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Brazilian Pet Foods lança primeiro alimento úmido para pets em caixinha no Brasil

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Em parceria com a Tetra Pak, empresa aposta em inovação e amplia portfólio com as marcas Snow Dog e Canister

A Brazilian Pet Foods, uma das maiores fabricantes de alimentos pet do país e referência no setor há mais de três décadas, dá um passo inédito e estratégico no mercado brasileiro ao lançar o primeiro alimento úmido para animais de estimação em embalagens cartonadas. O projeto, realizado em parceria com a Tetra Pak, chega para atender à crescente demanda por produtos mais saudáveis e práticos para os pets, com as marcas Snow Dog e Canister.

O lançamento contempla oito versões de produtos, todos 100% naturais, livres de corantes, aromatizantes e conservantes artificiais. A entrada nesse novo segmento premium deve representar até 12% do faturamento anual da companhia, com expectativa de gerar R$ 72 milhões em vendas já no primeiro ano.

“Nossos novos produtos vão inaugurar uma extensão da categoria de pet food no Brasil, em linha com a tendência de trazer alimentos mais saudáveis aos animais de estimação, além de ampliar o portfólio de produtos de alto valor agregado para os varejistas”, explica Marcos Calsavara, diretor comercial e marketing da Brazilian Pet Foods.

A tecnologia escolhida para o projeto foi a embalagem Tetra Recart®, desenvolvida pela Tetra Pak para alimentos prontos para o consumo. O modelo permite a esterilização em autoclave, garantindo maior vida útil sem necessidade de refrigeração e preservando as propriedades nutricionais dos alimentos. Essa é a primeira embalagem cartonada capaz de envasar alimentos em pedaços – como vegetais, refeições prontas e agora também pet food.

“A entrada da Tetra Pak no segmento de alimentação para pets no Brasil é um importante passo na nossa estratégia de apoiar a indústria em diversas frentes, como a inserção em mercados totalmente novos. Para isso, oferecemos uma estrutura ao cliente, como conhecimento de novos mercados e desenvolvimento dos produtos”, afirma Luis Antonio Kühl, diretor de Novos Negócios da Tetra Pak Brasil.

Com faturamento superior a R$ 75 bilhões em 2024, segundo a Abinpet, o mercado pet brasileiro é um dos mais promissores do mundo. Apenas a categoria de alimentos industrializados movimentou R$ 40,8 bilhões no último ano, correspondendo a mais da metade de todo o setor.

O pré-lançamento oficial dos novos alimentos da Brazilian Pet Foods aconteceu durante a Pet South America (13 a 15 de agosto), onde o público pôde conhecer as novidades em primeira mão. A chegada às prateleiras está prevista para os próximos meses, com abrangência nacional e foco inicial em mercados estratégicos.

“O olhar humanizado para os animais de estimação é uma tendência crescente. Por isso, apoiar nossos clientes para que possam trazer novidades, segurança e saudabilidade também para os pets é fundamental”, completa Kühl, da Tetra Pak.

Sobre a Tetra Pak

A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e embalagem de alimentos. Atuamos próximo aos nossos clientes e fornecedores, proporcionando acesso a alimentos seguros e nutritivos para centenas de milhões de pessoas em mais de 160 países todos os dias.

Com mais de 24 mil funcionários em todo o mundo, nos comprometemos a tornar os alimentos seguros e disponíveis em todos os lugares, e prometemos proteger o que é bom: alimentos, pessoas e o planeta.

Sobre a Brazilian Pet Foods

A Brazilian Pet Foods, uma das maiores fábricas de alimentos pet do país, está há mais de três décadas no mercado. Fundada em 1992, a empresa se tornou referência no setor, figurando no ranking da Nielsen como líder no sul do Brasil e expandindo sua presença nacionalmente, em supermercados, petshops e no e-commerce. Seu propósito permanece o mesmo: alimentar o elo entre você e seu pet.

Fonte: Néctar Comunicação Corporativa

Aumento de animais silvestres em áreas urbanas acende alerta no Brasil

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Veterinária da FSG explica causas, riscos e cuidados em casos de avistamento

O aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas tem se tornado cada vez mais comum em diferentes regiões do país. Segundo a médica veterinária Camila da Silva Machado Andreazza, mestre em Saúde Animal, especialista em clínica e cirurgia de animais silvestres e exóticos e docente do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), o fenômeno está diretamente ligado ao avanço da urbanização e à perda de habitat natural.

“O crescimento das cidades e a construção de estradas causam desmatamento e fazem com que os animais percam território, aproximando-se cada vez mais dos centros urbanos. Hoje há tanto um aumento real desses casos quanto uma maior visibilidade proporcionada pelas redes sociais”, explica a especialista.

Entre os felinos silvestres mais avistados estão o gato-do-mato-pequeno, o gato-maracajá, a jaguatirica e até mesmo o puma, espécie de grande porte que tem registros cada vez mais frequentes em cidades brasileiras. Essas ocorrências se concentram sobretudo nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, em áreas próximas a fragmentos de Mata Atlântica e Cerrado.

De acordo com Camila, os riscos são grandes tanto para os animais quanto para a população. “Os silvestres podem sofrer atropelamentos, perseguições, envenenamentos, além de ficarem expostos a doenças de animais domésticos. Já em relação à segurança, felinos de médio porte, como o puma, podem atacar para se defender, representando perigo real em encontros com pessoas ou animais de estimação”, alerta.

A recomendação, em caso de avistamento, é não se aproximar e acionar imediatamente órgãos competentes, como Secretaria do Meio Ambiente, Polícia Ambiental ou Corpo de Bombeiros. Também é importante proteger os animais domésticos, evitar tentativas de captura ou alimentação e não divulgar a localização em tempo real nas redes sociais, a fim de prevenir perseguições ou caça ilegal.

Para reduzir conflitos, a especialista aponta medidas como manutenção de corredores ecológicos, planejamento urbano responsável, proteção de criações domésticas, instalação de passagens de fauna em rodovias e campanhas educativas. O poder público, universidades e ONGs também têm papel essencial na preservação, pesquisa, conscientização e resgate desses animais.

“O caminho para uma convivência harmoniosa entre fauna silvestre, seres humanos e animais domésticos passa, inevitavelmente, pela educação ambiental. Somente com conscientização e preservação será possível garantir a coexistência sustentável e proteger a saúde coletiva”, conclui a docente da FSG.

Sobre a FSG – A FSG é o Centro Universitário da Serra Gaúcha. Reconhecida há mais de 20 anos pelo seu protagonismo no desenvolvimento de propostas educacionais instigadoras, é referência no cenário da educação superior. Oferece centenas de cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão presenciais e a distância. Em 2024, a FSG passou a ofertar o curso de Medicina. A Instituição integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados. Visite: www.fsg.edu.br

Fonte: maquina cohn wolfe

Câncer em pets: 5 mitos sobre o tratamento da doença

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O câncer é multifatorial e pode ser causado por fatores genéticos e ambientais, afetando cães e gatos em qualquer etapa da vida

O câncer em pets é mais comum do que as pessoas imaginam. O de mama, por exemplo, atinge pelo menos 45% das cadelas e 30% das gatas, segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Contudo, cães e gatos podem desenvolver outros tipos de tumores, e a incidência aumenta com a idade.

“Embora o risco seja maior para animais mais velhos, cães e gatos jovens também podem ser diagnosticados com a doença, pois a genética e o ambiente influenciam o desenvolvimento do câncer em qualquer etapa da vida”, analisa Nazilton De Paula Reis Filho, médico-veterinário do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo.

Como esta é uma doença de origem multifatorial, com fatores de risco muitas vezes não identificados nos pets, é importante realizar exames periódicos para a detecção precoce. Consultas com o veterinário e exames de rotina ajudam a identificar seu estágio inicial, favorecendo o prognóstico. Esse acompanhamento é ainda mais importante nos animais que apresentam predisposição familiar ou riscos já conhecidos.

No entanto, há muita desinformação em torno do tema. A seguir, o Dr. Nazilton desmonta os principais mitos relacionados ao tratamento de câncer em pets. Veja:

Mito 1: O câncer é uma sentença de morte para o pet
Com o avanço da oncologia veterinária, o diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte, e cães e gatos podem receber tratamentos independentemente do estágio da doença, do estado de saúde do animal e do prognóstico recebido. Mesmo nos casos sem cura, o tratamento pode trazer mais tempo e qualidade de vida para o pet. “Sempre vale a pena tratar, mesmo se o animal estiver com a idade mais avançada. Muitos pets idosos respondem bem aos tratamentos disponíveis contra o câncer”, acrescenta Dr. Nazilton.

Mito 2: Só tumores grandes precisam ser removidos

Tumores pequenos também podem ser malignos, e a remoção cirúrgica pode ser aconselhada após a avaliação de um veterinário. A cirurgia é uma das principais formas de tratamento e, desde que aplicada corretamente, pode aumentar as chances de cura do animal.

Mito 3: A quimioterapia prejudica o animal
A quimioterapia é indicada para tratar tumores que não podem ser operados ou submetidos à radioterapia, ou ainda que não responderam bem a esses tratamentos. A quimio também controla a recidiva do tumor (o retorno da doença após o início do tratamento ou da regressão) e a progressão PARA metástase (quando o câncer se espalha para outros órgãos).

“A resposta do cão ou gato ao tratamento com quimioterapia vai depender de fatores individuais, sensibilidade das células de câncer e do protocolo que o médico utilizará. A boa notícia é que, diferente do tratamento em seres humanos, os pets têm maior tolerância à quimioterapia e acabam apresentando poucos efeitos colaterais, ou até mesmo nenhum. Desse modo, na maioria dos casos, o cão ou gato continua se alimentando, brincando e dormindo normalmente”, comenta o especialista do Nouvet.

Mito 4: O tratamento do câncer pode acelerar a progressão da doença

É mito acreditar que tratar o câncer pode acelerar a doença. Na verdade, os tratamentos como cirurgia, quimioterapia e radioterapia são fundamentais para controlar o tumor, aliviar sintomas e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes, inclusive nos casos mais avançados.

Mito 5: O tratamento para o câncer é sempre caro
Existem protocolos de tratamento para o câncer acessíveis para todos os casos. O ideal é que o tutor converse com o veterinário para entender qual é a melhor alternativa para o animal e para a sua realidade financeira.

Combater a desinformação sobre o câncer em pets é fundamental para encorajar o cuidado preventivo. “Se você suspeita que seu pet esteja doente, agende uma consulta para receber a orientação adequada do veterinário”, finaliza o Dr. Nazilton.

Sobre o Nouvet

O Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.

Fonte:Agência NoAr

Dermatite Atópica Canina: Entenda a Doença e Conheça Soluções Inovadoras para o Bem-Estar dos Pets

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A dermatite atópica canina (DAC) é uma das doenças dermatológicas mais comuns em cães, afetando o bem-estar e a qualidade de vida de milhares de pets no Brasil e no mundo. Estudos indicam que a DAC atinge entre 10% e 15% dos cães globalmente, enquanto no Brasil, pesquisas em hospitais veterinários registraram índices acima de 25% entre os casos dermatológicos.
“A DAC é uma condição inflamatória crônica e pruriginosa, de origem genética e imunológica, que compromete a barreira cutânea e provoca coceira intensa, vermelhidão e infecções secundárias. “A dermatite atópica não é apenas uma questão estética; ela impacta diretamente a qualidade de vida do animal. O prurido constante leva ao estresse, alterações de comportamento e até perda de peso. Por isso, o manejo da doença precisa ser integrado, atuando no controle da inflamação e no fortalecimento do sistema imunológico”, explica o médico-veterinário da Soft Care, Edren Silva.
De olho nesta questão, compartilhamos quatro dicas essenciais para os tutores que possuem pets com esta condição:

1. Fortaleça a saúde intestinal com probióticos
O intestino está diretamente ligado ao sistema imunológico. Por isso, o uso de suplementos como o Soft Care Nutri Bioflora Pet Tabs é um grande aliado no manejo da DAC. O produto contém 7 cepas probióticas (3,9 bilhões de UFC por tablete), além de prebióticos MOS, Betaglucanas, Zinco e Vitamina E, que atuam na modulação da microbiota intestinal e na resposta imune, favorecendo uma pele mais saudável e menos suscetível a inflamações.
“Estudos recentes mostram que a saúde intestinal influencia diretamente doenças de pele, incluindo a dermatite atópica. Um ecossistema intestinal equilibrado ajuda a reduzir processos inflamatórios sistêmicos e, consequentemente, os sintomas da DAC”, reforça Dr. Edren Silva.

2. Banhos terapêuticos e hidratação da pele
O uso de shampoos calmantes e hidratantes específicos para cães com DAC é fundamental para restaurar a barreira cutânea e aliviar a coceira.

3. Controle ambiental e alérgenos
Reduza a exposição a poeira, ácaros, mofo e pólen, mantendo a casa limpa e o ambiente arejado. Esses fatores são gatilhos importantes para crises alérgicas.

4. Acompanhamento veterinário personalizado
O tratamento deve ser individualizado, podendo incluir medicamentos específicos, imunoterapia, suplementação e terapias tópicas.

A dermatite atópica canina é uma condição complexa, mas, com cuidados adequados e produtos inovadores como o Bioflora Pet Tabs, é possível melhorar a qualidade de vida dos pets e proporcionar mais conforto e bem-estar.
Sobre a Pet Society

Com 21 anos de história, a Pet Society é uma das mais reconhecidas marcas de higiene, embelezamento e saúde animal do mercado brasileiro, desenvolvendo e fabricando produtos exclusivos, inovadores, seguros e, principalmente, de alta eficácia e qualidade. Com presença em mais de 70 países do mundo e filial nos Estados Unidos, a Pet Society é 100% nacional e engloba as marcas HYDRA, Soft Care, Beeps, Megamazon, Pet Society Super Premium, PS Care, Hello Kitty and Friends by Pet Society e MBS Pro Grooming que, hoje, oferecem uma ampla variedade de produtos para todo o ecossistema pet (veterinários, pet shops, centros de estética animal e tutores). Além disso, contribui para inúmeras associações e organizações não governamentais (ONGs) que cuidam de animais e pessoas. Saiba mais em: https://petsociety.com.br e https://www.instagram.com/psociety

Fonte: Michellin Marketing

Anffa Sindical alerta para os riscos da tuberculose bovina em animais e seres humanos

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Doença é transmitida pelo contato direto com animais infectados e pelo consumo de carne, leite e derivados, o que reforça a importância das medidas sanitárias nos rebanhos

A tuberculose bovina afeta rebanhos em todo o País e também coloca em risco a saúde da população, podendo ser transmitida pelo consumo de carne, leite e derivados sem inspeção sanitária e pelo contato direto com animais infectados. Trata-se de uma zoonose que ameaça a segurança dos alimentos, gera prejuízos à pecuária e reforça a importância da fiscalização oficial para proteger a saúde pública. Por isso, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) alerta para a importância das ações de controle da doença nos rebanhos e para o consumo de alimentos inspecionados.

A tuberculose bovina é causada pela bactéria Mycobacterium bovis, de evolução crônica, que acomete também os bubalinos. A doença acarreta perdas econômicas relevantes devido à queda na produção leiteira, emagrecimento progressivo dos animais, pela eliminação de animais positivos e condenações de carcaça em abatedouros, sendo imprescindível a adoção de medidas sanitárias para o controle da doença nos rebanhos e, consequentemente, evitando a transmissão aos seres humanos.

Além da transmissão via alimentos, a infecção também se dá pelo contato direto com animais infectados. Entre os grupos de maior risco estão médicos veterinários, trabalhadores rurais e profissionais de frigoríficos, assim como os auditores fiscais federais agropecuários. A tuberculose pode levar a quadros clínicos graves, colocando em evidência a relevância da vigilância e do controle sanitário.

De acordo com o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Marcelo de Andrade Mota, a tuberculose atinge entre 0,16% e 9% dos rebanhos do País. A maior prevalência é observada em sistemas de produção leiteira intensiva, onde a densidade populacional e as práticas de manejo favorecem a disseminação do agente.

Segundo a diretora de Comunicação da Delegacia do Anffa Sindical no Distrito Federal e chefe da Divisão de Controle da Brucelose e da Tuberculose Animal do Mapa, Patricia Santana Ferreira, o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal estabelece medidas como a testagem obrigatória de animais para trânsito interestadual para fins de reprodução e participação em aglomerações, a eliminação de reagentes positivos sob supervisão oficial, a vigilância epidemiológica e o saneamento obrigatório. A adesão rigorosa a essas ações, aliada à fiscalização oficial, é indispensável para evitar a disseminação da enfermidade.

“Entre outras medidas de prevenção estão a exigência de exames negativos de brucelose e tuberculose antes da introdução de novos animais ao rebanho, a testagem periódica do rebanho, e evitar o consumo de carne, leite e derivados sem inspeção sanitária oficial”, destacou a especialista.

O presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, destaca a atuação dos auditores fiscais federais agropecuários, determinante para a segurança da população e que esses profissionais também precisam ser protegidos contra a doença.

O Anffa Sindical destaca também que o consumo responsável, aliado ao cumprimento das normas sanitárias por parte dos produtores, é fundamental para proteger a saúde pública, preservar a competitividade do agronegócio e assegurar a imagem internacional do Brasil como fornecedor de alimentos seguros.

Fonte: FSB Comunicação

Pets e crianças: como tornar essa relação ainda melhor?

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A relação entre pets e crianças é fonte constante de aprendizado, afeto e alegria

A relação entre pets e crianças é uma das mais ricas em aprendizado e afeto dentro de uma família. Diversos estudos mostram que crianças que crescem em contato com animais desenvolvem maior empatia, autoestima e habilidades sociais, além de aprenderem desde cedo noções de responsabilidade e respeito. Para os pets, essa convivência também é extremamente positiva: o contato constante com os pequenos contribui para que se tornem mais sociáveis, ativos e emocionalmente equilibrados, além de reduzir a solidão e o tédio.

Mas para que essa parceria funcione de maneira segura e prazerosa, é essencial que os adultos atuem como mediadores. “Nem todas as crianças sabem lidar com os limites do animal, e nem todos os pets estão naturalmente prontos para conviver com o comportamento enérgico e curioso dos pequenos. A paciência dos pais e cuidadores é determinante nesse processo de adaptação, e recursos simples, como os snacks, podem fazer toda a diferença ao transformar encontros e interações em momentos de confiança e prazer para ambos”, detalha a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

Ao introduzir um animal no convívio com uma criança, a supervisão constante é indispensável. Essa presença garante segurança e permite que os adultos ensinem a maneira correta de se aproximar, acariciar ou brincar com o pet. É igualmente importante que a criança aprenda a reconhecer sinais da linguagem corporal do animal, como rabo baixo, orelhas para trás ou rosnados, que indicam desconforto e servem como alertas para evitar situações de estresse. Outra medida fundamental é garantir que cães e gatos tenham sempre um espaço próprio onde possam se recolher se não quiserem interagir. Esse “refúgio” transmite segurança e previne conflitos.

“Nesse processo de aproximação, sob orientação dos pais, a criança pode oferecer petiscos de maneira correta, seja na mão aberta ou colocando-os no chão. Para o animal, esse gesto representa uma associação positiva: a presença da criança passa a estar ligada a algo prazeroso. Essa prática fortalece a confiança e ajuda a estreitar os laços de forma saudável. Os petiscos também podem ser incorporados a brincadeiras educativas; ensinar o cão a sentar ou dar a pata, recompensando-o com um snack, é uma atividade divertida que envolve a criança e ao mesmo tempo promove disciplina no animal. Para os gatos, esconder petiscos em brinquedos interativos ou em pequenos espaços pode estimular o instinto de caça e tornar a interação lúdica e enriquecedora”, elucida a profissional.

Outra forma de fortalecer o vínculo é envolver a criança em pequenas responsabilidades cotidianas. “Permitir que ela ajude a encher o potinho de água, organizar os brinquedos ou oferecer o snack na hora certa ensina sobre cuidado e dedicação, ao mesmo tempo em que cria uma rotina de parceria com o pet. É importante, no entanto, considerar sempre a personalidade e o nível de energia de cada animal. Cães mais ativos podem se adaptar melhor a brincadeiras físicas, enquanto gatos ou cães tímidos podem precisar de interações mais calmas e respeitosas”, conta Bruna.

Quando conduzida com atenção, paciência e estratégias adequadas, a convivência entre pets e crianças se torna transformadora. O uso equilibrado de snacks nesse processo não deve ser visto apenas como recompensa, mas como ferramenta pedagógica e afetiva, capaz de ensinar, aproximar e fortalecer o vínculo entre eles. Mais do que momentos de diversão, essa relação se traduz em aprendizado mútuo, confiança e afeto genuíno, valores que permanecem por toda a vida.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Fofinho e Gordinho? Cuidado! alimentação natural, atividade física e controle de petiscos pode ajudar

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Cerca de 30% dos cães e gatos no Brasil estão acima do peso ideal. Veja como a alimentação natural e outras dicas auxiliam em uma vida mais saudável.

A obesidade vem se tornando um problema crescente entre os animais de estimação, especialmente entre cães e gatos que vivem em ambientes urbanos, onde a falta de exercício e uma alimentação desequilibrada contribuem para o ganho de peso. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), cerca de 30% dos pets no Brasil estão acima do peso ideal, o que pode acarretar sérios problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas, problemas articulares e até redução da expectativa de vida.

Segundo a Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets no Brasil, muitos tutores consideram normal que seus animais estejam “fortinhos”, mas é importante estar atento a alguns sinais. O aumento do volume abdominal, a dificuldade em apalpar as costelas e a respiração ofegante, mesmo em repouso, são indícios de sobrepeso. A relutância em brincar ou se exercitar também deve ser observada.

Uma forma eficiente de controlar o peso do pet, segundo a Pet Delícia, é a alimentação natural. Ela oferece um controle preciso dos ingredientes e das quantidades, permitindo ajustes conforme o metabolismo e as necessidades do animal. Ideal para pets acima do peso, essa dieta proporciona uma nutrição equilibrada e rica em nutrientes essenciais.

Com a alimentação natural, os tutores podem oferecer carnes magras, vegetais, grãos e até suplementos naturais, garantindo uma dieta balanceada. Além disso, ela contribui para uma melhor digestão e saúde geral, proporcionando mais energia e disposição ao pet.

Veja outras dicas que podem complementar a alimentação natural e ajudar no controle de peso do seu pet.

Horários regulares para refeições: estabelecer horários regulares para as refeições do seu pet é ideal para evitar que ele coma por impulso ou ansiedade. Muitos animais, sobretudo, os que ficam sozinhos por longos períodos, podem desenvolver o hábito de comer em excesso, o que contribui para o ganho de peso. Com uma rotina alimentar definida, o pet se alimenta de forma mais controlada, o que ajuda a manter seu equilíbrio nutricional e saúde. Essa regularidade também traz segurança e conforto ao animal, que sabe o que esperar.

Controle de petiscos: petiscos são uma forma comum de carinho e recompensa, mas quando oferecidos em excesso, podem contribuir para o ganho de peso e até para problemas de saúde, como obesidade. Por isso, é essencial controlar a quantidade e a frequência. Em vez de oferecer petiscos todos os dias, reserve-os para momentos especiais ou como recompensa por um bom comportamento. Escolha petiscos mais saudáveis, como frutas e legumes frescos (cenoura, maçã, pepino) ou opções naturais, que são mais leves e oferecem benefícios nutricionais sem calorias extras.

Incentivo à atividade física: incentivar a atividade física para manter o peso do seu pet sob controle também faz parte para um bom controle de peso. Para cães, é recomendado reservar pelo menos 30 minutos de caminhada, duas vezes ao dia. As brincadeiras diárias também são ótimas para gastar energia. Para os gatos, mesmo que não saem para passeios, é importante usar brinquedos e arranhadores para mantê-los ativos e estimulados.

Por fim, as pesagens regulares: acompanhar o peso do seu pet de forma regular é muito importante, através dessa frequência nas pesagens ajuda a detectar mudanças antes que se tornem um problema maior. Com a orientação do veterinário, é possível estabelecer metas realistas de peso, ajustando a alimentação e a atividade física conforme necessário para manter a saúde do seu pet em dia.

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br

Fonte: Publika.aí Comunicação

Petlove Summit 2025 reúne líderes e profissionais para debater e transformar o futuro da medicina veterinária

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Maior ecossistema pet do Brasil promove agenda com temas como gestão de marketing, saúde mental e atendimento de excelência, com o objetivo de estimular trocas reais e conexões estratégicas

No dia 20 de setembro, a Petlove, maior ecossistema pet do Brasil, realiza, em São Paulo, a primeira edição do Petlove Summit 2025, um encontro inédito que nasce com um propósito claro: valorizar quem cuida dos pets e cocriar o futuro da medicina veterinária e do setor pet no Brasil. O congresso é voltado para médicos veterinários e vai reunir profissionais da saúde animal que acreditam no poder da colaboração, da escuta e da valorização dessa ciência como pilar essencial do bem-estar pet. Mais do que um evento, o Summit será um espaço de aprendizados relevantes, trocas reais e conexões estratégicas que fortalecem toda a cadeia de cuidado.

O encontro acontece em formato híbrido, permitindo participação presencial e também online via plataforma Vetsmart. A agenda foi pensada para promover conhecimento e vai abordar pautas estratégicas para a transformação do mercado pet no país. A ideia é que os profissionais possam ampliar suas competências e fortalecer sua atuação, adquirindo ainda mais repertório em assuntos como marketing, atendimento ao cliente e, principalmente, manutenção e cuidados com a saúde mental.

Entre os temas das palestras estão: Marketing e Posicionamento para Veterinários, com Carla Maion (@Vet_Nutri); Inteligência Artificial na Veterinária, com Rodrigo Neman e Bruno Curtarelli (Petlove); Muito Além do Atendimento: Experiências que Marcam, com Gabriel Villareal (Certificado pelo Disney Institute), entre outros.

“Estamos felizes e honrados em realizar a primeira edição o Petlove Summit, que pretendemos promover anualmente. Este é um evento que nasce para ouvir e fortalecer quem vive a medicina veterinária todos os dias, discutindo os desafios da profissão e cocriando soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável do setor”, afirma Fabiano Lima, CEO de Saúde da Petlove.

Petlove Summit – Serviço
Data: 20 de setembro
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12901, São Paulo – SP
Horário: das 9h30 às 17h20*
(*) Para a experiência presencial, o evento se estende até 20h30, com um Happy Hour
Endereço:

Ingressos disponíveis em três modalidades:
– Online: certificado de presença.
– Standard: certificado, brindes exclusivos, coffee break e happy hour.
– VIP: todos os benefícios do ingresso Standard, acesso gratuito por 6 meses ao Vet Smart Pro, participação em sorteio de consultoria de gestão e brinde exclusivo.

Programação:

Visão Estratégica & Como a Petlove Movimenta o Ecossistema, com Talita Lacerda;
Mercado do Plano de Saúde Pet + Programa de Relacionamento, com Fabiano Lima & Pamella;
Quando a Inovação Encontra o Cuidado: Provet e o Futuro da Medicina Diagnóstica, com Rubem Montoni;
Muito Além do Atendimento: Experiências que Marcam, com Gabriel Villareal (Disney Institute);
Marketing e Posicionamento para Veterinários, com Carla Maion (@Vet_Nutri);
Inteligência Artificial na Veterinária, com Rodrigo Neman e Bruno Curtarelli;
Cuidar da Mente é Cuidar da Vida, com Aline Boiças (Zenklub).

Fonte: Gustavo Mattos

Como preservar a mobilidade em pets idosos?

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Caminhadas curtas, brincadeiras e o uso de suplementos são medidas que asseguram a manutenção da qualidade de vida do pet em cada passo

O envelhecimento dos pets é um processo natural, mas que traz consigo mudanças significativas na saúde e no comportamento. Entre as alterações mais comuns está a perda de mobilidade, resultado de dores articulares, rigidez muscular e, em muitos casos, do avanço da osteoartrite.

“Cães e gatos idosos podem passar a ter dificuldade em subir escadas, saltar para o sofá, correr ou até mesmo realizar atividades simples, como caminhar longas distâncias. Esses sinais não devem ser vistos apenas como parte inevitável da idade, mas como um alerta para que o tutor adote medidas de prevenção e cuidado que garantam bem-estar e qualidade de vida na fase sênior”, afirma Mariana Raposo, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Manter a mobilidade é essencial não apenas para a saúde física, mas também para o equilíbrio emocional do animal. Os pets que permanecem ativos apresentam menor propensão à depressão, à ansiedade e ao isolamento, além de preservarem por mais tempo sua autonomia e autoestima. “Para isso, a introdução de exercícios leves, adaptados à idade e às condições do animal, é uma estratégia indicada. Caminhadas curtas, atividades de baixo impacto e brincadeiras controladas ajudam a fortalecer músculos, manter a circulação ativa e evitar o ganho excessivo de peso, que pode agravar problemas articulares. No caso dos gatos, estimular movimentos com brinquedos interativos, arranhadores em alturas acessíveis e circuitos simples dentro de casa também contribuem para preservar a mobilidade”, detalha a profissional.

Outro recurso é a fisioterapia, sessões de hidroterapia, alongamentos guiados e exercícios com equipamentos específicos promovem fortalecimento muscular e alívio das dores articulares. A fisioterapia não apenas melhora a mobilidade, como também estimula a liberação de endorfina, trazendo sensação de bem-estar. Muitos tutores relatam melhora significativa na disposição e no humor dos pets após algumas sessões, mas vale lembrar que o tratamento deve sempre ser indicado pelo médico-veterinário, pois o profissional irá avaliar a necessidade e o melhor exercício a ser realizado de acordo com o histórico do animal.

A prevenção de doenças articulares também é essencial quando se pensa em envelhecimento saudável. “Identificar os sinais precoces, como relutância em brincar, andar mais devagar, mancar ou evitar determinados movimentos é o primeiro passo para que o tutor possa buscar ajuda. Por isso, nessa fase as consultas regulares com o médico- veterinário são ainda mais importantes e permitem monitorar a saúde articular e ajustar o plano de cuidados conforme a necessidade do pet”, conta Mariana.

Além das atividades físicas, a nutrição desempenha papel decisivo na preservação da mobilidade. O uso do ômega-3, por exemplo, tem se mostrado benéfico no manejo de cães idosos.

O ômega-3 é um grupo de ácidos graxos essenciais. Dentro desse grupo, dois componentes se destacam por sua importância clínica: o EPA (ácido eicosapentaenoico) e o DHA (ácido docosahexaenoico).

“O EPA é especialmente eficaz na redução de processos inflamatórios crônicos, como os que ocorrem nas doenças articulares, ajudando a diminuir dor e rigidez nas articulações. Ele age controlando a produção de substâncias químicas que causam inflamação, o que resulta em maior conforto para o animal e melhor mobilidade”, elucida a profissional.

Já o DHA atua de forma complementar, mas com foco mais amplo. Ele contribui para a saúde das membranas celulares, especialmente no cérebro e nos olhos, favorecendo a cognição, a memória e até a visão do pet idoso. Em animais que sofrem com declínio cognitivo — algo relativamente comum em cães e gatos mais velhos — o DHA pode ajudar a retardar a progressão dos sintomas, mantendo-os mais ativos e responsivos.

É importante destacar que, para que o ômega-3 exerça efeito terapêutico esperado, a concentração de EPA e DHA deve ser adequada. Por isso, é importante optar por suplementos com certificação de pureza, estabilidade e padronização para garantir garante maior eficácia.

Outro suplemento essencial, ao pensar na mobilidade dos pets, é o colágeno tipo II que ajuda a promover a regeneração e a reparação da cartilagem, estimulando a produção de colágeno e proteoglicanos, que são componentes importantes da cartilagem articular.

Diversos estudos apontam que a combinação do colágeno tipo II com o ômega-3 rico em EPA e DHA potencializa os resultados, ajudando a diminuir a inflamação, protegendo as cartilagens, melhorando a mobilidade e favorecendo a qualidade de vida dos pets. “Essa sinergia é especialmente indicada para cães e gatos idosos ajudando não apenas no controle da dor, mas também na preservação da função articular a longo prazo”, conta Mariana.

Com estímulos adequados, acompanhamento veterinário e estratégias nutricionais, cães e gatos podem envelhecer de forma mais ativa, confortável e saudável, mantendo não apenas a capacidade de se locomover, mas também a alegria de interagir com a família e aproveitar cada momento da vida.

Sobre a Avert Saúde Animal

A Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis comunicações

Vetnil® participa da 1ª edição do Congresso Internacional Eduvet e reforça compromisso com a educação veterinária além das fronteiras

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Créditos: Divulgação

A Vetnil®, empresa brasileira do setor veterinário e parceira de quem cuida, esteve presente na primeira edição do Congresso Internacional Eduvet, realizado nos dias 7 e 8 de setembro, no Yacht and Golf Club, em Assunção, Paraguai. Em caráter inédito, o evento reuniu profissionais, acadêmicos e especialistas da medicina veterinária e da educação em nível nacional e internacional, consolidando-se como um espaço de atualização científica, troca de experiências e fortalecimento de redes no setor.

Durante os dois dias, a Vetnil® contou a parceria da Agro-Veterinaria Central S.R.L, distribuidora oficial da companhia na região, e apresentou em seu estande um portfólio selecionado de soluções que apoiam o dia a dia da prática veterinária.

“É uma grande satisfação acompanhar a primeira edição do Congresso Eduvet, um evento que já nasce com relevância internacional ao reunir palestrantes do Brasil, Argentina e Paraguai. A Vetnil® tem orgulho de apoiar essa iniciativa, reafirmando seu compromisso com a valorização e o desenvolvimento da educação veterinária, não só no Brasil, mas em toda a América Latina e no mundo”, destaca Vinícius Correa Denucci, Coordenador Comex da Vetnil®.

Entre os destaques da companhia durante o encontro, estiveram soluções como a linha Vetnil® Skin Care, além de suplementos consagrados como o Pelo & Derme 750 e 1500, Organew®, Glicopan® Pet, Hemolitan® Pet e Vetmax Plus®.

A participação da Vetnil®, entretanto, foi além do espaço expositivo, com o patrocínio de duas palestras do Prof. Dr. Rafael Rodrigues Ferreira, clínico com ênfase em Dermatologia e Alergologia Veterinária e diretor da Dermatovet Cursos, que compartilhou seu conhecimento com a comunidade científica presente.

“Entendemos que fortalecer o desenvolvimento da medicina veterinária é parte da nossa missão. Mais do que apresentar soluções, buscamos estar ao lado dos profissionais em cada jornada, levando conhecimento, inovação e apoio onde eles estiverem; essa é a essência de sermos parceiros de quem cuida”, conclui Denucci.

Sobre a Vetnil

Fundada há 30 anos pelo Médico-Veterinário Dr. João Carlos Ribeiro (In Memorian), a Vetnil®, empresa 100% nacional, atua em pesquisas e no desenvolvimento de produtos para a saúde e performance de pets e de equinos, estando entre as líderes de mercado nestes segmentos no Brasil. A companhia também exporta as suas soluções para mais de 16 países e tem acumulado premiações importantes, como “100 Melhores empresas para se trabalhar no Brasil” (Revista Época, 2006), “30 Melhores empresas para a mulher trabalhar” (Revista Época, 2006), “As 200 Pequenas e Médias Empresas Que Mais Crescem No Brasil” (Revista Exame, 2015), “Melhores do Agronegócio – As 10 melhores do Setor Saúde Animal” (Anuário do Agronegócio 2015, Revista Globo Rural), vencedora na categoria ‘Produtos Veterinários’ do Anuário do Agronegócio da Revista Globo Rural de 2016, 2018 e 2021, além de “Melhores empresas para Trabalhar GPTW Brasil 2020” no ranking Indústria, ranking São Paulo 2020 e ranking Agronegócio 2021, divulgado pela Great Place To Work, entre outras.

Fonte: atdc group

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