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Programa de boas práticas incentiva o bem-estar animal em fazendas de gado de leite

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Como membro da COBEA, Nestlé Brasil reforça seu foco no bem-estar animal e integra a temática como pilar fundamental na sustentabilidade

O trabalho com bem-estar animal no universo da pecuária de leite já é uma realidade em muitas fazendas no Brasil. Um objetivo fundamental é criar condições nas propriedades produtoras que permitam aos animais terem conforto e expressarem seus comportamentos naturais. Esses cuidados resultam em maior produtividade, menor incidência de doenças e colaboram para melhor qualidade do leite.

Além do bem-estar animal ser condição para que as vacas produzam com saúde e eficiência, a Nestlé Brasil, ator significativo na cadeia de laticínios no mercado, vê essa questão como um indicador diretamente relacionado à sustentabilidade da fazenda, influenciando consequentemente na redução das emissões de carbono do sistema produtivo. Membro da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), a empresa é pioneira na implementação de práticas de bem-estar animal a campo e tem reforçado seu foco no assunto anualmente, integrando a temática como um pilar fundamental para a sustentabilidade e parte da sua jornada de desenvolvimento de uma pecuária regenerativa.

Com a entrada na COBEA, a empresa consolidou ainda mais seu compromisso com o tema, conforme explica a gerente-executiva de Agricultura Sustentável na Nestlé Brasil, Barbara Sollero. “Trabalhar em prol do bem-estar animal é uma responsabilidade que transcende os interesses individuais, trazendo benefícios significativos para produtores, consumidores e toda a indústria. As boas práticas de bem-estar animal não apenas promovem a saúde e o bem-estar dos animais, mas também impactam positivamente a qualidade dos produtos e a sustentabilidade da produção.”

Estimulando boas práticas na indústria de laticínios

Visando esse objetivo, a Nestlé Brasil tem desenvolvido um programa de boas práticas de fazenda chamado Nature por NINHO®, que tem como uma de suas práticas de desenvolvimento sustentável o incentivo à adoção de práticas de bem-estar animal. O programa contempla orientações sobre cuidados com o solo, práticas de agricultura regenerativa, cuidado com os recursos naturais, gestão hídrica, treinamento de pessoas e garantia dos direitos humanos e do bem-estar dos animais da fazenda, a partir da manutenção das instalações, da prevenção e tratamento de doenças, uso de anestésico e analgésico em procedimentos veterinários como amochamento, manejo nutricional adequado para as categorias, uso de sêmen sexado objetivando a redução de machos, boas práticas de manejo, entre outros assuntos importantes, para que o fornecedor possa ser mais eficiente na produção de leite.

Para que essas práticas de manejo façam parte da rotina da propriedade, vem sendo realizado um processo de sensibilização e capacitação de pessoas, entre consultores e fornecedores. Dessa forma, a empresa está contribuindo para uma mudança de mentalidade no setor, onde melhores práticas são gradualmente introduzidas e se tornam comuns. Outro ponto importante é auxiliar os fornecedores com adaptação e investimento em infraestrutura nas fazendas para garantir o bem-estar aos animais, uma vez que essa necessidade financeira para a transformação da cadeia de produção continua sendo um desafio.

A empresa incentiva no campo a adoção de tecnologias de monitoramento animal, principalmente nas fazendas do nível Diamante, onde os fornecedores devem ter pelo menos 60% dos animais adultos monitorados. Esse acompanhamento auxilia os produtores a tomarem melhores decisões na fazenda, especialmente em relação ao manejo reprodutivo, além de favorecer a detecção precoce de doenças e se existiu algum evento que causou estresse nos animais monitorados.

Engajamento que gera resultados

Para destacar os avanços no programa, como o reconhecimento da primeira fazenda nível Diamante, a Nestlé realizou na primeira semana de outubro de 2025 o “Circuito Nature por Ninho 2025”, um evento em Gameleira de Goiás (GO) que juntou cerca de 400 pessoas, principalmente seus produtores e fornecedores.

O evento também representou uma oportunidade de capacitação, com palestras e workshops relacionados a temas como gestão da fazenda, cuidado com os bezerros recém-nascidos, melhoramento genético, nutrição animal, agricultura regenerativa e manejo sustentável do solo, e sucessão familiar e longevidade das fazendas. Foi possível observar como o engajamento com os fornecedores pode ser feito na prática, a importância de reconhecer o bom desempenho, tal como de desenvolver uma cultura de cuidado na fazenda, onde as pessoas responsáveis pelos cuidados diários dos animais têm um papel crucial.

Outro ponto importante para a Nestlé é como as boas práticas de bem-estar animal contribuem para a redução das emissões de carbono, alinhando-se às metas globais de sustentabilidade. “A parceria com a COBEA reforça o compromisso da Nestlé com o bem-estar animal e com o clima. Estamos confiantes de que ela não apenas acelerará e impulsionará a inovação e a pesquisa, mas também facilitará um diálogo ativo e uma conexão entre os principais stakeholders das diversas cadeias produtivas animais, promovendo um avanço setorial consistente e sustentável”, finaliza Barbara.

Sobre a COBEA

A Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) é uma iniciativa pré-competitiva criada em 2024 com o propósito de facilitar os avanços em bem-estar animal na cadeia de proteína animal brasileira. Reunindo produtores, processadores, varejistas, food service, pet food e parceiros estratégicos, a COBEA busca alinhar ambições, superar barreiras ao progresso, e acelerar os avanços por meio de ação conjunta. Idealizada pela certificadora Produtor do Bem, a iniciativa já conta com nove importantes atores: Danone Brasil, Grupo IMC (International Meal Company), JBS Brasil, Mantiqueira Brasil, MBRF, Minerva Foods, Nestlé Brasil, Planalto Ovos e Special Dog Company.

Saiba mais:

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Fonte: Attuale

O Oscar dos felinos brasileiros: Gato de Ouro consagra vencedores e ultrapassa 3,48 milhões de interações nas redes

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Premiação criada pela Woolie celebrou talento, carisma e bem-estar animal em sete categorias, se destacando como uma iniciativa cultural e digital de sucesso

O tapete vermelho mais charmoso do universo pet brasileiro já tem seus grandes vencedores. O Gato de Ouro, concurso cultural idealizado pela Woolie, teve sua final realizada neste domingo, 25 de janeiro, e encerrou sua primeira edição consagrando gatos de todo o Brasil em uma celebração que uniu entretenimento, criatividade, cultura digital e respeito ao bem-estar animal. Inspirado no glamour das grandes premiações do cinema, o projeto conquistou o público e ultrapassou a marca de 3,48 milhões de interações nas redes sociais ao longo de sua realização.

Criado para ser o “Oscar dos felinos brasileiros”, o Gato de Ouro destacou o talento, a expressividade e o carisma dos gatos em sete categorias, inspiradas em gêneros cinematográficos e avaliadas por uma curadoria especializada e pelo voto popular.

Na categoria Comédia, o vencedor foi Frajolito (@frajolitogato), que conquistou os jurados com seu timing natural e carisma espontâneo. Já o prêmio de Melhor Atuação em Drama ficou com Morfeu (@gatinhomorfeu), reconhecido pela intensidade e expressividade que emocionaram a Academia.

O espírito aventureiro foi representado por Joaquim (@bechana_mimosa), vencedor da categoria Aventura, enquanto a categoria Musical consagrou o elenco formado por Romeo, Judihit, Freudinha, Luna e Craudinho (@romeo_eas_meninas), premiado pela performance coletiva e criatividade.

O prêmio de Melhor Elenco Felino foi concedido ao grupo composto por Marcelinho, Paulinho, Encantado, Raquelzinha, Michael Jackson e Rasta (@neroecia), destacando a força da atuação em conjunto e a conexão entre os felinos. Já o troféu de Melhor Figurino Felino ficou com Daniel (@danielgatoloiro), reconhecido pelo estilo e identidade visual marcante.

A categoria Fofura Absoluta, definida exclusivamente por votação popular, mobilizou o público de todo o país e teve como grande vencedor Boreal (@northern.lights.kitties), eleito pelos seguidores da Woolie nas redes sociais.

Ao longo do concurso, os vídeos e conteúdos publicados somaram mais de 2,5 milhões de interações, refletindo o forte engajamento da comunidade gateira e o alcance nacional da iniciativa. Enquanto a categoria Fofura Absoluta foi definida pelo público, as demais tiveram seus vencedores escolhidos pela Academia Brasileira de Artes Felinas, formada por jornalistas, fotógrafos, veterinários, especialistas em comportamento felino, empresários do setor pet e representantes de ONGs da causa animal, garantindo critérios técnicos, criativos e éticos na avaliação.

Além do reconhecimento simbólico, os vencedores de cada categoria receberam prêmios alinhados ao compromisso da Woolie e de seus parceiros com o bem-estar e o cuidado consciente com os felinos. Cada ganhador foi premiado com um Troféu exclusivo “O Gato de Ouro”, além de 1 ano de areia higiênica Duna da Woolie, com 12 pacotes de 4 kg, totalizando 48 kg de produto. Os vencedores também receberam 1 ano de ração Fórmula Natural Fresh Meat Gatos, somando 28 kg de ração, e o título oficial de Gato de Ouro 2026, símbolo máximo de estrelato felino.

“Acreditamos que os gatos são, por natureza, artistas. Eles têm personalidade, presença e carisma. O Gato de Ouro nasceu para transformar esse comportamento em cultura e para mostrar que o amor pelos felinos também é uma forma de expressão criativa e consciente”, afirma Daniel Mostacada, fundador e CEO da Woolie.

Fundada em 2020, a Woolie é a primeira marca brasileira de design especializada exclusivamente para gatos. Reconhecida por iniciativas como o blog Gateiro Consciente e o concurso O Gato SRD Mais Bonito do Brasil, que já soma mais de 12.500 gatos inscritos e 1,2 milhão de votos orgânicos ao longo de suas edições, a marca reforça com o Gato de Ouro seu posicionamento como uma plataforma que vai além do produto e cria movimentos culturais e de conexão entre humanos e gatos.

Realizado pela Woolie, com apoio da Fórmula Natural, o Concurso Cultural Gato de Ouro teve como objetivo valorizar os gatos, estimular a criatividade dos tutores e promover práticas que respeitam o comportamento natural e o bem-estar animal — incluindo regras que proibiram o uso de inteligência artificial ou edições que alterassem a aparência real dos felinos.

Mais informações sobre o concurso e seus vencedores estão disponíveis em gatodeouro.woolie.com.br.

Fonte: Deepr

Instituto Caramelo recebe Prêmio Cidade de São Paulo em reconhecimento à sua atuação na proteção animal

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Homenagem concedida pela prefeitura de São Paulo destaca a trajetória e o impacto social da ONG

O Instituto Caramelo recebe, o Prêmio Cidade de São Paulo, homenagem concedida pela prefeitura de São Paulo em reconhecimento à trajetória e às contribuições sociais da instituição na área de proteção animal. A cerimônia, marcada para as 19h, será realizada no Theatro Municipal de São Paulo e reunirá autoridades e representantes de organizações sociais.

A premiação reconhece trajetórias marcadas por serviços de destaque prestados ao município. No caso do Instituto Caramelo, a homenagem ressalta o impacto consistente de sua atuação na proteção, cuidado e promoção do bem-estar animal, aliando resgate, tratamento, reabilitação e adoção responsável.

“Esse prêmio nos enche de gratidão e reforça a importância de perseverar no nosso trabalho de cuidado e acolhimento. Cada vida resgatada, cada adoção responsável e cada trajetória de reabilitação representa o impacto coletivo que podemos gerar quando agimos com amor e profissionalismo. Dividimos essa conquista com cada voluntário, parceiro, apoiador e com todos que acreditam na proteção animal como uma política de cuidado e cidadania”, afirma Yohanna Perlman, diretora executiva do Instituto Caramelo.

Nos últimos três anos, entre 2023 e 2025, o Instituto Caramelo resgatou mais de 1.000 animais em situação de vulnerabilidade, promoveu mais de 1.000 adoções responsáveis – sempre com animais castrados, vacinados, vermifugados e microchipados – e mantém um ritmo médio de mais de 1.000 castrações gratuitas por mês, contribuindo para o controle populacional e para a saúde pública.

Além do resgate e da adoção, a ONG oferece atendimento veterinário completo, que inclui aferição de parâmetros vitais, curativos, ciclo completo de vacinas, administração de vermífugos e antipulgas, microchipagem, medicação diária, internação, cirurgias e acompanhamento clínico contínuo. Animais em reabilitação também contam com fisioterapia em leito hospitalar, fisioterapia externa semanal, banhos terapêuticos, além de adestramento positivo, socialização e trabalho de aproximação, fundamentais para a recuperação física e emocional.

O Prêmio Cidade de São Paulo reforça o papel do Instituto Caramelo como referência na proteção animal em São Paulo e evidencia a importância de iniciativas que unem assistência, responsabilidade social e políticas públicas de cuidado.

Serviço – Prêmio Cidade de São Paulo
Data: 28 de janeiro de 2026 (quarta-feira)
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal de São Paulo

Sobre o Instituto Caramelo

Referência nacional no resgate e reabilitação de animais em situação de abandono e maus tratos, o Instituto Caramelo é uma organização não governamental sem fins lucrativos que nasceu em fevereiro de 2015 para dar voz àqueles que não podem falar. Com um hospital veterinário 24 horas, atende mais de 300 animais e realiza castrações gratuitas, intervenções emergenciais e acompanhamento contínuo até que todos estejam prontos para adoção responsável.

Fonte: Avenida Comunicação

Com mais feitos inéditos no inicio de 2026, a ONG MRSC visa expansão, parcerias e novos investimentos

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Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC) está presente em oito cidades, reúne mais de 200 voluntários, soma quase 700 ações e já contabiliza 30 mil atendimentos, 40 mil vacinas aplicadas e 5.500 castrações gratuitas.

O que começou como um registro fotográfico nas ruas de São Paulo, em 2015, tornou-se uma operação estruturada que hoje figura entre as maiores iniciativas independentes do país voltadas ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade e seus animais. A ONG Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC), fundada pelo fotógrafo Eduardo Leporo, completa uma década com resultados que mostram sua relevância para o controle de natalidade de pets, assistência social e bem-estar humano e animal.

Hoje, o projeto é uma rede sólida de apoio, presente em oito cidades brasileiras, com mais de 200 voluntários ativos que já realizaram quase 700 ações solidárias no país. Em números, a ONG registra mais de 30 mil atendimentos, 40 mil doses de vacinas aplicadas em cães e gatos e 5.500 castrações gratuitas, realizadas em parceria com hospitais veterinários e grandes empresas, números que a colocam entre as maiores iniciativas independentes voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade e os seus pets.

Somente na capital paulista, a ONG realizou 127 ações em pontos estratégicos, como Praça da República e Marechal Deodoro. Nessas operações, os tutores recebem itens essenciais como kits de higiene e alimentação, enquanto os animais têm acesso a atendimento veterinário, banho, vacinação, vermifugação, antipulgas, castração e um kit completo de cuidados com caminhas, roupinhas, guias, coleiras, brinquedos e ração.

A estrutura inclui o Pet Móvel, unidade itinerante desenvolvida para facilitar triagem e serviços básicos diretamente nas ruas, ampliando a capacidade de atendimento da equipe.

Governança, sustentabilidade financeira e próximos passos

A operação da MRSC é mantida por doações individuais, complementadas por parcerias estratégicas com empresas e iniciativas de impacto, como Petz (Programa Adotepetz), Mol Impacto, Arredondar e a unidade de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim, que contribui com apoio financeiro e insumos veterinários. Esse modelo híbrido de financiamento garante a continuidade das ações e permite previsibilidade operacional.

Para os próximos anos, a ONG projeta a expansão para novas cidades, dobrar o quadro de voluntários e implementar novos meios de acolhimento, como a unidade móvel de atendimento veterinário. A organização também planeja captar novos aportes em 2026 para o lançamento de seu segundo fotolivro, alinhado à estratégia de fortalecimento institucional e geração de receita complementar.

Saiba mais sobre MRSC: A ONG MRSC (Moradores de Ruas e Seus Cães), fundada pelo fotógrafo paulistano Eduardo Leporo, surge da sensibilidade de observar as histórias por trás dos cães encontrados nas ruas. Documentando essas narrativas em seu livro “Moradores de Rua e Seus Cães”, Leporo transformou seu projeto fotográfico em um gesto de solidariedade. Desde 2015, a MRSC proporciona assistência abrangente a animais de estimação de pessoas em situação de rua em 07 estados brasileiros, e já beneficiaram mais de 100 mil indivíduos, somente na capital de São Paulo. Com o lema “Nem só de ração vive o cão. E nem o gato”, a ONG oferece alimentação, cuidados veterinários, esterilização e mais, financiados por doações e parcerias com grandes marcas. Para saber mais, acesse: Link

Fonte: Publika. aí Comunicação

Zoo São Paulo e Jardim Botânico recebem mais de 90 mil alunos de escolas públicas em 2025

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No Dia Mundial da Educação Ambiental instituição divulga balanço da visita de estudantes e realiza promoção para que público conheça Jardim Botânico e passeio de barco no lago São Francisco

O Zoológico de São Paulo e o Jardim Botânico atenderam mais de 90 mil estudantes de 688 escolas públicas das redes municipal e estadual, ao longo de 2025, por meio de ações educativas que garantem acesso gratuito às instituições. O balanço foi divulgado na semana em que se comemora o Dia Mundial da Educação Ambiental.

Também em alusão à data, de 26 a 28 de janeiro, quem comprar o ingresso antecipado para o zoológico – que está com 50% de desconto – pode passear de barco gratuitamente no lago São Francisco e ainda ganha uma visita ao quase centenário Jardim Botânico.

As medidas visam estimular que mais pessoas conheçam o complexo que, além de um tradicional ponto de turismo e lazer, também possui um valor inestimável do ponto de vista de conservação de fauna e flora. Atualmente, o Zoológico participa de cerca de 40 iniciativas de conservação, entre às quais da ararinha-azul e do mutum-de-Alagoas – as espécies de aves mais ameaçadas do mundo.

Educação Ambiental

O Zoo São Paulo e o Jardim Botânico são salas de aula a céu aberto. No Zoológico, os estudantes têm acesso a mais de 2.000 animais silvestres de quase 300 espécies entre mamíferos, anfíbios, répteis, aves e invertebrados. Já no Botânico, crianças e adolescentes podem explorar jardins e trilhas que reúnem a biodiversidade da Mata Atlântica e conhecer plantas de diversas regiões do mundo, além do museu sobre a história da botânica e uma exposição sobre os povos originários da Amazônia.

Agendamento

As escolas interessadas em proporcionar essas experiências aos alunos, devem efetuar cadastro e agendamento exclusivamente pelo canal agendamento.escolas@zoologico.com.br. As instituições também têm a opção de contratar o Reconecta, um serviço de visitas educativas voltado a grupos escolares e universitários. O programa oferece roteiros temáticos, painel educativo e visita guiada com educadores especialistas, com valores mais acessíveis para escolas públicas.

Promoção Dia Mundial da Educação Ambiental

Em comemoração ao Dia Mundial da Educação Ambiental, o Zoológico de São Paulo promove valores especiais para quem visitar o parque entre os dias 26 e 28 de janeiro. Confira:

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$49,95, ganha o passeio no Acqua Zoo e entrada gratuita no Jardim Botânico de São Paulo. Válido para visitas realizadas nos dias 26, 27 e 28 de janeiro.

Promoções para todo o mês de janeiro:

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$49,95, válido para todos os dias da semana. O valor no dia é de R$99,90
Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$19,95, válido para todos os dias da semana. O valor no dia é de R$39,90
Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$59,95, válido de segunda à sexta-feira. Ingresso avulso antecipado nos finais de semana por R$89,90. O valor no dia é de R$119,90 (necessário agendar o horário de visita)
Combo com quatro atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari e Mundo Dino – de R$319,60 por R$129,90, na compra antecipada. O valor no dia é de R$ 139,90
Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$359,50 por R$119,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$149,90.
Serviço

Funcionamento dos parques a partir do dia 20 de dezembro:

Zoo São Paulo: aberto todos os dias das 8h30 às 17h30 (visitação até às 18h30);

Jardim Botânico: aberto todos os dias das 9h às 17h (visitação até às 18h);

Simba Safari: aberto todos os dias das 8h às 17h30 (visitação até às 18h30).

Site para compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda.

Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.

Fonte: Zoológico

Shopping Taboão promove Feira de Adoção Pet com cães e gatos resgatados

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Evento gratuito acontece de 30 de janeiro a 1 de fevereiro, em parceria com a Prefeitura de Taboão da Serra, Centro de Zoonoses e ONG PATRE

Neste mês o Shopping Taboão se transforma no lugar ideal para encontrar um novo melhor amigo. Entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, o empreendimento realiza mais uma edição da Feira de Adoção Pet, reunindo cães e gatos resgatados que aguardam a oportunidade de encontrar um lar seguro, acolhedor e cheio de afeto.

A ação traz mais de 30 bichinhos e convida o público a conhecer de perto os animais, interagir e participar do processo de adoção responsável. “Cada adoção representa um recomeço. Para os pets, é a chance de uma nova vida; para as famílias, a construção de um vínculo que transforma o dia a dia. O Shopping Taboão acredita nesse impacto e faz questão de apoiar iniciativas que geram transformação real”, afirma João Almeida, gerente de marketing do Shopping Taboão.

Na sexta-feira, dia 30, e no sábado, dia 31, das 12h às 18h, a feira acontece em parceria com a Zoonoses da Prefeitura de Taboão da Serra, com animais vacinados, castrados e vermifugados, prontos para adoção. Já no domingo, dia 1º, das 14h às 19h, a ação conta com a participação da ONG PATRE, reconhecida pelo trabalho contínuo em prol de animais abandonados.

Durante todo o evento, os interessados em adotar recebem orientações sobre os cuidados necessários com o novo pet, reforçando a importância da adoção consciente e responsável.

Para adotar, é necessário apresentar documento com foto, comprovante de residência, ter mais de 18 anos e passar por entrevista com a equipe responsável.

Serviço
Feira de Adoção Pet – Shopping Taboão
Data: 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro
Horários: sexta e sábado, das 12h às 18h; domingo, das 14h às 19h
Local: ao lado da loja Tennis Station, entrada principal do Shopping Taboão
Evento gratuito e aberto ao público

Shopping Taboão
Endereço: Av. Taboão da Serra, 2643 – Centro- Taboão da Serra – SP

Mais informações: www.shoppingtaboao.com.br ou @shoppingtaboao
Central de Atendimento: (11) 3164-7830

Fonte: Maxima SP

Pets na praia exigem cuidados: banho de mar, areia quente e ingestão de sal merecem atenção

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Médica-veterinária da WeVets alerta para riscos comuns do verão e orienta tutores sobre como aproveitar o litoral com segurança

Com o avanço do verão e o aumento das viagens para o litoral, cresce também a presença de pets nas praias brasileiras. Apesar de ser um programa cada vez mais comum entre as famílias, o passeio exige cuidados específicos para evitar problemas de saúde que vão desde queimaduras nas patas até quadros de vômito, diarreia, dermatites e otites.

Segundo a WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, atendimentos relacionados a excesso de calor, ingestão de água salgada e irritações de pele tendem a aumentar durante o período de férias, especialmente após passeios prolongados na praia.

“O banho de mar, por si só, não é proibido para cães, mas precisa ser controlado. O principal risco está na ingestão de água salgada, que pode causar desidratação, vômitos, diarreia e sobrecarga renal, principalmente em filhotes, pets idosos ou com doenças pré-existentes”, explica a Médica Veterinária e supervisora na WeVets, Carollina Marques.

Outro ponto de atenção é a areia quente, que pode atingir temperaturas muito acima do suportável para as patas dos pets. “As almofadinhas das patas são sensíveis e podem sofrer queimaduras sem que o tutor perceba de imediato. Uma regra simples é testar a areia com a mão: se estiver quente demais para você, também estará para o pet”, orienta.

Além do calor e do sal, a qualidade da água do mar também deve ser considerada, especialmente em praias urbanas. A presença de bactérias e poluentes pode provocar infecções de pele e ouvido. “É comum recebermos pets com otite e dermatites após a praia. Por isso, a recomendação é sempre enxaguar o pet com água doce ao sair do mar e secar bem o corpo, principalmente as orelhas”, reforça Carollina.

A WeVets também alerta para o horário dos passeios, que deve evitar os períodos mais quentes do dia, entre 10h e 16h. A hidratação constante é indispensável: a água do mar não substitui a água potável e pode agravar a desidratação. Protetores solares específicos para pets podem ser indicados em casos pontuais, especialmente para animais de pele clara ou com pouco pelo, sempre com orientação veterinária.

Cães Braquicefálicos

Vale um cuidado redobrado com pets braquicefálicos que possuem o focinho mais curto em função de alterações anatômicas do crânio, como Shih-tzu, Pug e Buldogue Francês. Durante o verão, o esforço respiratório aumenta significativamente, elevando o risco de hipertermia ou intermação, o superaquecimento do organismo, uma condição grave que pode evoluir rapidamente. Por isso, esses pets exigem atenção redobrada em períodos de altas temperaturas.

A prevenção passa por cuidados simples, mas fundamentais: manter o pet em ambientes frescos e ventilados, garantir acesso constante à água, evitar passeios nos horários mais quentes do dia e observar sinais de desconforto respiratório ou estresse térmico. Roncos excessivos, respiração ofegante intensa e dificuldade para respirar são alertas que exigem avaliação médica imediata.

A observação atenta dos tutores é essencial para reduzir riscos e garantir qualidade de vida aos cães braquicefálicos.

Alertas práticos :

Banho de mar: pode, mas com moderação; risco de ingestão de água salgada gerando desidratação e alterações gastrointestinais
Areia quente: risco de queimaduras graves nas patas
Horários: evitar entre 10h e 16h.
Hidratação: levar água potável.
Contaminação: praias urbanas podem ter bactérias.
Por fim, é importante que os tutores verifiquem as regras locais, já que nem todas as praias permitem a presença de pets. “Planejamento é a chave. A praia pode ser um ambiente prazeroso, mas não deve ser tratada como um passeio sem riscos. Com cuidados simples, é possível aproveitar o momento sem comprometer a saúde e o bem-estar do pet”, conclui a médica-veterinária da WeVets.

Fonte: Hélio Júnior

O papel do jantar na rotina dos pets

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Descanso, digestão, vínculo e alimentos específicos ajudam a transformar a noite em um ritual de bem-estar

O jantar é um dos momentos mais simbólicos do dia para muitos tutores, e para os pets também. Quando a casa começa a desacelerar e o ambiente fica mais silencioso, cães e gatos entram naturalmente em um estado de repouso guiado pelo ciclo circadiano, o ritmo biológico que regula comportamento, gasto energético e digestão.

Nesse período, o organismo direciona mais energia para funções internas. É durante a noite que acontecem processos importantes, como a recuperação celular, o reparo de tecidos, a manutenção das articulações, a regulação digestiva e a estabilização emocional após os estímulos do dia.

Por isso, a refeição noturna tem papel importante no bem-estar. Um jantar servido em um ambiente calmo, previsível e sem interrupções ajuda a reduzir a ansiedade, favorece a digestão e reforça a sensação de segurança.

O ambiente, inclusive, faz toda a diferença. “Pets que jantam em locais movimentados, com barulhos ou muita aproximação humana podem comer rápido demais, comer de menos ou até desenvolver comportamentos ligados à insegurança alimentar. Por outro lado, uma rotina tranquila e constante favorece o apetite e contribui para noites mais equilibradas”, explica a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

É nesse cenário que os snacks ganham relevância. Eles não substituem a alimentação completa, mas podem deixar o jantar mais agradável, saboroso e interessante do ponto de vista sensorial, especialmente para pets seletivos, idosos ou que preferem preparações mais úmidas.

Com o ritual do jantar ganhando cada vez mais atenção, cresce também a busca por opções que tornem esse momento mais convidativo. Entre essas alternativas está a linha Pet Nutrition Vie, que traz preparações pensadas para a refeição noturna, como o Picadinho, desenvolvido para proporcionar um jantar mais saboroso.

Disponível nos sabores carne com legumes e frango com legumes, o Picadinho foi criado por especialistas em nutrição animal, é rico em colágeno e formulado com ingredientes naturais. O preparo é simples e pode ser adaptado à preferência do pet: basta adicionar de 75 a 200 ml de água morna ou em temperatura ambiente.

Para além das escolhas alimentares, o ritual do jantar envolve outros cuidados que fazem diferença no dia a dia. “Respeitar o ritmo do animal, evitar estímulos excessivos no ambiente, oferecer a refeição nos mesmos horários e garantir acesso à água fresca são atitudes que ajudam a promover previsibilidade, algo essencial para o equilíbrio emocional de cães e gatos”, destaca Bruna.

Outro ponto importante é observar como o pet se comporta após o jantar. Inquietação, recusa alimentar, desconforto ou ingestão muito rápida podem indicar a necessidade de ajustes, seja no manejo, seja na textura ou na temperatura do alimento.

Quando o tutor considera o ciclo biológico, o ambiente, o tipo de alimento e a forma como ele é oferecido, o jantar deixa de ser apenas uma refeição e passa a ser um momento diário de cuidado. É uma soma de atenção, rotina e afeto que contribui para noites mais tranquilas e para uma convivência ainda mais harmoniosa entre pets e tutores.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Instituto Adimax precisa de voluntários para socializar cães de assistência

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Antes de conduzir uma pessoa com deficiência visual pelas ruas, o cão de assistência aprende algo muito importante: conviver com o mundo. É preciso saber regras de convivência, os limites, o respeito ao espaço, às pessoas e outros animais.

E quem ensina isso não são apenas os instrutores profissionais, mas também as chamadas famílias socializadoras, voluntários que acolhem o filhote nos primeiros meses de vida e o apresentam à rotina da sociedade.

“A gente diz que a família socializadora apresenta o mundo para esse cão, e isso é feito de uma forma muito responsável, com muito carinho, amor, mas também com regras. Então esses voluntários precisam estar realmente comprometidos com a causa, pois sem eles, não temos cães de assistência”, pontua Fabiano Pereira, responsável técnico do Instituto Adimax, maior centro de treinamento de cães de assistência da América Latina.

Com aproximadamente 3 meses de idade o cão sai do Instituto para viver com uma dessas famílias. Durante um ano, os voluntários vão ensiná-lo a andar de elevador, frequentar supermercados, esperar em filas, frequentar restaurantes, lidar com barulho, movimento e pessoas diferentes. Tudo isso constrói a base emocional e comportamental necessária para ele se tornar um cão de assistência. E, ao final do ciclo de socialização, o cão retorna ao Instituto para iniciar a etapa técnica de treinamento como cão de assistência.

“Eu estou no meu décimo cão e, nesse momento, estou socializando o Café, um labrador muito alegre. Alguns cães que socializei hoje guiam pessoas com deficiência, e um deles foi destinado a uma criança do espectro autista. Não vou mentir, dá trabalho, mas quando olho o bem que isso vai fazer na vida de uma pessoa, só vejo o resultado”, relata Dalete Souza, moradora de Sorocaba (SP) e veterana como família socializadora.

O trabalho dessas famílias é silencioso, mas decisivo. É nesse período que o filhote desenvolve confiança, autocontrole e capacidade de adaptação. Um erro ou uma falha nessa fase pode comprometer todo o processo de treinamento futuro. Durante esse período, as despesas com o cão como alimentação, cuidados veterinários, vacinas, banhos, dentre outras, são de responsabilidade do Instituto Adimax, mas ainda assim não é fácil encontrar voluntários.

“É um trabalho lindo, mas exige entrega, e disposição para fazer a coisa certa”, reforça Fabiano.

Deixar o cão partir é uma das partes mais difíceis. Mas também é onde o voluntariado ganha seu significado mais concreto: abrir mão de algo que se ama para que outra pessoa possa ganhar autonomia, mobilidade e independência.

“Hoje eu vim entregar o Pantera, e o meu sentimento é de deixar um filho na universidade pela primeira vez. Estou emocionada, chorei muito, mas tenho a sensação de dever cumprido”, conta Hidelma Ferreira que viveu essa experiência pela primeira vez.

Ser família socializadora não exige experiência prévia com adestramento. Exige tempo, compromisso e disposição para ensinar o básico: educação, rotina, limites, carinho e convivência. As pessoas interessadas em participar do programa por meio do Instituto Adimax poderão se inscrever diretamente pelo site, na aba “famílias socializadoras”.

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Até o momento o Instituto Adimax entregou mais de 100 cães de assistência para diversas regiões do país. E, por trás de cada um existe uma rede de voluntários que começou tudo, gente comum, mas com desejo de fazer a diferença.

Sobre o Instituto Adimax

Localizada em Salto de Pirapora, interior de São Paulo, a sede conta com uma estrutura completa. São 15 mil metros quadrados, com maternidade, canil, clínica veterinária, centro cirúrgico, área de soltura, lazer e treinamento, prédio administrativo e hotel para receber futuras pessoas com deficiência visual que receberão os cães-guias, e uma equipe multidisciplinar, distribuída nas áreas de saúde e bem-estar, equipe técnica, administrativo, relações institucionais, assistência social, responsabilidade social e operacionais, totalizando 53 colaboradores.

O propósito do Instituto é apoiar a inclusão de pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade e o bem-estar animal.

Antes de chegarem ao seu destino, os cães são acolhidos por famílias voluntárias onde ficam pelo período de um ano. O papel dos socializadores é expor os animais às mais diversas situações do cotidiano, para promover seu desenvolvimento e acostumá-los à rotina. Além, é claro, de dar a eles tempo e amor. Depois desse período, os cães voltam para o instituto e ficam entre 4 e 6 meses em treinamento. Após formados, poderão ser doados para dar início a missão: transformar a vida de pessoas com deficiência visual.

Além do Programa Cão de Assistência, o Instituto conta com outros 10programas sociais que tem como finalidade a inclusão social e cuidado de pessoas em vulnerabilidade.

A entrega do cão guia é feita de forma totalmente gratuita aos candidatos que preencham os requisitos do Programa. A inscrição é feita diretamente no site: www.institutoadimax.org.br na aba cão guia.

Fonte: JT Comunicação

Sobre a morte do cão Orelha | Crueldade contra animais não é episódio isolado: é um sinal de risco psicossocial*

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*Por Juliana Sato, psicóloga especializada em luto pet e comportamento humano

Nos últimos dias, a morte de um cão comunitário em Santa Catarina mobilizou moradores, protetores e redes sociais. O caso envolve maus tratos e um animal encontrado ferido, vítima de pauladas. A comoção é esperada, mas não é superficial. Quando a violência atravessa um vínculo tão cotidiano, ela não atinge apenas um corpo. Ela desorganiza um território afetivo inteiro.

Quando um animal faz parte da rotina de um lugar, ele deixa de ser um detalhe e vira presença. É visto, reconhecido, lembrado, cuidado de pequenas formas por pessoas diferentes ao longo do dia. O vínculo, nesse caso, não nasce da posse, nasce da convivência. Aos poucos, aquele animal se torna parte da paisagem emocional do bairro, uma referência silenciosa de familiaridade e pertencimento.

Por isso, quando essa vida é interrompida por violência, a perda não fica restrita a uma casa. Ela se espalha pela vizinhança, pelas conversas, pelo corpo das pessoas. O que aparece não é apenas tristeza, mas também raiva, impotência e uma sensação difícil de nomear. Na psicologia clínica, a gente reconhece isso como luto coletivo. Pessoas que não eram tutoras formais também sofrem, porque havia relação, e vínculo não precisa de documento para existir.

Ao mesmo tempo, existe uma camada que precisa ser olhada com maturidade. Crueldade contra animais raramente acontece no vazio. Do ponto de vista psicológico, ela funciona como um sinal de risco psicossocial. A literatura descreve que maus tratos frequentemente coexistem com outros contextos de violência familiar e social, aparecendo como indicador de falhas de regulação emocional, dessensibilização e padrões mais amplos de agressividade. Não é um evento solto. É um sintoma de que algo no entorno já está fragilizado.

Isso não significa determinismo nem autoriza conclusões simplistas sobre o futuro de alguém. Significa apenas que certos comportamentos funcionam como alertas. Eles pedem leitura cuidadosa, rede de proteção e responsabilidade coletiva, não apenas indignação momentânea. Quando a gente reduz tudo a um fato policial, perde a chance de compreender o que aquele episódio revela sobre o contexto em que ele surgiu.

Talvez seja por isso que notícias assim mexam tanto. Elas expõem a ruptura de um pacto silencioso de cuidado. A sensação de que aquele espaço era, de algum modo, protegido, e de repente já não é. Violência contra animais, nesse sentido, também é uma pauta de saúde mental pública, porque fala de empatia, limites, convivência e do tipo de comunidade que estamos construindo.

No fim, não se trata apenas de um cão. Trata se do que essa violência revela sobre como estamos cuidando, ou falhando em cuidar, das nossas relações. E do quanto uma comunidade inteira sente quando um lugar afetivo é arrancado.

*Juliana Sato é psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Desde 2024, faz parte da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Para ajudar pessoas que buscam equilíbrio emocional e crescimento pessoal, criou o canal VibeZenCast, no qual compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Juliana também é uma das organizadoras do recém-lançado livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, pela Editora Lucto, onde aborda a complexidade do assunto e debate a saúde mental no universo pet. Saiba mais acessando o site julianasatopsicologa.com.br ou o perfil no Instagram @jusatopsicologa.

Fonte: LILÁS COMUNICAÇÃO

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