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Avert, Petz e PATAE treinam cães de assistência em iniciativa inédita

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Iniciativa promove treinamento de tutores e seus cães para colaborarem em tratamentos de apoio em hospitais e instituições

Como parte do projeto Conectados – uma iniciativa da Biolab, companhia referência em medicamentos na área de saúde mental, e da Avert® Saúde Animal, sua divisão dedicada aos cuidados veterinários – a Biolab promoveu uma ação especial de voluntariado em parceria com a Petz e o PATAE ACADEMY (Programa Alice Terapia Assistida Educacional). A ação capacitou colaboradores da empresa e seus cães para atuarem em terapias assistidas em hospitais e outras instituições. O treinamento foi realizado em duas etapas: um módulo teórico, e uma vivência prática com os cães, na unidade da Petz da Avenida Dr. Ricardo Jafet, em São Paulo.

“Mais do que uma ação solidária, a parceria com a PATAE representa algo que levamos muito a sério aqui dentro: levar qualidade de vida às pessoas. Nossos colaboradores trabalham todos os dias para garantir tratamentos acessíveis à população e, agora, podem apoiar de uma forma mais próxima, doando seu tempo para fortalecer relações humanas”, destaca Tais Motta Fernandes, gerente de Marketing da Avert.

O conteúdo do treinamento foi dividido em dois dias, o primeiro com aula teórica que inclui a introdução à avaliação comportamental dos cães, o que observar para saber quando e como agir durante o treinamento e preparação para o módulo prático, onde acontece os momentos de observação e avaliação dos animais. A proposta é garantir que os animais estejam aptos e confortáveis para atuar em ambientes sensíveis, contribuindo com segurança e afeto.

“Com imensa alegria, conduzi uma imersão inédita da PATAE Academy com os profissionais da AVERT e Biolab, formando as primeiras duplas corporativas do Brasil certificadas para atuar com seus próprios cães em intervenções voltadas à saúde mental. Mais do que uma capacitação, vivenciamos um compromisso real com a ética, a proteção animal e o reconhecimento dos animais como seres sencientes. Essa parceria pioneira representa um marco na humanização das relações no ambiente empresarial, mostrando que é possível unir ciência, empatia e responsabilidade social através do elo mais verdadeiro que existe: o amor entre espécies.”

Para saber mais sobre o projeto PATAE e como se voluntariar, acesse: https://www.programaalicepatae.com.br/

Instagram: @pataeacademy

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Especialistas explicam como adaptar o motorhome para levar seu companheiro de quatro patas nas estradas

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Com o crescimento do turismo pet‑friendly, a Up! Motorhome dá dicas de como transformar veículos sobre rodas em lares seguros, confortáveis e personalizados para quem não abre mão da presença do pet nas viagens.

Viajar com animais de estimação virou preferência de muitos brasileiros: cerca de 26% dos tutores com pets pretendem viajar com seus bichinhos ao menos uma vez por ano, segundo pesquisa da Booking.com. Isso mostra que pets são cada vez mais incluídos nos planos de viagem da família.
Não é surpresa, afinal, o Brasil tem uma das maiores populações pet do mundo: estima-se que existam entre 150 e 160 milhões de animais domésticos, com cerca de 60 milhões de cães e 30 milhões de gatos. Essa intensa presença dos pets na vida familiar impulsiona o turismo pet-friendly e influencia diretamente os hábitos de viagem.

A plataforma Airbnb registrou mais de 100% de aumento nas noites reservadas por hóspedes com pets no Brasil no primeiro semestre de 2023, em comparação ao ano anterior. O país também ocupa o segundo lugar no ranking global de acomodações pet-friendly, com cerca de 42% dos anúncios aceitando animais.

Nesse cenário, a Up! Motorhome, desde 2019, personaliza motorhomes para garantir que tutores e pets vivam suas viagens com liberdade, conforto e segurança. Os fundadores Glauber Silva e Ana Sartori destacam a crescente
procura por projetos customizados e pet-friendly. “Recebemos cada vez mais pedidos de clientes que querem viajar com seus cães ou gatos. Para isso, fazemos ajustes específicos no projeto, como espaços de descanso dedicados, proteção contra calor excessivo, telas nas janelas e até armários para armazenar itens do pet”, explica Ana, diretora criativa da empresa.

Quem vive essa experiência na prática é o casal Bruna Lucchiari de Queiroz e Maico Henrique Silveira, que trocaram a residência fixa por um motorhome e cruzam o mundo com sua cachorrinha Kika. “Nossa principal preocupação era um
local seguro para a Kika durante as viagens, porque passaríamos por todos os tipos de estradas. Como ela é de pequeno porte, a Up! projetou um baú de madeira entre os bancos da cabine, do tamanho exato da cama dela, com um encaixe para cinto de segurança. Assim, em movimento, ela viaja presa e confortável entre nós.
Quando a casa está parada, essa mesma cama vira o cantinho dela para descanso”, conta Bruna.

Segundo o casal, manter uma rotina, mesmo na estrada, foi essencial para a adaptação. “Os horários de refeições e passeios da Kika são bem definidos. Ela come e sai para fazer suas necessidades antes mesmo do nosso café da manhã. No começo, pensamos em um espaço para tapete higiênico dentro do motorhome, mas logo ela decidiu que os quintais ao ar livre eram mais interessantes e nunca mais usou”, relata Maicon. Ele destaca que, em cada novo destino, fazem questão de descer com Kika para que ela reconheça o território, o que ajuda a diminuir a ansiedade. “A adaptação dela foi mais rápida do que a nossa. Hoje, quando ligamos o motor, ela já corre para a cabine, pronta para uma nova aventura”, completa.

Glauber, líder da equipe de engenharia da Up!, enfatiza o cuidado com o clima interno do veículo: “Instalamos exaustores, ar-condicionado com funcionamento autônomo e até sistemas de automação para monitorar remotamente a
temperatura interna do veículo. Isso garante que o pet esteja confortável e seguro, mesmo se os tutores saírem para uma caminhada rápida.”

Segurança também é prioridade durante a condução: cintos especiais, caixas de transporte fixadas, grades de contenção e compartimentos estratégicos oferecem proteção em caso de frenagens bruscas. “Assim como os humanos, os pets também precisam estar bem acomodados”, reforça Ana.

Organização é essencial em viagens longas: ração, remédios, documentos, potes e brinquedos devem estar acessíveis e bem armazenados. “O motorhome cura a imprevisibilidade das estradas quando pensado de forma planejada — e o pet nota quando não falta nada importante na rotina”, completa Glauber.

Para quem cruza fronteiras sobre rodas, também há orientações legais importantes: documentação em dia, Certificado Veterinário Internacional (CVI) ou passaporte para cães e gatos emitido por VIGIAGRO, microchip, vacina antirrábica
e atestado de saúde. Esses cuidados são exigidos por lei e fundamentais para evitar transtornos sanitários.

Fonte: MGAPRESS

Saúde dos pets: campanha Agosto Verde alerta para a conscientização e prevenção da leishmaniose

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Médica-veterinária destaca o papel da informação e do cuidado com os animais para conter o avanço da leishmaniose no Brasil

A saúde dos animais, das pessoas e do meio ambiente está profundamente conectada. Essa visão integrada, cada vez mais presente nas discussões sobre saúde pública, ganha destaque durante a campanha Agosto Verde, voltada à conscientização e prevenção da leishmaniose.

A leishmaniose visceral é uma zoonose grave e endêmica em diversas regiões do Brasil, preocupando as autoridades sanitárias devido ao seu difícil controle. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% dos casos de leishmaniose visceral estão concentrados em cinco países, sendo o Brasil um deles. Além disso, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), cita que o Brasil é responsável por 96% dos registros nas Américas. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 3.500 novos casos são registrados por ano no país, com uma taxa de letalidade em torno de 11%. A doença está presente em todo o território nacional, com uma concentração maior de casos nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Causada pelo protozoário Leishmania infantum e transmitida principalmente pela picada da fêmea do mosquito-palha infectado, a doença é muito grave e infelizmente se não tratada, embora não exista cura, pode levar o cão à óbito. Trata-se de uma zoonose, ou seja, uma infecção capaz de ser transmitida entre animais e humanos, com os cães atuando como principais reservatórios domésticos do parasita em ambientes urbanos.

O mês de agosto foi escolhido para a campanha por coincidir com o período de maior risco para a transmissão da doença, especialmente em regiões com temperaturas elevadas e maior volume de chuvas, que favorecem a proliferação do mosquito transmissor, que faz a postura de seus ovos em locais ricos em matéria orgânica, úmidos e com pouca luminosidade. Esse cenário climático, aliado a fatores ambientais e sociais, tem contribuído para a expansão da leishmaniose em áreas anteriormente menos afetadas. Por isso, durante esse período, médicos-veterinários em diversas regiões do Brasil aproveitam para promover ações de conscientização sobre a leishmaniose, reforçando a importância da prevenção e do cuidado com os animais.

Em São Paulo, por exemplo, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou a segunda morte por leishmaniose visceral em 2025. Até o momento, o estado já contabiliza 26 casos da doença neste ano. Em 2024, foram registrados 45 casos confirmados — uma oscilação que, embora momentaneamente menor, ainda exige atenção contínua.

Após a infecção, alguns cães podem ser assintomáticos e outros podem apresentar manifestações clínicas que muitas vezes são confundidas com outras enfermidades. “A leishmania pode afetar qualquer órgão, causando uma variedade de sinais clínicos, como febre, aumento dos linfonodos, perda de peso, crescimento exagerado das unhas, alterações de pele e, em estágios mais avançados, comprometimento renal – uma das principais causas de óbito”, explica a médica-veterinária Kathia Soares, da MSD Saúde Animal.

A especialista também destaca “Os registros em humanos servem como alerta de que a infecção já está presente entre os cães da região e frequentemente de forma silenciosa. Por isso, proteger os animais é essencial para interromper o ciclo de transmissão e preservar a saúde pública”, afirma.

Além disso, é fundamental esclarecer que a leishmaniose canina, embora tratável, ainda não tem cura parasitológica. “Isso significa que, uma vez infectado, o cão continuará portando o parasita pelo resto da vida. Os tratamentos disponíveis hoje ajudam a controlar as manifestações clínicas, proporcionando mais qualidade de vida ao pet, mas vale lembrar que os custos são altos (medicamentos, visitas ao veterinários, exames de rotina) e ele pode ter recaídas e, em muitos casos, a doença pode evoluir para o óbito. Por isso, reforçamos que a prevenção é a melhor opção, sendo o caminho mais seguro e responsável. Ter um pet com leishmaniose não é uma sentença de que nada pode ser feito, mas não podemos cair na armadilha de achar que só porque há tratamento não precisamos focar na prevenção. A doença debilita muito o animal, os custos de tratamento são altos, e infelizmente muitos não resistem, mesmo com todos os cuidados”, complementa Soares.

De acordo com as diretrizes do Brasileish (2018), a principal forma de prevenir a infecção por leishmania em cães é através do uso de inseticidas tópicos com propriedade repelente. As diretrizes citam ainda que os estudos em larga escala têm demonstrado a eficácia do uso de coleiras inseticidas na prevenção e no controle da leishmaniose, sendo essa uma importante medida de saúde pública no Brasil.

Um exemplo eficaz é a coleira Scalibor®, do portfólio da MSD Saúde Animal, que oferece ação prolongada de até quatro meses, repelindo e eliminando o mosquito antes que ele se alimente do sangue do animal. O Sistema Único de Saúde (SUS) indica o uso da Scalibor® como método profilático porque, entre as opções disponíveis, é a única que comprovou, por meio de estudos, que, quando utilizada de forma ampla pelos cães em uma determinada região, contribui diretamente para a redução dos casos de leishmaniose visceral em humanos. Ou seja, proteger os cães reflete diretamente na saúde das pessoas.

Outras medidas simples que podem ser adotadas no dia a dia como parte do controle estratégico da doença incluem: restringir os passeios com os cães ao entardecer e anoitecer — período de maior atividade do mosquito transmissor —, instalar telas em canis e janelas, manter os quintais limpos e livres de matéria orgânica acumulada, além de garantir o acompanhamento veterinário regular do animal.

“Proteger os nossos pets é fundamental para que eles vivam mais e com muito mais qualidade, além claro, de contribuirmos com a saúde de toda a comunidade. A utilização de coleiras como a Scalibor® é uma medida eficaz e prática que ajuda a diminuir a transmissão, fazendo parte de um conjunto de ações que devemos adotar para garantir a saúde pública e o bem-estar dos animais”, reforça a médica-veterinária.

Durante o Agosto Verde, a mensagem é clara: a prevenção pode salvar vidas. Informar-se, adotar medidas preventivas e manter um olhar atento ao bem-estar dos animais são atitudes essenciais para construir ambientes mais seguros e saudáveis para todos.

Sobre a MSD Saúde Animal  

Há mais de 130 anos, a MSD cria invenções para a vida, trazendo ao mercado medicamentos inovadores para combater as doenças mais desafiadoras. A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., é a unidade global de negócios de saúde animal da MSD. Por meio do seu compromisso com a Ciência para Animais mais Saudáveis, a MSD Saúde Animal oferece a médicos-veterinários, pecuaristas, donos de pets e governos uma grande variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas, soluções e serviços de gestão de saúde, além de um amplo conjunto de tecnologia conectada que inclui produtos voltados à identificação, à rastreabilidade e ao monitoramento. A MSD Saúde Animal é dedicada a preservar e melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho dos animais e das pessoas. Investe amplamente em recursos de P&D e em uma cadeia de suprimentos moderna e global. A empresa está presente em mais de 50 países e seus produtos estão disponíveis em cerca de 150 mercados. Para obter mais informações, visite nosso site e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

Fonte: FSB Comunicação

Alimentação natural ou ração? O que realmente importa na hora de alimentar seu cão

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“Alimentação natural não é simplesmente cozinhar arroz e frango. É um planejamento nutricional complexo, que deve ser feito com acompanhamento veterinário e nutricional”, diz o diretor do Hospital Veterinário MeBi – Médicos de Bichos, de Curitiba

Nos últimos anos, a alimentação natural para cães ganhou força entre tutores que querem ver seus pets saudáveis, felizes e longe de ultraprocessados. Ao mesmo tempo, as rações evoluíram. Hoje, muitos produtos são verdadeiros pacotes de tecnologia nutricional, com fórmulas precisas, alta digestibilidade e praticidade para quem vive na correria.

A pergunta que fica é, será que existe certo e errado quando o assunto é alimentação de pets? Existe um único caminho que sirva para todos os cães, para todas as casas e todas as fases da vida?

“Quando o assunto é alimentação, nós, médicos veterinários, precisamos agir com neutralidade, ciência e empatia. Não se trata de moda ou de briga entre alimentação natural e ração. Se trata de encontrar o que é melhor para cada animal e para cada tutor, de forma segura, responsável e sustentável”, afirma o médico veterinário Dr. Eros Luiz de Sousa, diretor do Hospital Veterinário MeBi – Médicos de Bichos, de Curitiba.

Segundo ele, rações completas de boa qualidade são desenvolvidas com pesquisa, controle de qualidade e fórmulas balanceadas. Para muitos cães e tutores, a ração oferece praticidade, previsibilidade de custo e segurança alimentar, principalmente em casas com rotina corrida, múltiplos pets ou tutores com dificuldade de seguir planos nutricionais rígidos.

“A ração não é inimiga do bem-estar. Pelo contrário, muitas doenças podem ser prevenidas ou controladas com dietas específicas de alta qualidade, formuladas por quem estuda nutrição animal”, lembra o diretor.

Por outro lado, a alimentação natural, quando bem orientada, pode ser uma aliada poderosa, especialmente em cães com restrições, alergias alimentares ou que necessitam de controle rigoroso de certos nutrientes. “Alimentação natural não é simplesmente cozinhar arroz e frango. É um planejamento nutricional complexo, que deve ser feito com acompanhamento veterinário e nutricional, para evitar deficiências ou excessos que podem trazer riscos graves à saúde do pet”, reforça. Além disso, o custo, o tempo de preparo e a disciplina para seguir o plano nutricional são fatores que pesam na decisão.

O gasto médio mensal com alimentação para cães no Brasil varia entre R$ 100 a R$ 300 por animal, dependendo do porte e do tipo de dieta, segundo estudos setoriais como Radar Pet (Comissão de Animais de Companhia do Sindan), que acompanha gastos médios do consumidor pet no Brasil, e Instituto Pet Brasil.

Segundo relatórios setoriais, o segmento de alimentação natural para cães cresce entre 20% e 30% ao ano, embora ainda represente menos de 5% do total de pet food comercializado no Brasil, que deve alcançar US$ 10,73 bilhões (cerca de R$ 59 bilhões) em 2025, segundo a Mordor Intelligence. O faturamento total do setor pet em 2024 foi de R$ 77 bilhões, com pet food respondendo por R$ 42,3 bilhões (54,9% do total). Fonte: Abinpet, Instituto Pet Brasil, Euromonitor e Radar Pet.

Mas, para o especialista, a verdade é que não existe dieta perfeita que sirva para todos os cães e todos os tutores. “Idade, porte, nível de atividade, condições de saúde do pet e a realidade de quem cuida são fatores determinantes. A escolha precisa ser consciente. O tutor precisa entender que qualquer dieta, natural ou ração, precisa ser equilibrada, supervisionada e adaptada ao seu pet”, destaca.

No Hospital Veterinário MeBi localizado em Curitiba, o foco é cuidar do animal como um todo, o que inclui orientar tutores a fazer escolhas informadas e realistas.

“Nosso papel é desmistificar modismos e o terrorismo nutricional que muitas vezes vemos em redes sociais. Queremos amparar o tutor com informação técnica, mas sem julgamento, mostrando prós e contras de cada opção. Alimentar bem é mais do que uma moda: é uma responsabilidade”, finaliza o diretor do MeBi.

Outras informações: https://medicosdebichos.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/medicosdebichos/

Fonte: Engenharia de Comunicação

Seu pet está espirrando muito? Pode ser mais que alergia: mudanças climáticas aumentam doenças

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Vacinação, hidratação e passeios no horário certo: o que fazer para adaptar os pets às novas estações; especialista explica

Quando as folhas caem ou o frio aperta, não são só os humanos que sentem. Para cães e gatos, a mudança de estação é um convite para redobrar os cuidados com a saúde, a rotina e até o guarda-roupa. A transição climática afeta o sistema imunológico, o apetite, a pelagem e até o comportamento dos pets. E, sim, eles podem pegar gripe!

“Assim como nós, os pets também sofrem com a variação de temperatura. Gripes, alergias e alterações no metabolismo são comuns nesta época do ano. Por isso, o tutor deve ficar atento a sinais como espirros frequentes, apatia ou coceiras intensas”, alerta o médico veterinário Dr. Eros Luiz de Sousa, diretor do Hospital Veterinário, MeBi – Médicos de Bichos, de Curitiba.

Na virada das estações, reforçar o calendário vacinal é essencial. Doenças respiratórias, como a traqueobronquite infecciosa canina, popularmente chamada de “gripe dos cães”, e a rinotraqueíte felina são mais frequentes com o frio e a umidade.

“O sistema imunológico pode ficar mais vulnerável na troca de estação. Por isso, a vacinação e o controle antiparasitário devem ser reforçados, principalmente em animais que passeiam muito ou convivem com outros pets”, explica.

Dr. Eros Luiz de Sousa, diretor do Hospital Veterinário MeBi — Médicos de Bichos, de Curitiba

Já no calor, os passeios devem ser bem planejados. As altas temperaturas podem causar hipertermia e queimaduras nas patinhas. No frio, o risco é de hipotermia e contraturas musculares.

“No inverno, o ideal é que os passeios aconteçam no meio da tarde, quando a temperatura está mais amena — sempre com o pet bem agasalhado. Já no calor, é melhor sair bem cedo ou no fim da tarde, evitando os horários mais quentes do dia”, orienta.

Além disso, a hidratação precisa ser constante. Um cão de médio porte consome, em média, 50 ml de água por quilo de peso ao dia, segundo a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária. No calor, esse número pode dobrar.

Entre as adaptações naturais dos pets à mudança climática, a troca de pelagem está entre as mais evidentes e, para muitos tutores, as mais trabalhosas. “A mudança de pelos é um mecanismo fisiológico de proteção. No outono e na primavera, o volume de pelos soltos costuma aumentar bastante”, explica o diretor.

Para quem vive em apartamento, atenção redobrada: além da limpeza, é importante manter a escovação regular para evitar a formação de nós e reduzir a ingestão de pelos, que pode causar problemas gastrointestinais nos bichinhos.

E quando vestir e quando não vestir? Roupinhas, sapatinhos, bonés e outros acessórios são cada vez mais comuns. Mas o uso deve ser criterioso. “O agasalho pode ajudar cães de pelagem curta ou idosos a manterem a temperatura corporal no inverno. Já acessórios como sapatinhos são úteis em dias muito quentes, para proteger as patas do asfalto escaldante. Mas o excesso ou o uso inadequado pode causar dermatites e estresse”, pondera o diretor do MeBi Hospital Veterinário.

Nem todo espirro ou perda de apetite é grave, mas sinais persistentes pedem atenção médica. “Se o pet apresentar tosse, dificuldade para respirar, lesões na pele ou alterações de comportamento, o ideal é consultar o seu veterinário. Na troca de estação, muitos quadros podem evoluir rapidamente”, reforça.

Além disso, manter um check-up preventivo a cada seis meses é recomendação padrão da (ABHV) – Associação Brasileira dos Hospitais Veterinários.

“Assim, na troca de estação, vale ajustar a rotina, reforçar os cuidados médicos, adequar os passeios, oferecer uma alimentação balanceada e, claro, garantir muito amor e atenção. Afinal, seja no frio ou no calor, o bem-estar nunca sai de moda”, conclui.

Outras informações: https://medicosdebichos.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/medicosdebichos/

Fonte: Engenharia de Comunicação

Você conhece o seu gato?

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Observadores, seletivos e independentes, os gatos conquistam tutores ao redor do mundo com seu comportamento único. Sua trajetória ao lado dos humanos começou há milhares de anos e foi marcada por diferentes simbolismos culturais, avanços na domesticação e descobertas científicas. Ainda assim, muitos de seus traços seguem despertando fascínio.

“As características fisiológicas e comportamentais únicas dos gatos influenciam diretamente a forma como se alimentam, interagem com o ambiente e se relacionam com os humanos. Quanto mais os tutores compreendem esses aspectos, mais preparados estarão para oferecer os cuidados necessários ao longo de toda a vida dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

Para celebrar a data, a ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães e comprometida com o bem-estar animal, reuniu uma série de fatos interessantes que contribuem para uma melhor compreensão dos felinos. Confira!

Origem

O gato doméstico (Felis catus) descende do Felis lybica, felino selvagem que habitava regiões desérticas do norte da África e do sudoeste da Ásia. A convivência com os humanos teve início de forma gradual, favorecida pela habilidade desses animais em controlar roedores nos assentamentos. A adaptação a ambientes áridos também explica a baixa ingestão espontânea de água. Esse comportamento é herdado de seus ancestrais, que obtinham grande parte da hidratação por meio dos alimentos. Embora hoje os gatos vivam em ambientes totalmente diferentes de seus habitats de origem, é fundamental estimular o consumo hídrico por meio da oferta de alimentos úmidos e de diferentes fontes de água acessíveis ao longo do dia.

Paladar seletivo, ausência de percepção doce e olfato apurado

Seu paladar é altamente específico e adaptado às particularidades da espécie. Os gatos possuem um número reduzido de papilas gustativas e não têm receptores para o sabor doce, sendo biologicamente incapazes de percebê-lo. Além disso, têm o olfato bastante desenvolvido e utilizam principalmente esse sentido para avaliar se um alimento é atrativo ou não. Essas características influenciam diretamente suas preferências alimentares e reforçam a importância de oferecer alimentos formulados especialmente para atender tanto às suas necessidades nutricionais quanto sensoriais.

Longos períodos de sono

Gatos costumam dormir entre 12 e 16 horas por dia, podendo chegar a até 20 horas em certas fases da vida. Esse comportamento está ligado à conservação de energia e ao padrão natural de atividade, mais intenso ao amanhecer e ao entardecer — momentos em que suas presas costumavam estar mais ativas na natureza. O hábito também é herdado de seus ancestrais caçadores, que alternavam repouso e vigília com estratégia e eficiência. Por isso, o descanso prolongado é parte natural da rotina felina.

Vibrissas como ferramentas sensoriais

Os bigodes dos gatos, chamados de vibrissas, estão presentes não só nas laterais do focinho, mas também acima dos olhos, nas bochechas e nas patas dianteiras. Altamente sensíveis, essas estruturas funcionam como sensores táteis e ajudam o animal a perceber variações sutis no ambiente, como correntes de ar, obstáculos e espaços estreitos. Também contribuem para a orientação e o equilíbrio, mesmo em locais pouco iluminados.

Ronronar nem sempre indica prazer

Embora frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode ocorrer em situações de dor, medo ou estresse. Trata-se de um comportamento com diferentes funções, que pode ter efeito calmante e auxiliar na autorregulação emocional. Observar o contexto em que o ronronar acontece é essencial para compreender o estado emocional do animal e oferecer os cuidados apropriados.

Visão adaptada à baixa luminosidade

Seus olhos contam com uma estrutura chamada tapetum lucidum, que reflete a luz e amplia a capacidade de enxergar em ambientes com pouca iluminação. Isso os torna mais ativos ao entardecer e durante a noite. Sua visão periférica também é mais ampla do que a dos humanos, o que favorece a detecção de movimentos ao redor. Essa habilidade é especialmente importante para a caça.

Comunicação olfativa avançada

O olfato é um dos sentidos mais desenvolvidos dos gatos e exerce papel fundamental na forma como se relacionam com o mundo. Além de odores comuns, eles captam feromônios, substâncias químicas utilizadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie. Essas informações são processadas por um órgão especializado chamado órgão de Jacobson, ou vomeronasal, ativado durante a expressão conhecida como flehmen, quando permanecem com a boca entreaberta após cheirar algo intensamente.

Miado é voltado à comunicação com humanos

Ao contrário do que muitos imaginam, gatos adultos quase não miam entre si. O miado é uma vocalização direcionada principalmente aos humanos, usada para expressar desejos, chamar atenção ou manifestar desconforto. Entre si, eles se comunicam por meio de sinais corporais, posturas, expressões faciais, vocalizações específicas como rosnados e silvos, além de marcas olfativas. Essa adaptação demonstra a inteligência e a capacidade da espécie de ajustar seu comportamento à convivência doméstica.

Organização territorial estruturada

Os felinos dividem seu ambiente em zonas específicas para atividades como alimentação, descanso, eliminação e brincadeiras. Essa setorização é instintiva e essencial para o bem-estar emocional, pois permite que o gato se sinta seguro e no controle do seu território. Mudanças bruscas ou desestruturação desses espaços podem gerar estresse. Por isso, é fundamental respeitar seu território e manter rotinas previsíveis.

Instinto de caça preservado

Mesmo bem adaptados à vida doméstica, os gatos mantêm comportamentos ligados ao instinto de caça. Perseguir, agarrar e capturar objetos durante brincadeiras são formas naturais de expressão desse comportamento. Estimular essas atividades com brinquedos interativos promove saúde física, equilíbrio emocional e fortalece o vínculo com o tutor.

Apesar de todas as evoluções e mudanças às quais foram submetidos, o instinto de caça e as necessidades naturais dos gatos permanecem intactos. Conhecê-los, compreendê-los e respeitá-los é essencial para assegurar seu bem-estar.

“Entendemos que é responsabilidade dos tutores adaptar o ambiente e até mesmo seu próprio comportamento às necessidades dos pets. Não apenas para promover bem-estar e uma boa convivência, mas também para prevenir problemas comportamentais e impactos negativos na saúde a longo prazo. A missão da ROYAL CANIN® vai além de desenvolver e fornecer uma nutrição adaptada a cada animal — é também compartilhar conhecimento e torná-lo acessível para o maior número possível de pessoas”, complementa Priscila.

Para conhecer mais sobre os alimentos para gatos de todas as espécies, acesse o site da ROYAL CANIN®.

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de dietas que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 400 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 17 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 230 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: InPress Porter Novelli

Medicamentos de uso humano: um risco silencioso e potencialmente fatal para cães e gatos

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Veterinária alerta para os perigos da automedicação e da exposição acidental de pets a fármacos desenvolvidos para humanos

Um simples comprimido deixado sobre a mesa ou uma pomada aplicada na pele sem o devido cuidado pode representar sérios riscos à saúde de cães e gatos. Muitos tutores, por desconhecimento ou na tentativa de agir rapidamente diante de um desconforto do animal, recorrem à automedicação utilizando princípios ativos indicados para seres humanos, sem compreender que, mesmo quando o fármaco é o mesmo, as doses, as vias de administração e os efeitos colaterais podem ser extremamente diferentes entre as espécies. Além disso, há substâncias que são seguras para nós, mas que causam intoxicações severas em pets, mesmo em quantidades mínimas.

Medicamentos comuns, riscos imensos

Entre os medicamentos que lideram os casos de intoxicação acidental em animais de estimação, analgésicos e anti-inflamatórios de uso humano estão entre os mais perigosos. Substâncias como paracetamol, ibuprofeno, diclofenaco e ácido acetilsalicílico (aspirina), tão presentes nos lares brasileiros, podem causar desde danos gastrointestinais até falência hepática ou renal em cães e gatos.

“No caso do paracetamol, por exemplo, basta uma dose considerada segura para um ser humano adulto para provocar necrose hepática grave e alterações hematológicas severas, principalmente nos gatos, que são extremamente sensíveis a essa substância”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

Outro grupo preocupante é o dos antidepressivos e ansiolíticos, como fluoxetina, sertralina, diazepam e clonazepam. Apesar de alguns desses princípios ativos serem utilizados em tratamentos veterinários, o uso sem prescrição e, principalmente, com dosagens inadequadas pode desencadear reações adversas graves, como alterações neurológicas, convulsões, arritmias e até coma.

O mesmo vale para antibióticos de uso humano, como a amoxicilina com clavulanato ou a ciprofloxacina, que, embora usados em tratamentos veterinários, precisam ser prescritos com base no peso, na espécie e na condição clínica do animal. “Não é apenas a substância em si, mas a dose exata e a forma de administração que definem a segurança e a eficácia de um medicamento. A bula destinada a humanos jamais pode ser utilizada como referência para um pet”, reforça Farah.

Aparentemente inofensivos

Além dos medicamentos tradicionais, outro grupo que merece atenção especial é o dos suplementos, vitaminas e nutracêuticos de uso humano. Por terem uma imagem associada à promoção da saúde, muitos tutores acreditam que a administração seja segura ou até benéfica para os animais de estimação — o que pode ser um equívoco perigoso.

O grande problema está, mais uma vez, na diferença metabólica entre humanos e animais. A vitamina D, por exemplo, é essencial para a regulação do cálcio e do fósforo no organismo, mas, quando administrada em doses acima do necessário — o que pode ocorrer facilmente com produtos de uso humano — pode provocar hipercalcemia, levando à calcificação de órgãos, insuficiência renal aguda e até à morte do animal.

Já a vitamina A, se fornecida de forma crônica e em doses elevadas, pode causar dores articulares, letargia, perda de apetite e alterações ósseas, especialmente em gatos. O excesso de ferro pode gerar lesões gastrointestinais e hepáticas severas, e o zinco, comum em pastilhas e cápsulas para imunidade em humanos, quando ingerido por cães e gatos, pode provocar vômitos, diarreia, anemia hemolítica e outros distúrbios graves.

“O erro de pensar que o que faz bem para humanos fará bem para pets é um dos principais fatores por trás das intoxicações por vitaminas e suplementos. A farmacocinética e as necessidades fisiológicas dos animais são diferentes e qualquer adição deve ser prescrita por um médico-veterinário”, alerta Farah.

Os nutracêuticos — compostos naturais utilizados para prevenir ou tratar doenças, como ômega 3, condroitina, glucosamina, probióticos, colágeno e fitoterápicos — também têm sido cada vez mais populares entre os tutores. No entanto, quando comprados em farmácias convencionais e destinados ao consumo humano, não possuem dosagem adequada para animais e, muitas vezes, contêm excipientes, corantes, adoçantes ou conservantes que são tóxicos para os pets, como o xilitol, adoçante comum em suplementos mastigáveis, mas que em cães pode causar uma queda abrupta de glicose no sangue, levando a convulsões, coma e morte.

Da mesma forma, a melatonina, muito utilizada por humanos para indução do sono e regulação do ritmo circadiano, tem sido usada em animais em casos de ansiedade, distúrbios hormonais ou queda de pelos. Porém, a dose segura para animais é muito inferior àquela encontrada nos comprimidos disponíveis no mercado humano, além de exigir pureza farmacêutica e ausência de substâncias aditivas.

Perigos que vão além da ingestão

A intoxicação medicamentosa em pets não ocorre apenas pela ingestão oral. Medicamentos de uso tópico ou dermatológico, como minoxidil (indicado para tratamento de alopecia em humanos), representam um risco silencioso, mas letal, especialmente quando aplicados em regiões que o animal possa lamber ou com as quais possa entrar em contato direto. Apenas a exposição cutânea já pode provocar efeitos colaterais severos, como taquicardia, hipotensão, prostração e, em casos extremos, óbito.

Outros medicamentos hormonais de uso tópico, como estrógenos e testosterona em gel, também oferecem riscos quando absorvidos acidentalmente pela pele ou lambedura. O acúmulo dessas substâncias no organismo do animal pode interferir no sistema endócrino, provocar alterações comportamentais e até distúrbios reprodutivos.

Medicação segura só com prescrição veterinária

Dados da pesquisa Radar Pet 2023, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), apontam que ao perceber que o pet não está normal, 37% dos entrevistados prefere observá-lo por três dias, 35% leva diretamente ao veterinário e 22% entra em contato com o veterinário. No entanto, o índice de pessoas que buscam outros meios é preocupante: 22% pedem orientação a conhecidos, 19% medicam por conta própria e 9% procuram informações na internet.

A automedicação é sempre contraindicada, mesmo quando o tutor já tenha ouvido falar de determinado medicamento sendo usado em pets ou quando o animal já tenha usado anteriormente em outro tratamento. Cada caso exige uma avaliação criteriosa, e somente o médico-veterinário pode indicar a substância correta, a dose exata e o tempo de tratamento adequado.

“Ainda que alguns princípios ativos possam ser compartilhados entre humanos e animais, como antibióticos ou ansiolíticos, isso não significa que a apresentação, a posologia e a forma de administração sejam as mesmas. Utilizar medicamentos humanos sem ajuste específico é um risco que nenhum tutor deveria correr”, afirma Farah.

Medicamentos manipulados exclusivamente para pets

A escolha por medicamentos manipulados para uso veterinário oferece não apenas mais segurança, mas também maior adesão ao tratamento. Na DrogaVET, cada formulação é desenvolvida de acordo com a prescrição do médico-veterinário, considerando o peso, a espécie, a condição clínica e as necessidades individuais de cada pet, o que garante precisão no tratamento e reduz risco de intoxicação.

Outro diferencial importante da manipulação veterinária é a possibilidade de personalização das formas farmacêuticas. A DrogaVET oferece soluções como biscoitos, pastas orais, molhos e caldas flavorizadas com sabores como leite condensado, frango, carne, picanha ou atum. Essas opções facilitam a administração, reduzem o estresse do tutor e do animal e contribuem para a continuidade do tratamento de forma mais eficaz.

“Um pet medicado corretamente tem mais chances de se recuperar, e um tutor orientado faz toda a diferença nesse processo. Por isso, sempre recomendamos que a primeira atitude, diante de qualquer alteração no comportamento ou no estado de saúde do animal, seja procurar um profissional habilitado”, finaliza Farah.

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.

Fonte: Deepzo

Central Plaza Shopping tem mês de agosto pet friendly

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Créditos: Divulgação

Com exposição, dia de adoção e castração gratuita, o centro comercial promove ações especiais para os loucos por pets

O Central Plaza Shopping, principal centro de compras e entretenimento da Vila Prudente, preparou uma programação especial para o mês de agosto voltada aos apaixonados por animais. A agenda conta com exposição fotográfica, dia de adoção e inscrições para castração de pets gratuita.

Exposição “Somos Todos Vira-Latas”

Em parceria com a ONG Ampara Animal, o shopping recebe a exposição “Somos Todos Vira-Latas”, que reúne fotos de celebridades com seus pets adotados. As imagens destacam poses divertidas e semelhantes entre os animais e seus tutores, com o objetivo de promover a adoção responsável e valorizar os vira-latas, que representam a maioria da população de cães e gatos do Brasil. A mostra pode ser conferida até 31 de agosto, no corredor da Praça de Alimentação.

Castração pet gratuita

Nos dias 23 e 24 de agosto, o Central Plaza promove, em parceria com a COSAP (Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico) da Prefeitura de São Paulo e com a ONG Reino das Patas, uma ação gratuita de castração de cães e gatos, realizada pelo Castramóvel, unidade móvel equipada como clínica veterinária.

A ação acontecerá no estacionamento externo do shopping e contará com equipe especializada para realizar até 360 procedimentos cirúrgicos, totalmente gratuitos para os tutores.

As inscrições devem ser feitas no dia 19 de agosto, a partir das 10h, até o preenchimento total das vagas. Para se inscrever, é necessário ser maior de 18 anos, residir exclusivamente na cidade de São Paulo e apresentar documento com foto e comprovante de residência. Inscrições de moradores de outros municípios não serão aceitas.

Adoção pet

Encerrando o mês pet friendly, a tradicional adoção de cães e gatos acontece no dia 30 de agosto, também em parceria com a Ampara Animal. A ação faz parte do projeto SOUlidário, que promove iniciativas sociais e gratuitas no shopping.

Cães e gatos estarão à espera de um novo lar das 12h às 17h, no corredor principal (próximo ao acesso 5). Os interessados poderão conhecer os animais, participar de entrevistas e, quem sabe, sair do shopping com um novo melhor amigo.

Programação para os loucos por pets no Central Plaza, Tá em Casa!

Serviço:
Agosto Pet Friendly – Central Plaza Shopping
Endereço: Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 – Vila Prudente.

Exposição “Somos Todos Vira-Latas”
Local: Corredor da Praça de Alimentação
Data: Até 31 de agosto
Horário: De acordo com o horário de funcionamento do shopping

Castração gratuita para cães e gatos
Inscrições: 19 de agosto, a partir das 10h – acesso 10, Loja T
Procedimentos: 23 e 24 de agosto (conforme agendamento) no estacionamento do shopping

Adoção Pet
Data: 30 de agosto
Horário: das 12h às 17h
Local: Corredor principal, próximo ao acesso 5

Estacionamento gratuito por 2 horas (após, cobrança de horas corridas).

Sobre o Central Plaza Shopping

O Central Plaza Shopping está localizado na Zona Leste de São Paulo, interligando importantes bairros como Vila Prudente, Ipiranga, Cambuci e Mooca, e as cidades de São Caetano e Santo André.

Oferecendo uma ancoragem completa de serviços como bancos, espaço de conveniência, Pet Cantinho, Vila Kids, e o Cinemark que dispõe de 10 salas de cinema, entre elas a maior tela da América Latina, com exibições XD. O destaque do projeto arquitetônico, moderno e arrojado, fica por conta de seus amplos corredores, que possuem 80% de luz natural.

Além dos serviços, o Central Plaza Shopping possui a iniciativa SOUlidário que conta com ações fixas como Exercício do Vizinho, projeto gratuito de atividades físicas, Espaço SOUlidário para doação de roupas, calçados, livros e brinquedos para pessoas em situação de vulnerabilidade social, entre outras ações durante o ano como castração de animais, feira de adoção de pets, doação de sangue, entre outros.

Para mais informações, acesse: www.centralplazashopping.com.br.

Fonte: Press Porter

Dia Internacional do Gato: como entender e cuidar melhor do seu felino

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Créditos: Divulgação

Psicóloga Juliana Sato, especialista em comportamento pet, explica as peculiaridades dos gatos e como criar um vínculo saudável com eles

O Dia Internacional do Gato, comemorado em 8 de agosto, foi criado pelo Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal para conscientizar a população sobre a importância de proteger e cuidar da saúde dos felinos. Entender como se comportam e sentem o meio ambiente é fundamental para criar um vínculo mais saudável com o pet e se tornar um tutor melhor, ressalta a psicóloga Juliana Sato, referência em luto e comportamento pet.

Embora sejam mais independentes e pareçam mais distantes dos seres humanos, os gatos não são autossuficientes nem exigem menos atenção do que os cachorros ou outros pets. “São animais que precisam de cuidados específicos e preventivos, como ambiente limpo, rotina alimentar adequada e espaços enriquecidos – com esconderijos e prateleiras para circulação – que garantam sua privacidade e, ao mesmo tempo, ofereçam estímulos, além de tempo de qualidade para interação e descanso”, afirma a especialista. “Por isso, antes de adotar um felino, é essencial avaliar ainda se o ambiente é seguro – principalmente para evitar fugas, que são recorrentes – e se a família está disposta a respeitar o ritmo e as necessidades do animal”, ressalta.

Outro erro bastante comum é tratar o gato como se fosse um cão, o que acaba frustrando as expectativas do tutor, principalmente em relação à afetividade, segundo a psicóloga. “Os gatos expressam sua afetividade de forma mais sutil e silenciosa, porém não menos profunda. Diferentemente dos cães, os gatos escolhem quando e como se aproximar. São companheiros atentos, sensíveis ao meio ambiente e à rotina do tutor”, observa. “Quando criam vínculo, costumam seguir a pessoa pela casa, esperar na porta, deitar por perto e até trazer pequenos presentes como demonstração de afeto”.

Para ajudar os tutores a criar um vínculo especial com seu mascote felino e protegê-lo, Juliana Sato listou algumas peculiaridades deste animal e como lidar com eles:

● Gatos gostam de limpeza: por isso, mantenha o ambiente e a caixa de areia sempre limpos para evitar doenças. Deixe-os à vontade para se limparem, lambendo o próprio corpo.

● Fujões por natureza: a fuga é bastante comum em gatos. Por isso, além de instalar telas de proteção nas janelas e manter as portas fechadas, é preciso fazê-los se sentir seguros e acolhidos. “É possível construir um vínculo tão seguro e prazeroso que o gato não sinta necessidade de sair em busca de aventuras externas. A forte conexão com o tutor também acaba aumentando as chances de retorno, caso ele fuja”, afirma Juliana. O segredo está em oferecer um ambiente rico em estímulos, com brinquedos, prateleiras e outras interações, livre de estressores. A castração também ajuda a reduzir o instinto de fuga.

● Sentidos extremamente aguçados: os gatos são mais sensíveis a mudanças, sons e cheiros. Odores intensos, barulhos e som alto podem causar estresse ou problemas de saúde. Por isso, observe sinais como mudanças no apetite, nos padrões de higiene, sono ou comportamento de aproximação.

● Precisam ter espaço próprio: os gatos gostam de descansar em lugares tranquilos, assim como se movimentar pela casa e buscar algo para se entreter. É importante instalar esconderijos, prateleiras e nichos em locais altos, arranhadores e dar liberdade para escolher onde estar.

● Necessitam de tempo para ganhar confiança: respeitar o tempo do gato é o primeiro passo para construir um vínculo saudável. Portanto, não o coloque no colo à força. Permita que o animal venha quando quiser. A previsibilidade na rotina e o tom de voz calmo ajudam a criar segurança. Brincadeiras diárias, interações positivas e atenção – mesmo que silenciosa – fortalecem a relação. “O gato precisa saber que pode confiar no ambiente e nas pessoas ao redor”, explica.

Informar-se ao máximo sobre o comportamento natural dos gatos é fundamental para cativar o animal, fortalecer o vínculo e ser um tutor melhor. “Prepare o ambiente com segurança e enriquecimento, abra espaço para que ele seja o que é: um animal sensível, inteligente e cheio de nuances”, conclui.

Sobre Juliana Sato

Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em distúrbio alimentar pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. Desde 2023, ela atua com consultoria e atendimento em saúde mental para profissionais do segmento Pet Vet, além de oferecer mentorias para empresas e lideranças que desejam construir culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Em 2024, passou a integrar a diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Também é criadora do canal VibeZenCast, onde compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Saiba mais no site da especialista ou no Instagram @julianasato.

Fonte: LILÁS COMUNICAÇÃO

Mitos e verdades sobre os petiscos para pets

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Descubra por que os snacks podem (e devem) fazer parte da rotina dos cães e gatos com equilíbrio e muito mais bem-estar

Durante muito tempo, os petiscos foram vistos apenas como pequenos agrados, , oferecido sem maiores pretensões além de agradar o paladar dos pets. Mas esse olhar vem mudando – e com razão. Com a evolução do mercado de pet food, o aumento na variedade de produtos e a valorização do bem-estar animal, os snacks passaram a ocupar um papel mais estratégico na rotina de cães e gatos, sendo utilizados para momentos de carinho, recompensa, cuidado e interação com os nossos companheiros.

Porém, o tema ainda gera dúvidas em muitos tutores. Por isso, para auxiliar a desmistificar o assunto, a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, listou alguns mitos e verdades sobre os snacks.

Verdade: Quando oferecidos com moderação e escolhidos com critério, os petiscos são benéficos

A chave é o equilíbrio. Os, snacks devem representar até 10% da ingestão calórica diária do animal. No entanto, é fundamental que a oferta de petiscos siga sempre a orientação do médico-veterinário, considerando a condição clínica e as necessidades específicas de cada pet.
Atualmente, o mercado oferece opções com fórmulas funcionais que vão além do sabor. Existem, por exemplo, petiscos que contribuem para o cuidado oral, entre tantos outros benefícios.

Mito: Petiscos só servem como agrado

Além dos benefícios nutricionais, os petiscos também têm impacto comportamental. São ferramentas valiosas de reforço positivo: ao associar o snack a um comportamento desejado, como sentar, responder a comandos ou voltar para a caminha, o animal aprende de forma mais leve e motivada. Isso os torna aliados importantes no adestramento, na criação de novos hábitos e até mesmo em processos de socialização ou ambientação.

Verdade: Os snacks também são benéficos para os gatos

Os felinos, muitas vezes considerados mais seletivos, também se beneficiam dos petiscos. Quando utilizados de forma criativa – escondidos pela casa, dentro de brinquedos ou em momentos de desafio mental – os snacks estimulam os instintos naturais do gato, ajudam a combater o tédio e podem auxiliar o manejo em situações de estresse, como mudanças no ambiente ou visitas ao
médico-veterinário. Além disso, os petiscos podem ser grandes aliados na criação de uma rotina de interação entre tutor e gato. Oferecê-los em momentos como a chegada ou saída de casa, ou incorporá-los a brincadeiras diárias, fortalece o vínculo afetivo, contribui para o bem-estar do felino e transforma a experiência em algo positivo para ambos.

Mito: Petiscos não têm impacto no relacionamento com os pets

Oferecer um snack não é apenas uma forma de agradar – é um gesto de conexão. É nesse pequeno momento que se fortalece o vínculo entre tutor e pet, criando experiências positivas que fazem diferença no bem-estar geral do animal. Quando utilizados com responsabilidade, os petiscos deixam de ser um simples snack e passam a ser uma extensão do cuidado, da atenção e do carinho.

“Deixar os mitos para trás e enxergar os petiscos com uma nova perspectiva é essencial. Eles complementam o dia a dia com sabor, estímulo e afeto. E para os nossos amigos de quatro patas, isso se traduz em qualidade de vida”, afirma a profissional

Outro ponto que merece destaque quando o assunto são os petiscos é a personalização. Hoje existem snacks formulados para diferentes condições e fases da vida: filhotes em fase de crescimento, adultos ativos, idosos, ou até mesmo animais com dietas restritivas. Isso amplia ainda mais as possibilidades de uso e reforça que, com orientação veterinária, os petiscos podem e devem ser incluídos na rotina, respeitando sempre a condição clínica individual de cada pet

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

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