “Evitar que o animal lamba ou morda o local afetado é essencial. Também é importante manter a ferida limpa, seguir rigorosamente a prescrição de medicamentos, como pomadas ou antibióticos, e monitorar a evolução da cicatrização”, orienta Marcella.

Medidas simples, como manter as vacinas em dia, controlar a incidência de pulgas e carrapatos, supervisionar passeios e evitar brigas entre animais, reduzem o risco de lesões. Além disso, um ambiente seguro e visitas regulares ao veterinário são fundamentais para preservar a saúde e a qualidade de vida dos pets. “Embora comuns, as feridas não devem ser negligenciadas. Com atenção, cuidado e orientação profissional, é perfeitamente possível garantir recuperação rápida e segura, promovendo o bem-estar dos nossos pets”, assinala a veterinária.

Para auxiliar os tutores, a Syntec oferece Cikadol, pomada formulada à base de 3 antibióticos, benzilpenicilina benzatina, benzilpenicilina procaína, diidroestreptomicina, ureia e óleo de citronela que é o grande diferencial de cikadol. A associação desses princípios ativos amplia a ação contra diversos tipos de bactérias, além de proporcionar efeitos repelente e cicatrizante, que estimulam a reepitelização e devolvendo a integridade da pele.

Sobre a Syntec A Syntec é uma empresa 100% brasileira com mais de 20 anos de história, dedicada à produção de medicamentos e suplementos veterinários de alta qualidade. Seu portfólio diversificado inclui terapêuticos, especialidades, produtos de higiene e saúde, suplementos e vacinas para animais. Para mais informações, visite: www.syntec.com.br

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

BMG Foods lança Gran Cani: petiscos 100% naturais que promovem saúde, diversão e sustentabilidade no segmento petfood

0
Créditos: Divulgação

Empresa entra em segmento que cresce até 12% ao ano no Brasil, aproveitando subprodutos de bovinos e suínos em petiscos naturais para cães

A BMG Foods (Brazilian Meat Group), um dos maiores grupos industriais do segmento de carnes do Brasil estreia no mercado pet com a marca Gran Cani e sua linha de petiscos naturais para cães. Produzidos a partir de proteína animal pura, os produtos oferecem benefícios como limpeza de dentes, alívio de estresse e estímulo à mastigação — aproveitando partes descartadas do animal e promovendo circularidade na cadeia.

A marca Gran Cani se destaca por:

Petiscos para cães 100% proteína natural (bovinos e suínos), sem químicos.
Feitos com peças selecionadas (por exemplo, esôfago, ossos, orelhas), limpas, desidratadas e seguras para consumo.
Estimulam mastigação intensa: ajudam no controle de tártaro, reduzem a ansiedade e proporcionam entretenimento saudável.

Entre os seus diferenciais estão segurança e qualidade, limpeza severa para evitar pontas, fungos e odor, sustentabilidade, reaproveitamento de peças que seriam descartadas. “Quando optamos por reaproveitá-las estamos reduzindo o descarte, reduzindo a cadeia de processamento e estamos aproveitando 100% do que um bovino ou suíno pode nos oferecer. Isso mostra nosso máximo respeito àquele animal que foi abatido para alimentação humana e que agora também contribui para alimentação e saúde dos cães”, destaca Ricardo Rinaldo, head de marketing da empresa.

O portfólio Gran Cani é amplo e indicado a todos os portes de cães, são 18 produtos, que vão desde palitos para cães pequenos até ossos de fêmur bovino de 1,5 kg, para raças maiores.

Por ser feito 100% de proteína natural do bovino ou suíno, o petisco pode fazer parte da rotina de alimentação do cão sem nenhum tipo de adaptação especial como um complemento da alimentação de rotina do animal. É sempre necessário que o dono verifique se o cão não tem nenhum tipo de alergia às proteínas bovinas ou suínas antes de oferecer qualquer um dos petiscos.

“Em nossas pesquisas, conquistamos uma avaliação muito positiva dos donos de cães que puderam trocar o produto artificial pelos petiscos naturais da Gran Cani. Com estes lançamentos queremos manter esse movimento de troca por algo mais saudável para o cão e que contribui para a melhoria de toda uma cadeia de produção anterior”, completa Ricardo.

Os lançamentos da linha Gran Cani podem ser encontrados nos petshops de todos tamanhos, e também em alguns supermercados. O foco neste momento são os estados de São Paulo e Minas Gerais. Para outras regiões, a empresa está em processo de novos parceiros de distribuição.

“Gran Cani surge da união do amor pelos cães com a busca por qualidade, saúde e funcionalidade: um petisco que diverte, nutre, cuida e respeita toda a cadeia de produção animal”, finaliza o executivo.

Sobre a empresa

A BMG Foods é a operação brasileira do Frigorífico Concepción, líder de mercado no Paraguai, que carrega uma tradição de 27 anos de mercado. A empresa se destaca pela qualidade de seus produtos, compromisso com a sustentabilidade e ampla linha de cortes bovinos e suínos. Com um portfólio que abrange a produção e distribuição de carnes e subprodutos, a BMG Foods atua nos segmentos de varejo e food service, fornecendo produtos resfriados e congelados para uma ampla gama de clientes. A empresa também é uma grande exportadora e atende a clientes nos principais mercados globais e tem iniciativas consistentes com relação à sustentabilidade. Atualmente a empresa conta com 6.000 funcionários e 40 unidades de produção e distribuição espalhadas pelo país.

Gatos mais calmos: como reduzir o estresse e garantir o bem-estar do pet?

0
Fonte: Divulgação

Reconhecer os sintomas e adotar medidas simples pode fazer toda a diferença na qualidade de vida do felino

A vida dos gatos mudou bastante nas últimas décadas. De caçadores independentes, que percorriam grandes territórios ao ar livre, eles passaram a viver em ambientes internos, cercados por estímulos típicos da vida doméstica: barulhos constantes, presença de visitantes, mudanças frequentes na casa, novos animais de companhia e, em alguns casos, até a solidão prolongada. Para uma espécie altamente territorial e sensível como a felina, esses fatores podem desencadear níveis significativos de estresse.

“Quando o gato não se sente seguro, sua resposta comportamental pode variar de atitudes sutis, como se esconder e evitar contato, até reações mais preocupantes, como automutilação por lambedura excessiva, agressividade inesperada ou recusa alimentar”, detalha Mariana Raposo, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Esses comportamentos não são “birras”, mas sinais claros de que o animal está com uma sobrecarga emocional. E é nesse ponto que entra a importância de estratégias preventivas para garantir a manutenção do bem-estar do felino.

Uma das soluções que ganhou destaque nos últimos anos é o uso de análogos sintéticos de feromônios felinos, que reproduzem mensagens naturais que os gatos já utilizam entre si. Ao liberar no ambiente substâncias que imitam os feromônios faciais (F3) que são associados ao bem-estar, como os que o gato deposita ao esfregar o rosto em móveis ou pessoas, cria-se uma atmosfera de familiaridade. “Isso atua diretamente no cérebro, especialmente no sistema límbico, responsável pelas emoções, promovendo sensação de segurança e estabilidade. Em situações de mudança, introdução de novos animais, viagens ou até períodos de ruído intenso, como fogos de artifício, esses feromônios funcionam como um “sinal invisível” de que tudo está sob controle”, explica a profissional.

Mas os avanços não param por aí. Hoje também existem suplementos nutricionais feitos com a proteína hidrolisada do leite, que auxiliam a prevenir respostas comportamentais relacionados ao estresse, auxiliando no manejo comportamental e bem-estar dos animais.

“Esses tipos de recursos podem ser utilizados em qualquer fase da vida, especialmente em pets que demonstram maior sensibilidade emocional, atuando de forma complementar às medidas ambientais e comportamentais”, detalha Mariana.

Outro ponto fundamental ao pensar no bem-estar dos felinos é o enriquecimento ambiental. Brinquedos interativos que liberam petiscos, arranhadores estrategicamente posicionados, prateleiras para escalada e até simples caixas de papelão cumprem um papel importante no estímulo físico e mental. “Ao permitir que o gato expresse seus comportamentos naturais de caça, marcação e exploração, reduz-se a frustração acumulada em ambientes fechados. Além disso, o envolvimento ativo do tutor nessas interações cria um vínculo de confiança que fortalece a segurança emocional do animal”, afirma Mariana.

Por fim, o tutor não deve subestimar o poder da rotina. Alimentar, brincar e interagir em horários regulares traz ao gato previsibilidade, algo extremamente valioso para uma espécie que gosta de controle sobre seu território e sobre as situações ao seu redor. Pequenas mudanças podem gerar grande desconforto, mas quando o tutor oferece constância, o animal se sente mais protegido diante das inevitáveis variações da vida cotidiana.

Sobre a Avert Saúde Animal

A Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Posts Mais Recentes