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ROYAL CANIN® participa do WSAVA 2025 e reforça compromisso com ciência e educação continuada na Medicina Veterinária

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Marca patrocina simpósio sobre especialidades clínicas e promove palestras no estande

A ROYAL CANIN®, referência global em Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, anuncia sua participação no WSAVA 2025, congresso promovido pela World Small Animal Veterinary Association, que celebra sua 50ª edição entre os dias 25 e 27 de setembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro (RJ). Realizado em parceria com a Anclivepa Brasil (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) e a FIAVAC (Federación Iberoamericana de Asociaciones Veterinarias de Animales de Compañía), o evento reunirá profissionais de diversos países para debater avanços clínicos, incentivar a capacitação técnica e fortalecer a comunidade veterinária global.

Como parte da programação, a marca patrocina o simpósio “Do Boato à Evidência Científica: Uma Jornada pelas Especialidades Veterinárias”, que reunirá referências nacionais e internacionais de diferentes áreas da Medicina Veterinária. Entre os palestrantes confirmados estão Ana Rita Pereira, Maria Carolina Pappalardo, Felipe Romano e Danielle Dito, especialistas em gastroenterologia; Hugo Pires e Luciano Giovaninni, com atuação em nefrologia; Julia Severo e Marconi Farias, nomes de destaque na dermatologia; Carolina Zaghi e Álan Pöppl, referências em endocrinologia; Luciano Trevizan, especialista em nutrição de gatos e cães; além de Kaleizu Rosa, que abordará os desafios da comunicação profissional nas redes sociais.

“Acreditamos que a ciência é o caminho para promover a saúde e o bem-estar para gatos e cães. Promover iniciativas de educação faz parte do nosso DNA e é por isso que nos juntamos a grandes referências das especialidades veterinárias neste simpósio inédito, que chega com o objetivo de desmistificar conceitos propagados sem evidência científica alguma”, afirma Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil.

Ao comentar sobre a importância de sediar um evento de relevância global no Brasil, a executiva complementa: “Estar no WSAVA é uma oportunidade única e especial para fortalecer o diálogo com a comunidade veterinária, compartilhar conhecimento baseado em evidências científicas e apresentar as mais completas soluções nutricionais desenvolvidas para apoiar o Médico-Veterinário na prática clínica. Ter a edição comemorativa de 50 anos do WSAVA acontecendo em nosso país é um grande privilégio para a comunidade veterinária brasileira e a presença da Royal Canin reforça o compromisso de apoiarmos o setor de saúde animal e, especialmente, o desenvolvimento da classe veterinária.”

No estande, os visitantes terão acesso a uma biblioteca científica, além de experiências interativas e sessões educativas. A programação contará com a palestra “Manejo das enteropatias crônicas em gatos”, apresentada por Ana Rita Pereira em português e inglês, “Interface entre obesidade e diabetes em cães e gatos”, ministrada por Álan Pöppl em português, inglês e espanhol, e “The case for nutrition in canine chronic enteropathies: going beyond 2 diet trials” em inglês, conduzida por Danielle Dito. Um dos destaques será o quiz com direito à brindes e sorteio de uma viagem para o Vet Symposium 2026, evento internacional proprietário da ROYAL CANIN® voltado à ciência e à nutrição pet, que acontece em Montpellier, no sul da França.

Entre as soluções nutricionais apresentadas no estande estarão produtos da Linha Nutrição Veterinária, reconhecida por oferecer o portfólio mais completo do mercado em alimentos coadjuvantes, especialmente desenvolvidos para apoiar os tratamentos de doenças diagnosticadas em gatos e cães. Os visitantes terão também a oportunidade de conhecer alimentos da marca voltados à saúde digestiva, como Gastrointestinal Puppy, Gastrointestinal Hydrolysed Protein e Recovery, além de fórmulas específicas para o manejo da obesidade, disponíveis em versões secas e úmidas — entre elas, Satiety Support Canine, Satiety Support Small Dog e Satiety Support Feline. Através da sua participação no WSAVA, a ROYAL CANIN®, marca mais recomendada por Médicos-Veterinários, reafirma seu compromisso em ser uma referência em nutrição e saúde animal.

Criado em 1959, o WSAVA é uma das principais plataformas internacionais dedicadas à Medicina Veterinária de animais de companhia. A associação reúne mais de 115 entidades afiliadas e representa mais de 300 mil profissionais em todo o mundo. A cada edição, o congresso promove a troca de conhecimento científico, estabelece diretrizes globais de cuidado veterinário e incentiva a formação contínua da equipe clínica.

Serviço:
WSAVA Brasil 2025
Data: 25 a 27 de setembro
Local: Rio Centro – Av. Salvador Allende, 6555 – Barra Olímpica, Rio de Janeiro – RJ, 22783-127
Mais informações: no site do evento

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de dietas que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 400 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 17 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 230 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: InPress Porter Novelli

Subdiagnóstico torna doenças articulares ainda mais desafiadoras para os gatos

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Diferentemente dos cães, felinos tendem a ocultar sinais de dor e desconforto

As doenças articulares representam um terrível desafio à saúde e ao bem-estar de cães e gatos, comprometendo a mobilidade e causando dor intensa. No entanto, enquanto os sinais em cães geralmente são perceptíveis, os gatos costumam mascarar os sintomas, dificultando o diagnóstico precoce, etapa essencial para uma melhor resposta ao tratamento.

“Esse é o principal problema relacionado à ausência de sinais claros. Os gatos não sofrem menos com doenças articulares do que os cães, mas o diagnóstico é mais complexo”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, coordenadora de Serviços Técnicos da Unidade Pet da Vetoquinol Saúde Animal.

Segundo a especialista, 6 a cada 10 gatos acima dos 6 anos de idade e 9 em cada 10 gatos com mais de 12 anos apresentam perda de mobilidade e flexibilidade, comprometendo a saúde física e emocional e sua qualidade de vida.

Mesmo que mais sutis, alguns sinais podem indicar a presença de doenças articulares nos gatos. Entre os mais comuns estão menos disposição para saltar; rigidez postural; relutância em se movimentar; mudanças de comportamento, como agressividade e isolamento; e redução nas brincadeiras e comportamentos típicos de caça.

“Dormir mais do que o habitual, evitar o uso da caixa de areia, reduzir o hábito de se lamber (grooming) e reagir ao toque também são sinais importantes. Todos esses comportamentos podem indicar a presença de doenças articulares, como a osteoartrose. Identificar problemas articulares precocemente permite iniciar um tratamento adequado, com maior chance de um desfecho favorável, preservando o bem-estar e contribuindo com a longevidade do animal”, completa Patricia.

Esse cenário de subdiagnóstico acendeu um alerta na indústria de saúde animal. Como resposta, a Vetoquinol, oitava maior companhia global do setor, desenvolveu Flexadin® Advanced Gatos, suplemento alimentar voltado para gatos de todas as idades e formulado com colágeno de frango tipo II não desnaturado, metionina, manganês, ômega 3 e vitamina E.
Dentro do conceito de tratamento multimodal para a osteoartrose — que associa diferentes estratégias para o controle da dor e melhora da qualidade de vida —, o produto oferece suporte nutricional às articulações e cartilagens, favorecendo a mobilidade e flexibilidade dos felinos. Flexadin® Advanced reforça o compromisso da Vetoquinol com o bem-estar físico dos gatos, contribuindo para uma vida mais ativa, confortável e saudável”, ressalta a médica-veterinária.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2024, o faturamento global foi de € 539 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de mais de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Perigo em casa: médica veterinária aponta plantas mais tóxicas para os pets e o que fazer em caso de envenenamento

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Profa. Dra. Catia Massari, docente no curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Facens, afirma que conhecimento e prevenção podem manter a segurança dos bichos

A beleza das plantas ornamentais pode esconder um risco grave para cães e gatos, os pets mais comuns nos lares brasileiros: a intoxicação por plantas. Algumas espécies encontradas frequentemente em residências possuem substâncias capazes de causar desde irritações leves até problemas graves na saúde dos animais de estimação.

De acordo com a Profa. Dra. Catia Massari, Médica Veterinária e docente no Centro Universitário Facens, é fundamental que os tutores estejam cientes dos perigos. A prevenção é, sem dúvida, a estratégia mais eficaz. “Para isso, é essencial conhecer as plantas tóxicas e removê-las do ambiente do animal ou colocar em ambientes onde eles não têm acesso”, diz.

A especialista elenca algumas das plantas mais comuns em jardins que podem prejudicar a saúde dos pets:

• Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia): causa irritação na boca, salivação excessiva, vômito e dificuldade para engolir.
• Copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica): provoca irritação da boca e garganta, salivação excessiva, vômito e inchaço.
• Antúrio (Anthurium): pode levar a inchaço e irritação na boca, dificuldade para engolir e inchaço na garganta.
• Costela-de-adão (Monstera deliciosa): causa irritação na boca, vômito e diarreia.
• Espirradeira (Nerium oleander): altamente tóxica, pode causar problemas cardíacos, respiratórios e neurológicos.
• Lírios (Lilium spp.): são especialmente perigosos para gatos, podendo levar a insuficiência renal grave.
• Mamona (Ricinus communis): todas as partes da planta são tóxicas, com as sementes sendo particularmente perigosas, podendo causar problemas gastrointestinais e até a morte.
• Coroa-de-Cristo (Euphorbia milii): sua seiva leitosa pode causar irritação na pele e mucosas, além de possuir espinhos que podem ferir os animais.
• Jiboia (Epipremnum pinnatum): todas as partes são tóxicas, causando irritação na boca, vômito e dificuldade para engolir.
• Hortênsia (Hydrangea macrophylla): pode provocar vômitos, diarreia e, em casos mais graves, convulsões.
• Bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima): a seiva leitosa pode causar irritação na pele e mucosas.

Para prevenir eventuais acidentes, o ideal é manter as plantas fora do alcance dos animais, colocando-as em locais altos ou usando barreiras físicas. Em casas e apartamentos, o tutor deve oferecer atividades físicas e brinquedos para distrair o animal, evitando que ele se interesse pelas plantas.

A veterinária afirma que também é importante que os tutores saibam como agir em caso de emergência e reconhecer os sintomas de intoxicação é o primeiro passo para um atendimento rápido. “Vômito, diarreia, salivação excessiva, apatia, fraqueza, dificuldade respiratória, tremores ou convulsões são alguns dos sintomas. Mas também é importante observar a falta de apetite, dor abdominal, alterações cardíacas, ataxia (falta de coordenação), e em casos mais graves, paralisia, convulsões e até o coma”, explica a especialista.

O diagnóstico de intoxicação por plantas raramente pode ser feito apenas pelos sinais. Catia explica que “é importante procurar atendimento médico veterinário imediatamente e levar uma amostra ou foto da planta ingerida ou das plantas da casa, se possível, para ajudar o veterinário a identificar o tipo de intoxicação e o tratamento adequado”.

Em caso de suspeita de envenenamento, deve-se seguir estes passos: :

1. Mantenha a calma e remova o animal da área: isso evita que ele entre em contato com mais substâncias tóxicas.
2. Não provoque o vômito: salvo orientação veterinária, induzir o vômito pode causar mais danos, especialmente se o veneno for corrosivo.
3. Não ofereça água ou alimentos: a ingestão de líquidos ou alimentos pode atrapalhar o tratamento.
4. Observe o animal e tente identificar o veneno: leve uma amostra ou foto da planta junto com o animal ao veterinário.
5. Procure atendimento veterinário imediatamente: leve o animal a uma clínica ou pronto-socorro veterinário o mais rápido possível.

“A intoxicação por plantas pode variar de leve a grave e algumas plantas podem deixar sequelas permanentes ou ser fatais. Na medicina humana, há relatos frequentes de pediatras sobre a intoxicação em crianças (especialmente na primeira infância) e os animais de companhia estão, de maneira geral, expostos às mesmas substâncias tóxicas que os filhos dentro de um lar”, conclui a especialista.

Sobre o Centro Universitário Facens
O Centro Universitário Facens é um hub de inovação e tecnologia – um Smart Campus – conceito premiado dentro e fora do país, que alinha o desenvolvimento de projetos aos eixos de cidades inteligentes e aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. É o 1º Campus 5G do Estado de São Paulo, está entre as top 10 universidades brasileiras, ocupa o 1º lugar no ranking internacional de sustentabilidade UI Green Metrics entre as universidades privadas brasileiras e é signatária do Pacto Global da ONU, em um espaço verde de 100 mil m², com mais de 60 laboratórios especializados e diversos Centros de Inovação. Nota máxima (5) no Ministério da Educação (MEC) e 43 estrelas no Guia da Faculdade (Quero Educação/Estadão), somente reforçam o compromisso em se manter como uma das melhores instituições privadas de ensino superior no Brasil. Seus 48 anos de história sempre priorizaram a integração do mercado com a academia, foco no desenvolvimento empreendedor e cidadão de seus estudantes e colaboradores, a busca constante por inovação social e tecnológica e o fomento por um ecossistema de educação completo. Oferece atualmente cursos de graduação, pós-graduação e extensão, abrangendo áreas da Saúde, Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, Tecnologia, entre outros. Possui um Instituto de Pesquisas, IP Facens, que atua há mais de 20 anos com os serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação para conectar empresas, organizações sociais e órgãos públicos ao futuro.

Fonte: CDI Comunicação 

Dia do Coelho: confira os principais cuidados para ter com esse animal de estimação

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Médica veterinária da Petz dá dicas para manter a saúde e bem-estar do animal dentro de casa

Neste ano, o Dia do Coelho é celebrado em 27 de setembro. A data foi criada pela para combater os maus-tratos, a caça predatória e conscientizar sobre o risco de extinção de diversas espécies. A comemoração é feita todo último sábado de setembro.

A data também serve como um alerta para os cuidados necessários com coelhos criados como animais de estimação, que vêm ganhando espaço nos lares brasileiros.

A proposta é promover ações de conscientização sobre o bem-estar dos coelhos, tanto selvagens quanto domésticos. E, segundo especialistas, ter um coelho exige mais do que afeto. É preciso preparo, rotina de cuidados e acompanhamento veterinário específico.

“Ao contrário do que muitos pensam, coelhos não são pets de baixa manutenção. Eles precisam de ambiente seguro e adequado às suas características, alimentação adequada, atividades físicas diárias e, principalmente, acompanhamento com um veterinário especializado em pets não convencionais”, afirma Renata Fiedler, médica Veterinária Especializada em pets não convencionais e Coordenadora Técnica do Setor de Vidas da Petz.

Cuidados veterinários
Coelhos devem ser levados ao veterinário a cada seis meses para check-up e especialmente para a avaliação oral, já que as alterações dentárias são comuns. Como estes animais mascaram os sinais de enfermidades, as visitas regulares ao veterinário são fundamentais para o diagnóstico precoce e tratamento.
“A castração é extremamente recomendada, sobretudo nas fêmeas, pois além de impedir gestações indesejadas, ela ajuda a prevenir o desenvolvimento de tumores e contribui para o equilíbrio hormonal e comportamental do animal”, explica Renata.

Diferente dos cães e gatos, coelhos não devem ser vacinados no Brasil e a vermifugação deverá ser realizada apenas mediante à realização de exame parasitológico de fezes, não é recomendada uma vermifugação preventiva periódica.

Alimentação e rotina saudável
Os coelhos são animais estritamente herbívoros e sua alimentação deve ser rica em fibras grossas. Por isso, o feno de gramíneas deve perfazer pelo menos 70% de sua dieta, já que irá auxiliar na motilidade intestinal, na digestão fermentativa e garantir o desgaste dos dentes, que crescem continuamente. Verduras frescas verdes escuras e rações específicas complementam o cardápio. Porém lembre-se, a quantidade de ração deve ser controlada e perfazer no máximo 10% da dieta!

“Outros vegetais e frutas pouco doces podem ser oferecidos apenas ocasionalmente como petiscos. Apesar de termos a imagem no imaginário a imagem do coelho comendo cenoura ou maçã, estes alimentos não fazem parte da alimentação diária destes animais e devem ser oferecidos com cautela” Afirma Renata.

Ambiente e bem-estar
Os coelhos necessitam de um espaço amplo e seguro, como um cômodo específico na casa, um cercado ou um viveiro. Gaiolas não são recomendadas, já que são animais ativos por natureza. O ambiente precisa conter um piso antiderrapante e macio, para evitar alterações nas patas e na coluna, além disso, deve ser livre de fios elétricos, e objetos inadequados que possam ser roídos e/ou engolidos. A temperatura deve ser amena, visto que são animais de clima frio e o calor excessivo pode gerar hipertermia.

“Além do espaço físico, é fundamental estimular o pet com brinquedos e atividades que imitem o comportamento natural do coelho, como roer, escavar ou se esconder. Isso melhora o bem-estar físico e emocional do animal”, conclui a veterinária.

Sobre a Petz

O Grupo Petz é o maior e mais completo ecossistema do segmento pet brasileiro e possui mais de 260 lojas, nas 5 regiões brasileiras. Sua plataforma alia a experiência de compra e atendimento diferenciado atrelando a experiência de lojas físicas à conveniência e agilidade de seus canais digitais.

O grupo Petz é formado pelas marcas: Petix, líder no mercado de tapetes higiênicos no Brasil com a marca SuperSecão; Cansei de Ser Gato (CDSG)- uma das maiores plataformas digitais de conteúdo e produtos exclusivos para gatos; Zee.dog, que comercializa produtos e acessórios exclusivos e inovadores para cachorros em mais de 45 países; Zee.now, serviço de entrega super expressa de produtos pet e Cão Cidadão, maior franquia de adestramento em domicílio da América Latina.

O Grupo Petz é ainda responsável pelo Adote Petz, um dos maiores programas de adoção de cães e gatos do país, com mais de 70 mil adoções promovidas desde 2007. Primeira empresa do setor pet a realizar oferta inicial de ações (IPO) na B3, a Petz se mantém como única representante deste segmento na bolsa brasileira.

Para mais informações Petz: Site, Instagram, Linkedin

Fonte: NOVA PR

Cão sem patas dianteiras volta a andar com protótipo de cadeira de rodas inédito

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Projeto de estudantes de Medicina Veterinária e Engenharia resultou em protótipo anatômico, de baixo custo e pioneiro no Brasil

Um desafio pet incomum transformou-se em marco científico no Centro Universitário de Brasília (CEUB). O protagonista é Bili, um poodle jovem que nasceu sem as patas dianteiras — condição rara, pouco estudada e ignorada pela indústria de acessórios veterinários. Agora, graças ao empenho de estudantes de Medicina Veterinária e Engenharia da Computação do CEUB, ele voltou a andar com uma cadeira de rodas anatômica e de baixo custo, desenvolvida a partir de tecnologias de prototipagem rápida e impressão 3D.

O projeto envolveu mais de 50 horas de trabalho contínuo, sucessivos testes, falhas e correções. A iniciativa nasceu como projeto de iniciação científica das alunas Beatriz Miranda e Sarah Mazetti. O ineditismo do caso exigiu não apenas criatividade, mas revisão aprofundada de pesquisas anteriores, o mapeamento de requisitos técnicos e materiais adequados para dispositivos assistivos. “Estudamos projetos de prototipagem rápida na medicina veterinária para compreender métodos e dificuldades”, explica Beatriz.

O processo começou com medições detalhadas do corpo de Bili — como altura, largura do tórax e comprimento, o escaneamento 3D e um molde de gesso para validar proporções e áreas de apoio. A partir daí, as estudantes projetaram a modelagem digital em software CAD, onde ajustaram ergonomia, conforto e resistência. Com o apoio do curso de Engenharia da Computação do CEUB, o estudo evoluiu para a fase prática, transformando os modelos digitais em peças físicas.

Esse processo envolveu falhas de impressora e correções sucessivas até alcançar a versão final. Apesar dos obstáculos, os primeiros testes já mostraram que Bili se adaptava bem. “Mesmo sem estar totalmente adequada no primeiro teste, deu pra ver que ele já demonstrava familiaridade com a cadeira”, recorda Sarah. As partes rígidas foram feitas em plástico PLA, enquanto as áreas de contato receberam TPU flexível, garantindo estabilidade e conforto.

Hudson Capanema, professor de Engenharia destaca que o design foi pensado para acompanhar o crescimento do cão, permitindo ajustes conforme ele ganhasse peso ou aumentasse de tamanho. “Considerando as particularidades do Bili, escolhemos materiais que melhor se adequassem a cada componente. O corpete de apoio, por exemplo, foi confeccionado com um material mais confortável, facilitando a adaptação e reduzindo incômodos”, destaca Hudson.

Inovação acessível e impacto social

O protótipo foi concluído a um custo de R$ 448,81, valor 63% inferior ao de cadeiras de rodas comerciais, que podem ultrapassar R$ 1.200 e, ainda assim, não atendem casos como o de Bili. Para o Coordenador de Medicina Veterinária do CEUB, professor Carlos Alberto da Cruz Júnior, trata-se de um avanço com grande potencial social: “Clínicas e ONGs podem replicar esse modelo a baixo custo, democratizando o acesso à tecnologia, que hoje ainda é restrita a poucos tutores”.

Beatriz e Sarah acreditam que a impressão 3D na veterinária tende a se popularizar, embora ainda haja barreiras, como a capacitação de profissionais e a disponibilidade de equipamentos. Com a evolução e estudos em projetos como o nosso, fomentamos a utilização e investimentos nesse tipo tecnologia para que mais animais tenham a mesma oportunidade do Bili”, afirmam as estudantes do CEUB.

Um marco na formação acadêmica

Além de devolver a mobilidade a Bili, o projeto marcou a trajetória de Arthur Dornfeld, estudante de Engenharia da Computação do CEUB, que ficou responsável pela modelagem de peças até chegar ao modelo ideal. Ele considera a experiência um salto na sua vida acadêmica: “Pude participar da criação de um produto real. Vi como surgem as ideias, como são avaliadas as viabilidades e como se chega a algo que faz diferença”.

“Mais do que um protótipo, o caso de Bili representa um avanço científico no Brasil. É o exemplo de como dedicação, pesquisa interdisciplinar e uso de novas tecnologias podem transformar vidas e abrir caminhos para soluções antes inimagináveis”, arremata o professor Carlos Alberto.

Fonte: Maquina Cohn Wolfe

Imunização felina: vacinação contra FeLV deve ser prioridade no Brasil

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Nova vacina e parceria entre indústria e comunidade veterinária buscam ampliar adesão à imunização e fortalecer a saúde populacional felina

A medicina veterinária felina avança, mas a leucemia viral felina (FeLV) continua sendo uma das enfermidades infecciosas mais impactantes — e ao mesmo tempo negligenciada — nos centros urbanos brasileiros. Segundo as diretrizes da World Small Animal Veterinary Association (WSAVA), divulgadas em 2024, a vacinação contra o vírus deixa de ser opcional e passa a integrar as condutas essenciais para gatos até um ano de idade e para gatos adultos expostos a fatores de risco, como ter acesso a ambientes externos ou conviverem com outros gatos que tenham acesso à rua.

O novo posicionamento internacional impulsiona também um movimento local: a chegada das vacinas da linha Purevax®, da Boehringer Ingelheim, que contempla as vacinas Purevax® RCPCh FeLV (quíntupla felina) e Purevax® FeLV (monovalente FeLV). Com o objetivo de contribuir com a ampliação da prevenção, a farmacêutica conta com a aliança da VetFamily, maior comunidade nacional e internacional de médicos-veterinários, para fortalecer as novas diretrizes e divulgar a tecnologia das vacinas para ampliar a cobertura vacinal nos atendimentos domiciliares, em clínicas e hospitais membros da VetFamily.

“Sabemos que o médico-veterinário precisa de ciência, suporte técnico e acesso facilitado às novidades para disponibilizar a seus pacientes. É exatamente isso que estamos oferecendo com a Boehringer Ingelheim: ferramentas para elevar o padrão da medicina felina no Brasil”, afirma a Country Manager da VetFamily no Brasil, Stella Grell.

Uma doença de alto impacto e baixa percepção

A FeLV é causada por um retrovírus que afeta o sistema imunológico do gato, favorecendo infecções secundárias, anemia e linfossarcoma (câncer que afeta o sistema linfático). Sua transmissão ocorre principalmente por lambeduras, compartilhamento de utensílios e mordidas.

De acordo com a literatura científica, cerca de 30% dos gatos persistentemente infectados evoluem para formas graves e fatais da doença em até três anos após o diagnóstico (Hartmann, 2006; Little, 2012). Apesar da gravidade, a cobertura vacinal no Brasil ainda é insuficiente, limitada por desconhecimento técnico dos responsáveis (tutores) e hesitação frente às vacinas.

De acordo com a nova versão das diretrizes de vacinação da WSAVA, os gatos devem ser vacinados contra FeLV a partir das 8 semanas de idade, com reforço entre 3 e 4 semanas após a primeira dose, seguido por uma nova aplicação um ano após o término da série inicial.

Para gatos adultos com histórico vacinal desconhecido, o protocolo indica duas doses, com intervalo de 3 a 4 semanas entre elas. Já a revacinação deve ser feita anualmente em felinos com alto risco de exposição e, a cada 2 ou 3 anos, naqueles considerados de baixo risco. Evitar a exposição é a melhor forma de prevenir a infecção por FeLV e apenas gatos com resultados negativos para FeLV devem ser vacinados.

“O responsável deve levar o gato para consultas regulares com o médico-veterinário, informando o histórico do felino e os aspectos do ambiente em que o mesmo reside para que o veterinário possa estabelecer o protocolo vacinal para aquele indivíduo, além das melhores práticas para prevenção”, reforça Stella.

Solução técnica, adesão prática

Com alto perfil de segurança, a linha Purevax® protege contra os principais agentes virais e bacterianos da rotina felina: panleucopenia felina, calicivirose, herpesvírus felino, FeLV e clamidiose.

Dentre os diferenciais da linha Purevax®, o principal deles é a redução de volume. Ambas as vacinas contam com dosagem reduzida de apenas 0,5 ml, o que torna a aplicação mais confortável, principalmente levando em consideração os locais recomendados para a vacinação em gatos (faces laterais das patas dianteiras e traseiras). Além disso, é a primeira linha de vacinas felinas a levar o selo “Easy to Give” da International Society of Feline Medicine (ISFM), reforçando que as vacinas são cat friendly e fáceis de aplicar. A linha Purevax® conta com a tecnologia recombinante para a fração FeLV e dispensa a utilização de adjuvantes de imunidade, reduzindo o nível de inflamação no local da aplicação.

“No Brasil, lidamos com um paradoxo: temos acesso a vacinas seguras e eficazes, mas ainda enfrentamos baixa cobertura vacinal contra uma das doenças mais devastadoras para os felinos. Purevax® chega ao Brasil para elevar a vacinação felina ao próximo nível, com foco principal em manejo cat friendly, segurança, alta eficácia e conforto para o gato, com a primeira linha de vacinas felinas em apenas 0,5 ml e totalmente livre de adjuvantes, do jeitinho que o gato precisa”, explica a consultora técnica da Boehringer Ingelheim, Mariana Silva.

Médicos-veterinários como agentes de transformação

Em um país onde a adoção de felinos vem crescendo, mas, diante de protocolos de saúde preventiva ainda heterogêneos, o papel do médico-veterinário é essencial. A abordagem técnica, o uso de exames de triagem e a construção de confiança com os responsáveis são determinantes para o sucesso da imunização e a proteção coletiva dos gatos.

“A prevenção começa com conhecimento e tecnologia. Por isso, nosso foco é orientar uma comunidade de médicos-veterinários bem informados, bem treinados e com acesso facilitado às mais modernas formas de imunização — tudo para proteger, com excelência, a saúde felina coletiva.”, finaliza Stella.

Sobre a VetFamily

Organização global líder em soluções para clínicas veterinárias independentes, é parte do Vimian Group, tem sede em Estocolmo (Suécia) e reúne mais de 9.000 clínicas e 25 mil veterinários em mais de 11 países da União Europeia, Estados Unidos, Austrália e Brasil. Seu objetivo principal é contribuir para a melhor administração e lucratividade das clínicas, oferecendo diversos serviços, como centralização da negociação com parceiros comerciais, apoio à gestão e disseminação de conhecimento. Conheça mais em www.vetfamilybrasil.com.br.

Sobre a Boehringer Ingelheim Animal Health
Líder global em saúde animal, a Boehringer Ingelheim desenvolve soluções baseadas em ciência e inovação, com foco em prevenção, qualidade de vida e bem-estar dos pets e seus tutores.

Fonte: Deepzo

Adotou um pet? Saiba os itens essenciais para garantir seu conforto

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Especialista indica quais elementos devem compor o kit básico para o bem-estar do companheiro de quatro patas

A chegada de um animal de estimação em casa exige mais do que carinho: ela pede preparo. Um ambiente adequado, com itens que ofereçam conforto, segurança e estímulo, contribui diretamente para a adaptação do novo integrante da família. Especialmente nos primeiros dias, é importante que o pet encontre um espaço que transmita acolhimento — e, para isso, o kit básico faz toda a diferença.

“Quem adota um pet precisa pensar na estrutura mínima para garantir bem-estar logo de início. Isso significa montar um enxoval que tenha itens funcionais, que ajudem tanto no dia a dia quanto no desenvolvimento emocional do animal”, explica Rogério Zorzetto, CEO da Prioridade 10 — rede de varejo especializada em moda, utilidades e linha pet. Segundo ele, a função desses acessórios vai além da praticidade: envolve também vínculo, segurança e rotina.

Com isso em mente, o especialista trouxe abaixo os itens essenciais para quem está começando essa jornada, que podem ser adquiridos por preços que cabem no bolso.

Colchonete ou cama

Oferecer ao pet um espaço próprio para dormir faz parte dos cuidados fundamentais desde o primeiro dia. O ideal é escolher uma cama ou colchonete proporcional ao porte do animal, com material fácil de limpar e que proporcione sensação de acolhimento.

Espumas firmes, tecidos antialérgicos e bases antiderrapantes são características importantes na hora da escolha. Posicionar a caminha em um canto mais silencioso da casa contribui para que o animal se sinta protegido e consiga desenvolver uma rotina de sono mais estável — algo essencial para o bem-estar físico e emocional.

Guia feita com material de qualidade

“Mesmo nos primeiros dias, a guia já tem papel importante. Ela ajuda a acostumar o pet com regras e limites dentro de casa, além de preparar para os passeios”, afirma Zorzetto. A escolha do modelo deve considerar o tamanho do animal e o conforto do tutor durante o manuseio.

Guias com mosquetão reforçado e ajuste de comprimento são boas opções para quem ainda está aprendendo a conduzir o animal nas ruas. Já dentro de casa, a guia serve como ferramenta de educação, auxiliando na introdução de comandos básicos e na criação de rotinas seguras.

Pelúcias para conforto e estímulo sensorial

Especialmente no período de adaptação, brinquedos de pelúcia oferecem suporte emocional ao animal. Ao manter por perto um objeto macio, com cheiro familiar — ou até com aroma do próprio tutor — o pet se sente mais tranquilo. As pelúcias também estimulam o olfato e o tato, o que ajuda filhotes e animais ansiosos a se distraírem de maneira segura.

É essencial optar por produtos específicos para pets, com costura reforçada e enchimento não tóxico. Com o tempo, esses brinquedos podem até se tornar referências afetivas, servindo como uma espécie de “objeto de segurança” para o animal.

Mordedores para alívio do estresse

Durante a fase de dentição ou em momentos de tédio, o pet tende a explorar tudo com a boca. Mordedores próprios canalizam esse instinto e evitam danos a móveis, sapatos e outros itens da casa. Existem versões com texturas específicas para massagear gengivas, algumas com espaço interno para petiscos e outras que liberam aroma quando pressionadas.

A diversidade é grande, mas o mais importante é garantir que o material seja resistente e adequado ao porte do animal. Incorporar o uso de mordedores à rotina previne comportamentos destrutivos e contribui para a saúde bucal desde cedo.

Escova para higiene e bem-estar

A escovação dos pelos não serve apenas para manter a estética — ela é essencial para a saúde da pele, especialmente em animais com pelagem longa ou densa. Além de remover os pelos mortos e evitar nós, o ato de escovar estimula a circulação e pode ser um momento de conexão entre tutor e pet.

Existem escovas com cerdas macias, de aço inox ou de borracha, cada uma indicada para tipos de pelo diferentes. Quando introduzida de forma gradual, a escovação se torna um hábito agradável que reforça o vínculo e facilita o cuidado contínuo.

Pente antipulgas

Segundo Zorzetto, a prevenção é um dos pilares do cuidado responsável. Mesmo que o pet pareça saudável, o uso regular de um pente antipulgas permite identificar precocemente a presença de parasitas. Com dentes finos e curtos, o acessório remove ovos, larvas e pulgas adultas sem uso de produtos químicos.

A recomendação é utilizar o pente semanalmente, especialmente em épocas mais quentes ou em regiões com maior incidência. Integrado à rotina de escovação, ele se torna uma ferramenta eficiente de controle — e evita problemas maiores no futuro.

Escova dental

A saúde bucal dos pets costuma passar despercebida nos cuidados iniciais, mas sua negligência pode trazer consequências graves com o tempo. Escovas desenvolvidas para animais são projetadas com cerdas macias e cabos anatômicos, que facilitam o uso mesmo com pets inquietos.

O ideal é introduzir o hábito aos poucos, associando o momento da escovação a recompensas e estímulos positivos. Sem essa rotina, o acúmulo de tártaro e as inflamações bucais tendem a surgir silenciosamente — comprometendo o bem-estar do animal e exigindo intervenções mais invasivas no futuro.

Sobre a Prioridade 10

A Prioridade 10, fundada em 2014, é uma rede de franquias de lojas especializada em oferecer produtos de qualidade por preços acessíveis que, em 2024, obteve um faturamento de R$250 milhões. Com uma variedade de produtos que vão desde itens como: vestuário, brinquedos, presentes e produtos sazonais, a marca é uma excelente opção para investir o capital e tornar-se um empreendedor de sucesso.

Fonte: Lucky Assessoria de Comunicação

Meu animal está sofrendo com ansiedade?

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Especialista explica como identificar os sinais, as causas mais comuns e quais estratégias usar para reduzir o estresse em cães e gatos

Quem convive com cães e gatos sabe que eles são sentimentais. Mudanças na rotina, ausência dos tutores ou até mesmo ambientes muito agitados podem desencadear neles algo mais profundo do que um simples mau comportamento: a ansiedade. Essa condição, muitas vezes confundida com birra ou desobediência, compromete não apenas o equilíbrio emocional dos pets, mas também sua saúde física, exigindo cuidado e atenção dos tutores.

Como reconhecer os sinais de ansiedade

Ana Luiza Jorge, professora de Medicina Veterinária da Una Uberlândia, explica que os sinais mais comuns são fezes e urina em locais inadequados, vocalização além do normal e destruição de objetos. “Também é possível perceber lambedura excessiva e sintomas semelhantes à depressão, como isolamento social, falta de apetite e letargia. No entanto, é importante reforçar que esses comportamentos não são exclusivos da ansiedade, podendo estar ligados a outras enfermidades”.

Além disso, a ansiedade pode se manifestar de maneiras diferentes em cães e gatos. Nos cães, ela tende a ser mais evidente, seja por comportamentos destrutivos ou por excesso de latidos e choros. Já os felinos, por natureza mais reservados, revelam a ansiedade de maneira mais sutil: “podem intensificar os hábitos de limpeza, apresentar automutilação, se manter reclusos em um único espaço da casa, permanecer em estado de vigília e desenvolver anorexia”, detalha a professora. Ela ainda acrescenta que embora qualquer animal possa desenvolver ansiedade, no caso dos gatos, fatores ambientais e mudanças na rotina pesam mais do que a raça ou idade.

Entre as principais causas estão a ansiedade de separação, mudanças no ambiente, experiências traumáticas, falta de socialização adequada e estímulos estressores. As consequências podem ser sérias, indo além do comportamento e interferindo na saúde do animal. “Ela pode desencadear vômitos, salivação excessiva, taquicardia e até hiperventilação. Quando crônica, evolui para problemas graves, como automutilação, depressão e até agressividade”, alerta Jorge.

Estratégias para aliviar o estresse

Para ajudar um animal ansioso, os tutores podem adotar estratégias simples de reeducação comportamental, oferecer brinquedos e atividades que estimulem a mente, manter passeios e interações regulares, proporcionar um ambiente seguro e previsível e, acima de tudo, evitar punições que possam reforçar ainda mais o sofrimento do pet.

Em situações mais graves, o uso de medicamentos pode ser necessário. “Os fármacos são indicados quando a terapia comportamental sozinha não é suficiente. Eles ajudam a reduzir a ansiedade e devem sempre ser prescritos e acompanhados por um médico-veterinário”, orienta a professora.

Sobre a Una

Com mais de 60 anos de tradição em ensino superior; o Centro Universitário Una; que integra o Ecossistema Ânima – maior e mais inovador ecossistema de qualidade de ensino do Brasil; oferece mais de 130 opções de cursos de graduação. Foi destaque na edição 2022 do Guia da Faculdade; iniciativa da Quero Educação com o jornal ‘O Estado de São Paulo’; com diversos cursos estrelados em 4 e 5 estrelas. A instituição preza pela qualidade acadêmica e oferece projetos de extensão universitária que reforçam seus pilares de inclusão; acessibilidade e empregabilidade; além de infraestrutura e laboratórios de ponta; corpo docente altamente qualificado e projeto acadêmico diferenciado com uso de metodologias ativas de ensino. A Una também contribui para democratização do Ensino Superior ao disponibilizar uma oferta de cursos digitais com diversos polos de educação.

Fonte: Rede Comunicação

Ter pets dentro de casa exige organização e higiene

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Cuidados simples ajudam a preservar a saúde da família e dos animais de estimação em ambientes compartilhados

A presença de animais de estimação dentro de casa é realidade para milhões de famílias. Os termos “pai” ou “mãe de pet” são cada vez mais usados porque os animais são considerados como membros da família, dividindo sofás, camas e espaços comuns e participando da rotina da casa. No entanto, junto ao afeto e companhia, surge também a necessidade de atenção redobrada à higiene e à organização do lar. Microrganismos trazidos das ruas, pelos ou objetos usados no dia a dia dos pets podem favorecer a disseminação de bactérias e fungos se não houver medidas preventivas consistentes.

A manutenção da limpeza dos ambientes e a higienização frequente das mãos são medidas essenciais para manter o equilíbrio dessa convivência. A incorporação de sabonetes antibacterianos à rotina doméstica, como os da linha Protex, é um exemplo de prática simples que pode contribuir para reduzir a exposição a bactérias e favorecer a saúde de toda a família.

:: Organização e higiene: práticas para o dia a dia

Higienizar as mãos após o contato com os pets: esse hábito reduz o risco de contaminação de superfícies e alimentos. Sabonetes antibacterianos são capazes de eliminar até 99,9% das bactérias e oferecer proteção prolongada.
Limpeza frequente dos ambientes: pisos, tapetes e estofados devem ser limpos com regularidade para evitar acúmulo de pelos e sujeiras externas trazidas pelos animais.
Cuidados com comedouros e brinquedos: objetos de uso diário podem acumular resíduos e bactérias. A lavagem com água e sabonete antibacteriano reduz o risco de contaminações dos produtos na casa.
Banho e escovação dos animais: manter a higiene do pet é essencial para evitar acúmulo de sujeiras no ambiente doméstico. Materiais para escovação do animal e banho ao menos uma vez por mês — dependendo da raça e da frequência com que o animal sai de casa.
Organização dos espaços: separar áreas específicas para descanso, alimentação e brincadeiras facilita a limpeza e ajuda a manter a casa organizada.

Medidas simples de higiene e organização são suficientes para garantir que o convívio com os animais de estimação seja prazeroso e seguro. O equilíbrio entre afeto e responsabilidade está na adoção de rotinas práticas, que fortalecem a prevenção de doenças e mantêm o lar saudável para todos.

Nesse sentido, produtos antibacterianos de uso cotidiano, como os sabonetes Protex, podem apoiar essas práticas de forma acessível e eficaz. Ao unir proteção contra bactérias e cuidado com a pele, eles se inserem naturalmente em hábitos já recomendados no dia a dia, reforçando a importância da higiene como parte essencial da convivência entre famílias e seus pets.

Sobre a Colgate-Palmolive

A Colgate-Palmolive Company é uma empresa em crescimento, inovadora e responsável, que projeta um futuro mais saudável para todas as pessoas, seus animais de estimação e nosso planeta. Com foco em Cuidados Bucais, Cuidados Pessoais, produtos para Casa e Nutrição Animal, que são comercializados em mais de 200 países e territórios sob marcas como Colgate, Palmolive, elmex, hello, meridol, Sorriso, Tom’s of Maine, EltaMD, Filorga, Irish Spring, PCA SKIN, Protex, Sanex, Softsoap, Speed Stick, Ajax, Axion, Fabuloso, Soupline e Suavitel, bem como Hill’s Science Diet e Hill’s Prescription Diet. Somos reconhecidos por nossa liderança e inovação na promoção da sustentabilidade e bem-estar da comunidade, incluindo nossas conquistas na redução do desperdício de plástico e promoção da reciclabilidade, economia de água, conservação de recursos naturais e melhoria da saúde bucal das crianças por meio do programa “Sorriso Saudável, Futuro Brilhante”, que alcançou mais de 1,6 bilhão de crianças desde 1991. Para obter mais informações sobre os negócios da Colgate-Palmolive e como estamos construindo um futuro com mais motivos para sorrir, visite o link.

Fonte: CDI Comunicação

Verminoses silenciosas em cães e gatos: atenção aos sinais escondidos

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Observar pequenos detalhes, realizar o manejo adequado e manter a prevenção em dia faz toda a diferença para a saúde do seu pet

Quem convive com cães e gatos sabe que eles nem sempre demonstram de forma clara quando algo não vai bem. Um pouco de apatia, cansaço, alteração no apetite ou até uma pelagem sem brilho podem parecer coisas passageiras, mas também podem ser sinais de verminoses. Esses parasitas internos estão entre os problemas mais comuns no dia a dia veterinário e, muitas vezes, se desenvolvem de forma silenciosa, passando despercebidos pelos tutores.

Sinais que merecem atenção:

Além da diarreia ou da presença de vermes nas fezes, sintomas mais conhecidos, outros sinais sutis podem indicar a infestação, como perda de peso gradual; vômitos ocasionais; tosse persistente e mudanças de comportamento.

Em quadros mais avançados, os animais podem apresentar anemia, baixa imunidade e até complicações graves, já que alguns vermes podem migrar para órgãos vitais, como pulmões e coração.
“Por serem inespecíficos, esses sinais podem facilmente passar despercebidos. Exames de rotina e a observação cuidadosa do tutor são essenciais para um diagnóstico precoce”, explica a médica-veterinária Marina Tiba, Gerente de Produtos da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

A vermifugação não deve ser encarada apenas como tratamento, mas sim como parte da rotina preventiva. O protocolo ideal varia de acordo com idade, peso, saúde, momento reprodutivo e estilo de vida do pet.

Filhotes: começar a vermifugação a partir das duas a três semanas de vida, com repetições a cada duas a três semanas até os três meses de idade, e depois mensalmente ou ao final do ciclo vacinal até os quatro a seis meses, a critério veterinário.
Adultos: animais que vivem mais dentro de casa podem ter protocolos mais espaçados, definidos com apoio do veterinário e exames de fezes. Já os que passeiam e frequentam praças, hotéis, creches ou têm contato com outros pets precisam de vermifugação mais regular, geralmente a cada três meses.
Gatos de vida indoor: mesmo sem acesso à rua, também devem ser incluídos no calendário preventivo, pelo menos semestralmente ou conforme recomendação veterinária, já que ovos e larvas podem ser trazidos nos sapatos, roupas ou objetos dos tutores.
Cuidados que fazem a diferença

O uso de vermífugos de amplo espectro deve ser associado a medidas simples do dia a dia, como: evitar o contato do pet com fezes de outros animais no ambiente externo;realizar exames de fezes periodicamente; higienizar os ambientes onde o pet circula;recolher as fezes diariamente; e controlar pulgas e carrapatos, que podem transmitir vermes.

“A combinação desses cuidados potencializa a eficácia da vermifugação e reduz consideravelmente o risco de reinfestações”, reforça Marina.

Vale lembrar que algumas verminoses são zoonóticas, ou seja, podem ser transmitidas também para os humanos. Crianças, idosos e pessoas com imunidade mais baixa são os mais vulneráveis. Assim, a prevenção vai além do cuidado com o pet: é também uma forma de proteger toda a família.

Sobre a Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Nosso portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e de bem-estar para animais de produção e de companhia, como também equipamentos e serviços para fornecer a melhor experiência para nossos clientes. Com 7.000 funcionários em 47 países, a Ceva se esforça diariamente para dar vida à sua visão como uma empresa OneHealth: “Juntos, além da saúde animal”.

www.ceva.com.br

Fonte: Assis Comunicações

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