Neste 27 de outubro, Dia de Conscientização pelo Gato Preto, especialista da PremieRpet explica o estigma que ainda afasta famílias de pets de pelagem escura e sobre o bem que esses gatos fazem a quem os adota.

Na tela, eles roubam a cena. Salem, o gato falante de
“Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”, Luna, a conselheira de “Sailor Moon”, e muitos outros gatos pretos onquistaram gerações de fãs. Na vida real, porém, eles ainda enfrentam um forte estigma, que os colocam em uma fila de espera mais longa por um lar. No Dia de Conscientização pelo Gato Preto, celebrado em 27 de outubro, dados da pesquisa “Panorama da Adoção no Brasil – ONGs”, realizada pelo Opinion Box a pedido de GoldeN, marca número 1 em alimentos para cães e gatos no Brasil, e IMVC (Instituto de Medicina Veterinária do Coletivo), ajudam a dimensionar o problema: para 69% das ONGs ouvidas, animais de pelagem preta ou escura enfrentam grandes barreiras para serem escolhidos por uma família.

O estigma é antigo. Por séculos, a cor do pelo foi associada a superstições, azar e bruxaria, uma herança cultural que atravessou gerações e que ainda influencia, muitas vezes de forma inconsciente, a escolha de quem procura um novo companheiro. Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que a idade agrava o problema. A preferência dos adotantes se concentra em filhotes (81% dos animais adotados com mais facilidade). Ou seja, quem tem pelo preto e já passou da fase filhote enfrenta um desafio duplo.

“O gato preto carrega um peso simbólico que não pertence a ele. É uma construção cultural antiga, que não tem base no comportamento do animal”, explica Ricardo Menezes, médico-veterinário, psicanalista e gerente de treinamento da PremieRpet. “Como psicanalista, costumo dizer que aquilo que projetamos no outro diz mais sobre nós do que sobre ele. E o que esses gatos devolvem é companheirismo: eles acompanham o tutor pela casa, escolhem o colo, ronronam no fim de um dia difícil. Quem dá uma chance a um gato preto costuma descobrir que ele faz um bem enorme à rotina e às emoções de quem o acolhe.”

O momento, aliás, é favorável aos felinos: segundo a pesquisa, os gatos já são os animais mais adotados pelas ONGs (41%), à frente dos cães (32%). De acordo com o Instituto Pet Brasil (IPB), a população de gatos nos lares brasileiros já ultrapassa 30,8 milhões. O aumento na procura por gatos é um reflexo da chamada “gatificação”, uma tendência de busca por um pet que se adapte à vida moderna, marcada por espaços menores e rotinas mais independentes. O desafio é fazer com que essa preferência crescente alcance também os gatos pretos, que seguem esperando por quem enxergue além da cor.

Adotar com consciência, porém, vai além do gesto de afeto. Para 71% das ONGs, os adotantes têm apenas conhecimento básico, com lacunas relevantes, sobre guarda responsável, e a maior parte das devoluções acontece nos três primeiros meses. A adaptação do animal (73%) e os cuidados veterinários (57%) são os pontos mais subestimados pelos tutores. “É preciso entender que cada gato tem a sua personalidade e o seu próprio tempo de adaptação, e que
isso deve ser respeitado. Também é fundamental planejar os custos: alimentação, vacinas, consultas ao veterinário e, claro, os mimos que fazem parte da vida de quem ama um bichano.

A adoção não termina no ‘sim’: ela é uma construção diária de um convívio de muito amor”, reforça Ricardo Menezes.

Checklist: como escolher seu melhor amigo preto

• Olhe para a personalidade, não para a cor: converse com a ONG ou o protetor sobre o temperamento e a história do animal.
• Considere os adultos e idosos: o comportamento de quem já cresceu é mais conhecido, o que ajuda a escolher o perfil que combina com sua rotina.
• Planeje os custos: vacinas, castração, consultas e alimentação fazem parte do orçamento desde o primeiro dia.
• Tenha paciência na adaptação: os três primeiros meses são os mais críticos, e cada gato tem seu tempo para se sentir em casa.
• Visite e converse mais de uma vez: o primeiro encontro conta, mas conviver um pouco mais ajuda a criar vínculo e alinhar expectativas.
• Pense no “para sempre”: adotar é um compromisso de longo prazo, e o “sim” precisa ser para a vida toda.

Sobre a PremieRpet®
Desde 1995, a PremieRpet® existe para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível. Orgulhosamente brasileira, a empresa é especialista em alimentos de alta qualidade para cães e gatos e detentora das marcas PremieR®, GoldeN, Nattu e Vitta Natural. Com uma trajetória pautada pela inovação e pelo consumo consciente em todas as etapas de sua atuação, a PremieRpet® prioriza a qualidade dos insumos e o bem-estar animal. A empresa é destaque no segmento super premium e oferece soluções nutricionais para cães e gatos em todas as fases da vida. Seu portfólio reúne alimentos secos, úmidos e cookies, com mais de 300 itens comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias.

Fonte: Current Global

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