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Entenda os sinais de inflamação em cães e gatos e a importância do diagnóstico precoce

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Créditos: Freepik

Dor e febre são sintomas comuns que exigem atenção dos tutores e abordagem clínica cuidadosa

O atendimento clínico de cães e gatos que apresentam febre e dor é um desafio recorrente na rotina dos veterinários. Esses sinais muitas vezes indicam a presença de processos inflamatórios ou infecciosos e requerem atenção especial para garantir conforto e buscar a recuperação dos pets.

Segundo a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec, a febre é uma resposta fisiológica natural do organismo diante de infecções ou inflamações. “Embora atue como um mecanismo de defesa, febres elevadas causam desconforto agudo e podem agravar o quadro clínico do animal. A identificação da causa é essencial e pode estar relacionada a infecções bacterianas, virais, parasitárias ou até mesmo doenças autoimunes”, explica.

A inflamação é outra resposta do organismo a agentes agressivos, e pode ser aguda ou crônica. É caracterizada pelos sinais clássicos: vermelhidão, calor, inchaço, dor e perda de função.

A dor, por sua vez, é um sintoma frequente que acompanha a inflamação e merece atenção especial. “A dor pode variar de leve a intensa e comprometer de forma significativa a qualidade de vida do animal. O reconhecimento precoce é fundamental para a eficácia do tratamento e deve ser feito com o auxílio de escalas de avaliação específicas para cães e gatos, que analisam postura, comportamento e resposta ao toque”, ressalta Marcella.

Para um diagnóstico adequado, o veterinário deve realizar avaliação clínica completa, considerando histórico detalhado do animal; espécie, idade e condição geral; exame físico minucioso; e exames complementares (hemograma, radiografia e ultrassonografia, entre outros). “Identificar a origem da febre, dor e inflamação agiliza o tratamento mais adequado, promovendo saúde, bem-estar e recuperação mais rápida”, ressalta a veterinária da Syntec.

Como parte do compromisso com a saúde animal, a Syntec disponibiliza Maxitec Oral, anti-inflamatório não esteroide (AINE) em suspensão, à base de Meloxicam. Além da ação anti-inflamatória, o produto possui propriedades antipiréticas e analgésicas de potência moderada, sendo indicado para cães e gatos em casos de febre; inflamações agudas ou crônicas; dor leve a moderada e afecções musculoesqueléticas. Maxitec Oral atua como inibidor preferencial da enzima COX-2, reduzindo os riscos de efeitos adversos no trato gastrointestinal, nas funções renais e na coagulação plaquetária, proporcionando maior segurança no uso contínuo ou em tratamentos prolongados.

Sobre a Syntec – A Syntec é uma empresa 100% brasileira com mais de 20 anos de história, dedicada à produção de medicamentos e suplementos veterinários de alta qualidade. Seu portfólio diversificado inclui terapêuticos, especialidades, produtos de higiene e saúde, suplementos e vacinas para animais. Para mais informações, visite: www.syntec.com.br

Fonte: Texto Comunicação Corporativ

Ácido fólico é aliado na gestação de cadelas e gatas

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Créditos: Divulgação

Suplementação adequada com a vitamina B9 auxilia no desenvolvimento fetal e no suporte nutricional das fêmeas durante a gestação

Assim como ocorre na saúde humana, a nutrição durante a gestação de cadelas e gatas é um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento adequado dos filhotes e o bem-estar das fêmeas. Entre os nutrientes que merecem atenção especial nesse período está o ácido fólico, também conhecido como vitamina B9, cuja suplementação tem se mostrado cada vez mais importante na rotina veterinária de suporte à reprodução.

O ácido fólico desempenha papéis essenciais durante a gestação, contribuindo diretamente para a formação do sistema nervoso dos filhotes e ajudando na estruturação do tubo neural, que futuramente dará origem ao cérebro e à medula espinhal. Além disso, essa vitamina participa ativamente na produção de glóbulos vermelhos e brancos, fundamentais para o transporte de oxigênio e o fortalecimento do sistema imunológico, tanto da mãe quanto da ninhada.

A deficiência de ácido fólico em cadelas e gatas gestantes pode levar a consequências sérias no desenvolvimento fetal, como malformações congênitas – incluindo espinha bífida e fenda palatina – e problemas hematológicos. Também pode comprometer o estado geral da mãe, especialmente em fases críticas da gestação, quando suas demandas metabólicas estão elevadas.

“Durante a gestação, o organismo da fêmea entra em um estado de intensa atividade metabólica. Nessa fase, o aporte de nutrientes como o ácido fólico se torna ainda mais essencial para garantir uma gestação segura e equilibrada”, explica Karina Rangel, médica-veterinária coordenadora de produtos da Avert Saúde Animal.

Para atender a essas necessidades, suplementos formulados especificamente para fêmeas gestantes são uma alternativa eficaz. Esses produtos geralmente combinam o ácido fólico com outras vitaminas do complexo B, oferecendo um suporte nutricional abrangente e alinhado às exigências fisiológicas do período gestacional.

Entre os nutrientes frequentemente associados ao ácido fólico estão:

Vitamina B12 (Cobalamina): essencial na formação das células sanguíneas e um nutriente importante nos casos de anemia gestacional, além de atuar no desenvolvimento neurológico dos filhotes;
Vitamina B6 (Piridoxina): envolvida na síntese de neurotransmissores, metabolismo de proteínas e formação de glóbulos vermelhos, contribuindo para o crescimento fetal e para a redução de complicações durante a gestação;
Tiamina (B1), Riboflavina (B2) e Niacina (B3): fundamentais no metabolismo energético e na função celular, auxiliam no desenvolvimento saudável dos filhotes e no suporte às funções corporais da mãe.
A administração desses suplementos deve ser orientada por um médico-veterinário, que avaliará o estado nutricional da fêmea e indicará a dose adequada conforme o estágio gestacional. O uso correto do ácido fólico, dentro de protocolos veterinários, é uma estratégia segura e eficaz para garantir que a gestação transcorra com menos riscos, assegurando o nascimento de filhotes saudáveis e fortalecendo a recuperação pós-parto das mães.

Com base nos avanços da nutrição veterinária, cada vez mais tutores têm acesso a ferramentas que proporcionam um cuidado preventivo e especializado para suas cadelas e gatas. E o ácido fólico, sem dúvida, é um desses aliados silenciosos, mas indispensáveis, para uma gestação bem-sucedida.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Fonte: Assis Comunicações

Fotobiomodulação, a nova aliada da dermatologia veterinária

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Créditos: Unsplash

Terapia com energia lumínica fluorescente acelera a cicatrização da pele de pets em diversos quadros clínicos

O uso da luz como agente terapêutico tem registros históricos milenares, seja para fins físicos ou mentais. Com os avanços tecnológicos recentes, especialmente do LED (Light Emitting Diode), a fototerapia moderna passou a ocupar papel importante em diversas especialidades médicas, inclusive na medicina veterinária.

Uma das abordagens mais promissoras é a fotobiomodulação, também conhecida como Low-Level Laser Therapy (LLLT). Trata-se de uma terapia não térmica, que utiliza luz não ionizante (como a emitida por LEDs) para modular processos biológicos essenciais à recuperação da pele.

“A fotobiomodulação atua por meio da ativação de cromóforos celulares, promovendo redução da inflamação, estímulo à angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos) e aceleração da cicatrização”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, Coordenadora de Serviços Técnicos da Unidade Pet da Vetoquinol Saúde Animal.

A terapia favorece a proliferação celular, além de contribuir com a sobrevivência, regeneração e reparação dos tecidos, sendo altamente eficaz em diferentes condições dermatológicas em cães e gatos. Entre as principais indicações estão a piodermite superficial e profunda; a furunculose interdigital; a piodermite de calo e de queixo; as feridas abertas; as fístulas anais e perianais, lesões pós-cirúrgicas, entre outras.

A fotobiomodulação ganha ainda mais destaque com a chegada de Phovia, tecnologia desenvolvida pela empresa francesa Vetoquinol e recentemente introduzida no mercado veterinário brasileiro. O sistema Phovia é composto por uma lâmpada multi-LED com luz azul e um gel cromóforo que é aplicado diretamente sobre a pele lesionada. Essa interação estimula reações moleculares em cascata que, por sua vez, ativam estruturas celulares em todas as camadas da pele, promovendo a regeneração tecidual e acelerando o processo de cicatrização de forma eficaz, não invasiva e indolor.

“Os cromóforos absorvem a luz azul e a transformam em energia fluorescente, ampliando o comprimento de onda e permitindo que ela atinja camadas mais profundas da pele. Com isso, a regeneração tecidual se torna acelerada e os resultados clínicos podem ser observados entre 2 a 6 semanas, reduzindo o tempo de tratamento em até 50% quando comparado às terapias convencionais. Além disso, a terapia com Phovia pode ajudar a reduzir o uso de antibióticos durante o tratamento. Isso é importante porque o uso excessivo desses medicamentos pode fazer com que as bactérias se tornem resistentes, dificultando tratamentos futuros”, destaca Patricia.

O lançamento de Phovia representa mais do que uma inovação tecnológica — é um reflexo do compromisso da Vetoquinol com a evolução da saúde animal. Ao oferecer uma terapia moderna, não invasiva e baseada em ciência, a empresa reafirma sua dedicação a soluções que respeitam os princípios da Saúde Única — uma abordagem que reconhece a interconexão entre o bem-estar animal, humano e ambiental.

“Nosso propósito é atuar com agilidade e sensibilidade, sempre guiados pelas necessidades reais dos animais. Buscamos desenvolver soluções que não apenas tratem doenças, mas que também promovam bem-estar, previnam enfermidades e ampliem a qualidade de vida dos pets.”, assinala Patricia.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2024, o faturamento global foi de € 539 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de mais de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Campanha “Caramelo”, de PEDIGREE®, conquista Festival de Cannes e recebe Titanium Lions, categoria mais prestigiada do evento

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Créditos: Divulgação

A marca PEDIGREE®, líder em vendas de alimentos para cães no Brasil e no mundo, foi destaque na principal premiação de publicidade do mundo: o Festival de Criatividade de Cannes Lions 2025. A campanha “Caramelo”, criada e desenvolvida pela agência AlmapBBDO, conquistou a prestigiada categoria Titanium Lions, que reconhece trabalhos criativos que provocam mudanças significativas na sociedade, cultura ou mercado, além de outros três leões — Ouro (Creative Strategy), Prata (Direct) e Bronze (Social & Creator).

“Esta é uma conquista histórica e motivo de muito orgulho para nós, apaixonados e defensores da causa animal. Acreditamos no poder da criatividade como forma de mobilização e transformação social. Mostramos para o mundo que o nosso desafio de transformar o Caramelo em um verdadeiro ícone da causa sensibilizou pessoas, gerou engajamento e impacto social real. Tudo isso sempre com o objetivo de tornar o mundo melhor para os pets”, comemora Rodrigo Alfieri, gerente global de Marketing de PEDIGREE®.

A campanha “Caramelo”, lançada em março de 2025, contou, além do vira-lata caramelo, com a participação de celebridades junto ao movimento, como a atriz, apresentadora e influenciadora Tatá Werneck, e um time de personalidades formado por João Vicente de Castro, Alejandro Claveaux, Gabriel Louchard, Jhonatan Oliveira, Gustavo Tubarão, TET e o Viralatacaramelo, embaixador da marca. E as ações de “Caramelo” não param por aí. PEDIGREE®, em parceria com a empresa DNA Pets, está realizando uma pesquisa genética inédita com 350 cães Vira-Latas Caramelo, a fim de descobrir quais são as características física, genéticas e de saúde que são comuns entre eles. Outra ação programada na campanha é o lançamento de uma embalagem exclusiva da marca que passará a ter a foto de um caramelo, trazendo reconhecimento para esse protagonista cultural brasileiro.

“Esse projeto nos orgulha muito porque une propósito com criatividade de alto nível. É a prova de que a comunicação, quando se conecta com a cultura e resolve um problema real, pode gerar transformação do negócio; para as marcas e para o mundo. E ser reconhecido com um Titanium em Cannes por isso é um sonho realizado”, celebra Filipe Bartholomeu, CEO e Presidente da AlmapBBDO.

Com uma comunicação multiplataforma e protagonismo nas redes sociais, a campanha conquistou 237 milhões de impressões, aumentou em 400% o engajamento orgânico da marca, obteve 99% de reações positivas, impulsionou em 218% a adoção de cães Sem Raça Definida (SRD) no primeiro mês de ação no ar.

SOBRE A MARS, INCORPORATED

A Mars, Incorporated acredita que o mundo que queremos amanhã começa com a forma como fazemos negócios hoje. Como uma empresa familiar de mais de US$ 50 bilhões, nosso portfólio diversificado e em expansão de produtos líderes em cuidados com animais de estimação e serviços veterinários atende animais de estimação em todo o mundo, e nossos snacks e alimentos de qualidade encantam milhões de pessoas todos os dias. Produzimos algumas das marcas mais amadas do mundo, incluindo ROYAL CANIN®, PEDIGREE®, WHISKAS®, CESAR®, DOVE®, EXTRA®, M&M’S®, SNICKERS® e BEN’S ORIGINAL™. Nossas redes internacionais de hospitais veterinários, incluindo BANFIELD™, BLUEPEARL™, VCA™ e ANICURA™, abrangem cuidados veterinários preventivos, gerais, especializados e de emergência, e nosso negócio global de diagnósticos veterinários, ANTECH®, oferece recursos inovadores em diagnósticos para animais de estimação. Os Cinco Princípios da Mars — Qualidade, Responsabilidade, Mutualidade, Eficiência e Liberdade — inspiram nossos 150.000 associados a agir todos os dias para ajudar a criar um mundo melhor para as pessoas, os animais de estimação e o planeta. Para mais informações sobre a Mars, por favor visite www.mars.com. Junta-se a nós no Facebook, Instagram, LinkedIn e YouTube.

Sobre a AlmapBBDO

A AlmapBBDO é uma das maiores e mais premiadas agências de publicidade do Brasil. Criativa, estratégica e centrada em resultados, a agência tem como missão colocar ideias poderosas no centro do negócio dos seus clientes. Com 950 colaboradores e um portfólio que inclui algumas das marcas mais admiradas do país, a Almap vem colecionando prêmios em criatividade e eficácia. Em 2023, foi reconhecida como a agência mais eficaz do mundo pelo Effie Global Index. É também a única com a inédita nomeação como “Agência Global da Década” do Cannes Lions. Link

Fonte: Imagem Corporativa

Ansiedade em pets: como identificar e ajudar seu animal de estimação

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Comportamentos ansiosos podem comprometer a rotina e qualidade de vida de cães e gatos, mas existem formas de prevenir e tratar

Cada vez mais inseridos na dinâmica familiar, os pets vivem rotinas que, em muitos casos, são marcadas por ausência prolongada dos tutores, mudanças de ambiente e estímulos variados. Esse contexto pode favorecer o desenvolvimento de quadros de ansiedade, tanto em cães quanto em gatos, afetando seu bem-estar e comportamento.

A ansiedade é uma das queixas comportamentais mais frequentes nas clínicas veterinárias. “É muito comum os tutores relatarem que o pet destruiu objetos, começou a vocalizar de forma excessiva ou a urinar em locais inadequados. Esses são sinais clássicos de que algo não está bem do ponto de vista emocional”, explica Bruna Isabel Tanabe, médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition.

O quadro pode se manifestar de diversas formas, sendo a ansiedade de separação uma das mais comuns. Nesse cenário, o animal sofre intensamente quando se vê sozinho, mesmo que por curtos períodos. Além disso, mudanças bruscas na rotina, viagens, a chegada de um novo membro à família ou mesmo ruídos intensos — como fogos de artifício — podem desencadear comportamentos ansiosos.

Por isso, identificar a ansiedade exige observação atenta. Alguns pets tornam-se hiperativos, enquanto outros se retraem ou apresentam comportamentos compulsivos, como lamber insistentemente partes do corpo, como as patas, roer objetos ou até mesmo se automutilar. “Quando o tutor percebe mudanças comportamentais persistentes, é fundamental buscar a orientação de um profissional para identificar a causar e orientações de ajustes no manejo, rotina e hábitos diários”, recomenda Bruna.

O enriquecimento ambiental é uma das ferramentas mais eficazes para reduzir a ansiedade em pets. A oferta de brinquedos interativos, estímulos olfativos, circuitos de obstáculos e atividades físicas diárias contribuem para manter o animal mentalmente ocupado e fisicamente saudável. Para a profissional, “um pet que gasta energia de maneira saudável tende a apresentar níveis de ansiedade menores”.

Outra prática importante é a utilização de reforço positivo. O uso de petiscos como recompensa ajuda a estimular comportamentos desejáveis, além de fortalecer o vínculo entre o tutor e o pet. “Os snacks são poderosos aliados no treinamento e também no manejo da ansiedade. Eles oferecem um estímulo prazeroso e ajudam o pet a associar determinadas situações a experiências positivas”, explica Bruna.

Em casos mais graves, pode ser necessária a intervenção de um médico-veterinário especializado em comportamento animal, que poderá recomendar terapias comportamentais, o acompanhamento de um adestrador ou até mesmo o uso de medicamentos, sempre de forma criteriosa.

O mais importante é lembrar que a ansiedade, deve ser tratada, pois impacta diretamente a qualidade de vida do animal e da família. Com atenção, carinho, paciência e suporte profissional, é possível ajudar o pet a lidar melhor com suas emoções e proporcionar a ele uma vida mais equilibrada e feliz.

Sobre a Pet Nutrition:

A empresa fundada em 2011 com o nome de Petitos, na cidade de Pirassununga, São Paulo, e com objetivo de proporcionar amor e saúde aos pets, através de produtos de alta qualidade, sabor e inovação.

Pioneira em snacks naturais, foi adquirida em 2023, pela Biolab Sanus Farmacêutica e, dentro da estrutura da Avert Biolab Saúde Animal, passa a se chamar Pet Nutrition; com objetivo de fortalecer e valorizar o segmento de snacks para pets, reforçando o posicionamento em termos de composição, nível nutricional e crescimento do portfólio. A Pet Nutrition segue todos os parâmetros de produção e qualidade da Biolab.

Os produtos são desenvolvidos por profissionais especializados em nutrição animal e fabricados com matéria-prima de excelente qualidade, ingredientes frescos, rico em nutrientes e com carne na composição para garantir a palatabilidade, e serem atrativo aos pets. Para mais informações acesse: https://www.petnutrition.com.br/

Fonte: Assis Comunicações

Feridas que não cicatrizam em animais idosos podem indicar ‘doenças silenciosas’ na pele

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Créditos: Pinterest

Machucados que levam mais de três semanas para cicatrizar podem indicar existência de condições mais graves; veterinária orienta tutores

À medida que os pets envelhecem, os tutores precisam redobrar os cuidados com a saúde. Um exemplo são as feridas na pele, que surgem no tecido já fino e alterado devido à idade. Quando demoram mais de três semanas para cicatrizar, essas lesões podem ser consideradas feridas crônicas, um sinal de alerta que merece atenção.

“Além da idade avançada, podem contribuir com o surgimento das feridas crônicas a obesidade, problemas vasculares e neoplasias. Ao primeiro sinal, os tutores devem levar o animal para uma consulta com o veterinário, que vai realizar o diagnóstico correto”, explica Erika Ricci, doutora da clínica veterinária especializada em pequenos animais do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. “A prevenção é sempre o melhor caminho, então quanto antes o tutor identificar o problema e procurar ajuda especializada, melhor será a qualidade de vida do pet”, reforça.

As feridas crônicas podem estar relacionadas a algumas doenças “silenciosas”, ou seja, que até então não demonstraram outros sintomas. É o caso de condições como diabetes, hipotireoidismo, doenças imunomediadas, alergias e infecções causadas por fungos e bactérias. Entre essas infecções, que podem provocar coceira, vermelhidão e feridas, destacam-se as piodermites, infecções bacterianas que podem afetar os folículos pilosos e outras estruturas mais profundas e, entre as fúngicas, a esporotricose, uma micose que , além de feridas na pele, pode se disseminar pelo organismo.

Por isso, a Médica Veterinária alerta que é importante estar atento caso o pet apresente coceira intensa, lambedura excessiva e/ou queda de pelos na área afetada. A atenção deve redobrar se as feridas durarem mais de 10 dias e se houver presença de mau cheiro, pus ou outras secreções. Também é possível observar as mudanças no comportamento; ainda que sejam pets idosos e a energia diminua naturalmente, pode haver apatia e irritabilidade.

“Desaconselha-se o tratamento das feridas com medicamentos de uso humano ou soluções caseiras, pois o tratamento inadequado pode estressar o animal e , ainda, levar a outros traumas e complicações. Cada caso deve ser analisado e diagnosticado, sendo o tratamento adequado prescrito pelo veterinário. O tutor pode realizar a limpeza com sabão neutro e utilizando luvas de procedimento descartáveis, ao menos, até que se tenha o diagnóstico concluído”, comenta a veterinária do Nouvet.

Apesar de nem sempre ser possível evitar o surgimento das feridas crônicas, devido a questões hormonais e do próprio organismo do animal, é importante ter ações preventivas. A Dra. Erika orienta manter a higiene do pet e do ambiente em que ele vive; controlar os parasitas, como pulgas e carrapatos; e, claro, manter consultas regulares ao veterinário.

Sobre o Nouvet

O Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.

Fonte: Agência NoAr

Escovar os dentes do seu pet é mais importante do que parece

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Fraturas, tártaro e inflamações orais prejudicam a qualidade de vida dos animais e exigem atenção constante dos tutores

As doenças dentárias são mais frequentes em cães e gatos do que muitos tutores imaginam, e ignorá-las pode comprometer não só a saúde bucal, mas também órgãos vitais como coração, rins e fígado. Segundo a médica-veterinária Dra. Vanessa Carvalho, fundadora da Smile4Pets e especializada em odontologia veterinária pela Anclivepa-SP e com mestrado, doutorado e pós doutorado pela FMVZ-USP, quase todos os pets apresentarão algum grau de doença periodontal ao longo da vida, especialmente os de meia-idade e idosos.

“A literatura fala que 80% dos animais de pequeno porte terão doença periodontal, mas, na prática, a gente observa que praticamente 100% dos cães e gatos terão algum grau de problemas periodontais ao longo da vida se não houver prevenção adequada”, afirma a especialista.

Além da doença periodontal — causada pelo acúmulo de placa bacteriana e tártaro —, outros problemas comuns incluem fraturas dentárias, lesões de reabsorção dentária (frequentes em gatos), gengivoestomatite crônica felina e até neoplasias orais, que podem ser benignas ou malignas.

Entre os principais sintomas de doenças bucais estão: mau hálito, sangramento nas gengivas, salivação excessiva (sobretudo em gatos), dificuldade ou recusa a mastigar, além de comportamentos como esfregar a boca com a pata ou preferência por alimentos úmidos. “O pet sente fome, vai até o pote, mas demora para se alimentar, mastiga ou deglute com bastante dificuldade. Isso pode ser dor. Como muitas vezes eles engolem sem mastigar, não há percepção de desconforto”, explica Dra. Vanessa.

No caso de gatos com gengivoestomatite crônica, a dor pode ser tão intensa que a salivação torna-se visível, dificultando a deglutição, levando a emagrecimento e desidratação. Já as fraturas dentárias, comuns em cães que mordem objetos rígidos, expõem a polpa dentária, exigindo tratamento de canal ou extração.

Um dos alertas mais sérios diz respeito à conexão entre a saúde oral e doenças sistêmicas. “As bactérias da boca conseguem entrar na corrente sanguínea e causar inflamação em órgãos como fígado, rins, pulmão e coração. Isso já foi comprovado inclusive em estudos com humanos”, destaca a veterinária.

Embora a doença periodontal crônica seja mais evidente na boca, seus efeitos vão além. A inflamação constante tem o potencial de gerar lesões graves à distância, interferindo no funcionamento de órgãos vitais.

Para prevenir problemas bucais, é essencial manter o hábito da escovação diária com pasta específica para pets e escova de cerdas macias, além de visitas regulares ao veterinário especializado em odontologia, no mínimo uma vez ao ano, idealmente a cada seis meses. “Só com inspeções frequentes é possível detectar alterações iniciais, como crescimento anormal de gengiva, sangramentos ou dentes ausentes que podem estar inclusos”, explica a especialista.

A dieta também influencia: ração seca de qualidade premium (com pellets maiores) estimula a mastigação, promovendo a limpeza natural dos dentes. Já a dieta úmida pode aumentar a retenção de resíduos alimentares, mas não é contraindicada, desde que a higiene oral seja feita corretamente.

O exame clínico ideal ocorre em duas etapas: com o animal acordado, o veterinário avalia placa, tártaro, gengiva, mucosas, palato, língua e oclusão. Mas é sob anestesia que se atinge a real profundidade do diagnóstico, com uso de sonda periodontal e radiografias intraorais, capazes de identificar lesões invisíveis a olho nu. “Sem anestesia, não é possível tratar abaixo da gengiva com eficácia, porque simplesmente dói. Procedimentos sem anestesia são estéticos, não terapêuticos”, alerta Dra. Vanessa.

A veterinária também ressalta que fraturas dentárias com canal exposto sempre devem ser tratadas, pois podem gerar infecções na região interna do dente e na extremidade da raiz, além do acesso de bactérias na corrente sanguínea. Ausência de dor não significa que não precisa tratar, apenas a dor da inflamação pode não estar sendo manifestada pelos animais.

Hoje, a odontologia veterinária dispõe de recursos semelhantes à humana: tratamentos periodontais, endodôntico (Tratamento de canal radicular), ortodôntico, próteses, restaurações, implantes, além de cirurgias de fraturas de mandíbula, glândulas salivares e tumores, com suporte de tomografia, radioterapia, eletroquimioterapia e muito mais. Não é só sobre dentes — é sobre qualidade de vida e saúde integral”, diz a fundadora da Smile4Pets.

A Smile4Pets, referência em odontologia veterinária, agora atua também dentro do AmarVet’s Hospital Veterinário, por meio de uma parceria que leva o atendimento odontológico especializado da Dra. Vanessa e sua equipe a ainda mais tutores e pacientes. “Nosso objetivo é ampliar o acesso a um atendimento técnico de excelência, com diagnóstico preciso e abordagem multidisciplinar”, finaliza.

Serviço
AmarVet’s Hospital Veterinário
Endereço: Av. Indianópolis, 962 – Moema, São Paulo – SP, 04062-001
Telefone: (11) 5108-0092

AmarVet’s Hospital Veterinário

Localizado em Moema, São Paulo, o AmarVet’s Hospital Veterinário é referência em atendimento 24 horas para emergências, com infraestrutura de ponta que inclui UTI, internação, laboratório próprio e tecnologias avançadas de diagnóstico. O hospital oferece especialidades como ortopedia, neurologia, oftalmologia, dermatologia, cardiologia, nutrição, fisiatria, e oncologia, além de separar ambientes exclusivos para cães e gatos, garantindo atendimento personalizado com profissionais especializados.

O AmarVet’s adota uma abordagem inovadora, integrando terapias complementares como musicoterapia, aromoterapia e banhoterapia, e oferece uma suíte exclusiva para que tutores acompanhem de perto a recuperação dos seus pets com conforto. O hospital também celebra o vínculo humano-animal, com homenagens a cães e gatos que marcaram vidas e o projeto Patinha Vermelha, que incentiva a doação de sangue para emergências veterinárias, promovendo solidariedade entre a comunidade.

Com a médica veterinária Natália Gouvêa como diretora e Dr. Marcio Mota como responsável técnico, o AmarVet’s combina expertise e cuidado humanizado, reforçando a filosofia de que “Amar é cuidar”.

Fonte: Tudo em Pauta

Lisina é aliada essencial no processo de cicatrização de feridas em gatos

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Créditos: Elias Maurer/Unsplash

Aminoácido é indispensável para felinos e atua de forma direta e indireta na regeneração dos tecidos

A pele exerce papel vital na proteção dos gatos contra agressões físicas e invasão de microrganismos. “Quando essa barreira natural é rompida, o risco de infecções aumenta consideravelmente. Por isso, a cicatrização eficiente é fundamental para restabelecer a integridade dessa proteção”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, Coordenadora de Serviços Técnicos da Unidade Pet da Vetoquinol Saúde Animal.

Formada por três camadas — epiderme, derme e hipoderme —, a pele dos gatos possui características únicas que influenciam diretamente no processo de cicatrização. Em comparação com os cães, os gatos tendem a apresentar uma cicatrização mais lenta, devido a diferenças na vascularização e na resposta inflamatória cutânea. Ainda assim, as fases do processo cicatricial são as mesmas: inflamatória, proliferativa (ou de reparo) e de maturação/remodelamento.

É justamente nesse contexto que a lisina, um aminoácido essencial para os felinos, ganha destaque: ela participa da síntese de colágeno, proteína fundamental para a regeneração da pele e dos tecidos conjuntivos, contribuindo para uma cicatrização mais eficiente e saudável. “Uma das funções mais relevantes da lisina está na síntese de colágeno, proteína essencial para a regeneração da pele e dos tecidos conjuntivos. O colágeno constitui a base da matriz extracelular, que dá suporte à formação de nova pele durante a cicatrização”, detalha a médica-veterinária.

Além disso, a lisina contribui para a reparação tecidual ao participar da formação de enzimas envolvidas na regeneração celular e na remodelação dos tecidos. Esse processo favorece a substituição de células danificadas por células saudáveis, acelerando a cicatrização. Além disso, o aminoácido também auxilia a absorção e retenção de cálcio, mineral essencial para diversas funções celulares, incluindo a contração muscular – ambas importantes nas fases do reparo tecidual.

Patricia Guimarães destaca ainda a ação anti-inflamatória indireta da lisina. “Apesar de não ser um anti-inflamatório direto, estudos indicam que a lisina pode modular processos inflamatórios de forma indireta. Isso ocorre porque a lisina participa da síntese de proteínas reguladoras envolvidas na resposta imune e na regeneração tecidual, criando um ambiente mais favorável à cicatrização”.

Essa modulação ajuda a equilibrar a resposta inflamatória, evitando excessos que poderiam prejudicar a regeneração dos tecidos.

Outro benefício importante é o suporte à função imunológica. Durante o processo de cicatrização, a imunidade desempenha papel relevante na prevenção de infecções. Assim, ao fortalecer o sistema imune, a lisina contribui de forma indireta para uma recuperação mais eficaz.

Reconhecendo a importância desse aminoácido, a Vetoquinol disponibiliza ao mercado Enisyl-F®, suplemento nutricional à base de lisina (250 mg/mL), formulado em pasta sabor peixe, com alta palatabilidade. Indicado para gatos de todas as idades e condições, o produto apoia a manutenção da saúde imunológica e auxilia os processos de cicatrização.

Com mais de 90 anos de contribuição à saúde dos animais, a Vetoquinol reafirma sua missão de promover o bem-estar de cães e gatos, contribuindo para uma recuperação mais rápida e eficiente dos felinos com o uso de Enisyl-F®.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2024, o faturamento global foi de € 539 milhões.

Com expertise global conquistada ao longo de mais de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Texto Comunicação Corporativa

Em 30 de junho, auditores fiscais federais agropecuários celebraram 25 anos em defesa da saúde pública, dos alimentos saudáveis e do agro nacional

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Créditos: Divulgação

Com atuação estratégica, profissionais comemoram conquistas e projetam o futuro da carreira

Na segunda-feira (30), a carreira dos auditores fiscais federais agropecuários completou 25 anos. Esses profissionais estão estrategicamente distribuídos no campo, em portos, aeroportos, fronteiras, frigoríficos e laboratórios oficiais, garantindo a sanidade animal e vegetal, a qualidade e segurança dos alimentos consumidos pela população brasileira. Nesta data, além de um importante e rigoroso trabalho a ser celebrado, também há grandes desafios, como a manutenção do Brasil como grande potência exportadora mundial, reconhecida por mais de 300 países.

Criada para unificar e qualificar a fiscalização agropecuária nacional, a carreira reúne profissionais altamente especializados: engenheiros agrônomos, médicos veterinários, farmacêuticos, químicos e zootecnistas. Selecionados por concurso público, eles têm estabilidade profissional e respaldo do Estado para o exercício de atividades típicas de polícia administrativa.

“O papel dos auditores fiscais agropecuários é essencial para a soberania alimentar do país e para a reputação internacional do agronegócio brasileiro. A confiança dos mercados no nosso sistema sanitário passa, necessariamente, pelo trabalho técnico e independente desses servidores”, afirma Janus Pablo Macedo, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical).

Apesar da importância da carreira, os desafios enfrentados pelos auditores fiscais federais agropecuários são crescentes. Hoje, cerca de 2.300 servidores estão distribuídos em todo o território nacional, atuando ao longo de toda a cadeia produtiva: da produção rural ao comércio exterior, passando pela vigilância agropecuária, certificações e inspeção de produtos de origem animal e vegetal. Porém, há um déficit de 1.350 profissionais, que poderá ser minimizado com a convocação dos aprovados no Concurso Público Unificado (CNU), realizado no ano passado pelo Governo Federal. Mesmo assim, a situação ainda é preocupante, já que esse efetivo não será capaz de atender a demanda.

Além disso, há falta de estrutura básica, como veículos, sistemas digitais e equipamentos adequados para atuação profissional. Pressões externas e riscos à segurança em áreas remotas e sensíveis também estão entre os desafios dos profissionais da carreira e é por isso que eles alertam para as tentativas de privatização de atividades típicas de Estado, como as inspeções ante mortem e post mortem de animais destinados ao abate, plano já denunciado junto ao Ministério Público Federal por colocar em risco a saúde pública e a credibilidade internacional do país.

“O Brasil, que permaneceu como único grande exportador de carne de frango livre da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, só registrou o primeiro caso em granja comercial muito tempo depois de outros países. Isso só foi possível graças à estrutura técnica robusta e à atuação ágil e isenta dos auditores fiscais agropecuários, que lideraram os esforços de contenção da doença. Esse episódio reforça o papel estratégico da carreira na prevenção e controle de pragas e doenças com potencial devastador para o setor produtivo”, destacou Macedo

Outro grande pleito do Anffa Sindical neste ano é a aprovação do PL 3179/2024, que prevê a reativação do Fundo Federal de Defesa Agropecuária e institui medidas para valorização da carreira, como indenização por trabalho em dias de folga e a possibilidade de banco de horas. A ideia é que o recurso excedente seja custeado por meio de taxas, cujo setor produtivo deve arcar, e a expectativa é que o texto seja avaliado pelo Congresso Nacional nos próximos meses.

Olhar para o futuro

Em outubro, o município de Bento Gonçalves (RS) sediará o Congresso Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Conaffa), principal fórum de discussão sobre o futuro da carreira. Modernização da fiscalização, inovação tecnológica, valorização institucional e fortalecimento das estruturas do Estado estarão entre os temas centrais do evento, que também marcará os 25 anos da carreira com um olhar estratégico para os próximos desafios.

“Ao completar um quarto de século, a carreira dos auditores fiscais federais agropecuários reafirma seu compromisso com a saúde da população, com a excelência técnica e com a defesa do interesse público. É tempo de celebrar conquistas, valorizar quem sustenta o sistema de defesa agropecuária do país e seguir mobilizados para enfrentar os desafios que ainda virão”, destacou Macedo.

Fonte: FSB Comunicação

Conflitos com pets em condomínios geram judicialização e desafiam regras internas

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Jurisprudência do STJ reconhece limites para proibições condominiais, enquanto especialistas apontam caminhos para equilibrar o convívio entre tutores, animais e demais moradores

A presença de animais de estimação em condomínios tem sido um dos principais motivos de conflito entre moradores em todo o Brasil, com impactos que vão além da convivência cotidiana. Segundo dados da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI), 30% das reclamações em condomínios estão relacionadas a pets. Esse cenário tem motivado disputas judiciais e provocado debates sobre os limites legais das convenções internas.

Quem explica os desdobramentos jurídicos é a advogada Siglia Azevedo, especialista em direito imobiliário e condominial, mestre em sistemas de resolução de conflitos e doutoranda em direito civil. “A convenção condominial não pode proibir a posse de animais de forma genérica e irrestrita. O Superior Tribunal de Justiça tem decidido reiteradamente que tal proibição fere o direito de propriedade e a dignidade da pessoa humana”, afirma a jurista.

Em decisões recentes, como no Recurso Especial 1.348.536/SP, o STJ estabeleceu que a mera existência de uma cláusula proibitiva na convenção não é suficiente para impedir um morador de ter um animal de estimação, desde que o pet não comprometa a segurança, a higiene ou o sossego dos demais condôminos. “O Judiciário tem reforçado a tese de que é preciso demonstrar dano efetivo causado pelo animal para justificar qualquer restrição”, completa a advogada.

Apesar da clareza nas decisões judiciais, o tema continua a gerar atritos. Entre os conflitos mais frequentes estão latidos constantes, uso de áreas comuns por cães sem guia, fezes em locais indevidos e disputas sobre raças consideradas agressivas.

O síndico, por sua vez, é muitas vezes cobrado a agir em nome da coletividade, mas não tem autonomia para aplicar proibições que extrapolam os limites legais. “É um erro comum achar que o síndico pode proibir pets com base apenas em reclamações isoladas ou no regimento interno. Ele deve agir com base em provas e respeitar o princípio da razoabilidade. A função dele é promover a harmonia, e não impor medidas arbitrárias”, analisa a especialista.

Levantamento da Associação Brasileira dos Síndicos e Síndicos Profissionais (ABRASSP) revela que mais de 60% dos síndicos já foram envolvidos em disputas relacionadas a animais de estimação nos últimos dois anos. Muitos relatam dificuldades em interpretar a legislação e se sentem pressionados tanto por condôminos favoráveis quanto por aqueles contrários à permanência dos animais.

A Dra. Siglia aponta a assessoria jurídica preventiva como uma aliada essencial para reduzir esses embates. “Condomínios que contam com suporte jurídico especializado conseguem elaborar regras mais claras, conduzir mediações eficientes e evitar a judicialização. A ideia é fortalecer a convivência e preservar o bem coletivo sem violar direitos individuais.”

Além disso, a advogada destaca a importância de campanhas de conscientização e assembleias temáticas para esclarecer os limites legais e fomentar o respeito mútuo. “A coletividade não deve ser usada como argumento para o autoritarismo. O condomínio é uma microcomunidade, e como tal, precisa equilibrar interesses de forma democrática e jurídica.”

A polêmica sobre pets em condomínios revela a necessidade de ajustes nas normas internas, e também uma mudança de mentalidade. Em um país onde 61% dos lares têm ao menos um animal de estimação, segundo o Instituto Pet Brasil, o desafio não é mais decidir se é possível viver com animais, mas sim como tornar essa convivência mais justa e respeitosa para todos. “A paz no condomínio não depende da ausência de pets, e sim da presença de regras claras e bem aplicadas, com base no direito e no diálogo”, conclui Siglia Azevedo.

Sobre a Dra. Siglia Azevedo

Com mais de 15 anos de experiência, a advogada Siglia Azevedo é especialista em direito imobiliário e referência em mediação de conflitos condominiais. Mestre em sistemas de resolução de conflitos e doutoranda em direito civil, atua com foco em soluções extrajudiciais, oferecendo agilidade e eficácia na gestão jurídica. Sua abordagem humanizada e preventiva já impactou positivamente centenas de condomínios e escritórios jurídicos. Palestrante requisitada, Siglia também contribui para a formação de profissionais mais preparados e comprometidos com a convivência harmônica nos espaços urbanos.
Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/siglia.azevedo/

Fonte: Lara Visibilidade Estratégica

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