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Foodtech A Quinta Pet lança dietas com novos nutrientes e suplementos em formato de gummies, ampliando portfólio de alimentação natural para pets

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Créditos: Divulgação

As novidades serão apresentadas em primeira mão na Pet South America 2025

Após anunciar sua internacionalização para a Europa, A Quinta Pet — foodtech brasileira especializada em alimentação natural para cães — acelera sua estratégia de expansão com dois lançamentos simultâneos: uma nova geração de dietas e a entrada no segmento de suplementos mastigáveis. Chamados de gummies, os produtos chegam ao mercado com formulações naturais e foco em benefícios clínicos para cães de diferentes perfis. As novidades serão apresentadas em primeira mão na Pet South America 2025 e consolidam o posicionamento da empresa frente às transformações no mercado pet nacional.

O movimento ocorre em meio à expansão do mercado de alimentação natural para pets no Brasil e no mundo. De acordo com a Grand View Research, o mercado de human-grade pet food — alimentação para pets produzida exclusivamente com ingredientes naturais e qualificados para consumo humano — cresce 6,6% ao ano no mundo. Na América Latina, o segmento movimentou US$ 248,9 milhões em 2024. No Brasil, onde a taxa anual de crescimento é ainda maior, de 6,8%, o faturamento atingiu US$ 87,2 milhões no mesmo período.

A proposta da empresa – focada na alimentação pet/cães – mira não apenas ganhos em palatabilidade e absorção, mas também na ampliação do acesso a soluções clínicas e funcionais com ingredientes naturais — uma demanda crescente entre tutores e profissionais da área veterinária.

“As mudanças impactam a digestão e a absorção de nutrientes, contribuem para o equilíbrio da microbiota e para a redução de problemas gastrointestinais e de alergias — sobretudo em cães com restrições alimentares — com efeitos adicionais sobre outros indicadores de saúde”, explica Diego Tresca, sócio fundador da foodtech.

O anúncio segue uma tendência global pilotada por grandes players, inclusive tradicionais do setor. Pesquisadores, incluindo da USP, se debruçam em analisar o impacto da humanização dos animais de estimação e, junto a isso, a migração das dietas industrializadas para as naturais em busca de longevidade para os animais.

Novas dietas

A formulação das novas dietas incorporou ingredientes funcionais com foco na saúde digestiva, metabólica e inflamatória dos animais. Entre as atualizações, está a inclusão da zeólita clinoptilolita – mineral que auxilia na absorção de nutrientes e na redução de toxinas gastrointestinais.

Também foram integrados prebióticos como frutooligossacarídeos (FOS), mannanoligossacarídeos (MOS) e galactooligossacarídeos (GOS) – que estimulam a atividade de bactérias benéficas no intestino, colaborando na saúde gastrointestinal, modulação imunológica e melhor absorção de nutrientes.

Outro avanço foi o ajuste na relação entre ômega-6 e ômega-3 para potencializar nas dietas uma ação anti-inflamatória, com benefícios para a saúde dérmica. Ainda foram incorporadas semente de chia e linhaça dourada, cujos impactos estão relacionados ao controle do peso corporal e à manutenção da saúde cardiovascular dos pets.

Tresca conta que foram meses de pesquisas para os aprimoramentos, a exemplo do uso combinado de zeólita clinoptilolita com prebióticos em dietas úmidas. “Trata-se de um avanço importante frente à prática comum do setor. O ajuste entre os ácidos graxos ômega-6 e ômega-3 é uma das lacunas mais recorrentes nas formulações disponíveis no mercado. Muitas dietas comerciais para cães apresentam uma quantidade excessiva de ômega-6, o que pode favorecer processos inflamatórios. O reequilíbrio com ômega-3 tem efeito modulador e pode contribuir diretamente para a saúde sistêmica do animal”, explica.

Com as mudanças, a nova linha de dietas fica composta por Suíno com Abóbora, Frango com Cúrcuma, Sensitive, Sênior [com redução de fósforo], Menu da Estação e Light. As embalagens contam com um QR Code, por meio do qual é possível calcular a porção calórica diária recomendada para cada uma das dietas. Esse cálculo leva em consideração fatores como: quantidade calórica dos alimentos, perfil do cão (porte, idade, peso), nível de atividade, score corporal, se é castrado ou não, entre outros.

Gummies

Como parte da ampliação de portfólio, a startup lança seus primeiros suplementos naturais em formato de gummies — gomas mastigáveis com textura semelhante à de uma bala de gelatina. Desenvolvidas com colágeno hidrolisado tipo II e uma combinação de nutrientes funcionais (como glucosamina, condroitina, biotina, lisina, vitaminas do complexo B, A, E, zinco, manganês e aminoácidos essenciais), as fórmulas são livres de aditivos químicos e ultraprocessados.

Com apresentação em formato de petisco e dosagem prática — 1 goma por dia para cada 10 kg de peso corporal do cão —, as gummies chegam em duas versões: Pele & Pelo e Imuno & Gastro, ambas de uso diário e indicadas para cães de todos os portes, inclusive aqueles com sensibilidades alimentares.

A primeira (Pele & Pelo) tem foco na hidratação da pele, brilho da pelagem e suporte a quadros leves de dermatite. Rica em glicina e antioxidantes, contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, além de auxiliar na prevenção e no tratamento de alergias. Já a segunda (Imuno & Gastro) conta com compostos como β-glucanas e mananooligossacarídeos (MOS), que funcionam como prebióticos e moduladores da resposta imune, fortalecendo a barreira intestinal e ajudando na recuperação de cães em períodos de estresse ou baixa imunidade.

Tanto as gummies quanto as dietas são destinadas a cães de diferentes raças e portes, exceto pela dieta sênior [baixo fósforo], específica para cães idosos. No entanto, Tresca orienta que tutores consultem um veterinário para garantir que a alimentação do pet esteja adequada às suas necessidades nutricionais específicas.

O executivo destaca que os resultados são visíveis em poucas semanas em função da sinergia entre os ativos naturais. No caso das dietas, entre 7 e 14 dias após a introdução já é possível observar digestão mais eficiente, consistência e diminuição de odores intestinais. Já após 30 dias, pelagem mais brilhante, além da redução de inflamações e alergias.

Os lançamentos estarão disponíveis no e-commerce (loja online e plano de assinatura) e pontos de venda físicos (PDVs) parceiros como clínicas veterinárias e pet shops especializados, a partir de 13 de agosto.

Serviço:

Preço sugerido (sujeito à variação conforme canal e região)
. Dietas: entre R$ 24,50 e R$ 33,50 (embalagem de 300 gramas).
. Gummies: R$ 89,90 (30 gomas).
Planos de assinatura possuem valor personalizado.
Data de lançamento: a partir do dia 14 de agosto.

Canais de distribuição: e-commerce (loja online e modelo de assinatura) e pontos de venda físicos (PDVs) parceiros.

Informações em: A Quinta / A Quinta (@aquinta.pet)

Sobre A Quinta Pet; foodtech brasileira de alimentação natural para cães. Em 2021, introduziu no mercado um novo sistema de envase em sachês, permitindo a distribuição de alimentos prontos e sem necessidade de refrigeração — solução que representou avanço logístico e de segurança alimentar frente aos modelos congelado e enlatado. O modelo contribuiu para ampliar o acesso à alimentação natural, até então restrita a nichos específicos. Em 2025, a empresa iniciou sua expansão internacional, começando por Portugal. Atualmente, atende mais de 1,2 mil tutores em seu plano de assinatura e está presente em aproximadamente 600 pontos de venda. A expectativa é quintuplicar o faturamento, saltando de R$ 5 milhões para R$ 25 milhões até dezembro deste ano.

Fonte: Upper PR Comunicação para Negócios

Special Dog Company inova com alimentos para cães de peles sensíveis à base de proteína de insetos

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Créditos: Divulgação

A companhia lança uma solução inovadora para pets com pele sensível, com proteína de insetos como alternativa funcional e sustentável

Referência em nutrição para pets, a Special Dog Company anuncia o lançamento do produto Bionatural Sensitive, o primeiro alimento completo para pets produzido no Brasil a utilizar proteína de insetos como principal fonte de proteína animal. Desenvolvido para cães de raças pequenas com peles sensíveis o alimento no sabor peixe branco, coco, blueberry e ervilha, alia tecnologia nutricional, inovação sustentável e rigor científico em um alimento completo, funcional e de alta digestibilidade.

O lançamento integra a linha Bionatural, reconhecida pelo uso de ingredientes funcionais, carboidratos complexos e proteínas de alto valor biológico, reforçando o compromisso da marca com a nutrição avançada e o cuidado com o planeta. O produto chegou às lojas especializadas e pet shops no início de agosto, e está disponível em embalagens de 2,5kg, 10,1kg e 15 kg.

A formulação inclui farinha de inseto de Black Soldier Fly (mosca soldado-negro), fonte alternativa de proteínas rico em aminoácidos essenciais, ácidos graxos benéficos e propriedades que favorecem a saúde da pele, da pelagem e do sistema imunológico. A utilização da proteína de insetos já é regulamentada no Brasil pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), conforme a Instrução Normativa n.º 110 de 24 de novembro de 2020. Além disso, a prática segue recomendações da Federação Europeia da Indústria de Alimentos para Animais de Estimação (FEDIAF), reforçando a segurança e a eficácia nutricional dessa fonte de alto valor biológico. A formulação também inclui tilápia (peixe branco), proteína hidrolisada de baixo peso molecular, minerais orgânicos e doses consistentes de zinco, vitaminas e ácidos graxos.

“Os estudos internos conduzidos pela equipe de pesquisa e desenvolvimento da companhia demonstraram excelentes resultados de performance cutânea, digestibilidade e palatabilidade, o que garante o aproveitamento máximo do produto e favorece significativamente a saúde da pele dos cães”, afirma Mariana Monti, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da Special Dog Company. O que diferencia a formulação do produto é a redução da complexidade proteica (inédita), o baixo teor de proteína do produto, a alta digestibilidade, a presença de fibras funcionais, e o fato da formulação não conter ingredientes com maior potencial alergênico como corantes e proteína de frango.

O alimento foi desenvolvido para cães com histórico de pelagem seca, opaca, coceira leve, lambedura de patas, que possuem sensibilidade a ingredientes comuns, e possuem fezes amolecidas. Devido a sua composição, oferece vantagens dermatológicas relevantes para redução da inflamação, melhora na elasticidade e fortalecimento da barreira cutânea.

A inclusão da farinha de insetos também traz benefícios cientificamente validados para redução da halitose, melhora na resposta imunológica e modulação da microbiota intestinal. O desenvolvimento da Bionatural Sensitive contou com 2,5 anos de estudos internos, validação técnica e acompanhamento da equipe de P&D, resultando em uma fórmula inovadora, funcional e segura, ideal tanto para cães com sensibilidades quanto aqueles saudáveis, como alimento de manutenção.

Além dos benefícios nutricionais e funcionais, a Bionatural Sensitive reafirma o compromisso da Special Dog Company com a sustentabilidade. É o primeiro alimento completo brasileiro produzido com o objetivo de ser carbono responsável. Desenvolvido com base em estudos de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), seguindo normas internacionais ISO14040 e ISO14044, assegurou uma abordagem robusta e estruturada que mensurou e mitigou potenciais impactos ambientais. Além disso, também garantimos que 100% da proteína de peixe branco possui certificação de “Best Aquaculture Practice”, com foco em produção sustentável e responsável, o selo é idealizado pela Global Aquacultura Alliance (GAA).

“O lançamento da Bionatural Sensitive marca um avanço importante para o mercado pet no Brasil. Somos a primeira empresa nacional a oferecer um alimento carbono responsável, com proteína de insetos como fonte principal de proteína e que garante boas práticas em aquicultura, unindo inovação científica, bem-estar animal e responsabilidade ambiental. Nosso compromisso é seguir desenvolvendo soluções completas e sustentáveis, que atendam às necessidades dos pets e contribuam para um futuro mais equilibrado para todos.”, afirma João Paulo Figueira, Gerente de Desenvolvimento Sustentável da Special Dog Company.

A produção da mosca soldado-negro é mais sustentável, consumindo menos recursos naturais e emitindo até 78% menos gases de efeito estufa do que a farinha de frango, conforme avaliação de ciclo de vida (ACV) disponível para consulta em bionaturalpet.com.br. O sistema produtivo também adota práticas alinhadas à economia circular, aproveitando resíduos orgânicos na alimentação das larvas, o que reforça a responsabilidade socioambiental do projeto.

“A escolha pela proteína de insetos vai além do seu valor nutricional e do impacto ambiental positivo. Também consideramos os benefícios clínicos observados em cães com pele sensível, acompanhados de perto em estudos in home conduzidos. Os resultados promissores reforçam nosso propósito: inovar com foco na saúde dos pets, respeitando a natureza e promovendo qualidade de vida real. Para nós, inovação só faz sentido quando gera impacto positivo em toda a cadeia de valor”, afirma Priscila Manfrim, diretora administrativa da Special Dog Company.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 38 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com mais de 2.000 colaboradores.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.

Fonte: Race Comunicação

Perigo em casa: médica veterinária aponta plantas mais tóxicas para os pets e o que fazer em caso de envenenamento

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Créditos: IA/Whisk

Profa. Dra. Catia Massari, docente no curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Facens, afirma que conhecimento e prevenção podem manter a segurança dos bichos

A beleza das plantas ornamentais pode esconder um risco grave para cães e gatos, os pets mais comuns nos lares brasileiros: a intoxicação por plantas. Algumas espécies encontradas frequentemente em residências possuem substâncias capazes de causar desde irritações leves até problemas graves na saúde dos animais de estimação.

De acordo com a Profa. Dra. Catia Massari, Médica Veterinária e docente no Centro Universitário Facens, é fundamental que os tutores estejam cientes dos perigos. A prevenção é, sem dúvida, a estratégia mais eficaz. “Para isso, é essencial conhecer as plantas tóxicas e removê-las do ambiente do animal ou colocar em ambientes onde eles não têm acesso”, diz.

A especialista elenca algumas das plantas mais comuns em jardins que podem prejudicar a saúde dos pets:

• Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia): causa irritação na boca, salivação excessiva, vômito e dificuldade para engolir.

• Copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica): provoca irritação da boca e garganta, salivação excessiva, vômito e inchaço.

• Antúrio (Anthurium): pode levar a inchaço e irritação na boca, dificuldade para engolir e inchaço na garganta.

• Costela-de-adão (Monstera deliciosa): causa irritação na boca, vômito e diarreia.

• Espirradeira (Nerium oleander): altamente tóxica, pode causar problemas cardíacos, respiratórios e neurológicos.

• Lírios (Lilium spp.): são especialmente perigosos para gatos, podendo levar a insuficiência renal grave.

• Mamona (Ricinus communis): todas as partes da planta são tóxicas, com as sementes sendo particularmente perigosas, podendo causar problemas gastrointestinais e até a morte.

• Coroa-de-Cristo (Euphorbia milii): sua seiva leitosa pode causar irritação na pele e mucosas, além de possuir espinhos que podem ferir os animais.

• Jiboia (Epipremnum pinnatum): todas as partes são tóxicas, causando irritação na boca, vômito e dificuldade para engolir.

• Hortênsia (Hydrangea macrophylla): pode provocar vômitos, diarreia e, em casos mais graves, convulsões.

• Bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima): a seiva leitosa pode causar irritação na pele e mucosas.

Para prevenir eventuais acidentes, o ideal é manter as plantas fora do alcance dos animais, colocando-as em locais altos ou usando barreiras físicas. Em casas e apartamentos, o tutor deve oferecer atividades físicas e brinquedos para distrair o animal, evitando que ele se interesse pelas plantas.

A veterinária afirma que também é importante que os tutores saibam como agir em caso de emergência e reconhecer os sintomas de intoxicação é o primeiro passo para um atendimento rápido. “Vômito, diarreia, salivação excessiva, apatia, fraqueza, dificuldade respiratória, tremores ou convulsões são alguns dos sintomas. Mas também é importante observar a falta de apetite, dor abdominal, alterações cardíacas, ataxia (falta de coordenação), e em casos mais graves, paralisia, convulsões e até o coma”, explica a especialista.

O diagnóstico de intoxicação por plantas raramente pode ser feito apenas pelos sinais. Catia explica que “é importante procurar atendimento médico veterinário imediatamente e levar uma amostra ou foto da planta ingerida ou das plantas da casa, se possível, para ajudar o veterinário a identificar o tipo de intoxicação e o tratamento adequado”.

Em caso de suspeita de envenenamento, deve-se seguir estes passos: :

1. Mantenha a calma e remova o animal da área: isso evita que ele entre em contato com mais substâncias tóxicas.

2. Não provoque o vômito: salvo orientação veterinária, induzir o vômito pode causar mais danos, especialmente se o veneno for corrosivo.

3. Não ofereça água ou alimentos: a ingestão de líquidos ou alimentos pode atrapalhar o tratamento.

4. Observe o animal e tente identificar o veneno: leve uma amostra ou foto da planta junto com o animal ao veterinário.

5. Procure atendimento veterinário imediatamente: leve o animal a uma clínica ou pronto-socorro veterinário o mais rápido possível.

“A intoxicação por plantas pode variar de leve a grave e algumas plantas podem deixar sequelas permanentes ou ser fatais. Na medicina humana, há relatos frequentes de pediatras sobre a intoxicação em crianças (especialmente na primeira infância) e os animais de companhia estão, de maneira geral, expostos às mesmas substâncias tóxicas que os filhos dentro de um lar”, conclui a especialista.

Sobre o Centro Universitário Facens
O Centro Universitário Facens é um hub de inovação e tecnologia – um Smart Campus – conceito premiado dentro e fora do país, que alinha o desenvolvimento de projetos aos eixos de cidades inteligentes e aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. É o 1º Campus 5G do Estado de São Paulo, está entre as top 10 universidades brasileiras, ocupa o 1º lugar no ranking internacional de sustentabilidade UI Green Metrics entre as universidades privadas brasileiras e é signatária do Pacto Global da ONU, em um espaço verde de 100 mil m², com mais de 60 laboratórios especializados e diversos Centros de Inovação. Nota máxima (5) no Ministério da Educação (MEC) e 43 estrelas no Guia da Faculdade (Quero Educação/Estadão), somente reforçam o compromisso em se manter como uma das melhores instituições privadas de ensino superior no Brasil. Seus 48 anos de história sempre priorizaram a integração do mercado com a academia, foco no desenvolvimento empreendedor e cidadão de seus estudantes e colaboradores, a busca constante por inovação social e tecnológica e o fomento por um ecossistema de educação completo. Oferece atualmente cursos de graduação, pós-graduação e extensão, abrangendo áreas da Saúde, Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, Tecnologia, entre outros. Possui um Instituto de Pesquisas, IP Facens, que atua há mais de 20 anos com os serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação para conectar empresas, organizações sociais e órgãos públicos ao futuro.

Fonte: CDI Comunicação 

Sódio na alimentação do pet: vilão ou mocinho? Entenda por que ele é essencial e quando merece atenção

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Créditos: Freepik

O sódio é um nutriente essencial e a ausência dele pode provocar falta de apetite, desidratação, atraso no crescimento dos filhotes, desnutrição e até aumento da frequência cardíaca dos pets.

Veterinária alerta que conceitos da nutrição humana não devem ser aplicados para cães e gatos

Quando se fala em alimentação saudável e completa para cães e gatos, muitos tutores se preocupam com a quantidade de sódio presente nos alimentos. Mas afinal, será que esse mineral é um vilão para os pets, como muitas vezes é visto na dieta dos humanos? A médica-veterinária da BRF Pet, Mayara Andrade, esclarece que não é bem assim: o sódio é, na verdade, essencial para diversas funções no organismo quando está presente na medida certa.

“Muita gente não sabe, mas o sódio é um nutriente essencial e precisa fazer parte da dieta dos cães e gatos para que ela seja completa e adequada. Ele é indispensável para diversas funções do organismo, como a contração muscular, o funcionamento do coração, a transmissão dos impulsos nervosos e a absorção de nutrientes”, orienta Mayara.

A profissional também destaca que o sódio ajuda a manter o equilíbrio de água no corpo dos pets, garantindo que todas as células funcionem da forma correta.

“Além disso, ele participa da regulação da pressão arterial e do equilíbrio do pH do organismo, ou seja, ajuda a manter o corpo funcionando de forma estável e saudável. Por isso, é importante que esteja presente na medida certa nos alimentos”, reforça, lembrando que um alimento saudável e completo é feito da combinação de ingredientes e nutrientes, como proteínas, gorduras, vitaminas e minerais essenciais.

Segundo Mayara, a ausência ou a restrição do sódio sem acompanhamento veterinário pode trazer riscos para a saúde do pet. Entre os problemas que podem surgir estão a falta de apetite, desidratação, atraso no crescimento dos filhotes, desnutrição, etc.

“É importante que o tutor saiba que, ao contrário do que ocorre nos humanos, o sódio não interfere diretamente na regulação da pressão arterial dos pets. A restrição só é indicada em situações específicas, como em casos de doença renal crônica ou em estágios avançados de doenças cardíacas”, reforça a veterinária.

Outro ponto que gera dúvidas é a fonte do sódio na dieta. Segundo Mayara, carnes e outros ingredientes de origem animal já fornecem o mineral em quantidade suficiente para atender as necessidades diárias dos pets.

“O melhor caminho para cuidar bem da saúde do pet é oferecer uma alimentação completa e adequada às suas necessidades, sempre com acompanhamento veterinário. Assim, o sódio cumpre seu papel correto, contribuindo para uma vida longa e saudável”, conclui Mayara.

Fonte: Buzzing

Sempre tenso e preocupante, pós-operatório de pets tem tutor como peça-chave para rápida recuperação

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Créditos: freepik

Cada vez mais, médicos-veterinários ressaltam a participação dos tutores no processo de recuperação de cães e gatos após procedimentos cirúrgicos. “Um pós-operatório bem conduzido pode ser o fator-chave entre recuperação rápida e segura ou complicações que comprometem a saúde do animal”, alerta a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec.

Segundo a especialista, o sucesso da cirurgia não termina na sala de operação. “O período pós-operatório exige cuidados contínuos, que vão da administração correta de medicamentos ao controle de movimento, higiene e alimentação.”

Empatia, paciência e dedicação influenciam tanto a recuperação física quanto o bem-estar emocional do animal. “O vínculo entre o pet e seu tutor contribui para um processo mais tranquilo, pois o animal se sente acolhido e protegido”, destaca Marcella.

É essencial estar atento a qualquer sinal de anormalidade, seguir rigorosamente as orientações do veterinário e garantir ambiente calmo, limpo e seguro para a recuperação do cão ou do gato.

Mais do que um simples acompanhante, o tutor é o verdadeiro guardião da saúde e do conforto do pet nesse momento delicado. “Envolver-se ativamente, esclarecer dúvidas com a equipe clínica e seguir as recomendações com responsabilidade fazem toda a diferença. Porque, no final, carinho, cuidado e presença constante transformam o pós-operatório em um caminho de cura e reconexão com a vida”, completa Marcella.

Para auxiliar os tutores nesse processo, a Syntec disponibiliza sua linha de anti-inflamatórios, como Syrox, Diclofenaco e Maxitec. Esses medicamentos são indicados para controle da dor e inflamação em cães e gatos, com diferentes formulações e vias de administração.

“Cuidar do pet no pós-operatório é um ato de amor que se reflete em cada passo da recuperação. Com o apoio certo e os medicamentos adequados, é possível garantir mais conforto, segurança e qualidade de vida ao seu melhor amigo”, finaliza a especialista da Syntec.

Sobre a Syntec

A Syntec é uma empresa 100% brasileira com mais de 20 anos de história, dedicada à produção de medicamentos e suplementos veterinários de alta qualidade. Seu portfólio diversificado inclui terapêuticos, especialidades, produtos de higiene e saúde, suplementos e vacinas para animais. Para mais informações, visite: www.syntec.com.br

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Universidade Brasil desenvolve prótese 3D para peru com pata amputada

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Parceria inédita com a Tech Print Solutions amplia atuação do Hospital Veterinário da instituição em atendimento a animais exóticos

O Hospital Veterinário da Universidade Brasil (UB), campus de Fernandópolis, acaba de realizar uma parceria inédita com a Tech Print Solutions, empresa especializada em impressão 3D e modelagem, para desenvolver uma prótese 3D personalizada para um peru que teve uma das patas amputadas. A iniciativa marca um avanço pioneiro nos atendimentos a animais silvestres e exóticos na UB.

Fruto de um trabalho multidisciplinar que envolveu profissionais de diversas áreas como veterinária, engenharia e tecnologia, a prótese foi desenvolvida sob medida e está em fase de adaptação, com ajustes para melhor encaixe e conforto do peru, que se chama Roberto Arakaki.

“As próteses em animais são sempre um desafio, porque cada espécie exige um projeto sob medida. No caso do Roberto, consideramos peso, comportamento, tipo de deslocamento e o impacto biomecânico do uso de apenas uma pata. A solução visa oferecer bem-estar, qualidade de vida e evitar possíveis deformidades e dores no futuro”, explica Junior Soares, Médico Veterinário e professor responsável pelo setor de animais exóticos no Hospital Veterinário da Universidade Brasil em Fernandópolis.

Esta é a primeira vez que o HV da instituição realiza um projeto com prótese 3D e Roberto se transformou em um símbolo de inovação e superação. Sem a prótese, ele poderia apresentar sinais de sobrecarga de peso em uma única pata, podendo evoluir para doenças como artrite, artrose e deformações ósseas graves.

“O impacto da ausência de uma pata em uma ave terrestre como o peru é enorme. A prótese permite que ele caminhe normalmente, distribuindo o peso de forma equilibrada e evitando danos à coluna e às articulações. Foi uma ação de cuidado, ciência e empatia”, acrescenta Junior.

O projeto é importante para o fortalecimento da medicina veterinária voltada a animais exóticos e silvestres na UB, que também adota práticas como fisioterapia e acupuntura nos tratamentos dos animais.

“Nosso sentimento é de realização. Roberto é o primeiro, mas certamente não será o último. Nosso compromisso é sempre com o bem-estar animal, a inovação e a formação de profissionais preparados para enfrentar desafios reais da Medicina Veterinária”, afirma Bárbara Costa, reitora da Universidade Brasil.

Sobre a Universidade Brasil – A Universidade Brasil (UB) é uma instituição de ensino superior com mais de cinco décadas de história e se destaca pela formação de profissionais altamente qualificados e pelo compromisso com a excelência acadêmica. Com três câmpus, um na capital paulista e outros dois no interior do estado, em Descalvado e Fernandópolis, e 25 polos de educação a distância em locais estratégicos, a UB oferece uma ampla gama de cursos presenciais e EaD. Reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) com nota máxima no curso de Medicina, no curso de Direito do campus de Fernandópolis, nos cursos EaD e em Conceito Institucional, a UB possui mais de 100 mil metros quadrados de área construída para fins educacionais e de serviços de apoio à comunidade, formando um ambiente próspero, sadio e seguro para a vivência universitária, proporcionando excelência no ensino e aprendizagem de forma completa. Referência no ensino superior, a instituição mantém seu compromisso com a responsabilidade social, a sustentabilidade e a inovação, preparando seus alunos para os desafios de um mundo em constante evolução. Site: Link

Fonte: FSB Comunicação

Meliá aposta em um programa Pet Friendly para cães de todos os tamanhos e idades

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Comida natural, surpresa de boas-vindas e tratamento diferenciado: cães ganham espaço em hotéis que valorizam cada detalhe da experiência pet-friendly

Viajar com pets não é apenas uma tendência: é uma realidade para milhões de pessoas em todo o mundo. E, se os tutores estão cada vez mais exigentes, os hotéis também precisam evoluir. Com essa visão, a Meliá Hotels International desenvolveu um Programa Pet Friendly que vai além do básico: oferece infraestrutura adaptada, atendimento acolhedor e até mesmo alimentação natural.

Mais do que aceitar animais, a rede acolhe cães de todos os tamanhos e idades — algo ainda raro na hotelaria. Na chegada, os pets são recebidos com um potinho de água fresca e um kit de boas-vindas, como forma de marcar o início de uma estadia que leva em consideração o bem-estar tanto do tutor quanto do animal.

“Acreditamos que os melhores momentos são aqueles vividos com quem amamos. Por isso, criamos uma experiência de hospedagem acolhedora e segura também para os pets, que fazem parte da família. Nosso programa pet friendly reforça o compromisso com uma hospitalidade inclusiva e afetuosa”, destaca Sara Ranghi, Marketing & Brand Development Americas director do Meliá Hotels International.

O programa Pet Friendly está disponível em diversos hotéis da rede no mundo todo. Nas Américas, são dois hotéis nos Estados Unidos, três no México, cinco na República Dominicana, um no Peru e dois no Brasil, que ficam por conta dos hotéis da marca INNSiDE by Meliá localizados em São Paulo: o INNSiDE Itaim e o recém-renovado INNSiDE Higienópolis, que passou por uma conversão de marca e teve seus apartamentos e áreas comuns completamente modernizadas. Os cães têm acesso à maioria das áreas do hotel, com exceção dos spas, academias, piscinas cobertas e áreas de buffet. É permitido hospedar até dois cães por quarto, e eles podem circular livremente pelas áreas externas designadas, desde que estejam com coleira.

Além disso, os tutores têm acesso a um guia digital com dicas de passeios e serviços pet friendly disponíveis no hotel, facilitando o planejamento da viagem e incentivando experiências completas com o pet.

A alimentação saudável para pets também é prioridade. A rede hoteleira oferece refeições naturais, equilibradas e frescas, que podem ser solicitadas via serviço de quarto. Uma conveniência para quem não abre mão da nutrição adequada dos animais durante as férias.

Hotéis participantes do programa para pets nas Américas:

Estados Unidos: Meliá Orlando Celebration e INNSiDE New York.
México: Paradisus La Perla Adults Only, Paradisus Los Cabos Adults Only e ME Cabo.
República Dominicana: Paradisus Palma Real, Paradisus Grand Cana, Zel Punta Cana, Meliá Punta Cana Beach Wellness Inclusive Adults Only e Meliá Caribe Beach.
América do Sul: INNSiDE Lima Miraflores, INNSiDE São Paulo Itaim e INNSiDE São Paulo Higienópolis.

Ao unir conforto, atenção e alimentação saudável, a Meliá mostra que os pets são mais do que bem-vindos, são tratados como verdadeiros hóspedes.

Sobre a Meliá Hotels International

Fundada em 1956 em Palma de Mallorca (Espanha), o Meliá Hotels International conta com mais de 400 hotéis abertos ou em processo de abertura, em mais de 40 países, e um portfólio de nove marcas: Gran Meliá Hotels & Resorts, ME by Meliá, The Meliá Collection, Paradisus by Meliá, Meliá Hotels & Resorts, ZEL, INNSiDE by Meliá, Sol by Meliá e Affiliated by Meliá.

A Companhia é uma das empresas hoteleiras líderes mundiais no segmento de hotéis de férias e sua experiência nesta área tem permitido que se consolide no crescente mercado de hotéis urbanos inspirados no lazer.

Seu compromisso com o turismo responsável a levou a ser reconhecida como a empresa hoteleira europeia mais sustentável do mundo (eleita como “Sustainability Yearbook Member” em 2024 pela S&P Global), além de ser uma marca “Top Employer 2025” na Europa, América do Norte e Vietnã.

Para mais informações, acesse www.meliahotelsinternational.com.

Fonte: Mapa 360

Doenças articulares comprometem a saúde física e emocional dos cães, alerta especialista

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Sem tratamento adequado, dor crônica pode favorecer comportamentos compatíveis com a depressão, dificultando ainda mais a recuperação do animal

Manter a saúde dos cães é um desafio contínuo, especialmente em relação às doenças crônicas, como as articulares, que estão entre as mais recorrentes. “Quando não tratadas corretamente, além das limitações físicas que impõem aos animais, essas condições afetam também o estado emocional dos pets. Se o tratamento prescrito não for assertivo ou conduzido corretamente pelo tutor, o sofrimento do pet pode se estender para além da dor física. Em longo prazo, o cão pode desenvolver comportamentos semelhantes à depressão, agravando ainda mais a percepção da dor, o que dificulta a recuperação e compromete a qualidade de vida do animal”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, Coordenadora de Serviços Técnicos da Unidade Pet da Vetoquinol Saúde Animal.

A dor crônica não tratada, principalmente quando causada por doenças articulares como a osteoartrite, pode afetar muito mais do que a mobilidade dos cães. Com dores constantes, eles tendem a ser menos ativos, evitam brincadeiras e reduzem suas interações com pessoas e outros animais. Esse comportamento pode levar ao isolamento, aumentar a ansiedade e o medo, além de gerar maior sensibilidade a estímulos do ambiente. Com o tempo, essas mudanças afetam diretamente o bem-estar emocional e a qualidade de vida do animal.

No aspecto físico, as doenças articulares provocam sinais clínicos claros, como rigidez muscular e articular, dificuldade de locomoção, vocalizações de dor e outros sinais de desconforto. Associado a isso, é comum que os cães apresentem alterações comportamentais, especialmente ao toque, como inquietação, medo e em alguns casos, agressividade — respostas emocionais complexas que refletem o impacto da dor consistente.

“As enfermidades articulares crônicas comprometem o bem-estar do cão em várias dimensões. A dor e os estados emocionais negativos tendem a se retroalimentar. Por meio de alterações neuroendócrinas e neuroquímicas complexas, a dor aguda não tratada pode evoluir para um quadro crônico, desencadeando comportamentos compatíveis com a depressão. Esse quadro emocional, por sua vez, intensifica a percepção da dor, estabelecendo um ciclo vicioso que dificulta tanto o manejo clínico quanto a recuperação do animal”, detalha Patricia.

Durante o inverno, as madrugadas e noites de temperaturas baixas contribuem para agravar o quadro, intensificando a dor em cães com problemas articulares. A idade também é um fator relevante: animais idosos são mais propensos a apresentar dores mais intensas e limitações mais severas.

Diante disso, a médica-veterinária orienta o tutor a estar atento aos sinais comportamentais e físicos do animal, mas, acima de tudo, manter visitas regulares às clínicas. “A identificação precoce de doenças articulares permite iniciar o tratamento antes que o quadro se agrave, preservando a saúde e o bem-estar do pet.”

Como aliada da medicina veterinária, a Vetoquinol Saúde Animal disponibiliza Cimalgex® — um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) COX-2 seletivo — indicado para o alívio da dor e da inflamação em cães, especialmente aqueles com desconforto decorrente de quadros de osteoartrose. Seja como opção de monoterapia ou como parte de um tratamento multimodal, Cimalgex® contribui para a melhora da mobilidade e do bem-estar dos pets. Seu princípio ativo, o cimicoxib, atua de forma rápida, segura e eficaz, podendo ser utilizado por até seis meses consecutivos.

Com uma linha de soluções desenvolvida exclusivamente para apoiar a mobilidade e a saúde articular de cães e gatos, a Vetoquinol reforça seu compromisso com o bem-estar e qualidade de vida dos animais de companhia, contribuindo para uma maior longevidade dos pets e oferecendo mais tranquilidade aos tutores.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2024, o faturamento global foi de € 539 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de mais de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Idosos de Quatro Patas: cuidados especiais com pets na terceira idade

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Créditos: Divulgação

Mudanças físicas e comportamentais exigem atenção redobrada, cuidados e adaptações na rotina para garantir mais conforto, saúde e qualidade de vida a cães e gatos idosos

Com o avanço da medicina veterinária, da nutrição e dos cuidados diários, os pets estão vivendo mais – e melhor. É cada vez mais comum encontrar cães e gatos que ultrapassam os 12, 15 ou até 20 anos de idade; mas, assim como acontece com os humanos, a longevidade animal vem acompanhada de novas necessidades e desafios. A terceira idade dos companheiros de quatro patas exige uma rotina adaptada, mais empatia e atenção aos sinais muitas vezes sutis.

“A partir dos 7 anos (em média), cães e gatos começam a apresentar alterações fisiológicas naturais do envelhecimento. A pelagem pode perder brilho, a visão e a audição tendem a diminuir, os músculos ficam menos firmes e as articulações mais sensíveis. Em alguns casos, surgem doenças crônicas, como problemas renais, cardíacos, osteoartrite e até alterações cognitivas, que afetam o comportamento e a interação com o ambiente”, conta a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

Compreender essas mudanças é o primeiro passo para proporcionar uma vida mais confortável e feliz ao pet idoso. A alimentação, por exemplo, precisa ser repensada; rações específicas para a fase sênior contêm menor teor calórico, maior digestibilidade e podem conter ingredientes como condroitina, ômega-3 e antioxidantes, que contribuem para o suporte nessa etapa da vida. Além disso, pets com doenças crônicas podem exigir dietas terapêuticas, de acordo com a condição clínica, formuladas sob orientação veterinária.

Outro aspecto essencial é o conforto e bem-estar. Colchonetes ortopédicos, potes de comida elevados, acesso facilitado a ambientes e pisos antiderrapantes fazem toda a diferença no dia a dia de um animal com mobilidade reduzida. Pequenas adaptações na casa ajudam a prevenir acidentes e reduzem o esforço físico, promovendo maior autonomia para o pet.

No comportamento, mudanças também são comuns. “O animal pode se tornar mais quieto, dormir mais horas, interagir menos ou demonstrar irritação em situações antes rotineiras. Em gatos, é frequente a diminuição da limpeza corporal ou o uso incorreto da caixa de areia. Esses sinais não devem ser ignorados, pois podem estar associados ao envelhecimento natural e a possíveis alterações cognitivas típicas da senilidade”, explica a profissional.

E é justamente nesse ponto que os petiscos ganham protagonismo, pois muitas vezes, os animais idosos se tornam seletivos ou perdem parte do apetite – seja por dor, perda de olfato ou alterações digestivas. Petiscos palatáveis e saudáveis podem estimular o interesse pela alimentação, tornando o momento da refeição mais atrativo. Além disso, quando oferecidos de forma estratégica, os snacks ajudam a fortalecer o vínculo afetivo e facilitar momentos desafiadores, como administração de medicamentos, consultas veterinárias ou mudanças na rotina.

“Existem, inclusive, petiscos formulados especialmente para essa fase da vida, com baixo teor de sódio, ingredientes funcionais e texturas adaptadas para dentes mais sensíveis. Esses produtos se tornam verdadeiros aliados no bem-estar dos cães idosos, proporcionando prazer sem abrir mão da segurança nutricional”, cita Bruna.

O enriquecimento ambiental continua sendo importante nessa fase. Brinquedos interativos mais leves, estímulos mentais moderados e passeios tranquilos, respeitando o ritmo do animal, mantêm o pet ativo e previnem o declínio cognitivo. E os petiscos podem ser parte desse processo: escondê-los em locais acessíveis, associá-los a jogos de olfato ou usá-los como recompensa são maneiras simples e eficazes de estimular o corpo e a mente.

A visita ao médico-veterinário deve se tornar mais frequente: pelo menos a cada seis meses. Check-ups regulares ajudam a identificar precocemente qualquer alteração de saúde e permitem intervenções mais eficazes e menos invasivas. Exames laboratoriais, avaliações cardíacas e exames de imagem podem ser incluídos no acompanhamento, dependendo do histórico do pet.

Envelhecer é um processo natural – e, com os cuidados certos, pode ser uma fase tranquila, afetuosa e cheia de conexão. “Cães e gatos idosos continuam sendo excelentes companheiros, muitas vezes ainda mais dóceis, sensíveis e ligados aos seus tutores. Oferecer atenção especial nessa etapa é uma forma de retribuir todo o amor e lealdade recebidos ao longo da vida”, afirma a médica-veterinária.

O segredo está na adaptação: ajustar a alimentação, garantir conforto, oferecer estímulos adequados, manter o acompanhamento veterinário em dia e, claro, incluir os petiscos como uma ferramenta de prazer, motivação e carinho. Com isso, a terceira idade dos pets pode ser vivida com alegria e bem-estar – exatamente como eles merecem.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Ratos empalados e abutres na bagagem: auditores fiscais federais agropecuários interceptam carga ilegal em Guarulhos

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Créditos: Anffa Sindical

Passageiro vindo da Nigéria carregava 102 kg de itens com alto risco sanitário; fiscalização do Vigiagro identificou materiais usados em rituais e para consumo

Mais de 62 quilos de ratos empalados e dois abutres africanos de quase 6 quilos foram apreendidos por auditores fiscais federais agropecuários na bagagem de um passageiro que desembarcou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, vindo na Nigéria, na última quinta-feira (7). No total, ele transportava 102 quilos de produtos de origem animal e vegetal com alto risco sanitário e fitossanitário. A carga foi flagrada durante fiscalização realizada pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).

De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), entre os itens encontrados estavam vegetais diversos (13,9 kg), artigos de madeira bruta (7,4 kg), conchas (1,7 kg), peixes (10 kg), ratos empalados (62,7 kg), couro (0,85 kg) e aves (5,8 kg).

O conteúdo da bagagem surpreendeu os auditores fiscais federais agropecuários pelo mau cheiro e também pela presença de duas aves da espécie grifo africano, um tipo de abutre considerado exótico, além da grande quantidade de ratos empalados. Segundo o próprio passageiro, parte dos itens seria destinada ao consumo e parte ao uso em rituais religiosos.

Porém, a entrada irregular de produtos de origem animal e vegetal, sem controle sanitário, representa uma ameaça real à saúde pública e à agropecuária brasileira. Animais silvestres, como as aves apreendidas, podem ser vetores de doenças graves, como a influenza aviária, que já provocou surtos em diversos países e ameaça diretamente a avicultura nacional. Já materiais como carnes, peixes e vegetais sem inspeção podem carregar pragas, bactérias, vírus e outros agentes contaminantes capazes de comprometer a produção agrícola, a fauna nativa e até causar zoonoses, doenças transmitidas dos animais para os seres humanos.

“Existe um perfil comum desses de passageiros que trazem materiais de rituais e os volumes das malas são bem típicos. Eles são selecionados no raio X ou pelos cães de faro e depois as malas são inspecionadas caso haja indicações nestas inspeções não invasivas”, explicou o diretor de Comunicação do Anffa Sindical, o auditor fiscal federal agropecuário Montemar Onishi, que participou da operação.

Punição

Diante da gravidade da situação, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi acionado para avaliação ambiental. Foi aplicada multa no valor de R$ 149,8 mil, além de possíveis sanções penais que ainda serão avaliadas.

O passageiro também será integrado ao Sistema Brasileiro de Informações Antecipadas de Passageiro (Sisbraip). A ferramenta proporciona inteligência e automação na fiscalização de passageiros e bagagens, reforçando a segurança nacional, o controle sanitário e a vigilância agropecuária internacional, além de aumentar a eficiência das operações aeroportuárias. Desde sua implantação em 2022, já foram analisados mais de 399 milhões de passageiros e processados mais de 33,9 milhões de registros de voos.

Para o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, ações como essa são fundamentais para a defesa da agropecuária nacional. Por isso, é importante garantir estrutura, tecnologia e inteligência à vigilância agropecuária, em todas as suas frentes, seja em aeroportos, portos e fronteiras terrestres.

“É graças ao trabalho técnico e rigoroso dos auditores fiscais agropecuários que o Brasil consegue proteger suas fronteiras contra pragas, doenças e ameaças ambientais. Impedir a entrada de materiais contaminados ou de origem desconhecida é proteger a produção rural, a saúde pública e a credibilidade do país no mercado internacional”, afirmou o presidente do Anffa Sindical.

Fonte: FSB Comunicação

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