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Star Hop inaugura primeiro espaço de carga pet em aeroporto no país

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Créditos: Instagram

Situado no Terminal 3 de GRU, local conta com conforto térmico, veterinário e alimentação 24 horas, além de área de lazer com gramado sintético para passeios

Você está convidado para conhecer o primeiro espaço em um aeroporto brasileiro focado exclusivamente em carga pet.

No próximo dia 24, a Star Hop inaugura seu espaço único voltado 100% para os pets dentro da área restrita do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Atendendo todos os requisitos da Lei Joca, de rastreamento e suporte veterinário, e demais diretrizes do transporte aéreo, a Star Hop oferece ampla área com conforto, segurança e lazer para o seu amigo.

O espaço com serviço de equipe 24 horas tem temperatura e ambiente pensados para os animais, além de cuidados e alimentação dedicada. Conta ainda com canil, gatil, gramado sintético para os bichinhos poderem passear um pouco, sala de emergências, apoio veterinário para qualquer eventualidade, transporte interno climatizado e rastreável e até área para banho.

Com a Star Hop, o tutor não tem qualquer preocupação com o bem estar do seu amigo e só precisa pensar na sua viagem.

Venha nos conhecer!

Data: 24/04: das 14 horas às 20 horas com coquetel
Local: em nossos armazéns em GRU Airport, rua interna do aeroporto, antigo armazém da Varig Log (de lá, sairão vans, de hora em hora, para levar você ao nosso local pet).

IMPORTANTE: Para poder visitar o espaço pet com o shuttle, é preciso uma credencial da Receita Federal que requer prazo para ser concedida. Portanto, confirme a presença até dia 13 por aqui ou pelo tel: (11) 96927-0519.

Mas, se desejar vir apenas para o coquetel e conversarmos sobre a operação, não há necessidade de aviso prévio. Apenas apareça e será muito bem-vindo!

Sobre a Star Hop

A Star Hop (https://www.starhop.com.br/) é a mais nova opção no mercado para garantir que a viagem do seu animal aconteça em segurança, com muito conforto para ele, e sem dor de cabeça para você. Junto com os melhores parceiros, somos capazes de reunir experiência de mercado, know-how e flexibilidade para entregar uma experiência completamente personalizada e adaptada às suas necessidades, e do seu animal.

Nascemos dentro do Grupo Tristar, que tem mais de 25 anos de história e é excelência na oferta de soluções em serviços aeroportuários, cuidando da administração e operação de cargas, segurança da aviação, aviação executiva, assistência terrestre, serviços de limpeza e manutenção, remessa expressa de cargas, cursos de formação e atualização do setor aéreo e inovações tecnológicas

Fonte: Máxima Conteúdo

Brechó beneficente arrecada recursos para causa animal em São Bernardo

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Créditos: Divulgação

Evento no Golden Square Shopping, organizado pelo projeto Empatatia, terá renda integral destinada a resgates e cuidados de animais

O Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, recebe no dia 11 de abril, das 14h às 21h, no piso L2, o Empatabrechó, brechó beneficente organizado pelo projeto Empatatia, que reúne peças doadas por influenciadores engajados na causa animal. Com entrada gratuita, o evento destinará 100% do valor arrecadado para ações de resgate, cuidados veterinários e bem-estar de animais atendidos pela organização.

A iniciativa propõe unir consumo consciente e solidariedade, oferecendo ao público uma curadoria de roupas e acessórios em bom estado. Entre os influenciadores que contribuíram com doações estão Barbara Coura, Keira, Louise Estaniecki, Iza Capitutssreads, Mafe Peccin, Lucas Andrade, Gabriel Nandes, Isa Preto, Giovanna Menezes e Isa Dervalli. As peças disponibilizadas no evento refletem diferentes estilos e perfis, com preços acessíveis ao público.

Durante o Empatabrechó, os visitantes poderão adquirir os itens e contribuir diretamente com o financiamento de resgates, tratamentos veterinários e manutenção dos animais assistidos pelo Empatatia. A expectativa é atrair moradores de São Bernardo do Campo e de toda a região do ABC interessados em iniciativas com impacto social.

A realização do evento no Golden Square Shopping também dialoga com o posicionamento do empreendimento, que já promove e apoia ações voltadas ao universo pet. O shopping conta com estrutura pet friendly e frequentemente abre espaço para iniciativas que incentivam a adoção responsável e o cuidado com os animais.

Com acesso gratuito e caráter solidário, o Empatabrechó se apresenta como uma alternativa de consumo alinhada a práticas sustentáveis e ao apoio a causas sociais, mobilizando a comunidade em torno da proteção animal.

Serviço: Empatabrechó – Brechó beneficente
Data: 11 de abril
Horário: das 14h às 21h
Local: Golden Square Shopping – Piso L2
Endereço: Av. Kennedy, 700 – São Bernardo do Campo/SP
Entrada: gratuita

Fonte: Néctar Comunicação

Estimativa internacional superestima número de jumentos no Brasil

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Créditos: Divulgação

Cientistas e organizações apontam lacunas na projeção da World Population Review para a contagem de mais de 700 mil jumentos no Brasil e criticam o uso dos dados por frigoríficos interessados em ocultar risco de extinção da espécie nordestina

A divulgação de dados pelo portal World Population Review, que afirma haver 730 mil jumentos no Brasil – dez vezes maior que o número de 78 mil animais calculados em 2025 – provocou indignação entre cientistas e especialistas de diversas áreas da agroeconomia e medicina veterinária no Brasil e exterior de instituições como a Universidade de São Paulo (Esalq/USP), Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Universidade de Cambridge, além de organizações de defesa dos direitos dos animais, com destaque para a britânica The Donkey Sanctuary e a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos. Todos assinam uma Carta Aberta nesta semana listando as inconsistências na informação veiculada recentemente.

O World Population Review (WPR) é uma empresa privada, criada em 2013, como um blog para reunir tópicos demográficos em uma só plataforma. Aos poucos, passaram a incluir diversas modalidades de rankings, que vão desde a produção agropecuária de cada país, dados sobre economia e até estatísticas mais aleatórias como as bandeiras com as cores mais roxas, os doces mais preferidos, os melhores times de golfe etc. Mas vem da seção Agricultura e Meio Ambiente o polêmico número de jumentos em cada país, apontando a existência de 730 mil desses animais no Brasil em 2026. A fonte mencionada no site da WPR é FAO (sigla em inglês para “Food and Agriculture Organization”, ou “Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura”). Este é o ponto inicial da inconsistência.

Para os cientistas e profissionais de medicina veterinária, o fato de o jumento não ter a mesma relevância que outros animais da pecuária (como aves, bovinos, suínos etc.) nos estudos sobre a produção de alimentos e desnutrição do órgão das Nações Unidas faz com que eles usem estimativas baseadas em dados secundários, logo, com maior possibilidade de falhas se comparado à mensuração do tamanho do rebanho brasileiro de gado.

Roberto Arruda de Souza Lima, doutor em Economia Aplicada pela USP e professor da ESALQ/USP, explica que a FAO não realiza censos próprios, ao contrário do IBGE, e trabalha com estimativas baseadas em dados secundários. “No caso dos jumentos no Brasil, essas estimativas têm origem na Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), que não é um censo, mas um levantamento baseado em informantes locais, sujeito a imprecisões. Além disso, a PPM deixou de divulgar dados sobre jumentos em 2013 e, desde então, a FAO passou a utilizar modelos estatísticos para projetar a população. Esses modelos combinam diferentes métodos e tendem a suavizar variações e seguir tendências ao longo do tempo”, explica. Prova disso é que os dados mais recentes da FAO falavam em 739 mil jumentos em 2024.

“As estimativas da FAO são úteis para identificar tendências gerais, porém, inadequados para estimativas detalhadas ou formulação de políticas públicas, sobretudo na questão de jumentos, cuja população entrou em forte declínio desde a permissão do abate dos animais para a exportação de peles para China de 2016 até os dias atuais”, acrescenta o especialista da Esalq/USP.

Um exemplo dessa limitação pode ser observado em 2017, quando o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou cerca de 376 mil jumentos no Brasil, enquanto o site da FAO contabilizava, no mesmo período, 844 mil animais no mesmo período – mais que o dobro da quantidade oficial do IBGE à época. “Se a estimativa da World Population Review para 2026 (730 mil) fosse comparada com o número oficial do IBGE em 2017 (376 mil), estaria acontecendo uma explosão populacional da espécie em menos de uma década, o que claramente não é o caso”, acrescenta.

Roberto é autor de “Viabilidade Econômica do Abate de Jumentos na Bahia” (Esalq/USP) que constata a ausência de uma cadeia produtiva na atividade de exportação de peles de jumentos. Faltariam elementos considerados básicos para uma cadeia produtiva estruturada, como manejo reprodutivo planejado, reposição regular de plantel e previsibilidade de oferta. Não existem dados públicos do MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) sobre quantidade de fazendas produtoras nem emissões de GTA (Guia de Transporte Animal) ou um banco de dados a respeito. As exportações das peles são registradas, mas sob um código que não discrimina o couro de asininos de outros equídeos, apesar de a prática acontecer desde 2016.

Ao longo deste período, organizações não-governamentais entraram com recursos judiciais para o fim do abate de jumentos, em novembro de 2025, o desembargador Eduardo Martins, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), validou a atividade na Bahia (o único estado do país com autorização do MAPA para exportação dessas peles), argumentando legalidade técnica e riscos econômicos à União em caso de paralisação. Existe apenas um frigorífico (Frinordeste) que opera nesse ramo no País, gerando menos de 150 empregos, em Amargosa (a 240 km de Salvador) e com prazo para acabar, uma vez que é extrativista, ocorrendo o fenômeno conhecido na economia como “tragédia dos comuns” – quando a atividade acaba em função do fim do recurso explorado.

Segundo a The Donkey Sanctuary, uma das razões pela redução de abatedouros de jumentos no Brasil (já chegaram a existir três empresas dessa natureza) pode estar associada exatamente à escassez do recurso. A organização explica que o colágeno extraído da pele dos jumentos é usado para a fabricação de ejiao, uma substância da medicina alternativa chinesa que promete propriedades revigorantes a quem consome. Apesar de não haver comprovação científica, para atender à atual demanda de ejiao são necessários cerca de 5,9 milhões de peles de jumentos por ano.

Na África, a matança desenfreada do animal fez com que os 55 chefes de estado do continente proibissem, por unanimidade, a exportação das peles de jumentos por tempo indeterminado. “A divulgação equivocada de dados sobre a situação dos jumentos no Brasil não só distorce a realidade, como também invisibiliza um problema grave, que é o estado de emergência deste animal no Brasil”, pontua Patricia Tatemoto, PhD em Ciências, na área de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal pela Universidade de São Paulo (USP), coordenadora de campanhas da The Donkey Sanctuary.

Adroaldo Zanella, doutor em Bem-Estar Animal pela Universidade de Cambridge, com passagens pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique e Michigan State University, nos EUA, acrescenta que o levantamento mais assertivo é aquele produzido por cientistas, organizações e demais instituições especialistas, que acompanham com muita preocupação a redução do número de jumentos, resultante do abate e que desafia a reputação do agronegócio brasileiro, colocando em risco o desaparecimento dos animais nos próximos anos. Em 2025, o grupo de pesquisadores contabilizou 78.916 jumentos, a partir de informações e projeções cruzadas do IBGE, do Agrostat (do Ministério da Agricultura, com base no abate de asininos) e também da FAO, respeitando as devidas limitações de cada fonte.

Essa contagem considerou também a raça de jumentos “pêga”, com grande presença no estado de Minas Gerais, e de alto valor agregado com criação semelhante a colecionadores de cavalos no Brasil, logo, sem ser alvo do comércio de peles. Para Pierre Barnabé, PhD em Ciências na área de Biotecnologia e professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), isso significa que a quantidade de jumentos nordestinos pode ser ainda menor que os 78 mil indivíduos estimados.

“O jumento nordestino é a nossa preocupação, por ser um ecótipo único que pode desaparecer nos próximos anos”, alerta. “Os dados considerados confiáveis são aqueles produzidos por pesquisadores e cientistas que querem preservar a espécie de um risco iminente de sua extinção”.

Vânia Nunes, diretora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, prefere retratar esse cenário com a comparação de que “para cada 100 jumentos que existiam no Brasil, há três décadas, hoje restam apenas 6, o que equivale a perda de 94% da população entre 1996 e 2024”.

Ela também questiona o porquê de os textos que, neste momento, vêm divulgando os dados da World Population Review trazem como fonte apenas o zootecnista Alex Bastos, identificando apenas “administrador rural” e ocultando que ele é o proprietário do abatedouro Frinordeste Ltda, o único em atividade no Brasil. “É uma informação que precisa aparecer, a fim de não comprometer a imparcialidade de sua opinião.”

A diretora ainda critica a ausência de uma atuação mais consistente do poder público no monitoramento da população de jumentos. “A falta de uma série histórica confiável sobre a presença desses animais nas diferentes propriedades, especialmente no Nordeste, faz com que os dados atuais causem grande impacto. Precisamos de políticas públicas mais estruturadas de monitoramento”, completa.

Onde pode haver lacunas nos dados – As projeções estatísticas da FAO sobre o número de jumentos no mundo já foram alvo de críticas, como as do artigo Global donkey and mule populations: Figures and trends, publicado na revista científica Public Library of Science. Segundo o texto, uma das limitações do órgão da ONU para contabilizar essa espécie vem da origem dessas informações, os países signatários cujas estatísticas para asininos estão desatualizadas ou subnotificadas, especialmente em contextos de informalidade e pouca relevância socioeconômica local. Além disso, a maioria dos países não reportam dados sobre os jumentos separadamente de muares, levando a FAO a trabalhar com bases imperfeitas nas modelagens de seus censos.

Para o documento, a falta desta precisão impede análises fiéis em situações relevantes para identificar riscos de extinção ou tendências ao longo do tempo. A conclusão do artigo é que “os dados da FAO são úteis para observar padrões gerais, mas inadequados para diagnósticos detalhados de realidades específicas, pois se baseiam em estimativas indiretas e não em levantamentos de campo”.

Portais que utilizam fontes diversas sem os devidos cuidados, como o World Population Review, costumam levar a conclusões equivocadas sobre outras espécies, como é o caso de que o Brasil teria hoje 86 mil onças. Infelizmente, esse é outro exemplo de projeção que pode ser usada por negacionistas sobre o risco de extinção das onças. Segundo o estudo “Ameaças antropogênicas iminentes e priorização de áreas protegidas para onças-pintadas na Amazônia brasileira”, realizado pelo WWF, em parceria com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros do ICMBIO, em 2023 havia um pouco mais que 23 mil onças na Amazônia brasileira, onde se concentra a grande maioria dessa espécie no Brasil – número três vezes menor que o site de estatísticas.

Fonte: Agência Pauta Social

ROYAL CANIN® participa do VET em Foco e reforça atuação em especialidades clínicas da Medicina Veterinária

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Créditos: Divulgação

Marca patrocina congressos de Gastroenterologia, Medicina Felina e Nefrologia, com foco em atualização científica e suporte à prática clínica

A ROYAL CANIN®, referência global em Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, participa do VET em Foco 2026, um dos principais congressos veterinários do país. O evento reúne estudantes e Médicos-Veterinários para discussões aprofundadas em diferentes frentes da prática clínica. A programação acontece entre os dias 14 e 16 de abril, em Campinas (SP), e contempla mais de 20 especialidades do setor. Os participantes têm acesso às salas conforme a área escolhida, além da participação na Feira SuperPet, evento direcionado a profissionais e grandes players do mercado pet, onde são realizadas atividades voltadas para a concretização de novos negócios.

Durante o encontro, a marca patrocina três congressos temáticos: Gastroenterologia em Foco, no dia 14 de abril; Medicina Felina em Foco, no dia 16 de abril; e Nefrologia Veterinária em Foco, realizado entre os dias 14 e 16 de abril. O formato inclui palestras ao longo do dia e mesas redondas, favorecendo abordagens aplicadas ao dia a dia clínico sobre diagnóstico, tratamento e manejo de diferentes condições.

Entre os temas abordados, destacam-se a atualização sobre diagnóstico, tratamento e manejo de doenças gastrointestinais e as discussões voltadas à saúde de felinos, além dos desafios relacionados às doenças renais em gatos e cães, cada vez mais frequentes em função da maior longevidade dos pets. A sala de Nefrologia conta ainda com a grade construída pelo Colégio Brasileiro de Nefrologia e Urologia Veterinária (CBNUV), reforçando a relevância do tema no campo científico.

Nos congressos patrocinados, haverá momentos dedicados à apresentação de soluções nutricionais específicas para cada especialidade, além da distribuição de materiais técnicos e amostras de produtos, ampliando o suporte à prática clínica e a troca de conhecimento com os profissionais participantes.

A participação da ROYAL CANIN® no VET em Foco 2026 reforça seu compromisso com a ciência e com o desenvolvimento contínuo da Medicina Veterinária, contribuindo para a disseminação de conhecimento técnico e para o cuidado com a saúde de gatos e cães.

Serviço
VET em Foco 2026
Data: 14 a 16 de abril de 2026
Local: Expo Dom Pedro – Campinas (SP)
Endereço: Avenida Guilherme Campos, 500 – Bloco II – Jardim Santa Genebra
Mais informações e inscrições: no site do evento

Sobre a ROYAL CANIN®

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de dietas que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 400 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 17 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 180 diferentes alimentos em canais especializados, em mais de 15 mil pontos de vendas no país. A ROYAL CANIN® se preocupa em gerar valor não somente para os pets, mas também para as pessoas e o planeta, promovendo um ecossistema mútuo e garantindo um futuro viável para as próximas gerações. Para saber mais visite o site.

Fonte: InPress Porter Novelli

Saúde do trato urinário em cães e gatos: O que é preciso saber?

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Mudanças na frequência urinária, dor ao urinar ou sangue na urina podem ser sinais de doenças que exigem atenção veterinária

Mudanças no comportamento urinário dos pets muitas vezes passam despercebidas no dia a dia. Um gato que começa a passar mais tempo na caixa de areia ou um cão que tenta urinar várias vezes durante o passeio podem estar demonstrando sinais sutis de desconforto. Embora essas alterações nem sempre indiquem um problema grave, elas podem ser os primeiros indícios de doenças do trato urinário, condições relativamente comuns na rotina clínica veterinária.

Alterações relacionadas à bexiga, uretra e rins podem afetar os pets e, quando não identificadas precocemente, podem comprometer o conforto e a qualidade de vida.

Nos gatos, essas alterações merecem atenção especial. A chamada doença do trato urinário inferior dos felinos (DTUIF) está entre as condições mais frequentes e pode envolver inflamações da bexiga, formação de cristais ou cálculos urinários e até obstrução uretral, uma situação considerada emergência veterinária.

“Os gatos são particularmente sensíveis a alterações urinárias. Pequenas mudanças na rotina, no consumo de água ou na dieta podem influenciar o equilíbrio do trato urinário”, explica Atana Farias, médica-veterinária e gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Nos cães, embora a incidência de obstruções seja menor, também são comuns quadros como cistites bacterianas, infecções urinárias e cálculos na bexiga, que podem provocar inflamação e desconforto.

Independentemente da espécie, alguns sinais costumam indicar que algo não está bem. O tutor deve atentar-se a sinais como: aumento da frequência urinária, esforço ou dor ao urinar, presença de sangue na urina, vocalização durante a micção, e urinar fora do local habitual, especialmente no caso dos felinos.

Quando esses sinais aparecem, a avaliação veterinária deve ser feita o quanto antes. Isso porque as doenças urinárias podem ter diferentes causas e exigem diagnóstico preciso para que o tratamento seja adequado.

“O diagnóstico geralmente envolve avaliação clínica, exames de urina e, em alguns casos, exames de imagem. Esses recursos ajudam a identificar se há infecção, inflamação, presença de cristais ou outras alterações no sistema urinário”, explica Atana.

Além do tratamento específico para cada condição, o manejo clínico costuma envolver mudanças na dieta, estímulo ao consumo de água e controle de fatores ambientais que possam contribuir para o estresse, aspecto especialmente relevante no caso dos gatos.

Nesse cenário, estratégias de suporte nutricional também podem integrar o manejo preventivo ou complementar, principalmente em animais com histórico de alterações urinárias recorrentes. Entre os compostos estudados para esse fim está o extrato de cranberry (arando), que contém proantocianidinas capazes de dificultar a adesão de bactérias, como a Escherichia coli, às paredes do trato urinário, favorecendo sua eliminação pela urina.

Outro componente utilizado nesse contexto são as betaglucanas derivadas de leveduras, reconhecidas por seu potencial imunomodulador. Essas moléculas podem estimular mecanismos naturais de defesa do organismo, auxiliando na resposta do sistema imune diante de processos inflamatórios e infecciosos.

Segundo Atana, esse tipo de suporte pode fazer parte da estratégia de cuidado em alguns pacientes. “O acompanhamento veterinário é fundamental para definir a melhor abordagem em cada caso, considerando o histórico do animal, a alimentação, o estilo de vida e possíveis predisposições”, afirma.

No dia a dia, algumas medidas ajudam a manter a saúde do trato urinário: estimular a ingestão de água, manter a alimentação adequada, garantir ambientes tranquilos e realizar acompanhamento veterinário regular.

Mais do que tratar doenças já instaladas, o cuidado com o sistema urinário também envolve prevenção e manejo adequado ao longo da vida. Com atenção aos sinais e orientação profissional, é possível reduzir riscos e garantir mais conforto e bem-estar para cães e gatos.

Sobre a Avert Saúde Animal

A Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Conheça os 5 maiores desafios dos tutores de gatos de primeira viagem

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Entender as particularidades dos felinos é crucial para que a adaptação do animal ao novo ambiente seja bem-sucedida

Cada vez mais lares brasileiros têm dado espaço aos felinos, especialmente tutores que, no passado, conviveram apenas com cães. Segundo o Censo Pet do Instituto Pet Brasil, a população de gatos foi a que mais cresceu em número no Brasil em um curto intervalo de tempo: entre 2020 e 2021, a população felina aumentou em cerca de 1,5 milhão, saltando de 25,6 milhões para 27,1 milhões – um aumento de cerca de 6%, enquanto a população de cães cresceu 4% no mesmo período1. Essa mudança cultural, no entanto, exige mais do que a adaptação do animal: os tutores também precisam se ajustar a uma nova dinâmica de cuidado.

Por serem animais mais reservados por natureza, os felinos demonstram emoções e sensações de forma diferente dos cães e isso pode causar estranhamento para aqueles que estão iniciando a convivência com um gato. Não se preocupe, seu gato fica sim feliz em te ver, ele apenas não abana o rabo, o que leva à falsa percepção de não demonstrarem sinais de desconforto, sejam eles físicos ou comportamentais.

“Entender as particularidades dos felinos é essencial, principalmente para os tutores de primeira viagem, aqueles que estão convivendo com um gato pela primeira vez”, comenta Dra. Alessandra Bentes, médica-veterinária e Coordenadora de Assuntos Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis. “É comum que tutores iniciantes tentem estabelecer paralelos com o comportamento dos cães – o que pode levar a equívocos, desde a dificuldade em interpretar a personalidade do animal até práticas perigosas, como o uso de medicamentos comuns para cães ou seres-humanos, mas que são tóxicos para gatos.”.

Abaixo, a médica veterinária lista os principais erros cometidos por tutores nesse processo:
Não respeitar o tempo e personalidade do animal: tentar segurar o gato no colo ou insistir em interações físicas quando ele tenta demonstrar que não é isso que quer no momento, pode assustá-lo e estressá-lo. É importante observar sinais para entender quando o felino deseja carinho ou aguardar uma aproximação espontânea.
Ignorar os hábitos noturnos do felino: gatos são naturalmente mais ativos à noite e muitos tutores estranham comportamentos como a exploração de ambientes, brincar de caçar ou correr pela casa nesse período – atitudes que fazem parte de seu instinto. Aproveite o momento em que chega em casa para interagir com seu gato e gastar toda aquela energia acumulada.

Oferecer alimentação e água de forma inadequada: ofereça alimento de qualidade recomendado para o perfil do seu gato em pequenas porções durante o dia, evitando deixar o alimento à vontade. Felinos têm baixo estímulo natural à ingestão de água e a inclusão de dieta úmida pode ajudar na hidratação. Muitos felinos preferem água corrente ou em potes afastados da caixa de areia. Fontes de água e recipientes espalhados em pontos diferentes da casa estimulam o consumo e promovem bem-estar.

Falta de estímulo físico ou mental: ambientes sem oportunidades de exploração, brincadeiras ou desafios tendem a entediar os felinos, prejudicando seu bem-estar. É simples e fácil adequar o ambiente às necessidades felinas. Atualmente há empresas que trabalham com “gatificação” de ambientes e ainda é possível realizar pequenas adaptações em sua casa no modo “faça você mesmo” com orientações de vídeos online.

A caixa de areia: o tamanho da caixa deve ser adequado de forma que o gato consiga cavar e dar voltas sob seu corpo. Escolha um ambiente tranquilo e de fácil acesso, evitando lugares altos. Gatos com problemas articulares precisam ter caixas mais baixas. Trocar o local da caixa de areia repentinamente pode desorientar e estressar os gatos, que são animais territorialistas e sensíveis a mudanças na rotina.

Além de fortalecer o vínculo entre tutor e pet, compreender a personalidade do animal também auxilia na identificação de sinais que possam indicar problemas de saúde. Pequenas mudanças de comportamento, apesar de parecerem normais, podem indicar dor, estresse ou alguma condição clínica em desenvolvimento. “Estar atento às mudanças de hábitos e buscar orientação veterinária ao notar qualquer alteração no comportamento é fundamental para garantir um diagnóstico rápido e um tratamento adequado. Quanto mais o tutor entende o comportamento e as necessidades específicas dos felinos, maiores são as chances de proporcionar uma vida longa e saudável para o animal”, explica Alessandra.

Essa atenção à individualidade dos gatos também vale para cuidados médicos. “A maneira com que o organismo dos felinos metaboliza alguns medicamentos e os tratamentos de algumas condições clínicas se difere dos cães. Generalizar o manejo clínico entre espécies pode comprometer a eficácia terapêutica e gerar riscos à saúde do animal”, finaliza Alessandra.

Atenta a essas necessidades, a Zoetis conta com um portfólio pensado especialmente para as particularidades dos felinos: na linha de antiparasitários, o destaque é o recém-lançado Revolution Plus®, produto de uso tópico que combina selamectina e sarolaner para oferecer proteção ampliada contra pulgas, carrapatos, vermes intestinais, sarna otodécica e verme do coração por até 35 dias.

E por fim, a Zoetis também oferece Solensia® para tratamento da dor crônica em felinos, sendo o primeiro anticorpo monoclonal desenvolvido especificamente para o controle da dor associada à osteoartrite, uma doença silenciosa que acomete mais de 90% da população felina acima de 12 anos, causando dor nas articulações e piorando sua qualidade de vida. Clique aqui para conhecer mais produtos do portfólio da companhia, clique, e para mais informações, consulte um médico-veterinário.

Sobre a Zoetis
Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Depois de inovar maneiras de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais por mais de 70 anos, a Zoetis continua apoiando aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de veterinários e donos de animais a criadores de gado e pecuaristas. O portfólio líder e o portfólio de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias da empresa fazem a diferença em mais de 100 países. Uma empresa da Fortune 500, a Zoetis gerou uma receita de US$ 9,3 bilhões em 2024, com aproximadamente 13.800 funcionários.

Fonte: Edelman Brasil

ICC Nutrição Animal destaca palatabilidade dos alimentos para pets e apresenta pesquisa inédita em evento global nos EUA

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Empresa brasileira participa do PetFood Forum, um dos mais importantes eventos da indústria de alimentação de animais de companhia, com foco em soluções naturais, comportamento alimentar e avanços científicos aplicados à nutrição de cães e gatos.

A ICC Nutrição Animal – líder global em soluções naturais à base de levedura de cana-de-açúcar para nutrição, saúde, bem-estar e performance animal –, estará presente no PetFood Forum 2026, entre 27 e 29 de abril, na cidade do Kansas (Estados Unidos). No evento, um dos mais importantes do mundo voltados para animais de companhia, a ICC destacará tecnologias nutricionais com alta palatabilidade, um dos mais importantes conceitos do segmento de animais de companhia, além de apresentar pesquisa inédita sobre como o processamento de leveduras à base de cana-de-açúcar influencia positivamente a preferência alimentar de gatos.

“O PetFood Forum é um dos principais espaços globais de discussão sobre o futuro da nutrição pet, reunindo indústria e ciência em torno de inovação e desenvolvimento de novas soluções. É nesse ambiente que temas como palatabilidade dos alimentos ganham ainda mais relevância, especialmente quando conectados à eficiência nutricional e ao bem-estar animal. Na ICC, avançamos justamente nessa interseção, com soluções baseadas em levedura e respaldadas por estudos que comprovam os benefícios de nosso portfólio”, informa Fernando do Amaral Braga, gerente global de marketing para múltiplas espécies da ICC.

A palatabilidade, foco da ICC no evento, está diretamente relacionada à aceitação dos alimentos pelos animais e à ingestão adequada de nutrientes, sendo um fator-chave para o bem-estar dos pets, conceito que ganha cada vez mais relevância globalmente. Além de influenciar a experiência sensorial, a palatabilidade também impacta a rotina dos tutores ao facilitar a administração das dietas. Por isso, é um atributo considerado desde o desenvolvimento das soluções naturais da companhia, integrando desempenho nutricional e resposta sensorial.

Durante o PetFood Forum, a ICC apresentará estudo que investiga como diferentes formas de processamento de leveduras impactam compostos relacionados a aroma e sabor, influenciando a preferência alimentar de gatos. Os resultados do experimento indicam que o processamento tem papel direto na disponibilidade desses compostos e, consequentemente, na resposta dos animais. Esse entendimento amplia as possibilidades de desenvolvimento de dietas mais atrativas, sem comprometer o equilíbrio nutricional.

A pesquisa foi conduzida por cinco cientistas que integram a equipe da ICC, reforçando a capacidade interna de geração de conhecimento aplicado à nutrição animal. A equipe técnica da empresa estará presente nos três dias do fórum, atendendo os participantes, promovendo discussões de alto nível e conectando tecnologia e experiências do Brasil e dos Estados Unidos. “Nosso compromisso é ampliar esse diálogo com o maior mercado de pets do planeta e aproximar ainda mais ciência e aplicação prática”, finaliza Fernando Braga.
A ICC estará no estande 2035 no PetFood Forum.

Sobre a ICC
Empresa líder global em soluções naturais à base de levedura de cana-de-açúcar para nutrição, saúde, bem-estar e performance animal, tem presença internacional, com três filiais (Estados Unidos, Inglaterra e China) e exportação para mais de 70 países. Com mais de 30 anos de história, a empresa tem a missão de agregar valor à nutrição animal e alimentar o mundo com produtos saudáveis, seguros, acessíveis e disponíveis, para uma população mundial em constante combate à fome. Tudo isso de forma sustentável e cuidando das pessoas. Mais informações, acesse: https://www.iccbrazil.com/

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Abril Laranja: Saiba como como identificar se um pet é vítima de trauma emocional

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Campanha de combate à crueldade contra pets destaca que a saúde emocional é indissociável da cura

Mais do que combater a violência física óbvia, a campanha Abril Laranja joga luz sobre um pilar fundamental da medicina moderna: a capacidade dos animais de sentirem dor, medo e angústia de forma consciente. Sob este foco, a WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, aproveita o mês de conscientização para alertar que o equilíbrio emocional é o primeiro passo para o sucesso de qualquer tratamento clínico.

Na rotina de hospitais de alta complexidade, o médico-veterinário atua como um observador atento de sinais que muitas vezes são invisíveis para quem não detém o olhar técnico. O “congelamento” comportamental, o medo excessivo ao toque ou a apatia profunda são cicatrizes psicológicas que podem ser tão graves quanto as marcas físicas.

O papel do profissional no Abril Laranja vai além do tratamento de feridas. Ele funciona como um perito técnico capaz de interpretar o que o pet não consegue relatar por meio de palavras.

“O veterinário é a voz do pet que sofreu algum tipo de abuso ou negligência. Na WeVets, entendemos que nossa missão é garantir uma documentação minuciosa e laudos que comprovem tecnicamente qualquer situação de crueldade. Seja um caso de agressão direta ou de abandono silencioso, o acolhimento técnico é o que garante a proteção jurídica e a vida do paciente”, afirma Carollina Marques, médica-veterinária e supervisora na WeVets.

Sinais de sofrimento emocional e físico (O que observar):

Comportamento: Medo paralisante ao toque, agressividade por autodefesa ou falta de reação a estímulos que deveriam gerar alegria.

Marcas Clínicas: Desnutrição severa, feridas não tratadas, infestação massiva de parasitas e fraturas em diferentes estágios de cicatrização.
A ciência veterinária comprova que a violência e o estresse crônico geram sequelas orgânicas. Um pet traumatizado apresenta níveis elevados de hormônios do estresse, o que compromete o sistema imunológico e retarda diretamente a cicatrização de cirurgias ou o combate a infecções graves.

Na rede WeVets, o tratamento de casos complexos prioriza o manejo livre de medo. “Um pet psicologicamente estável e sem dor se recupera muito mais rápido. A educação do tutor sobre a guarda responsável, que inclui check-ups, nutrição correta e um ambiente seguro, é a maior ferramenta para que a crueldade perca espaço”, completa Carollina.

Ética e Dever de Notificar

Diante de qualquer suspeita fundamentada, a rede segue rigorosamente os protocolos éticos e legais do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). A notificação aos órgãos competentes e delegacias especializadas é um dever do profissional, garantindo que o ciclo de violência seja interrompido e que o pet receba o suporte vital e a dignidade necessários para sua plena reabilitação.

Fonte: Focal 3 Comunicação

Cobasi leva Intervenção Artística; Histórias que Criam Laços; ao Rio de Janeiro

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Obras na Praça Mauá reforçam o propósito da marca de promover bem-estar, saúde mental e conexão entre pets e tutores

Após impactar mais de 10 mil pessoas por dia, em São Paulo, a Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, leva ao Rio de Janeiro a intervenção artística “Histórias que Criam Laços”. A ativação acontece entre os dias 6 e 12 de abril, na Praça Mauá, próxima ao Museu do Amanhã, com acesso gratuito ao público.

No local, o público poderá interagir com duas grandes instalações do artista Eduardo Baum: o “Abrigo de Histórias” e o “Círculo de Paz”. As obras convidam à reflexão sobre acolhimento, empatia e saúde emocional, temas diretamente conectados ao universo pet.

A iniciativa marca a continuidade da campanha que encerrou as comemorações de 40 anos da companhia e, devido à forte adesão do público paulistano, ganha agora uma nova edição na capital fluminense. O projeto reforça o compromisso da Cobasi com o bem-estar animal, a adoção responsável e o fortalecimento dos vínculos afetivos entre pets e tutores.

“A receptividade do público em São Paulo mostrou que existe uma conexão genuína entre as pessoas e essa causa. Trazer a iniciativa para o Rio de Janeiro é uma forma de ampliar esse diálogo e incentivar ainda mais a adoção responsável e o cuidado com os animais”, destaca Caio Bernardo, diretor comercial e de marketing da Cobasi.

Além das esculturas, a programação contará com ativações especiais nos dias 11 e 12 de abril, incluindo contação de histórias, apresentações circenses, evento de adoção de animais e Pet Yoga, ampliando a entrega social da ação.

Abrigo de Histórias: onde o afeto ganha forma

A primeira intervenção, chamada Abrigo de Histórias, é uma obra inspirada no pilar social da companhia, o Cobasi Cuida. Criada pelo artista Eduardo Baum, a instalação, em formato de livro gigante, convida o público a “entrar” nas páginas e conhecer histórias reais de adoção de pets. Cada relato celebra o encontro entre humanos e animais, destacando a força do vínculo afetivo e o poder transformador da adoção. Entre as histórias apresentadas está a do jornalista e escritor Chico Felitti, que também foi responsável pela curadoria de algumas das histórias apresentadas.

Círculo de Paz: arte como convite ao equilíbrio

Já o Círculo de Paz apresenta um gato em posição de concha, cuja cauda se transforma em um banco, criando um espaço de descanso, diversão e contemplação. A escultura, também assinada por Eduardo Baum, simboliza o acolhimento, o equilíbrio e a harmonia, sentimentos que refletem o papel dos animais na vida das pessoas.

Serviço

Intervenção artística “Histórias que Criam Laços”
Local: Praça Mauá – Rio de Janeiro (próximo ao Museu do Amanhã)
Data: 6 a 12 de abril

Programação especial:

Contação de Histórias – 11 e 12/04, das 10h às 16h
Apresentação circense – 11 e 12/04, das 10h às 16h
Evento de adoção – 11 e 12/04, das 10h às 16h com a ONG Toda Vida Importa
Pet Yoga – Grupo PetYoga RJ
11/04 – às 16h
12/04 – às 9h

Sobre a Cobasi

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026, concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

Fonte: Trama Comunicação

Cobasi realiza novo Megaevento de Adoção em parceria com Instituto Luisa Mell em São Paulo

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Ação acontece no dia 11 de abril, na unidade Villa Lobos, com mais de 40 animais à espera de um novo lar e distribuição de brindes

A Cobasi, pioneira no Brasil no conceito de megaloja voltada para produtos de pets, casa e jardim, promove no próximo sábado, dia 11 de abril, mais uma edição de seu Megaevento de Adoção em parceria com o Instituto Luisa Mell. A ação será realizada das 10h às 16h, na Cobasi Villa Lobos (SP), reunindo 43 animais (sendo 14 gatos e 29 cães) prontos para encontrar um novo lar. Na ocasião, também serão distribuídos diversos brindes para os visitantes.

O evento dá continuidade ao trabalho conjunto entre as instituições, que já apresentou resultados positivos neste ano. Na primeira edição realizada em 2026, foram registradas 26 adoções, reforçando o impacto direto desse tipo de iniciativa na promoção da adoção responsável.

“A realização de eventos como este reforça o nosso compromisso com a causa animal e com a promoção da adoção responsável. Cada iniciativa é uma oportunidade de gerar impacto real, conectando animais que precisam de um lar a pessoas dispostas a oferecer cuidado e carinho”, afirma Daniela Bochi, Gerente de Marketing da Cobasi.

A ação faz parte do calendário de eventos do Cobasi Cuida, pilar social da companhia que atua em diversas frentes voltadas ao bem-estar animal, como adoções, doações, voluntariado, educação, manejo populacional e apoio em situações emergenciais.

Agenda de eventos em 2026

A Cobasi também destaca que, ao longo do ano, diversas lojas da rede recebem eventos de adoção em parceria com ONGs em diferentes regiões do Brasil. Para conferir a agenda completa de eventos e outras iniciativas do Cobasi Cuida, acesse: https://blog.cobasi.com.br/eventos/.

SERVIÇO
Data: 11 de abril de 2026
Horário: das 10h às 16h
Local: Cobasi Villa Lobos (SP)
Endereço: Rua Manuel Velasco, nº 90, Vila Leopoldina, São Paulo (SP)

Sobre a Cobasi

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026 concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

Fonte: Trama Comunicação

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